PUC-SP instala banheiro unissex e causa polêmica

pucA Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo divulgou ter instalado um banheiro unissex no primeiro andar de um dos seus prédios em Perdizes. De acordo com a instituição, a medida foi uma forma de atender a “diversidade de sua comunidade”. “A PUC-SP, atenta à diversidade de sua comunidade universitária, composta por alunos, professores e funcionários, buscou contemplar a todos com a implementação do banheiro unissex. A instituição ressalta que esses sanitários são de uso comum, não direcionados a públicos específicos”, disse a universidade em nota. Nas redes sociais, a medida não teve consenso e dividiu a opinião dos internautas.

Nos Estados Unidos, o então presidente Barack Obama criou polêmica, em 2016, ao determinar que as escolas públicas permitissem que os alunos transgêneros usassem banheiros e vestiários de acordo com sua identidade de gênero. Na época, legisladores conservadores [sic] reagiram acusando a Casa Branca de abuso de poder. Por outro lado na Carolina do Norte, uma lei obrigava os transexuais a usar banheiros segundo o sexo de nascimento. Essa lei foi denunciada como discriminatória por várias personalidades, organizações da sociedade civil e pelo Partido Democrata.

Em fevereiro deste ano, o presidente Donald Trump revogou a decisão de Obama de permitir que os alunos escolhessem qual banheiro usar de acordo com sua identidade de gênero.

(G1 Notícias)

Nota 1: Em seu Twitter, minha amiga Vanessa Raquel Meira postou os seguintes comentários: “Fico confusa… Tem que ter um vagão só pra mulher no metrô. Mas banheiro pode usar ômi e mulé junto. É assim? Semana passada tinha um ômi no banheiro feminino da faculdade. Se ele tivesse com o pipi de fora eu não poderia gritar, por que, né? Eu fico confusa porque se o cara tiver com o instrumento de fora dentro do metrô eu posso gritar. Mas no banheiro feminino não posso.” Realmente, é muita sandice e incoerência. Imagine que espaço ideal para tarados, pervertidos, abusadores e voyeurs, entre outras espécies…

Nota 2: E o amigo Marco Dourado escreveu: “Separação de banheiros sempre foi uma precaução óbvia para se preservar a dignidade, a intimidade, a privacidade e a integridade física da mulher. Geralmente, um estabelecimento dedica mais esforço para manter os banheiros femininos o mais asseados possível e com as melhores instalações. Obrigar uma mulher a dividir banheiro público com homens é algo de tal forma ofensivo e absurdo que se alguém não entender de cara essa perversão, mil explicações, tratados, memes, vídeos, teatrinho de fantoches etc. etc. etc. não serão suficientes. Digo e repito: o genocídio cultural contra o Ocidente atingiu o estágio de no-return-point.”

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