Folha concede espaço a ateu militante raivoso e a blasfemador

sottomaior[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] Cadê seu Deus agora? Em lugar nenhum – a trabalheira é convencer os 98% da população que dizem acreditar na ideia do Criador, segundo pesquisa Datafolha de setembro, e assegurar “a verdadeira laicidade do Estado”. Eis as bandeiras da Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), que representa um de cada dez brasileiros, somando ateus (1%) e quem se declara sem religião ou agnóstico (8%). [Conheço agnósticos e até ateus que têm vergonha da Atea e não se sentem minimamente representados pela entidade, mas a Folha não quis tocar nesse assunto.] Em nome dessas causas, o grupo ajuizou dezenas de ações civis públicas contra o que considera serem atentados ao princípio de um Estado imune à interferência religiosa. A maioria desses processos questiona iniciativas evangélicas respaldadas pelo poder público. Caso, por exemplo, de uma ação contra o prefeito Marcelo Crivella e a cidade que gere, o Rio, “pela realização de eventos religiosos nas escolas da rede municipal”. Há outra contrária à instalação de um templo evangélico na sede do Bope, tropa de elite da PM-RJ. [Quando não se pode vencer no argumento, o jeito é partir para a truculência, para o sensacionalismo que garante espaço na mídia, para o deboche e o escárnio e para os processos judiciais.]

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