Histórias do Impacto (1): no portão de casa e na Cracolândia

9205820f-be98-4e42-9845-008eb78f9921Entre as muitas mensagens que tenho recebido relacionadas com a leitura do livro missionário O Poder da Esperança, duas recentes me deixaram especialmente feliz:

“Olá, me chamo Maurício Eduardo, sou estudante de História e já sou formado pela UTFPR em outro curso. Sou cristão e membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus. Sempre acompanho seus vídeos no YouTube e sou um dos muitos inscritos em seu canal, além de um fiel leitor de seu site. Estava chegando em casa no sábado e me deparei com um livro no portão. O livro continha uma foto sua (que reconheci de longe), e com isso logo deduzi que você era um dos autores de O Poder da Esperança. Eu amo livros e com muito carinho guardarei esse maravilhoso presente em minha estante, e as suas palavras em minha mente e no meu coração. Muito obrigado a todos os responsáveis pela elaboração do livro e aos que levaram o material até minha casa. Estou muito feliz e contente por tê-lo recebido. Um grande abraço e que Deus abençoe sempre o trabalho de vocês!” (Mauricio Eduardo)

cracolandia“Gostaria de contar uma experiência envolvendo seu livro. Meu filho é dependente químico e estava na Cracolândia, sumido desde terça-feira. No sábado da distribuição de O Poder da Esperança, eu estava em lágrimas na igreja vendo dois netos receberem o lenço dos Desbravadores e orando por meu filho sumido. Fomos após a cerimônia distribuir os livros. À noite meu filho ligou pedindo para voltar para casa. Que bênção recebida tão imediatamente! Hoje, ao ver o livro em casa, ele contou que voltou para casa pois na Cracolândia alguém recebeu o livro e começou a ler para eles, e abriu bem na página que trata dos vícios. Hoje, quando ele pegou o livro para me contar a experiência, ele se abriu de novo na mesma página. Estamos em êxtase por ver como Deus nos enviou a mensagem através desse impresso. Deus seja louvado! Ouvi seu testemunho de como foi para escrever esse livro. Você e ele são um presente de Deus para nós.” (Vânia Alvarenga de Melo)

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