Em busca das digitais do Criador

capa eclesia peqEm sua edição 118 (Ano 11), a revista Eclésia – “A revista evangélica do Brasil” – publicou entrevista de cinco páginas com o pastor, jornalista e membro da Sociedade Criacionista Brasileira (www.scb.org.br) Michelson Borges, que fala sobre ciência e religião, design inteligente, idade da Terra, dilúvio, dinossauros, fósseis e muito mais. Confira.
Vários cientistas costumam criticar o criacionismo e chamá-lo de “pseudo-ciência”, alegando que se trata de uma filosofia religiosa e não uma teoria com bases científicas. O criacionismo é ou não científico?

O criacionismo, no fundo, está mais para filosofia e teologia do que para ciência, uma vez que em sua base jaz a crença no Deus Criador, algo que de fato não pode ser demonstrado em laboratório. Mas muitas das premissas criacionistas podem ser verificadas empiricamente, sim. Como, por exemplo, a impossibilidade da origem da vida a partir de matéria inorgânica, de maneira casual. Por muitos anos, os cientistas evolucionistas vêm tentando criar os componentes básicos da vida em laboratório, mas sem sucesso (mesmo o famoso experimento de Urey-Miller vem sofrendo sérios questionamentos). E ainda que os cientistas conseguissem, contra todas as probabilidades, fazer surgir alguma coisa parecida com uma célula ou quem sabe o DNA, estariam apenas provando que para se criar vida é necessário planejamento inteligente e condições programadas. Note: com toda a tecnologia de que dispõem e depois de tanto tempo e dinheiro gastos em pesquisas, os evolucionistas querem nos fazer crer que algo que eles não conseguem criar teria surgido de maneira espontânea e não planejada. É justo dizer que isso também se trata de filosofia; ou mesmo “teologia”: a “teologia” dos deuses tempo e acaso.

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