O que Meghan teve que deixar para trás ao se casar com um príncipe

meghanRecentemente, fiz uma série de palestras e pregações na cidade de Londres. Entre uma tarefa e outra, aproveitei para conhecer alguns lugares significativos, como a casa em que Isaac Newton nasceu, a Abadia de Westminster (onde estão sepultados Newton, Darwin e outras figuras importantes), o Museu Britânico, o de Ciências e o de História Natural, além de outros pontos turísticos. O que eu não sabia é que havia três coincidências interessantes reservadas para mim nessa passagem pela Inglaterra.

No alto da famosa roda-gigante London Eye, me dei conta de que estava sendo realizado um verdadeiro desfile de aviões militares. Aeronaves de vários tamanhos riscaram o céu azul daquela manhã de terça-feira. Uma esquadrilha formou o número 100 (o que me fez desconfiar de alguma efeméride) e outra deixou um rastro de fumaça com as cores da bandeira britânica. Um verdadeiro show! E eu ali, assistindo a tudo bem de perto, como se tivesse programado.

Depois de visitar a Abadia de Westminster, naquela mesma manhã, fui em direção ao Palácio de Buckingham. No caminho, me deparei com uma avenida decorada com bandeiras e fechada com um cordão de isolamento. Era certo que alguma coisa especial estava mesmo acontecendo – e que eu estava bem desinformado. Juntei-me à multidão e perguntei a uma moça com uniforme militar de gala: “Quem está vindo aí?” A resposta dela foi breve e com expressão de estranheza no rosto: “The queem of England!” Não consegui ver a rainha, mas recebi um tchauzinho da Duquesa de Cambridge, Kate Middleton. Mais uma vez fiquei feliz em estar no lugar certo, na hora certa, mesmo sem saber do que se passava.

A outra coincidência ocorreu dois dias depois, na cidade de Windsor. O plano era conhecer o famoso castelo, mas não foi possível entrar nele. Por quê? Porque o presidente norte-americano Donald Trump estava lá, em visita à rainha. E ali mais uma vez me vi cercado por uma pequena multidão, que dessa vez protestava contra o visitante. Mas vou deixar essa terceira coincidência de lado e me concentrar nas duas primeiras.

De fato, aquela terça-feira foi um dia de festa. Os ingleses estavam celebrando os cem anos da RAF, a famosa Força Aérea Real. A nobreza toda estava no local reservado para o evento, onde havia alguns aviões e helicópteros militares em exibição. A partir de certo ponto o povo não podia avançar. Podíamos apenas ver à distância milhares de militares fardados e mulheres elegantemente vestidas, entre elas a recém-casada Duquesa de Sussex. Dei toda essa volta para falar exatamente dela, pois acho que a moça ainda não se acostumou a toda essa pompa real. Na verdade, a vida dela mudou radicalmente a partir do momento que se uniu em matrimônio ao príncipe Harry.

Ao se casar com Henry Charles Albert David, mais conhecido como Harry, a atriz norte-americana Meghan Markle recebeu o título de Duquesa de Sussex e, de certa forma, passou a viver um conto de fadas desejado por muitas mulheres em todo o planeta. O que talvez muitas não saibam é que, pelo fato de agora fazer parte da realeza britânica, Meghan terá que abrir mão de muitas coisas – o que, ao que tudo indica, ela fez com muita satisfação. Veja algumas dessas coisas que a moça terá que deixar para trás e como essa escolha dela nos faz pensar em nossa cidadania celestial.

1. Casada com o príncipe Harry, Meghan terá os holofotes sempre voltados para sua família. Ela estará constantemente sujeita a críticas ou elogios, dependendo de suas atitudes. Assim também é a vida de quem decide servir ao Rei Jesus e fazer parte de Seu reino. Torna-se vitrine, tanto real quanto virtual. Espetáculo ao mundo, tanto a anjos quanto a homens (1 Coríntios 4:9). Não vive mais para si mesmo, mas torna-se representante do reino que abraçou, mais ou menos como Meghan, que agora também representa a realeza britânica. E, pelo que se pode perceber nas fotos e nas entrevistas, ela não se arrepende nem um pouquinho disso. Você considera um privilégio pertencer ao reino de Deus e aceitar as responsabilidades naturais disso, ou encara isso como um fardo?

2. Logo após anunciar seu noivado com o príncipe, Meghan também confirmou sua saída da série “Suits”. A Duquesa de Sussex parece ter encarado sua aposentadoria precoce numa boa. Em entrevista ao Hello Magazine, ela comentou essa nova fase: “Vejo isso como uma mudança… Um novo capítulo, entende?” Vale lembrar que ninguém da família real tem um emprego remunerado, o que tornaria impossível sua carreira de atriz. A partir de agora, Meghan vai se dedicar às causas humanitárias. Quando alguém aceita Jesus como Salvador e Senhor, inevitavelmente acaba tendo que deixar muitas coisas para trás. Às vezes, até uma carreira, um emprego. E faz isso por amor a Deus e para se dedicar a tarefas que não contrariem a vontade dEle.

3. Os membros da família real são representados nas redes sociais através do perfil oficial do Palácio de Kensington. Por conta disso, Meghan excluiu sua conta no Instagram e seu blog, The Tig. Além disso, a Duquesa de Sussex deve evitar selfies, pois a rainha Elizabeth II não aprova esse estilo de fotografia. De maneira semelhante, os filhos de Deus somente postam fotos e conteúdos aprovados por seu Rei. Cristãos devem ser modestos, discretos e focados, evitando divulgar ou curtir/compartilhar qualquer conteúdo que não edifique, que deixe uma impressão ruim a seu respeito e que não contribua em nada para o bem. Como acontece com a família real, cristãos devem se preocupar com seu bom nome e com o nome de seu Rei. Pergunte sempre: Será que meu Rei aprovaria esse tipo de conduta de minha parte? Será que Ele aprovaria esse conteúdo que estou consumindo e/ou que desejo partilhar?

MEGHAN-WEDDING4. Há diretrizes rígidas sobre o que é aceitável para alguém da realeza usar e o que não deve vestir. Algumas cores devem ser evitadas e calças estão fora de questão. Apesar de ter uma personalidade forte, Meghan dificilmente terá como fugir das regras mais tradicionais. A Duquesa de Sussex vai precisar adotar roupas mais conservadoras, como saias e vestidos abaixo dos joelhos. Por respeito à sua função e, principalmente, à realeza, Meghan terá que mudar seu guarda-roupa e adotar roupas decentes e distintas. Que tremenda lição para aqueles e aquelas que pertencem ao reino de Deus! Cada vez que vai a uma loja ou ao guarda-roupa escolher uma peça você se pergunta se esse traje vai honrar o nome do seu Deus? Será que o que visto faz com que as pessoas tenham bons pensamentos a meu respeito e a respeito dAquele a quem afirmo servir? Se Meghan terá que mudar ser guarda-roupa por respeito à sua função, quanto mais deveriam levar a sério esse tipo de coisa aqueles que se consideram embaixadores de Jesus e de Seus reino.

5. Agora que já disse “sim”, Meghan entrará com o processo para obter a cidadania britânica. Apesar da influência da família real, o procedimento deve durar alguns anos. É possível que a atriz renuncie à cidadania americana quando for declarada cidadã britânica. Algo semelhante ocorre com aqueles que abraçam o reino de Deus: renunciam ao mundo e às suas paixões (1 João 2:16) e passam a ser cidadãos do reino do Céu, com seus privilégios e suas responsabilidades. Pertencer a Deus e à Sua igreja é a coisa mais importante para eles, acima de qualquer outra filiação ou bandeira.

6. No passado, Meghan costumava se posicionar quando o assunto era política. Durante as últimas eleições dos Estados Unidos, ela chegou a postar uma foto de Hillary Clinton no Instagram, com a legenda: “Estou com ela.” Ela também se opôs ao Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia. Porém, agora, ela terá que ser muito mais discreta e prudente, pois os membros da realeza não têm permissão para expressar opiniões políticas em público. O cristão também procura ser prudente quando o assunto é política e outros temas delicados e polarizantes, afinal, o maior propósito de um filho de Deus é pregar o evangelho e alcançar todas as pessoas, de todos os credos e de todas as posições políticas. Se for partidarista, o cristão poderá fechar muitas portas. Por isso, ele imita seu Rei que, quando esteve aqui, não Se envolveu em questões políticas, pois Seu reino não é deste mundo. Cumpriu Suas obrigações de cidadão, mas deixou com César os assuntos que pertenciam a César.

7. Meghan terá que se despedir de seu nome de batismo junto com todos os outros apelidos que adquiriu ao longo dos anos. Após o casamento, ela passou a ser conhecida como Sua Alteza Real Duquesa de Sussex. Além do ducado, o casal também recebeu os títulos de Conde e Condessa de Dumbarton e Barão e Baronesa de Kilkeel. Quando se converte e é batizado, o cristão também passa a ser uma nova pessoa, uma nova criatura. Seu passado não mais importa. Seus pecados ficam para trás e ele passa a viver em novidade de vida com Jesus, aguardando o dia em que igualmente receberá um novo nome.

8. As mulheres da família real não podem ficar com as pernas cruzadas, como Meghan costumava fazer antes do casamento. Existe um manual de etiqueta para evitar fotos constrangedoras. O estilo Duchess Slant é o modo encontrado por mulheres para evitar que partes íntimas corram o risco de ser expostas. Em vez de cruzar as pernas, elas sentam com os joelhos juntos e os tornozelos cruzados. Os cristãos também devem se preocupar com esse importante aspecto comportamental: a decência. Assim como ocorre com as mulheres da realeza, as mulheres cristãs farão de tudo para preservar sua dignidade, feminilidade e discrição.

9. Meghan não poderá mais pintar as unhas de qualquer cor. As mulheres da realeza devem optar por tons claros, com aspecto mais natural. Não à toa, Meghan é vista com cores neutras nas unhas desde que passou a namorar Harry. Em seu casamento, ela escolheu a cor favorita da rainha Elizabeth II. Mais uma atitude digna de imitação. Qual a cor favorita de Jesus? Qual atitude Ele aprova? Como devo me comportar para ser visto como um servo dEle?

Prince_Harry_and_Meghan_Markle10. Assim como os demais membros da realeza britânica, Meghan é orientada a nunca comer lagostas, mexilhões e camarões. O motivo? O alto risco de doenças que podem ser transmitidas por esses alimentos. Além dos frutos do mar, eles também são aconselhados a evitar carnes raras e água da torneira, enquanto viajam para o exterior. Os cristãos que levam a sério os conselhos de saúde dados por Deus na Bíblia curiosamente também não comem esse tipo de alimento, além de não ingerir bebidas alcoólicas, não fumar nem fazer uso de drogas. E fazem isso não apenas para evitar doenças, mas para ter uma mente clara a fim de se manterem conectados com seu Rei.

11. Meghan também precisou seguir a tradição na hora de montar seu buquê de casamento. Ela teve que incluir a flor de murta, símbolo do amor, que é usada desde o casamento da filha da rainha Vitória. Ela também usou algumas das flores colhidas pelo próprio príncipe Harry. A espécie escolhida por ele foi a miosótis, conhecida como não-me-esqueças, a favorita da princesa Diana, sua mãe. Filhos de Deus igualmente respeitam as boas tradições e amam seus pais. Linda essa atitude de Harry!

12. Sempre que a rainha se levanta todos os membros da realeza devem ficar de pé ao mesmo tempo e só podem voltar aos seus lugares depois dela. Meghan também deve fazer uma reverência sempre que cumprimentar a monarca. Se uma autoridade humana merece todo esse respeito, quanto mais o Rei do Universo! Deus é nosso amigo, nosso Pai, mas também é nosso Senhor e Criador. Portanto, devemos sempre ser reverentes diante dEle e na casa dEle.

13. A partir de agora Meghan até pode usar roupas de couro e pele, mas apenas de animais que não foram sacrificados. A regra também existe porque o guarda-roupa real não deve ser muito luxuoso. A ideia é não chamar atenção. Outra lição para os cristãos súditos do reino de Deus. Nada de luxo. Vida simples, amor às criaturas de Deus e atenção atraída não para si mesmos, mas para o Rei.

É bonito ver como os britânicos respeitam sua rainha e seus nobres. Também é interessante notar como Maghan Markle abriu mão de tanta coisa por amor a seu marido e por respeito à “instituição” da qual ele faz parte. Por amor, ela não considera suas obrigações um fardo. Na verdade, sente-se honrada e feliz. Esta também deveria ser a atitude de todo cristão: sentir-se honrado por pertencer ao reino de Deus e feliz por poder fazer a vontade de seu Rei.

Michelson Borges

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As premissas indesejadas no debate sobre o aborto

abortoÀs vésperas do julgamento no STF da ação do PSOL que defende a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gravidez, o debate público no Brasil sobre o tema ainda é carregado de recortes retóricos que influenciam tomadas de posições. Exemplo: “gravidez indesejada”. Exceto em casos de estupro, para os quais a lei já autoriza o aborto, trata-se de abreviação para “gravidez indesejada resultante de ato sexual consentido pela mulher, que sabia – ou deveria saber – de antemão do risco de engravidar”. A abreviação induz brasileiras e brasileiros a refletirem sobre o que fazer diante da situação indesejada, sem que as causas de incorrer nela sejam debatidas.

A premissa completa, à medida que expressa a causa de uma gravidez indesejada, leva não apenas à reflexão sobre o que fazer diante dela, mas também à reflexão sobre a responsabilidade da mulher que engravidou – responsabilidade que os grupos favoráveis à legalização do aborto omitem no debate público de maneira providencial. Afinal, é mais fácil conquistar a aceitação moral da eliminação do feto e consequentes adesões à legalização do aborto tratando a gestante como vítima de uma situação indesejada, não como responsável por essa situação.

Some-se aí a defesa dos “direitos das mulheres”, que, no caso do aborto, é outro recorte retórico, que embute o da gravidez indesejada.

Trata-se de uma abreviação ainda mais drástica feita por grupos de pressão para “os direitos inexistentes, mas que queremos ver estabelecidos em lei, de que as mulheres que engravidam em consequência de um ato sexual consentido, antes do qual sabiam – ou deveriam saber – do risco de engravidar, possam, mesmo que não corram risco de morte, abortar seus filhos, tanto do sexo masculino quanto do feminino, mesmo que eles não tenham diagnóstico de anencefalia”.

A abreviação induz brasileiras e brasileiros a tomarem direitos inexistentes da gestante como superiores e prevalecentes ao direito à vida – previsto no artigo 5º da Constituição Federal e reforçado pelo artigo 4º do Pacto de San José da Costa Rica (do qual o Brasil é signatário), que impõe o respeito à vida desde o momento da concepção e a impossibilidade de alguém dela ser privado: “Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.”

Quando se fala em “direitos das mulheres”, também se induz ao esquecimento o fato de os fetos poderem ser do sexo feminino, evitando a percepção de que se queira privilegiar o direito de determinadas mulheres em detrimento do de outras.

Ninguém, no entanto, deveria ser privado de conhecer as verdadeiras premissas de um debate, literalmente, vital.Tenha você hoje uma posição a favor ou contra a legalização parcial ou irrestrita do aborto, manda a honestidade intelectual discutir com base em premissas completas.

(Felipe Moura Brasil, Jovem Pan)

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Uma praga chamada marxismo cultural

samuelSamuel Fernandes Caldas nasceu em 1970 e é licenciado em História. Casado com Viviane Borges Moraes Caldas, trabalhou como metalúrgico, motociclista, professor no Colégio Constelação, na rede estadual de educação, e atualmente é professor de História da rede municipal de educação em São Paulo. Seus principais passatempos são ler e brincar com o filho caçula de três anos, junto com a esposa. Foi membro das igrejas adventistas de Itaquera, Cidade Líder, Artur Alvim, Vila Cosmopolita, e desde 1991 faz parte da Igreja Adventista de José Bonifácio, em São Paulo. Nesta entrevista, concedida ao jornalista Michelson Borges, ele fala sobre um assunto ao qual tem dedicado horas de estudo: o marxismo cultural.

Poderia definir marxismo cultural?

Primeiro, é preciso reconhecer meus limites aqui; minha resposta, ainda que sinteticamente verdadeira, pode não abarcar as amplas e complexas nuances do tema. O que costumamos chamar de marxismo cultural é, na verdade, o resultado de um desdobramento das ideias principais de Karl Marx, mas com nova roupagem e métodos diferentes, mais suaves, ainda que não menos maléficos em seus efeitos. Vale lembrar que Marx via toda a História marcada por uma luta de classes, opressores e oprimidos, e em seu tempo (século 19), entre burgueses e proletários. Para dar fim àquele estágio da humanidade os proletários deveriam, segundo Marx, pegar em armas e derrubar os burgueses do poder, estabelecendo assim a ditadura do proletariado, fase socialista do projeto comunista, que deveria ser sucedida por uma etapa mais avançada e atingiria o auge com o advento de uma sociedade sem papa e sem rei, onde todas as coisas seriam comuns a todos.

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Lançamento da CPB traz criacionismo para crianças e adolescentes

Capa_GalapagosAcaba de ser lançado pela Casa Publicadora Brasileira o livro Expedição Galápagos: Uma aventura no arquipélago das iguanas, das tartarugas gigantes e outras maravilhas da criação. Escrito pelo jornalista, mestre em teologia e divulgador do criacionismo Michelson Borges, o livro se destina ao público infanto-juvenil (mas com certeza será apreciado também por adultos) e apresenta os principais argumentos criacionistas em uma linguagem simples, entrelaçados em uma história bem escrita e interessante, ambientada nas ilhas do arquipélago de Galápagos, visitado pelo autor em 2016, juntamente com uma equipe de pesquisadores sul-americanos. Michelson procura refazer os passos do naturalista inglês Charles Darwin, que também visitou Galápagos, no século 19, mas oferece uma reinterpretação de dados sob a ótica criacionista.

O texto de contracapa diz o seguinte: “O que pode acontecer quando um adolescente viaja com o pai até o arquipélago de Galápagos, conhece o ‘amor de sua vida’, faz amizade com um leão-marinho e visita lugares incríveis como a borda de um vulcão, uma ilha repleta de aves exóticas, uma caverna de lava solidificada e mergulha com tartarugas e tubarões? É só abrir este livro, começar a ler e você vai descobrir!”

Como o autor passou por todos os lugares que descreve, o texto é vívido e foi escrito num formato de diário de viagem. Leitura obrigatória para quem curte aventura, viagens e descobertas científicas!

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A mala extraviada e o cuidado de Deus

malasDepois de três semanas fora do Brasil, minha família e eu voltamos de nossa viagem de férias e evangelismo. Como tenho três filhos, a logística para levá-los comigo sempre é bastante complicada (mas é algo que sempre que possível eu me esforço por fazer). Um dos grandes problemas é o espaço insuficiente em nosso carro para acomodar as malas (no mínimo quatro ou cinco, em viagens com essa duração). Desta vez, antes de retornar, tivemos que comprar uma mala a mais, pois ganhamos alguns presentes especiais e não queríamos deixá-los lá. Estávamos preocupados em como transportar todas aquelas malas do aeroporto até nossa casa. Minha esposa orou a respeito disso e deixamos o assunto com Deus. Quando fizemos conexão antes do último voo para nosso país, soubemos que uma das nossas malas havia sido despachada por engano para outro lugar, e já no Brasil fomos informados de que ela chegaria no dia seguinte e seria enviada de graça para o nosso endereço. No mesmo momento olhei para minha esposa e disse: “Nosso problema foi resolvido!” Aquela era a maior das malas e a que traria maior dificuldade para ser acomodada no porta-malas. Deus tinha uma solução com a qual jamais havíamos contado! Ele sempre cuida de nós.

Essa experiência me fez lembrar do texto de Romanos 8:28: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito.” O extravio da mala que inicialmente poderia parecer um problema se transformou na solução de um problema maior e real. Quantas vezes isso acontece em nossa vida? Quantas vezes orações não respondidas ou mesmo atendidas de um modo estranho para nós são, na verdade, bênçãos “disfarçadas”?

Nunca podemos nos esquecer de que Deus tem sempre em vista nosso bem-estar e nossa vida eterna. É verdade que existem tragédias muito mais complexas que o extravio de uma mala e bem difíceis de compreender no contexto do “todas as coisas”, mas um dia tudo será esclarecido. Nas situações incompreensíveis devemos confiar no Deus que já Se mostrou digno de nossa confiança nas situações compreensíveis. Apenas confie.

Se em sua vida alguma mala se extraviar, lembre-se de que Deus está mais emprenhado em lhe garantir uma chegada certa e definitiva.

Michelson Borges

Isaac & Charles: Verdade absoluta

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Cartoon Network exibe primeiro casamento lésbico em desenhos animados

casamentoDeu no site Universa: “A conscientização sobre a diversidade é importante desde que somos crianças, certo? Ciente disso, o canal norte-americano Cartoon Network exibiu seu primeiro casamento da comunidade LGBT em um de seus desenhos. No último capítulo da quinta temporada de Steven Universe, intitulado ‘Dama de Honra’, aconteceu o casamento entre duas personagens lésbicas: Ruby e Sapphire, sendo o primeiro casamento homossexual em desenhos animados da televisão. Rebecca Sugar, responsável pela criação da animação, é a primeira mulher a criar uma série para a Cartoon Network. Bissexual declarada, a criadora reforça a importância da representatividade em seus personagens para o público infantil e adolescente. Com tema futurístico, Steven Universe mostra personagens com diferentes formas físicas, etnias, orientação sexual. O primeiro episódio da série foi exibido em 2013 e a trama já foi indicada a dois Emmy Awards, principal premiação da TV internacional.”

Nota: Não se trata exatamente de conscientização, mas de doutrinação. Ideólogos militantes defensores da ideologia de gênero sabem que a melhor forma de transformar a mente de uma sociedade é investir nas crianças. Essa técnica já foi adotada com respeito a outras ideologias e, infelizmente, deu certo. Em breve aqueles que pensam diferente desse status quo forçado terão que pedir desculpas por discordar. [MB]

Veja aqui vídeos sobre esse tema.