O canal faz aniversário e o presente é seu

Lua de sangue é sinal da volta de Jesus?

luaO eclipse lunar mais longo do século terá 1h42 de fase total e quase 4 horas de parcial nesta sexta-feira (27). Para assistir, é só checar a hora que a Lua nasce na sua cidade e estar mais perto da costa possível, no leste do Brasil. A melhor capital para assistir é Recife, mas João Pessoa vai poder começar a aproveitar apenas um minuto depois. Um eclipse lunar total acontece quando Sol, Terra e Lua se alinham, quando nosso planeta faz uma sombra no satélite. Isso faz a Lua ficar escura, perder o brilho, e é um fenômeno que pode ser visto a olho nu. Quem lembra do eclipse solar total que aconteceu nos Estados Unidos em agosto do ano passado sabe que é importante usar óculos especiais. No caso do eclipse da Lua, basta olhar para o céu: usar uma luneta ou um binóculo pode ajudar. O fenômeno começa às 16h30, mas a Lua não terá nascido no Brasil. Mesmo assim, vamos poder observar uma parte da fase total – quando o satélite está inteiro na sombra – e da fase parcial (umbra). É só esperar a Lua nascer. Tudo acaba às 19h19.

(G1 Notícias)

Nota: Toda vez que o fenômeno “Lua de sangue” ocorre, pessoas começam a especular sobre os sinais da volta de Jesus. Será que esse fenômeno natural (que por sinal prova que a Terra é redonda e que o Sol está bem distante daqui) tem algo a ver com as profecias? Clique aqui e leia a explicação. [MB]

Use as redes sociais para pregar enquanto pode

faceO politicamente correto já está enchendo a paciência e a censura mostra sua cabeça feia por aí. Como eu estava em uma viagem de férias e evangelismo por três semanas, fiquei totalmente alheio à Copa do Mundo. Depois soube que na final entre França e Croácia foi baixada uma ordem pela Fifa de não serem exibidas torcedoras bonitas nos telões dos estádios, como medida para conter os assédios sexuais. Imagine, então, como ficou a autoestima das mulheres que acabaram sendo mostradas pelas câmeras… Você acha mesmo que os assediadores deixaram de agir porque mulheres bonitas não foram mostradas nas telas? E onde estavam as feministas para protestar contra essa discriminação e esse abuso do direito de a mulher ser, também, bonita? Mas o pior veio depois da Copa…

Numa medida totalmente arbitrária, o Facebook deletou cerca de 200 páginas, alegando que os conteúdos de direita veiculados por esses perfis contribuem para a disseminação de fake news e causam divisionismo. É evidente que existem extremistas e haters por todos os lados, à direita e à esquerda, mas apagar contas sem aviso e sem direito de defesa é pura censura. Estava demorando para que fosse controlada e censurada a liberdade de expressão recém-conquistada pelos cidadãos nas redes sociais. Setores da chamada grande imprensa estavam muito preocupados, afinal, passaram a ter que compartilhar os rendimentos provenientes da publicidade e a audiência antes cativa. Os conteúdos veiculados nas redes sociais acabaram servindo de contraponto e passaram a colocar em xeque muitas informações “oficiais” tidas como verdadeiras. Obviamente que muitos perfis no Facebook e canais no YouTube contribuem, sim, para promover as fake news e a desinformação na era pós-fato. Mas a censura é mesmo o melhor caminho? Ou não seria melhor promover a educação para o consumo consciente e crítico de informações. Tirar a liberdade é melhor do que ensinar a pensar?

Fica claro que os senhores da mídia majoritariamente esquerdistas estão preocupados com o poder das redes sociais no sentido de servir de plataforma para candidatos políticos que não lhes interessam. A eleição de Trump e a contrariedade da grande imprensa norte-americana servem de exemplo disso. Em uma declaração recente, o dono do Facebook admitiu que o “Vale do Silício” é dominado pela esquerda. E os regimes de esquerda têm uma tradição conhecida de censura sumária dos meios de comunicação. Portanto, era só uma questão de tempo para que o espectro da censura pairasse novamente sobre nossa cabeça.

Minha maior preocupação não está relacionada necessariamente com toda essa briga política, até porque, como cristão, embora afetado por esse cenário, tenho propósitos mais elevados e uma missão deixada pelo meu Mestre, cujo reino não era e não é deste mundo. Preocupa-me mesmo o cerceamento da liberdade religiosa. O advento da internet e das redes sociais foi uma bênção para a pregação do evangelho. De repente, qualquer pessoa imbuída de senso de missão podia usar gratuitamente várias plataformas digitais para pregar o evangelho, alcançando facilmente dezenas, centenas e até milhares de pessoas. Mas até quando essa liberdade continuará? E quando os donos do Facebook, do Twitter e do YouTube decidirem que pregar uma religião específica fere a sensibilidade religiosa dos outros? E quando decidirem que os “fundamentalistas” criacionistas, por exemplo, devem ter o direito de voz cassado? E quando um post como este for tido como impróprio e politicamente incorreto?

Ontem foram as mulheres bonitas nos telões. Hoje são os perfis direitistas no Facebook. O que virá amanhã? Pregue o evangelho nas redes sociais enquanto você pode. Não perca tempo com banalidades e conteúdos sem sentido. Foco na missão, pois o tempo é curto!

Michelson Borges

Você vai assistir à novela Jesus, da Record?

jesusDificilmente gosto de filmes bíblicos porque os autores e diretores geralmente adicionam boa dose de ficção para tornar a produção mais hollywoodiana e atrativa para o público. Às vezes, uma mensagem, uma ideia, uma impressão ficam na mente das pessoas como se aquilo fosse realmente bíblico, e frequentemente não é. Prefiro formar minhas imagens mentais bíblicas com base na fonte primária: a própria Bíblia Sagrada. Leio-a todos os dias pela manhã e permito que seus conteúdos preencham meus pensamentos, minha imaginação. Prefiro não contaminar minhas memórias com sugestões humanas e as distorções tão comuns nas produções televisivas. Para mencionar apenas dois exemplos: Lembra do desenho “Moisés”, da Dreamworks? Ramsés foi apresentado como irmão do hebreu. Falso. Ramsés não foi o faraó do Êxodo. E o filme “Noé”? Está lembrado? Não era bíblico, era cabalístico e gnóstico. E muitos cristãos caíram como patinhos ao assistir ao filme e pensar que era baseado na Bíblia.

Mas pior mesmo é quando doutrinas e verdades bíblicas teológicas são distorcidas em nome da audiência. E quando as emissoras convidam para roteiristas pessoas que mal conhecem as Escrituras e até defendem ideias antibíblicas? O que esperar disso?

É triste ver tantos cristãos assistindo a filmes e novelas ditos bíblicos, enquanto a Bíblia deles permanece muda no criado mudo. Que tipo de pensamento e memórias estarão criando? Trocam o inspiração pela diversão. O crescimento pelo entretenimento. Uma pena. Espertos são os donos das produtoras e dos canais de TV que descobriram o filão dos filmes e das novelas ditos bíblicos e estão com isso entretendo as multidões e enchendo os bolsos.

Talvez haja um ponto positivo nisso tudo: despertar a atenção e o interesse de quem nunca leu a Bíblia para que confira no original o que viu na tela. Mas não vejo vantagem alguma alguém que conhece bem a Palavra de Deus e tem acesso fácil a ela “contaminar” seus pensamentos com ideias advindas da criatividade de alguém que admite não ter religião nem dar tanto valor à Bíblia Sagrada.

Veja o que a Folha de S. Paulo publicou a respeito da mais recente produção novelística da TV Record, da Igreja Universal do Reino de Deus:

“A dramaturga que assina a trama de ‘Jesus’, novela que [estreou] nesta terça (24) na Record, não se considera religiosa. Paula Richard é católica não praticante e não tinha uma Bíblia na estante até começar a escrever histórias do gênero na emissora. Da colaboração na equipe de roteiristas de ‘Os Dez Mandamentos’ (2015) ao comando de ‘O Rico e Lázaro’ (2017), acumula seis obras bíblicas. A autora não vê problema, por exemplo, em haver uma peça teatral em que Jesus é representado como transexual: estamos falando de ‘O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu’, com a travesti Renata Carvalho, que sofreu diversas censuras neste ano e no ano passado e também foi atacada pelo prefeito do Rio de Janeiro, o bispo Marcelo Crivella, como ‘ofensiva aos cristãos’. ‘Para mim, não é ofensiva. É ficção. Se as pessoas querem usar a imagem dele para passar uma outra imagem, aí é com elas’, diz. ‘Eu, enquanto criadora, não posso ser a favor de qualquer tipo de censura. Posso não concordar com o que você diz, mas você tem o direito de dizê-lo.’ […]

“Para retratar a figura de Jesus, Paula passou por uma questão comum entre autores que se propuseram à mesma tarefa. Como revisitar o ícone que foi apresentado ao público primeiramente em quatro evangelhos e, depois, multiplicou-se pela produção literária e visual de dois milênios? Jesus não está apenas nos corações dos fiéis. Foi pintado por Leonardo da Vinci (1452-1519), Paul Gauguin (1848-1903), Candido Portinari (1903-1962). Tornou-se musical da Broadway nos anos 1970, versão frequentemente atacada por religiosos radicais. E foi retratado, por exemplo, em um livro de José Saramago (1922-2010), O Evangelho Segundo Jesus Cristo, muito crítico à Igreja Católica. […]

“Maria Madalena não será prostituta – uma imagem de construção bastante controversa. ‘O que está escrito é que ela foi dominada por sete demônios. Ela deu abertura para eles dominarem. Coisa errada ela fez. Ela foi curada por Jesus, mas não se crava que ela foi prostituta’, conta. A cena em que Madalena é curada por Jesus terá pitadas de filmes de terror. ‘Para mim, a referência é ‘O Exorcista’. Não vai ter ela torcendo o pescoço, mas vai ter um pouco desse clima.’ […]

“Paula conta também que, antes de começar a criação da trama, reuniu-se com o Bispo Edir Macedo, dono da Record e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. Segundo ela, o bispo apenas pediu para que ‘a mensagem de Jesus pudesse ser compreendida’.

“A autora acredita que não é preciso ‘ter uma religião para gostar de Jesus’. ‘Há muitos estudiosos da Bíblia que são ateus. Fé, sim, tem ali, mas Jesus não pregou nenhuma religião.’ Jesus, para ela, ‘quebrou paradigmas em nome da tolerância’.”

Há muita gente por aí deixando de ler a Bíblia (se é que lia) para consumir as novelas “bíblicas” de emissoras de TV como a Record. Tentei assistir ao primeiro episódio da novela “Os Dez Mandamentos”, mas não consegui. A “liberdade criativa” foi demais para mim. Sem contar os apelos sensuais que deixavam a mensagem espiritual em segundo plano. Pais desavisados chegaram a permitir que os filhos pequenos (às vezes em pleno sábado) assistissem a cenas eróticas bem ao estilo dos folhetins comuns, afinal, era uma novela “bíblica”…

Fico preocupado com a produção de alguém que diz: “Se as pessoas querem usar a imagem [de Jesus] para passar uma outra imagem, aí é com elas.” E se isso fosse feito, por exemplo, com um escritor que defende o homossexualismo? Digamos que um crítico da militância LGBT se valesse das palavras de um defensor do movimento para justamente atacar o movimento? É óbvio que muitas vozes se levantariam contra isso, e com razão. Então como alguns querem usar Jesus para colocar na boca dEle palavras que Ele nunca diria. Jesus manifestaria amor aos homossexuais, como manifestou a qualquer ser humano, mas nunca aprovaria o estilo de vida homossexual, reprovado na Bíblia. Jesus recebia pecadores, mas não tolerava o pecado. Portanto, trata-se de forçar a barra dizer que Ele era “tolerante”. E Jesus fundou, sim, uma igreja. Deixou sobre a Terra um povo que “guarda os mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus” (Apocalipse 14:12). Esses mesmos que são chamados de “radicais” e “fundamentalistas” porque querem ser fieis às ordens de seu Mestre.

De minha parte, vou continuar empregando meu tempo na leitura da Bíblia e não assistindo a produções criadas por pessoas de mentalidade relativista e com referenciais duvidosos.

Michelson Borges

Nota: Quer conhecer Jesus e Seu tempo? Leia a melhor biografia dEle, totalmente baseada na Bíblia Sagrada. Clique aqui.

Sexo oral é fator de risco para o câncer de cabeça e pescoço

doencaNo dia 27 de julho é celebrado o Dia Mundial de Prevenção ao Câncer de Cabeça e Pescoço e o oncologista David Pinheiro Cunha, do Grupo SOnHe – Sasse Oncologia e Hematologia, faz um importante alerta: existe relação entre sexo oral desprotegido e câncer de cabeça e pescoço. “No Brasil os estudos ainda estão acontecendo, mas já é possível afirmar que o vírus do Papiloma Humano, o HPV, está envolvido em aproximadamente 15% dos casos deste tipo de câncer”, afirma. Segundo o especialista, houve uma mudança no perfil do paciente diagnosticado com câncer de cabeça e pescoço e a infecção pelo vírus HPV está ganhando cada vez mais destaque, ainda que os dois principais fatores de risco sejam o tabagismo e o etilismo. “A infecção crônica pelo HPV tem maior relação com o desenvolvimento do câncer de orofaringe (garganta) e mais raramente em outras partes da cabeça e pescoço. Estudos epidemiológicos norte-americanos revelam uma diminuição de casos novos de câncer de laringe, hipofaringe e cavidade oral nas últimas décadas e isso se deve às campanhas antitabagismo. Na contramão dessa tendência, os casos novos de tumores de orofaringe estão aumentando com evidências que relacionam a elevação à infecção por HPV. Dados sugerem que aproximadamente 70 a 80% dos pacientes com câncer de orofaringe na população norte-americana e europeia são portadoras do HPV”, revela o especialista.

O HPV é o mesmo vírus relacionado ao câncer de colo de útero, vagina, vulva, ânus e pênis. Existem cerca de 150 subtipos de HPV, sendo o mais relacionado ao câncer de cabeça e pescoço o subtipo 16. “Diferentemente dos outros fatores de risco, ele é responsável por câncer em pacientes mais jovens e sem hábito de tabagismo e etilismo. O vírus, assim como a incidência do câncer de orofaringe, é mais frequente em homens”, explica o oncologista.

Os tumores relacionados à infecção pelo vírus HPV apresentam uma melhor resposta ao tratamento, porém, segundo o médico, as estratégias são as mesmas para o câncer não relacionado ao vírus. “As principais opções são a cirurgia, radioterapia e quimioterapia, que são indicadas conforme o tamanho e a disseminação do tumor”, afirma.

De acordo com o especialista, diante da agressividade do tratamento – que frequentemente causa sequelas permanentes – é importante a realização de medidas de prevenção. “Temos duas estratégias efetivas para esse tipo de câncer relacionado ao vírus do HPV. A primeira é o sexo seguro, reforçando a necessidade de uso de preservativos em todos os tipos de prática sexual. A segunda é a vacinação contra o HPV, que além de proteger contra o câncer de orofaringe, tem ação contra os cânceres de colo de útero, vagina, canal anal e pênis”, garante.

A vacinação contra o vírus HPV está disponível Sistema Único de Saúde. As indicações para a vacinação de acordo com o Ministério da Saúde são: meninas e meninos dos 9 aos 14 anos, pacientes com câncer em quimioterapia ou radioterapia, transplantados e portadores de HIV entre 9 a 26 anos.

Estatísticas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam para 2018, 14.700 novos casos de câncer de cavidade oral e 7.670 mil novos casos de câncer de laringe, alcançando, quando somados, o posto de terceiro tumor mais frequente nos homens brasileiros.

(David Pinheiro Cunha é formado em oncologia clínica pela Unicamp, realizou estágio no serviço de oncologia e pesquisa clínica em Northwestern Medicine Developmental Therapeutics Institute, Chicago, Illinois, EUA; é membro titular da Sociedade Americana de Oncologia Clínica)

Nota: No livro Garotas e Sexo, a jornalista Peggy Orestein mostra os números alarmantes da prática do sexo oral cada vez mais precoce entre os adolescentes norte-americanos. Muitos entre eles têm encarado essa prática como parte normal do ato de “ficar”, quase como se não fosse sexo, de fato. E as consequências vão sendo vistas nos crescentes casos de doenças sexualmente transmissíveis (como o HIV e a supergonorreia, por exemplo) e, especificamente para o caso do sexo oral, as alarmantes estatísticas relacionadas com câncer de cabeça causado pelo vírus HPV. Curiosamente, nenhuma autoridade em saúde ou do governo se atreve a dizer que a abstinência seria a melhor prevenção. Ninguém quer se intrometer nos hábitos sexuais das pessoas nem quer ser visto como retrógrado. Vacinas e preservativos têm o seu lugar (fazer o quê?), mas o problema é muito mais sério do que se pensa e tende a piorar cada vez mais com a disseminação de conteúdos pornográficos que estão criando uma nova e pervertida mentalidade sexual. Se os conselhos bíblicos quanto à prática do sexo (heteromonogâmico pós-casamento) fossem seguidos, o sexo seria o que Deus planejou fosse: um presente saudável, sem risco, prazeroso e abençoado dado ao homem e à mulher. Mas as pessoas não estão mais querendo saber disso. E vão colhendo as consequências dessa escolha… [MB]

Evidências arqueológicas que confirmam a Bíblia

Pediatras brasileiros emitem nota contra desenho “Super drags”

dragO desenho “Super drags”, anunciado pela Netflix no dia 31 de maio deste ano, nem foi ao ar e já está causando a indignação de vários profissionais de saúde, especialmente da saúde mental, por apresentar um apelo infantil voltado para questões ideológicas relacionadas ao mundo LGBT. Apesar de a Netflix alegar que o desenho é voltado para adultos, o simples fato de utilizar uma linguagem infantil por meio da animação revela a intenção implícita dos produtores em querer alcançar o público infantil, e essa opinião é confirmada pela Sociedade Brasileira de Pediatria em uma nota publicada nesta semana contra a exibição do programa.

“A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), em nome de cerca de 40 mil especialistas na saúde física, mental e emocional de cerca de 60 milhões de crianças e adolescentes, vê com preocupação o anúncio de estreia, no segundo semestre de 2018, de um desenho animado, a ser exibido em plataforma de streaming, cuja trama gira ao redor de jovens que se transformam em drag queens super-heroínas”, diz o início da nota.

Em seguida, a entidade destaca que crianças não possuem a capacidade cognitiva suficiente para compreender questões morais complexas envolvendo a sexualidade, uma vez que elas podem acabar tendo acesso ao conteúdo por outros meios, como gravações clandestinas compartilhadas pela internet.

“A SBP respeita a diversidade e defende a liberdade de expressão e artística no país, no entanto, alerta para os riscos de se utilizar uma linguagem eminentemente infantil para discutir tópicos próprios do mundo adulto, o que exige maior capacidade cognitiva e de elaboração por parte dos espectadores”, acrescenta.

O órgão também ressalta que o Supremo Tribunal Federal recentemente baniu a lei que restringia o conteúdo transmitido pelos meios de comunicação através de classificações indicativas, deixando apenas para os pais e os próprios veículos utilizarem o bom senso junto às crianças, tornando esse controle ainda mais frágil.

Na prática, sabemos que muitos ativistas vinculados ao movimento LGBT sabem da dificuldade dos pais atualmente em controlar o conteúdo que os filhos veem na TV e internet. O mesmo aconteceu com o desenho pornográfico “A Festa da Salsicha”, transmitido pelo canal HBO em horário nobre.

“Essa decisão [do STF] deixa crianças e os adolescentes dependentes, exclusivamente, do bom senso das emissoras de TV e plataformas de streaming, agregando um complicador a mais às relações delicadas existentes no seio da família, do ambiente escolar e da sociedade, de forma em geral”, continua a nota.

Por fim, a SBP também destaca os prejuízos na formação mental e afetiva das crianças e adolescentes ao serem expostos a esses conteúdos, pedindo que a Netflix cancele o lançamento da transmissão.

“Vários estudos internacionais importantes comprovam os efeitos nocivos, entre crianças e adolescentes, desse tipo de exposição. Ressalte-se o período de extrema vulnerabilidade pelo qual passam esses segmentos, com impacto em processos de formação física, mental e emocional. Sendo assim, a SBP reitera seu compromisso com a liberdade de expressão e com a diversidade, mas apela à plataforma que cancele esse lançamento, como expressão de compromisso do desenvolvimento de futuras gerações”, conclui.

Para ler a nota completa clique aqui.

(Opinião Crítica)

O verdadeiro Che Guevara e os idiotas úteis que o idolatram

WhatsApp Image 2018-07-23 at 03.41.28Poucas pessoas conhecem Alberto Korda, o homem responsável por tirar a fotografia intitulada “Guerrillero Heroico”, aquela que se tornou símbolo de um guerrilheiro que não foi tão heroico assim. Se poucos conhecem Korda, muitos conhecem Ernesto Guevara de la Serna ou Che Guevara. Seu rosto foi marcado em diversos lugares, inclusive na pele de ícones do esporte como Diego Maradona e Mike Tyson, e virou símbolo revolucionário, sobretudo para a juventude. Escrito sob a óptica de Humberto Fontova, testemunha ocular dos horrores iniciais da Revolução Cubana, o livro retrata bem a realidade, ignorada pela mídia e pelas universidades, de um facínora idolatrado por pessoas cujas qualidades são retratadas no título do livro: O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram.

Ao contrário do que muitos pensam, a política norte-americana de alguma forma teve influência para o “bem” da Revolução, a ponto de Fidel Castro comemorar a vitória do democrata John Fitzgerald Kennedy nas eleições. Este presidente, até onde podemos perceber por suas falas, faria um governo realmente democrata e em prol da sociedade – também da revolução cubana –, todavia seu ímpeto de enfrentar a elite que atua nos bastidores da política o levou a um fim trágico. Entretanto, Kennedy demonstrou o porquê de Fidel comemorar sua vitória sobre Richard Nixon nas urnas: “Nada podemos divulgar sobre esse acordo”, disse Robert Francis Kennedy (procurador-geral dos EUA) ao embaixador soviético Anatoly Dobrynin ao selar o pacto que pôs fim à chamada crise (dos mísseis soviéticos em Cuba). “Seria politicamente embaraçoso para nós.” A parte do acordo Kennedy-Kruschev que (secretamente) competia ao governo americano era não se opor ao regime de Fidel em Cuba.

Dentre atos secretos e outros abertamente declarados, destes últimos destaco um que também é alvo de descrença por parte dos amantes da Revolução e daqueles que bradam lutar contra o “imperialismo ianque”, o da admiração de fã ardoroso que Ted Turner (dono do canal CNN) tinha sobre Fidel Castro e, sendo seu amigo, visitá-lo de vez em quando no país insular. O cúmulo da admiração viria quando a CNN abriu um escritório em Havana em 1997. “Isto se deu pouco depois que Ted Turner, durante um discurso na Faculdade de Direito de Harvard, se empolgou dizendo à multidão: ‘Fidel é um cara da pesada! Vocês o adorariam!’”

O paradoxo da idolatria de Che por parte de roqueiros e homossexuais é algo que espanta. O movimento de maio de 1968, na França, implicou na renovação de valores, com a juventude na vanguarda, lutando – dentre outros objetivos – pela liberação sexual, ampliação dos direitos civis, etc., acabou por usar a morte de Che no ano anterior, em 1967, na fracassada tentativa de implantar a guerrilha na Bolívia, como combustível também para inflamar o movimento que teve repercussão nos EUA.

 “Numa grande capital […] alguns jovens protestavam de modo extremamente atrevido e desrespeitoso. Eles encolerizavam e alarmavam o governo que os qualificava como ‘hippies’ e ‘delinquentes’. […] Esses agrupamentos hippies tinham cabelo comprido, curtiam rock and roll e se autodenominavam de ‘os beats’ ou ‘os psicodélicos’. […] O herói rígido e autoritário que esses jovens ‘delinquentes’ e ‘vagabundos’ tinham em mente era conhecido como um disciplinador violento e severo, sem qualquer simpatia e senso de humor. Ele detestava rock and roll e constantemente ralhava contra ‘cabelos compridos’, ‘jovens vagabundos’ e qualquer outro sinal de insubordinação. Ele escrevera que os jovens devem sempre ‘ouvir com muita atenção – e o máximo respeito – o conselho dos mais velhos que estão no governo’. Ele discursava constantemente sobre o modo como os estudantes, em vez de se distraírem com tolices como o rock, deveriam se dedicar ao ‘estudo, trabalho e serviço militar’.”

Porém, os jovens cubanos acabaram por se contagiar com o rock e se tornaram rebeldes também, mas “com” causa, pois se revoltaram contra a declaração de Fidel sobre 1968 “como o ano da guerrilha heroica”, glorificando Che Guevara. “‘Esses jovens andam por aí ouvindo música imperialista!’, esbravejava Fidel Castro ao seu público cativo na Plaza de La Revolución, declarando aberta a temporada de caça aos hippies de Cuba. ‘Eles corrompem as nossas jovens e destroem pôsteres de Che! O que será que eles pensam? Que este é um regime burguês, um regime liberal? NÃO! Nada temos de liberal. Nós somos coletivistas! Nós somos comunistas! Não haverá Primavera de Praga aqui em Cuba!’”

Quanto aos homossexuais, um caso emblemático no Brasil, há um tempo, chamou muito a atenção de todos: o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual assumido e militante pela causa LGBT, se vestiu de Che Guevara para fazer uma brincadeira, e mesmo admitindo algumas atrocidades do facínora – e negando muitas outras por meio da interpretação atenuante dos horrores comunistas –, disse que admirava Che por ser um homem de seu tempo ao “destituir uma ditadura sanguinária (a de Fulgêncio Batista), levar ao paredão uma série de torturadores (como se Che não fosse um!), implementar um programa de justiça social e combate à miséria e empoderamento dos mais pobres”. Pelas palavras do deputado, fica nítido que ele só se alimentava com literatura marxista e revolucionária, porque se desse ouvido a um cubano que amava a liberdade e que conseguira escapar junto com sua família da fúria revolucionária, como Humberto Fontova, ele jamais teria dito esses absurdos.

No site do Grupo Gay da Bahia, mesmo estado onde nasceu o deputado, é possível ver uma postagem onde há crítica a Fidel Castro por ter assumido, já aposentado em 2010, que perseguia gays durante seu período no poder; a entidade comunicou que entraria com uma representação contra o ditador no tribunal de Haia. Enquanto a ONG lutava pelos gays, o deputado conterrâneo elogiava o perseguidor de homossexuais Che Guevara, o “cãozinho de estimação” de Fidel.

Um parente de Che falou diretamente sobre esses assuntos em 2004; deixo seu neto, o roqueiro Canek Sánchez Guevara – falecido em 2015 – falar sobre Cuba: “Em Cuba, liberdade não existe […]; o regime exige submissão e obediência… o regime persegue hippies, homossexuais, livre-pensantes e poetas… Eles estão em constante vigilância, controle e pressão.”

O racismo também fez parte da ditadura castrista. Che Guevara nunca escondeu seu desprezo pelos negros, mas assim como os homossexuais e os roqueiros, alguns negros também exaltavam seu algoz ideológico. Che, em seu discurso na ONU, disse: “Nós sem dúvida executamos […] e continuaremos a fazê-lo enquanto for necessário.”

WhatsApp Image 2018-07-23 at 03.44.46“Segundo o Livro Negro do Comunismo […] as execuções no paredão da revolução alcançaram a marca de catorze mil fuzilados no início da década de setenta. […] A despeito da sumária carnificina, Jesse Jackson, ao visitar Havana em 1984, ficou tão cativado por seu anfitrião […] que não pôde se conter. ‘Viva Fidel Castro!’, gritava Jackson à cativa multidão na Universidade de Havana. ‘Viva o grito da liberdade!’ ‘Viva Che Guevara!’ Este é o mesmo Jackson que escreveu um livro de 224 páginas contra a pena de morte. Vale ressaltar que Jesse Jackson, que é negro, é um pastor batista, ex-senador pelo Distrito de Colúmbia e ativista pelos direitos civis. Quanto a Che, longe de partilhar dos bons costumes de Jackson, considerava os negros como ‘indolentes e extravagantes, gastando o seu dinheiro em bebida e frivolidades’. Che escreveu essa passagem nos seus recém-famosos Diários de Motocicleta – uma das pérolas que Robert Redford e Walter Salles inexplicavelmente suprimiram.”

“Portanto, ficam facilmente perceptíveis o desprezo de Che aos negros e as manobras de Hollywood para acobertar isso. Antes de ocorrer a Revolução, no poder vigente […] havia gente de cor no cargo de presidente do Senado, ministro da agricultura, chefe do exército e – lembremo-nos do mulato Batista – presidente da república. Hoje em dia [época em que o livro foi escrito, 2007] […] exatamente 0,8 % dos cargos políticos do país é ocupado por gente de cor. Em outros lugares, essa mesma situação seria chamada de apartheid. Mas, o caso mais estarrecedor contra um negro em Cuba foi o de Eusebio Peñalver. O regime que Che Guevara ajudou a fundar ostenta a distinção de ter encarcerado o negro que mais tempo passou numa cadeia em todo o século 20. Seu nome é Eusebio Peñalver, um homem que foi preso e torturado nas masmorras de Fidel por mais tempo que Nelson Mandela na África do Sul. Peñalver sofreu tortura contínua em sua luta contra o comunismo, mas resistiu incólume a trinta anos de confinamento.

“Macaco!”, diziam-lhe os guardas. “Nós o tiramos das árvores e arrancamos sua cauda!”, gritavam os capangas de Castro ao levarem-no para a solitária. Os guardas comunistas sempre pediam que Eusebio “confessasse”, que admitisse legalmente suas “transgressões ideológicas”. Isso aliviaria seu castigo e sua punição, eles diziam. A resposta de Peñalver era clara e imediata. […] Durante os trinta anos nas masmorras de Castro, Eusebio Peñalver permaneceu firme, altivo e hostil ao que o cercava. Alguém já ouviu falar dele? Hoje vive em Miami. A CNN já o entrevistou? Alguém já o viu no programa 60 Minutos? Ou leu sobre ele no New York Times? No Boston Globe? Ou ouviu alguma coisa no black history month? Ou onde quer que seja?

Essas perguntas demonstram claramente o conluio de boa parte da mídia norte-americana com o movimento revolucionário e a ditadura castrista. A questão racial nos EUA sempre foi muito importante, porém, Ted Turner e sua turma midiática nunca atentaram para os negros que sofreram os horrores do governo comunista em Cuba e que depois conseguiram se refugiar nos EUA. Nesses breves trechos tirados do livro de Humberto Fontova, podemos perceber que as conveniências do movimento revolucionário não são compatíveis com os direitos humanos e aqueles que, de alguma forma, lutam por alguma questão que considere um “direito humano”, fatalmente aderem ao rótulo de “idiota útil”, passando a exaltar seus algozes.

O livro tem um bônus: o DVD que contém relatos de homens que estiveram junto com Che nas batalhas em Cuba e testemunharam sua realidade de perto, totalmente oposta à do homem “amante da liberdade e da vida” e “defensor dos pobres e oprimidos”.

(Thiago F. da Silva é professor de Geografia)

Leia mais sobre Che Guevara. Clique aqui.

Fontes:

FONTOVA, Humberto. O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram, São Paulo: É Realizações, 2014. Páginas: 34, 39, 53, 54, 55, 115, 238, 239.

Em entrevista, Jean Wyllys defende homofobia de Che Guevara e ditadura cubana. Acesso em 22/7/2018. https://www.youtube.com/watch?v=4I76BB5mP-E

Matéria sobre Fidel no GGB, acesso em 22/7/2018. http://www.ggb.org.br/cuba_livre.html

Che Guevara à ONU (1964): “Fuzilamos e continuaremos fuzilando!” Acesso em 23/7/2018. https://www.youtube.com/watch?v=Ot0UjQUhr9g

Reverendo Jesse Jackson, acesso em 23/7/2018. https://en.wikipedia.org/wiki/Jesse_Jackson

Pela honra de Grayskull!

she-raAlguém já disse que a inteligência de Satanás seria inútil se ele não tivesse sutileza. Ou senso de timing. E aí nos lembramos daquela surrada alegoria de que um sapo imerso em água fria acaba morrendo despercebidamente se a aquecermos devargazinho. De queixo caído eu fico é quando alguém defende que o sapo apenas cometeu suicídio – afinal, por que culpar quem encheu a panela com água, atraiu o bicho e acendeu o fogo? Bom, já lá se vão uns 60 anos pelo menos desde que os intelectuais orgânicos do comunismo passaram a ocupar as universidades ocidentais, especialmente dos EUA, sua mídia e indústria de entretenimento e sacaram sua riquíssima caixa de ferramentas. Depois, foi o que se viu: beatniks, Kinsey, make-love-not-war, Woodstock, Crumb, Shelton, Walter Conkrite, etc., etc., etc. E a biomassa(*) estranhando a princípio, mas depois relaxando e aproveitando como se Contracultura fosse só modismo, com data de validade como qualquer tolice do pós-guerra. (* Update para o século 21: trocar o termo “biomassa” por “microbiota”.)

Mas será que Contracultura tornou-se apenas um termo jurássico, quase nostálgico, com imagens esmaecidas de hippies chacoalhando as pudendas, fumando maconha e vendendo miçangas? Quem dera… Contracultura não é só tema de documentário datado sobre os tempos de juventude dos nossos pais reprisando à náusea o “she loves you, ye, ye, ye”. Contracultura é um bando de arremedos de jornalistas cumprindo a pauta ecumênica globalistas/socialistas/islamitas. Contracultura é algum cultor do Estado Leviatã Pantagruel xingar um liberal econômico da Escola Austríaca de fascista (sic).

Contracultura é Porta dos Fundos, é Fátima Bernardes a faturar milhões com um comercial chinfrim onde abocanha a linguiça (suína) dos irmãos JBS, é novela de época com personagens trans (novela das 6, meu bom Senhor!!!), é o tapa-sexo do Pablo Vittar, o cabelo do Filipe Neto. É macho botando batom, peruca e silicone para expulsar as mulheres de suas árduas conquistas nas artes, nos esportes e até dos concursos de beleza. É deputada tendo a cara quebrada a chutes por narcrotraficantes de extrema-esquerda e o beautiful people fazendo de conta que não viu. É conservador condenado por fazer piada e “progressista” impune depois de cometer repetidos crimes a céu aberto.

Contracultura é uma infinidade de universidades falidas, que drenam o grosso dos recursos reservados à Educação para produzir analfabetos funcionais inúteis, ressentidos e carbonários que ostentam diplomas indignos sequer de serem impressos em papel higiênico. É Ministério da Educação torrando nossos impostos em políticas voltadas a transformar nossos filhos em vagabundos, psicóticos e chimpanzés bonobos.

Contracultura é o panelão sob um fogo cada vez menos brando, onde todos nós, os sapos – dos encanecidos aos de chupeta – nos habituamos a interpretar a realidade e esperar do futuro (futuro?) aquilo que Hollywood e afiliados nos servem. E para quem não gosta de lixo novo, tudo bem. Reescrevem-se os clássicos de nossa saudosa lembrança em resolução 4K HDR Pixel-Quântico on demand.

Por exemplo, que tal o remake de Perdidos no Espaço? Confiram: nada dos abraços e olhares ternos, do companheirismo exemplar do casal wasp Guy Williams e June Lockhart; em seu lugar, uma dupla de neuróticos que se hostilizam e mal conseguem reprimir o ressentimento do divórcio para não traumatizar ainda mais os filhos. Penny? Encenada por uma ruivinha sardenta, quase um clone do caçula Will original. Judy? Sai a loura Marta Kristen e entra uma (qual é mesmo o cabresto semântico imposto pelo fascismo cultural, digo, politicamente correto?) afrodescendente – adotada, é claro! Don West? Nada do mocinho-macho-alfa-discreto Mark Goddard, vital para as missões da Júpiter 2 e namorado comportadíssimo de Judy, tragam logo um trambiqueiro/muambeiro de caráter dúbio! Ah, o Dr. Smith… Vamos exumar e tacar fogo nos restos mortais do saudoso Jonathan Harris. Olha lá uma psicopata EM-PO-DE-RA-DA. Mas para não dizer que tudo ali é desaforo, salva-se o Robô, bem convincente, nada lembrando aquele botijão de gás estilizado da série icônica dos anos 1960.

Isso aí foi só um dentre centenas, milhares de exemplos de como os marxistas culturais formataram a cabeça dos diretores, atores e roteiristas, a maioria não faz a mínima ideia do macroprojeto civilizicida a que servem. Pensam que tudo não passa de garimpar grana e índices de audiência. O idiota útil (palavras de Stalin) é útil porque idiota e idiota porque útil.

she-ra2Não poderíamos encerrar o festim sem o coup de grâce: vitela. E os garçons não dormem em serviço! Desenhos nos canais infantis estrelados por crianças que vivem romances (e até casamentos) homossexuais. Foi-se o tempo das mensagens subliminares, Bob Esponja e Chowder. O negócio agora é “ferro com ferro deixando a massa queimar” (by Latino in “Amor de Pizza”). Então, de volta aos remakes, nos próximos dias nada da sílfide She-Ra; trocaram-na por uma personagem andrógina, sem lábios ou formas que lembrem minimamente uma curva. Satanás não se contenta apenas com Herodes, precisa de novos malakoi, de prostitutos cultuais, que, diga-se, nunca saíram totalmente de cena. Assim como o paganismo antigo, o moderno também não vive sem pedofilia. Vejam lá Aleister Crowley e André Gide se acabando com garotinhos importados da Argélia e da Índia.

Resumindo a estratégia dos neocananeus:

  1. Popularizar personagens cômicos que apresentem um comportamento anômalo a fim de tornar leve e divertida a percepção da perversão.
  2. Construir personagens dramáticos para humanizar o pervertido e criar uma crescente empatia com as pessoas normais.
  3. Tratar a perversão como doença para rotular de intolerante, sádico e ignorante quem a considere como realmente é: uma perversão.
  4. Normatizar a perversão, a princípio estendendo ao pervertido os mesmos direitos do não pervertido e, depois, garantindo-lhe privilégios de tratamento social e inimputabilidade legal de modo que mesmo os que haviam sido coagidos a tratar a perversão como apenas uma doença sejam agora processados criminalmente se chamarem o pervertido de doente.
  5. Familiarizar e em seguida glamurizar o pervertido e a perversão na mente das crianças, seja nas escolas, seja nos entretenimentos infantis.
  6. Perseguir judicialmente os pais (preferencialmente cristãos e judeus, pois não são bestas de mexer com os muçulmanos) que tentem proteger os filhos dessa lavagem cerebral, sempre que possível condenando-os à multa, prisão e perda da guarda de suas crianças.

Segue o checklist da pauta dos revolucionários para o genocídio cultural do Ocidente:

Homossexualismo – ok.

Falência do casamento – ok.

Infanticídio – fetos ok, recém-nascidos em breve.

Ocultismo – ok.

Liberação das drogas – quase lá.

Poligamia – quase lá.

Pedofilia – em andamento.

Especismo – em andamento.

Incesto – em breve.

Bestialismo – em breve.

Necrofilia – em breve.

Canibalismo – ainda a agendar.

(Marco Dourado, formado em Ciência da Computação pela UnB, com especialização em Administração em Banco de Dados)

O que Meghan teve que deixar para trás ao se casar com um príncipe

meghanRecentemente, fiz uma série de palestras e pregações na cidade de Londres. Entre uma tarefa e outra, aproveitei para conhecer alguns lugares significativos, como a casa em que Isaac Newton nasceu, a Abadia de Westminster (onde estão sepultados Newton, Darwin e outras figuras importantes), o Museu Britânico, o de Ciências e o de História Natural, além de outros pontos turísticos. O que eu não sabia é que havia três coincidências interessantes reservadas para mim nessa passagem pela Inglaterra.

No alto da famosa roda-gigante London Eye, me dei conta de que estava sendo realizado um verdadeiro desfile de aviões militares. Aeronaves de vários tamanhos riscaram o céu azul daquela manhã de terça-feira. Uma esquadrilha formou o número 100 (o que me fez desconfiar de alguma efeméride) e outra deixou um rastro de fumaça com as cores da bandeira britânica. Um verdadeiro show! E eu ali, assistindo a tudo bem de perto, como se tivesse programado.

Depois de visitar a Abadia de Westminster, naquela mesma manhã, fui em direção ao Palácio de Buckingham. No caminho, me deparei com uma avenida decorada com bandeiras e fechada com um cordão de isolamento. Era certo que alguma coisa especial estava mesmo acontecendo – e que eu estava bem desinformado. Juntei-me à multidão e perguntei a uma moça com uniforme militar de gala: “Quem está vindo aí?” A resposta dela foi breve e com expressão de estranheza no rosto: “The queem of England!” Não consegui ver a rainha, mas recebi um tchauzinho da Duquesa de Cambridge, Kate Middleton. Mais uma vez fiquei feliz em estar no lugar certo, na hora certa, mesmo sem saber do que se passava.

A outra coincidência ocorreu dois dias depois, na cidade de Windsor. O plano era conhecer o famoso castelo, mas não foi possível entrar nele. Por quê? Porque o presidente norte-americano Donald Trump estava lá, em visita à rainha. E ali mais uma vez me vi cercado por uma pequena multidão, que dessa vez protestava contra o visitante. Mas vou deixar essa terceira coincidência de lado e me concentrar nas duas primeiras.

De fato, aquela terça-feira foi um dia de festa. Os ingleses estavam celebrando os cem anos da RAF, a famosa Força Aérea Real. A nobreza toda estava no local reservado para o evento, onde havia alguns aviões e helicópteros militares em exibição. A partir de certo ponto o povo não podia avançar. Podíamos apenas ver à distância milhares de militares fardados e mulheres elegantemente vestidas, entre elas a recém-casada Duquesa de Sussex. Dei toda essa volta para falar exatamente dela, pois acho que a moça ainda não se acostumou a toda essa pompa real. Na verdade, a vida dela mudou radicalmente a partir do momento que se uniu em matrimônio ao príncipe Harry.

Ao se casar com Henry Charles Albert David, mais conhecido como Harry, a atriz norte-americana Meghan Markle recebeu o título de Duquesa de Sussex e, de certa forma, passou a viver um conto de fadas desejado por muitas mulheres em todo o planeta. O que talvez muitas não saibam é que, pelo fato de agora fazer parte da realeza britânica, Meghan terá que abrir mão de muitas coisas – o que, ao que tudo indica, ela fez com muita satisfação. Veja algumas dessas coisas que a moça terá que deixar para trás e como essa escolha dela nos faz pensar em nossa cidadania celestial.

1. Casada com o príncipe Harry, Meghan terá os holofotes sempre voltados para sua família. Ela estará constantemente sujeita a críticas ou elogios, dependendo de suas atitudes. Assim também é a vida de quem decide servir ao Rei Jesus e fazer parte de Seu reino. Torna-se vitrine, tanto real quanto virtual. Espetáculo ao mundo, tanto a anjos quanto a homens (1 Coríntios 4:9). Não vive mais para si mesmo, mas torna-se representante do reino que abraçou, mais ou menos como Meghan, que agora também representa a realeza britânica. E, pelo que se pode perceber nas fotos e nas entrevistas, ela não se arrepende nem um pouquinho disso. Você considera um privilégio pertencer ao reino de Deus e aceitar as responsabilidades naturais disso, ou encara isso como um fardo?

2. Logo após anunciar seu noivado com o príncipe, Meghan também confirmou sua saída da série “Suits”. A Duquesa de Sussex parece ter encarado sua aposentadoria precoce numa boa. Em entrevista ao Hello Magazine, ela comentou essa nova fase: “Vejo isso como uma mudança… Um novo capítulo, entende?” Vale lembrar que ninguém da família real tem um emprego remunerado, o que tornaria impossível sua carreira de atriz. A partir de agora, Meghan vai se dedicar às causas humanitárias. Quando alguém aceita Jesus como Salvador e Senhor, inevitavelmente acaba tendo que deixar muitas coisas para trás. Às vezes, até uma carreira, um emprego. E faz isso por amor a Deus e para se dedicar a tarefas que não contrariem a vontade dEle.

3. Os membros da família real são representados nas redes sociais através do perfil oficial do Palácio de Kensington. Por conta disso, Meghan excluiu sua conta no Instagram e seu blog, The Tig. Além disso, a Duquesa de Sussex deve evitar selfies, pois a rainha Elizabeth II não aprova esse estilo de fotografia. De maneira semelhante, os filhos de Deus somente postam fotos e conteúdos aprovados por seu Rei. Cristãos devem ser modestos, discretos e focados, evitando divulgar ou curtir/compartilhar qualquer conteúdo que não edifique, que deixe uma impressão ruim a seu respeito e que não contribua em nada para o bem. Como acontece com a família real, cristãos devem se preocupar com seu bom nome e com o nome de seu Rei. Pergunte sempre: Será que meu Rei aprovaria esse tipo de conduta de minha parte? Será que Ele aprovaria esse conteúdo que estou consumindo e/ou que desejo partilhar?

MEGHAN-WEDDING4. Há diretrizes rígidas sobre o que é aceitável para alguém da realeza usar e o que não deve vestir. Algumas cores devem ser evitadas e calças estão fora de questão. Apesar de ter uma personalidade forte, Meghan dificilmente terá como fugir das regras mais tradicionais. A Duquesa de Sussex vai precisar adotar roupas mais conservadoras, como saias e vestidos abaixo dos joelhos. Por respeito à sua função e, principalmente, à realeza, Meghan terá que mudar seu guarda-roupa e adotar roupas decentes e distintas. Que tremenda lição para aqueles e aquelas que pertencem ao reino de Deus! Cada vez que vai a uma loja ou ao guarda-roupa escolher uma peça você se pergunta se esse traje vai honrar o nome do seu Deus? Será que o que visto faz com que as pessoas tenham bons pensamentos a meu respeito e a respeito dAquele a quem afirmo servir? Se Meghan terá que mudar ser guarda-roupa por respeito à sua função, quanto mais deveriam levar a sério esse tipo de coisa aqueles que se consideram embaixadores de Jesus e de Seus reino.

5. Agora que já disse “sim”, Meghan entrará com o processo para obter a cidadania britânica. Apesar da influência da família real, o procedimento deve durar alguns anos. É possível que a atriz renuncie à cidadania americana quando for declarada cidadã britânica. Algo semelhante ocorre com aqueles que abraçam o reino de Deus: renunciam ao mundo e às suas paixões (1 João 2:16) e passam a ser cidadãos do reino do Céu, com seus privilégios e suas responsabilidades. Pertencer a Deus e à Sua igreja é a coisa mais importante para eles, acima de qualquer outra filiação ou bandeira.

6. No passado, Meghan costumava se posicionar quando o assunto era política. Durante as últimas eleições dos Estados Unidos, ela chegou a postar uma foto de Hillary Clinton no Instagram, com a legenda: “Estou com ela.” Ela também se opôs ao Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia. Porém, agora, ela terá que ser muito mais discreta e prudente, pois os membros da realeza não têm permissão para expressar opiniões políticas em público. O cristão também procura ser prudente quando o assunto é política e outros temas delicados e polarizantes, afinal, o maior propósito de um filho de Deus é pregar o evangelho e alcançar todas as pessoas, de todos os credos e de todas as posições políticas. Se for partidarista, o cristão poderá fechar muitas portas. Por isso, ele imita seu Rei que, quando esteve aqui, não Se envolveu em questões políticas, pois Seu reino não é deste mundo. Cumpriu Suas obrigações de cidadão, mas deixou com César os assuntos que pertenciam a César.

7. Meghan terá que se despedir de seu nome de batismo junto com todos os outros apelidos que adquiriu ao longo dos anos. Após o casamento, ela passou a ser conhecida como Sua Alteza Real Duquesa de Sussex. Além do ducado, o casal também recebeu os títulos de Conde e Condessa de Dumbarton e Barão e Baronesa de Kilkeel. Quando se converte e é batizado, o cristão também passa a ser uma nova pessoa, uma nova criatura. Seu passado não mais importa. Seus pecados ficam para trás e ele passa a viver em novidade de vida com Jesus, aguardando o dia em que igualmente receberá um novo nome.

8. As mulheres da família real não podem ficar com as pernas cruzadas, como Meghan costumava fazer antes do casamento. Existe um manual de etiqueta para evitar fotos constrangedoras. O estilo Duchess Slant é o modo encontrado por mulheres para evitar que partes íntimas corram o risco de ser expostas. Em vez de cruzar as pernas, elas sentam com os joelhos juntos e os tornozelos cruzados. Os cristãos também devem se preocupar com esse importante aspecto comportamental: a decência. Assim como ocorre com as mulheres da realeza, as mulheres cristãs farão de tudo para preservar sua dignidade, feminilidade e discrição.

9. Meghan não poderá mais pintar as unhas de qualquer cor. As mulheres da realeza devem optar por tons claros, com aspecto mais natural. Não à toa, Meghan é vista com cores neutras nas unhas desde que passou a namorar Harry. Em seu casamento, ela escolheu a cor favorita da rainha Elizabeth II. Mais uma atitude digna de imitação. Qual a cor favorita de Jesus? Qual atitude Ele aprova? Como devo me comportar para ser visto como um servo dEle?

Prince_Harry_and_Meghan_Markle10. Assim como os demais membros da realeza britânica, Meghan é orientada a nunca comer lagostas, mexilhões e camarões. O motivo? O alto risco de doenças que podem ser transmitidas por esses alimentos. Além dos frutos do mar, eles também são aconselhados a evitar carnes raras e água da torneira, enquanto viajam para o exterior. Os cristãos que levam a sério os conselhos de saúde dados por Deus na Bíblia curiosamente também não comem esse tipo de alimento, além de não ingerir bebidas alcoólicas, não fumar nem fazer uso de drogas. E fazem isso não apenas para evitar doenças, mas para ter uma mente clara a fim de se manterem conectados com seu Rei.

11. Meghan também precisou seguir a tradição na hora de montar seu buquê de casamento. Ela teve que incluir a flor de murta, símbolo do amor, que é usada desde o casamento da filha da rainha Vitória. Ela também usou algumas das flores colhidas pelo próprio príncipe Harry. A espécie escolhida por ele foi a miosótis, conhecida como não-me-esqueças, a favorita da princesa Diana, sua mãe. Filhos de Deus igualmente respeitam as boas tradições e amam seus pais. Linda essa atitude de Harry!

12. Sempre que a rainha se levanta todos os membros da realeza devem ficar de pé ao mesmo tempo e só podem voltar aos seus lugares depois dela. Meghan também deve fazer uma reverência sempre que cumprimentar a monarca. Se uma autoridade humana merece todo esse respeito, quanto mais o Rei do Universo! Deus é nosso amigo, nosso Pai, mas também é nosso Senhor e Criador. Portanto, devemos sempre ser reverentes diante dEle e na casa dEle.

13. A partir de agora Meghan até pode usar roupas de couro e pele, mas apenas de animais que não foram sacrificados. A regra também existe porque o guarda-roupa real não deve ser muito luxuoso. A ideia é não chamar atenção. Outra lição para os cristãos súditos do reino de Deus. Nada de luxo. Vida simples, amor às criaturas de Deus e atenção atraída não para si mesmos, mas para o Rei.

É bonito ver como os britânicos respeitam sua rainha e seus nobres. Também é interessante notar como Maghan Markle abriu mão de tanta coisa por amor a seu marido e por respeito à “instituição” da qual ele faz parte. Por amor, ela não considera suas obrigações um fardo. Na verdade, sente-se honrada e feliz. Esta também deveria ser a atitude de todo cristão: sentir-se honrado por pertencer ao reino de Deus e feliz por poder fazer a vontade de seu Rei.

Michelson Borges