Atriz rompe relação com a mãe por causa das eleições

keferaSegundo o site Catraca Livre, “Kéfera Buchmann comoveu seus seguidores ao gravar uma sequência de stories no Instagram, no último domingo, 7, contando que rompeu com sua mãe por causa das eleições do Brasil. A atriz de ‘Espelho da Vida’ – trama das 18h da Globo –, as divergências políticas neste primeiro turno causaram muitas discussões e agora Zeiva Buchmann sequer segue mais a youtuber nas redes sociais. Segundo a famosa, sua genitora votou em Jair Bolsonaro, candidato à presidência da república pelo PSL, enquanto ela escolheu Ciro Gomes, do PDT. Hospedada em Curitiba, sua cidade natal para votar, a famosa não ficou na casa dos pais desta vez e preferiu procurar uma tia”.

Essa notícia triste me fez lembrar de um texto anônimo que li por aí:

“Um ponto crucial da ideologia esquerdista é que ela é toda formulada para fomentar a intriga entre pessoas próximas. Age, literalmente, como uma doença. A pessoa contaminada é convencida através da constante repetição de termos insultivos se passando por descritivos (fascista, nazista, racista, homofóbico, etc.). Ao repetir esses termos à exaustão, a intenção não é descrever o comportamento do adversário. É tão-somente rotulá-lo. Os termos são sempre utilizados fora de seu contexto original ou principiológico.

“Sendo a repetição suficiente, a pessoa contaminada passa a acreditar que está realmente diante de um fascista (ou nazista, ou racista, etc.) sempre que encontrar alguém que discorde dela em algum ponto de seu discurso. Após convencida de que está lidando com um representante autêntico do termo e não com a projeção criada, vem a última fase.

“A vítima passa a acreditar que, por definição, ela é moralmente superior a todos aqueles que ela rotulou com insultos e tomou como descrições. Na cabeça dessa pessoa, o insulto é a descrição, logo ela é obviamente moralmente superior a um fascista, ainda que a outra pessoa nunca tenha exibido um traço fascista em sua vida.

“Com a mente refém dessa lógica aleijada, o comportamento hostil, extremista e excludente contra colegas de trabalho, amigos e familiares está justificado.

“Para a pessoa contaminada, ela tem obrigação moral de retirar de sua vida os que ela enxerga como ameaça ao seu modo de pensar, sob pena de considerar a si mesmo, pelo simples convívio, um ‘fascista’ também.

“A curto prazo não há o que ser feito; uma geração inteira está profundamente suscetível a esse comportamento. Ele é incentivado dia e noite no meio acadêmico, cultural e informativo.

“Para os pais: mantenham sempre proximidade com a vida de seus filhos, principalmente com o que aprendem na escola. A esquerda não se importa de destruir sua família para conseguir um único voto.”

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