Três perguntas que “matam” o antitrinitarianismo

Todos esses movimento novidadeiros de suspostos reavivalistas da fé na verdade não reavivam é coisa nenhuma. Dirigi certa vez três perguntas a um adepto dessas novas ideias de descrença na Trindade:

1. Em que essas noções antitrinitarianas o ajudaram a crescer espiritualmente, tornando-o um cristão melhor?

2. Em que essas noções antitrinitarianas têm ajudado a Igreja a ser mais unida e a refletir mais amor de uns para com os outros?

3. Em que essas noções antitrinitarianas podem contribuir para apressar a pregação mundial do evangelho, que é o grande desafio para a Igreja – cumprir Mateus 24:14?

Ele admitiu candidamente que não saberia dizer em que tais noções o ajudaram a tornar-se um cristão melhor, a unir mais a Igreja e levar os membros a terem mais amor uns pelos outros, nem como contribuiria para apressar a terminação da obra de evangelização mundial e a volta de Cristo.

Então, uma pergunta final: Para que esse empenho todo, que a nada leva de construtivo?

Azenilto Brito

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