Como os filmes e videogames estão matando a humanidade das pessoas

freefireO filme começa com uma mulher presa numa rua isolada. Seu veículo teve o pneu furado ao passar sobre arames farpados que estavam na rodovia. O diretor do filme aborda como “seu delito” ao retratá-la como uma mulher má gritando com um homem no telefone, então quando a tragédia ocorre você não sente pena dela. Ela sai do carro e um homem vem de surpresa e corta seu corpo ao meio. A multidão fica chocada e então vibra, uma vez que o filme agora “começa oficialmente”.

Outra cena, outro filme popular. É um apocalipse zumbi. Homens se voltam contra homens e começam a aprisionar uns aos outros. O time de “predadores” agora se alimenta de carne humana. Eles pegam vários homens que são “prisioneiros” e os fazem ajoelhar no chão em frente a uma pia de cerâmica. Então dois homens atrás deles começam a executá-los sem respeito à vida humana ou compaixão. Um bate com um taco de golfe na cabeça, e o outro corta o pescoço e então se dirige à segunda vítima.

O primeiro filme se chama “Pânico na Floresta” (“Wrong Turn”, no original). No Facebook é amado por mais de dois milhões de pessoas. Por todo o mundo foi assistido por mais de dez milhões. O segundo é a popular série “The Walking Dead”, com mais de 31 milhões de fãs no Facebook.

Este é o mundo hoje. Nós pagamos para que pessoas concebam as formas mais assustadoras e doentias de matar outras pessoas para nosso entretenimento. Nós gostamos de ver outras pessoas sofrer na tela. Nós comemoramos e vibramos ao ver sangue. Nós pulamos e lamentamos ao ver agonia e morte – no entanto, oramos por amor, oramos por perdão, oramos para que as coisas melhorem.

Hoje os filmes mais vendidos são de ação e terror. E mesmo nos filmes de ação, se comparados com os de dez anos atrás, vemos que a violência e o derramamento de sangue se intensificaram. Um exemplo prático: no primeiro filme “Rambo” havia muito pouca violência, suas sequências cresceram em violência com o último, “Rambo 4”, tendo uma cena em que o bandido tem seu intestino arrancado para o delírio dos telespectadores.

Que vergonha, hein! Recentemente lemos que a mulher por trás da popular série de TV “Orange is the New Black” se divorciou do marido e está em um relacionamento gay com uma das atrizes da série. O que isso diz a você? Os Estados Unidos, o berço de Hollywood, tem relatos e incidentes de violência com armas em escolas e shopping centers causados pelos próprios estudantes. A cada duas semanas um estudante se enfurece e atira em outros estudantes. Quase todas as cidades norte-americanas legalizaram casamentos gays e estão em processo de legalização da maconha. O que isso realmente diz a você?

As músicas que você ouve, os filmes [e séries] que assiste, [os videogames que joga] estão todos trabalhando para fazer o pequeno amor que você tem pela humanidade se tornar minúsculo e o ódio que você tem pela humanidade crescer pouco a pouco.

Pense nisso. Quão viciado você está em filmes? Quanto você ama a violência em filmes? Isso ajuda você como pessoa a apreciar mais o presente do amor e da vida à humanidade ou menos? Seja qual for o filme que esteja assistindo, você acha que Deus o aprovaria? Ou que Cristo assistiria com você?

A simples verdade é que, no momento em que você aperta o controle remoto, o Espírito de Deus “sai” daquela casa. Cada momento em que você aperta o controle remoto, o diabo vence. Ele vence ao ter um tempo sozinho com você. Um tempo no qual o Espírito de Deus “saiu” e o diabo pode manipular seus pensamentos. E toda vez que isso ocorre, ele constrói um novo caráter em você, um caráter mais forte, um que ama sangue e violência, um que não é paciente nem amável; um que é o oposto do caráter que Deus propôs para você.

(Amredeemed)

Nota: Tudo o que é dito no texto acima sobre filmes e séries também se aplica a outras produções, como os videogames violentos, por exemplo, que podem se tornar um “gatilho” para ações bárbaras praticadas por pessoas já sem estrutura familiar ou com algum distúrbio psíquico, mais ou menos como aconteceu nesta manhã terrível, na cidade de Suzano, SP. Se você tem filhos pequenos, não permita que eles assistam à violência sanguinária em filmes e videogames, caso contrário, a sensibilidade deles diante da vida poderá ser prejudicada. Devemos nos pautar pelo conselho do Salmo 101:3: “Não porei coisa má diante dos meus olhos”, e parar de dar desculpas para nossos prazeres e preferências anticristãos. [MB]

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