Respostas a um antitrinitariano (parte 3 de 4)

Christian dove with bright sun raysPergunta: Poderia ser o Espírito Santo uma pessoa distinta do Pai e do Filho, como ensinam os trinitarianos? Seria a terceira pessoa da Divindade ou Ele é o Espírito do Pai e do Filho? A Bíblia não mostra a palavra “espírito” como sendo outra pessoa? Por exemplo, em Gênesis 41:8; 45:27; Juízes 15:19; Salmo 51:10; Daniel 7:15, 2 Timóteo 4:22, fala-se do espírito de Faraó, de Jacó, de Sansão, de Davi, de Daniel e de Timóteo. Em todos os casos, quando é mencionado o espírito dessas pessoas citadas, não está falando de outra pessoa, mas dela mesma. Nesse sentido, está claro que o espírito é uma pessoa, a própria pessoa. Assim, também, quando falamos do Espírito de Deus, estamos falando do próprio Deus. E quando falamos do Espírito de Cristo, estamos falando dEle mesmo. Ellen White escreveu: “Ao dar-nos o Seu Espírito, Deus nos dá a Si mesmo, fazendo-Se uma fonte de divinas influências para proporcionar saúde e vida ao mundo” (Testimonies, v. 7, p. 273).

“O relato declara: ‘Soprou sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo’ (João 20:22). Jesus está esperando para soprar sobre todos os Seus discípulos, dando-lhes a inspiração de Seu Espírito santificador e transfundindo a vital influência de Si mesmo a Seu povo” (E Recebereis Poder, p. 26).

“Impedido pela humanidade, Cristo não poderia estar em todos os lugares pessoalmente, então foi para vantagem deles [os discípulos] que Ele deveria deixá-los, ir para o Pai, e enviar o Espírito Santo para ser o Seu sucessor na terra. O Espírito Santo é Ele mesmo, despido da personalidade da humanidade e independente dela. Ele Se representaria como estando presente em todos os lugares pelo Seu Espírito, como o Onipresente. ‘Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito’ (João 14:26). ‘Mas Eu vos digo a verdade: convém-vos que Eu vá, porque, se Eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, Eu for, Eu vô-Lo enviarei’ (João 16:7; Manuscripts Releases, v. 14, p. 7).

Diante de tudo o que foi exposto acima, podemos mesmo crer que o Espírito Santo é a terceira pessoa na Divindade?

Resposta: Essas são as principais inquietações e esses os principais argumentos usados atualmente pelos antitrinitarianos. Naturalmente, existe uma grande fragilidade na linha argumentativa, pois ela claramente se desenvolve de forma unilateral, dispensando textos que clarificam bastante o assunto. Eles desconhecem ou ignoram o fato de a palavra “espírito” (ruach, no hebraico, ou pneuma, no grego) ser polissêmica, além de utilizarem antropomorfismos como argumento final para determinar a Divindade, desqualificando a pessoa do Espírito Santo a partir de um conceito meramente humano. Vamos aos fatos:

Da mesma forma como os antitrinitarianos pecam em sua abordagem antropomórfica quando falam da geração e filiação de Jesus – segundo eles, se os termos “gerar” e “filho” implicam literalmente em ter um pai biológico para nós humanos, da mesma forma, quando a Bíblia fala que Jesus é o “Filho de Deus” ou que Ele foi “gerado”, isso indica que Jesus é literalmente filho da primeira pessoa da Divindade (o Pai), ou seja, não possui eternidade pretérita, nasceu, foi gerado –, dessa mesma forma eles argumentam acerta da pessoa do Espírito Santo. É claro que se nós usássemos os critérios e a linguagem humanos para explicar detalhadamente a Divindade, teríamos, por exemplo, que encontrar uma mãe para Jesus, já que para ter um filho é necessária uma mãe (em termos humanos). Como sabemos ser isso impossível, é óbvio concluir que os termos humanos empregados para a Divindade devem ser analisados cuidadosamente. Na linha argumentativa antitrinitariana, pode-se notar o mesmo erro de interpretação e o uso irresponsável de uma linguagem antropomórfica como determinante para desqualificar o Espírito Santo como a terceira pessoa da Divindade. Vejamos:

“E aconteceu que pela manhã o seu espírito perturbou-se, e enviou e chamou todos os adivinhadores do Egito, e todos os seus sábios; e Faraó contou-lhes os seus sonhos, mas ninguém havia que lhos interpretasse.” Gênesis 41:8

“Porém, havendo-lhe eles contado todas as palavras de José, que ele lhes falara, e vendo ele os carros que José enviara para levá-lo, reviveu o espírito de Jacó seu pai.” Gênesis 45:27

“Então Deus fendeu uma cavidade que estava na queixada; e saiu dela água, e [Sansão] bebeu; e recobrou o seu espírito e reanimou-se; por isso chamou aquele lugar: A fonte do que clama, que está em Leí até ao dia de hoje.” Juízes 15:19

“Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito inabalável.” Salmo 51:10

Ao citar textos como esses, note a conclusão a que chegam (peguei a argumentação que um antitrinitariano desenvolveu recentemente num estudo):

“Vemos aqui a expressão ‘seu espírito’ escrita separadamente de faraó. Quer dizer então que são duas pessoas? Nesse texto diz que o espírito de Faraó perturbou-se. Quem você entende que se perturbou? Foi outra pessoa ou foi ele mesmo? O espírito de Jacó reviveu ao ouvir as palavras e ver os carros que José havia enviado. Quem foi que reviveu e se alegrou? Foi outra pessoa ou foi Jacó mesmo? A Bíblia mostra que ao Sansão beber a água que Deus providenciou para ele seu espírito foi recobrado. Foi ele mesmo que foi recobrado ou foi outro ser? Davi pediu para Deus renovar um espírito inabalável nele. Esse pedido tem o sentido de fazer outro ser se tornar inabalável ou ele mesmo ser inabalável?” E conclui: “Nesse sentido, claro está que o espírito é uma pessoa, a própria pessoa. Assim também, quando falamos do Espírito de Deus, estamos falando do próprio Deus. E quando estamos falando do Espírito de Cristo estamos falando dEle mesmo.”

Ora, tal antropomorfismo é inaceitável porque não podemos definir a Divindade a partir de conceitos e palavras humanos. Só para entendermos a que ponto podemos chegar utilizando esse princípio, veja:

“Então dirá também aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.” Mateus 25:41

“E irão eles para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.” Mateus 25:46

“Assim, Sodoma e Gomorra […] havendo-se corrompido […] foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.” Judas 7

“Mas que se manifestou agora, e se notificou pelas Escrituras dos profetas, segundo o mandamento do Deus eterno, a todas as nações para obediência da fé…” Romanos 16:26

Os imortalistas, numa simples comparação dos textos acima, como fazem os antitrinitarianos, concluem: “Se Deus é eterno, i.e., sem fim, logo o fogo e o tormento também são eternos, sem fim, uma vez que a palavra grega usada é a mesma. Portanto, existe um inferno que ficará queimando os ímpios por toda a eternidade.” Não podemos aceitar essa aplicação dada pelos nossos irmãos evangélicos ou católicos pelo simples fato de que uma mesma palavra, quando usada para definir coisas humanas e terrestres, pode ter uma aplicação completamente diferente quando utilizada em relação com a Divindade. Por exemplo, o termo aiónios (eterno), quando se refere a Deus, implica não somente não ter fim, mas ter toda eternidade, pretérita e futura. Quando esse mesmo termo é usado para coisas terrestres, não tem essa mesma significação (ou o tal fogo eterno existe desde sempre?). Sobre isso escreveu Arnaldo B. Christianini:

“Para qualquer pessoa isenta de preconceitos, as palavras que se traduzem por ‘eterno’ e ‘todo o sempre’ não significam necessariamente que nunca terão fim. No Novo Testamento, vem do grego aión, ou do adjetivo aiónios. É impossível forçar esse radical grego significar sempre um período que não tem fim. Quando aplicado a coisas terrenas tem sentido restrito de duração enquanto durar a coisa a que se liga; quando junto a Deus ou coisas derivadas de Deus, então, sim, exprime duração sem fim” (Subtilezas do Erro, p. 236, 237).

Percebe como é perigoso utilizar uma expressão, um conceito humano para definir o Divino? Além do mais, é sabido que o termo “espírito” é polissêmico, portanto, não podemos esperar um mesmo uso e/ou aplicação para ele. Veja:

“Sucedeu que, havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim.” 2 Reis 2:9

Seguindo a linha que foi apresentada, em que o espírito da pessoa é a própria pessoa, seria coerente concluir que Eliseu estaria pedindo dois Elias sobre ele? Óbvio que não! Trata-se de linguagem figurada. Eliseu desejava que o mesmo Espírito Santo que atuou em Elias também atuasse nele. Mas vejamos outros usos do termo “espírito” na Bíblia:

– Espírito de ciúmes: Nm 5:14

– Espírito da impureza: Zc 13:2

– Espírito de profundo sono: Is 29:10

– Espírito do Egito: Is 19:3

– Espírito das prostituições: Os 5:4

– Espírito da luxúria: Os 4:12

– Espírito novo: Ez 11:19

– Espírito como referência ao entendimento: Is 29:24

– Espírito como referência às intenções do coração: Pv 16:2

– Espírito como referência a um ser maligno: Jó 4:15

– Espírito como referência ao fôlego de vida: Sm 146:4; Ec 12:7; Jr 10:14; Jr 51:17; Hc 2:19 e Jó 14:10

Note as várias formas como o termo “espírito” é empregado na Bíblia. Essa polissemia deve ser respeitada. Apesar de em alguns casos “espírito” ser uma referência à própria pessoa, como apontou o antitrinitariano, jamais encontramos frases do tipo: “E disse o espírito de Davi”, “Falou, pois, o espírito de faraó”, “Mentiste ao espírito de Daniel”, “Entristeceste o espírito de Jacó”, “O espírito de Moisés enviou a Arão”, etc., expressões comuns usadas tendo o Espírito Santo como referencial.

Usar o texto de João 20:22: “Soprou sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo”, para inferir que o Espírito Santo não pode ser uma pessoa, pois não se pode soprar uma pessoa, é também falta de honestidade com o estilo literário (uso figurado). Vemos na Bíblia situação similar: “Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências” (Rm 13:14).

Como revestir-se de Cristo se Ele não é uma roupa? É óbvio que se trata de uma linguagem figurada. Portanto, não podemos usar a expressão “soprou sobre eles” referindo-se ao Espírito Santo para dizer que Ele não é um ser pessoal, assim como a frase “revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” não tira de Cristo sua personalidade.

Quanto à última parte do questionamento (talvez a mais usada no meio antitrinitariano) em que foram citados os textos de Ellen White para inferir que o Espírito Santo é o próprio Cristo ou o Pai, analisemos:

“Ao dar-nos o Seu Espírito, Deus nos dá a Si mesmo, fazendo-Se uma fonte de divinas influências para proporcionar saúde e vida ao mundo” (Testimonies, v. 7, p. 273).

“Impedido pela humanidade, Cristo não poderia estar em todos os lugares pessoalmente, então foi para vantagem deles (os discípulos) que Ele deveria deixá-los, ir para o Pai, e enviar o Espírito Santo para ser o Seu sucessor na terra. O Espírito Santo é Ele mesmo, despido da personalidade da humanidade e independente dela” (Manuscripts Releases, v. 14, p. 7).

Segundo a Bíblia o Espírito Santo é “outro” (állos, outro da mesma espécie, outro semelhante) Consolador. Basta ler João 14, 15, 16. No entanto, considerando a representação de Jesus pelo Espírito Santo podemos dizer que a presença do Espírito é a de Jesus. Isso mesmo se pode dizer do Pai que era representado por Jesus quando do Seu ministério na Terra. Ora, Ellen White como profetisa do Senhor usou dos mesmos recursos literários que os profetas bíblicos, e vemos situações idênticas na Bíblia:

Quando Filipe pediu a Jesus: “Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta”, Jesus respondeu: “Estou há tanto tempo convosco, e não Me tendes conhecido, Filipe? Quem Me vê a Mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?” (Jo 14:8, 9). Sabemos que Jesus não é o Pai, mas Ele diz: “Há quanto tempo estou convosco, e não Me tendes conhecido, Filipe?” Na sequência, o próprio Jesus explica que vê-Lo é como ver o Pai.

João usou a mesma linguagem no livro de Apocalipse ao dizer que Jezabel ensinava e seduzia os cristãos de Tiatira (Ap 2:20), quando, na verdade, Jezabel estava na sepultura, o que quer dizer que seus responsáveis eram como se fossem Jezabel em sua apostasia.

Há um texto, porém, exatamente igual, pois Cristo também usou a mesma forma de linguagem quando Se referiu a João. Ele disse: “E se o quereis reconhecer, ele mesmo [João Batista] é Elias” (Mt 11:14). A partir desse texto podemos dizer que João Batista é Elias? Não, João Batista é como se fosse Elias. Da mesma forma, Ellen White diz que o Espírito Santo é Ele mesmo (Jesus), i. e., é como se fosse o próprio Cristo. Se usarmos a literalidade para Ellen White nesse caso, devemos usar também no texto bíblico, o que acarretaria numa heresia: dizer que João era literalmente Elias.

Podemos crer que o Espírito Santo é uma pessoa distinta do Pai e do Filho, a Terceira Pessoa da Divindade? Sim, podemos! Abaixo os textos que nos habilitam a autorizam assim:

O Espírito Santo é UMA PESSOA, pois dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. […] O Espírito Santo tem PERSONALIDADE, do contrário não poderia testificar ao nosso espírito e com nosso espírito que somos filhos de Deus” (Ellen White, Manuscrito 20, 1906).

“[O Espírito Santo] Deve ser também UMA PESSOA DIVINA, do contrário não poderia perscrutar os segredos que jazem ocultos na mente de Deus” (Ellen White, Manuscrito 20, 1906).

O antitrinitariano diria: “Sim Ele é uma pessoa, mas é o próprio Cristo, não uma pessoa distinta. Será? Vejamos:

 Cristo, nosso Mediador, e o Espírito Santo estão constantemente intercedendo em favor do homem; mas o Espírito não roga por nós como faz Cristo, que apresenta Seu sangue derramado desde a fundação do mundo; o Espírito atua sobre nossos corações extraindo orações e arrependimento, louvor e agradecimento. A gratidão que flui de nossos lábios é o resultado do que o Espírito faz ressoar nas cordas da alma com santas recordações que despertam a música do coração” (Manuscrito 85, 1901).

“O Espírito Santo é o Confortador, em nome de Cristo. Ele personifica Cristo, contudo é uma personalidade DISTINTA” (Manuscrito 93, 1893; 20 MR, p. 324].

 Três agências DISTINTAS, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, trabalham juntas pelos seres humanos” (Manuscrito 27a, 1900).

O antitrinitariano argumenta (tentando desconstruir o sentido básico das palavras PERSONALIDADE e AGÊNCIAS, como se não fossem equivalentes a pessoa): “Mas o texto fala de personalidade, de agências e não de pessoas. Queria um texto que falasse de TRÊS PESSOAS.” Tudo bem, aí estão:

HÁ TRÊS PESSOAS VIVAS pertencentes à Divindade celeste. Em nome destes três grandes poderes – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – os que recebem a Cristo por fé viva são batizados […] e esses poderes cooperarão com os súditos obedientes do Céu em seus esforços para viver a nova vida em Cristo” (Special Testimonies, Série B, nº 7, p. 62, 63).

O texto acima é confiável?

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Manuscrito 21, 1906, p. 4 (note pela data do original que Ellen White estava viva).

O texto não diz que há duas pessoas e que a terceira seria a própria segunda pessoa ou a própria primeira pessoa. Diz que “HÁ TRÊS PESSOAS VIVAS pertencentes à Divindade celeste”.

“A obra está colocada diante de cada alma que reconhece sua fé em Jesus Cristo pelo batismo, e se tornou um recipiente da promessa das TRÊS PESSOAS – o Pai, o Filho e o Espírito Santo” (Manuscrito 57, 1900; publicado em SDA Bible Commentary, 6:1074).

O antitrinitariano pode argumentar: “Mas esse texto foi adulterado, não é verdadeiro.” Será que foi adulterado? Veja as imagens abaixo:

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Trecho e rascunho escrito à mão do Manuscrito 57, 1900.

 Se o Espírito Santo fosse o próprio Jesus ou o próprio Pai, como pretendem equivocadamente os antitrinitarianos, como entender o texto acima que fala que há TRÊS PESSOAS?

“O poder do mal se estivera fortalecendo por séculos, e alarmante era a submissão dos homens a esse cativeiro satânico. Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da TERCEIRA PESSOA DA DIVINDADE, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder” (O Desejado de Todas as Nações, p. 671).

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Trecho da Review and Herald de 1906, citando Ellen White. Nessa edição ela também escreve um artigo.

Não pode haver terceira pessoa se não houver uma segunda e uma primeira.

Conclusão

Por tudo o que foi apresentado acima, a única conclusão a que chegamos é: o Espírito Santo é a terceira pessoa da Divindade; Ele não é o Pai, não é o Filho, é uma pessoa (ou personalidade, como queira) distinta, que age, intercede e está interessado em nossa salvação. Por que o diabo lança tanto descrédito sobre a pessoa do Espírito Santo? Porque “ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da TERCEIRA PESSOA DA DIVINDADE, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder”. É do maior interesse do mal que os seres humanos não acreditem na TERCEIRA PESSOA DA DIVINDADE. E você, de que lado está?

Eleazar Domini, além de bacharel em Teologia, é mestre em Teologia na área de Interpretação e Ensino da Bíblia com ênfase na língua hebraica. Atualmente é pastor distrital em Aracaju.

Leia também: Respostas a um antitrinitariano parte 1 e parte 2