Catástrofes e corrupção abrirão espaço para o decreto dominical

Businessman putting money in his pocket“Satanás dá sua interpretação aos eventos, e os homens pensam, como ele quer que o façam, que as calamidades que enchem a Terra constituem um resultado da transgressão do domingo. Tencionando aplacar a ira de Deus, esses homens influentes fazem leis impondo a observância do domingo” (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 129). “Esta mesma classe apresenta a alegação de que a corrupção que rapidamente se alastra é atribuível em grande parte à profanação do descanso dominical, e que a imposição da observância do domingo melhoraria grandemente a moral da sociedade. Insiste-se nisto especialmente na América do Norte, onde a doutrina do verdadeiro sábado tem sido mais amplamente pregada” (ibidem).

“A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo” (ibidem, p. 77).

“Satanás também atua por meio dos desastres naturais, a fim de recolher sua colheita de pessoas desprevenidas. Estudou os segredos dos laboratórios da natureza e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto Deus o permite. […] Nos acidentes e nas calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, nas inundações, nos ciclones, nas ressacas e nos terremotos; em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder. Destrói a seara que está amadurecendo, seguindo-se a fome e a angústia. Contamina o ar com infecção mortal, e milhares perecem por epidemias. Essas ocorrências devem tornar-se mais e mais frequentes e desastrosas. A destruição será tanto sobre o ser humano como sobre os animais” (O Grande Conflito, p. 589, 590).

O ser humano tem sua parcela de culpa, mas ela é bem majorada pelos interessados nas pautas que derivam desse medo. Satanás causa e depois culpa o ser humano, que se sente na obrigação de fazer algo a respeito. Cenário perfeito de medo e engenharia social. Calamidades, imoralidade, corrupção, crise financeira e, depois, o “ato culminante”.

O inimigo está bem ativo por estes dias. E nós?