Para onde foi o menino Rhuan e para onde vão suas assassinas

rhuanA ilustração abaixo circulou nas redes sociais e emocionou muitas pessoas. Trata-se do garotinho Rhuan, de nove anos de idade, que teve o pênis cortado há um ano e foi degolado e esquartejado há poucas semanas pela mãe e a companheira dela (crime semelhante ao das lésbicas mexicanas que mataram um menino porque ele se recusou a usar um vestido rosa; confira aqui e aqui). A imagem suscita sentimentos contraditórios – de compaixão pelo menino e de raiva e indignação pela atrocidade cometida pelas duas. E levanta, também, um questionamento: Para onde foi Rhuan e para onde vão as duas assassinas? Segundo Jesus, o reino dos Céus é dos pequeninos (Mt 19:14), portanto, podemos imaginar que Rhuan se levantará de seu “sono da morte” por ocasião da volta de Jesus e terá uma eternidade pela frente, com pessoas, anjos e um Deus triúno que manifestarão por ele amor incomparável (saiba mais aqui). Lágrimas não mais serão derramadas (Ap 21). Nunca mais haverá sentimento de abandono e desprezo. Dor e morte ficarão no passado. O amor e o carinho que o pequeno Rhuan receberá para sempre serão infinitamente melhores que aquilo que ele experimentou em sua curta e trágica vida.

E quanto às duas? Bem, a menos que elas se arrependam de todo o coração e busquem o perdão de Deus, queimarão no lago de fogo com todos os ímpios empedernidos (Ap 20). No Apocalipse, João chama esse lago de “segunda morte” (Ap 20:14), a morte da qual não há retorno, pois suas consequências são eternas, daí também ser chamada de “fogo eterno”. Como diz o profeta Isaías, essa será a obra estranha de Deus (Is 28:21), ou seja, em respeito à decisão dos perdidos, Ele permitirá que eles não mais existam e recebam a punição por seus atos hediondos.

Que Jesus venha logo para que meninos e meninas não mais sejam alvo de violência e abusos, e para que monstros em forma humana recebam o pagamento por seus pecados! [MB]

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isis_rhuanNota 1: A atriz Ísis Valverde postou na sexta-feira um comentário sobre a morte do Rhuan e uma ilustração antifeminista e antiaborto. A repercussão e a pressão foram tantas que ela apagou e pediu desculpas. Não deveria ter cedido, pois fica óbvio que as lésbicas que mataram o Rhuan, tanto quanto as lésbicas do México, foram movidas pela androfobia alimentada em grande medida por movimentos feministas progressistas. A pouca repercussão de ambos os casos na mídia mainstream se deve ao fato de eles contrariarem certos discursos que estão sendo empurrados goela abaixo da sociedade. Veja: as assassinas são homossexuais e os assassinados são meninos, brancos e foram obrigados a deixar de ser o que não podiam deixar de ser: homens. Por que a mídia se recusa a discutir o que está envolvido nesses crimes?

Nota 2: O cantor Buchecha escreveu em seu Twitter: “Uma mãe lésbica e sua parceira esquartejaram um menino, porque queriam que ele fosse menina, cortaram o pênis da criança e assassinaram-na, não vi nenhum ativista das causas LGBTs e nem artistas se pronunciarem com veemência de costume, partidos políticos de causas próprias, tô fora.” Matéria publicada no site Acontece afirma que “toda vez que indivíduos que fazem parte de supostas minorias são vítimas de algum ato, os grandes meios de comunicação tendem a amplificar suas histórias, contudo, quando a ordem se inverte, e o agressor faz parte de uma das tais minorias, a grande mídia tende a diminuir o alcance dos ocorridos ou até abafar. O caso do menino Rhuan é apenas um exemplo.”

Nota 3: Quero ver logo mais a cara-de-pau de atores famosos pedindo dinheiro para certas campanhas de ajuda às crianças, depois de terem ignorado sistematicamente a tragédia do garotinho Rhuan, ou então depois de terem amarelado diante da pressão de grupos que não querem que esse crime ganhe mais visibilidade e venham à luz questões graves e delicadas ligadas a ele e jogadas para debaixo do tapete politicamente correto.