Será o fim do terraplanismo e da negação de que o ser humano foi à Lua?

luaEm pleno século 21, há pessoas que defendem a ideia de que a Terra seria plana e coberta por um “domo” sólido. Assim, o Sol e a Lua seriam muito menores que o nosso planeta e estariam girando e flutuando dentro da atmosfera. Logo, como o domo representa uma barreira, é impossível enviar satélites e naves ao espaço e, claro, os norte-americanos não pisaram na Lua em 1969. Foi tudo armação. Aliás, a Nasa e outras agências espaciais investem bilhões de dólares todos os anos só para manter as pessoas enganadas, pensando que a Terra é um globo. Por mais que sejam apresentados argumentos bíblicos, científicos e com base em textos claríssimos de Ellen White, há pessoas que preferem acreditar em vídeos de YouTube e teorias da conspiração. Mesmo que se diga que a Coreia do Norte e a China comunistas já enviaram, respectivamente, um foguete (que fotografou a curvatura da Terra) e uma sonda ao lado escuro da Lua, e que os russos, os maiores interessados em negar a alunissagem, não duvidam do feito dos americanos, os terraplanistas insistem em suas ideias e nunca nos mostram uma foto sequer da borda do mundo.

Os próximos anos poderão representar o sepultamento definitivo dessa ideia. Em 2020 a Nasa enviará uma capsula que vai circundar a Lua. Em 2022, será enviada uma nave tripulada para orbitar nosso satélite. E em 2024 o plano é fazer com que um casal de seres humanos pise no solo lunar. O investimento total poderá chegar a 40 bilhões de dólares (confira aqui).

No próximo 15 de julho, será a vez de a Índia enviar sua segunda missão à Lua, a Chandrayaan-2, que vai explorar o polo sul da superfície lunar. A previsão é que a sonda faça o pouso entre os dias 6 e 7 de setembro. A intenção do país é lançar uma nova missão com três astronautas a bordo, durante sete dias, em dezembro de 2021 (confira).

A Nasa também informou, na sexta-feira, que permitirá a hospedagem de turistas na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) pelo período de um mês. O preço por noite ficaria por volta dos US$ 35 mil (R$ 135,5 mil). A mudança reverte uma proibição de longa data contra turistas e interesses privados no laboratório de pesquisa em órbita, e reflete um impulso mais amplo para expandir as atividades comerciais na ISS e no espaço em geral (confira).

Sugiro que os terraplanistas façam uma vaquinha e enviem um representante para passar uns dias na ISS e tirar umas fotos do planeta, assim estariam contribuindo para os programas espaciais e para revelar finalmente a verdade. Que tal? Talvez isso seja mais fácil do que filmar a borda de gelo aqui embaixo… [MB]

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