O dia dos pais de antigamente.

paiQuarenta por cento das crianças nascidas nos Estados Unidos nascem de mães solteiras, e mal conhecerão os pais. Para as crianças hispânicas o número sobe para 52%, e para as crianças negras sobe ainda mais: para 70%. Das crianças mais sortudas, que nascem com pai e mãe, como antigamente, 45% irão vê-los se separar nos primeiros 15 anos de casamento. Justamente quando as crianças tiverem entre 2 e 12 anos; e que falta faz nessa idade. Entre 60% a 85% das crianças americanas não terão, portanto, muito que celebrar no dias dos pais. Por isso quero agradecer minha esposa, meus filhos e minhas noras por poder festejar o dia dos pais. E vou lhes fazer uma confissão:

Graças a eles eu comemoro o dia dos pais, todo santo dia e dou graças a Deus. Quando vejo meus filhos crescidos, trabalhadores, corretos, bem casados, cuidando dos meus netos com primor, com duas noras tanto quanto trabalhadoras e corretas, que eu amo de paixão. Não é todo pai, portanto, que tem essa bênção.

Muitos pais separados veem os filhos semana sim, semana não. Outros não falam com os filhos há anos, porque brigaram ou foram os filhos que brigaram entre si. Muitos pais viram os filhos se separar e assim veem os netos uma semana sim, uma semana não, e olhe lá.

O que fizeram com o pai de antigamente? Aquele que cuidava da esposa, dos filhos e dos netos em primeiro lugar? De onde veio todo esse ódio contra a família? Por que grupos ativistas destilam veneno contra o casamento e a favor da poligamia e da poliginia serial? Por que grupos ativistas são tão contra darmos uma visão sadia do mundo aos filhos, com um mínimo de ética e religião?

Se você ainda não se casou ou ainda não tem filhos, lembre-se:

Jamais abandone sua família e seus filhos por algo melhor, porque esse algo melhor pode ser ilusão momentânea.

Cuide de sua família com amor e carinho.

Assim você vai festejar o dia dos pais todo dia, e não somente no segundo domingo de agosto.

Aos meus filhos, esposa e noras, muito obrigado por todos esses dias.

(Stephen Kanitz, Facebook)

Nota do Marco Dourado: Isso foi planejado por ideólogos de esquerda ainda na primeira metade do século passado. Destruir a família e a religião faz com que o Estado seja a maior, se não a única referência existencial.

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