Perguntas interativas da Lição: Capacitação do Espírito para testemunhar

“Se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle” (Rm 8:9). Essa é uma afirmação muito séria! Mais do que isso, “todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus” (v. 14). Sem o Espírito Santo nos tornamos apenas uma imitação barata do que seria o cristianismo. Sem Ele, não teríamos condições de reconhecer nosso pecado nem de nos arrependermos. Sem Ele, jamais seríamos santificados dia a dia na vida cristã, como se espera tanto de nós (1Ts 4:3, 4, 7; Hb 12:14). E sem Ele não teríamos capacitação para pregar o Evangelho com poder (Lc 24:49; At 1:8; 4:31). Esse último aspecto foi o tema especial da lição dessa semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Atos 1:8. Por que é necessário receber “poder” do Espírito Santo para ser testemunhas de Jesus?

Atos 17:6 e Colossenses 1:23. Mesmo sem a tecnologia de que dispomos hoje, como os primeiros cristãos conseguiram pregar para “toda criatura que há debaixo do céu” e “alvoroçar o mundo” com sua influência? Quais são os impedimentos para que isso possa ocorrer novamente em nossos dias, e como podemos superá-los?

João 15:26-27; 16:7. Por que primeiro Jesus tinha que “subir” para só então enviar o Espírito Santo para Sua igreja?

João 16:8. Por que o Espírito Santo precisa “nos convencer” do pecado? O que significa isso?

Como seria se, como cristãos, não recebêssemos o Espírito Santo ou não fôssemos guiados por Ele? (Veja Romanos 8:9, 14 e discuta sobre a profundidade dessas afirmações.)

Ao darmos estudos bíblicos ou testemunharmos, por que é importante sempre nos lembrarmos de que é o Espírito Santo que converte as pessoas e não nós mesmos?

Leia Atos 2:41; 4:4; 5:14; 6:7; 16:5. Por que há uma relação direta entre o poder do Espírito Santo e o crescimento numérico da igreja? O que os líderes de uma igreja que não cresce devem fazer nesse sentido?

Atos 4:31; 8:4; 17:2. A lição de quarta-feira lembra que “os discípulos proclamaram a Palavra de Deus, não a palavra deles”. Apesar de ser importante falar às pessoas sobre nossa própria experiência com Deus, por que a Bíblia deve ser o fundamento do nosso testemunho?

No livro de Atos encontramos diversas experiências de conversão. Por que nunca devemos supor que alguém tenha ultrapassado a esperança de salvação? Como esse pensamento muda nossa atitude para com todas as pessoas?

Como podemos nos tornar mais abertos e receptivos ao poder do Espírito Santo? Em outras palavras, quais escolhas nossas O habilitarão a atuar em nós e por meio de nós? Por outro lado, que atitudes do estilo de vida atual nos tornam insensíveis à atuação do Espírito Santo?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Canais de divulgação no Telegram: um convite especial para você

Apps-Telegram-iconPara facilitar a divulgação dos conteúdos que produzo e compartilho diariamente, criei dois canais no Telegram: MichelsonBorgesNews e MichelsonBorgesDevocionais. No News, divulgo as novas postagens dos blogs Criacionismo e OutraLeitura, além dos vídeos do meu canal no YouTube; e no Devocionais compartilho os conteúdos que crio diariamente como parte do projeto Reavivados Por Sua Palavra (textos, áudios e vídeos com reflexões bíblicas). O Telegram tem muitas vantagens em relação ao WhatsApp, sendo duas delas a privacidade dos membros do grupo/canal (já que o número dos telefones não é visível) e a quantidade ilimitada de pessoas que podem se inscrever no canal. Convido você a se inscrever em ambos os canais usando os links de acesso abaixo. Sinta-se à vontade para encaminhar este convite para seus amigos, familiares e quem mais você considerar que tenha interesse nesses conteúdos. Muito obrigado e bem-vindo(a)! – Pr. Michelson Borges

https://t.me/michelsonborgesnews

https://t.me/michelsonborgesdevocionais

Ministério Fingerprint estreia no OutraLeitura

Logo_Fingerprint_MinistryValéria Sitta é mestre em Psicologia da Educação pela USP-SP, pós graduada em Psicopedagogia pela PUC-SP e tem especialização em Moralidade Infantil (UNICAMP). Durante sua pesquisa com 20 famílias ao redor do mundo, especializou-se em Home Learning Education – Ambiente de Aprendizagem em Casa (HLE). Atualmente, usa eixos dessa metologia em seus atendimentos personalizados online junto às famílias no programa “Mentorias Personalizadas para Famílias Diversificadas”. Tem experiência corporativa na LEGO Educacional como diretora pedagógica por 11 anos para a América Latina e foi professora universitária em cursos como Pedagogia e Psicologia da Educação. Atuou em projetos de educação, saúde e psicologia em países como Índia, Tailândia, México, Argentina, Estados Unidos e Austrália. Com o apoio do marido, Paulo, criou o ministério Fingerprint, que estreia aqui no blog com duas “seções”: “Fingerprint família” e “Fingerprint crianças”. Sejam bem-vindos, Valéria e Paulo!

Os dois vídeos abaixo inauguram as duas “seções”.

Fingerprint família – tema 01: “Educar sem culpa”

Criar tempo em família com o pouco tempo que a gente tem é possível? Será que existem metodogias para isso? Você precisa assistir a esse vídeo! Assista outros vídeos no site Fingerprint ou no canal no YouTube, e siga o ministério e suas redes sociais:

Site: fingerprintministry.com
YouTube: YouTube.com/c/fingerprintministry
Instagram: Instagram.com/fingerprintministry
Facebook: Facebook.com/fingerprintmini

Fingerprint crianças – 01: “Davi e Golias”

A história de Davi e Golias nos inspira e nos enche de alegria pelo poder e proteção de nosso Deus ao jovem Davi. Mais uma das belas histórias da Bíblia, usando a criatividade para passar tempo de qualidade com seus filhos e alunos.

As 45 metas do comunismo – quase todas cumpridas

comunismo2Publicadas pela primeira vez na 8ª edição de O Comunista Exposto, em 1961, as 45 metas do comunismo foram recolhidas de depoimentos dados ao Congresso norte-americano por vários estudiosos e dos escritos comunistas da época. A orientação geral dessas metas era atacar os fundamentos judaico-cristãos. Para os que acreditam que o “marxismo cultural” promovido por Gramsci é uma lenda, deixo a pergunta: Por que quase todas as metas do comunismo foram cumpridas debaixo do nosso nariz e as poucas que faltam ser alcançadas estão sendo exatamente agora? Coincidência? Destaco aqui algumas dessas metas para você ver com os próprios olhos. Mesmo que a expressão “marxismo cultural” seja questionável (talvez a melhor fosse “gramscismo”), negar a realidade que ela descreve é agir como aqueles que pensam que o diabo não existe, o que lhe permite atuar livremente. É como escreveu o filósofo alemão Schopenhauer: “Quem espera que o diabo ande pelo mundo com chifres será sempre sua presa.”

(Fica aqui a recomendação de leitura de O Comunista Exposto, de W. Cleon Skousen, e dos conteúdos listados neste link e neste também.)

Vamos às metas:

17. Controlar as escolas. Usá-las como meios de transmissão do socialismo e da propaganda comunista vigente. Suavizar o currículo. Controlar as associações de professores. Impor a linha do partido nos livros didáticos.

20. Infiltrar a imprensa. Controlar as resenhas literárias e as redações editoriais e ocupar os cargos diretivos.

21. Ocupar as posições-chave no rádio, na televisão e no cinema.

24. Eliminar todas as leis sobre obscenidade, dando a elas o rótulo de “censura” e violação da liberdade de expressão e imprensa.

25. Quebrar os padrões culturais de moralidade através da promoção de pornografia e obscenidade em livros, revistas, filmes, rádio e TV.

26. Apresentar a homossexualidade, a degenerescência e a promiscuidade como algo normal, natural e saudável.

27. Infiltrar as igrejas e substituir a religião revelada pela religião “social”. Descreditar a Bíblia e dar ênfase à necessidade de maturidade intelectual, a qual prescinde de uma “muleta religiosa”.

28. Eliminar a oração ou qualquer faceta da expressão religiosa nas escolas com base na alegação de que violam o princípio da separação entre igreja e Estado.

40. Descreditar a família como instituição. Encorajar a promiscuidade e o divórcio facilitado.

O vídeo abaixo mostra mais uma peça sendo movida no tabuleiro desses interesses:

Só pra lembrar (e acordar!), esses senhores de preto, em sua maioria, foram indicados por governos alinhados com a ideologia comunista e estão levando avante as metas citadas acima. Querem acabar com os valores cristãos que são um empecilho para seu projeto de poder. E agora estão usando justamente os influenciadores amados por esta geração ingênua. Estão desvirtuando nossos filhos. Estão colocando nossos filhos contra nós. E isso é muito triste. Muito revoltante.

AGORA PRESTE ATENÇÃO, POR FAVOR:

Antes de afirmar que sou defensor da direita ou “bolsominion”, coisas que não sou; e antes de me acusar de estar promovendo discussões políticas (o que também é um erro, pois nunca falei de política partidária ou algo parecido em minhas redes sociais – falo de ideologias que têm implicações religiosas e escatológicas, coisa que os bons entendedores compreendem), permita-me dizer-lhe que nunca deixei de apontar também o perigo que vem da direita, justamente em reação às pautas da esquerda. A direita conservadora é alinhada com as religiões hegemônicas, tanto protestantes quanto católica, e promoverá cada vez mais a nefasta aproximação entre a igreja e o Estado (veja isto e isto), permitindo que a religião se intrometa mais e mais em assuntos políticos, chegando ao ponto de, como sabemos, apoiar uma legislação opressora conhecida como “decreto dominical”. Se será um governo de direita ou de esquerda que assinará essa lei nos Estados Unidos, isso pouco importa (na verdade, já têm havido alguns alinhamentos de agendas). Quem moveu o pêndulo de lá para cá e de cá para lá, promovendo ações e reações, foi Satanás em pessoa. Os verdadeiros ingênuos são aqueles que incentivam a polarização e se alinham fanaticamente à esquerda ou à direita, ignorando o cenário maior, a realidade mais ampla do grande conflito e os verdadeiros senhores deste mundo de pecado (Efésios 6:12), para os quais as figuras políticas e os influenciadores desse ou daquele lado são apenas marionetes.

Pautas LGBT+, de combate ao racismo, feministas, etc., por mais que contenham elementos válidos, provenientes de uma preocupação genuína oriunda de problemas reais (como o preconceito e a desigualdade), vêm sendo instrumentalizadas por elementos e poderes que as veem apenas como peças úteis num projeto subversivo muito maior. E justamente por amor aos sinceros e, como dizia Lênin, “idiotas úteis”, vale a pena continuar orando e erguendo a voz, apresentando a única solução real para este mundo perdido: o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo, a verdade que liberta (João 8:32) e a promessa de Sua breve volta a este mundo.

Adventistas deviam saber de tudo isso, pois sabem que a primeira subversão rebelde começou no Céu e se estendeu para a Terra. Adventistas não deviam ser presa fácil dessa rede diabólica, mas acabam sendo. Adventistas não deviam se desviar nem para a esquerda nem para a direita, mas olhar apenas para o Alto. Mas sabe por que muitos deles estão se perdendo pelo caminho? Leia Oseias 4:6.

Michelson Borges

A Bíblia não é machista nem feminista

01“E criou Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Gênesis 1:27

A Bíblia emerge de um contexto cultural extremamente machista; isso faz com que sua visão de mundo em relação à mulher seja tão impressionante. Mas, veja, a Bíblia não é nenhum material revolucionário criado para libertar minorias da opressão, ainda que fale sobre isso. Ela é a verdade sobre a realidade do mundo. A maioria das ideologias que têm sua origem em elucubrações humanas são sintéticas, falsas e ilusórias. A Bíblia coloca cada quem em seu devido lugar, tendo como background a criação, a queda e o plano da redenção. O ser humano, tanto homem quanto mulher, encontra sua verdadeira identidade em Sua Palavra.

Esse texto da criação do ser humano é uma granada lançada no colo dos ouvintes iniciais. Ainda que nessa cultura haja deusas povoando o panteão, a hierarquia com os deuses é incomparável. Muitas dessas deusas concebiam filhos, fruto de relações forçadas, fixando na cultura a ideia da mulher como um ser inferior e com funções meramente reprodutivas. Os cultos a Baal (deus canaanita) envolviam relações sexuais com prostitutas cultuais. Não pense que elas se elegiam para o cargo.

Com esse pano de fundo tente imaginar o que seria para aqueles homens, naquele tempo, escutar as palavras de que Deus fez homem e mulher à Sua imagem e que aos dois foi dada a ordem de governar sobre a terra (v. 28).

Nós não precisamos do feminismo para dizer que a mulher tem o mesmo valor que o homem; necessitamos da Bíblia. Não precisamos ler a Bíblia com as lentes da ideologia para poder libertar minorias; devemos apenas ler a Bíblia. Alias, qualquer conceito que venha do ser humano deve se curvar diante da Palavra de Deus em humildade, pois é ali que está a realidade de quem é Deus, quem é o ser humano e para que fomos criados.

(Fábio Martinelli é pastor adventista; via Facebook)

Sobre bruxas, aborto e analfabetismo espiritual

[Alguns dias atrás, postei em minhas redes sociais o pensamento abaixo, do grande escritor e jornalista Gilbert Chesterton. Devido ao analfabetismo funcional (talvez espiritual) ou pura má-vontade mesmo, perfis progressistas teceram críticas ácidas contra mim (no melhor estilo ad hominem destrutivo), alguns até pensando que a frase fosse minha. Fui acusado de inquisidor, capaz de condenar mulheres à fogueira, caso vivesse em tempos medievais! Os pregadores do amor e da tolerância não se envergonham de distorcer intenções e expressões, com o propósito de linchar alguém de quem discordem em termos de ideologia e cosmovisão. Fico até constrangido em ter que explicar a frase de Chesterton (que não tem nada que ver com promoção da caça-às-bruxas), e com receio de indicar a leitura de seus livros como o Ortodoxia. Imagine o que essas pessoas podem fazer com os textos dele… Agradeço à bióloga Liziane Nunes Conrad Costa por dedicar tempo para escrever a reação abaixo. – MB]

bruxas

É lamentável observar a falta de uma “outra leitura” em pessoas que se dizem adventistas. A falta de amor ao próximo é tamanha que não lhes permite perceber as lentes ofuscadas pela lama de um idealismo que tem se mostrado de fato subversivo, ou seja, contrário aos princípios bíblicos e doutrinários de nossa Igreja. Gostaria de incitá-los a olhar o mundo ao redor e observar o contexto além do texto. O termo “bruxas” tem ganhado muita força entre as feministas. Em sua raiz, o feminismo é construído sobre uma fundação desprovida de Deus. O movimento feminista é tecido com o mesmo pecado cometido por Satanás no início dos tempos. Um coração rebelde que orgulhosamente diz: “Eu não preciso de você, Deus. Obrigada, mas eu vou fazer as coisas do meu jeito.” É lamentável e ao mesmo tempo inacreditável ver um movimento desses, pró-aborto e imoral, ganhando forças dentro do cristianismo. Nós não precisamos de feminismo para mostrar o nosso valor. Deus já disse, em Gênesis 1:27, que somos valiosas, refletimos a imagem de dEle. O que nós precisamos é mostrar amorosamente a todas as mulheres quão valiosas e preciosas elas são para Deus. Precisamos voltar a abraçar o desígnio de Deus para o casamento, a família, a dignidade da vida e a sexualidade. Precisamos nos arrepender do nosso orgulho e aceitar a Palavra de Deus como a autoridade em nossa vida.

O feminismo nunca ofereceu uma solução que a Bíblia já não tenha dado.

A Palavra de Deus tem todas as respostas que precisamos. Em Cristo, nós (homens e mulheres) vamos encontrar toda a realização, valor e propósito que esta vida tem para oferecer. A publicação de Michelson Borges é uma crítica, muito inteligente por sinal, ao feminismo que tem ganhado espaço dentro das nossas igrejas. Mas essa leitura só é nítida para quem entende o contexto, o pano de fundo que estamos vivendo.

Tenho me decepcionado ao ver pessoas deste grupo […..], que se dizem pensantes, mas que têm se mostrado profundamente iletradas. Esse era para ser um grupo que levasse os indivíduos a observar além, nas entrelinhas. A ideia por trás de um texto. Apesar disso o que tenho encontrado são discursos de ódio, desrespeito e ofensas desmedidas, além de um vocabulário baixo, não condizente com a postura de um verdadeiro cristão.

Ainda que, em nossa ignorância, possamos discordar de alguém, cabe-nos amar as pessoas e orar por elas. Vivemos um tempo ímpar e a volta de Cristo é iminente! Os enganos de Satanás são muitos e ele sabe disso.

Lembro-me de que nossos queridos pioneiros sofreram muitas críticas por pregar as verdades bíblicas. Infelizmente, tenho visto muitos pastores, além do Michelson Borges, que são alinhados com a Bíblia, com a Igreja e com o Espírito de Profecia, sendo atacados indevidamente. Por outro lado, vemos outros disseminando enganos sutis e que ganham a confiança de muitos. Neste momento, cabe-nos orar ainda mais pelos pastores de nossa Igreja. Estudar a Bíblia e seguir a Cristo, em vez de seguir pessoas. Quando pensarmos que algum de nossos líderes está em pecado, oremos e deixemos o caso nas mãos de Deus, que tudo vê. Os pastores que são joio não permanecerão na obra!

Mais uma vez apelo ao vosso coração para orarem mais e estudarem mais a Bíblia, cuidando para que ninguém nos engane. “Satanás operará seus milagres para enganar; estabelecerá seu poder como supremo. A igreja talvez pareça como prestes a cair, mas não cairá. Ela permanece, ao passo que os pecadores de Sião serão lançados fora no joeiramento – a palha separada do trigo precioso. É esse um transe terrível, não obstante importa que tenha lugar. Ninguém senão os que venceram pelo sangue do Cordeiro e a palavra de seu testemunho será encontrado com os leais e fiéis, sem mácula nem ruga de pecado, sem engano em sua boca. Precisamos despojar-nos de nossa própria justiça e revestir-nos da justiça de Cristo” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 380). Usando de misericórdia para com o mundo, Jesus retarda a Sua vinda, para que pecadores possam ter oportunidade de ouvir a advertência, e encontrar nEle refúgio antes que a ira de Deus seja derramada.

Hoje, como nos séculos anteriores, a apresentação de qualquer verdade que reprove os pecados e erros do tempo suscitará oposição. “Todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas” (João 3:20). Ao verem os homens que não podem sustentar sua atitude pelas Escrituras, decidir-se-ão muitos a mantê-la a todo transe, e, com espírito mau, atacam o caráter e intuitos dos que permanecem na defesa da verdade impopular. É o mesmo expediente que tem sido adotado em todos os tempos. Elias foi acusado de ser o perturbador de Israel, Jeremias de traidor, Paulo de profanador do templo. Desde aquele tempo até hoje, os que desejam ser fiéis à verdade têm sido denunciados como sediciosos, hereges ou facciosos. Multidões que são demasiado incrédulas para aceitar a segura palavra da profecia, receberão com ilimitada credulidade a acusação contra os que ousam reprovar os pecados em voga” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 458, 459).

Pastor Michelson Borges é um grande servo de Deus, que tem trabalhado incansavelmente para disseminar as verdades bíblicas e alertar sobre as investidas do inimigo contra o povo de Deus. Apesar de toda crítica e injúria, ele permanece fiel e segue em defesa da verdade, mesmo que seja impopular.

Nota: Ao ler esse texto da Liziane, uma feminista teria como “escapar” dizendo que há uma generalização, porque existe o feminismo pró-vida (irrelevante numericamente, e que foi expulso da Marcha das Mulheres nos Estados Unidos); porque existe o feminismo cristão (que é teologicamente liberal); ou apelando para o truque “você está confundindo feminismo com femismo”, argumento negado pela própria literatura feminista. Geralmente, o que funciona é expor o pensamento das autoras feministas para as meninas que se acham feministas, e perguntar: “Você concorda?” Algumas dizem: “Não… mas sou feminista mesmo assim!” Ou seja: discorda de todas as principais pensadoras feministas, mas se considera do movimento? Nem elas considerariam essa menina feminista! É como se dizer católico, mas não acreditar no papa, nos santos e em Maria.

Aos interessados, sugiro a leitura do ótimo livro Feminilidade Radical: Fé feminina em um mundo feminista, de Carolyn McCulley.

Ellen G. White: acréscimos à Bíblia?

Há poucos dias, o canal Teologar postou um vídeo em que o apresentador insinua que para nós, adventistas, Ellen G. White seria um acréscimo à Bíblia. Naturalmente que discordamos disso veementemente, pois essa não é a nossa crença. Por isso, resolvemos trazer uma pequena resposta (não exaustiva, naturalmente) que poderá ajudá-lo a entender como cremos.

Sábado terá “A Grande Tribulação”: terceiro mês de lives proféticas

liveAs lives “Profecias que Abalarão a Igreja e o Mundo” marcam aniversário de três meses com a quinta edição. Amanhã (sábado, 25, às 19h), a live terá como tema “A Grande Tribulação” (o tempo de angústia).

Desde 25 de abril, grupo de pastores abre espaço para estudo interativo das profecias com ênfase naquelas que vão abalar a igreja e o mundo. A iniciativa ultrapassa 100 mil views replicados em diversos canais brasileiros, como Michelson Borges, Gilberto Theiss, Eleazar Domini, Sérgio Monteiro, Minuto Profético, todos no YouTube.

Já participaram os pastores Lucas Silva e Josanan Alves, respectivamente, líderes sul-americanos da Associação Ministerial e Mordomia Cristã da Igreja Adventista. O pastor Renato Stencel (diretor do Centro White/Unasp) participou da live histórica no início da pandemia.

Relembre as lives

1ª live | 25 de abril: “Profecias Especiais”

2ª live | 2 de maio: “Sacudidura”

3ª live | 23 de maio: “Chuva Serôdia”

4ª live | 20 de junho: “Selamento”

5ª live | 25 de julho: “A Grande Tribulação”
Canais  do YouTube: michelsonborges, gilbertotheiss, eleazardomini, sergiomonteiro

(Pastor Jael Enéas)

Perguntas interativas da Lição: O poder da oração intercessória

pray-manNão sabemos orar como convém (Rm 8:26). E quando a oração é egoísta, ela foge totalmente de seu propósito (Tg 4:3). Mas esse propósito é atingido quando pedimos para ser guiados pela vontade de Deus, e quando intercedemos por outras pessoas de acordo com a vontade dEle. Não entendemos exatamente como a oração por outros pode influenciar suas vidas. Mas sabemos que, de alguma forma, alguma coisa acontece a favor do reino de Deus. Portanto, é nosso dever orar uns pelos outros, especialmente quando o assunto é a salvação eterna.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Sendo que Deus sabe de tudo, por que precisamos orar? (R.: Para manter comunhão com Ele e ter o caráter em harmonia com o dEle; para entender Sua vontade ou ter paciência enquanto não a entendemos; para receber forças; para produzir em nós o fruto do Espírito Santo; para perceber Sua direção e ser usados por Ele; etc.)

Colossenses 4:3, 4; Efésios 6:18, 19. Por que os primeiros cristãos não oravam apenas por si mesmos, mas especialmente pela salvação de outros? O que isso deve nos ensinar a respeito dos “nossos motivos” na oração particular e nos cultos de oração?

Leia Atos 12:11, 12. Se os cristãos não estivessem em oração por Pedro enquanto ele estava na prisão, é muito provável que Deus o tivesse libertado da mesma forma. Se esse for o caso, então por que a igreja precisava orar por ele? (R.: Não oramos para que Deus possa agir, mas para expressar que estamos interessados em Sua causa enquanto Ele age, e também para entendermos Sua vontade e atuarmos em sintonia com ela. E, de alguma forma, a oração pode também abrir novos caminhos possíveis que não imaginamos. Os membros da igreja só não estariam em oração por Pedro se ignorassem o ocorrido ou se o interesse deles estivesse em outro assunto diferente do de Deus para aquele momento e local.)

Pense nisto: Como seria se, ao sair da prisão, Pedro descobrisse que a igreja não estava orando por ele? O que esse fato revelaria sobre a natureza e a experiência espiritual dos membros dessa igreja? O que deveria ser feito para ajudar esses membros nesse caso?

Tendo em mente que “a nossa luta não é contra a carne e o sangue” (Ef 6:12), de que forma a oração nos torna participantes ativos na luta de Deus contra o mal?

Tendo em vista a realidade presente do Grande Conflito, por que faz parte do plano de Deus não nos conceder algumas coisas se não as pedirmos? (R.: temos que demonstrar interesse no plano de Deus e reconhecer que dependemos dEle.)

Lucas 5:16; 22:31, 32. Por que Jesus orava? Que tipos de situação faziam Ele orar mais ainda? Por quê?

Veja as coisas específicas que Paulo pediu em favor dos membros da igreja em Éfeso (1:15-21) e em Filipos (1:3-11). Por que as orações têm que ser específicas, e não pedidos vagos e “enlatados”?

Veja Daniel 10:12, 13. Como os príncipes (ou “potestades”) espirituais do mal são derrotados (ou pelo menos restringidos) por meio de nossas orações? Como esse conhecimento afeta sua vida de oração?

É fato que Deus deseja que todos sejam salvos (1Tm 2:4) e Ele opera nesse sentido independentemente da oração de outras pessoas. Sendo assim, de que maneiras a oração pode abrir mais possibilidades para Deus agir? (R.: Ela torna possível que nós mesmos sejamos “instrumentos a mais” nos casos daqueles que podemos influenciar. Mas, no caso de orarmos por pessoas às quais não temos nenhum acesso, não sabemos explicar como isso acontece, mas, de alguma forma, haverá influências da oração sobre elas!)

“Orai sem cessar” (1Ts 5:17). Mesmo que não entendamos exatamente como a oração funciona, por que devemos continuar orando?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Trabalhar um dia a menos por semana para “salvar o mundo”

salvar mundoSe todas as pessoas no mundo consumissem o mesmo nível de combustível, comida, roupa e material de construção que os europeus, seriam necessários 2,8 planetas Terra. Se todos adotassem o estilo de vida americano, precisaríamos de cinco planetas equivalentes ao nosso. Sem dúvida, estamos vivendo de maneira insustentável – seja quando nos deslocamos, ganhamos ou gastamos dinheiro. No ano passado, o chamado Dia da Sobrecarga da Terra chegou mais cedo do que nunca, em 29 de julho. Ele marca o dia em que a demanda da humanidade por recursos naturais excede o que o planeta é capaz de fornecer em um ano, de acordo com a organização internacional Global Footprint Network. A última vez que conseguimos chegar até dezembro foi em 1972.

Há uma nova teoria, no entanto, que sugere que é possível reverter esse cenário: devemos trabalhar menos, desacelerando assim a economia global e diminuindo nosso apetite aparentemente insaciável por consumo. Mas será que isso é viável – e realmente salvaria o mundo?

Mudar nossos hábitos de trabalho em escala global é uma tarefa monumental. O americano médio trabalha 44 horas por semana e tem apenas 10 dias de férias. Na China, uma jornada de 72 horas, seis dias por semana é comum. E, no Japão, se trabalham tantas horas por dia que existe até uma palavra para “morte por excesso de trabalho”: karōshi.

No entanto, uma análise da Universidade Amherst de Massachusetts, nos EUA, argumenta que “trabalhar menos é bom para o meio ambiente”. O estudo afirma que se passássemos 10% menos tempo trabalhando, nossa pegada de carbono seria reduzida em 14,6% – em grande parte devido à diminuição dos deslocamentos diários e do consumo de alimentos processados nos intervalos. Um dia inteiro de folga por semana reduziria, portanto, nossa pegada de carbono em quase 30%.

Costumamos culpar a indústria e grandes empresas pelas mudanças climáticas. Mas a maneira como vivemos, trabalhamos e consumimos é, na verdade, a principal fonte de emissões. […]

A ideia de semanas de trabalho mais curtas aliadas ao crescimento sustentável está começando a ganhar força. No ano passado, quase um milhão de metalúrgicos na Alemanha ganharam o direito a trabalhar 28 horas por semana (a jornada deles antes era de 35 horas semanais), enquanto o Partido Trabalhista do Reino Unido (o segundo maior partido no Parlamento) flerta com a ideia de uma jornada de trabalho de quatro dias por semana.

Will Stronge, cofundador e diretor da Autonomy, centro de estudos voltado para o futuro do trabalho, defende o crescimento sustentável. Ele cita o exemplo recente de funcionários dos correios do Reino Unido que pleitearam com sucesso por uma redução na jornada de trabalho de 39 horas para 35 horas semanais, mantendo o mesmo salário.

“Em muitas empresas, se você disser que vai reduzir o salário […] mas compensar com um dia extra de folga, a maioria dos funcionários não terá condições de aceitar.”

Do ponto de vista ambiental, ele diz que “o consumo de eletricidade [nacionalmente] diminui bastante nos fins de semana e feriados”, sugerindo que há ganhos de eficiência energética ao se trabalhar menos.

Outra defensora do crescimento sustentável, Alice Martin, chefe de trabalho e remuneração da New Economics Foundation, acredita que “se você diminuir a carga horária de trabalho mantendo o salário, as evidências sugerem que isso tem efeitos positivos na redução das emissões de carbono”.

Segundo ela, diminuir em 20% as horas trabalhadas se traduz em uma redução semelhante nas emissões de carbono – devido a mudanças de comportamento, como menos deslocamentos diários, comer comida caseira em vez de alimentos processados e passar mais tempo localmente, até se envolvendo em trabalhos voluntários.

“Ter mais tempo na vida para fazer as coisas de que você realmente gosta pode resultar em uma mudança de estilo de vida, fazendo com que você, na verdade, pare de consumir tantos produtos com alto teor de carbono”, diz ela. […]

(BBC Brasil)