Tremor é sentido em cidades do Recôncavo Baiano e no sul do estado

Tremores de terra foram sentidos na manhã deste domingo em cidades do Recôncavo Baiano e no sul do estado. Os tremores foram registrados pelo Centro de Sismologia da USP (Universidade de São Paulo) e atingiram magnitudes de 4.2 e 3.7 na escala Richter, na cidade de Amargosa, cerca de 160 km de Salvador. Não há registro de feridos. O primeiro tremor, mais forte, foi registrado por volta das 7h45. O segundo, um pouco mais brando, perto das 8h20. Segundo registros da PM (Polícia Militar), o serviço 190 recebeu ligações de moradores da região com relatos sobre o tremor. “Várias informações de populares de Santo Antônio de Jesus, além das cidades de Castro Alves, Varzedo e Amargosa, noticiando que sentiram um abalo sísmico que durou cerca de 10 segundos, causando pânico em alguns moradores”, diz um informe da PM. O órgão diz não ter registros, até o momento, de notícias de danos ou vítimas em razão do tremor. Os tremores de hoje foram sentidos em ao menos 19 cidades da Bahia. […]

O Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte acompanha o local há anos e aponta que o tremor foi o mais intenso já medido na região. “O Recôncavo tem historicamente notícias de outros tremores. É uma região também com essas características, mas não com tremores nessa ordem de grandeza”, afirma Eduardo Menezes, mestre em geofísica do laboratório da UFRN. […]

Nos últimos dias diversos tremores de terra foram registrados em municípios da Região Nordeste, de acordo com o Laboratório de Sismologia da UFRN. […]

(UOL)

Fingerprint Crianças: a Páscoa

Hoje vamos falar sobre Cristo, o verdadeiro sentido da Páscoa! A história de Jesus ao nascer, viver, morrer e ressuscitar nos enche de esperança ao ver o exemplo, as lições, ensinos, discipulado, salvação e AMOR de Deus por nós! Ao morrer em nosso lugar, Jesus devolveu a esperança de vida eterna ao lado dEle. Viva e compartilhe o real sentido da Páscoa.

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Fingerprint Família | Era uma vez… (saúde física)

O tema Saúde Física é muito mais amplo do que somente nutrição. Surpreenda-se com esse conteúdo! Assista a esse e outros vídeos no canal Fingerprint no YouTube, e siga as redes sociais do ministério:

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Azazel representa Jesus?

Nova Terra forever!

Perguntas interativas da Lição: desenvolvendo uma atitude conquistadora

“Essa religião sentimental que não faz caso do pecado e que só se demora no amor de Deus pelo pecador, estimula-o a crer que Deus o salvará embora continue em pecado e saiba que é pecado. É assim que estão procedendo muitos que professam crer na verdade presente. A verdade é mantida fora de sua vida, e esta é a razão por que ela não tem mais poder para convencer e converter a alma” (Ellen White, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 155). A lição desta semana trata sobre um aspecto muito importante que está relacionado a essa citação. Devemos conquistar as pessoas ao nosso redor com amor incondicional, promovendo acolhimento, aceitação e amizade. Mas se essa atitude nobre não chegar a um ponto em que a verdade bíblica seja apresentada ao amigo, isso não é amor, mas é a falta dele. Se realmente amamos como Cristo espera que amemos, não deixaremos de apresentar a Verdade em todo o momento oportuno, “com toda a paciência e doutrina” (2Tm 4:2).

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia Lucas 15:1, 2. Tendo como base o caráter e a missão de Jesus, por que Ele “recebia pecadores e comia com eles”? Qual era o resultado dessas interações de Jesus?

Pense nas barreiras sociais e religiosas que separavam os judeus e os samaritanos. Estes haviam construído seu próprio templo no monte Gerizim e desenvolvido ideias teológicas muito “estranhas” que os tornaram detestáveis para os judeus. Leia João 4:3, 4. Apesar dessas diferenças, em que sentido “era necessário” Jesus passar por Samaria? Como Ele ainda conseguia ver pessoas receptivas naquele lugar? Que lições importantes aprendemos de Seu encontro com a mulher junto ao poço?

Se dependesse dos discípulos, a cidade de Samaria jamais seria evangelizada (Lc 9:51-54). Apesar de esse pensamento ser assustador, por que ainda hoje muitos cristãos cometem o mesmo erro em relação a algumas classes de pessoas? Como podemos desenvover um olhar como o de Jesus para com as pessoas aparentemente improváveis de receber o Evangelho?

De acordo com Romanos 15:7 e Efésios 4:32, qual é o fundamento para aceitarmos e acolhermos todas as pessoas? De que forma o acolhimento e a amizade sincera podem ajudar a conduzir uma pessoa a Cristo?

De acordo com a lição de quarta-feira, um relacionamento que fique só na “aceitação” e na “amizade”, sem confrontar o outro indivíduo amorosamente com as verdades das Escrituras, equivale a “deixar de amá-lo”. Uma citação parecida é apresentada na lição de quinta-feira, que diz: “Jesus não deixou de apresentar a verdade ‘por causa do amor’, pois isso não seria amor.” Por que a não apresentação da verdade bíblica a um(a) amigo(a) equivale a não amá-lo(a) de verdade?

Veja em 1 Pedro 3:15, 16 a importância de se apresentar a Verdade em um espírito amoroso e acolhedor. Qual é o perigo de um evangelho que apenas “ama”, mas não apresenta a verdade bíblica? Por outro lado, qual é o perigo de se apresentar somente a verdade bíblica, sem amor? Por que essas duas coisas não estão em contradição?

Veja outra citação irresistível da lição de quarta-feira: “A atitude de Jesus não era: ‘Faça o que quiser. Está tudo bem. Eu ainda aceito você.’ Em vez disso, Sua atitude era: ‘Não importa o que você tenha feito, Eu estou disposto a perdoá-lo(a) e lhe conceder poder para mudar.’” Qual é a diferença entre esses dois “tipos” de Jesus? Por que a sociedade tem imaginado e divulgado um Messias que simplesmente “aceita tudo” com muito amor, mas não transforma ninguém para que se torne conforme às Escrituras?

É cada vez mais frequente nos dias atuais chamar de “hipócritas” pessoas que ainda reconhecem o pecado como pecado; no entanto, por que a verdadeira hipocrisia se encontra na atitude de viver um cristianismo em que basta apenas ao pecador “amar” e “ser amado”, sem que haja abandono daquilo que é contrário às Escrituras?

Como podemos acolher verdadeiramente todas as pessoas, mesmo sem justificar seu comportamento pecaminoso ou ser conivente? Em sua opinião, qual seria o “ponto certo” da amizade para que a Palavra de Deus possa ser apresentada? Que oportunidades deveriam ser aproveitadas ou até mesmo criadas para isso, sem “ferir” a pessoa com as Escrituras?

Como podemos desenvolver um caráter que, em vez de apontar os defeitos e as falhas das pessoas, exalte suas qualidades e crie pontes de aproximação? Como podemos ver e tratar todas as pessoas como possíveis candidatas ao reino de Deus? Que atitudes você e sua comunidade adventista podem tomar a partir de hoje para conquistar pessoas aparentemente improváveis para Cristo?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

A mãe do Dr. Ben Carson e a decisão que mudou o rumo da família

benBen Carson disse sobre si mesmo: “Eu fui o pior aluno da minha classe na quinta série.” Certo dia, Ben fez uma prova de matemática com 30 problemas. O aluno sentado atrás dele corrigiu sua prova e a devolveu. A professora, a Sra. Williamson, começou a chamar o nome de cada aluno para saber quanto tinha acertado. Por fim, chamou Ben. Todo constrangido, ele murmurou a resposta. A Sra. Williamson, achando que ele tinha dito “9” (nine) respondeu que, para ele ter acertado 9 de 30, era um progresso e tanto. O aluno sentado atrás dele gritou: “Nove, não! Ele não acertou nenhum” (none). Ben disse que queria que o chão se abrisse.

Ao mesmo tempo, sua mãe, Sonya, enfrentava seus próprios obstáculos. Ela vinha de uma família de 24 filhos, tinha só o terceiro ano primário e não sabia ler. Casou-se aos 13 anos de idade, divorciou-se, teve dois filhos e estava criando os meninos num bairro pobre de Detroit. Apesar disso, ela era muito autoconfiante e tinha uma crença firme de que Deus a ajudaria, bem como aos filhos, se fizessem sua parte.

Um dia, aconteceu algo que mudaria a vida dela e a deles. De repente, ela percebeu que pessoas de sucesso, cujas casas ela limpava, tinham bibliotecas — elas liam. Depois do trabalho, ela foi para casa e desligou a televisão que Ben e seu irmão estavam vendo. Basicamente, ela disse o seguinte: “Meninos, vocês estão assistindo à televisão demais. Daqui por diante, vão assistir a três programas por semana. No tempo livre, vão para a biblioteca, vão ler dois livros por semana e me trazer um relatório.”

Os meninos ficaram chocados. Ben disse que nunca tinha lido um livro em toda a sua vida, exceto quando exigido pela escola. Eles protestaram, reclamaram, brigaram, mas em vão. Depois, Ben refletiu: “Ela instituiu a lei. Não gostei da regra, mas sua determinação de ver nosso progresso mudou o curso da minha vida.”

E que mudança! Na sétima série, ele era um dos primeiros da classe. Depois, entrou para a Universidade de Yale com uma bolsa de estudos; em seguida, estudou na Escola de Medicina Johns Hopkins; e lá, aos 33 anos, tornou-se diretor da neurocirurgia pediátrica e um cirurgião renomado. Como isso foi possível? Principalmente porque uma mulher que não teve muitas das oportunidades que a vida oferece magnificou seu chamado de mãe.

(Pr. Tad R. Callister, Pais: Os melhores professores do evangelho de seus filhos, Conferência Geral de Outubro de 2014)

Leia os livros de Ben Carson. Clique aqui.

A intolerância dos que pregam a tolerância

branca

O caso de um homem negro baleado por policiais na cidade de Kenosha, no estado americano de Wisconsin, no último domingo (23) reacendeu os protestos contra o racismo nos Estados Unidos. Na madrugada desta quarta (26), duas pessoas morreram baleadas e uma ficou ferida durante um confronto nas ruas do município. Além de deflagrar depredações em série em Kenosha, o episódio motivou manifestações em várias cidades do país e acentuou conflitos entre negros e brancos. Um vídeo que viralizou nas redes sociais registrou o momento em que uma mulher, sentada na área externa de um restaurante, acabou sendo abordada por um grupo que exigia demonstração de solidariedade. Os manifestantes queriam que ela levantasse o punho como os demais e gritavam: “Silêncio de branco é violência.”

A cena ocorreu em frente a um restaurante mexicano na capital Washington D.C.. Desde a última segunda (24), protestos se tornaram recorrentes, assim como os embates com brancos contestados pela passividade diante da violência contra os negros no país.

A planejadora urbana e fotógrafa Lauren Victor tinha ido jantar com uma acompanhante quando foi questionada pelos manifestantes. Enquanto outros clientes concordaram em levantar o braço, ela se recusou. Aos gritos, o grupo insistia por uma explicação para sua negativa. “Eu me senti como se estivesse sendo atacada”, afirmou Lauren ao jornal Washington Post. “Foi simplesmente opressivo ter todas aquelas pessoas vindo na minha direção. Ter uma multidão, com toda aquela energia, exigindo que eu fizesse isso (o gesto). No momento, não parecia certo.”

Ela ainda disse que apoiava o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam, em tradução livre) e já havia participado de atos. No entanto, avaliou que a abordagem dos manifestantes foi errada e não quis estender o punho apenas por pressão.

De acordo com o Post, a cena se repetiu por outros estabelecimentos. Manifestantes enquadraram clientes com luzes de câmeras fotográficas e proferiram palavras agressivas cobrando atitudes. Aqueles que se opunham a erguer os braços eram hostilizados e indagados a se justificar. O coro dos manifestantes se espalhou pelas ruas em clamores como “sem justiça, sem paz”. […]

(Época)

Nota 1: Opor-se e denunciar racismo, violência de qualquer natureza, etc. é dever do cristão, pelo simples fato de ser cristão. Só não podemos ser ingênuos a ponto de defender bandeiras certas sequestradas por grupos que levam adiante outras agendas, frequentemente anticristãs. Aqui vemos a velha tática satânica e usada com maestria pelos progressistas: dividir para conquistar. Homens x mulheres; brancos x negros; ricos x pobres. A estratégia é antiga e funciona. Temos que erguer a voz contra essas mazelas sociais, sem dúvida. Mas não precisamos ser marxistas para pregar justiça social (a Bíblia já ensina isso); não precisamos ser feministas para pregar direitos justos para ambos os sexos (não gêneros) (a Bíblia já ensina isso); e não precisamos aderir a movimentos antirracistas cooptados por interesses políticos para defender a igualdade entre as etnias (não raças) (a Bíblia já ensina isso). Infelizmente, para esses movimentos sociais militantes, se você não pensa nas mesmas soluções que eles, você está errado e será visto como alvo de linchamentos públicos e/ou virtuais. A pregação criacionista bíblica seria a solução para todas as mazelas humanas, pois nivela todos ao pé da cruz e nos faz perceber nossa filiação comum. Somos todos irmãos, descendentes de Adão e Eva. Mas quem quer ouvir falar dessas “historinhas bíblicas” numa hora dessas? Ainda mais numa sociedade que vem sendo condicionada a relativizar cada vez mais a Palavra de Deus (especialmente seus primeiros capítulos). Estão jogando de lado a verdadeira solução e correndo para os braços do inimigo. [MB]

mae terraNota 2: Um dia esse tipo de pressão se voltará contra outras pessoas, que se recusarão a prestar homenagem a um poder humano usurpador e a reverenciar um dia que simboliza a pretensa autoridade desse poder (confira). A causa estampada na camiseta da foto aí ao lado também tem se agigantado. [MB]

Leia também: “A origem do movimento Antifa e seu desalinhamento com os valores cristãos” e “Ódio e revolta se espalham: a volta da Revolução Francesa?”

Há 150 anos nascia o pioneiro do criacionismo moderno

priceNo livro The Creationists, o acadêmico Ronald Numbers afirma que o criacionismo espalhou-se rapidamente durante o século 20, desde seu humilde começo “nos escritos de Ellen White”. Mark Noll também afirma que o criacionismo moderno emergiu dos esforços dos adventistas do sétimo dia. Outro estudioso que reconhece esse “DNA criacionista” adventista é o físico Eduardo R. da Cruz, organizador do livro Teologia e Ciências Naturais (Paulinas). Na página 239, é dito que “o criacionismo não consiste na sobrevivência de uma cosmovisão pré-científica; ao contrário, trata-se de um fenômeno moderno, ligado primariamente aos adventistas”. Mas se há um nome que pode ser considerado o pioneiro do criacionismo moderno é o do canadense George McCready Price (1870-1963), justamente por ter se aprofundado em áreas como biologia e geologia, relacionando suas pesquisas e descobertas à cosmovisão bíblica.

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O Espírito Santo e os eventos finais