Álcool danifica o cérebro na adolescência

Está provado cientificamente que qualquer dose de bebida alcoólica prejudica a saúde

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Se nós confiarmos apenas nas propagandas parece que o álcool de uma cerveja, uma taça de vinho ou de algum destilado serve apenas para unir as pessoas e deixá-las alegres. Beba com responsabilidade, os anúncios dizem rapidamente, sem nunca explicar o custo que o uso frequente ou excessivo de álcool causa, particularmente em certos estágios da vida. O álcool não nos embriaga, ou prejudica apenas nosso julgamento e nosso fígado: ele pode ter muitos outros efeitos péssimos em nosso corpo, incluindo no cérebro, de acordo com a Dra. Claire McCarthy da Harvard Health Publishing.

Em um editorial recente no BMJ, cientistas apontaram que há três períodos na vida em que o cérebro passa por grandes mudanças e é particularmente vulnerável aos efeitos do álcool. Dois desses períodos estão no início e no fim da vida. Quando as gestantes bebem álcool, ele pode danificar o cérebro em desenvolvimento do feto, levando a problemas físicos, deficiências de aprendizagem e problemas comportamentais. Quando pessoas com mais de 65 anos bebem álcool, pode piorar a redução na função cerebral que acontecem durante o envelhecimento.

O terceiro período é a adolescência. Durante esses anos de transição entre a infância e a idade adulta, o cérebro cresce e muda de muitas maneiras importantes que são cruciais para que essa transição seja bem-sucedida. Quando adolescentes e jovens adultos bebem álcool, ele pode interferir com esse processo de desenvolvimento cerebral de maneiras que afetam o resto de suas vidas.

De acordo com a CISA, o uso de álcool por jovens sobe no Brasil, na contramão do resto do mundo. Um a cada cinco jovens brasileiros entre 15 e 19 anos beberam no último ano e um a cada quatro daqueles em idade escolar já estiveram bêbados.

Isso é um monte de jovens que podem estar deformando seus cérebros — e suas vidas — para sempre.

Aqui está o que os pais de adolescentes podem e devem fazer:

  • Fale com seus adolescentes sobre álcool e seus efeitos, todos eles. Certifique-se que eles saibam dos fatos.
  • Tenha regras rígidas sobre o uso de álcool, e consequências se essas regras forem quebradas. Sim, é normal que os adolescentes experimentem, mas se você tolera que ela ou ele vá a festas com álcool, bebedeira ou dirigir enquanto bebe, isso pode literalmente destruir a vida do seu filho — ou acabar com ela.
  • Conheça os pais dos amigos do seu adolescente, e trabalhe para ter uma responsabilidade compartilhada e comunitária para manter todos seguros.

(Hypescience)

Nota: A verdade é que está provado cientificamente que qualquer dose de bebida alcoólica prejudica a saúde. O ideal é que todas as pessoas fossem abstinentes e que houvesse políticas de desincentivo ao consumo dessa droga, assim como foi feito com o cigarro. Leia mais sobre bebidas alcoólica aqui. Além do álcool, outro problema sério de saúde sobre o qual pouco se fala, pois tem que ver com comportamento, é o desregramento sexual (confira aqui). Se as pessoas vivessem de acordo com os princípios bíblicos, a vida seria muito melhor e saudável. [MB]

Ellen White aprovava a vacinação?

A pioneira adventista foi vacinada e incentivou seus auxiliares a fazer o mesmo

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No livro Mensagens Escolhidas, volume 2, página 303, há uma nota de rodapé redigida pelo pastor D. E. Robinson, um dos secretários da Sra. White, com data de 12 de junho de 1931. Ele escreveu o seguinte acerca da atitude dela para com a vacinação: “Pedis informação definida concisa acerca do que a irmã White escreveu sobre vacinação e soro. Esta pergunta pode ser respondida muito concisamente, pois quanto a todos os relatórios que temos, ela não se referiu a isso em nenhum de seus escritos. Haveis de ingressar-vos em saber, porém, que numa ocasião em que houve uma epidemia de varíola na vizinhança, ela mesma foi vacinada e insistiu com seus auxiliares, que tinham ligação com ela, e vacinarem-se. Dando esse passo a irmã White reconheceu que fora demonstrado que a vacinação, ou imuniza contra a varíola, ou atenua grandemente os seus efeitos, se a pessoa a contrai. Também reconheceu o perigo de se exporem ao contágio, caso deixassem de tomar essa precaução.”

Neste texto do Centro White, fala-se sobre raio-x e vacinas. E nestes três links (aquiaqui e aqui) você pode ler resoluções da Igreja Adventista sobre vacinação.

No livro Mensagens Escolhidas, volume 3, página 329, Ellen White escreveu algo interessante: “A Terra foi amaldiçoada devido ao pecado, e nestes últimos dias multiplicar-se-ão insetos de toda espécie. Essas pragas precisam ser mortas, senão elas irão incomodar-nos e afligir-nos, e até matar-nos, e destruir a obra de nossas mãos e o fruto de nossa terra. Nalguns lugares há cupins que destroem inteiramente o madeiramento das casas. Não devem ser destruídos? As árvores frutíferas precisam ser pulverizadas, para que sejam mortos os insetos que estragariam as frutas. Deus nos deu uma parte para desempenhar, e devemos desempenhá-la com fidelidade. Então podemos deixar o resto com o Senhor.”

Note que há a recomendação para o uso de defensivos contra pragas (para horror dos veganos). Vírus e bactérias também são pragas e devem ser combatidos com os recursos que Deus nos permitiu criar contra eles. Bom senso, equilíbrio e sabedoria nunca são demais. Assista ao vídeo abaixo para obter mais informações sobre as novas vacinas contra a Covid-19. [MB]

Destruição de Tiro: profecia cumprida à risca

Consequências do sexo fora de contexto

Por que adolescentes sexualmente ativos têm mais probabilidade de ser depressivos do que os abstinentes? Por que casais casados reportam níveis mais altos de satisfação sexual do que os indivíduos não casados e com múltiplos parceiros sexuais?

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Antes que você pense que Hooked – New Science on How Casual Sex is Affecting Our Children (Northfild Publishing) é outro livro com lições de moral anacrônicas, leia mais uma vez e atentamente o subtítulo da obra. O livro não tem nada de moralizante e está perfeitamente “antenado” com as novas pesquisas sobre o funcionamento do cérebro humano – aliás, o aspecto científico é exatamente o ponto forte da publicação. Escrito em coautoria pelos ginecologistas e obstetras Joe S. McIlhaney e Freda McKissic Bush, o livro deixa claro que, assim como a comida, o sexo pode ser mal compreendido e abusado. E esse abuso frequentemente resulta em doenças sexualmente transmitidas e gravidez não desejada. Mas há um terceiro problema nem sempre mencionado ou analisado: as cicatrizes emocionais decorrentes de uma vida sexual não orientada. Para os autores, “o sexo dentro de um contexto matrimonial é o comportamento ideal para evitar problemas” (p. 95). Como chegaram a essa conclusão? É disso que tratam as 170 páginas recheadas de pesquisas e estudos acadêmicos.

Baseados em dados recentes, os Drs. Joe e Freda questionam: Por que aqueles que não são virgens quando casam têm mais probabilidade de se divorciar do que aqueles que se mantiveram abstinentes até o casamento? Por que adolescentes sexualmente ativos têm mais probabilidade de ser depressivos do que os abstinentes? Por que casais casados reportam níveis mais altos de satisfação sexual do que os indivíduos não casados e com múltiplos parceiros sexuais?

E eu pergunto: Você já viu questionamentos semelhantes na grande imprensa? Dificilmente. Em revistas ditas femininas? Duvido. Em publicações para teens? Também não acredito.

A abordagem midiática focada no corpo e na sensualidade – portanto na extrema valorização do aspecto físico – frequentemente se esquece do mais importante órgão sexual: o cérebro (e preservativos e anticoncepcionais não proveem proteção contra as influências do sexo sobre o cérebro). Nossa “central de comando” trabalha sob o efeito de neurotransmissores como a dopamina, a oxitocina e a vasopressina. As três são neutras, podendo recompensar bons e maus hábitos, dependendo do estilo de vida ou do comportamento adotados pela pessoa. “Com a ajuda de técnicas de pesquisa e tecnologias modernas, cientistas estão confirmando que sexo é mais do que um ato físico momentâneo. Ele produz poderosas (até para a vida toda) mudanças no cérebro que dirigem e influenciam nosso futuro num grau surpreendente” (p. 21).

“Quando duas pessoas se tocam de maneira intensa, significativa e íntima, a oxitocina [também conhecida como ‘molécula monogâmica’] é liberada no cérebro da mulher. A oxitocina então faz duas coisas: aumenta o desejo da mulher por mais toques e faz a ligação da mulher com o homem com quem ela tem passado tempo em contato físico. […] É importante reconhecer que o desejo de conexão não é apenas uma sensação emocional. A ligação é real e quase como o efeito adesivo de uma cola – a poderosa conexão que não pode ser desfeita sem grande dor emocional” (p. 37).

Segundo os autores, enquanto o efeito hormonal da oxitocina é ideal para casados, ele pode causar problemas para mulheres solteiras ou para moças abordadas por homens que desejam sexo. O cérebro feminino pode levá-la a um mau relacionamento que ela pensa ser bom por causa do contato físico e da resposta gerada pela oxitocina. A verdade sobre esse tipo de relacionamento pode ser clara para os pais ou amigos que estão preocupados com o bem-estar da moça, enquanto ela talvez não se dê conta do perigo ou da inconveniência da relação. Por isso, especialmente as mulheres jovens precisam ser advertidas sobre o poderoso efeito de ligação da oxitocina. O rompimento dessa ligação explica a incrível dor emocional que as pessoas geralmente sentem quando um relacionamento é terminado (p. 40, 41).

E quanto aos homens? Tudo o que foi dito acima se aplica também a eles, com a diferença residindo apenas no tipo de neurotransmissor: no cérebro masculino, é a vasopressina que atua de maneira similar à oxitocina. Durante o sexo, o cérebro dos homens é inundado com vasopressina, “e esse neuroquímico produz uma ligação parcial com cada mulher com quem eles tiveram relação sexual. Eles não percebem que esse padrão de ter sexo com uma mulher e então romper com ela e depois ter sexo com outra os limita a experimentar apenas uma forma de atividade cerebral comum aos seres humanos envolvidos sexualmente – a corrida dopamínica do sexo. […] O padrão de mudança de parceiras sexuais, portanto, danifica a capacidade deles de ligação numa relação de compromisso. A inabilidade de criar laços após múltiplas ligações é quase como uma fita adesiva que perdeu sua cola após ser aplicada e removida várias vezes” (p. 43).

Segundo os autores, devido à atuação da dopamina, da oxitocina e da vasopressina, entre outros fatores, cada pessoa, na realidade, pode mudar a própria estrutura do cérebro, graças às escolhas que ela faz ou ao padrão de comportamento que adota.

Cuidado especial com os jovens

Quando o assunto é sexo e outras decisões morais/comportamentais, cuidado especial devem ter os jovens (e os pais deles). Isso porque o cérebro – mais especificamente o lóbulo pré-frontal – ainda não está plenamente amadurecido até os 21 anos. Essa região do cérebro localizada bem atrás da testa é a responsável pelos pensamentos cognitivos e pelas as decisões. “O perigo, de fato, é que se os jovens têm recebido recompensa dopamínica de boas sensações provenientes de comportamentos perigosos como dirigir em alta velocidade, praticar sexo e outros, eles podem se sentir compelidos a aumentar esses comportamentos a fim de obter a mesma boa sensação” (p. 34). O que fazer, então? “O cérebro adolescente pode ser positivamente moldado pela estrutura, orientação e disciplina provida por pais cuidadosos e outros adultos” (p. 53). Daí a necessidade de construir relacionamento saudável e de confiança com os filhos, desde a infância. Isso para que, quando eles mais precisarem da orientação paterna, possam contar com pais em quem confiam.

Joe e Freda afirmam que o “sexo é um dos mais fortes geradores de recompensa dopamínica. Por essa razão, jovens são particularmente vulneráveis a cair num ciclo de recompensa dopamínica por comportamento sexual imprudente – eles podem ficar viciados [hooked] nisso. Mas o efeito benéfico da dopamina para os casados consiste em torná-los ‘viciados’ no sexo um com o outro” (p. 35). Por isso, o contexto adequado para a experiência sexual é mesmo o casamento, e não a idade da imaturidade sem compromisso.

Outra evidência disso: meninas adolescentes com vida sexual ativa se mostraram três vezes mais deprimidas do que as que se mantinham abstinentes (sem contar que uma em cada quatro adolescentes sexualmente ativas é infectada com DST a cada ano). Além disso, pensamentos suicidas também ocorrem mais frequentemente entre mulheres que mantêm vida sexual fora de uma relação de compromisso e romantismo (p. 78).

Padrões de comportamento destrutivos

A evidência mostra que quando o ciclo sexo/ligação/rompimento é repetido algumas ou muitas vezes – mesmo quando a ligação é de curta duração – dano é causado na importante capacidade interna de desenvolver conexão significativa com outros seres humanos (p. 55). Em outras palavras, o comportamento adotado no presente vai afetar positiva ou negativamente a vida e os relacionamentos futuros. Planta-se agora, colhe-se agora e depois.

Além dos neurotransmissores capazes de criar ligação entre os parceiros, há outro detalhe importante: as sinapses que governam decisões sobre sexo, tanto no cérebro do homem quanto no da mulher, são reforçadas de modo a tornar mais fácil escolher ter sexo no futuro, enquanto sinapses que governam a contenção sexual são enfraquecidas e deterioram. “Em resumo, engajar-se em sexo cria uma reação em cadeia de atividades do cérebro que levam ao desejo de mais sexo e maiores níveis de apego entre duas pessoas” (p. 62). Por isso, é bom pensar bem antes de dar o primeiro passo rumo à iniciação sexual.

Estatísticas mostram que se os jovens começam a fazer sexo por volta dos 16 anos, mais de 44% deles terão tido cinco ou mais parceiros sexuais até chegar aos 20 anos (quanto sofrimento até lá!). Por outro lado, se eles têm mais de 20 anos quando começam a praticar sexo, apenas 15% terão tido mais de cinco parceiros sexuais, enquanto 50% terão feito sexo com apenas um parceiro (p. 65).

Os autores também destacam o fato de que, quando a pessoa termina um relacionamento e começa outro, a tendência é ir rápida e prematuramente para o mesmo grau de intimidade nesse novo relacionamento, mesmo que os parceiros tenham padrões de intimidade diferentes. Ou seja, se a pessoa fez sexo com o parceiro anterior, na nova relação, a tendência será ir rapidamente para o ato sexual, mesmo que um dos parceiros não tenha tido relações sexuais anteriormente. “A recompensa dopamínica é muito forte” (p. 77), relembram.

Por isso, repito, é bom pensar bem antes de dar o primeiro passo rumo à iniciação sexual. Mais: se você não é casado, não quer sofrer e fazer outros sofrerem, pense mil vezes antes de iniciar qualquer atividade sexual ou mesmo contatos físicos mais íntimos. Sua felicidade futura e de seu/sua namorado(a) pode depender também disso.

Prejudicando a futura vida conjugal

“Tornar-se sexualmente ativo e ter múltiplos parceiros sexuais pode danificar uma habilidade individual de desenvolver saudáveis, maduros e duradouros relacionamentos. Isso parece especialmente verdadeiro para um futuro casamento saudável e estável. Vários estudos mostram uma associação entre sexo antes do casamento e alta taxa de divórcio quando esses indivíduos eventualmente casam. Isso sugeriria, entre outras coisas, que a habilidade da pessoa de se ligar ao cônjuge foi danificada, fazendo com que alguns lutem com o compromisso assumido no casamento” (p. 80).

Numerosos estudos mostram que, quando as pessoas praticam sexo antes do casamento, elas estão mais propensas ao divórcio quando se casam mais tarde. Além disso, essas pessoas costumam ter mais dificuldade para se ajustar no casamento e são menos propensas a experimentar alegria, satisfação e amor (p. 101).

Assim, não é demais repetir: é dever dos pais orientar os filhos para que não estraguem sua felicidade futura. E o livro visa a justamente oferecer argumentos científicos para isso. “Pais podem agora confiantemente dizer que a ciência mostra que para os jovens terem melhor chance de uma vida feliz, eles devem esperar até poderem ter uma relação de compromisso para toda a vida, antes de praticarem sexo. […] Eles podem saber que estão apresentando fatos e não apenas dando sua opinião de que se abster de sexo antes do casamento […] é a melhor escolha” (p. 115).

Michael D. Resnick, PhD citado pelos autores, mostra que os adolescentes que são fortes o bastante para evitar envolvimento sexual possuem três coisas em comum: (1) altos níveis de conexão/relacionamento com os pais/familiares; (2) desaprovação paterna quanto à vida sexual ativa na adolescência; e (3) desaprovação dos pais quanto ao uso de contraceptivos na adolescência. Essas características também incluem sentimentos de amor, calor e carinho por parte dos pais, assim como a presença física de pelo menos um dos pais no lar em momentos-chave, como antes de irem para a escola, depois da escola, no jantar e na hora de dormir (p. 121).

Nunca é tarde para mudar

Se más escolhas foram feitas no passado, nem tudo está perdido. Segundo os autores, “se uma pessoa não fez boas escolhas no passado, isso não significa o fim da história, porque nosso complexo e maravilhoso cérebro é uma estrutura moldável” (p. 93). “Mudanças espirituais, aconselhamento, pares de apoio e reuniões em grupos que incluem encorajamento para mudança são todas experiências que podem remodelar o cérebro” (p. 107). O que dizer de uma nova e saudável relação com uma pessoa que verdadeiramente se preocupa com você e com o futuro de vocês? O que dizer, principalmente, de uma pessoa e uma relação abençoadas por Aquele que quer ver Seus filhos felizes?

“Cada pessoa deve olhar para o futuro e decidir como o resto de sua história vai se desenrolar. Para alguns, o próximo capítulo de sua história de vida pode significar reclamar sua virgindade, às vezes chamada de ‘virgindade secundária’, mudando comportamentos e estabelecendo novos padrões em seus relacionamentos. Para outros, o próximo passo para um grande futuro pode significar evitar situações difíceis e criar novas regras [limites] de namoro para manter sua virgindade. Alguns ficam com as cicatrizes psicológicas dolorosas de abuso sexual ou de manipulação que eles devem trabalhar até se tornar ‘inteiros’ de novo. Cada caminho apresenta desafios que podem ser difíceis de superar” (p. 119, 120). Mas a vitória é possível de ser alcançada, conforme sugerem os autores. E, nesse ponto (permita-me acrescentar), a confissão e o desejo de ser nova criatura (promessas contidas na Bíblia) acabam sendo o suporte ideal para a mudança e o estabelecimento de novos padrões comportamentais.

Chave de ouro

O capítulo “Final thoughts” termina o livro com chave de ouro, e estes dois parágrafos são verdadeiras pérolas: “À medida que consideramos todos os dados que analisamos neste livro, somos levados à conclusão de que a moderna teoria da evolução a respeito da sexualidade humana está errada. Essa teoria pode ser resumida dizendo que aqueles que a propõem acreditam que os seres humanos são (nos termos deles) ‘projetados’ para ser promíscuos. A teoria fundamental é que as mulheres têm relações sexuais com vários homens, até encontrar aquele com os melhores genes. Homens têm relações sexuais com várias mulheres, até que uma delas o escolha para ser o pai de seu filho.

“O que temos mostrado nos dados que discutimos é exatamente o oposto dessa teoria. Parece que a pesquisa mais atualizada sugere que a maioria dos seres humanos é ‘projetada’ para ser sexualmente monógama com um companheiro para a vida. Essa informação também mostra que os indivíduos que se desviam desse comportamento encontram mais problemas, sejam eles doenças sexualmente transmissíveis, gravidez fora do casamento ou problemas emocionais, além do dano na capacidade de desenvolver conexão saudável com os outros, incluindo o futuro cônjuge” (p. 136, 137).

Os autores mostram ainda que o casamento traz vantagens sobre a relação de simples coabitação e dizem que, para que a neuroquímica envolvida no contato físico tenha seu máximo efeito, é necessário quase diariamente ser ativada pela repetição do toque e da proximidade.

“Porque o sexo é a mais íntima conexão que podemos ter com outra pessoa ele requer a integração de tudo o que somos nesse envolvimento sexual – nosso amor, nosso compromisso, nossa integridade, nosso corpo, nossa própria vida – para toda a vida. Se o sexo é menos do que isso, é apenas um ato animal, e de certa forma o estamos praticando como animais e não como seres humanos plenos” (p. 104).

Por ir diametralmente contra o mainstream comportamental atual, não creio que alguma editora secular de grande porte tenha coragem de publicar Hooked. Então, que pelo menos os leitores tenham coragem de colocar em prática tudo o que o livro traz. Eles só têm a ganhar com isso.

Michelson Borges

Sábado: antídoto contra a idolatria

Lançamento CPB: A Cruz de Maria

Na Ucrânia comunista, uma linda história de emoção e demonstração do cuidado de Deus

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A jovem viúva Maria Vasilevna Ivanchenko estava diante de um tribunal distrital, acusada de desobediência aos artigos 52, 59 e 64 do Código Sobre a Família e o Casamento, ou em melhor português: acusação de conduta antissocial e contrária aos princípios morais revolucionários por não permitir que seu filho assistisse aulas aos sábados e por ensiná-lo a orar.

Isso se passou no ano de 1975, na Ucrânia, então parte da antiga União Soviética (URSS). O veredito “viciado” do tribunal e a maneira como seu filho Andrey lhe foi tirado causou uma mudança é um sofrimento profundo na vida de Maria. Como poderia viver sem seu pequeno Andrey? Como o Estado poderia tomar o que Maria tinha de mais precioso na vida?

O relato de Maria nos mostra que, quando nos deparamos com perguntas sem resposta, apenas Cristo pode ser a resposta. O grande Deus Eu Sou proveu a segurança e a estabilidade emocional de que Maria tanto precisava. Maria nos conta sobre o funcionamento da igreja silenciosa que se reunia em secreto, do cuidado, carinho e envolvimento dos membros, mesmo quando a instituição adventista não tinha uma liderança definida, nos momentos de maior repressão.

Maria também faz um comparativo entre a igreja dos anos 70 e 80, em que mesmo sob perigo constante de prisão as pessoas se interessavam pelo conhecimento bíblico, contrastando com as igrejas cristãs ucranianas atuais, que têm relativa liberdade para adorar a Deus em seus templos e, no entanto, o interesse dos membros é quase nulo. Dura realidade. É uma reflexão válida para nossa realidade brasileira também.

Uma explicação importante a mais: o relato é baseado em fatos reais, e os nomes dos personagens são todos fictícios. Ainda hoje há identidades que precisam ser preservadas. Apesar da relativa liberdade religiosa na Ucrânia e na Rússia, vale lembrar que ser “relativamente livre” é diferente de ser livre.

Mas e o pequeno Andrey? Bem… já falei demais.

A leitura é fácil e corrida; 104 páginas de emoção e demonstração do cuidado de Deus. Dá pra ler numa sentada ou deitado, antes de dormir. Recomendado para todas as idades.

Por último, uma dica ao público masculino: não importa o quão “cabra-macho-da-peste” você seja. Se for encarar esse livro, será melhor ter por perto um lenço ou uma toalha. Eu sei bem do que estou falando.

(Mateus Castanho é diretor de Publicações da Igreja Adventista Central de Brasília)

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Padre jesuíta fará oração na posse de Biden

Amigo de vários jesuítas, Biden é o segundo presidente católico dos EUA

ODonovan

O padre jesuíta Leo O’Donovan, ex-presidente da Universidade de Georgetown, fará a oração na posse presidencial de Joe Biden, em 20 de janeiro [confira aqui também]. O’Donovan confirmou ao National Catholic Reporter que Biden lhe havia ligado pessoalmente e o convidado a fazer a oração na posse, que marcará a eleição do segundo presidente católico da nação, e que ele havia aceitado. O’Donovan é amigo de longa data da família Biden. Em 2015, ele presidiu a missa fúnebre do filho mais velho de Biden, Beau, que morreu de câncer no cérebro aos 46 anos. Biden é conhecido por ser amigo de vários padres jesuítas e, enquanto era vice-presidente, ocasionalmente assistia à missa na Igreja Católica da Santíssima Trindade em Georgetown. Em 1992, quando Hunter, filho de Biden, estava no último ano em Georgetown, O’Donovan convidou o então senador de Delaware para dar uma palestra na universidade jesuíta sobre sua fé e a vida pública. Biden disse a O’Donovan na época que foi “a missão mais difícil que ele já teve”.

Mais recentemente, poucos dias após sua eleição presidencial, em 12 de novembro, Biden apareceu em uma arrecadação de fundos virtual para o Serviço Jesuíta para Refugiados, onde O’Donovan agora serve como diretor da missão. Naquela ocasião, Biden anunciou que aumentaria a meta anual de admissão de novos refugiados nos Estados Unidos para 125 mil, marcando um aumento acentuado para o limite da administração Trump de 15 mil indivíduos.

Anteriormente, em 2018, Biden escreveu o prefácio do livro de O’Donovan, Blessed Are the Refugees: Beatitudes of Immigrant Children. […]

(National Catholic Reporter)

Nota: O novo presidente dos Estados Unidos – a maior nação protestante do mundo – é católico, terá uma Suprema Corte formada em sua maioria por juízes católicos e contará com maioria democrata no Senado e na Câmara. Isso tornará a governabilidade e a aprovação de leis e decretos muito mais tranquilas. Donald Trump entregou para Joe Biden uma Suprema Corte não apenas conservadora, mas religiosamente alinhada com as crenças do novo presidente e, claro, com o Vaticano. O grande legado (em termos proféticos) de Trump foi o de unir setores do evangelicalismo norte-americano, que sempre desejaram maior aproximação entre igreja e Estado. Caberá a Biden costurar alianças entre estes e os progressistas de esquerda que apoiaram sua eleição. Pautas comuns, como o combate ao aquecimento global (discussão que tende a se intensificar), certamente servirão de “laço de união” nesse sentido.

A invasão do Capitólio anteontem, com a morte de quatro pessoas, certamente servirá de argumento para muitos discursos em favor da união, da superação das diferenças, da luta pelo bem comum, etc. Aos poucos, as pessoas estão se cansando de tanta polarização e tanto discurso de ódio, de ambos os lados do espectro político-ideológico. Para os poderes que manipulam as marionetes que aparentemente tomam as decisões, tanto faz o motivo que levanta e inflama as turbas, assim como tanto faz as figuras que ocupam as cadeiras do poder – desde que os interesses reais nos bastidores do grande conflito sejam levados avante.

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As massas iludidas e desinformadas ignoram uma realidade que fica bem evidente, por exemplo, no capítulo 10 do livro do profeta Daniel: que por trás dos governantes humanos há poderes “sobrenaturais” influenciando os rumos das nações. Quem ignorar isso hoje também estará fadado a ser joguete de Satanás e de sua horda demoníaca, cujo tempo de atuação está se esgotando rapidamente. [MB]

Perguntas interativas da Lição: crise de liderança

Por volta do ano 740 a.C., quando a nação de Israel parecia estar sem liderança, Deus mostrou a Isaías Quem realmente estava no comando. Mas era preciso uma entrega individual para que então Deus pudesse dirigir a vida de cada um nos princípios de Seu reino. Os que endurecessem o coração não entenderiam a mensagem do profeta e não receberiam a salvação. Princípios muito parecidos ainda se aplicam aos dias de hoje. Esse foi o tema da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Isaías diz (em 6:1) que teve uma visão deslumbrante de Deus no mesmo ano em que morreu o rei Uzias (também chamado de Azarias). Que lições podem ser extraídas ao contrastarmos essa visão com a situação final do rei (2Cr 26:16-21)?

O rei Uzias cometeu o pecado da presunção (arrogância religiosa que leva a pessoa a acreditar que é tão favorecida por Deus a ponto de nem precisar obedecer-Lhe). Por que esse pecado é tão perigoso?

Leia Isaías 6:5 (compare com Êxodo 33:20 e Mateus 5:8). Por que Isaías teve esse sentimento após ter visto a Deus? Que contrastes podemos pontuar entre o rei Uzias e o profeta Isaías?

Leia Isaías 6:6, 7. Qual o significado de o anjo tocar os lábios do profeta com “brasas vivas do altar”? Conforme Mateus 12:34, de que forma “os lábios” podem ser purificados? Por que o Cristo crucificado e ressurreto é a única solução para o nosso problema? (João 15:5)

Veja a resposta de Isaías à pergunta de Deus em 6:8. O que o motivou a responder assim? Em sua opinião, por que Deus fez a pergunta a algum ser angelical em vez de perguntar direto ao profeta? O que tem impedido muitos cristãos de responderem da mesma forma hoje?

Leia Isaías 6:9, 10 (que foi citado por Jesus em Mateus 13:13-15 e por Paulo em Atos 28:25-27). De acordo com 2 Coríntios 4:4, Satanás é quem “cega o entendimento” das pessoas secularizadas para que não compreendam o Evangelho. Contudo, por que devemos continuar pregando mesmo assim?

Ainda conforme Isaías 6:10, a mensagem do profeta acabaria “endurecendo” o coração de muitas pessoas, fazendo com que não aceitassem a reconciliação com Deus. No livro de Êxodo, há dez passagens dizendo que “Deus endureceu o coração de Faraó” (4:21; 7:3; 9:12; 10:1, 20, 27; 11:10; 14:4, 8, 17) e outras dez dizendo que o próprio “Faraó endureceu o coração” (7:13, 14, 22; 8:15, 19, 32; 9:7, 34, 35; 13:15). Que lições podem estar implícitas nesse fato? (R.: Deus atua em nós na mesma medida em que Lhe permitimos, respeitando nosso livre-arbítrio.)

Em várias ocasiões Deus nos adverte a não “endurecermos” o coração (Sl 95:8; Hb 3:8, 15; 4:7). Para que possamos atender a esse conselho de vida ou morte, precisamos reconhecer: Que tipos de atitudes podem causar “endurecimento” ou “amolecimento” do coração? Qual é a única solução, enquanto ainda há tempo, para quem está com o coração “duro”? (ver Ez 11:19, 20)

Conforme Isaías 6:1, o profeta viu a Deus em Seu templo ou santuário. Qual é a importância da doutrina do Santuário Celestial quando pensamos na justiça de Deus e no Juízo Final? (ver, por exemplo, Salmo 73:2, 3, 17; Hebreus 8:1, 2; etc.)

Apesar de não termos tido uma visão sobrenatural como Isaías, como podemos “ver” a Deus em Seu santuário (Hb 4:16; 6:19,20)? Como isso fortalece nossa fé e dá sentido e propósito à vida?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Animação escancara ensino da imortalidade da alma e da reencarnação

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Numa busca rápida na internet, encontrei as seguintes informações: “Soul: uma aventura com alma” é uma animação em 3D do gênero comédia produzida pela Disney/Pixar. Conta a história de Joe Gardner, professor do ensino médio que sonhava em ser músico de jazz, e que finalmente teve a chance que queria depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. Mas um acidente o leva à morte e sua “alma” é transportada para o “Seminário Você”, um centro no qual as “almas” se desenvolvem antes de serem enviadas para um recém-nascido (reencarnação). A missão de Joe consiste em trabalhar com “almas” em treinamento.

“Com a morte de Joe, descobriu-se que, para voltar à vida e fazer seu grande show, ele precisa ajudar uma alma jovem – que ainda não desceu à Terra – a ter uma alma completa para viver. Alguns críticos dizem que esse filme é complicado para as crianças por trabalhar um tema abstrato como a alma. No entanto, as crianças transitam com muito mais naturalidade entre o mundo visível e o invisível do que os mais velhos, uma vez que ainda não foram esmagadas pelo trabalho, o dinheiro e as conquistas” (El País). 

As crianças, sempre elas… O alvo preferencial de Satanás, pois são mais suscetíveis às suas mentiras. Faz 15 anos que venho advertindo as pessoas quanto à disseminação do que na primeira edição do meu livro Nos Bastidores da Mídia eu chamei de “tríade filosófica do mal” (evolucionismo, espiritualismo e marxismo). Ao longo desses anos, essas e outras ideologias antibíblicas continuaram sendo veiculadas nas mais diversas mídias e das mais diversas formas, tanto que se tornaram lugar-comum em praticamente todas as produções culturais. Ninguém mais as questiona, e falar em criacionismo e mortalidade da alma se tornou a verdadeira “contracultura”.

Para quem estuda a Bíblia e a leva a sério, fica mais do que evidente que conceitos como alma imortal e reencarnação são, na verdade, mentiras criadas pelo inimigo de Deus para afastar o ser humano da única Fonte de vida. Se você tem dúvidas quanto a isso, convido-o a assistir aos três vídeos abaixo e a ler com atenção o texto a seguir:

“Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou a sua filha; que pratique adivinhação, ou dedique-se à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria ou faça encantamentos; que seja médium ou espírita ou que consulte os mortos. O Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, o seu Deus, vai expulsar aquelas nações da presença de vocês” (Deuteronômio 18:10-12).

Assuntos ligados à magia, à feitiçaria e ao espiritualismo continuam sendo abomináveis para Deus. E por quê? Porque colocam as pessoas em contato direto com Satanás e seus anjos, os verdadeiros criadores e promotores desses enganos. Seja mais seletivo com seus entretenimentos para não consumir abominação em lugar de diversão. Nos bastidores da mídia e da história, o inimigo continua não dormindo em serviço.

Michelson Borges

Domesticaram Jesus Cristo

“Em Jesus, Deus nos mostrou um rosto, e posso ver diretamente nesse rosto como Deus Se sente acerca das pessoas.”

jesus

Em seu livro O Jesus que Eu Nunca Conheci (Vida), o jornalista e escritor cristão Philip Yancey defende a tese de que o cristianismo acabou “domesticando Jesus”, e justifica com as seguintes palavras: “Ele falou pouco sobre a ocupação romana, o assunto principal das conversas de Seus conterrâneos, mas pegou um chicote para expulsar do templo judeu os pequenos aproveitadores. Insistia na obediência à lei de Moisés, enquanto adquiria a reputação de transgressor da lei. Poderia ser tomado de simpatia por um estrangeiro, mas afastou o melhor amigo com a dura repreensão: ‘Para trás de Mim, Satanás!’ Tinha opiniões inflexíveis sobre os homens ricos e as mulheres de vida fácil, mas ambos os tipos desfrutavam de Sua companhia.”

Yancey diz mais: “De alguma forma criamos uma comunidade respeitável na igreja… Os miseráveis, que se reuniam ao redor de Jesus quando Ele vivia na Terra, já não se sentem bem-vindos. Como Jesus, que era a única pessoa perfeita na história, conseguia atrair os sabidamente imperfeitos? E o que nos impede de seguir Seus passos hoje?”

Jesus nunca deixou de ser uma figura surpreendente, a começar pelo Seu nascimento. Nas palavras do poeta John Done, a encarnação do Filho de Deus fica assim: “A imensidão enclausurada em teu [de Maria] amado ventre.” Segundo Yancey, “em Jesus, Deus encontrou um meio de Se relacionar com os seres humanos que não passava pelo medo”. E aqueles que descobrem esse Jesus firme, mas amoroso; severo e misericordioso, podem dizer como Dostoievski: “Se alguém me provasse que Cristo não estava na verdade… então eu preferiria permanecer com Cristo a permanecer com a verdade.”

Usando os recursos do jornalismo, Yancey investiga Jesus e o cenário social, político e geográfico que O envolveu aqui na Terra. Em linguagem agradável, ele brinda o leitor com detalhes que surpreendem até mesmo aqueles que já leram a Bíblia dezenas de vezes. E o Jesus apresentado pelo autor é o Deus-homem que ainda quer interagir com o ser humano, deixando claro que Ele Se importa com nossas lutas. “Quando Jesus enfrentou o sofrimento, reagiu como eu. Ele não orou no jardim: ‘Ah, Senhor, sinto-Me tão grato por Me teres escolhido para sofrer por Ti. Regozijo-Me nesse privilégio!’ Não, Ele experimentou tristeza, medo, abandono e algo parecido até mesmo com o desespero. Contudo, Ele suportou porque sabia que no centro do Universo vivia Seu Pai, um Deus de amor no qual Ele podia confiar, apesar de como as coisas parecessem na ocasião.”

Assim, ao concluir seus estudos sobre Jesus, Yancey afirma que uma pergunta já não mais o atormenta como antes; uma pergunta que, segundo ele, nos espreita na maior parte dos problemas com Deus: “‘Deus Se importa?’ Sei de apenas um jeito de responder a essa pergunta, e essa resposta veio no meu estudo acerca da vida de Jesus. Em Jesus, Deus nos mostrou um rosto, e posso ver diretamente nesse rosto como Deus Se sente acerca das pessoas.”

Na contracapa do livro, Lewis B. Smedes, do Fuller Theological Seminary, afirma que o trabalho de Yancey é o melhor que ele já leu sobre Jesus, e amplia: “Talvez o melhor livro do século sobre Jesus.” O livro é bom, de fato. Mas acho que Lewis nunca leu O Desejado de Todas as Nações, de Ellen G. White. Esse já me levou às lágrimas.

Michelson Borges