Perguntas interativas da Lição: Para todas as gerações

Noé se manteve fiel mesmo quando o mundo todo (literalmente) havia se corrompido. Ele era “justo e íntegro entre os seus contemporâneos” e “andava com Deus” (Gênesis 6:9). A aliança de Deus com este homem traz lições muito preciosas para todos os que O amam. Este foi o tema da lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia Gênesis 6:5. Como podemos comparar o pecado a uma bactéria ou a um vírus em uma pandemia? Como é efetuada a cura dessa doença da alma? E, se há cura (em Deus), por que o mundo antediluviano teve que ser destruído? (Gn 6:11, 12)

Veja em Gênesis 6:9 como Noé estava em marcante contraste com as pessoas que o rodeavam. Na prática, o que significam cada uma dessas três caraterísticas de Noé? Como é possível não ser perfeito (como Noé não era) e ainda assim ter essas características em um mundo corrompido pelo pecado?

Em Gênesis 6:8 é dito que Noé “encontrou graça” diante do Senhor. O que significa isso? Por que a graça era necessária para Noé e para cada um dos que serão salvos no final?

Imagine a “graça” através da seguinte ilustração: uma pessoa cai de um grande barco em alto mar e “alguém” lhe lança uma boia com uma corda. Onde entram aqui as obras, a obediência e a fé?

Em Gênesis 6:18 Deus diz a Noé: “Estabelecerei a Minha aliança contigo.” Por outro lado, como você imagina que seria uma aliança do ser humano para Deus? Por que a aliança “de Deus” é perfeita?

Gênesis 7:23 diz que, após a destruição pelo dilúvio, “ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca”. Quais foram as condições para que no final dessa história pudesse existir um povo remanescente (ou o “restante”, “o que sobrou”)? Por que a aliança de Deus sempre resulta na ideia de um povo remanescente? (Ap 12:17)

Leia Gênesis 9:13. Após o dilúvio, Deus estabeleceu o arco-íris como um “sinal” de que isso nunca mais aconteceria (é muito provável que somente após o dilúvio passaram a existir as condições climáticas e atmosféricas que permitem que esse fenômeno natural aconteça de forma amplamente visível no céu – cf. Comentário Bíblico Adventista, v. 1, p. 255). O que vem à sua mente quando vê um arco-íris? Por que esse sinal de Deus para a humanidade tem sido usado para representar muitas outras ideias (até contrárias a Deus) no mundo secular?

Em 2 Pedro 2:5 Noé é chamado de “pregador da justiça”. Como assim? Que “justiça” é essa que Noé pregava?

De que forma a missão de Noé é parecida com a dos adventistas do sétimo-dia (cf. Ap 14:6-12)? Se a verdade é sempre tão impopular, por que devemos continuar pregando-a mesmo assim?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Lição do Jardim: perseguido em uma caverna

Professores de uma universidade britânica não podem mais corrigir erros de grafia: “É muito elitista”

A tal da “inclusão” sempre foi pretexto para a… exclusão

texto ingles

Professores da Universidade de Hull, ao norte da Inglaterra, não têm mais permissão para corrigir erros de grafia. A justificativa apresentada foi de que a correção seria algo “muito elitista”. A nova regra faz parte da “política de avaliação inclusiva” que visa “descolonizar os currículos”, de acordo com o The Telegraph. Segundo a universidade, a abordagem revisada deve “garantir mais oportunidades iguais, independentemente da formação dos alunos” e o método “forneceria uma avaliação mais justa da qualidade das ideias e do conhecimento”.

A universidade acredita que certos alunos estão em “desvantagem ou desencorajados” por uma avaliação rigorosa de suas habilidades na língua inglesa. A instituição de ensino afirma que se trata de alunos que frequentaram escolas com fraco desempenho, estiveram doentes por muito tempo ou alunos para os quais o inglês não é a primeira língua.

A nova política não é nenhuma surpresa: universidades na Grã-Bretanha estão sob pressão para receber mais estudantes de meios desfavorecidos. A Universidade das Artes de Londres tem política semelhante.

Os professores foram instruídos a “aceitar erros de grafia, gramática ou outros erros de língua inglesa, ”desde que “não impeçam significativamente a comunicação”, mencionou o The Telegraph.

(The Telegraph, via Conexão Política)

Nota: “A tal da ‘inclusão’ sempre foi pretexto para a… exclusão. Exclusão do mérito, do sentido, do propósito, da verdade, da beleza e da justiça – enfim, de tudo o que presta e por que vale a pena lutar. Pior ainda quando a tal inclusão é religiosa e envolve fazer vista grossa para pecados claramente condenados nas Escrituras dessa religião. Essa é a cereja do bolo. Por conhecer as relações dinâmicas entre a igreja e o mundo, Satanás sabe que muitos religiosos se contentam em ter um padrão apenas superior ao do mundo – e olha que alguns nem isso. É a Janela de Overton aplicada ao Grande Conflito. Por meio de seus fantoches nos escalões mais altos da sociedade, o diabo vai arrastando o mundo cada vez mais para baixo, e a igreja segue junto, mas com a ilusão de estar um ou dois patamares acima – e cada vez mais patamares longe de Deus” (Marco Dourado).

Leia também: “University of Oxford music faculty considers reforms to address ‘white hegemony’ as staff member raises concerns about music curriculums’ ‘complicity in white supremacy’ in light of Black Lives Matter movement”

Papa diz que compartilhar bens não é comunismo

Neste domingo (11), o papa Francisco celebrou a missa do “Domingo da Misericórdia” com presos, refugiados e profissionais da saúde, em uma igreja próxima à Praça de São Pedro. Na missa, o pontífice disse que os primeiros cristãos não tinham o conceito de propriedade privada e compartilhavam tudo. “Isso não é comunismo, mas puro cristianismo”, falou. Ele ressaltou ainda a importância da misericórdia. “Não podemos permanecer indiferentes. Não podemos viver uma meia fé, que recebe, mas não dá […]. Tendo recebido misericórdia, vamos nos tornar misericordiosos”, declarou.

Segundo a agência de notícias France Presse, o papa não usou máscara durante a missa, que contou com cerca de 80 participantes, entre eles presos de dois presídios de Roma e de um centro de detenção de jovens, além de refugiados da Síria, Nigéria e Egito.

(Pleno News)

Nota: “Compartilhar a propriedade ‘não é comunismo, é puro cristianismo’. Essas foram as palavras do papa Francisco, que não cansa de surpreender seus fiéis, proclamando princípios sociais que coincidem com aqueles que são os pilares da ideologia comunista. Ontem, durante a homilia da missa celebrada na igreja de Santo Spirito em Sassia, em Roma, ele comentou a passagem de Ato dos Apóstolos que diz que ‘ninguém considerava de sua propriedade aquilo que lhe pertencia, mas tudo era comum entre eles’. O papa sublinhou: ‘Os discípulos misericordiosos tornaram-se misericordiosos’. Para eles ‘compartilhar os bens terrenos parecia uma consequência natural. Além disso, o papa lançou um apelo a não ceder à indiferença, mas viver a partilha. A pergunta que eu gostaria de fazer é a seguinte: Compartilhar a propriedade vale para todos? Papa Francisco e seu Vaticano apoiam o projeto oligárquico antidemocrático da Nova Ordem Mundial o “Capitalismo Inclusivo”. Estamos falando de multinacionais e organizações como a Fundação Rockefeller, os Rothschilds, PCCh, grandes potências bancárias e financeiras que se escondem atrás de atividades filantrópicas para proteger seus próprios interesses. A herdeira Lynn Forester de Rothschild pertence à dinastia dos ‘demônios’ das finanças, donos da riqueza de quase metade da população mundial. E justamente ela nos vem falar sobre a importância da redistribuição da riqueza: ‘Estamos respondendo ao desafio do papa Francisco de criar economias mais inclusivas que espalhem os benefícios do capitalismo de forma mais equitativa e permitam que as pessoas realizem todo o seu potencial.’ Se esses que se autoproclamaram ‘Os Guardiões’ tivessem se privado de pelo menos 30% de suas riquezas, teriam continuado imensamente ricos, mas em troca teriam salvado nações inteiras. Mas eles jamais fariam isso; essas mesmas nações e continentes continuam se submetendo a seus próprios interesses exclusivos de dominação e poder.
O fato é que o Vaticano decidiu ser ‘garoto propaganda’ deste golpe mundial a favor dos mais ricos do planeta contra os mais pobres. Ficou claro para vocês agora?” (Karina Michelin)

Leia também: “Atos 2:42-47 defende o socialismo?”

Livros de Ellen White foram falsificados por jesuítas na China?

De vez em quando,”notícias” espalhafatosas e fake news se espalham pelas redes sociais como fogo na palha. Alguns desses boatos, passado algum tempo, voltam requentados como se fossem novidade. Infelizmente, muita gente acaba contribuindo (na maioria das vezes sem querer) para que a mentira se espalhe mais e mais, sem se dar o trabalho de verificar as fontes da informação ou de averiguar se ela é verdadeira ou não. Recentemente voltou a circular a “notícia” de que jesuítas estaria falsificando/adulterando livros de Ellen G. White na China. Em 2011, William Fagal, diretor associado do Ellen G. White Estate, da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia, emitiu a seguinte nota:

“Fizemos indagações sobre isso com a liderança adventista na China, e eles não têm uma preocupação contínua. Alguns livros foram modificados e publicados, mas, de acordo com fontes na China, os perpetradores foram presos e os membros da igreja foram informados do problema; então eles sabem sobre os livros maculados. Não temos informações aqui de que jesuítas estiveram envolvidos na falsificação, conforme alegado em relatórios.”

Portanto, qualquer coisa além disso será mero boato e não deve ser disseminado.

Leia também: “Vídeo mentiroso sobre o decreto dominical”, “Não, o papa não cancelou a Bíblia” e “Boataria internética”

fato-boato

O que você perde quando ora

Certa vez perguntaram a um cristão: “O que você ganha orando a Deus regularmente?” Ele respondeu: “Geralmente não ganho nada, mas, sim, perco coisas.”

E ele citou tudo o que perdeu orando a Deus regularmente:

1. Perdi a minha raiva orando a Deus regularmente.

2. Perdi o orgulho orando a Deus regularmente.

3. Perdi a ganância orando a Deus regularmente.

4. Perdi a inveja orando a Deus regularmente.

5. Perdi a luxúria orando a Deus regularmente.

6. Perdi o egoísmo orando a Deus regularmente.

7. Perdi a mentira orando a Deus regularmente.

8. Perdi o gosto pelo pecado orando a Deus regularmente.

9. Perdi os desejos da carne orando a Deus regularmente.

10. Perdi a impaciência, o desespero e o desânimo orando a Deus regularmente.

Às vezes, oramos não para ganhar algo, mas, sim, para perder coisas que não nos permitem crescer espiritualmente. Você está disposto a perder algo?

(Autor desconhecido.)

Arcanjo Miguel: resposta final ao CACP, Cristianismo Inteligente e outros

“Deixei que eles comentassem no meu canal quando indicaram o vídeo deles. Quando fiz minha resposta, fui lá igualmente dizer que a resposta havia sido dada. Me bloquearam…” (Pr. Eleazar Domini)

Lição do Jardim: melhores amigos

Meditações diárias 2 a 10

Perguntas interativas da Lição: Os princípios fundamentais da aliança

A aliança de Deus com os seres humanos é semelhante ao casamento: ela define um acordo e um relacionamento. Deus, motivado por Seu grande amor por nós, é o iniciador do relacionamento de aliança. Ele mesmo toma todas as providências para que sejamos salvos. De nossa parte, precisamos confiar totalmente nEle.

O que significa “fazer uma aliança” com alguém? Como a aliança com Deus é diferente das alianças feitas entre seres humanos?

Em sua opinião, o que uma aliança de um Ser perfeito e santo com meras criaturas mortais revela sobre o caráter de Deus?

Por que a aliança com Deus não deve apenas se resumir a um “acordo entre as partes”, mas deve também ser fundamentada em um relacionamento com Ele? Qual seria o problema dessa aliança se não envolvesse um relacionamento sobrenatural com o Divino? (R.: Seriam meras obras vazias sem o poder do Alto que transforma e santifica o coração – Jr 13:23; Jo 15:5; etc.)

Leia sobre a aliança de Deus com Noé em Gênesis 6:18. Quais eram os deveres de ambas as partes desse acordo?

Leia sobre a aliança de Deus com Abraão em Gênesis 12:1-3. Quais foram as partes do acordo? Com base em Gênesis 15:6, qual foi a função da fé e das obras humanas nessa aliança? (Compare com Gl 3:29; Hb 11:8; Tg 2:20-26.) O que podemos aprender a partir desses textos para nossa própria vida espiritual?

Leia sobre a aliança de Deus com Moisés em Êxodo 6:2-7. De que modo essa aliança é uma continuação da que Deus havia feito com Abraão (Gn 12:1-3)? Em que sentido a aliança de Deus nos torna dEle e Ele de nós?

Compare a “velha aliança”, ou antigo testamento (Êx 24:7, 8), com a “nova”, ou novo testamento (Mt 26:27, 28). Qual é a essência da nova aliança que a torna tão superior (compare com Hb 10:4 e 1Pe 1:18-20)?

Leia sobre a “nova aliança” que Deus quer fazer com toda a humanidade: Jr 31:33; Hb 8:10; 10:16, 17. Qual é o significado de Deus “escrever” Sua lei em nosso “coração” e em nossa “mente”?

De que forma podemos celebrar hoje mesmo e durante toda a vida a nova aliança de Deus conosco?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)