Professores de uma universidade britânica não podem mais corrigir erros de grafia: “É muito elitista”

A tal da “inclusão” sempre foi pretexto para a… exclusão

texto ingles

Professores da Universidade de Hull, ao norte da Inglaterra, não têm mais permissão para corrigir erros de grafia. A justificativa apresentada foi de que a correção seria algo “muito elitista”. A nova regra faz parte da “política de avaliação inclusiva” que visa “descolonizar os currículos”, de acordo com o The Telegraph. Segundo a universidade, a abordagem revisada deve “garantir mais oportunidades iguais, independentemente da formação dos alunos” e o método “forneceria uma avaliação mais justa da qualidade das ideias e do conhecimento”.

A universidade acredita que certos alunos estão em “desvantagem ou desencorajados” por uma avaliação rigorosa de suas habilidades na língua inglesa. A instituição de ensino afirma que se trata de alunos que frequentaram escolas com fraco desempenho, estiveram doentes por muito tempo ou alunos para os quais o inglês não é a primeira língua.

A nova política não é nenhuma surpresa: universidades na Grã-Bretanha estão sob pressão para receber mais estudantes de meios desfavorecidos. A Universidade das Artes de Londres tem política semelhante.

Os professores foram instruídos a “aceitar erros de grafia, gramática ou outros erros de língua inglesa, ”desde que “não impeçam significativamente a comunicação”, mencionou o The Telegraph.

(The Telegraph, via Conexão Política)

Nota: “A tal da ‘inclusão’ sempre foi pretexto para a… exclusão. Exclusão do mérito, do sentido, do propósito, da verdade, da beleza e da justiça – enfim, de tudo o que presta e por que vale a pena lutar. Pior ainda quando a tal inclusão é religiosa e envolve fazer vista grossa para pecados claramente condenados nas Escrituras dessa religião. Essa é a cereja do bolo. Por conhecer as relações dinâmicas entre a igreja e o mundo, Satanás sabe que muitos religiosos se contentam em ter um padrão apenas superior ao do mundo – e olha que alguns nem isso. É a Janela de Overton aplicada ao Grande Conflito. Por meio de seus fantoches nos escalões mais altos da sociedade, o diabo vai arrastando o mundo cada vez mais para baixo, e a igreja segue junto, mas com a ilusão de estar um ou dois patamares acima – e cada vez mais patamares longe de Deus” (Marco Dourado).

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