Banha de porco é saudável? Resposta ao Dr. Lair Ribeiro

O dia longo de Josué e o mistério do relógio de Acaz

O Sol parou no Céu? A Terra parou de girar? A Bíblia estaria errada?

josue

“A rigor, se a Terra para de girar, é tecnicamente correto dizer que o Sol para no céu (Josué 10:13). E isso não é Relatividade. Já se usavam diferentes referenciais na teoria de Newton também. Considerar a Terra como parada e o resto do Universo como girando ao redor é um referencial possível e até utilizado na prática, dependendo da aplicação. Não é tecnicamente errado fazer isso. O problema é que esse não é um referencial inercial e faz com que as leis físicas pareçam muito mais complexas do que o necessário. Por isso, em geral, os físicos usam outros referenciais. Também trabalhamos com abordagens independentes de referenciais. Na Relatividade, por exemplo, podemos usar uma notação da Geometria Diferencial que independe de referenciais, mas normalmente preferimos trabalhar com referenciais que simplifiquem os cálculos, após provar que as equações utilizadas são válidas em todos os referenciais. Outro detalhe: se frearmos um carro bruscamente, sentimos os efeitos da aceleração. Se o carro bater, a aceleração (taxa de alteração de velocidade) é tão alta que tem efeitos catastróficos. Mas, se pararmos um carro por meio de um campo gravitacional, ninguém nota. Se Deus parou a rotação da Terra por meio de um campo gravitacional bem planejado, isso não causaria qualquer efeito observável na Terra. Em suma, quando Josué diz que o Sol parou, está tecnicamente correto, pois o referencial usado era obviamente o do ambiente dele, ou seja, da superfície da Terra.

“O caso do relógio de Acaz (2 Reis 20:11) é bastante semelhante ao do dia longo de Josué, o qual, segundo evidências arqueológicas, foi um fenômeno mundial, pois correspondeu a uma noite longa nas Américas. Isso indica que a Terra parou de girar no caso de Josué e chegou a retroceder no caso de Acaz. Um contra-argumento comum é o de que um fenômeno assim seria catastrófico a ponto de provavelmente eliminar a vida na Terra. Para ter uma ideia em miniatura do problema, basta imaginar um carro viajando em alta velocidade por uma estrada e tendo sua velocidade reduzida a zero muito rapidamente ao bater contra uma rocha. O carro provavelmente seria destruído e seus ocupantes obviamente morreriam no processo. Portanto, alguma outra coisa deve ter ocorrido tanto no caso do relógio de Acaz quanto no dia longo de Josué, certo. Na verdade, esse é um argumento falacioso (enganoso).

“Usaremos de um certo abuso de linguagem para tornar a explicação mais acessível.

“Aproveitemos a analogia do carro para examinar o problema um pouco mais de perto em uma situação menos extrema. Imagine o carro viajando a uma velocidade de, digamos, 100 km/h. Quando o freio é acionado, ele faz com que surja uma força (torque, mais precisamente) que tende a fazer com que as rodas parem de girar. Por causa do atrito entre os pneus e a estrada, o efeito final é que o carro é afetado por uma força em sentido contrário a seu deslocamento, causando uma “desaceleração” (uma aceleração em sentido contrário ao do movimento).

“Por causa da inércia (tendência natural a permanecer no mesmo estado de movimento), os ocupantes do carro tendem a continuar viajando com a mesma velocidade ao passo que o veículo tende a deslocar-se cada vez mais lentamente. Isso dá às pessoas a sensação de serem impulsionadas para a frente, pois sua percepção baseia-se no referencial do carro. Mesmo de olhos fechados, os ocupantes podem saber quando o carro aumenta ou diminui sua velocidade por causa desse efeito de inércia. Se a alteração de velocidade for muito abrupta, o resultado pode ser fatal. A causa do problema está nas forças que as partes do veículo impõem umas sobre as outras e sobre os passageiros. Isso ocorre porque a força de frenagem ou de aumento de velocidade é aplicada a uma parte do veículo e então transmitida, por meio dela a todas as demais partes bem como aos ocupantes. Se essas forças forem suficientemente grandes, podem destruir tudo.

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“O que aconteceria se a mesma aceleração aplicada ao eixo das rodas também fosse aplicada a cada partícula do veículo e de seus ocupantes? Nesse caso, não haveria tensão entre partes do veículo nem entre elas e os ocupantes. De fato, seria impossível perceber a aceleração sem observar o ambiente externo ao carro. A aceleração poderia ser altíssima ou muito baixa e os ocupantes do veículo não sentiriam a diferença.

“Para frear ou acelerar um carro dessa maneira, seria necessário um “campo de forças” ou, mais precisamente, um campo de acelerações. Pode parecer ficção científica, mas a gravidade funciona exatamente assim. Um carro sobre uma rampa a uma velocidade suficientemente alta, ao terminar a subida, pode perder contato com a rampa e ter sua componente vertical da velocidade freada rapidamente pela gravidade sem que isso faça com que os ocupantes do veículo sejam projetados violentamente para o teto. Apenas tendem a acompanhar naturalmente o movimento do carro, uma vez que a mesma aceleração da gravidade que atua sobre o veículo, atua também sobre eles. Nenhum efeito catastrófico ocorre a não ser quando batem no solo.

“Campos gravitacionais também podem atuar de outras maneiras. Existe, por exemplo, o efeito Lense-Thirring, previsto em 1918: um objeto com grande massa e em alta velocidade de rotação pode “arrastar” o espaço ao seu redor induzindo movimentos tangenciais em objetos ao seu redor, fazendo com que órbitas em torno do objeto central sofram precessão.

“Após esse passeio por noções de Física básica, podemos voltar nossa atenção ao problema do relógio de Acaz e o do dia longo de Josué. Se o torque aplicado para deter ou mesmo inverter a rotação da Terra fosse aplicado na forma de um campo que afeta cada partícula da mesma forma, não haveria qualquer efeito perceptível a não ser a alteração no movimento em relação a referenciais externos. E Deus poderia fazer isso sem violar qualquer lei física.”

(Eduardo Lütz é bacharel em Física e mestre em Astrofísica Nuclear pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

Fox News: o iminente lockdown/bloqueio climático

“Se você acha que as forças que sustentam Biden não estão pensando em declarar uma emergência climática de alguma forma durante seu primeiro mandato, não tem prestado muita atenção. Um relatório divulgado ontem pela Agência Internacional de Energia nos deu uma prévia do que pode estar por vir. E, claro, os bloqueios deram a eles o mapa perfeito de como exercer controle sobre a população. Não acredite apenas na minha palavra. Eles admitem isso. A crise da Covid demonstrou que as pessoas podem fazer mudanças comportamentais em velocidade e escala significativas se entenderem que as mudanças são justificadas. Agora seremos obrigados a ficar em casa por causa do clima?”

(Fox News, 20/5/2021)

Deus quer que eu seja feliz?

No Sermão da Montanha, Cristo não disse: “Felizes os que são felizes”

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Claro que é verdade! Mas, no Sermão da Montanha, Cristo não disse: “Felizes os que são felizes por que verão a Deus.” Porém, disse:

Felizes os pobres de espírito.
Felizes os que choram.
Felizes os humildes.
Felizes os que têm fome e sede de justiça.
Felizes os misericordiosos.
Felizes os que promovem a paz, pois serão chamados filhos de Deus.
Felizes os perseguidos por causa da justiça (ler Mateus 5).

Uau! Todas as bem-aventuranças me chacoalham. Destaco hoje esta: “Felizes os limpos de coração, porque eles verão a Deus” (Mateus 5.8). Pensei: por mais santidade e menos essa tal felicidade baseada em atender os desejos de uma natureza caída e inimiga de Deus.

“Sem ter uma vida santa ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).

Observe se o assunto santificação aparece em nossas conversas. Preste atenção na vida cotidiana dos cristãos no momento. Saímos do extremo de legalismo, farisaísmo para o extremo do mundanismo, humanismo. Ser feliz tornou-se a suprema ordem. “Meus desejos, meu governo.”

Que felicidade, cara-pálida? De qual felicidade estamos falando?

“Feliz é aquele que suporta com paciência as provações e tentações, porque depois receberá a coroa da vida que Deus prometeu àqueles que O amam” (Tiago 1:12).

Estamos confundindo felicidade com desejo pelo pecado. E pecar é bom, gostoso. É compatível com a nossa natureza caída.

“Nossos próprios desejos nos seduzem e nos arrastam. Esses desejos dão à luz o pecado, e quando o pecado se desenvolve plenamente, gera a morte” (Tiago 1:14).

Vamos! Continuemos dando ousadia para os desejos. Demos a eles o governo da nossa vida. O final será a morte eterna.

“Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfaçam os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; o Espírito, o que é contrário à carne” (Gálatas 5:16, 17).

E essa felicidade aqui Quem quer? “Felizes são vocês quando, [por Minha causa] sofrerem zombaria e perseguição, e quando outros, mentindo, disserem todo tipo de maldade a seu respeito. Alegrem-se e exultem, porque uma grande recompensa os espera no céu. E lembrem-se de que os antigos profetas foram perseguidos da mesma forma” (Mateus 5).

(Darleide Alves; Instagram)

Amar o pecador e odiar o pecado

Devemos amar os pecadores como amamos a nós mesmos e odiar o pecado dos outros como odiamos os nossos defeitos.

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De vez em quando alguém recita aquela máxima cristã: “Devemos odiar o pecado e amar o pecador.” Essa é uma frase verdadeira e precisa ser colocada em prática. Como isso funciona na prática? Como podemos amar a pessoa odiando o que ela fez? C. S. Lewis nos ajuda a chegar à resposta:

“Pensando bem, agora me lembro de ter tido professores de educação cristã há muito tempo que me ensinaram que devo odiar as coisas más que as pessoas praticam, sem odiar as pessoas más; ou como eles o teriam dito: odiar o pecado, em vez de odiar o pecador. Essa distinção me parecia bastante tola e sem muito sentido: como seria possível odiar o que uma pessoa fez, sem odiá-la? Mas anos depois ocorreu-me que havia um homem com o qual eu estive fazendo isso toda vida – comigo mesmo. Não importa o quanto eu possa desgostar de minha própria covardia, presunção ou ambição, não deixarei de me amar por isso. Nunca tive a menor dificuldade quanto a isso. Na verdade, a razão por que eu odiava o que fazia era que eu me amava. Era exatamente o fato de amar a mim mesmo que me fazia lamentar a descoberta de que era o tipo de cara que fazia aquelas coisas. Consequentemente, o cristianismo não espera que reduzamos em um só milímetro o ódio que sentimos pela crueldade e traição. Temos mais é que odiar essas coisas. Nenhuma palavra do que dissermos sobre elas precisa ser desdita. Por outro lado, temos que odiar essas coisas nos outros, da mesma forma que as odiamos em nós mesmos: lamentando muito que o cara tenha agido assim, e esperando que, se possível, de alguma forma, algum dia e em algum lugar, ele possa ser curado, voltando a se tornar humano” (Cristianismo Puro e Simples, p. 160).

Lewis foi, mais uma vez, cirúrgico em sua construção do pensamento. Devemos amar os pecadores como amamos a nós mesmos e odiar o pecado dos outros como odiamos os nossos defeitos. Eu só faria uma observação diante do pensamento de Lewis. As pessoas que já deixaram de odiar o mal que praticam e passaram a amar esse mal não servem como referência para o exemplo acima.

Coloquemos em prática em nossa vida e em relação aos outros. Amemos muito o pecador e odiemos muito o pecado.

(Felippe Amorim; Instagram)

Cuidado com teorias sedutoras

“Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo.” Colossenses 2:8

“Neste tempo – os últimos dias da história da Terra – devemos fazer do livro de Apocalipse objeto de especial estudo. Por quê? Porque ele descreve as cenas que deveremos defrontar. Precisamos compreender o que teremos pela frente e como confrontar isso. Devemos conhecer que esforços teremos que aplicar, de modo a que nesse tempo de perigo não sejamos apanhados pelos ardis do inimigo. Sabemos que o grande último conflito representará o mais determinado esforço de Satanás para alcançar seus propósitos. Ele virá, não somente como um leão a rugir, mas como um sedutor, revestindo o pecado com belas vestimentas de luz para poder apanhar os seres humanos em seus ardis” (Ellen White, OA 160.1).

“O Senhor deseja que reconheçamos ser de grande importância que permaneçamos nestes últimos dias sobre a plataforma da verdade eterna. Aqueles que julgam que a igreja militante é a igreja triunfante cometem um grande erro. A igreja militante conseguirá grandes triunfos, mas terá também tremendos conflitos com o mal para ser firmemente estabelecida sobre a plataforma da verdade eterna. E cada um de nós deveria determinar-se a permanecer com a igreja sobre essa plataforma” (OA 160.2).

“Existem hoje aqueles que consideram o Apocalipse um livro selado. É um mistério, mas um mistério revelado. Precisamos compreender o que ele nos diz com respeito às cenas que terão lugar nos últimos dias da história da Terra. O inimigo introduzirá tudo quanto possa para levar avante seus enganosos planos. Não está faltando sabedoria àqueles que não têm desejo de entender o que diz respeito às coisas que devem ter lugar na Terra?” (OA 160.3).

“É de admirar que às vezes eu tenha algo a dizer quando vejo os pilares de nossa fé começando a ser mudados? Teorias sedutoras estão sendo ensinadas de tal modo que não as reconheceremos a menos que tenhamos um claro discernimento espiritual” (Manuscrito 46, 1904). 

Lição do Jardim: túnica especial

Perguntas interativas da Lição: o sinal da aliança

Ao contrário do que muitos pensam e ensinam, a guarda do sábado do quarto mandamento representa a graça salvadora de Deus e não a tentativa humana de salvação pelas obras. O sábado aponta a nossa criação no passado, o descanso que temos em Cristo no presente e a Nova Terra no futuro, quando finalmente entraremos no “descanso” de Deus: “Portanto, ainda resta um repouso sabático para o povo de Deus” (Hb 4:8, 9). Por isso, Deus escolheu o sábado como sinal de Sua aliança. Esse foi o tema da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia Gênesis 2:1-3. Por que é importante sabermos que Deus santificou e abençoou o sábado na semana da criação, ou seja, muito antes que existissem os judeus?

Em sua opinião, por que o texto do quarto mandamento (Êx 20:11) tem várias semelhanças com o relato de Gênesis 2:2, 3? (R.: O sábado já havia sido santificado na semana da Criação, e essa é a base textual para sua validade como mandamento.)

Leia Marcos 2:27. Em que sentido Deus fez o sábado “por causa” do ser humano? Quais seriam os benefícios da humanidade se o sábado fosse devidamente santificado (ou “separado para Deus”)? Como a guarda do sábado tem aumentado seu relacionamento com Deus?

De que forma o relato sobre o maná (Êx 16) comprova a importância do sábado como dia especial antes de Deus escrever a Lei (Êx 20)? (R.: O maná caía em dobro na sexta-feira para que o povo não precisasse pegar no sábado, e apenas nessa ocasião ele não estragava de um dia para o outro. Isso mostra que o sábado já era consagrado antes de Deus escrever os Dez Mandamentos no capítulo 20.)

Veja Êxodo 16:4, onde Deus disse que não faria o maná cair no sábado pelo seguinte motivo: “Para que Eu veja se andam em Minha lei ou não.” E ao saírem alguns do povo no sábado para procurar pelo maná (v. 27), Deus disse: “Até quando recusareis guardar os Meus mandamentos e as Minhas leis?” (v. 28). Sendo que o relato dos Dez Mandamentos entregues no Sinai aconteceu depois disso (no capítulo 20), o que aprendemos aqui sobre a Lei de Deus? (R.: A Lei de Deus sempre existiu, cf. Sl 119:142; 1Jo 2:7.) Por que é importante sabermos disso?

Leia Êxodo 31:13, 17. Por que Deus escolheu o sábado para ser um sinal da Sua aliança? De que modo o sábado é um sinal da graça de Deus, e não um sinal de salvação pelas obras?

Note a ênfase nestes dois verbos de Êxodo 31:13: “Para que vocês saibam/conheçam que Eu sou o Senhor que os santifica.” Como o sábado nos ajuda a saber/conhecer mais sobre o Senhor, e a reconhecer que é Ele quem nos santifica?

Leia Êxodo 20:8. Note que o mandamento pede para “santificar” o dia de sábado, ou seja, torná-lo separado, consagrado para Deus. Em outras palavras, guardar esse mandamento não se resume apenas em “não trabalhar” nesse dia. Como podemos aproveitar devidamente as bênçãos do sábado como dia especial de comunhão e de crescimento espiritual? (Is 58:13: Mt 12:12; At 16:13; etc.)

Por que a guarda do sábado nos distingue como o “povo que observa os mandamentos” mais do que qualquer um dos outros nove mandamentos?

Se, para um cristão, o sábado parece “chato” e interminável, por que o problema não está no sábado (Am 8:5, 6; Jo 14:15)? Nesse caso, o que deve acontecer (e como) para que o sábado se torne um dia “deleitoso” conforme Isaías 58:13?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Alienígenas existem? Obama diz que não pode falar tudo que sabe sobre OVNIs

“Não sabemos exatamente o que são, não podemos explicar como se moviam, sua trajetória”

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Em sua recente aparição no programa norte-americano “Late Late Show”, de James Corden, Barack Obama reconheceu que algumas imagens de aeronaves não identificadas são reais e respondeu mais algumas perguntas sobre alienígenas – apesar de afirmar que existiam coisas que não poderia falar. Reggie Watts, líder da banda que toca no programa, perguntou se o ex-presidente norte-americano tinha alguma teoria ou informação sobre alienígenas. “Quando se trata de alienígenas, há algumas coisas que simplesmente não posso dizer no ar”, brincou Obama.

Durante a entrevista, o ex-presidente dos EUA contou que quando assumiu o cargo em 2008 perguntou se existia um laboratório em algum lugar onde estariam mantendo os espécimes alienígenas e naves espaciais e, após algumas pesquisas de sua equipe, a resposta foi não. Contudo, Obama confirmou que há filmagens e registros de objetos não identificados nos céus, mas que “não sabemos exatamente o que são, não podemos explicar como se moviam, sua trajetória”. “Não tinham um padrão facilmente explicável. E então, você sabe, acho que as pessoas ainda levam a sério tentar investigar e descobrir para saber o que é isso. Mas não tenho nada a relatar a vocês hoje”, disse o ex-presidente norte-americano.

O assunto reverberou após um ex-piloto da Marinha dos EUA, o tenente Ryan Graves, contar ao programa “60 Minutes” da CBS que ele e seus colegas avistaram OVNIs – conhecidos também por Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAP) – “todos os dias por pelo menos alguns anos”. Vídeos dos acontecimentos foram divulgados em 2019 e o Departamento de Defesa dos EUA lançou uma força-tarefa especial para investigá-los em agosto de 2020. É esperado que um relatório sobre os avistamentos seja entregue em junho.

(Tilt UOL)

Lição dos Adolescentes: sem amor à primeira vista