Não deixe que as ideologias roubem a verdadeira esperança

A confiança em Deus não vem de ideologias que contrariam a Bíblia. E, ao mesmo tempo, essa esperança não anula a importância do envolvimento social.

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“Não confiem em príncipes, em meros mortais, incapazes de salvar” (Salmo 146:3, NVI).

Guilherme Miller (1782-1849), precursor do movimento adventista que arrebanhou milhões de adeptos nos Estados Unidos da América no século 19, foi um homem descrente durante parte de sua vida. Na adolescência, Miller aderiu a uma corrente intelectual de destaque à época, o deísmo, que desafiava os ensinamentos recebidos por ele através de sua família cristã. A ideia de um Deus pessoal, que intervém na história e se relaciona com as criaturas, tornou-se, a despeito da crença nos esforços humanos para construir um mundo melhor, objeto de sua devoção. Durante esse período, a religião foi reduzida a assunto para piadas em bebedeiras com os amigos.

Conceitos como pecado, salvação e eternidade eram infantis para Miller. Ao invés disso, amizade, nacionalismo, educação e ciência eram alguns de seus dogmas. Essas crenças não resistiram à sangrenta guerra civil norte-americana. Sua experiência durante o conflito implodiu sua fé no homem e o voltou a Deus e, posteriormente, às Escrituras. “A Bíblia se tornou meu livro de estudo principal, e posso verdadeiramente dizer que passei a investigá-la com grande deleite.”

[Continue lendo.]

Lição dos Jovens: contracultural

Animais podem ser homossexuais?

Existe um comportamento verdadeiramente homossexual entre os animais? A resposta é NÃO, de acordo com declarações de vários especialistas em comportamento animal

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Nas últimas semanas uma notícia foi compartilhada por milhares de internautas e reproduzida em diversos sites jornalísticos e de curiosidades do Brasil e do mundo. A chamada da maioria dos sites dizia: “Leões machos são flagrados copulando e intrigam internautas.”[1] Alguns mais pretensiosos chegaram a dizer que definitivamente estava provado que o comportamento homossexual é uma característica normal, inata, natural em animais, logo, também em humanos. Bem, o que me deixou particularmente intrigado com isso é que, na verdade, a observação de comportamento homossexual em animais “não humanos” não é exatamente uma novidade. Em 1999, o biólogo canadense Bruce Bagemihl publicou o livro Biological Exuberance: Animal Homosexuality and Natural Diversity,[2] no qual lista pelo menos 300 espécies animais que apresentam comportamento homossexual. Na verdade, muito antes disso, no início dos anos 1980, o psicólogo norte-americano W. J. Gadpaille, que trabalhava com sexualidade em adolescentes, afirmou em publicação na Archives of General Psychiatry[3] que não existia nenhuma espécie animal em que já havia sido estudado o comportamento sexual que não apresentasse casos de homossexualismo. Seguindo essa lógica, parece-me não haver necessidade de discutir o assunto, pois cientistas já comprovaram (nesses e em outros artigos – diversos outros, mais recentes, podem ser citados[4]) que o comportamento homossexual em animais é real. 

[Continue lendo esse texto escrito por um biólogo/etólogo e mestre em Zoologia pela UFPE]

Nos debates sobre homossexualidade geralmente se faz referência a relações de mesmo sexo entre os animais. Mas existe um comportamento verdadeiramente homossexual entre os animais? A resposta é NÃO, de acordo com declarações de vários especialistas em comportamento animal feitas à BBC Earth. Segundo eles, as relações entre animais de mesmo sexo não representam a expressão de um comportamento verdadeiramente homossexual. Esses fenômenos, em geral, ocorrem por outros motivos, entre eles: (1) estratégias reprodutivas; (2) incentivo e treinamento sexual com espécie do sexo oposto; (3) maturação sexual; (4) fortalecimento dos vínculos sociais; (5) subir na escala social através de relação com membros mais dominantes do grupo; (6) parceria para criar filhotes em razão da ausência de machos.

Os especialistas também disseram que o comportamento homossexual ainda parece ser uma raridade. E concluem dizendo que os seres humanos são o único caso documentado de homossexualidade “verdadeira” em animais [sic] e que talvez nunca encontremos um animal selvagem que seja estritamente homossexual na forma como alguns humanos são. 

[Leia a seguir o artigo da BBC na íntegra.]

O que seria das mulheres sem o cristianismo?

Em todos os lugares em que ele chegou, as condições das mulheres melhoraram. Onde ele não chegou, veem-se coisas terríveis, como a eugenia sexual, o infanticídio e a prostituição.

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Muito se fala sobre a situação da mulher na sociedade moderna. Acreditam não poucos que há um grande desnível – ou abismo mesmo – entre os direitos e deveres do homem e os da mulher, sendo que essa última tem sido historicamente prejudicada. E não faltam candidatos a carrasco do sexo feminino. A última moda agora é acusar as religiões de forma geral, e o Cristianismo, em especial. Não há a menor dúvida de que existem religiões no mundo que cerceiam os direitos da mulher. O Islamismo é um bom exemplo desse tipo. Tanto seu livro sagrado como sua literatura teológica discrimina e rebaixa gravemente a mulher a ponto de torná-la um objeto de propriedade, primeiramente do pai, e depois do marido. Contudo, neste texto quero provar que não há razão por que colocar o Cristianismo no mesmo cesto das religiões que pejoram a mulher. Mais do que isso, vou mostrar como o Cristianismo colocou a mulher em uma situação muito melhor do que qualquer outro sistema religioso ou filosófico que já existiu.

Um pouco de história

A vida da mulher não era fácil nas culturas antigas. Em geral, eram propriedade dos maridos. Não eram consideradas capazes ou competentes para agir independentemente. Vejamos a Grécia antiga. Aristóteles disse que a mulher estava em algum lugar entre o homem livre e o escravo (considerando que a situação do escravo não era nem um pouco auspiciosa, perceba a pobre situação feminina), e que era um “homem incompleto” (Política). Platão, por sua vez, entendia que se o homem vivesse covardemente, ele reencarnaria como mulher. E se essa se portasse de modo covarde, reencarnaria como pássaro (A República, Livro V). A sorte das mulheres não era muito melhor na Roma antiga. Poucas famílias tinham mais de uma filha. O casamento romano era uma forma de trazer mais material humano para formação do exército, e assim permitir a Roma a continuidade de sua expansão; por isso, o interesse estava em ter filhos homens. Daquelas, porém, que sobreviveram ao infanticídio, eram-lhes reservadas as tarefas do lar, mas não o exercício da cidadania e a participação política, coisa reservada apenas aos patrícios homens.

Na China, até bem recentemente, o infanticídio era uma prática comum. Os bebês do sexo feminino eram entregues como alimento aos animais selvagens ou deixados para morrer nas torres dos bebês. Adam Smith escreveu sobre essa prática no seu famoso livro A Riqueza das Nações, de 1776. Ele fala inclusive que o descarte de bebês indesejados era mesmo uma profissão reconhecida e que gerava renda para muitas pessoas.

Vejamos outros casos. Na Índia, viúvas eram mortas juntamente com seus maridos – a prática chamada de sati (que significa a boa mulher). Também havia tanto o infanticídio quanto o aborto feminino. Além disso, meninas eram criadas para serem prostitutas cultuais – as devadasis. Nessa prática religiosa, a menina era “casada com” e “dedicada a” um dos deuses hindus. Nos rituais de adoração a esses deuses, havia dança, música e outros rituais artísticos. Conforme iam crescendo, as devadasis se tornavam servas sexuais, de homens e dos “deuses”. Ainda hoje, famílias pobres entregam suas filhas para essas deidades com o objetivo de alcançar delas algum favor, ou ainda obter algum meio de renda com os frutos da prostituição.

Na África, o problema era semelhante à prática do sati da Índia. Quando um líder tribal morria, as esposas e concubinas do chefe eram mortas juntamente com ele. Mesmo hoje, no Oriente Médio, o valor da mulher é mínimo.

A mudança trazida pelo Cristianismo

Que diferença trouxe a vinda de Jesus Cristo entre nós? Muita, em vários pontos. Na verdade, foi uma revolução. Muito do que Jesus Cristo ensinou já era praticado pela sociedade judaica (que era muito diferente das nações à sua volta), e outros pontos tiveram seus termos desenvolvidos por Ele. Mas mesmo os judeus tinham um tratamento discriminatório em relação às mulheres; Jesus, entretanto, Se relacionava de forma saudável com elas. De forma geral, o Cristianismo colocou a mulher em pé de igualdade com os homens. Como ele fez isso?

– Dizendo que ambos foram criados por Deus, à Sua imagem e semelhança (“E criou Deus o homem à Sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” [Gn 1:27]. Para Deus, homens e mulheres têm o mesmo valor [Gl 3:28]).

– Que ambos deveriam dominar e sujeitar a natureza (“E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra” [Gn 1:28]). Não há nada que impeça a mulher, tanto quanto o homem, de explorar a criação em cumprimento ao mandato cultural.

– A decisão de Deus criar a mulher a partir de Adão declara que ambos provêm da mesma essência (Gn 2:22), mostrando que a mulher em nada é inferior ao homem, tampouco lhe é superior. E a declaração de Adão mostra que sua mulher, Eva, é parte de si mesmo, tendo o mesmo valor que ele próprio (Gn 2:23).

– Que o casamento, como instituição divina, implica que o homem foi feito para a mulher, assim como a mulher foi feita para o homem, e dessa forma ambos andam como uma unidade em dois corpos (Gn 2:24), o que destrói a ideia de que a mulher é escrava do marido, ou vice-versa. São complementares.

– O Cristianismo também evitou que a mulher fosse injustiçada, não permitindo a poligamia, que é inerentemente prejudicial a elas (1Co 7:2).

– O Cristianismo ensinou o cuidado com as viúvas. Elas, se não tivessem recursos, deveriam ser cuidadas e sustentadas pela igreja (1Tm 5). Se o marido morre, ela é livre para continuar viúva ou casar novamente, se quiser.

– O Cristianismo condenou a prostituição ao declarar que o corpo não pertence a nós mesmos, mas a Deus, e que ele é templo do Espírito Santo (1Co 6:13,19). O corpo do homem pertence à mulher, e o da mulher ao homem (1Co 7:4).

– O Cristianismo aprova a instituição do casamento, que não só protege a mulher da exposição aos males sociais, como provê um ambiente seguro material, espiritual e sentimentalmente para seu desenvolvimento integral (Ef 5:28, 29).

– O Cristianismo protege a vida, que entende começar no momento da concepção. Dessa maneira, nenhuma criança deixa de nascer devido a características indesejáveis (pelos pais) que ela tenha ou seja. A vida é direito inviolável, outorgada por Deus, sendo que somente Ele tem direito de reavê-la (1Sm 2:6; Jó 1:21).

– O Cristianismo também proíbe a pornografia, pois entende que ela é equivalente ao adultério. Com isso, a mulher deixa de ser vista como um objeto aos olhos do homem, e reserva o sexo e a nudez para aquele que tem direito a essas coisas, a saber, o marido (Mt 5:28).

Uma palavra sobre o movimento feminista

Se há algum direito, de qualquer pessoa que seja, que deva ser assegurado, sou completamente a favor da luta por ele. A sociedade falha em tratar as mulheres adequadamente porque ela não é uma sociedade moldada exclusivamente pela moral cristã. Muitos dos direitos pelos quais o movimento feminista luta são justos: direitos trabalhistas iguais aos do homem, proteção contra violência física e emocional, igualdade de direitos civis, entre outros. Porém, alguns pontos pelos quais ele luta não são bons, como, por exemplo, o aborto. Ora, o aborto sempre foi uma ferramenta usada pelo homem – e geralmente usado para evitar nascimento de mulheres! O aborto se refere a algo além do corpo da mulher; é outro ser vivo. Ocorre que, ao lutar por esse “direito”, a mulher trata um bebê ainda não nascido como algo menos que humano, tal como um objeto: ou seja, do mesmo modo que ela própria já foi tratada na história.

Outro problema que eu vejo é que algumas feministas mais exaltadas não querem simplesmente uma equiparação de direitos; desejam ocupar o lugar do homem que as explorava, transformando-se em exploradoras. Almejam uma inversão de papéis. Em lugar de uma sociedade patriarcal, sonham com uma matriarcal. E algumas feministas ainda descambam para a misandria – o ódio pelo sexo masculino.

Concluindo

O que o paganismo faz para proteger a mulher? Nunca fez nada, e nunca fará. E essas outras religiões não cristãs? Normalmente, colocam o sexo feminino em uma posição inferior à do homem. E o humanismo? Nada trouxe de bom para as mulheres. Na prática, uma vertente humanista (evolucionista) ensina que nada há de especial na humanidade; tudo que há é resultante de acaso. Somente o mais forte sobrevive (ou domina). Se for o sexo masculino, assim deve continuar a ser. É natural que seja assim. Não há justificativa moral (do ponto de vista evolucionista) para proibir a violência física, sexual, emocional à mulher, nem mesmo por que condenar posicionamentos machistas. A máxima é “o que agora é, é o certo”.

Mas não é assim com o Cristianismo. Em todos os lugares em que ele chegou, as condições das mulheres melhoraram. Onde ele não chegou, veem-se coisas terríveis, como a eugenia sexual, o infanticídio e a prostituição. […]

(Leandro Márcio Teixeira , Napec)

Nota: Na história do adventismo, a principal figura histórica e maior autora foi a norte-americana Ellen G. White. Ellen exerceu um consistente ministério profético por sete décadas, tendo sido palestrante reconhecida, líder, educadora e mãe.

Machismo na Bíblia?

Leandro Quadros: resposta à live desastrosa sobre feminismo, de Ivone Gebara

Noé, o sensacionalista fundamentalista. SQN

Noé

“Sensacionalista!”

“Fundamentalista!”

“O dilúvio é uma profecia condicional ao tempo de Enoque, é impossível para os dias atuais.”

“Alarmista! Fica disseminando ódio.”

“Não nos julgue. Deus é amor.”

“Deus nos aceita como somos.”

Uma live pra lá de reveladora

Para o cristão bíblico a única teologia que ele precisa é daquela que põe a Bíblia como seu padrão absoluto

Um fato interessante sobre a live feminista promovida pelo Leonardo Gonçalves e o Alan Gentil é que se o objetivo deles era desfazer “preconceitos” dos cristãos em relação ao feminismo, o resultado foi o exato oposto. Ao darem voz, sem nenhum contraponto, a uma ex-freira feminista que adota uma teologia liberal, confirmaram as impressões de quem já tinha antipatia para com o feminismo: não é um movimento compatível com o evangelho. Ivone Gebara, a feminista ouvida, relativiza fundamentos da fé cristã como o nascimento virginal, a ressurreição, a Bíblia como Palavra de Deus e até a noção de verdade. Tudo em prol de uma teologia feminista.

No fim das contas, o que se viu na live legitimou a posição do cristão que rechaça o feminismo. Não se trata de não se importar com as mulheres. Se trata de não querer lutar pelas mulheres com uma teologia que nega os mais fundamentais princípios da Bíblia e do evangelho de Cristo Jesus.

Um soldado que se recuse a ir para o tiroteio armado apenas com um pedaço de pau não é alguém que despreza a missão. É apenas alguém que não reconhece um pedaço de pau como uma arma apropriada para um tiroteio. Dê a ele um fuzil e ele combaterá com honra e coragem.

Para o cristão bíblico, a sua arma é a Bíblia. É na Bíblia que sabemos o que é verdade. É na Bíblia que sabemos quem é Jesus e o que é o Evangelho. É na Bíblia que sabemos como honrar a Deus e amar o próximo. Então, não é com o feminismo ou com qualquer outra arma que o cristão bíblico lutará pelos que sofrem. É com a Bíblia. E se a Bíblia, interpretada com as regras lógicas de interpretação textual, é nossa única e suficiente regra de fé, prática e doutrina – Sola Scriptura! –, então não precisamos de nenhuma filosofia secularista ou secularizada para fazer o bem pelo próximo, incluindo as mulheres.

Leonardo Gonçalves, em sua introdução da live, disse que precisamos da teologia feminista, da teologia negra, etc. Mas para o cristão bíblico a única teologia que ele precisa é daquela que põe a Bíblia como seu padrão absoluto. E a live que ele introduziu apenas fez o favor de tornar ainda mais legítima essa posição.

(Davi Caldas, Facebook)

Nota: Leia Efésios 5:11 e entenda por que tantos adventistas zelosos estão reagindo à live com a freira Gebara nos canais de um pastor e um cantor adventistas. Curiosamente, perfis relativistas liberais autointitulados “adventistas” (como esse abaixo), em lugar de apontar as heresias ditas pela entrevistada numa live que nada teve de diálogo, agora partem para o ataque dos que estão reprovando o erro. Buscar ter a lei no coração e segui-la (Josué 1:7-9; Salmo 119:9, 11) fielmente é “clubismo” e ter espírito fariseu? Os mandamentos de Deus estavam materializados nas tábuas da lei e no rolo do livro, ambos no compartimento santíssimo do santuário terrestre. As tradições dos rabinos faziam parte do livro da lei ou foram acrescidas posteriormente? Devemos equiparar os dois? O que a live polêmica apresenta está mais para o Livro da lei, valorizado altamente por Deus, ou para tradições humanas extrabíblicas? Assista e veja por si mesmo. E depois diga se o comentário abaixo faz sentido.

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Dialogando com o diferente

“Vamos dialogar, gente. Vamos ouvir quem pensa diferente.”

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Escute que a Bíblia não é a Palavra de Deus, mas uma produção literária machista, misógina e equivocada. Só escute. Não questione. Concorde e chame isso de diálogo entre pessoas de “opiniões diferentes”.

Entreviste alguém que diz que a história da criação é um mito e balance a cabeça concordando. Chame isso de “dialogar com o diferente”. Entreviste quem prega o panteísmo, que não existe uma verdade absoluta, que a verdade muda de acordo com você e sua experiência pessoal.

Encantada/o entreviste alguém que diz que a ressureição de Jesus não aconteceu. Só ouça apaixonadamente e continue chamado isso de “diálogo com quem pensa diferente”.

Deus disse “mas não coma da árvore do conheci­mento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certa­mente você morrerá” (Gênesis 2:17)

Satanás disse “não morrerás” (Gênesis 3:4) [Serás plena, livre, absoluta. Serás uma deusa.]

Eva ouviu e muito convicta traiu o Criador em um “diálogo” rápido com o destruidor. Bastou uma pergunta e uma resposta. Puff! Interação e engano concluídos com sucesso.

Imagine entrevistar a incredulidade por uma hora. Imagine ler, estudar, conviver… se demorar sem questionar. Só receber. Só se deleitar.

Por que “não sentar na roda dos escarnecedores?” (Salmo 1:1) Pra que cuidar com as “conversações que corrompem o bom caráter?” (1 Coríntios 15:33)

Ah, mas desculpe. Estou usando textos bíblicos. Referenciados por homens. Querem ver teologia sem a Bíblia machista. Eu deveria citar um texto de Clarice Lispector. Aí, sim. Ganharei uma estrela entre as estrelas.

Mas eu sou da geração X. Cringer pra mim é pouco. Pago o mico de acreditar no que acredito. Há coisas que pra mim “não tem conversa”. É sim, sim. Não, não. “O que passar disso vem do maligno” (Mateus 5:37).

Mas, amados, deixem falar. Cada um fala o que quer e o que pensa nos seus espaços. Não quero esse direito só pra mim. Falem. Pra eu não me calar, falem.

(Darleide Alves é apresentadora da TV Novo Tempo; via Instagram)

Leia também: “Live (monólogo) feminista relativista é exemplo de desprezo à Bíblia”

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Como receber homossexuais na igreja