A falsa aurora

Uma nova religião pretende unir todas as religiões, inclusive as pagãs

aurora

O livro A Falsa Aurora: A iniciativa das religiões unidas, o globalismo e as busca por uma religião mundial, de Le Penn, estuda a Investigação das Religiões Unidas (URI) a serviço da Nova Ordem Mundial, ou seja, governo, moeda e religião únicos. Pretende ser um movimento inter-religioso, pregando a paz entre as religiões e a criação de culturas de paz, justiça e cura para todos. Parece muito bom, não é mesmo? O movimento criado pelo bispo episcopaliano William Swing conta com o apoio de Dalai Lama, de adeptos da Nova Era, aliados do globalismo, Fórum Econômico Mundial, ONU, Carta da Terra, políticos da Casa Branca, George Soros, entre tantos outros que não se revelam abertamente, tamanha a aberração que isso significa.

O movimento também encontra eco no Vaticano, onde é instituído o domingo como dia de adoração a Gaia, a mãe Terra, como forma de dar um “respiro” ao planeta.

Essa nova religião pretende unir todas as religiões, inclusive as pagãs, abraçando com elas todas as aberrações/distorções que seus membros possam praticar tais como: pedofilia, incesto, zoofilia, antropofagia, união entre pessoas do mesmo sexo, orgias, satanismo, propagação da divindade humana, negação de Cristo, antissemitismo, relativismo religioso, controle populacional, aborto, feminismo, panteísmo e fim da civilização judaico cristã, entre muitas outras que estão enumeradas no livro, mas que seria impossível relatá-las todas aqui.

O livro, com quase 800 páginas, aborda: Helena Blavatski e a sociedade teosófica; Alice Bailey e o Lucius Trust; Pierre Teilhard, que prega a alma comum da humanidade, eutanásia, eugenia, entre outras práticas abomináveis para o conservadorismo.

(Rosana Lamana Faria)