A Guerra do Amanhã

Uma forma de preparar o povo para o descanso semanal obrigatório?

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“Viajantes do tempo chegam de 2051 trazendo uma mensagem urgente: 30 anos no futuro a humanidade está perdendo uma guerra contra alienígenas mortíferos. A única esperança de sobrevivência é enviar soldados e civis para lutar no futuro. Determinado a salvar o mundo por sua filha, Dan Forester se une a uma cientista brilhante e a seu pai afastado para reescrever o destino.” Essa é a sinopse oficial do filme “A Guerra do Amanhã”, sucesso em exibição pelo Amazon Prime. Poderia ser mais um típico filme de ação envolvendo viagem no tempo, extraterrestres e humanos valentes dispostos a lutar pelo planeta e pela vida. Mas alguns detalhes chamaram a atenção dos mais atentos. Veja as observações do pastor Sérgio Santeli: [MB]

“Os monstros descansam no sétimo dia, chamado de ‘shabat’. Acredito que seja uma forma de preparar o povo para o descanso semanal obrigatório que logo será implantado, ou para hostilizar os que guardam o sábado. Outras referências escatológicas no filme: (1) mundo se unindo para lutar contra dois inimigos comuns – ETs e a destruição da Terra; (2) forte ênfase na defesa da natureza; (3) monismo gnóstico: a fêmea dos ETs é a poderosa que tem os machos inferiores na hierarquia; (4) as datas são especulativas: em dezembro de 2022, na Copa do Mundo do Catar, ocorre o evento de abertura do portal do tempo, quando os humanos do futuro voltam e pedem ajuda, afirmando que, se não for feito nada, dentro de 11 meses o mundo será destruído.”