Ensino bíblico e ações sociais são uma das marcas da Igreja Adventista

Atender às necessidades básicas das pessoas enquanto lhes fala da esperança bíblica deve ser a missão dos cristãos.

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Uma das fortes ênfases da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul para os próximos anos consiste na motivação para que as pessoas compartilhem o conhecimento sobre a Bíblia com outros. Os dados oficiais mostram que já há muita gente que dá estudos bíblicos regularmente, e uma parcela significativa que recebe esses estudos na condição de alunos. O presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia para oito países sul-americanos, pastor Stanley Arco, comentou sobre essa ênfase em recente transmissão ao vivo realizada pelos canais oficiais da denominação. Ele explicou que “um discípulo precisa dar fruto. E, por isso, deve dar estudos bíblicos. Isso significa buscar e atender interessados no ensino da Bíblia”.

Estatísticas obtidas a partir de dados registrados no sistema oficial de gerenciamento de membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, chamado ACMS, mostram um panorama do primeiro semestre deste ano. Foi totalizado que, nesse intervalo de tempo, 268.132 pessoas deram estudos bíblicos. Por outro lado, pelo menos 354.551 receberam estudos sobre a Bíblia no mesmo período (janeiro a junho de 2021). O número de batismos foi de 121.957.

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A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) mostra, em pesquisa que 2021 ainda não conseguirá reverter efeitos adversos da pandemia. A entidade, que conta 46 países-membros e oito territórios não independentes, alertou, em julho deste ano, que os impactos sociais da crise pandêmica ainda são graves. De acordo com esses dados, no último ano a taxa de extrema pobreza nesta região atingiu 12,5% e de pobreza 33,7%. Outra informação repassada foi a de que a insegurança alimentar moderada ou grave atingiu 40,4% da população dessa localidade em 2020. […]

agência humanitária adventista, a ADRA, contabilizou nos primeiros seis meses do ano a realização de 112 projetos no território sul-americano. As iniciativas resultaram em um atendimento a 972.233 beneficiadas de forma direta. A ADRA possui parcerias com órgãos públicos e entidades privadas, e tem um trabalho permanente de solidariedade.

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