O que se pode fazer em uma guerra

Usemos tudo o que temos e somos no conflito contra as forças do mal

miss

Com a invasão da Rússia, a modelo e Miss Grand Ucrânia 2015 se juntou ao civis que estão nas ruas. Anastasiia Lenna deixou as fotos na passarela de lado e passou a postar vestida com trajes de guerra, exibindo um fuzil para seus 110 mil seguidores. A modelo ainda aparece vestida de jaqueta, calça camuflada, botas militares, luvas de couro e óculos de proteção. A farda foi obtida após se alistar como civil para defender a Ucrânia da ofensiva do exército da Rússia. “Todos aqueles que cruzarem as fronteiras da Ucrânia com intenção de invadir serão mortos!”, escreveu a miss em um post com soldados ucranianos. Ela chegou a chamar o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky de “grande e verdadeiro líder”. Além de modelo, Anastasiia Lenna é formada em Marketing e Administração na Slavistik University, em Kiev, e trabalha como tradutora por ser fluente em cinco línguas.

(Gazeta Web)

“Enquanto tentas colonizar Marte, a Rússia tenta ocupar a Ucrânia. Enquanto os teus foguetões aterram a partir do espaço, os rockets da Rússia atacam civis ucranianos.” Foi assim que Mykhailo Fedorov, vice-primeiro-ministro e ministro da Transição Digital da Ucrânia, fez um pedido a Elon Musk: providenciar à Ucrânia o melhor e mais resistente serviço de Internet – que é propriedade de Musk. Tal só seria possível através de estações Starlink, uma gigantesca constelação de satélites que está sendo construída pela SpaceX, a agência espacial privada liderada por Elon Musk. E o magnata da tecnologia respondeu: em poucas horas, o serviço ficou disponível na Ucrânia, com mais terminais a caminho. […] Com esta tecnologia, a Ucrânia tem agora acesso ao melhor serviço de internet disponível, que poderá tornar impossível à Rússia comprometer as comunicações do país vizinho. […]

(CNN Portugal)

Nota: Pensando no grande conflito entre o bem e o mal em processo neste planeta há milênios (sim, este mundo é um campo de batalha), muitas vezes tudo o que nos resta é mostrar claramente de que lado estamos. Contra as forças invasoras do mal devemos usar tudo o que temos e somos; travar a batalha com as armas de Deus e procurar salvar o maior número de pessoas possível. Ainda que não estejamos alistados nas “tropas de elite”, podemos ao menos usar a tecnologia (nossas redes sociais, por exemplo) e, quem sabe, nossa influência (como fez a miss) a fim de ajudar as forças do bem. (Em tempo: esta é apenas uma reflexão motivada pelas notícias acima; é claro que nos conflitos humanos dificilmente um lado tem toda a razão.) [MB]

Perguntas Interativas da Lição: Jesus, o sacrifício perfeito

Os sacrifícios de animais realizados no santuário terrestre representavam o sacrifício perfeito de Jesus. Sendo apenas representações, eles não podiam, de fato, perdoar pecados. Se, antes da cruz, Jesus tivesse falhado em Sua missão, ou desistido, todos os pecados perdoados do passado voltariam a ser creditados na conta de cada ser humano. Sendo assim, o sacrifício de Jesus não é apenas muito superior aos que eram realizados “sob a antiga aliança”, mas um sacrifício perfeito e o único efetivo para a salvação de todo aquele que crê (At 13:39; Rm 1:16; 10:4; Hb 10:4).

Perguntas para reflexão e discussão:

Leia Hebreus 9:22. Por que os sacrifícios feitos conforme o ritual do santuário eram necessários?

Hebreus 9:15 nos diz que a morte de Jesus serviu para fazer “remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança”. Em sua opinião, por que havia transgressões na “primeira aliança” ministrada no santuário terrestre?

Leia Hebreus 9:22-28; 10:4. Por que motivos o sacrifício de Jesus é muito superior aos sacrifícios de todos os animais oferecidos sob a antiga aliança?

Havia vários tipos de sacrifícios para representar o ministério de Jesus: “holocausto”, “oferta de cereais”, “oferta de sacrifício pacífico”, “oferta pelo pecado” (ou “de purificação”) e “oferta pela culpa” (ou “de reparação”). Pensando nisso, responda:

(a) Por que eram necessários tantos tipos diferentes de sacrifícios para representar o único que foi feito por Jesus?

(b) Que aspectos do ministério de Jesus são destacados por estes cinco tipos de sacrifício? (R.: purificação do pecado, santificação para servir, alimento para crescer, etc.)

(c) Como podemos experimentar em nossa vida todos esses benefícios providos pelo sacrifício e pelo ministério de Jesus?

Leia 1 Coríntios 1:23. Por que a cruz representava vergonha, escândalo e loucura? O que isso lhe faz pensar sobre o amor de Jesus ao suportar a cruz por nós?

Por que não devemos jamais nos envergonhar da cruz de Cristo? (ver Rm 1:16; 1Co 1:18; Hb 12:2)

Mesmo que a salvação seja oferecida gratuitamente pela graça de Deus por meio do sacrifício de Jesus, por que a Lei é tão central na mensagem do Evangelho? (veja Jo 14:15 e Rm 3:31)

De acordo com Romanos 12:1 e Hebreus 13:15, 16, quais são os “sacrifícios” que Deus espera que ainda Lhe ofereçamos hoje? Por quê? Como podemos de fato experimentar essa realidade?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

O altar de Moloque continua repugnante

A acusação “vocês não são ‘pró-vida’, são apenas ‘pró-nascimento’!” parece ser apenas um caso de ignorância mesmo

moloque

“Não podemos achar que aborto é uma questão de ‘sim, sim, não, não’, pois há muita complexidade envolvida; não podemos ser simplistas, precisamos ajudar as pessoas, etc.” Ok, jovem crente millennial, e você supõe que ninguém pensou nisso antes de você, não é? Chega a ser arrogância imaginar que em dois mil anos de cristianismo ninguém pensou nessas complexidades, que nunca houve reflexão, e, pior, que nunca houve ação a respeito disso.

A fé cristã, desde o início, nadou contra a corrente do mundo greco-romano, defendendo consistentemente a sacralidade da vida em qualquer fase. Não havia nada a ganhar politicamente com essa postura, pelo contrário, isso só atraiu oposição.

Documentos antigos, como a Carta a Diogneto, já descrevem os cristãos como aqueles que “não matam a sua prole”. O Didaquê orienta o cristão a “não obter [um] aborto, nem destruir uma criança nascida”(2:1). A Carta de Barnabé ordena: “Não matarás a criança fazendo aborto, nem a destruirás depois que nascer”(19:5).

Pesquisa de Michael Gorman feita em fontes documentais primárias mostra como os cristãos eram consistentemente antiaborto, contra a opinião popular do mundo greco-romano (confira). Outra pesquisa (Rob Arner) mostra que os primeiros cristãos discordavam em alguns assuntos, mas não na questão antiaborto. Isso era um consenso, e eles eram coerentemente pró-vida, valorizando a vida humana em todas as suas fases (confira).

Cristãos foram responsáveis pela formação histórica de uma enorme rede de amparo a órfãos, pobres, viúvas, etc. Por influência cristã, o infanticídio deixou de ser prática aceitável (era comum pescadores do rio Tibre, em Roma, encontrarem corpos de bebês abandonados enroscados em suas redes); o status legal de crianças abandonadas foi alterado (confira).

Há várias pesquisas que mostram como o movimento de Jesus mudou o modo como as crianças eram consideradas na sociedade (ex.: E se Jesus Não Tivesse Nascido?, James Kennedy; How Christianity Changed the World, Alvin Schmidt; Seven Revolutions: How Christianity Changed the World and Can Change It Again, Mike Aquilina).

Todas essas obras descrevem o impacto do advento histórico do cristianismo sobre as relações entre adultos e crianças – a visão cristã da criança abalou várias práticas pagãs: o aborto, o infanticídio e a pedofilia. Numa cultura que tratava com normalidade a pedofilia, e, como Sêneca disse, livrar-se de crianças inúteis era simplesmente a coisa razoável a fazer, com o advento da fé cristã, as crianças passaram a ser vistas como seres humanos plenos em dignidade, mais uma responsabilidade do que uma propriedade.

Por mais que os secularistas tentem não tocar no assunto, é impossível negar que uma das maiores contribuições para o conceito de Direitos Humanos foi a doutrina cristã da Imago Dei (o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus). Eles gostam de destacar a “inspiração iluminista” ou a “influência humanista”, dando todo o crédito da defesa da dignidade humana a qualquer movimento, desde que não seja o cristianismo.

Ainda hoje, evangélicos adotam duas vezes mais que a média nacional nos EUA (confira). Entre os evangélicos, líderes como John Piper, Rick Warren e grupos como o World Orphans, Visão Mundial, Christian Alliance for Orphans, Every Child Ministries trouxeram à tona um dado impressionante: evangélicos adotam muito, e muito mais que outros grupos. Adoção se tornou até um ministério de igrejas locais (as igrejas têm um “departamento de adoção”); fala-se em um “movimento mundial” evangélico de adoção.

O perfil do grupo que mais adota crianças inclui a fé cristã como característica. Ou seja: cristãos estão entre os grupos que mais adotam (confira). Os católicos mantêm uma das maiores redes de orfanatos e cuidados de crianças abandonadas do mundo (pesquise “foster care” e “child welfare services”). A UNICEF reconhece o importante papel das instituições religiosas no cuidado mundial de crianças órfãs e vulneráveis (confira).

Há uma grande rede cristã de apoio a mulheres grávidas em situação de desamparo social, e, inclusive, há inúmeros ministérios de apoio a mulheres que realizaram aborto (pesquise “after abortion care” ou “post-abortion care”)! (aqui e aqui)

A ONG Abortion Changes You, por exemplo, criou um mapa com uma rede de ajuda às pessoas que passaram por aborto, cobrindo todo o território dos EUA, oferecendo terapeutas, conselheiros de casais, conselheiros individuais, workshops de retiros de fim de semana, grupos de apoio ao luto e aconselhamento espiritual.

Até a Focus On The Family (criticada por ser “fundamentalista”) oferece serviço de ajuda a pessoas que passaram por um aborto (além de ajudar em casos de gravidez não planejada, adoção, orfandade, etc.). No Brasil, existem instituições cristãs como a Missão Fiat Mihi, a Casa Pró-Vida Mãe Imaculada, e a Casa da Gestante Pró-vida, entre outras.

Assim, a acusação “vocês não são ‘pró-vida’, são apenas ‘pró-nascimento’!” parece ser apenas um caso de ignorância mesmo.

Jovens precisam ser mais humildes em seu ímpeto de criticar a própria herança cristã, e mais justos no apelo por autocrítica. Ninguém precisa atender a um apelo motivado por um imaturo sentimento anticristão e fundamentado em evidente ignorância histórica.

A influência do Cristianismo deu um sentido sagrado à vida das crianças, fazendo com que o infanticídio fosse legalmente banido do Império Romano. O argumento cristão é teológico, não meramente humanista. Deus conhece e Se envolve com a criança que cresce ainda no ventre, é o que ensinam textos como o Salmo 139, o livro de Jó e as experiências de João Batista e de Jesus.

Pense se vale a pena dar ouvidos a pensadores e especialistas que vivem relativizando o valor da vida de crianças e desumanizando quem ainda não nasceu; que acham que “família é invenção burguesa”; que já decidiram, baseados em nada, que a moral judaico-cristã é a culpada de quase tudo de ruim que existe no mundo.

O altar de Moloque tem recebido tratamento acadêmico respeitável, poesias sobre “amor”, embasamento teórico e bolsa de pesquisa, mas continua sendo “repugnante” aos olhos do Senhor.

Leia mais sobre aborto aqui.

Cristãos sempre foram contra o aborto

Os cristãos mantiveram uma posição consistente sobre o assunto ao longo dos primeiros quatrocentos anos da igreja; os adventistas também sempre se posicionaram contra o “assassinato de crianças” (EGW)

abortion

Seria a posição evangélica/protestante antiaborto fruto de “politização recente”? A resposta é um contundente NÃO. Essa SEMPRE foi a posição cristã, desde o início, como mostram várias pesquisas. Por exemplo, a pesquisa de Michael Gorman, em fontes documentais primárias, mostra como os cristãos eram consistentemente antiaborto, CONTRA A OPINIÃO POPULAR do mundo greco-romano.

Ficar apontando a “complexidade” da questão, o sofrimento das mães, das crianças pobres, etc. não invalida absolutamente nada o fato de o aborto ser errado. E os cristãos não precisam ser avisados dessa “complexidade”, pois são os que mais cuidam de mães solteiras e crianças abandonadas. Cristãos são os que mais adotam (nos EUA, os evangélicos adotam num índice duas vezes maior que a média nacional). Quem não faz nada não pode ficar pensando que ninguém está fazendo nada.

Já no século 19 a pioneira adventista Ellen White falava sobre o cuidado pré-natal e o risco de assassinar crianças (ela usa exatamente a expressão “murdering“). Imagine: se ela chama de “pecado” o simples ato de uma grávida beber álcool por causa da “outra vida” que ela carrega, imagine matar deliberadamente uma criança!

Em artigo publicado na revista do SALT-IAP (confira), o Dr. Isaac Malheiros cita uma advertência que Ellen fez a um homem que forçava a mulher grávida a trabalhar. A acusação foi de que ele estava quase cometendo “assassinato de criança”. Imagine o que ela diria aos abortistas de hoje que se consideram cristãos ou que tentam relativizar o problema…

Resenha do livro de Gorman, que você pode comprar aqui: “O que é aborto? Uma conveniência para a sociedade? Uma ofensa legal? Assassinato? O século 20 não é o primeiro a enfrentar essas questões. O aborto era uma prática comum há dois mil anos. A jovem igreja cristã, crescendo em centros influentes da cultura greco-romana, não podia ignorar a prática. Como os líderes da igreja definiriam o aborto? Gorman examina documentos cristãos em seu contexto greco-romano, concluindo que os cristãos mantiveram uma posição consistente ao longo dos primeiros quatrocentos anos da igreja.”

Guerra, assassinato de bebês e violência urbana: uma semana terrível

ucrania

Enquanto muita gente se divertia com o palíndromo 22/02/2022, uma onda de violência varreu o mundo e deixou chocados os mais bem informados. A temida guerra envolvendo Rússia e Ucrânia, com Estados Unidos e a Otan de olho (e com parcela de culpa), teve início, com bombardeio russo contra a infraestrutura do país vizinho (já houve mortes de dezenas de civis). O principal aeroporto ucraniano foi bombardeado, bem como instalações militares.

Os mísseis lançados contra Kiev, capital da Ucrânia, começaram a explodir por volta das 5 horas desta quinta-feira, meia-noite no Brasil. Às 7 horas, as sirenes de alarme de ataques aéreos soaram em toda a capital. As estações de metrô, que servem de abrigo em ataques aéreos, ficaram cheias de pessoas. No fim da manhã, um longo engarrafamento – carros em fuga partindo na direção da Europa – havia se formado. As sirenes também tocaram em Lviv, a metrópole mais próxima da fronteira polonesa. Lá, a população foi aconselhada a desligar as luzes, ter consigo seus documentos mais importantes e buscar abrigo.

Em pronunciamento na TV, o presidente russo Vladimir Putin ameaçou: “Todos os que tentarem interferir devem saber que a reação da Rússia será imediata e levará a consequências nunca experimentadas na história.”

A “temperatura” tende a subir mais, já que o exército polonês parece estar se preparando, a Bielorrússia também está invadindo a Ucrânia, assim como a Transnístria está lançando misseis no país. Além das perdas de vidas e de patrimônio, as consequências financeiras para o mundo economicamente abalado com a pandemia podem ser graves.

O jornal Financial Times informa que há batalhas em curso nas regiões sul e leste do país, onde os exércitos da Ucrânia e da Rússia já se encontraram. De acordo com o governo ucraniano, 50 soldados russos foram mortos em Schastya, e quatro tanques foram queimados na estrada para Kharkiv, segunda maior cidade do país. Ambas ficam no leste. Seis caças russos e um helicóptero foram abatidos.

Polônia, Estônia, Letônia e Lituânia, países da Otan que têm fronteiras com Rússia e Ucrânia, ativaram o Artigo 4 do Tratado do Atlântico Norte. É quando países membros avisam oficialmente que estão sob ameaça militar. O temor é de que a guerra afete seus territórios. Não é o mesmo que ativar o Artigo 5 – este exige que todos os membros respondam juntos a um ataque.

Segundo o Washington Post, EUA, Reino Unido e União Europeia estudam excluir a Rússia do sistema SWIFT, que conecta os bancos do mundo uns aos outros, permitindo movimentações financeiras. Os bancos russos se veriam impossibilitados de receber e enviar dinheiro para fora. O receio é de que isso dificultaria a vida para países europeus que precisam comprar óleo e gás russos.

A CNBC informou que o preço do barril de petróleo já começou a aumentar, chegando a 102 dólares no mercado de futuros, cruzando a linha dos cem dólares pela primeira vez desde 2014. E o rublo despencou, perdendo mais de 10% de seu valor nas primeiras horas após o ataque.

Assassinato de bebês na Colômbia

Enquanto os preparativos para a invasão da Ucrânia eram feitos, aqui na América do Sul uma notícia chocou até mesmo pessoas que defendem o aborto: a Suprema Corte da Colômbia aprovou o aborto até o sexto mês de gestação. A mulher que quiser interromper a gravidez até a 24ª semana pode solicitar isso sem qualquer justificativa. Nas ruas, mulheres com faixas e lenços verdes celebraram o que consideram uma vitória (não para os bebês, obviamente), e muitos defenderam a decisão do país como se esse fosse apenas um assunto de saúde pública. (Leia aqui o que já postei sobre o tema do aborto.)

Aborto-Colombia

Jovem assassinado em São Paulo

Para fechar esta breve descrição de uma semana terrível (que não inclui os vários outros conflitos pelo mundo, a fome, as doenças, etc.), no dia 20, agentes da Polícia Militar de São Paulo assassinaram o comerciante Lucas Henrique Vicente, de 27 anos, à luz do dia. O jovem foi abordado pelos PMs, resistiu à violência e foi executado – nas palavras da própria ouvidoria da corporação – durante a tarde do domingo na Brasilândia, bairro periférico da capital paulista. De acordo com relatos de testemunhas, Lucas estava dirigindo seu carro quando PMs o pararam para uma abordagem. Segundo quem presenciou a cena, os policiais foram extremamente agressivos durante o enquadro e Lucas começou a discutir com os agentes por conta da violência. Em imagens gravadas por transeuntes, é possível ver o conflito entre policiais militares e o jovem negro. Logo depois, são registrados sons de tiros. Lucas estava morto.

Elizeu Soares Lopes, chefe da ouvidoria da Polícia Militar de São Paulo, afirmou que, “salvo melhor juízo”, há indícios de execução por parte dos policiais, que tiveram prisão preventiva solicitada pela instituição.

Segundo a Bíblia, no tempo do fim, antes da volta de Jesus, o amor de muitos esfriaria, as pessoas dariam vazão aos seus desejos desenfreados e haveria guerras e rumores de guerras (confira os vídeos abaixo). Este mundo já está com o prazo de validade vencido. Jesus precisa voltar e nós precisamos pregar com ainda mais força!

Oremos pelo povo da Ucrânia e dos países envolvidos no conflito. Oremos pela Colômbia, pelas mulheres, pelos homens e pelas crianças vítimas de uma sociedade doente. Oremos pelas pessoas indefesas, por um povo que está perdendo a esperança e que precisa desesperadamente saber que Deus tem nas mãos os rumos da história e em breve porá fim a este pesadelo em que estamos envolvidos por causa do pecado. [MB]

Clique aqui e veja vídeos sobre a Ucrânia em meu canal no YouTube.

Kanye West compara aborto a “genocídio negro”

Nos EUA são abortados anualmente mais negros do que a soma total de mortes de negros por todas as outras causas

cópia de west

Em uma entrevista concedida em 2020, o rapper Kanye West citou estatísticas sobre aborto e se referiu à fundadora da Planned Parenthood, Margaret Sanger, como uma racista “cujo objetivo é reduzir a população negra na América”. Ele observou que mais de mil bebês negros são abortados todos os dias, enquanto o entrevistador assentiu e disse: “Isso é genocídio.”

Kanye ganhou as manchetes em 2020, quando confessou que tentou convencer sua ex-esposa Kim Kardashian a abortar sua primeira filha North West. Com lágrimas nos olhos, ele gritou: “Quase matei minha filha!”

(Fonte: HipHop DX)

Nos Estados Unidos não é só a policia que mata mais negros. A indústria do aborto legal, em especial a tradicionalmente eugenista IPPF, promove um verdadeiro genocídio negro. Os números são explícitos. A população negra representa 12% da população do país, mas responde por mais de 40% dos abortos legais realizados no território dos EUA. A cada negro assassinado (incluindo pela violência policial) 69 negros são mortos no útero.

As palavras de Galeano, em As Veias Abertas da America Latina, também cabem aos negros na terra do tio Sam: “Na América Latina, é mais higiênico e eficaz matar guerrilheiros no útero do que nas montanhas ou nas ruas.”

Segundo dados oficiais do país, nos EUA mulheres brancas não hispânicas tiveram os índices mais baixos de abortos legais registrados (6,8 abortos por mil mulheres entre 15–44 anos), ou 111 abortos por mil nascidos vivos) e mulheres negras tiveram os mais altos Índices de abortos legais registrados, sendo 25,1 abortos por mil mulheres entre 15–44 anos, e 390 abortos a cada mil nascidos vivos (CDC).

Em Nova York o número de abortos de bebês negros supera o número de nascimentos nesse grupo. 80% das clinicas de aborto legal nos EUA estão concentradas em bairros de maioria negra e latina.

Essa não é uma exclusividade dos EUA. Essas proporções se repetem na maioria dos países “desenvolvidos”. Dizer que vidas negras importam e, ao mesmo tempo, defender uma das maiores ferramentas de eliminação do povo negro é, no mínimo, hipocrisia.

(Fonte: Esquerda Pró-Vida)

blv

Leia também: After-birth abortion: why should the baby live?

A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem uma posição clara sobre aborto:

“A Igreja Adventista do Sétimo Dia considera que o aborto está em desarmonia com o plano de Deus para a vida humana. […] Deus considera a criança que não nasceu como vida humana. A vida pré-natal é preciosa aos olhos de Deus vida humana é de valor inestimável. Isso é válido para todas as fases da vida humana: crianças não nascidas, crianças de várias idades, adolescentes, adultos e idosos, independentemente das capacidades físicas, mentais e emocionais. […] O sexto mandamento afirma: ‘Não matarás’ (Êxodo 20:13), que apela para a preservação da vida humana. O princípio de preservar a vida estabelecido no sexto mandamento inclui o aborto em seu escopo. […] A Bíblia ensina a cuidar dos fracos e vulneráveis. […] Os mais jovens de todos, ou seja, os que ainda se encontram dentro do útero, devem ser incluídos nesse grupo.” encurtador.com.br/jmyzP

Portanto, membros e, principalmente, líderes dessa igreja, com base na Revelação de Deus, valorizam a vida humana em todas as suas fases. Essa tem que ser claramente a nossa posição.

Respostas às perguntas sobre marca de besta e eventos finais

O Instituto de Pesquisa Bíblica da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia recebeu várias perguntas sobre a posição dos adventistas a respeito da marca da besta e sua relação com a observância do domingo, a condicionalidade da profecia bíblica e as declarações sobre esses temas nos escritos de Ellen G. White.

As perguntas a seguir resumem as principais preocupações que nos são colocadas, as quais foram respondidas brevemente.

1. Visto que nem o sábado nem o domingo são mencionados explicitamente no livro do Apocalipse, como pode a marca da besta implicar um dia de culto (adoração) ou uma lei que exija a observância do domingo?

A marca da besta é mencionada sete vezes no Apocalipse (13:16, 17; 14:9, 11; 16:2; 19:20; 20:4). Quatro dessas ocorrências aparecem na parte central do livro (cap. 12–14), que é introduzida por uma visão da arca do pacto que contém os dez mandamentos (Ap 11:19). O povo remanescente de Deus é identificado como aqueles que “guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (12:17). Imediatamente depois, João descreve duas bestas que perseguem a igreja de Deus: uma que sobe do mar (13:1) e outra que sobe da terra (13:11). A primeira besta ordena a adoração falsa e sua atividade perseguidora se assemelha à do “chifre pequeno” de Daniel 7, que “pretende mudar os tempos e a lei” (Dn 7:27) e persegue o povo de Deus durante 1.260 dias (Ap 13:4, 8). A conexão com a profecia de Daniel mostra que a falsa adoração envolve uma tentativa de mudar os “tempos” de Deus e a lei dos dez mandamentos. O único mandamento dos dez que faz referência ao tempo é o quarto, que assinala santificar o sétimo dia: o sábado. Historicamente, a tentativa de mudar o dia de adoração foi perpetrada pelo papado, o poder romano que venera o domingo como o dia de repouso ou adoração em lugar do sábado bíblico. O fato de que a segunda besta de Apocalipse 13, representando o protestantismo apóstata, exerce a mesma autoridade que a primeira besta (v. 12) e coopera com a primeira besta para impor a falsa adoração, mostra que o domingo será uma importante marca distintiva daqueles que adoram a besta e sua imagem. Isso está em claro contraste com o povo remanescente de Deus, que “guarda os mandamentos de Deus e a fé de Jesus” (12:14). A obediência deste povo inclui a santidade pelo sétimo dia, já que prestam atenção ao chamado que assinala “adorar àquele que fez o céu e a terra, o mar e as fontes das águas” (14:7, cf. Êx 20:11). Aqueles que pertencem a este grupo receberão o selo de Deus (Ap 7:4; 14:1) enquanto aqueles que rejeitam esse chamado, reverenciam o domingo como dia de repouso e aceitam a autoridade da besta, são descritos como parte da Babilônia; portanto, recebem a marca da besta (14:8-11). A prova final, então, será sobre a adoração verdadeira ou falsa. Uma adoração que esteja baseada na obediência à lei de Deus, o que inclui o sábado, ou uma onde se adore um dia estabelecido pelo homem: o domingo.

[Continue lendo.]

O status do não nascido numa perspectiva adventista

Os primeiros adventistas viam o não nascido como um ser humano pleno, eram claramente contrários ao aborto, e escreveram sobre isso

Este artigo pretende, por meio da análise do texto bíblico em suas línguas originais e uma pesquisa bibliográfica, verificar como o não nascido é considerado na Bíblia. A pesquisa, numa perspectiva adventista, se justifica dada a diversidade de opiniões sobre o tema e a recente publicação de uma declaração sobre o assunto pela Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD). Para atingir os objetivos, esta pesquisa fará uma apresentação do histórico da discussão, e, em seguida, procederá à análise do texto bíblico. Com base nas evidências coletadas neste artigo, é possível concluir que o não nascido tem o status de um ser humano na Bíblia.

[Clique aqui e leia o ótimo artigo do Dr. Isaac Malheiros.]

Conheça a declaração oficial da IASD sobre o assunto (clique aqui).

A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem uma posição clara sobre aborto:

“A Igreja Adventista do Sétimo Dia considera que o aborto está em desarmonia com o plano de Deus para a vida humana. […] Deus considera a criança que não nasceu como vida humana. A vida pré-natal é preciosa aos olhos de Deus vida humana é de valor inestimável. Isso é válido para todas as fases da vida humana: crianças não nascidas, crianças de várias idades, adolescentes, adultos e idosos, independentemente das capacidades físicas, mentais e emocionais. […] O sexto mandamento afirma: ‘Não matarás’ (Êxodo 20:13), que apela para a preservação da vida humana. O princípio de preservar a vida estabelecido no sexto mandamento inclui o aborto em seu escopo. […] A Bíblia ensina a cuidar dos fracos e vulneráveis. […] Os mais jovens de todos, ou seja, os que ainda se encontram dentro do útero, devem ser incluídos nesse grupo.” encurtador.com.br/jmyzP

Portanto, membros e, principalmente, líderes dessa igreja, com base na Revelação de Deus, valorizam a vida humana em todas as suas fases. Essa tem que ser claramente a nossa posição.

Justiça da Colômbia descriminaliza aborto até 24ª semana de gravidez

Agora o bebê poderá ser morto por qualquer motivo até o sexto mês de gestação

Pro-Choice And Anti-Abortion Activists Demonstrate In Colombia

O mais alto tribunal da Colômbia descriminalizou nesta segunda-feira (21) o aborto nas primeiras 24 semanas de gravidez, decisão inédita no país de maioria católica. Com a sentença do Tribunal Constitucional, as mulheres poderão decidir sobre a interrupção da gravidez por qualquer motivo até o sexto mês de gestação, sem serem punidas por isso. Até agora, o aborto só era permitido em caso de estupro, se a saúde da mãe estivesse em risco ou quando o feto apresentasse uma malformação que comprometesse a sua sobrevivência. A partir de agora, a “conduta do aborto só será punível quando for realizada depois da 24ª semana de gestação”, informou o tribunal. Após os seis meses de gestação, vigoram as condições já fixadas anteriormente pelo tribunal, explicaram os juízes.

Centenas de manifestantes a favor e contra a decisão se concentraram do lado de fora do tribunal, em Bogotá. “Depois do direito ao voto, esta é a conquista histórica mais importante para a vida, autonomia e realização plena e igualitária das mulheres”, publicou no Twitter a prefeita da capital, Claudia López.

O país se tornou o quinto da América Latina a flexibilizar o acesso ao aborto, que é permitido na Argentina, no Uruguai, em Cuba e Guiana. No México, é autorizado até 12 semanas em algumas regiões.

(G1 Notícias)

Nota: Muito mais morto está aquele que mata. Aquele que mata, mata porque antes já está morto. Mulheres mortas vibrando pelo direito de transformar seu útero num cemitério. Uma mulher tem o direito a recusar, devido às suas circunstâncias, ser mãe; isso é uma escolha que deve ser feita antes da gravidez. Mas a partir do momento em que a gravidez é confirmada, essa escolha muda. Agora ela já é MÃE, só cabe decidir se de uma criança viva ou morta através do aborto!

Abortar um “problema” não é novo. Adão e Eva inauguraram o recurso da morte através da sua liberdade de escolha. Escolheram a morte para solucionar um problema de insatisfação. Nós escolhemos matar para resolver um problema de irresponsabilidade sexual.

A ideologia da “liberdade” absoluta de escolha, a gritaria por liberdade de se fazer o que se quer, criou uma cultura demoníaca onde o valor da vida foi relativizado em prol da liberdade. Liberdade é maior do que a Vida? Não! Liberdade é maior do que o amor? Não!

Não vivemos sob o fundamento da liberdade individual, mas do amor que é justamente abrir mão dos seus “direitos” para que o outro tenha vida.

“O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios” (1 Timóteo 4).

Insanidade espiritual instalada. Relativização da Vida. Quanto mais distantes estamos de Cristo, que é a Vida, mais o desejo pela morte crescerá.

(Juliana Ferron; Instagram)

A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem uma posição clara sobre aborto:

“A Igreja Adventista do Sétimo Dia considera que o aborto está em desarmonia com o plano de Deus para a vida humana. […] Deus considera a criança que não nasceu como vida humana. A vida pré-natal é preciosa aos olhos de Deus vida humana é de valor inestimável. Isso é válido para todas as fases da vida humana: crianças não nascidas, crianças de várias idades, adolescentes, adultos e idosos, independentemente das capacidades físicas, mentais e emocionais. […] O sexto mandamento afirma: ‘Não matarás’ (Êxodo 20:13), que apela para a preservação da vida humana. O princípio de preservar a vida estabelecido no sexto mandamento inclui o aborto em seu escopo. […] A Bíblia ensina a cuidar dos fracos e vulneráveis. […] Os mais jovens de todos, ou seja, os que ainda se encontram dentro do útero, devem ser incluídos nesse grupo.” encurtador.com.br/jmyzP

Portanto, membros e, principalmente, líderes dessa igreja, com base na Revelação de Deus, valorizam a vida humana em todas as suas fases. Essa tem que ser claramente a nossa posição.

Com a chegada do Carnaval autoridades se preocupam com proliferação das DSTs

Todos os dias, mais de um milhão de pessoas entre 15 e 49 anos contraem doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), de acordo com dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Isso equivale a mais de 376 milhões de novos casos anuais de doenças como clamídia, gonorreia, tricomoníase e sífilis. “São doenças transmitidas pela relação sexual sem proteção. Com o Carnaval se aproximando, época em que muitos caem na folia e abusam do álcool, nunca é demais reforçar a importância do uso de preservativo”, alerta o Dr. Carlos Moraes, ginecologista e obstetra pela Santa Casa (SP), membro da Febrasgo e especialista em Perinatologia pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein, e em Infertilidade Conjugal e Ultrassom em Ginecologia e Obstetrícia pela Febrasgo, e médico nos hospitais Albert Einstein, São Luiz e Pro Matre.

Para que você entenda o risco de não se prevenir, o Dr. Carlos lista as DSTs e os danos causados à saúde:

HIV

É a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causadora da aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+.

Sífilis

Infecção causada pela bactéria Treponema pallidum. Surge 20 a 30 dias após o contato sexual, como uma úlcera genital indolor. A úlcera desaparece após alguns dias, mas, se não tratada a doença, pode evoluir para estágios mais avançados, podendo levar à morte.

Gonorreia

Causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae. O quadro clínico é variado na mulher, podendo ser “silenciosa” (assintomática), até causar quadro grave de cervicite (inflamação da cerviz, cérvix ou cérvice, que é a parte mais estreita do colo uterino).

Tricomoníase

É causada pelo protozoário Trycomona vaginalis. Na mulher, causa corrimento esverdeado, abundante e fétido. Não há sintomas em homens.

Clamídia

Bactéria que pode causar desde um discreto corrimento até Doença Inflamatória Pélvica, que se caracteriza por febre e intensa dor pélvica. Se não tratada, pode evoluir para sepse e morte.

Condiloma acuminado

É causada pelo Human Papiloma Vírus (HPV), que está relacionada ao câncer de colo do útero e ao câncer do pênis. Na vulva e no pênis, se caracteriza por pequenas verrugas.

Herpes simples

Infecção viral que se manifesta através do surgimento de pequenas bolhas muito doloridas ao redor da boca ou dos lábios genitais, que estouram e formam lesões crostosas.

Cancro mole

Causada pela bactéria Haemophilus ducrey. O quadro clínico se caracteriza pelo aparecimento de lesões dolorosas na região genital. A secreção dessas feridas pode contaminar diretamente, sem ter relações sexuais, outras pessoas e outras partes do corpo.

Mycoplasma genitalium

É uma bactéria de transmissão sexual que causa doença semelhante à clamídia e à gonorreia, mas com uma secreção mais transparente.

Hepatite B e hepatite C

São transmitidas, principalmente, pelo contato com sangue contaminado, mas também por relação sexual. A transmissão sexual da hepatite C é pouco frequente, com menos de 3% em parceiros estáveis, mas ocorre em pessoas com múltiplos parceiros, sem uso de preservativo. Além disso, a coexistência de alguma DST – inclusive o HIV – é um importante facilitador dessa transmissão.

HTLV (Vírus Linfotrópico T humano)

Há dois subtipos: HTLV-1, que pode causar um quadro raro de leucemia e de doenças neurológicas, e o HTLV-2, com quadro clínico ainda não estabelecido.

(FGR Assessoria de Comunicação)