Sacerdotes usavam maconha no santuário de Israel?

O cânhamo usado na composição do incenso teria alguma relação com a droga?

maconha

Recentemente, em uma entrevista concedida ao comediante Rafael Bastos, o ex-pastor presbiteriano Caio Fábio afirmou que uma das substâncias supostamente contida no incenso oferecido a Deus no antigo santuário israelita era a maconha. Conhecido por declarações polêmicas como a de que a Bíblia não é exatamente a Palavra de Deus (“A única palavra de Deus é Cristo! Quem disser que é a Bíblia, é herege”, 26/8/2020, YouTube), Caio Fábio afirmou que o cânhamo usado no incenso do santuário seria a maconha que compunha “o combinado que enchia o templo de fumaça”.

Segundo o site HempMeds, “é importante entender que o cânhamo e a maconha são plantas da mesma espécie, a Cannabis sativa. No entanto, ambas são geneticamente distintas e geralmente utilizadas para finalidades diferentes”.

“A suposta conexão entre qaneh-bosem e a cannabis simplesmente não existe. Note primeiro que qaneh-bosem são duas palavras em hebraico, não uma. E as palavras são facilmente traduzidas: qaneh significa um talo ou junco, e bosem significa ‘cheiro doce’. Alguns estudiosos traduzem as palavras juntas para se referirem à ‘cana aromática’, ‘cana perfumada’ ou ‘cana-de-cheiro’, e outros ‘cálamo doce’ ou ‘cálamo perfumado’. Mas nem um único léxico acadêmico de hebraico bíblico no mundo conecta essas palavras com a maconha. […] Também é certo, por várias razões fonéticas e linguísticas, que a palavra cannabis, que vem do grego kannabis, não está relacionada a essas duas palavras hebraicas. Não há mais conexão entre o hebraico qaneh-bosem e o grego kannabis do que entre as palavras ‘Moisés’ e a palavra inglesa ‘mice’ [camundongos]” (A Bíblia e o Jornal).

Valer-se de alucinações para uma suposta conexão com Deus trata-se de um costume praticado por algumas religiões místicas, incluindo uma corrente do islamismo chamada sufismo. Os dervixes rodopiam por horas a fio e entram em transe. No judaísmo e no cristianismo bíblico isso simplesmente não existe, e chega a ser uma heresia afirmar que no incenso do santuário haveria algum tipo de droga psicoativa, uma vez que foi o próprio Deus que orientou a produção da mistura que compunha o incenso.

Obs.: Conforme Caio Fábio diz no vídeo, encontraram resquícios de canabis num dos altares de Tel Arad. Só que, em primeiro lugar, Tel Arad era um templo sincretista de Israel que, ao que tudo indica, estava desassociado e em ruptura com o templo de Jerusalém (talvez fosse até seu concorrente). Segundo: o resquício não pode ser datado com certeza absoluta dos tempos bíblicos, pois a amostra estava contaminada. Terceiro: a etnologia proposta entre Moisés e canabis chega a ser ridícula do ponto de vista acadêmico.

Recomendo esta série como complemento ao estudo da Lição da Escola Sabatina deste trimestre

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Equipe de basquete abre mão de jogo decisivo que caiu no sábado

O fim do torneio estava agendado para as horas do sábado, mas a fé foi o fator decisivo para que os jovens do time escolhessem respeitar o dia de guarda

Em uma história que virou notícia nacional nos Estados Unidos, o time de basquete masculino do ensino médio da Oakwood Adventist Academy, em Huntsville, no Alabama, abriu mão da chance de ganhar um campeonato estadual. Isso porque o jogo estava marcado para um sábado à tarde. Quando soube que jogaria às 16h30, ainda nas horas do sábado, o time perguntou à Associação Atlética das Escolas Secundárias do Alabama e a outras equipes do torneio se o jogo poderia ser transferido para as 19h30, depois do pôr do sol e o fim do sábado.

Como não houve a possibilidade da troca de horário, a equipe desistiu da competição, preferindo ser fiel aos dez mandamentos a disputar a partida decisiva.

Os detalhes dessa notícia estão no episódio inédito da Adventist News Network, a agência mundial de notícias da Igreja Adventista, que traz ainda informações de um programa australiano para crianças veiculado em 70 países, e a história de um jovem pastor que arrecadou fundos para construir uma escola na selva das Filipinas.

(Portal Adventista DSA)

Não se deixe ENVOLVER

Que os padrões morais dos cristãos sejam inversamente proporcionais aos do mundo

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Nos últimos dias uma notícia tem sido muito comentada na maioria dos meios de comunicação. Uma música de uma cantora brasileira que é a “top 1” mundial nas plataformas digitais. O conteúdo da música (letra e clip) pode facilmente ser classificado como pornográfico. Isso já seria esperado, considerando a fonte. Não há porque se impressionar com isso. Era previsível. Uma coisa, contudo, chama a atenção: o fato de ser a música número um do mundo, ou seja, a mais ouvida nas plataformas digitais e o clip visto e compartilhado por milhões de pessoas. Isso é notável porque demonstra onde estamos moralmente como humanidade. Os filtros morais das pessoas estão com aberturas tão grandes que um elefante passaria com facilidade.

A Bíblia já tinha avisado que a degradação moral do mundo seria acelerada nos últimos dias. A degradação dos metais da estátua de Daniel 2 era um indício. As palavras de Paulo em 1 Timóteo 4:1-4 e 2 Timóteo 3:1-5 são mais um aviso.

Não creio (não quero crer, não posso crer) que algum cristão dê audiência (like, visualização, audição) para esse tipo de cultura. Como discípulos de Cristo precisamos resistir e ser um contraponto a essa degradação moral do mundo. Literalmente, não podemos nos deixar envolver.

Que os padrões morais dos cristãos sejam inversamente proporcionais aos do mundo. Que receba nossos likes e visualizações (e reproduções) apenas aquilo que combina com a Bíblia. Que sejamos sal que conserva a moral e luz que ilumina as trevas morais do planeta.

Não se deixe ENVOLVER.

(Felippe Amorim é apresentador do programa Bíblia Fácil, da TV Novo Tempo; Instagram)

O Sínodo da Amazônia, a ecoteologia e o domingo climático

Perguntas Interativas da Lição: permaneça o amor fraternal

O próprio autor do livro de Hebreus – que cremos ter sido o apóstolo Paulo – chamou sua epístola de uma “palavra de exortação”, a qual ele diz ter escrito “de forma bem resumida” (13:22). Assim, antes de concluir esse seu sermão/epístola, ele ainda deixou várias exortações acumuladas para o fim (capítulo 13), antes das poucas palavras de despedida. Vamos discutir algumas delas para nos aprofundar em seu significado e colocar em prática em nossa vida.

Perguntas para reflexão e discussão em grupo:

  1. “Seja constante o amor fraternal” (13:1).
    • Por que o amor deve ser uma marca distintiva do cristianismo (Jo 13:35)?
    • Quais são as causas que podem fazer com que o amor entre os irmãos “esfrie” (Mt 24:12)?
    • Como podemos desenvolver esse tipo de amor?
  2. “Não se esqueçam da hospitalidade” (13:2; ver também Rm 12:13 e 1Pe 4:9).
    • Em sua opinião, por que as Escrituras insistem tanto em que os cristãos sejam hospitaleiros?
    • Como podemos praticar a hospitalidade nestes dias tão perigosos sem colocar a vida em risco?
  3. “Lembrem-se dos presos e dos que sofrem maus-tratos” (13:3).
    • Naquela época havia muitas pessoas que estavam presas simplesmente por ser cristãs (13:23). Apesar de que esse não é o caso em nossos dias, por que devemos visitar também os que estão presos justamente por terem praticado crimes?
  4. “Digno de honra entre todos seja o matrimônio bem como o leito sem mácula” (13:4).
    • Por que o casamento sem mácula é tão importante para Deus?
    • Esse texto diz ainda que Deus julgará “aos impuros [do grego pórnos] e aos adúlteros”. O significado de pórnos é “sexualmente imoral”; vai além do ato propriamente dito; envolve também aqueles que, mesmo não praticando o ato sexual ilícito, cometem imoralidade sexual em pensamento, palavras, atitudes e, naturalmente, em seu lazer (no que assistem, leem ou ouvem). Essa atitude pode tornar “maculado” até mesmo o leito de casais cristãos devidamente casados, sem a ocorrência de adultério. Por isso Deus julgará não só os adúlteros, mas também os pórnous (plural de pórnos).
    • Por que a pureza sexual é tão importante para os cristãos, tanto solteiros quanto casados? (Ver 1Co 6:18)
    • Como uma pessoa com essa natureza pode ser liberta e reconsagrar o leito matrimonial e a vida? (Leia 1Co 6:9-11, onde o termo pórnos é o primeiro da longa lista e a solução aparece no verso 11.)
  5. “Que a vida de vocês seja isenta de avareza” (13:5).
    • Por que a avareza (amor ao dinheiro) é incompatível com o cristianismo? (Comparar com Cl 3:5 e 1Tm 6:10)
  6. “Lembrem-se dos seus líderes (espirituais)” (13:7) e “sejam submissos a eles” (13:17).
    • De que forma devemos respeitar nossos líderes espirituais e ser “submissos” a eles?
    • O que significa que eles (os líderes espirituais) devem “zelar pela alma” daqueles que estão sob sua responsabilidade?
    • Em sua opinião, como os líderes religiosos “prestarão contas” dessa responsabilidade para Deus? O que significa, no verso 17, que se não houver o devido respeito e submissão aos líderes espirituais eles acabam exercendo o ministério “gemendo”, e que “isso não seria proveitoso” para a igreja?
    • Se percebemos esse tipo de situação acontecendo em nossa igreja local, como podemos intervir?
  7. “Não se deixem levar por doutrinas diferentes e estranhas” (13:9).
    • Por que as “doutrinas diferentes e estranhas” são tão perigosas?
    • Como podemos nos proteger de cair nelas?
    • Uma das doutrinas “estranhas” da época é que as pessoas obteriam “mais graça” ao evitarem alguns alimentos. Por que esse pensamento é um absurdo? (Comparar com Rm 14:17; 1Co 8:8)
    • Apesar disso, por que motivo então devemos evitar certos tipos de alimentos? (R.: Pois nosso corpo é templo do Espírito Santo; ver 1Co 3:16, 17; 10:31)
  8. “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente” (13:8).
    • Por que essa afirmação é tão maravilhosa para nós?
  9. “Que a graça esteja com todos vocês” (13:25).
    • Por que essa epístola/sermão do apóstolo Paulo termina assim?
    • Qual é a importância da graça em relação a tudo o que ele escreveu antes desse verso?
  10. Aqui encerramos o estudo do livro de Hebreus. Em que áreas o estudo desse livro lhe fez crescer espiritualmente? Que instruções ou exortações mais impactaram você neste trimestre? Como você pode agradecer e louvar a Deus por essas palavras de exortação?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Os adventistas e o meio ambiente

Por serem criacionistas e defensores da mordomia cristã e de um estilo de vida saudável, os adventistas sempre defenderam a preservação da natureza

meio-ambiente

Os adventistas do sétimo dia creem que os seres humanos foram criados à imagem de Deus, representando, assim, o Criador como Seus mordomos, para governar o ambiente natural de uma maneira fiel e frutuosa. Infelizmente, a destruição e a exploração foram introduzidas na administração do domínio da responsabilidade humana. Os homens e mulheres têm-se envolvido cada vez mais em uma destruição megalômana dos recursos da Terra, que resulta em sofrimento generalizado, desordem ambiental e ameaça de mudanças no clima. Embora seja necessário que continuem as investigações científicas, as provas já acumuladas tornam bem claro que tanto a crescente emissão de gases destrutivos quanto o depauperamento da camada protetora de ozônio, a destruição maciça das florestas americanas e o chamado efeito estufa estão ameaçando o ecossistema da Terra. Esses problemas se devem em grande parte ao egoísmo humano e à ganância egocêntrica de conseguir cada vez mais por meio de uma produção desenfreada, do consumo sem restrições e do esgotamento de recursos não renováveis. A raiz da crise ecológica está na avidez dos seres humanos e na recusa de praticarem uma boa e fiel mordomia dentro dos limites divinos da natureza. Os adventistas do sétimo dia defendem um estilo de vida saudável, em que as pessoas não entrem na rotina do consumismo desenfreado, da desregrada aquisição de bens e da produção de resíduos. Apelamos ao respeito pela natureza, à restrição no uso dos recursos terrestres, à reavaliação das nossas próprias necessidades e à reafirmação do respeito pela vida criada.

(Essa declaração foi aprovada e votada pelo Conselho Administrativo da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia e afirmada na Conferência Geral em Utrecht, Holanda, em 1995.)

As Escrituras afirmam que, ao criar a Terra, Deus preparou para a humanidade um ambiente totalmente adequado para suprir suas necessidades físicas, mentais, emocionais e espirituais (Gn 1–2). À humanidade, contudo, foi dada a responsabilidade de “dominar” sobre os animais da terra (Gn 1:26, 28), cultivar e guardar o Jardim do Éden (Gn 2:15). Após a entrada do pecado (Gn 3), responsável por promover o desequilíbrio da ecologia do planeta (Rm 8:22), o Senhor ordenou a Seu povo recém-estabelecido que fosse zeloso com a terra (Êx 23:10, 11; Lv 25:2-7, 23, 24) e com os animais (Êx 23:5, 12; Nm 22:23-33; Dt 25:4). Em Seus ensinos, Cristo destacou o cuidado que Deus tem para com a natureza (Mt 6:25-30; 10:29; Lc 12:6), e que os seres humanos devem ter para com os animais (Mt 12:11). Em Apocalipse 11:18, os 24 anciãos adoram a Deus porque “chegou […] o tempo determinado […] para destruíres os que destroem a terra”.

Ellen White, seguindo a perspectiva bíblica, acreditava que a humanidade deveria manter uma relação equilibrada com o meio ambiente. Para ela, “o livro-texto da natureza está aberto a todos. Quando homens e mulheres deixarem de se contrapor aos propósitos da Divindade; quando se colocarem no âmbito da disciplina da graça, verão que têm um trabalho a fazer em se familiarizar com a vida vegetal e animal” (1899). Ao se “familiarizar com a vida vegetal e animal”, o ser humano deveria cuidar da criação como um todo, demonstrando sua mordomia responsável pelo planeta. Ela tinha, inclusive, orientações específicas em relação ao trato com os animais. “O abuso em relação aos animais, ou sofrimento infligido sobre eles por negligência, é pecado” (1880).

Stephen Bauer (2018), analisando a compreensão da autora em relação ao meio ambiente e à ética animal, destaca alguns pontos: (1) os deveres dos seres humanos em relação ao meio ambiente são deveres indiretos para com Deus, criador e proprietário do planeta; (2) a Terra não é santa em si mesma, como sugerem os panteístas ou panenteístas [e mesmo os defensores da ecoteologia]; (3) a humanidade é superior aos animais moral e existencialmente; e (4) a superioridade dos seres humanos em relação aos animais não é justificativa para o abuso e a crueldade para com eles. Ao final, ele afirma: “Parece seguro concluir que Ellen White defenderia a responsabilidade e o cuidado ambiental, mas é evidente que não à custa do bem-estar humano”. Assim, “a humanidade deve cuidar da natureza, mas a natureza não deve ser elevada acima dos seres humanos. É improvável que ela defendesse o ambientalismo radical, mas é mais provável que defenderia o cuidado e uso responsável do ambiente terrestre” (p. 843).

Ao se posicionar oficialmente sobre o assunto, a Igreja Adventista afirmou ser o cuidado com o meio ambiente parte da responsabilidade cristã. Em 1992, a igreja votou o documento intitulado “O cuidado com a criação”, no qual declara que “os adventistas mantêm que a preservação e a manutenção da criação estão intimamente relacionadas com o culto a Deus” (2005, p. 16). Além disso, destacou que a denominação valoriza o “relacionamento respeitoso e cooperativo entre as pessoas, reconhecendo nossa origem comum e compreendendo a dignidade humana como uma dádiva do Criador. Uma vez que a miséria humana e a degradação do meio ambiente estão inter-relacionadas, nós nos empenhamos por melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas. Nosso objetivo é o desenvolvimento sustentável dos recursos, atendendo concomitantemente às necessidades humanas” (ibid., p. 16).

Três anos depois, a declaração intitulada “Meio ambiente” abordou a destruição dos recursos do planeta motivada pelo “egoísmo humano” e pela “egocêntrica atividade para obter mais e mais por meio do aumento da produtividade, do consumo ilimitado e do esgotamento de recursos não renováveis” (ibid., p. 36). Por isso, “os adventistas defendem um estilo de vida simples e saudável, em que as pessoas não participam da rotina do consumismo desenfreado, do acúmulo de bens e da produção exagerada de lixo” (ibid.).

Em 1996, por ocasião do Concílio Anual realizado na Costa Rica, a Igreja reiterou o documento votado um ano antes, fazendo um pequeno adendo em sua conclusão: “É necessário que haja uma reforma no estilo de vida, baseada no respeito pela natureza, na restrição do uso dos recursos da Terra, na reavaliação das necessidades do outro e na reafirmação da dignidade da vida criada” (ibid., p. 37).

Princípios

  1. Nossos materiais devem refletir os princípios bíblicos da mordomia cristã em relação ao planeta, destacando o papel do ser humano em cultivar a terra e cuidar dos animais e recursos naturais.
  2. Não defendemos nenhum conceito de ecologia que esteja fundamentado em pressupostos panteístas, panenteístas ou naturalistas.
  3. Devemos promover um estilo de vida simples, que considera o uso dos recursos naturais de maneira consciente e equilibrada, visando à preservação da natureza como reconhecimento de que ela é obra do Criador.
  4. Sem exageros, devemos fazer um esforço intencional para incluir o assunto da preservação do ambiente em nossas pautas, especialmente por ocasião de datas relacionadas ao tema.

Bibliografia

Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. (2005). “Meio ambiente” (p. 36), em Declarações da Igreja. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira.

Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. (2005). “Mordomia do meio ambiente” (p. 37), em Declarações da Igreja. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira.

Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. (2005). “O cuidado com a criação” (p. 16, 17), em Declarações da Igreja. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira.

Bauer, S. (2018). Ecologia (p. 848, 849). Em Fortin, D., & Moon, J. (eds.). Enciclopédia Ellen G. White. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira.

Bauer, S. (2018). Ética animal (p. 891, 892). Em Fortin, D., & Moon, J. (eds.). Enciclopédia Ellen G. White. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira.

Dunbar, S., Gibson, L., Rasi, H. (2016). Custodios del planeta: Ecoteología y ambientalismo. Libertador San Martín: Universidad Adventista del Plata; Nuevo León: Adventus; Buenos Aires: Asociación Casa Editora Sudamericana.

White, E. (1880). Balaam’s encounter with the Angel. The Signs of the Times, 25/11/1880.

White, E. (1899). Teaching from nature. The Bible Echo, 7/8/1899.

(Portal Adventista da DSA)

Nota: Por ser criacionista, a IASD sempre defendeu a preservação do meio ambiente (somos mordomos da criação). Portanto, não precisamos adotar conceitos panteístas nem teologias que negam o relato da criação, como a teologia da libertação e a ecoteologia. Sejamos bíblicos. Ellen White fala da nossa relação com a natureza; como podemos aprender sobre Deus com isso. Na verdade, nosso estilo de vida é ecológico: vegetarianismo, ar puro, luz solar, etc. Tudo isso leva a uma relação saudável com o ambiente. A teologia adventista é muito mais coerente para abordar esse tema do que a ecoteologia, por exemplo. Nossa fundamentação é melhor e mais ampla (nossa antropologia é mais coerente; a preocupação com o corpo, etc). Difícil é convencer um grupo de deslumbrados que não conhece devidamente a história da IASD e despreza sua profetisa de que a teologia da igreja dele é superior à da moda…

Forte tempestade solar pode derrubar internet e rede elétrica no mundo todo

sol

É apenas uma questão de tempo até que a Terra seja atingida novamente por uma tempestade solar. Em 1859, o planeta já viveu o maior registro do tipo: foi o Evento Carrington. Na ocasião, telégrafos de todo o mundo pararam de funcionar. Hoje em dia, uma tempestade dessas poderia causar danos aos sistemas elétricos e de comunicação em todo o mundo. Vale explicar que essas tempestades ocorrem quando uma grande bolha de gás superaquecido, conhecida como plasma, é ejetada da superfície do sol e atinge a Terra. A bolha é chamada de ejeção de massa coronal. O plasma é uma nuvem de prótons e elétrons (partículas eletricamente carregadas) que, ao atingirem a Terra, interagem com o campo magnético que circunda o planeta. Isso faz com que o campo magnético se deforme e enfraqueça, aumentando as chances de os fenômenos naturais acontecerem. Tempestades solares ou geomagnéticas são capazes de desencadear grandes quantidades de raios cósmicos na atmosfera, que, por sua vez, produzem carbono-14, um isótopo radioativo de carbono.

Evidências encontradas no gelo da Antártida apontam para uma tempestade supermassiva em 774 d.C., conhecida como Evento Miyake, que produziu o maior e mais rápido aumento de carbono-14. Depois, em 993 d.C., houve outra 60% menor. Tudo indica que elas ocorrem a cada 500 anos em média. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) trabalha com uma “escala G” para medir a força dessas erupções solares, que vai de 1 a 5 — sendo G1 menor e G5 extremo. O Evento Carrington teria sido classificado como G5.

Hoje, uma tempestade solar como o Evento Carrington poderia ser catastrófica, afetando todos os sistemas elétricos. Esse fenômeno gera correntes induzidas, que fluem pela rede elétrica. Se o serviço elétrico fornecido a muitas residências é de 100 amperes, correntes dessa grandeza podem causar danos internos nos componentes e quedas de energia em grande escala. Mais recentemente, em março de 1989, uma tempestade geomagnética três vezes menor que o Evento Carrington ocorreu em Quebec (Canadá). As altas correntes induzidas magneticamente danificaram um transformador em Nova Jersey, nos Estados Unidos, e desarmaram os disjuntores da rede, deixando cinco milhões de pessoas sem energia por nove horas.

Além das falhas elétricas, as comunicações poderiam ser interrompidas em escala mundial, com quedas de provedores de serviços de internet, problemas de serviços de TV, navegação (GPS) e telefonia. Além disso, o aumento da atividade solar faz com que a atmosfera se expanda, alterando a densidade da atmosfera onde os satélites estão orbitando. A atmosfera de densidade mais alta cria arrasto em um satélite, o que o torna mais lento e se não for manobrado para uma órbita mais alta, pode ser destruído ao voltar à Terra.

(Tilt UOL)

Leia também: Huge solar flare ejected from sun could hit Earth in days, mess with power grid

Jovens adventistas se mobilizam para alimentar moradores de rua em Manaus

O projeto auxilia pessoas vulneráveis e que estão à margem da sociedade

manaus

Com atividades solidárias os jovens adventistas na região norte e centro-oeste do Amazonas, celebraram com ações de amor, a semana do Dia Mundial do Jovem Adventista (GYD). Em Manaus, na rua dos Barés, um local com pouca iluminação, cerca de 50 voluntários adventistas se mobilizaram para a distribuição de marmitas, lanches, suco e água. Conforme dados do cadastro único para programas sociais (CadÚnico), em Manaus há 857 pessoas que vivem nas ruas sem abrigo. “Saciar a fome é uma importante maneira de demonstrar amor aos nossos irmãos; o amor é sempre prático, nunca teórico”, afirma o líder da área na região, pastor Disraeli Almeida.

Seguindo o tema “Eu vou amar os esquecidos”, na última quarta-feira (16), os jovens realizaram doações de mais de 150 kits para os moradores de rua que vivem ao redor do mercado municipal Adolpho Lisboa, localizado no centro, da capital amazonense.

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Lia Thomas se torna primeiro homem biológico a vencer a liga universitária feminina nos EUA; rivais se recusaram a dividir o pódio

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Lia Thomas não quebrou nenhum recorde, mas fez história na natação dos Estados Unidos. Na última quinta-feira, em Atlanta, a nadadora [sic] de 22 anos se tornou a primeira mulher trans [sic] a conquistar um título da NCAA em todos os esportes da tradicional liga universitária americana. O pódio do título inédito nas 500 jardas livre, porém, foi marcado por uma polêmica. As rivais se recusaram a se juntar à campeã [sic] no momento da foto das medalhistas.

“Tento ignorar isso o máximo que posso. Tento focar na minha natação, no que preciso fazer para estar pronta para as provas. Apenas tento bloquear todo o resto. Significa o mundo para mim estar aqui”, disse a nadadora [sic], em entrevista à ESPN americana.

Havia uma expectativa de que Lia poderia quebrar o recorde universitário das 500 jardas livre que pertence à campeã olímpica Katie Ledecky. No entanto, a nadadora [sic] ficou quase nove segundos acima da marca de 4m24s06. O tempo de 4m33s24 ainda lhe rendeu o título inédito, à frente de Emma Weyant (4m34s99), Erica Sullivan (4m35s92) e Brooke Forde (4m36s18).

Poucas pessoas na torcida aplaudiram quando Lia Thomas foi anunciada [sic] campeã da prova. Ela [sic] foi alvo de insultos de algumas torcedoras que não concordavam com sua participação na NCAA.

Lia Thomas, que representa a Universidade da Pensilvânia, competiu por três anos na equipe masculina antes de passar pelo processo de transição de gênero. De acordo com as regras da National Collegiate Athletic Association (NCAA), ela [sic] ficou apta a competir em eventos femininos quando completou o período de um ano de tratamento de supressão de testosterona.

(Globo Esporte)

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Nota: Um ano de tratamento hormonal seria capaz de reverter as vantagens físicas garantidas pelo banho de testosterona a que o corpo de Thomas foi submetido durante toda a puberdades? Respeito as escolhas que as pessoas fazem e os caminhos que tomam na vida, mas não deixo de dar razão às mulheres que protestam contra esse tipo de situação que tem se tornado cada vez mais comum em várias modalidades de esporte feminino. Simplesmente não existem igualdades de condições, por uma simples questão biológica que se sobrepõe à ideologia. [MB]