Perguntas Interativas da Lição: José, príncipe do Egito

O desfecho da história de José no Egito contém um legítimo “plot twist” ou “reviravolta na história”, como se diz dos roteiros de livros e filmes que nos surpreendem no final. Essa história, além de nos fazer refletir sobre a importância do perdão, também revela como os propósitos de Deus são cumpridos, apesar de todos os erros humanos. Podemos continuar confiando nEle e em Sua Palavra, sempre.

Perguntas para reflexão e discussão em grupo:

Leia Gênesis 42:6; 43:26. Por que os irmãos de José não o reconheceram enquanto se inclinavam diante dele? (R.: Além de todo o tempo que havia se passado [22 anos], ele tinha outra aparência [41:14, 42]; outro nome [41:45]; outra posição social [42:6]; falava outra língua [42:23]; era casado com a filha de um sacerdote pagão [41:45]; fez parecer que cria em superstições [44:15]; etc.)

Leia Gênesis 42:15; 43:29 e 45:14. Por que a presença de Benjamin era tão importante para José?

Leia Gênesis 44:5, 15. Sendo José um servo de Deus, por que ele usou o argumento supersticioso do “copo de adivinhação”? Por que ele mandou colocar esse copo de prata no saco de cereais de Benjamin, e não no de outro irmão?

Leia Gênesis 44:16, 33. Que fato importante José reconheceu quando Judá pediu para ficar como escravo no lugar de Benjamin? (Comparar com 37:26, 27)

José pôs os irmãos à prova para ver se haviam se arrependido de seu erro e se haviam mudado. Que evidências demonstraram que eles “passaram no teste”? Por que Deus também nos prova, sendo que Ele, ao contrário de José, sabe de tudo?

Leia Gênesis 47:7. O que deve ter impressionado mais Faraó em toda essa história? De que maneiras as pessoas deveriam ser capazes de perceber, pelo modo de vida que vivemos, a realidade de nosso Deus?

Como podemos continuar confiando no Senhor mesmo quando o mal não é transformado em bem, como foi no caso de José?

Como podemos ser gentis com aqueles cujo mal feito contra nós não teve um resultado tão bom como foi para José?

Que outras lições de amor, fé e esperança podem ser encontradas nessa história?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)