Perguntas Interativas da Lição: Jesus, nosso irmão fiel

Ao Se tornar um de nós, Jesus Se tornou nosso “parente mais próximo” e, assim, pôde pagar o preço de nossa redenção. Ao viver como um ser humano, Jesus não perdeu nenhum de Seus atributos divinos; pelo contrário, Ele adquiriu experiência pessoal do que significa ser tentado, sofrer e obedecer em meio às dificuldades. Isso O “aperfeiçoou ainda mais” para poder entender o que passamos, a ter empatia por nós e a socorrer devidamente os que são tentados (Hb 2:18). Assim, enquanto todos os anjos de Deus O adoram (1:6), Ele não Se envergonha de ser chamado de nosso “irmão” (2:11).

Perguntas para reflexão e discussão:

Como vemos em Levítico 25:25, 47-49, um parente próximo tinha o direito legal de pagar o resgate da propriedade ou do próprio parente que estivesse sujeito à escravidão por causa de dívidas. Em sua opinião, por que a lei permitia apenas ao “parente mais próximo” ser o resgatador? Como seria se essa lei valesse hoje em nossa sociedade? Como podemos experimentar a proximidade de Jesus em nossa vida ao enfrentarmos provações?

Leia Hebreus 2:11. Por que Jesus não Se envergonha de nos chamar de “irmãos”? Tendo isso em mente, por que é tão lastimável alguém se envergonhar de Jesus? (Ver Mc 8:38; 2 Tm 1:12)

Leia Hebreus 2:14. Ao haver Se tornado um ser humano, como um de nós, e ter vencido em nosso lugar, em que sentido Jesus “destrói” o diabo, se o juízo final ainda está por vir?

Se temos a promessa da vitória em Cristo, por que ainda continuamos lutando contra o pecado? (Ver Rm 6:22)

Tendo como base Hebreus 4:15 e 7:26, até que ponto ia a semelhança de Jesus com os seres humanos? (R.: Em tudo, menos na natureza pecaminosa, pois Ele era como Adão antes da queda. Se tivesse a natureza pecaminosa, como a nossa, Ele mesmo precisaria de um salvador.)

Por que Deus não livrou Jesus de ser “tentado em tudo”?

Hebreus 5:7-9 levanta três questões profundas que valem uma boa reflexão:

No verso 7 é dito que, “com forte clamor e lágrimas”, Jesus fez “orações e súplicas Àquele que podia livrá-Lo da morte”, e que Ele “foi ouvido por causa de Sua piedade”. Como Ele “foi ouvido” se acabou morrendo? (R.: Jesus não pediu para não morrer em nosso lugar, mas para que Seu sacrifício fosse válido, e para não morrer definitivamente devido ao peso do pecado da humanidade sobre Si [cf. Sl 16:10; At 2:24-27].)

No verso 8 é dito que Jesus “aprendeu a obediência por meio das coisas que sofreu”. Sendo que Jesus sabe de tudo, em que sentido Ele “aprendeu”? Como essa experiência pessoal habilita ainda mais o Senhor a nos compreender em nossas lutas?

O verso 9 (que retoma um pensamento de 2:10) diz que Jesus foi “aperfeiçoado” para poder Se tornar o Autor de nossa salvação. Se Jesus já era perfeito, em que sentido Ele foi “aperfeiçoado”? (R.: Apesar de ser perfeito, Ele Se tornou ainda melhor ao aprender “na pele” o que é ser tentado; assim Ele Se tornou totalmente apto para socorrer os que são tentados; cf Hb 2:18.)

Leia Hebreus 12:2. De acordo com esse verso, qual foi a grande motivação para que Jesus suportasse a cruz? Qual deve ser a nossa motivação para suportar a nossa cruz e permanecer fiéis até o fim? (ver também o verso 3). Como podemos “despertar” essa motivação em nossa vida?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Música, adoração e vida cristã

Estudiosos da música e da Bíblia apontam características da adoração cristã

Bíblia

A discussão sobre os estilos musicais adequados para o culto na igreja, bem como para a vida pessoal, é vista como complexa e controversa. Com alguma frequência, perguntas são feitas, porém não respondidas satisfatoriamente ou são recebidas com visões diferentes. Questionamentos são levantados sobre as possíveis implicações morais, emocionais ou espirituais da linguagem musical; ou seja, se a música ou o ritmo musical podem exercer influência sobre as pessoas, independentemente da letra. Além disso, existem dúvidas sobre se a música vai além do argumento estético, artístico, para entrar no terreno da ética, da moralidade e da espiritualidade. Explicações são levantadas a favor ou contra a ideia de que os estilos musicais impactam as crenças ou valores pessoais. Também não há consenso sobre a possível influência dos diferentes elementos da música como a melodia, a harmonia e o ritmo. Em suma, podem ser encontrados critérios válidos para orientar a escolha da música para os indivíduos, as famílias ou as instituições como a igreja? Tal escolha tem relação genuína com a espiritualidade e a religiosidade? 

[Continue lendo.]

A “justiça social” virou uma religião

Há algum tempo li esse artigo (da imagem). São 30 páginas nas quais os dois renomados autores defendem uma tese: a “justiça social” tomou ares de religião em nosso tempo.

justica

A “justiça social” hoje tem seus dogmas, seus “mantras sagrados”, seus “fiéis seguidores”, gente que briga para defendê-la e, especialmente, não pode ser questionada. Os autores têm razão, a “justiça social”, como vemos hoje, virou uma religião. Isso é tão verdade que algumas pessoas estão trocando suas religiões pela “religião da justiça social”. Conheço alguns “ex-cristãos” que agora seguem essa “nova religião” (embora alguns ainda se declarem cristãos).

Você está lendo e me perguntando: “Então você é contra a justiça social”? Eu respondo: sim. Como ela se apresenta hoje, sim. Com isso não quero dizer que sou contra a ajuda aos necessitados, que sou a favor do racismo, que apoio a violência contra qualquer pessoa. Acredito profundamente que devemos ajudar os necessitados, que não devemos fazer distinção de valor entre pessoas por qualquer critério e que não podemos violentar ninguém em qualquer âmbito.

A grande questão é que todas essas causas foram sequestradas pela “religião da justiça social” que tem como fundamento filosófico a pós-modernidade, que, por sua vez, está embebida no marxismo (em sua forma, digamos, reformada… rsrs).

Afirmo, como já afirmei antes: a religião cristã é suficiente para dar conta de todas as questões mencionadas acima. Não precisamos migrar para a “religião da justiça social”.

Continue sendo guiado pelo Senhor Jesus Cristo através do que Ele revelou em Sua Palavra.

Não se “converta” à “religião da justiça social”. Converta-se cada vez mais a Cristo!

(Pr. Felippe Amorim, apresentador da TV Novo Tempo; Instagram)

Não há quantidade de álcool boa para o coração, diz Federação Mundial do Coração

Em um movimento ousado, a Federação Mundial do Coração (WHF, na sigla em inglês) divulgou um guia, nesta quinta-feira, dizendo que nenhuma quantidade de álcool é boa para o coração.

alcool

“Na Federação Mundial do Coração, decidimos que era imperativo nos pronunciarmos sobre o álcool e os danos à saúde, bem como danos sociais e econômicos, pois há uma impressão na população em geral, e até mesmo entre os profissionais da saúde, de que seria algo bom para o coração”, disse Beatriz Champagne, presidente do comitê de advocacia que produziu o relatório. “Não é, e as evidências têm mostrado cada vez mais que não há nível de consumo de álcool que seja seguro para a saúde”, complementa Champagne, que é também diretora executiva da Fundação InterAmericana do Coração (IAHF, na sigla em inglês), organização dedicada à prevenção de doenças cardíacas e AVC nas Américas. […]

“Resumidamente, nossa posição é que estudos mostrando efeito cardioprotetor significativo do consumo de álcool em geral têm sido observacionais, inconsistentes, financiados pela indústria do álcool e/ou não são sujeitos a controle randomizado — um tipo de estudo científico. Além disso, qualquer potencial efeito cardioprotetor é negado pelos riscos e danos já bem documentados, resultando em nosso julgamento de que nenhuma quantidade de consumo [de álcool] pode ser considerada boa para a saúde do coração.” […]

A Federação Mundial do Coração é uma organização de defesa da saúde com sede em Genebra, Suíça, que representa centenas de associações do coração mundiais. Ela lançou o novo guia de política “O Impacto do Consumo de Álcool na Saúde Cardiovascular: Mitos e Medidas” para contrariar relatos de que um pouco de álcool é bom ou até mesmo que faz bem para a saúde do coração.

Segundo o relatório, ingerir álcool aumenta o risco de vários problemas cardiovasculares, incluindo doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, hipertensão arterial, acidente vascular cerebral e aneurisma da aorta. Qualquer quantidade de álcool, não apenas em grande quantidade, pode levar à perda de uma vida saudável, diz.

“Nas últimas décadas, a prevalência de doenças cardiovasculares quase dobrou, e o álcool tem sido protagonista na incidência de grande parte delas”, reporta o documento.

Doença cardiovascular é a principal causa de morte no mundo, afetando desproporcionalmente pessoas de baixo nível socioeconômico. Em 2019, quase 2,4 milhões de mortes — não somente relacionadas ao coração — podem ser atribuídas ao álcool, segundo o relatório. O álcool também afeta negativamente a saúde mental.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu uma redução relativa de 10% no uso per capita de álcool entre 2013 e 2030, mas o relatório disse que a falta de investimento em estratégias comprovadas de redução de álcool, além da desinformação da indústria, impediu o progresso em direção a esse objetivo.

“O retrato do álcool como necessário para uma vida social animada desviou a atenção dos problemas do uso do álcool, assim como as alegações frequentes e amplamente divulgadas de que o consumo moderado, como um copo de vinho tinto por dia, pode oferecer proteção contra doenças cardiovasculares”, disse, em um boletim de imprensa, Monika Arora, membro do comitê de advocacia da WHF e coautora do guia de política. “Essas alegações são, na melhor das hipóteses, desinformação e, na pior, uma tentativa da indústria do álcool de enganar o público sobre o perigo de seu produto.”

(CNN Brasil)

Por que só falo em volta de Jesus e criacionismo?

Se você encontrar um adventista que não fala em volta de Jesus, criacionismo e na benção de guardar o sábado, desconfie dessa pessoa.

Jesus criação

Recentemente recebi um e-mail em que a pessoa me perguntava por que só falo em volta de Jesus e criacionismo. Quem lê o que escrevo em meus blogs e assiste aos vídeos que posto em meu canal sabe que falo sobre muitos outros assuntos, além da segunda vinda de Cristo, de profecias e criacionismo. Mas devo admitir que esses dois temas atraem minha atenção de modo especial há mais de vinte anos, desde que entreguei minha vida a Jesus, meu Criador e Salvador, e me tornei adventista do sétimo dia. Aliás, se você prestou atenção, o nome da “minha” igreja já expressa resumidamente aquilo em que creio e reflete exatamente meus temas prediletos.

Sou adventista porque creio no advento de Cristo. Sou adventista porque amo a Jesus e tudo o que mais quero é morar com Ele para sempre em um mundo onde não mais haverá sofrimento, injustiças, dor nem morte. Sou adventista do sétimo dia porque guardo o sábado como o memorial da criação realizada por Deus em seis dias literais de 24 horas cada, há cerca de seis mil anos. Portanto, sou criacionista e reconheço a Deus como meu Criador, como o Criador do universo, da vida, do ser humano e das leis que regem tudo isso. E entendo que viver de acordo com essas leis é simplesmente viver como uma criatura deve viver.

Como adventista do sétimo dia compreendo que as três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12 constituem uma advertência muito importante, especialmente para estes dias. O âmago dessas mensagens é a justificação pela fé, nossa dependência absoluta de Deus, especialmente no que diz respeito à salvação. Dependemos do Deus Criador do universo e da vida. Portanto, a mensagem dos três anjos é eminentemente criacionista. Mas é também restauradora, uma vez que envolve a reforma do nosso estilo de vida e nos convida a uma relação séria com Jesus e com a verdade expressa na Bíblia Sagrada. Como adventista quero me afastar cada vez mais de Babilônia e me aproximar cada vez mais do reino de Deus, da Jerusalém celestial.  

O logotipo da igreja que eu abracei resume graficamente tudo isso. O centro da nossa fé e da nossa esperança é a cruz de Cristo, ou seja, aquilo que Ele fez por nós quando entregou a vida pela nossa salvação. A base da nossa crença é a Bíblia, nossa única regra de fé e prática. O Espírito Santo está representado pela chama tripla que circunda um globo subentendido, o que mostra que sabemos que somente pela capacitação que vem do Alto, pelo poder do Deus triúno é que conseguiremos cumprir a missão de advertir um planeta perdido.

Não falo somente de volta de Jesus, profecias e criacionismo, mas admito que sou apaixonado por esses assuntos, porque no âmago deles está a pessoa que mais amo: meu Criador, meu Senhor e meu Salvador Jesus Cristo.

Se você encontrar um adventista que não fala em volta de Jesus, criacionismo e na benção de guardar o sábado, desconfie dessa pessoa.

Michelson Borges 

A Chegada do Adventismo ao Brasil | LIVE

Perguntas Interativas da Lição: o Filho prometido

O livro de Hebreus enfatiza a divindade eterna de Jesus e o fato de Ele ter Se tornado “filho” de Deus para morrer em nosso lugar. Esse é um assunto que nunca perderá o interesse dos redimidos e nunca será esgotado por toda a eternidade. Mas, para isso, devemos começar a estudá-lo a partir de agora, com estas perguntas reflexivas da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas para reflexão e discussão:

Leia Gênesis 3:15. Deus prometeu a Eva que providenciaria um Salvador a partir de sua “semente” (descendência). Essa promessa foi cumprida cerca de 4.000 anos depois. Por que demorou tanto? (R.: Na verdade, Ele veio na hora certa, “na plenitude dos tempos”; cf. Gl 4:4)

Até agora, todas as promessas de Deus em relação ao Messias se cumpriram perfeitamente. Como isso nos ajuda a confiar mais nEle e em Sua direção?

Em 2 Samuel 7:12-14 Deus fala a Davi por meio do profeta Natã sobre um descendente. De que forma esse texto se aplica a Jesus? Até que ponto?

Leia Hebreus 1:2. O que significa a expressão que diz que Deus “nos falou pelo Filho”? De que forma Jesus torna o Antigo Testamento muito mais claro?

Leia João 14:9. Como vemos o Pai através de Jesus?

Leia Hebreus 1:3. O que significa dizer que o Filho “é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do Seu ser”?

Por que Jesus teve que Se tornar como um de nós? Em que sentido Ele Se tornou “filho” de Deus? Por que a morte vicária do Filho equivale à morte do próprio Deus em nosso lugar?

Em Isaías 44:24 é dito que Deus foi o responsável pela Criação, e em Hebreus 1:2, 3, 10 é dito que foi Jesus. Como podemos conciliar essas duas afirmações?

O que significa a afirmação de que Jesus “sustenta todas as coisas pela Palavra do Seu poder” (Hb 1:3) e que “nEle tudo subsiste” (Cl 1:17)?

Falta pouco para que a Semente da mulher, o Filho de Deus conclua toda a Sua obra. Enquanto isso, como podemos depositar toda a nossa confiança nEle quanto à nossa vida presente e futura?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Imperdível! Minha série preferida

Rabino fica surpreso com livros de Ellen White

Programa Vejam Só entrevista Michelson Borges: criacionismo