Histórias do Impacto (3): o livro vai chegando a todos

deniseOlá, Michelson, tudo bem? Sou de Hortolândia e em 2008 conheci você em Rafard, SP, durante um evento criacionista na Câmara Municipal. Depois disso, infelizmente, saí da igreja, mas voltei recentemente, fui rebatizada e meu marido e eu estamos “batalhando”. Mas a notícia que lhe trago é que disponibilizei a opção digital do seu livro O Poder da Esperança no meu Facebook. Trabalhei muito tempo em São Paulo com assessoria de imprensa, e tenho contato muito grande com a comunidade LGBTQ. Vários conhecidos gays pediram o livro e leram; uns até colocaram trechos do livro como status do WhatsApp. Uma mãe de santo também pediu o livro, leu e depois perguntou se se tratava de uma trilogia (rsrs). Ainda estou compartilhando o livro com muitas pessoas. Vamos orar para que Deus faça brotar nesses corações a semente que foi plantada.

(Denise Rios Lopes)

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Casos de HIV entre jovens gays triplicam em dez anos

aidsUma pesquisa feita sob encomenda do Ministério da Saúde e divulgada pela revista Medicine aponta para um alarmante aumento dos casos de HIV/Aids entre homens gays no país, sobretudo entre jovens. A pesquisa avaliou 4.176 homens que fazem sexo com homens em 12 cidades, sendo que 3.958 (90,2%) passaram por testes de HIV. No resultado geral para todas as regiões, 18,4% dos resultados deram positivo. O número encontrado numa pesquisa similar feita em 2009 foi de 12,1%. De acordo com os dados, a taxa de novos casos de HIV/Aids entre jovens de 15 a 19 anos no Brasil mais do que triplicou entre 2006 e 2015: passando de 2,4 a 6,7 casos a cada 100 mil habitantes. Já entre 20 e 24 anos, a taxa dobrou de 15,9 para 33,1 casos a cada 100 mil habitantes. O estudo selecionou entre cinco e sete pessoas em cada cidade, chamadas de “semente”, para serem entrevistadas e testadas duas vezes em 2016. Cada indivíduo de cada grupo indicou, então, outras pessoas para participar e assim por diante.

São Paulo apresentou a maior taxa de infectados com HIV: 24,8%, seguido de Recife (21,5%), Curitiba (20,2%) e Belém (19,20%). O Rio de Janeiro vem em quinto lugar, com 15,3%, quase o mesmo índice Manaus (15,1%). A pesquisa relata que de 2010 a 2015 o Brasil passou a integrar os países da América Latina e Caribe onde a infecção do HIV entre adultos aumentou, segundo dados de 2016 da Unaids, a agência das Nações Unidas para o combate à Aids. O país responde por 41% do total de novos casos entre sete países: Argentina, Venezuela, Colômbia, Cuba, Guatemala, México e Peru.

O estudo traz uma série de razões por trás do aumento da incidência do HIV no país. Um deles é o esvaziamento de campanhas de prevenção destinadas ao público gay. No setor privado, a pesquisa menciona a perda de financiamento de organizações não governamentais, o que levou ao fechamento de várias delas. Já no âmbito público, o fortalecimento do apoio de grupos conservadores, com as chamadas bancadas da “bala, boi e Bíblia”, desmerece a inclusão da agenda em torno da sexualidade e gênero e reduz o apoio a políticas voltados para o universo gay.

Além disso, os pesquisadores citam mudanças no comportamento sexual, principalmente dos jovens. Entre elas, está o avanço de tecnologias que ampliou as formas de interação através de aplicativos, muitos deles voltados para relacionamentos.

Outro ponto levantado pela pesquisa é a emergência de um tipo de slogan que permeia o universo jovem: “Aids não me assusta mais.” Por trás dele está o cenário de avanço no tratamento da síndrome, propiciado pelo surgimento de antiretrovirais e iniciativas de prevenção, como a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição), que resultaram numa abordagem médica que trata a infecção do HIV como uma condição crônica ao longo da vida.

(O Globo)

Leia mais sobre homossexualismo aqui e aqui.

Nota: As avaliações do problema se limitam ao setor privado e ao âmbito público. Ninguém ousa tratar da questão no âmbito pessoal, porque correrá o risco de ser chamado de retrógrado e ser acusado de dizer que a biologia e a medicina são homofóbicas. Não se trata apenas da Aids. Todas as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) estão aumentando assustadoramente. Mais e mais meninas são infectadas com o vírus HPV e fala-se até em supergonorreia não tratável. A causa de tudo isso? Os grupos “conservadores” religiosos? O descuido no uso do preservativo? A falsa ideia de que DSTs não têm perigo? Não. A causa primária é a prática do sexo inseguro, e sexo inseguro é o casual, irresponsável, com múltiplos parceiros – resumindo, o sexo antes e fora do casamento. Mas quem terá coragem de falar sobre isso? E quem dará ouvidos aos que falam sobre isso? As pessoas não querem que ninguém se intrometa em seus hábitos sexuais. Não querem abrir mão da liberdade conquistada a um preço altíssimo – o que os números insistem em mostrar. Quem vai admitir que os filmes, as séries, as novelas têm estimulado grandemente esse estilo de vida licencioso e perigoso? Dizer isso é se colocar automaticamente na categoria “fundamentalista”. E ninguém quer ser isso. Se todas as pessoas se mantivessem castas antes do casamento e só praticassem sexo depois do e unicamente no casamento, ninguém teria medo do espectro das DSTs, além do bônus de não se ter que enfrentar “fantasmas” emocionais de lembranças negativas, indesejáveis. Sabia que também aumentou assustadoramente o câncer de boca e garganta? Motivo: sexo oral com pessoas portadoras do vírus HPV (e 25% dos jovens sexualmente ativos têm HPV). O problema não é o sexo. O problema não são os vírus de transmissão sexual. O problema não é a biologia. O problema é o que estão fazendo com o sexo – o prazer pelo prazer; a libertinagem; a irresponsabilidade; o sexo que não é sexo (o risco de transmissão do vírus HIV durante o “sexo” anal é quase 20% maior do que no sexo vaginal; confira aqui); a desconsideração para com as recomendações do Criador do sexo. Enquanto isso estiver acontecendo, teremos que lidar com os números crescentes e as vidas decadentes. [MB]

Histórias do Impacto (2): servidores da CPB visitam ribeirinhos em Manaus

cpb4No dia 26 de maio, dia do Impacto Esperança 2018, um grupo de servidores da Casa Publicadora Brasileira (editora que imprimiu os mais de 16 milhões de livros O Poder da Esperança) esteve envolvido com a distribuição dos livros na comunidade Igarapé dos Reis, próximo a Manaus, AM. São famílias mais conhecidas como “ribeirinhas”, que residem e congregam em casas suspensas por palafitas às margens do Rio Amazonas. Foi uma experiência altamente marcante para o grupo; vimos pessoas sedentas por conhecer mais a Palavra de Deus.

Por causa das cheias que têm sido muito grandes, a madeira da igreja e da sala das crianças não está mais aguentando o peso da estrutura e está se despedaçando, com risco de desabamento. Por conta disso, teve início um projeto para a construção de uma igreja mais resistente, de alvenaria, para que a água não a destrua com as cheias. Só que os recursos acabaram. O grupo da CPB se sentiu motivado a ajudar de forma pessoal na construção dessa igreja, realizando uma minicampanha. Se você tiver condições de se unir a eles para ajudar, não importa com qual valor, toda ajuda será bem-vinda. Os valores serão repassados ao pastor Isaías (distrital de Igarapé) e a campanha será concluída no dia 31 de julho. Para mais informações, escreva para o Filipe Lima: filipedlima@gmail.com

“Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo” (Colossenses 3:23, 24).

(Filipe Lima é supervisor da filial da CPB em Hortolândia, SP)

 

Alunos de escola adventista pedem para os pais saírem do celular

escolaPare e tente refletir: quanto tempo você gasta diariamente no celular? Sim, as pessoas estão cada vez mais conectadas virtualmente, o que faz com que nem sempre elas estejam presentes nos momentos que fazem parte da vida real. O Colégio Adventista da Tijuca, do Rio de Janeiro, organizou uma apresentação de Dia das Mães para abordar essa temática. Cantando uma música, os alunos deram o recado e pediram aos pais para ficarem mais tempo com eles. “Fato é que a vida e o tempo não irão se repetir… E agora o que faremos? O que iremos decidir? Desliga, desconecta e sem pressa vem, vem aproveitar o pôr do sol comigo! Aqui, bem agora, nessa hora vou compartilhar o melhor arquivo. O tempo com você”, diz a canção escrita por Daniel Salles. O vídeo do espetáculo foi compartilhado no Facebook da escola no dia 16 de maio e, desde então, o conteúdo viralizou nas redes sociais.

Tanto que a publicação foi compartilhada mais de 1,6 mil vezes e recebeu quase 50 mil visualizações. Nos comentários, muitas pessoas aproveitaram para elogiar a atitude do colégio. “Parabéns! Linda mensagem”, escreveu uma mulher. “Sem palavras! Letra fantástica! Parabéns ao compositor e a quem trabalhou com as crianças na letra e na coreografia”, comentou outro usuário.

(Revista Bebê)

O significado da capa do livro O Poder da Esperança

O Poder da Esperança capa (1)Em minha opinião, meu amigo designer Eduardo Olszewski, que além de funcionário da Casa Publicadora Brasileira é líder em uma das igrejas adventistas aqui em Tatuí, foi muito feliz na criação da capa do livro missionário 2018, O Poder da Esperança. A capa não “entrega o jogo” logo de cara, não parecendo se tratar de um livro com conteúdo religioso, e talvez por isso (também) o livro esteja tendo ótima aceitação por parte das pessoas que o recebem. A imagem da capa é escura e apresenta uma moça em um corredor escuro, exatamente como se sentem muitas pessoas que enfrentam doenças como a depressão, por exemplo. Além disso, chove sobre ela, o que aumenta a sensação de desamparo, de viver em um mundo frio e escuro – que na verdade é exatamente a condição deste mundo de pecado. Mas a moça tem um guarda-chuva, que nesse caso simboliza a proteção divina. A chuva do desespero, da ansiedade, da depressão, da tristeza pode cair sobre ela; o guarda-chuva a mantém seca, protegida. E como o livro fala de esperança e a esperança tem que ver com a certeza de que dias melhores virão, sob os pés da moça, no reflexo na poça d’água, o cenário é bem diferente (se tiver o livro aí, vire-o de ponta-cabeça). Ali não chove, mas faz sol. Ali ela não precisa do guarda-chuva e tem os braços erguidos em gratidão a Deus pela vida, pela salvação, pela mudança operada por Jesus, o “Sol da Justiça”. Além disso, apesar das cores escuras e frias da capa, a cor do vestido dela e a cor da palavra “esperança” são quentes, o que também sinaliza a “luz no fim do túnel”.

Resumindo: pensamos em cada detalhe da capa para explicitamente representar o poder da esperança em um mundo que conspira contra toda esperança. Esperamos que você tenha gostado do resultado!

Quem já leu o livro deve ter percebido que a capa, de fato, expressa perfeitamente seu conteúdo. Para o mal da ansiedade, o livro apresenta, além de conceitos psicológicos e ferramentas científicas, a verdade da volta de Jesus. Para o problema da depressão, o livro esclarece o que é a morte e fala do perdão dos pecados passados e da superação da culpa. Para o drama do estresse, o livro traz o mandamento do sábado, o memorial da criação, o dia de adoração ao Criador. E por aí vai o texto, que mescla conselhos advindos da ciência médica e psicológica com verdades essenciais da Palavra de Deus. Quem realmente leu entendeu.

A propósito, sinta-se convidado a conhecer o site do livro O Poder da Esperança e a lê-lo, se ainda não fez isso. Clique aqui: www.opoderdaesperanca.com.br

Michelson Borges

Histórias do Impacto (1): no portão de casa e na Cracolândia

9205820f-be98-4e42-9845-008eb78f9921Entre as muitas mensagens que tenho recebido relacionadas com a leitura do livro missionário O Poder da Esperança, duas recentes me deixaram especialmente feliz:

“Olá, me chamo Maurício Eduardo, sou estudante de História e já sou formado pela UTFPR em outro curso. Sou cristão e membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus. Sempre acompanho seus vídeos no YouTube e sou um dos muitos inscritos em seu canal, além de um fiel leitor de seu site. Estava chegando em casa no sábado e me deparei com um livro no portão. O livro continha uma foto sua (que reconheci de longe), e com isso logo deduzi que você era um dos autores de O Poder da Esperança. Eu amo livros e com muito carinho guardarei esse maravilhoso presente em minha estante, e as suas palavras em minha mente e no meu coração. Muito obrigado a todos os responsáveis pela elaboração do livro e aos que levaram o material até minha casa. Estou muito feliz e contente por tê-lo recebido. Um grande abraço e que Deus abençoe sempre o trabalho de vocês!” (Mauricio Eduardo)

cracolandia“Gostaria de contar uma experiência envolvendo seu livro. Meu filho é dependente químico e estava na Cracolândia, sumido desde terça-feira. No sábado da distribuição de O Poder da Esperança, eu estava em lágrimas na igreja vendo dois netos receberem o lenço dos Desbravadores e orando por meu filho sumido. Fomos após a cerimônia distribuir os livros. À noite meu filho ligou pedindo para voltar para casa. Que bênção recebida tão imediatamente! Hoje, ao ver o livro em casa, ele contou que voltou para casa pois na Cracolândia alguém recebeu o livro e começou a ler para eles, e abriu bem na página que trata dos vícios. Hoje, quando ele pegou o livro para me contar a experiência, ele se abriu de novo na mesma página. Estamos em êxtase por ver como Deus nos enviou a mensagem através desse impresso. Deus seja louvado! Ouvi seu testemunho de como foi para escrever esse livro. Você e ele são um presente de Deus para nós.” (Vânia Alvarenga de Melo)

Repúdio a Marx?

marxNem tanto! Eu não diria repúdio ao escritor prussiano, mas ao culto idolátrico às suas ideias, essas que permeiam a mentalidade brasileira e sua intelectualidade há décadas, ora explicitamente por meio dos radicais revolucionários, ora através de novos significados de modo que eles não digam o que Marx dizia, mas surgem revigorados pelas adaptações convenientes do momento. O questionamento de Marx a respeito da situação dos trabalhadores, em plena evolução da Revolução Industrial com o surgimento de novas fontes de energia, foi válido e pertinente, porém o trabalho dele não se resume apenas a isso, uma vez que ele usa a questão do trabalho – e a dependência humana dele para a sobrevivência – para expandir os horizontes do pensamento.

Num país de maioria cristã e conservadora, por que será que figuras como Marx são homenageadas, em lugar de, por exemplo, relembrar os ensinamentos de Cristo levados adiante pelos apóstolos? Por que lembrar de um homem revolucionário que também fez reflexões a respeito da religião, a ponto de considerá-la “ópio do povo”, ao invés de exaltar a religião? (Entenda-se religião como “re-ligare” ou reconectar a criatura ao Criador.)

O pensamento marxista, a princípio materialista dialético, tomou outras proporções ao ser direcionado ao campo cultural (vide a primeira parte do primeiro parágrafo) no século 20, e parece que a cristandade não acompanhou esse processo histórico e se esqueceu também do que o apóstolo Paulo escreveu em Efésios 6:12: “A nossa luta não é contra o sangue e a carne e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.”

A luta no mundo físico pode ser difícil e uma derrota, porém, se fica somente no campo físico, a virtudes espirituais não são derrotadas e permanecem com aqueles que sobrevivem. Já a luta no campo espiritual é complicada, pois se a pessoa não está preparada para os ataques invisíveis, ela é derrotada e devastada ainda em vida; vida essa que fica à mercê da guerra espiritual e de seus males, sem o agente principal, o indivíduo, ter condições de tomar a dianteira na batalha e vencer.

No mesmo capítulo do livro de Efésios, além do alerta contra quem estamos lutando, há a receita para se preparar para essa luta espiritual, e vencer. Nos versos 11 e 13-17 é dito o seguinte: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dados inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.”

Como foram levantadas questões acerca das homenagens a Marx prestadas em nosso país em sua maioria cristão conservador, vem à mente outra pergunta: A quem realmente se deveria homenagear? A resposta está no capítulo 53 de Isaías.

(Thiago F. da Silva é professor de Geografia)