Igreja de 30 anos é fechada pelo governo em Cuba

Autoridades ameaçaram despejar o pastor e os membros

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Pastores de uma igreja cristã receberam um aviso da polícia dizendo que precisam deixar a propriedade em La Palma, Noroeste de Cuba. O local abrigava a casa pastoral e o templo há mais de 30 anos. A polícia ameaçou despejá-los caso não saiam voluntariamente do terreno no período exigido. As autoridades alegam que os cristãos ocuparam a propriedade de maneira irregular e que precisam do espaço para construir casas para mulheres que são mães solteiras com mais de três filhos. A igreja, pastor e membros estão abalados, sem saber para onde ir ou o que fazer.  

A decisão repentina e arbitrária tomada pelo governo, sem diálogo, aviso prévio ou outras propostas de solução que atendessem todas as partes preocupa a comunidade cristã. Há seis meses, o pastor Lorenzo Rosales Fajardo enfrentou um desafio semelhante ao ser condenado por participar de protestos pacíficos. 

A ação demonstra a tensão com a igreja em Cuba. O próprio Irmão André, fundador da Portas Abertas, tentou um diálogo com as autoridades cubanas, sem sucesso. Cristãos e pastores em Cuba precisam das orações da igreja brasileira. 

O país ocupa a 37ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2022, que classifica os 50 países onde os cristãos são mais perseguidos. Desde 1959, Cuba é governada pelo Partido Comunista, que busca controlar a igreja de acordo com a ideologia comunista. O governo reage duramente contra vozes opositoras e manifestantes, então, quando líderes de igrejas ou ativistas cristãos criticam o regime, enfrentam prisão, fechamento de igrejas ou negócios e assédio do governo e de seus simpatizantes. 

O registro para novas igrejas com frequência é negado, já que as autoridades querem controlar e limitar a influência da igreja – forçando muitas igrejas a operarem ilegalmente. Isso leva à imposição de penalidades, como a recusa completa para emissão das licenças, multas pesadas, confisco de propriedades ou até mesmo demolição ou fechamento de igrejas, incluindo igrejas domésticas. O governo controla todas as mídias e restringe o acesso ao mundo exterior, então é muito difícil para os cristãos se comunicarem no país. 

“Nós nos encontramos na garagem da minha casa e em casas em bairros diferentes, porque até hoje não temos um prédio, nem mesmo a possibilidade de registrar legalmente nossa igreja”, diz o pastor Luiz, cristão perseguido em Cuba.

A Portas Abertas, por meio da ajuda de cristãos e igrejas livres de perseguição, fortalece a Igreja Perseguida em Cuba com distribuição de Bíblias, projetos de subsistência, treinamento bíblico, projetos de desenvolvimento de liderança e socioeconômico para aumentar a autossuficiência da igreja.  

Para participar deste e outros projetos da Portas Abertas, acesse o site.

Pedidos de oração

Ore pelas autoridades para que tenham sabedoria nas decisões e contemplem as necessidades de todos os envolvidos.  

Interceda pelos pastores e líderes, para que procurem manter a paz e saibam orientar as ovelhas neste momento de tensão. 

Peça ao Senhor que console e anime o coração dos cristãos pressionados em Cuba. Que eles sejam instrumentos de amor e graça divinos onde estão

(Ministério Portas Abertas)

Ellen White e a “opção preferencial pelos pobres”

“Ultimamente um grande interesse tem surgido em favor dos pobres e excluídos. Esta é em si uma boa obra. O Senhor tem uma obra a ser feita pelos mais pobres, e nada há a objetar visto que é dever de alguns trabalhar entre eles e procurar aliviar e salvar os que estão perecendo.”

“Nem todos são chamados a iniciar seu trabalho servindo às classes mais baixas. Deus não requer que Seus obreiros obtenham sua educação e treino para se devotarem exclusivamente a essas classes. O convite do evangelho deve ser levado aos ricos e aos pobres, aos elevados e aos humildes, e precisamos descobrir meios de levar a verdade a novos lugares e a todas as classes de pessoas.”

“Cristo pregou o evangelho aos pobres, mas não confiou Sua obra a essa classe. Ele trabalhou por todos quantos Lhe ouviam as palavras. Buscava não somente o publicano e o rejeitado, mas também o rico e o culto fariseu, o nobre judeu e a autoridade romana.”

“Não devemos esforçar cada tendão e nervo espiritual para trabalhar pelas classes mais baixas e fazer disso o todo e o tudo.”

“A obra pelos pobres não tem limite (visto que durará até o fim deste mundo de pecado), Ela nunca pode ser concluída e precisa ser tratada como parte de um grande todo. Dediquem-se as igrejas a obra que lhes é indicada de apresentar verdades dos oráculos de Deus.”

Textos extraídos da obra Ministério do Amor, de Ellen White, páginas 253, 254 e 255.

Perceba que não existe no pensamento de Ellen White uma tensão entre a pregação do evangelho e o auxílio aos mais pobres. Esta última faz parte de um processo naturalmente cristão de trabalhar no sentido de aliviar o fardo dos menos favorecidos, mas nunca os privilegiando como objetos centrais da missão da igreja. Os que ideologicamente centralizam seus esforços em tal direção, invariavelmente tornam-se críticos vorazes e hostis à igreja, incapacitando a si mesmos de proclamar com intrepidez o evangelho eterno e as três mensagens angélicas (Matheus Amaral).

Ex-jogador grego é condenado por dizer que “Deus criou Adão e Eva” e Cássia Kis é alvo de ação na Justiça por homofobia

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Um dos jogadores de futebol mais lendários de seu tempo foi sentenciado à prisão e multado por postar mensagens que revelam sua crença em Deus, mas que foram consideradas “transfóbicas” nas redes sociais. “Deus criou Adão e Eva”, escreveu o atleta aposentado, em seu Facebook, na segunda-feira (7). Vassilis Tsiartas, de 49 anos, também foi criticado ao se opor a uma lei de 2017 – que reduziu para 15 anos a idade mínima legal para a troca de sexo. O projeto de lei foi aprovado, removendo a exigência médica para o tratamento de transição de gênero: “Espero que as primeiras mudanças dessa lei atinjam os filhos daqueles que votaram nessa abominação.”

No momento, a pena de prisão está suspensa, o que significa que o atleta não ficará atrás das grades, a menos que cometa outra violação dentro de um determinado período de tempo condicional.

Vassilis, que já jogou pela seleção nacional de futebol da Grécia, tornou-se alvo da ação legal através de Marina Galanos, uma ativista trans grega. Na época, ela assumia a presidência da Associação de Apoio a Transgêneros e Intersexuais. Galanos faleceu em 2021 enquanto o processo ainda estava em andamento. No entanto, Vassilis não é o único a protestar contra as imposições LGBT em seu país. Kyriakos Mitsotakis, político e líder do Partido Nova Democracia, de centro-direita, também foi às mídias sociais para postar sobre o assunto.

No Facebook, o atual primeiro-ministro da Grécia escreveu: “É inconcebível proibir que jovens de 15 anos consumam álcool e, ao mesmo tempo, permitir que eles tomem uma decisão tão importante”, disse ao se referir à transição de gênero. 

A Igreja Ortodoxa Grega também se opôs à legislação e pediu sua retirada. Originalmente em grego, a Igreja publicou uma declaração dizendo que o projeto “desafia os costumes e o bom senso e, acima de tudo, destrói as pessoas.”

Ao ser apontado como transfóbico, Vassilis explicou que sua objeção está baseada em sua fé. O ex-jogador criticou o extremismo da ideologia de gênero e a redefinição do casamento. “Qualquer um pode ter suas preferências e eu respeito isso completamente. Porém, para mim, um casal é um homem e uma mulher, os outros estão apenas juntos. Não tenho que aceitar todos os ‘casamentos’ e desfiles ou qualquer outra coisa que eles chamem de normal”, escreveu também. Além disso, o jogador disse que não tem tempo para aqueles que afirmam que as ideias conservadoras são racistas. 

“A dignidade humana vem de um poder superior à humanidade. Deus criou Adão e Eva. O restante [das identidades de gênero] foi fabricado para consumo”, resumiu.

Por usar sua liberdade de expressão, Vassilis recebeu uma pena de prisão de 10 meses e uma multa no valor de 5 mil euros [equivalente a 27.500 reais], por parte do Tribunal de Contravenções de Atenas. A Transgender Support Association, que abriu o processo contra o ex-jogador, chamou a punição de suas visões bíblicas de “particularmente importante para a comunidade transgênero”. Ele planeja recorrer da decisão.

Essa é a segunda vez que um tribunal europeu decide que os valores bíblicos violam os direitos humanos de indivíduos transgêneros.

A condenação de Vassilis por suas declarações é a primeira sob a lei “anti-racista” grega 927/1979 por “incitação pública à violência ou ódio devido à identidade de gênero”. 

A lei 927/1979, embora nomeada para discriminação racial, foi alterada em 2014 para cobrir um amplo espectro de características protegidas, incluindo raça, cor, religião, origem étnica, orientação sexual, identidade de gênero e deficiência, conforme o Reduxx News.

Em 2019, um tribunal britânico decidiu que “a falta de crença no transgenerismo”, nos julgamentos, conflitam com os direitos fundamentais e passou a discordar do uso de Gênesis 1:27 como a pedra angular dos direitos humanos. No começo deste ano, o médico inglês David Mackereth criticou a imposição do uso de pronomes transgêneros e disse que o movimento LGBT tem se assemelhado ao nazismo. 

O profissional, que é um cristão batista, foi demitido de seu emprego por se negar a trocar os pronomes durante uma consulta: “Me recuso a chamar qualquer homem barbudo, de 1,80 m de altura de senhora.”

Segundo Mackereth, o caso dele afeta a todos e não apenas os cristãos que creem na Bíblia. “Afeta qualquer um que esteja preocupado com o discurso forçado e a ideologia transgênero sendo imposta aos sistemas de saúde e outros serviços públicos”, enfatizou. “Como cristãos, não estamos tentando ser indelicados com as pessoas, de forma alguma. Fomos chamados a amar todas as pessoas com amor cristão, mas não podemos amar as pessoas de verdade quando vivemos e disseminamos uma mentira”, concluiu. (Guiame)

A atriz Cássia Kis, parte do elenco de “Travessia”, virou alvo de uma ação na Justiça e de uma notícia-crime na Polícia Civil do Rio após ter dado declarações homofóbicas em uma entrevista à jornalista Leda Nagle, conforme foi noticiado pelo blog do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo. Segundo informou o jornalista, dois grupos que representam a comunidade LGBT+ manifestaram repúdio à fala homofóbica da atriz Cássia Kis durante a entrevista, em que falou que casais homoafetivos “não dão filho”, e que eles pretendem “destruir a família” e “destruir a vida humana”.

O Aliança Nacional LGBT+ anunciou que pretende adotar medidas judiciais contra Cássia após os comentários. Já o Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, liderado por Claudio Nascimento, acionou o TJ do Rio ao apresentar uma Ação Civil Pública contra Cássia pelo crime de homofobia. Na petição, conforme publicou o blog de Ancelmo Gois, o Arco-Íris cita que as falas da atriz “claramente carregam teor discriminatório e preconceituoso aos casais homoafetivos e à comunidade LGBTQIA+ ao questionar a validade da sua existência”. O movimento pede reparação coletiva pelos ataques feitos por Cássia da ordem de R$ 250 mil “para fins de promoção de políticas e programas direcionados ao enfrentamento da discriminação e LGBTfobia no contexto artístico”. Há também o pedido por retratação pública.

O Arco-Íris também entregou à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância do Rio uma notícia-crime relatando os mesmos fatos. O pedido é para que seja apurada a ocorrência de crime por parte de Cássia, com a possível abertura de ação penal. O advogado Carlos Nicodemos representa o grupo.

No fim de outubro, semana em que foi publicada a entrevista de Cássia para Leda Nagle, Márcia Verçosa de Sá, filha de Daniela Mercury e Malu Verçosa, acionou o Ministério Público do Rio sobre as falas de Cássia Kisss, acusando-as de LGBTfóbicas. (Extra)

Veja também: “Greek Soccer Icon Posts ‘God Created Adam and Eve,’ Gets Sentenced to Prison 5 Years Later”, “Greek Football Legend Tsiartas Sentenced for Transphobic Comments” e “Greek Football Legend Tsiartas Sentenced for Transphobic Comments”

Perguntas interativas da Lição: A vitória de Cristo sobre a morte

Mesmo após ter dito na cruz: “Está consumado” (Jo 19:30), e ter morrido em nosso lugar, Se Jesus não tivesse ressuscitado, nossa fé seria em vão e ainda permaneceríamos em nossos pecados (1Co 15:17). Pior ainda, diz Paulo: se Jesus não tivesse ressuscitado, todos os que morreram confiando Nele estariam perdidos (15:18). Graças a Deus, Cristo não só morreu em nosso lugar, mas também “ressuscitou dentre os mortos, sendo Ele as primícias dos que dormem” (1Co 15:20). Por isso Ele pode estar à direita do Pai hoje, intercedendo por todos nós. Isso mostra que, além de Sua morte, a ressurreição de Jesus é fundamental para a nossa salvação.

Perguntas para reflexão e discussão em grupo:

Leia 1 Coríntios 15:17, 18. Por que a morte de Cristo sem Sua ressurreição teria sido um grande fracasso de Deus? Se Cristo não tivesse ressuscitado, em que sentido “os que adormeceram em Cristo estariam perdidos”?

Leia Mateus 27:51-53. Algumas pessoas ressuscitaram no momento em que Jesus morreu. Qual é o significado desse evento surpreendente? (R.: Essas pessoas que ressuscitaram na ocasião da morte de Jesus são as primícias mencionadas em 1 Coríntios 15:20, um “protótipo” de todos os que serão ressuscitados por Ele em Sua vinda.)

Por que a crença na ressurreição e a crença na imortalidade da alma são duas coisas incompatíveis? Como uma dessas crenças anula a necessidade da outra? (R.: Se tivéssemos uma alma que sobrevive à morte do corpo e que fosse direto para o Céu não haveria a necessidade de ressurreição.)

Na lição de segunda-feira, encontramos a seguinte afirmação: “Embora a humanidade de Cristo tenha morrido, Sua divindade não morreu.” Como podemos explicar esse pensamento sem cair no conceito errôneo de que haja consciência durante a morte? (veja João 10:17, 18; 11:25 e Romanos 8:11)

De que forma os planos feitos pelos judeus e romanos para manter Jesus no túmulo só tornaram ainda mais evidente Sua vitória sobre a morte e sobre as hostes do mal?

Leia Mateus 28:11, 12. O que o testemunho original dos guardas e a “grande soma de dinheiro” que receberam nos dizem sobre a veracidade da ressurreição de Jesus?

A primeira epístola aos Coríntios foi escrita quase 30 anos após a morte e ressurreição de Jesus. No versículo 15:6, Paulo afirma que, durante os 40 dias em que Jesus apareceu após a ressurreição, em uma das ocasiões Ele foi visto por mais de 500 irmãos, e que a maioria deles ainda estava viva. Por que essa declaração é tão importante? (R.: Paulo jamais teria declarado isso se esse evento não tivesse acontecido de verdade e se não houvesse pessoas reais para testemunhar sobre o ocorrido.)

Apesar de todas as promessas bíblicas e de todas as explicações dadas por Jesus, por que os discípulos ficaram tão surpresos quando O viram ressuscitado? Por que Tomé duvidou tanto até que pudesse vê-Lo e tocá-Lo? Como podemos evitar esse tipo de atitude em relação às promessas de Deus?

Jesus carregará para sempre as marcas da cruz. Em outras palavras, só Jesus terá cicatrizes no Céu. Que lições isso nos ensina sobre o amor de Deus e o custo de nossa salvação?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Perguntas interativas da Lição: Ele morreu por nós

A morte de Jesus é central no plano da salvação. É o único meio de sermos perdoados e salvos do pecado. A lição da Escola Sabatina desta semana nos faz refletir sobre esse sacrifício e o seu significado para a promessa da vida eterna.

Perguntas para reflexão e discussão em grupo:

Considere atentamente estes quatro pensamentos bíblicos e responda: Qual é o seu significado? Como se harmonizam entre si?

1. A graça de Deus “nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos eternos” (2Tm 1:9).

2. Deus prometeu que nos daria vida eterna “antes dos tempos eternos” (Tt 1:2).

3. O precioso sangue de Cristo “foi conhecido antes da fundação do mundo” (1Pe 1:20).

4. Cristo foi morto “desde a fundação do mundo” (Ap 13:8).

Leia João 14:6 e Atos 4:12. Por que a morte de Jesus é central no plano da salvação? (R.: É uma morte substitutiva. Ele pagou o preço do nosso pecado. Não há outro modo de sermos salvos – Is 53:4-6; 1Co 15:3; etc.)

Leia João 3:16, 17. Que esperança temos com essas palavras?

Por que a tentativa de alguém se salvar por suas próprias obras é tão ofensiva para Deus? (ver Is 64:6; Gl 3:11; Ef 2:8, 9)

Leia João 19:30. Imediatamente antes de morrer, o que Jesus quis dizer com a declaração “está consumado”?

Leia Mateus 16:21, 22. Por que os discípulos rejeitavam a ideia de que Jesus iria morrer? O que isso nos diz sobre o perigo dos pensamentos teológicos equivocados? Que tipos de conceitos teológicos equivocados atuais podem enganar as pessoas e cegá-las para as realidades do ministério de Jesus?

Em que sentido a Palavra de Deus é loucura para os que se perdem (1Co 1:18)? Por outro lado, que tipos de pensamento da “sabedoria humana” são “loucura aos olhos de Deus” (1Co 3:19)? Nesse sentido, de que forma a Bíblia pode nos tornar “sábios para a salvação” (2Tm 3:15)?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Nova PEC coloca o Brasil a caminho do “domingo climático”?

Texto também determina que o poder público deve adotar ações para combater as mudanças climáticas.

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira 18, por 26 votos a 10, a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37/21, que inclui entre os direitos e garantias fundamentais, ao lado do direito à vida, à liberdade e à igualdade, o direito à segurança climática. A proposta será agora analisada por uma comissão especial. Na prática, o texto obriga o Estado brasileiro a adotar medidas para que brasileiros e estrangeiros residentes no País não sejam impactados por alterações no clima, como o aumento da temperatura atmosférica, alterações no ciclo das chuvas, elevação do nível do mar, secas prolongadas, entre outros.

A PEC também altera a Constituição Federal para definir a segurança climática como princípio da ordem econômica, que já é norteada pela soberania nacional, pela livre concorrência e pela redução de desigualdades regionais, entre outros princípios.

“Não existe mais incerteza científica sobre as mudanças climáticas. O último relatório do painel intergovernamental de mudanças climáticas foi muito claro: nós estamos com 400 partes por milhão de gás carbônico na nossa atmosfera, fruto de ações antrópicas [do homem]”, disse o autor da PEC, deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP). “Não teremos agricultura no Brasil se a nossa questão climática não for levada a sério, assim como não teremos água nas cidades brasileiras. Se a questão climática não for levada a sério, nosso maior patrimônio, que é a nossa biodiversidade, também irá se perder”, acrescentou.

Relatora da PEC, a deputada Joenia Wapichana (Rede-RR) apresentou parecer pela admissibilidade da proposta. “No Sexto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), fica evidente que as mudanças induzidas pelo ser humano estão causando perturbações perigosas e generalizadas na natureza, afetando a vida de bilhões de pessoas em todo o mundo, apesar dos esforços que têm sido feitos para reduzir os danos ambientais”, diz a relatora no parecer apresentado à CCJ.

O que nós queremos é a responsabilidade do Estado brasileiro com ações concretas. Esse compromisso não se encerra hoje, mas é um começo, é um passo rumo ao avanço do povo brasileiro. O Brasil agora tem uma notícia positiva para levar para a COP 26, lá no Egito, no Cairo: o Estado brasileiro está preocupado sim com as mudanças climáticas e existe responsabilidades sim neste Parlamento”, defendeu a relatora durante a reunião.

A deputada Bia Kicis (PL-DF), a única que encaminhou contra a admissibilidade da PEC, defendeu políticas de apoio ao meio ambiente, mas se manifestou contra a inclusão da segurança climática como princípio constitucional. “Sem demagogia, o Brasil pode sozinho garantir a segurança climática, quando o próprio instituto que trata das questões relacionadas ao meio ambiente diz que a questão climática é, por si só, insegura, que ela é sujeita a várias questões e que é preciso uma tomada de ações globais em conjunto?”, indagou.

(Agência Câmara de Notícias)

Nota: Faz tempo que o papa Francisco e entidades mundiais e nacionais vêm defendendo a pauta climática e o descanso dominical (também chamado de “domingo climático”) como um dos meios de reduzir as emissões de carbono na atmosfera. Um “lockdown” semanal para ajudar as pessoas a desenvolver consciência climática. O assunto não é novo, nova é essa PEC que poderá alinhar ainda mais o Brasil com a agenda ECOmênica. Assim como você não pode atentar contra a vida de uma pessoa, também não poderá atentar contra a “segurança climática” dela. Um exemplo simples: se alguém quiser fazer um churrasco em casa, e o vizinho reclamar da fumaça produzida, medidas poderão ser tomadas, pois segurança climática estará no mesmo nível do direito à vida. E a aplicação da lei dependerá da criatividade de cada autoridade. Detalhe: não como carne há 30 anos e entendo que se a população reduzisse o consumo desse item estaria dando grande contribuição para evitar desmatamento (pastagens) e emissões de gases de efeito estufa (flatulência do gado). No entanto, defendo a liberdade de cada um escolher sua dieta e tomar suas decisões, com consciência e sem privação de liberdades individuais. [MB]

O que você precisa saber sobre política

Nunca estivemos tão divididos como agora, e polarização não é apenas a palavra que não quer sair de moda: é a nossa mais infeliz definição.

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Parece que política é a palavra do momento. Quem diria que, no país do futebol, chegaríamos a uma situação em que, em um ano de Copa do Mundo, poucos são os que sabem a escalação da seleção canarinho, enquanto a maioria conhece em detalhes as biografias dos 11 ministros da suprema corte… Pouco se discute sobre o pífio desempenho do Brasil na Rússia quatro anos atrás. Poucos conhecem Adenor Leonardo Bachi (Tite) por seu nome, e ninguém atribui a ele nossa eliminação precoce do torneio, aliás… alguém se lembra disso? Não há um nome à altura que o substitua, mas isso pouco importa, porque as atenções de dez em cada dez brasileiros estão mesmo voltadas para a escolha do dirigente máximo da nação: o presidente da república. Neymar & cia que esperem.

Analisando o cenário, Marcos De Benedicto nos traz, com a maestria de quem faz com a palavra escrita algo semelhante às melhores jogadas de um Zico, um livro que, embora não tenha sido aguardado como um álbum da Copa, chega num momento crucial, como se fosse a figurinha do nosso camisa 10. Como todos sabemos, nunca estivemos tão divididos como agora, e polarização não é apenas a palavra que não quer sair de moda: é a nossa mais infeliz definição.

Testemunhamos algo singular, pois vivemos um momento em que amizades são interrompidas como um jogo que se perde por WO; parentes fazem marcação individual cerrada nas redes sociais de forma implacável, com entradas duras, dignas de zagueiros de várzea; pais e filhos trocam farpas e até cônjuges ultrapassam os limites de um cartão vermelho. Neste contexto surge um livro capaz de nos fazer parar e avaliar se esse realmente é o jogo da nossa vida.

E o autor inicia nos mostrando que a política, como a conhecemos, é mais antiga que sua origem oficial entre os gregos. A própria Bíblia, mesmo não tendo a política como objeto, nos mostra situações em que a política ocorre como parte natural da existência, e nos dá alguns princípios interessantes pelos quais temos elevada estima, como a separação entre Estado e Igreja, ou o conceito de liberdade de fé e consciência. Uma breve visão adventista quanto a política e a ética cristã (bíblica) também nos auxilia a ver a questão de forma absolutamente distinta e distante das paixões e do componente irracional que movem o debate atual.

Uma jogada de craque pelo meio campo leva o autor a fazer um verdadeiro gol de placa nos capítulos 4 e 5, onde trata de dois conceitos geniais: a teologia do poder e a política da religião. Aparentemente, nos soa contraditória a existência de uma teologia do poder, mas, além de genial, a ideia coloca os definitivos “pingos nos is” quanto ao que realmente importa em relação ao poder e à autoridade que o concede. E a política da religião, existe? Afirmo sem medo de errar que, se nossos líderes políticos lessem apenas esses dois capítulos, estariam no caminho certo para marcar o famoso gol que Pelé não fez.

Sem perder o ritmo e mantendo o esquema tático, Marcos De Benedicto trata de outros temas igualmente interessantes, porém, mais profundos, e que exigem um pouco mais de fôlego, preparo físico e intelectual, como a batalha dos impérios (ou seria a batalha dos aflitos?), em que nos mostra a origem histórica e sociológica da atual polarização, e uma aula sobre a filosofia da história. Sua conclusão nos dá uma ideia do que seria a política dos sonhos, mas… tenho aqui o desprazer de te despertar e te trazer para o real, este “agora” conflituoso que vivemos, com duas questões, uma delas bem mais mundana.

Para os meus amigos que preferem assistir a um jogo de segunda divisão, achando que tudo não passa de uma disputa entre o capitalismo e o socialismo (ou qualquer outro “ismo”), cito uma frase atribuída ao economista mais cínico que o mundo já conheceu, John Kenneth Galbraith: “No capitalismo, temos a exploração do homem pelo homem. Já no socialismo ocorre exatamente o inverso.

Já para os que preferem assistir a uma final da “UEFA Champions League”, uma questão mais elevada: O que devo fazer se o candidato que eu apoio perder a eleição? E se a partir de 2023 a minha vida não for exatamente aquela que eu gostaria que fosse?

Minha resposta é resultado do que aprendi nesse livro.

Já passamos dos noventa minutos do segundo tempo e entramos nos acréscimos. A torcida está de pé, o estádio balança e as estruturas físicas das arquibancadas parecem sentir o peso de todo o universo criado por Deus, que em suspense aguarda pelo apito final. Apesar de estar perdendo no placar, o adversário é desleal, e na impossibilidade de ganhar o jogo está partindo para a violência. Mas o Capitão do time vencedor permanece firme, orientando um, levantando outro que caiu, incentivando os que estão cansados e renovando as forças de todos. Ele está no gol, e com os braços abertos defende todos os ataques do adversário. A cada defesa se vê em Suas mãos as marcas da partida. A qualquer momento se ouvirá o apito final. Jogadores e torcedores estão com o coração na mão, segurando uma explosão de ansiedade

Mas, e a eleição presidencial? Pois é… Não sei o que você fará se o seu candidato for derrotado. Quanto a mim, uma certeza tenho: O GRANDE JOGO DA MINHA VIDA É OUTRO!

(Mateus Alexandre Castanho, departamento de Publicações da IASD Central de Brasília)

O Que Você Precisa Saber Sobre Política (Casa Publicadora Brasileira)

“De um lado, temos políticos apoiados por pastores vendilhões propagadores da nefasta teologia da prosperidade, que distorcem a Palavra de Deus e a usam para enriquecer e ampliar seu império terreno. De outro, temos políticos apoiados por teólogos progressistas que negam a inspiração de textos fundamentais da Bíblia e se apegam a ideologias que negam o cristianismo. Ao povo de Deus resta lembrar que o reino de Cristo não é deste mundo, que nossa esperança real vem de Cima e que as profecias caminham para o seu cumprimento.” Michelson Borges

Perguntas interativas da Lição: Ressurreições anteriores à cruz

É fascinante pensar no fato de que algumas pessoas experimentaram a ressurreição antes de Jesus. A Lição da Escola Sabatina desta semana nos faz refletir sobre alguns desses casos, tanto no Antigo Testamento quanto no ministério terrestre de Jesus. Em quase todos os casos, porém, os privilegiados voltaram a morrer em algum momento. Contudo, em uma exceção muito especial, Moisés foi ressuscitado e levado ao Céu como uma “amostra” de todos os que Jesus irá despertar da morte em um determinado dia. Esse dia é chamado de “o último dia” (Jo 6:39, 40, 44, 54; 11:24).

Perguntas para discussão em grupo:

A ressurreição de Moisés (Judas 1:9; Lucas 9:28-36)

Como essas duas passagens bíblicas sobre Moisés se explicam mutuamente?

Por que é totalmente infundada a ideia de que era a “alma” de Moisés que falava com Cristo no monte? (R.: A aparição de Moisés no monte só pode ser explicada se Moisés foi ressuscitado da morte. Esse quadro nos ajuda a entender por que houve uma disputa a respeito do corpo desse profeta: ele seria o primeiro a ser ressuscitado de toda a história da eternidade, mas Satanás não gostou nada dessa possibilidade e tentou impedir que isso acontecesse. Assim, a aparição de Moisés no monte nos ajuda a entender Quem venceu essa disputa.)

A ressurreição do filho da viúva de Sarepta (1Rs 17:17-24) e do filho da Sunamita (2Rs 4:32-37)

Em sua opinião, por que Deus ressuscitou esses dois meninos, sendo que eles cresceriam e voltariam a morrer? O que o fato de que eles morreram de novo nos ensina sobre a importância da ressurreição no fim dos tempos?

A ressurreição do filho da viúva de Naim (Lucas 7:11-17)

Por que Jesus disse à mãe do falecido para não chorar? Como essa mesma recomendação de Jesus pode ser aplicada às inúmeras mães e pais que perderam seus filhos? (veja 1Ts 4:13, 18)

A ressurreição da filha de Jairo (Marcos 5:38-43)

Jesus disse ao pai da menina morta: “Não tenha medo; apenas creia” (Mc 5:36). Como podemos aprender a continuar crendo mesmo em meio a situações de medo?

A ressurreição de Lázaro (João 11:1-45)

Que lições sobre ressurreição podemos aprender com o caso de Lázaro?

Em que pontos a ressurreição de Lázaro difere da que ocorrerá no último dia com todos os justos?

Como vemos em João 11:25, 26, Jesus perguntou à irmã do falecido se ela cria Nele como o motivo e o princípio da ressurreição. Por que Ele perguntou isso a ela? Como podemos demonstrar a Ele que nós também cremos assim?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Perguntas interativas da Lição: A esperança do Antigo Testamento

Apesar das poucas referências, é possível constatar a crença na ressurreição desde tempos remotos do Antigo Testamento. Para o povo de Israel, se Deus pôde trazer Adão e Eva a partir da inexistência, Ele é poderoso para despertar a todos os que já existiram e que “repousam” na inconsciência da morte. Abraão, o pai da fé, tinha certeza de que Deus poderia trazer Isaque de volta das cinzas (Hb 11:17,18). De modo semelhante, Jó declarou confiantemente: “Depois de consumida minha pele, em minha carne verei a Deus” (Jó 19:26). Foi nessa esperança que descansou Davi cerca de 5 séculos antes de Cristo, ao ouvir do anjo: “Você descansará e, ao fim dos dias, se levantará para receber a sua herança” (Dn. 12:13).

Perguntas para reflexão e discussão em grupo:

Leia Jó 19:25-27. Que palavras neste texto dão claras evidências de que Jó cria na ressurreição da carne? Em sua opinião, como ele aprendeu esse conceito?

Leia Gênesis 22:5. O que dava a Abraão tanta certeza de que ele voltaria do monte junto com Isaque, sendo que sua intenção era de realmente oferecê-lo em sacrifício? (Deus havia prometido a Abraão que ele teria uma grande descendência a partir de Isaque. Abraão tinha certeza de que Deus cumpriria essa Sua palavra, mesmo que tivesse que recriar Isaque a partir das cinzas)

Assim como Abraão creu, como podemos nós também crer em Deus de que Ele pode ressuscitar os mortos?

Leia Daniel 12:2. Por que faz muito mais sentido desfrutar da vida eterna com um corpo ressuscitado do que com uma suposta alma sem corpo?

Leia Salmos 49:15; 71:20. Note que estes textos não dizem respeito à ressurreição; são poemas tratando das dificuldades da vida. Apesar disso, como podem ser também uma referência à ressurreição física?

Compare os versos 14 e 19 de Isaías 26. Por que existe esse contraste entre os grupos dos dois textos? De nossa parte, o que podemos fazer para estar incluídos no grupo dos que ressuscitarão para a vida?

Em sua opinião, por que há apenas poucos textos no Antigo Testamento falando do dia da ressurreição?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Perguntas interativas da Lição: Entendendo a natureza humana

De modo contrário à crença popular – e de quase todas as religiões –, o ser humano não tem uma alma imortal que sobreviva à morte do corpo e que possa existir à parte dele. A palavra “alma”, na Bíblia, significa o próprio ser vivo. Quando Deus soprou nas narinas de Adão, este passou a ser (e não a ter) uma “alma vivente” (Gn 2:7). Esse conceito é muito claro nas línguas originais da Bíblia. Sansão, por exemplo, ao saber que morreria ao derrubar as colunas do templo pagão, exclamou: “Morra minha alma [nephesh] com os filisteus!” (Jz 16:30). A ideia de que teríamos uma alma naturalmente imortal fere princípios bíblicos fundamentais, como: Deus é o único que possui imortalidade (1Tm 6:17); o salário do pecado é a morte (Rm 6:23); a vida eterna é um dom concedido por Deus apenas para os que aceitam a salvação de Jesus (Jo 3:36; 1Jo 5:12).

Perguntas para reflexão e discussão em grupo:

Deus disse para Adão, caso ele escolhesse desobedecer: “Você certamente morrerá” (Gn 2:17). Por sua vez, Satanás disse: “É certo que vocês não morrerão” (3:4). Qual é o resultado de tentar harmonizar as palavras de Deus com as de Satanás? Por que as pessoas insistem em tentar fazer “harmonização” entre as Palavras de Deus e a desobediência?

Por que a mensagem adventista (bíblica) sobre o estado dos mortos é tão crucial? Qual é o problema em acreditar na imortalidade natural da alma? (R.: A pessoa que crê assim pode desenvolver uma visão errada do caráter de Deus e acabar tendo medo Dele, rancor, ódio ou descrença total em um ser que torturaria pessoas pela eternidade. Algumas pessoas fracas chegam à insanidade mental ao antecipar um inferno eterno. Além disso, essa crença torna as pessoas mais propensas a cair em enganos espiritualistas)

A Bíblia ensina que “a alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18:4,20). Por que até mesmo entre a grande maioria dos cristãos encontramos forte oposição a esse ensino?

Muitos usam Mateus 10:28 como uma suposta “prova” de que a alma não morre. Mas esse verso ensina exatamente o contrário disso. Qual é o significado das palavras de Jesus nesse versículo? (R.: Jesus ensina aqui que uma pessoa martirizada por causa do Evangelho não perde sua alma [do grego psiquê, “vida”], pois essa pessoa será ressuscitada no último dia. Entretanto, a pessoa condenada no juízo final terá tanto o corpo quanto a alma [psiquê, “vida”] destruídos.)

Leia Eclesiastes 3:19-21. O que aprendemos com essa grande semelhança entre a morte de humanos e de animais? Como a promessa da ressurreição modifica essa semelhança?

“E o pó volte à terra, como era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (Ec 12:7). Como sabemos que esse versículo não se refere a almas desencarnadas saindo de seus respectivos corpos e “voltando” para Deus? (R.: A palavra hebraica traduzida como “espírito” [ruach] é a mesma para “vento”, “ar”, “sopro”, “fôlego”. A ideia aqui é que o fôlego de vida “volta” a pertencer somente a Deus, que é a origem, a fonte e o dono da vida. Se esse versículo estivesse dizendo que as “almas desencarnadas” voltam para Deus, estaria afirmando que todos, bons e maus, “voltam para Deus” quando morrem, o que é um absurdo!)

Leia alguns desses textos sobre a inconsciência durante a morte: Salmos 6:5; 115:17; 146:4; Eclesiastes 9:5, 6, 10; Isaías 38:18, 19. Como a compreensão correta sobre o estado dos mortos nos protege contra enganos?

Como seria se os mortos estivessem conscientes dos problemas da Terra?

Leia estas afirmações enfáticas de Jesus: João 6:39, 40, 44, 54; 11:25, 26. Como podemos manifestar gratidão a Deus por conhecermos a verdade a respeito do estado da morte e da ressurreição futura?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)