Terra plana: nota de esclarecimento da SCB

terraA Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) tem sido citada por pessoas descompromissadas com a busca imparcial da verdade como uma das entidades que estariam defendendo a tese de que o planeta Terra, ao contrário de ter um formato esférico, teria forma plana. Nada mais falso. Essa inverdade certamente vem sendo divulgada com intenções indesculpáveis de denegrir a posição séria e apoiada em evidências com sólido embasamento científico que a SCB tem defendido no decorrer de seus 45 anos de atividades de divulgação das teses criacionistas em oposição às evolucionistas, no contexto da controvérsia entre as duas estruturas conceituais que partem de diferentes pressupostos para a interpretação da natureza na qual estamos inseridos.

Bastaria citar, a respeito da questão da “Terra plana”, o fato de que, ainda no século passado, foi a SCB que se encarregou das medidas iniciais para a publicação do livro Inventando a Terra Plana, de autoria de Jefrey Burton Russel, preparando a tradução para o Português e conseguindo a publicação pela Editora da Universidade de Santo Amaro, sediada na capital paulista. Esse livro resgata a história do surgimento e da propagação do erro sobre a forma geométrica da Terra, esclarecendo a verdadeira causa desse processo: denegrir o Cristianismo e a Bíblia e afirmar que a ignorância e o obscurantismo medievais teriam sido responsáveis pelo modelo de uma Terra plana.

Mais recentemente, em 2016, a SCB publicou o livro Tempo Astronômico, Histórico e Profético, em três partes, das quais as duas primeiras expõem com clareza a verdadeira questão da Terra plana com os subtítulos “A esfericidade da Terra – Da revelação bíblica aos nossos tempos” e “A geometria do sistema Sol-Terra-Lua”, este último destacando as “Inferências de filósofos gregos há mais de 22 séculos sobre diâmetros e distâncias”, e esclarecendo que, mesmo antes dos filósofos gregos, os próprios textos bíblicos já deixavam transparecer o fato de que nosso planeta tem o formato esférico.

Tudo indica que o envolvimento do nome da SCB como entidade “retrógrada”, “ignorante” e “obscurantista” que, em pleno século 21, estaria defendendo a causa de uma Terra plana tem objetivo semelhante ao descrito por Russel em seu livro.

Por essas razões, a SCB repudia com veemência qualquer envolvimento que lhe imputem como defensora de teses espúrias sem qualquer apoio em textos bíblicos e muito menos em evidências verdadeiramente científicas.

Sociedade Criacionista Brasileira

Brasília, 17 de setembro de 2017

http://www.scb.org.br

Folha de S. Paulo entrevistou Michelson Borges sobre criacionismo e aquecimento global

GlobalWarmingNo dia 4 de março de 2010, Reinaldo José Lopes, então repórter do jornal Folha de S. Paulo, procurou o jornalista Michelson Borges, propondo uma entrevista sobre criacionismo, ambientalismo e mudanças climáticas. A matéria (clique aqui para lê-la) e a entrevista foram publicadas no caderno Mais! da Folha do dia 7 de março. Leia aqui na íntegra a entrevista concedida por Michelson há nove anos e que, neste momento, se mostra mais atual do que nunca:

Reinaldo: Você me disse que concordava que havia uma aproximação entre as duas posições – a favor do criacionismo e contra a tese da mudança climática antropogênica. Por que você acha que essa convergência está ocorrendo?

Michelson: A convergência se dá simplesmente pelo fato de que os criacionistas, no esforço por se pautarem por pesquisas fidedignas e dados concretos, se deram conta, já há algum tempo, de que estava havendo certo exagero na questão do aquecimento antropogenicamente causado. Na verdade, entendo ser esse o exercício do bom ceticismo: não aceitar certos consensos até que haja evidências seguras. No entanto, é bom que fique claro que os criacionistas não negam a mudança climática, tampouco a parcela de contribuição humana nisso. Contudo, os que têm estudado o assunto perceberam que o aquecimento global não é totalmente provocado pelo ser humano. Trata-se de um fenômeno natural para o qual a ciência ainda não tem um modelo que possa ser corroborado pelas evidências ou não. Recentemente, parece que certos veículos da grande imprensa também estão se dando conta disso.

O fato de que essas posições estão ganhando voz é um sintoma de uma crise de confiança generalizada em relação à ciência, em sua opinião?

Não creio que isso conduzirá a uma crise de confiança na ciência. E nem deveria. A ciência avança assim mesmo: com hipóteses, teorias e revisões de dados que podem levar a conclusões totalmente diferentes das hipóteses propostas inicialmente. É preciso haver abertura para essas revoluções científicas (como diria Thomas Kuhn), a fim de que se evitem os “dogmas” e se impeça que certas teorias acabem blindadas e protegidas das discussões. Além disso, não seria justo jogar por terra os benefícios trazidos à humanidade em decorrência do desenvolvimento científico. Mas fica o alerta de que não devemos aceitar qualquer tipo de consenso apenas porque existe certa unanimidade científica, popular ou por parte da mídia.

Uma impressão que eu gostaria de saber se é verdadeira: parece que os meios cristãos (não católicos) brasileiros acompanham muito de perto as tendências e os temas de debate que nascem nos EUA. No caso dos adventistas, talvez isso seja natural porque se trata de uma igreja com raízes nos EUA. De qualquer maneira, se a minha impressão estiver correta, não lhe parece algo problemático que os adventistas e demais cristãos brasileiros aceitem um discurso que talvez tenha a ver com necessidades sociais e econômicas americanas (como o lobby do carvão e do petróleo), e não tanto com realidades religiosas?

No caso específico da Igreja Adventista do Sétimo Dia, embora ela tenha, de fato, raízes norte-americanas, hoje se trata de uma igreja mundial, presente em praticamente todos os países e tendo como presidente um pastor norueguês [na época]. Por sinal, a maior presença adventista hoje está no Brasil, com cerca de 1,5 milhão de membros.

Os criacionistas do Brasil reconhecem que a controvérsia entre darwinistas e criacionistas nos Estados Unidos tem certo tom político, uma vez que muitos que defendem o criacionismo por lá fazem parte da chamada nova direita cristã, fortemente envolvida na vida política do país. Mas não podemos inferir disso que todos os criacionistas estão preocupados em impor suas ideias por via política e/ou jurídica.

Definitivamente, esse não é o caso no Brasil. Prova disso é a posição da Sociedade Criacionista Brasileira (www.scb.org.br) com relação ao ensino do criacionismo nas escolas públicas: somos contra. Isso porque a entidade reconhece que vivemos num Estado laico e que o criacionismo bíblico tem um componente religioso, e entende que não há profissionais devidamente qualificados para o ensino do criacionismo, uma vez que esse tema ainda não é devidamente discutido nas faculdades, onde prevalece a visão darwinista naturalista. O que os criacionistas esperam é que se ensine um darwinismo crítico, apontando seus pontos fortes, mas sem deixar de lado suas insuficiências epistêmicas.

Qual a sua opinião, do ponto de vista teológico mesmo, sobre como se concilia a desconfiança que vocês mostram em relação ao ambientalismo e o papel de “jardineiro” da Terra que o homem recebe em Gênesis 1 e 2. Consideremos a hipótese de que os defensores do aquecimento antropocêntrico estejam corretos. Não seria dever de todo cristão mitigar os efeitos dele?

Desconfiar do exagero quanto à culpa humana no aquecimento e das intenções por trás de quem está orquestrando o assunto não tira de nós a responsabilidade de cuidar do meio ambiente. Para comparar: ao afirmarmos que certos interesses políticos foram levados adiante graças aos atentados terroristas do 11 de Setembro, não estamos dizendo, com isso, que o terrorismo não deva ser combatido em todas as suas formas.

De fato, os cristãos entendem que foram incumbidos por Deus de administrar a criação, não por motivações políticas ou movidos por algum tipo de crença pagã de que a Terra seria uma divindade. A motivação ecológica do cristão tem que ver com obediência ao Criador e respeito ao próximo, que passa pelo respeito ao meio ambiente, que é a “casa de todos”.

Se, de fato, órgãos como o Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas da ONU “maquiaram” informações sobre o aquecimento global supervalorizando a responsabilidade humana nesse fenômeno (lembre-se dos e-mails hackeados contendo evidências inequívocas de manipulação e do mea culpa de algumas autoridades em climatologia que recuaram publicamente de suas posições favoráveis ao aquecimento), a pergunta deve ser: Por que fizeram isso? Não quero dar a impressão de que estou lidando com teorias conspiratórias – que geralmente se alimentam não do que se sabe, mas do que apenas se suspeita, se insinua –, mas é sabido que a engenharia social é utilizada há um bom tempo como poderoso recurso de manipulação das massas, criando consensos artificiais e aprovando leis de interesse dos detentores do poder.

Por meio de matérias alarmistas veiculadas com insistência nos meios de comunicação, o medo de que a Terra estaria com seus dias contados foi alimentado. Aos poucos, vimos um fenômeno se desenvolvendo: o ambientalismo se tornando uma religião urbana de alcance mundial, tanto que alguns estudiosos do assunto passaram a chamar isso de ECOmenismo, ou seja, um movimento aglutinador ainda mais poderoso que o ecumenismo religioso promovido especialmente pela Igreja Católica. De uma hora para outra, católicos, evangélicos, espiritualistas, ateus e cientistas estavam empunhando juntos a bandeira verde, pensando em propostas para salvar o planeta da destruição – uma dessas propostas, inclusive, tem que ver com o descanso dominical, endossado até mesmo pelo jornal The Guardian, com a campanha “slow Sunday”. [Nessa época, Greta Thumberg era uma criança de sete anos, a encíclica papal Laudato Si não existia, nem se pensava que pudesse haver um sínodo ecossocialista.]

Fale sobre os aspectos escatológicos que os adventistas enxergam no movimento ambientalista. Em linhas gerais, por que os adventistas propõem um elo entre o ambientalismo e as expectativas escatológicas da igreja?

O movimento ambientalista atual tem “sabor” de neopaganismo, cujo slogan é “salvar a mãe Terra”. A pauta ambiental, ao que tudo indica, deve gerar uma mobilização interdenominacional em torno do domingo como dia de observância religiosa [o que o papa Francisco endossaria anos depois, na Laudato Si], tendo em vista que esse dia é tido como especial ou sagrado para a maioria dos cristãos.

Como lhe disse, os adventistas também têm um compromisso ambiental, mas baseado no amor ao próximo e na missão de, tanto quanto depender de nós, manter a “casa” em ordem até que Jesus venha realizar a remodelação completa do planeta, o que ocorrerá após a segunda vinda dEle. Ao contrário do que alguns possam pensar, ser advenista não significa aguardar o segundo advento de braços cruzados. Muito pelo contrário, seguindo as instruções de Jesus, devemos ser atuantes até o fim, ajudando a minorar o sofrimento das pessoas e as mazelas sociais. Para os adventistas criacionistas, a preservação do meio ambiente está inserida nesse contexto.

Uma doce complexidade

favoMuito pequenas, com o cérebro menor do que uma semente de gergelim e realizando atividades cotidianas tão bem estruturadas e complexas que deixam qualquer um de boca aberta! Existem mais de 20 mil espécies de abelhas. Abordar a quantidade de atividades realizadas por elas com tamanha precisão obviamente não é possível aqui. Então, vamos nos fixar em uma ação específica: a produção do mel.

O mel contém nutrientes, minerais e vitaminas; além disso, possui antioxidantes – especialmente em suas variedades mais escuras. Ele é uma solução concentrada dos açúcares glicose e frutose, com porcentagens menores de mais de 20 açúcares complexos. Apresenta também vestígios de minerais essenciais.

Em tempos antigos, o mel era usado para curar feridas e infecções. Povos da Birmânia utilizavam-no em cadáveres, para preservar o corpo pelo tempo necessário – até que os custos para o funeral fossem arranjados.

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O criacionismo em uma perspectiva escatológica

Gênesis 1 e 2: Versões contraditórias?

adaoportal G1 publicou matéria afirmando que “os dois primeiros capítulos do livro sagrado de cristãos e judeus retratam não uma criação do mundo, mas duas. O ser humano surge de duas maneiras diferentes, uma logo depois da outra, e até o deus [sic] responsável pela criação não tem o mesmo nome nos dois relatos”. Será que há mesmo contradição nos relatos? De forma sucinta (pois uma análise dessa natureza exigiria muitas páginas), o pastor e professor Douglas Reis responde:

“Alguns setores da mídia tupiniquim fazem realmente de tudo para chamar a atenção, mormente, questionando a moral cristã, ou, o que é pior, levantando dúvidas a respeito da fonte da moral, a Bíblia Sagrada. É o caso da reportagem ‘Bíblia abriga duas versões contraditórias da criação do mundo’, que ressuscita a controversa hipótese documental.

“Para os proponentes dessa linha de pensamento, o Pentateuco não teria a autoria mosaica; ao contrário, seria uma coleção de documentos com épocas e linhas de pensamento divergentes, editados por alguém (supõe-se, geralmente, que Esdras seja o editor final) e atribuídos ao filho da filha de Faraó.

“Essa abordagem parte do pressuposto de algumas narrativas duplas encontradas em todo o Pentateuco (por ex.: Gn 1 e 2; Gn 16:4-16 e 21:8-20; Êx 20:3-17 e Dt 5:1-20, etc.). Para explicar tais duplicatas afirma-se haver diversas tradições, provenientes de grupos dentro de Israel (ou mesmo fora de Israel) que o editor não soube conciliar, optando por oferecer duas versões do mesmo episódio.

“Nem é preciso dizer que tal linha de pensamento, originária do século 19 (como reconheceu Suzana Chwarts, em uma declaração citada na reportagem), não seja novidade no ciclo acadêmico e evangélico, o que faz com que a notícia perca a sua razão de ser – afinal, para que explorar uma teoria tão debatida e já refutada, dando-lhe um fantasioso verniz de ‘uma verdade vinda à tona’?

“Numa reportagem se diz muita coisa não só pelo que se afirma, como também pelo que se omite. E é notória a omissão de Reinaldo José Lopes, autor da matéria, da opinião de estudiosos das áreas bíblicas que sejam da linha tradicional de pensamento. Por que apenas teólogos liberais são citados? Nem se chega a questionar o que eles dizem, que é elevado ao status de palavra final! Por que o jornalista omitiu as críticas a essa visão do texto bíblico? São perguntas que pairam pela mente de um leitor que conheça as questões tratadas na matéria…

“Christine Hayes, cuja opinião aparece no texto, afirma ser curioso ‘que elementos que lembram tanto a primeira quanto a segunda história da criação’ estejam presentes em outros textos da literatura antiga do Oriente Médio. ‘A imagem de deuses fazendo uma série de pequenos humanos com argila, como se fossem oleiros, também é muito comum’, prossegue ela. Obviamente, isso apenas contribui para pensarmos no valor daquilo que é narrado, uma vez que tantos povos e tão distantes entre si narrem uma criação de forma semelhante. Uma lenda se apóia em fatos históricos, acrescentando a eles um caráter místico e ampliado. Mas a existência da lenda não exclui a historicidade do evento que a originou. A narração de Os Lusíadas, por exemplo, não conspira contra a empreitada náutica do Vasco da Gama histórico, embora Camões tenha ‘enfeitado’ a narrativa com episódios inspirados na mitologia, seguindo as convenções literárias estabelecidas pelo modelo de épica herdado dos gregos.

“Semelhantemente, a criação do mundo pode ter ocorrido exatamente como descreve o Gênesis, sendo que, à medida que os povos foram se espalhando pela Terra, após o episódio da Torre de Babel (Gn 11:1-8), a história da Criação acabou se convertendo em lendas que, embora conservassem alguns fatos, incorporaram elementos mitológicos (os vários deuses, a deificação de elementos naturais, como o caos, os céus, as águas, etc., e a atribuição de personalidade egoísta a esses deuses em conflito que criaram o homem). Pela sua simplicidade narrativa, ordem seqüencial e visão de propósito, a narrativa bíblica diverge de outros textos de mesma tradição literária, sendo ímpar.

“Além disso, para os cristão, é substancial que o próprio Jesus declare crer numa criação em seis dias (por exemplo, Mt 19:4, 5). Se acreditamos nEle, temos de reconhecer Sua palavra como autoridade final em toda questão.

“O teólogo Ribeiro, da PUC, afirma: ‘Eu sinceramente nem sei se os povos semitas antigos tinham essa noção da criação do Universo inteiro a partir do princípio. Para eles, a criação significava provavelmente a criação de sua própria cultura, de sua própria civilização. O que ficava fora dos muros da cidade ou dos campos cultivados perto dela era considerado o caos.’ É claro que essa afirmação é facilmente desbancada pelo texto hebraico (Gn 1 e demais capítulos em sequência). Além disso, a criação apresentada em Gênesis é um desdobramento do capítulo 1 e não uma narrativa rival. A ênfase recai na criação do ser humano e na unidade familiar; por isso, o nome utilizado para Deus é Iahweh, evocando um Deus pessoal, interessado em se relacionar com o homem que cria (enquanto Elohim designa o Criador, de forma mais geral). Não há oposição, mas ênfase.

“Se mudança de estilo literário implica em mudança de autor, então o que dizer do caso de Fernando Pessoa ou de Umberto Eco, ambos autores contemporâneo que recorrem a mudanças de estilo seguindo propósitos definidos? É muita má vontade acreditar numa contradição bíblica dessa natureza – afinal, se o caso fosse esse, um editor ou conciliaria as narrativas ou apresentaria aquela que lhe parecesse a mais confiável… No demais, os estudiosos partidários da teoria documental não chegam a um consenso sobre que partes do Pentateuco foram escritas por quem, dando um caráter arbitrário às suas listas de autores e trechos que teriam escrito (cada autor tem virtualmente a sua).

“Em suma, não há razões plausíveis para descrer do texto ou imaginar contradições; apenas, por questão de opinião, alguns preferem, contrariando as evidências, seguir essa linha.”

Duas horas ao ar livre garantem mais saúde

ar-livrePassar pelo menos duas horas por semana ao ar livre, em contato com a natureza, pode ser crucial na promoção da saúde e do bem-estar da população. É o que mostra um estudo de larga escala liderado pela Universidade de Exeter e publicado na Scientific Reports. A nova pesquisa revelou que as pessoas que passam pelo menos 120 minutos por semana na natureza são significativamente mais propensas a terem uma boa saúde e maior bem-estar psicológico do que as demais. Os benefícios não foram constatados entre os que visitam parques, bosques e praias por menos de duas horas por semana.

O estudo usou dados de aproximadamente 20 mil pessoas no Reino Unido – mas os resultados podem ser aplicados para qualquer região do planeta. Também não fez diferença se a pessoa passasse duas horas ininterruptas em contato com a natureza apenas uma vez por semana ou se os 120 minutos fossem alcançados em pequenos passeios ao longo da semana. […]

O trabalho também revelou que as duas horas semanais se aplicam da mesma forma a homens e mulheres, jovens e idosos, integrantes de diferentes grupos étnicos, ricos e pobres, e mesmo entre doentes. “Já é bem sabido que ficar ao ar livre, em contato com a natureza, faz bem para a saúde e o bem-estar; mas, até hoje, não sabíamos quanto tempo seria o suficiente”, afirmou o principal autor do estudo, Mat White, da Escola de Medicina da Universidade de Exeter.

(O Estado de S. Paulo, via UOL)

Nota: Mais uma evidência de que fomos criados em um jardim e de que temos saudade dele. [MB]

Criacionews #5: dino paranaense, lixo na Lua, leoas com juba e muito mais!