Criacionismo, design inteligente e outras coisas

Interior de São Paulo já foi coberto pelo mar

mar iratiUm levantamento realizado por pesquisadores de sete universidades brasileiras e portuguesas apontou que há 260 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] o interior de São Paulo era coberto por água. O chamado “mar de Irati” tinha um milhão de quilômetros quadrados e acabou secando após uma série de mudanças geológicas. Entretanto, fósseis de animais marinhos e vestígios de algas ainda podem ser encontrados em algumas regiões, como no município de Santa Rosa de Viterbo (SP), a 300 quilômetros da capital paulista, onde ficava uma das praias de águas limpas, claras, rasas e quentes, como descreve o estudo. As primeiras descobertas ocorreram na década de 1970, durante os trabalhos de escavação em uma mina de calcário que, mais tarde, se tornou um sítio arqueológico. Agora, as informações foram reunidas em um inventário geológico, publicado na revista científica GeoHeritage. O documento é assinado por geocientistas da Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Carlos (UFScar), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Instituto Florestal e Instituto Geológico de São Paulo.

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Foto mostra leite materno combatendo bactérias

amamentandoJá faz tempo que a ciência conhece os poderes do leite materno: ele é riquíssimo em nutrientes e ajuda o bebê a combater doenças. Mesmo assim, uma foto que está circulando pela internet tem espantado os usuários de redes sociais [veja abaixo]. A imagem mostra seis placas de Petri onde foram feitos experimentos. A autora da fotografia é a estudante de biociências Vicky Greene, 31, que tem três filhos. Ela está fazendo uma pesquisa de microbiologia e decidiu observar como bactérias reagiam em contato com o leite humano. Para realizar a experiência, Vicky pingou uma gota de leite (região branca) em meio a uma colônia de bactérias (pontos verdes). O resultado é o que você observa na foto: ao redor do leite forma-se um tipo de barreira de proteção, isto é: ele impede que as bactérias sobrevivam ali. E o melhor é que essa observação é válida durante todo o período da amamentação! O experimento traz duas amostras diferentes. As placas marcadas com “BmA” têm leite retirado de uma mulher que amamenta uma criança de 15 meses. As placas com “BmB” são do leite de uma mulher que amamenta há três anos consecutivos. No post, Vicky comemora: “O futuro é brilhante, o futuro é leite materno!”

(Crescer)

petriNota: É impressionante perceber como o leite materno é perfeitamente projetado para atender às necessidades nutricionais do bebê, e mais: protege o pequeno das agressões promovidas por bactérias. Se isso não é design inteligente e amoroso, o que é? [MB]

Leia mais sobre as maravilhas do leite materno aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Como eram Adão e Eva?

adamInfelizmente, a Bíblia não fala muita coisa acerca disso. Sabemos que, no aspecto moral, Adão e Eva eram semelhantes a Deus, pois foram criados à Sua imagem e semelhança. Porém, no aspecto físico, somente podemos analisar e discorrer sobre poucas características:

1. Cor da pele – A origem do nome “Adão” dá uma boa pista sobre a cor da pele deles. A origem da palavra “humanidade” também. A palavra adam está relacionada a outra palavra hebraica, adamah, que significa “terra” ou “solo”. O conceito prevalecente entre os eruditos hebraicos é que ambas as palavras derivam da hebraica adom, que significa “vermelho”. O Dicionário Teológico do Velho Testamento (1974; em inglês) sugere um possível motivo da derivação de “solo” da palavra “vermelho”, ao mencionar que a terra pode ter contido ferro e, assim, ter parecido vermelha. De modo similar, algumas autoridades, que afirmam que adam (Adão, homem) vem de adom(vermelho), especulam que Adão pode ter tido pele de cor avermelhada.

“Humano” vem de “húmus”, igualmente “terra”. Assim, pesquisadores criacionistas acreditam que Adão tinha cor de terra, da qual foi feito. Não era negro, nem branco, talvez mais para o “apache”.

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