Palestra sobre a origem do Universo e a existência de Deus (IASD central de Lisboa)

Anúncios

Lançamento da CPB traz criacionismo para crianças e adolescentes

Capa_GalapagosAcaba de ser lançado pela Casa Publicadora Brasileira o livro Expedição Galápagos: Uma aventura no arquipélago das iguanas, das tartarugas gigantes e outras maravilhas da criação. Escrito pelo jornalista, mestre em teologia e divulgador do criacionismo Michelson Borges, o livro se destina ao público infanto-juvenil (mas com certeza será apreciado também por adultos) e apresenta os principais argumentos criacionistas em uma linguagem simples, entrelaçados em uma história bem escrita e interessante, ambientada nas ilhas do arquipélago de Galápagos, visitado pelo autor em 2016, juntamente com uma equipe de pesquisadores sul-americanos. Michelson procura refazer os passos do naturalista inglês Charles Darwin, que também visitou Galápagos, no século 19, mas oferece uma reinterpretação de dados sob a ótica criacionista.

O texto de contracapa diz o seguinte: “O que pode acontecer quando um adolescente viaja com o pai até o arquipélago de Galápagos, conhece o ‘amor de sua vida’, faz amizade com um leão-marinho e visita lugares incríveis como a borda de um vulcão, uma ilha repleta de aves exóticas, uma caverna de lava solidificada e mergulha com tartarugas e tubarões? É só abrir este livro, começar a ler e você vai descobrir!”

Como o autor passou por todos os lugares que descreve, o texto é vívido e foi escrito num formato de diário de viagem. Leitura obrigatória para quem curte aventura, viagens e descobertas científicas!

Clique aqui e garanta já o seu!

Em busca das digitais do Criador

capa eclesia peqEm sua edição 118 (Ano 11), a revista Eclésia – “A revista evangélica do Brasil” – publicou entrevista de cinco páginas com o pastor, jornalista e membro da Sociedade Criacionista Brasileira (www.scb.org.br) Michelson Borges, que fala sobre ciência e religião, design inteligente, idade da Terra, dilúvio, dinossauros, fósseis e muito mais. Confira.
Vários cientistas costumam criticar o criacionismo e chamá-lo de “pseudo-ciência”, alegando que se trata de uma filosofia religiosa e não uma teoria com bases científicas. O criacionismo é ou não científico?

O criacionismo, no fundo, está mais para filosofia e teologia do que para ciência, uma vez que em sua base jaz a crença no Deus Criador, algo que de fato não pode ser demonstrado em laboratório. Mas muitas das premissas criacionistas podem ser verificadas empiricamente, sim. Como, por exemplo, a impossibilidade da origem da vida a partir de matéria inorgânica, de maneira casual. Por muitos anos, os cientistas evolucionistas vêm tentando criar os componentes básicos da vida em laboratório, mas sem sucesso (mesmo o famoso experimento de Urey-Miller vem sofrendo sérios questionamentos). E ainda que os cientistas conseguissem, contra todas as probabilidades, fazer surgir alguma coisa parecida com uma célula ou quem sabe o DNA, estariam apenas provando que para se criar vida é necessário planejamento inteligente e condições programadas. Note: com toda a tecnologia de que dispõem e depois de tanto tempo e dinheiro gastos em pesquisas, os evolucionistas querem nos fazer crer que algo que eles não conseguem criar teria surgido de maneira espontânea e não planejada. É justo dizer que isso também se trata de filosofia; ou mesmo “teologia”: a “teologia” dos deuses tempo e acaso.

[Continue lendo.]

Isaac & Charles: o verdadeiro crente

ic072panspermia RGB

Como defender o criacionismo

Claudia Leitte é hostilizada por citar a Bíblia na TV

claudiaNo mês de março, no programa Encontro com Fátima Bernardes, a cantora Claudia Leitte disse que a mulher veio da costela de Adão, conforme a narrativa bíblica. O assunto em debate era “gênero e profissões” e os convidados defendiam o ponto de vista do feminismo contemporâneo. A cantora levou a discussão para outro rumo ao perguntar: “Geneticamente, a gente não é, como mulher, relacionada ao trabalho braçal, força bruta. A gente não é mais sensível?” E prosseguiu: “Historicamente, a gente veio da costela de Adão. Mas a costela de Adão protege os órgãos, a costela sustenta. Então é uma função que não desmerece a gente, muito pelo contrário, coloca a gente na condição de quem suporta e apoia. A gente não é mais sensível, os hormônios não fazem a gente ficar mais sensível?”

A pergunta claramente gerou desconforto na apresentadora e nos convidados. E a menção à Bíblia foi suficiente para produzir uma enxurrada de comentários jocosos nas redes sociais. “Burra” e “retardada” foram alguns adjetivos usados contra Claudia, sempre acompanhados de palavrões usados por internautas cuja mente foi dominada pelo marxismo cultural e pela militância feminista.

Claudia percebeu mesmo sem querer algo que vai se intensificar cada vez mais: a oposição ao criacionismo e à visão bíblica quanto à origem da humanidade e dos sexos, que, no caso, genética e biblicamente são apenas dois. Assuntos ligados ao espiritualismo, à bruxaria, ao evolucionismo e à ideologia de gênero são tratados numa boa nas TVs públicas e nos canais por assinatura, bem como nos filmes e nas séries e novelas, mas, quando se trata de Bíblia e especificamente da visão criacionista, os críticos e opositores de plantão se levantam raivosamente para combater o que eles não compreendem mas se apressam a classificar como fundamentalismo e estreiteza mental.

Depois desse incidente, Claudia gravou um vídeo para denunciar o que ela chama de patrulha ideológica e falta de liberdade de expressão. Ela diz que esse comportamento intolerante “beira a opressão.” É isso mesmo, Cláudia, a liberdade existe, desde que você pense como a maioria e não ouse desafiar o pensamento majoritariamente defendido pela grande mídia anticristã. E fique sabendo que dias piores virão.

Michelson Borges

A Era do Gelo e os supostos milhões de anos