Design Inteligente e sua relação com o criacionismo

Tecnologia do útero artificial e o design inteligente

Female REPRODUCTIVE system x-ray viewAnos atrás li um artigo na revista Ciência Hoje que me fez pensar um pouco mais na maravilha do design inteligente. A chamada de capa era: Por que a mãe não rejeita o feto? Uma pergunta pertinente, se levarmos em conta que o feto é como um “corpo estranho” dentro da mulher. A resposta, segundo os cientistas autores da matéria, chama-se “placenta”. Sim, a placenta envolve o óvulo assim que ele se fixa à parede uterina. É uma espécie de “campo de força” bastante complexo e que precisava estar disponível já na primeira fecundação, do contrário não estaríamos aqui falando disso. É a placenta que impede os anticorpos da mãe de destruírem o feto. Na verdade, útero, placenta e todos os órgãos e sistemas envolvidos na gestação são um verdadeiro show de design inteligente.

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Amamentação libera hormônio da confiança

amamentandoCientistas da Universidade de Warwick, na Grã-Bretanha, mostraram pela primeira vez como um hormônio da “confiança” é liberado no cérebro da mãe durante a amamentação. A pesquisa, realizada em colaboração com outras universidades e institutos de Edimburgo (Escócia), França e Itália, apresenta mais provas de que a amamentação promove uma maior ligação entre mãe e bebê através de um processo bioquímico. Segundo a equipe da Universidade de Warwick já se sabia que o hormônio oxitocina era liberado durante a amamentação, mas o mecanismo no cérebro para essa liberação ainda não tinha sido desvendado. A oxitocina é produzida no hipotálamo, a parte do cérebro que controla a temperatura corporal, sede, fome, cansaço e a raiva. E também foi provado que a oxitocina promove os sentimentos de confiança e a redução do medo. O hormônio também produz as contrações durante o parto e causa a liberação do leite nas glândulas mamárias. O estudo foi divulgado na publicação científica PLoS Computational Biology.

Segundo a pesquisa, em resposta à amamentação, neurônios especializados no cérebro da mãe começam a liberar o hormônio. Entretanto, a oxitocina é liberada de uma parte do neurônio chamada dendritos que, geralmente, recebe ao invés de transmitir informações.

Com o uso de um modelo matemático, os pesquisadores descobriram que essa liberação, a partir dos dendritos, permite um grande aumento na comunicação entre neurônios, coordenando um “enxame” de fábricas de oxitocina, o que produz explosões intensas dos hormônios.

Esse é um exemplo de um “processo emergente” – uma ação coordenada que se desenvolve sem uma liderança, em um processo parecido com um enxame de insetos. “Sabíamos que esses pulsos aumentam, pois, durante a amamentação, os neurônios que disparam a oxitocina fazem isso juntos, em explosões sincronizadas”, afirmou o líder do estudo, professor Jianfeng Feng. “Mas descobrir exatamente como essas explosões eram desencadeadas era um grande problema sem explicação.”

“O modelo nos dá a possível explicação de um evento importante no cérebro que pode ser usado para estudar e explicar muitas outras atividades cerebrais parecidas”, acrescentou.

(BBC Brasil)

Nota: Quanto mais se aprofundam as pesquisas, mais se descobrem mecanismos complexos que regem a maravilhosa máquina humana. Além da relação que se estabelece entre mãe e filho, a perfeita adequação do leite materno às necessidades do bebê também impressiona.[MB]

Leia mais sobre o projeto inteligente da amamentação e do leite materno aqui.

Como os alienígenas saberiam que o Tesla foi feito por Musk?

tesla4Neste exato momento há um automóvel flutuando no espaço em direção a Marte! Sim, o Tesla Roadster criado pelo bilionário Elon Musk foi lançado no dia 6 de fevereiro de 2018 da base da Nasa em Cabo Canaveral pelo foguete Falcon Heavy, da empresa SpaceX, também de Musk. Com isso, o empresário provou de maneira incontestável que seu foguete – o mais potente do mundo – é capaz de levar carga pesada para o espaço com preços mais em conta, e ele, claro, vai lucrar bastaste com o frete de satélites e outros equipamentos para vários países. Houve transmissão ao vivo do lançamento e milhares de pessoas puderam assistir no local e registrar o momento histórico. Mas um detalhe passou despercebido de quase todos: uma pequena placa com uma inscrição interessante foi colocada dentro do carro.

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Michael Behe recebe livro missionário adventista

IMG_9558No dia 5 de maio, após solenidade de inauguração de um núcleo de pesquisa em design inteligente, na Universidade Mackenzie, em São Paulo, o mundialmente famoso bioquímico Michael Behe recebeu do pastor e jornalista Michelson Borges dois livros: Por Que Creio, de sua autoria, e que contém uma entrevista com o cientista, e The Power of Hope (O Poder da Esperança), versão em inglês do livro missionário para 2018, também escrito por Michelson, em coautoria com o psicólogo espanhol Julián Melgosa. Na ocasião, Michelson entrevistou o cientista; conversa essa que será publicada na Revista Adventista de junho. Behe é autor do best-seller A Caixa Preta de Darwin, publicado em 1996 e responsável por dar grande visibilidade à teoria do design inteligente, cunhando a expressão “sistemas de complexidade irredutível”. Com sua obra, o bioquímico e professor da Universidade Lehigh mostrou que é possível questionar o evolucionismo em bases científicas, nem precisando ser criacionista parta isso, como é o caso dele.

Mais de 20 anos depois da publicação de A Caixa Preta de Darwin, os questionamentos levantados por Behe (especialmente a grande questão sobre a origem dos sistemas biológicos complexos e da informação genética) continuam de pé, sem respostas convincentes por parte dos pesquisadores evolucionistas.

(Portal Adventista)

Mackenzie cria centro que questiona a teoria da evolução

mackenzie[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] A Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das mais tradicionais de São Paulo, acaba de inaugurar um núcleo de ciência, fé e sociedade que tem como um de seus objetivos a realização de pesquisas sobre a chamada teoria do DI (Design Inteligente). Os defensores do DI, cujas ideias são rejeitadas pela maioria da comunidade científica, argumentam que os seres vivos são tão complexos que ao menos parte de suas estruturas só poderia ter sido projetada deliberadamente por algum tipo de inteligência. O novo centro recebeu o nome de Núcleo Discovery-Mackenzie, por causa da parceria entre a universidade brasileira e o Discovery Institute, nos EUA. A instituição americana está entre os principais promotores da causa do DI e já sofreu derrotas judiciais em seu país por defender que a ideia fosse ensinada em escolas públicas em paralelo com a teoria da evolução, hoje a explicação mais consolidada sobre a diversidade da vida [note a confusão: tanto criacionistas quando teóricos do DI admitem que exista “diversidade da vida” como fruto de diversificação de baixo nível, que alguns também chamam de “evolução”; a matéria da Folha muda de assunto, deixando claro que o repórter não está bem inteirado do assunto de que está tratando. O desafio do DI à evolução consiste em questionar a insuficiência dos mecanismos evolutivos para explicar a origem de sistemas complexos interdependentes e dependentes de muita informação complexa e específica, coisa que realmente a teoria da evolução não explica – nem a matéria da Folha.]

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Foto mostra leite materno combatendo bactérias

amamentandoJá faz tempo que a ciência conhece os poderes do leite materno: ele é riquíssimo em nutrientes e ajuda o bebê a combater doenças. Mesmo assim, uma foto que está circulando pela internet tem espantado os usuários de redes sociais [veja abaixo]. A imagem mostra seis placas de Petri onde foram feitos experimentos. A autora da fotografia é a estudante de biociências Vicky Greene, 31, que tem três filhos. Ela está fazendo uma pesquisa de microbiologia e decidiu observar como bactérias reagiam em contato com o leite humano. Para realizar a experiência, Vicky pingou uma gota de leite (região branca) em meio a uma colônia de bactérias (pontos verdes). O resultado é o que você observa na foto: ao redor do leite forma-se um tipo de barreira de proteção, isto é: ele impede que as bactérias sobrevivam ali. E o melhor é que essa observação é válida durante todo o período da amamentação! O experimento traz duas amostras diferentes. As placas marcadas com “BmA” têm leite retirado de uma mulher que amamenta uma criança de 15 meses. As placas com “BmB” são do leite de uma mulher que amamenta há três anos consecutivos. No post, Vicky comemora: “O futuro é brilhante, o futuro é leite materno!”

(Crescer)

petriNota: É impressionante perceber como o leite materno é perfeitamente projetado para atender às necessidades nutricionais do bebê, e mais: protege o pequeno das agressões promovidas por bactérias. Se isso não é design inteligente e amoroso, o que é? [MB]

Leia mais sobre as maravilhas do leite materno aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.