Sintonia fina do Universo e profecias messiânicas: evidências de design inteligente

Imprensa e academia mais uma vez manifestam preconceito contra o criacionismo e a TDI

beneditoAconteceu de novo, na mídia e na academia. Ano passado, a revista Época, da Globo, levantou suspeitas sobre o advogado Maurício Braga quando de seu convite para chefiar a pasta da secretaria de Direitos Autorais do Governo Federal. Conheço o Maurício pessoalmente. Antes de se mudar para Brasília, foi membro da mesma igreja que eu frequento em Tatuí, SP. Profissional experiente com 30 anos de carreira, honesto e qualificado, foi “condenado” pelo simples fato de ser adventista e guardar o sábado (saiba mais aqui e aqui).

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Uma doce complexidade

favoMuito pequenas, com o cérebro menor do que uma semente de gergelim e realizando atividades cotidianas tão bem estruturadas e complexas que deixam qualquer um de boca aberta! Existem mais de 20 mil espécies de abelhas. Abordar a quantidade de atividades realizadas por elas com tamanha precisão obviamente não é possível aqui. Então, vamos nos fixar em uma ação específica: a produção do mel.

O mel contém nutrientes, minerais e vitaminas; além disso, possui antioxidantes – especialmente em suas variedades mais escuras. Ele é uma solução concentrada dos açúcares glicose e frutose, com porcentagens menores de mais de 20 açúcares complexos. Apresenta também vestígios de minerais essenciais.

Em tempos antigos, o mel era usado para curar feridas e infecções. Povos da Birmânia utilizavam-no em cadáveres, para preservar o corpo pelo tempo necessário – até que os custos para o funeral fossem arranjados.

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O ensino da teoria do design inteligente nas escolas públicas

escolaDireito Brasileiro, desde as normas internacionais subscritas pelo Brasil, até a Constituição da República e leis infraconstitucionais, é unânime no sentido de viabilizar o ensino irrestrito, sem preconceitos e livre de qualquer imposição. O Direito Educacional Brasileiro determina que todo cidadão tem direito à liberdade de, sem interferência, ter opiniões e procurar, receber e transmitir conhecimento mediante fontes abalizadas e independentemente de fronteiras. Há um aparente mal-entendido quando o assunto é o ensino da Teoria da Evolução das Espécies (TE) e a Teoria do Design Inteligente (TDI), pois cientistas e professores confundem TDI com Criacionismo e afirmam que a teoria não deve ser ensinada nas escolas por não ser ciência e, sim, ensino de cunho religioso. No entanto, o presente trabalho procura demonstrar que a TDI é, sim, um método científico-filosófico tal qual a TE, que utiliza a pesquisa científica para avaliar a complexidade na natureza, detectando empiricamente os resultados/efeitos de uma mente inteligente, de um designer, responsável pela origem de tudo. A pesquisa aponta para uma contradição entre as competências gerais da Base Nacional Comum Curricular com seus conteúdos específicos para as disciplinas de Ciências e Biologia, nas quais se determina apenas o ensino da TE, em flagrante desrespeito à legislação educacional e aos próprios objetivos gerais do documento normativo. Com isso, a proposta de inserção do ensino da TDI, juntamente com as demais teorias que procuram explicar a origem do Universo e da vida, nos currículos escolares das disciplinas de Ciências e Biologia é medida que se impõe para o efetivo cumprimento dos princípios educacionais, a fim de garantir uma educação democrática, que respeite o pluralismo de ideias e o multiculturalismo, incentivando o raciocínio crítico, a formação de cidadãos autônomos, promovendo um ambiente de tolerância às diversas cosmovisões.

[Clique aqui para ler o TCC da advogada e historiadora Emanuela Borges]

Emanuela mantém no Facebook a página Papo Legal com Manu.

Design Inteligente e sua relação com o criacionismo

Tecnologia do útero artificial e o design inteligente

Female REPRODUCTIVE system x-ray viewAnos atrás li um artigo na revista Ciência Hoje que me fez pensar um pouco mais na maravilha do design inteligente. A chamada de capa era: Por que a mãe não rejeita o feto? Uma pergunta pertinente, se levarmos em conta que o feto é como um “corpo estranho” dentro da mulher. A resposta, segundo os cientistas autores da matéria, chama-se “placenta”. Sim, a placenta envolve o óvulo assim que ele se fixa à parede uterina. É uma espécie de “campo de força” bastante complexo e que precisava estar disponível já na primeira fecundação, do contrário não estaríamos aqui falando disso. É a placenta que impede os anticorpos da mãe de destruírem o feto. Na verdade, útero, placenta e todos os órgãos e sistemas envolvidos na gestação são um verdadeiro show de design inteligente.

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Amamentação libera hormônio da confiança

amamentandoCientistas da Universidade de Warwick, na Grã-Bretanha, mostraram pela primeira vez como um hormônio da “confiança” é liberado no cérebro da mãe durante a amamentação. A pesquisa, realizada em colaboração com outras universidades e institutos de Edimburgo (Escócia), França e Itália, apresenta mais provas de que a amamentação promove uma maior ligação entre mãe e bebê através de um processo bioquímico. Segundo a equipe da Universidade de Warwick já se sabia que o hormônio oxitocina era liberado durante a amamentação, mas o mecanismo no cérebro para essa liberação ainda não tinha sido desvendado. A oxitocina é produzida no hipotálamo, a parte do cérebro que controla a temperatura corporal, sede, fome, cansaço e a raiva. E também foi provado que a oxitocina promove os sentimentos de confiança e a redução do medo. O hormônio também produz as contrações durante o parto e causa a liberação do leite nas glândulas mamárias. O estudo foi divulgado na publicação científica PLoS Computational Biology.

Segundo a pesquisa, em resposta à amamentação, neurônios especializados no cérebro da mãe começam a liberar o hormônio. Entretanto, a oxitocina é liberada de uma parte do neurônio chamada dendritos que, geralmente, recebe ao invés de transmitir informações.

Com o uso de um modelo matemático, os pesquisadores descobriram que essa liberação, a partir dos dendritos, permite um grande aumento na comunicação entre neurônios, coordenando um “enxame” de fábricas de oxitocina, o que produz explosões intensas dos hormônios.

Esse é um exemplo de um “processo emergente” – uma ação coordenada que se desenvolve sem uma liderança, em um processo parecido com um enxame de insetos. “Sabíamos que esses pulsos aumentam, pois, durante a amamentação, os neurônios que disparam a oxitocina fazem isso juntos, em explosões sincronizadas”, afirmou o líder do estudo, professor Jianfeng Feng. “Mas descobrir exatamente como essas explosões eram desencadeadas era um grande problema sem explicação.”

“O modelo nos dá a possível explicação de um evento importante no cérebro que pode ser usado para estudar e explicar muitas outras atividades cerebrais parecidas”, acrescentou.

(BBC Brasil)

Nota: Quanto mais se aprofundam as pesquisas, mais se descobrem mecanismos complexos que regem a maravilhosa máquina humana. Além da relação que se estabelece entre mãe e filho, a perfeita adequação do leite materno às necessidades do bebê também impressiona.[MB]

Leia mais sobre o projeto inteligente da amamentação e do leite materno aqui.

Michael Behe recebe livro missionário adventista

IMG_9558No dia 5 de maio, após solenidade de inauguração de um núcleo de pesquisa em design inteligente, na Universidade Mackenzie, em São Paulo, o mundialmente famoso bioquímico Michael Behe recebeu do pastor e jornalista Michelson Borges dois livros: Por Que Creio, de sua autoria, e que contém uma entrevista com o cientista, e The Power of Hope (O Poder da Esperança), versão em inglês do livro missionário para 2018, também escrito por Michelson, em coautoria com o psicólogo espanhol Julián Melgosa. Na ocasião, Michelson entrevistou o cientista; conversa essa que será publicada na Revista Adventista de junho. Behe é autor do best-seller A Caixa Preta de Darwin, publicado em 1996 e responsável por dar grande visibilidade à teoria do design inteligente, cunhando a expressão “sistemas de complexidade irredutível”. Com sua obra, o bioquímico e professor da Universidade Lehigh mostrou que é possível questionar o evolucionismo em bases científicas, nem precisando ser criacionista parta isso, como é o caso dele.

Mais de 20 anos depois da publicação de A Caixa Preta de Darwin, os questionamentos levantados por Behe (especialmente a grande questão sobre a origem dos sistemas biológicos complexos e da informação genética) continuam de pé, sem respostas convincentes por parte dos pesquisadores evolucionistas.

(Portal Adventista)

Mackenzie cria centro que questiona a teoria da evolução

[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] A Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das mais tradicionais de São Paulo, acaba de inaugurar um núcleo de ciência, fé e sociedade que tem como um de seus objetivos a realização de pesquisas sobre a chamada teoria do DI (Design Inteligente). Os defensores do DI, cujas ideias são rejeitadas pela maioria da comunidade científica, argumentam que os seres vivos são tão complexos que ao menos parte de suas estruturas só poderia ter sido projetada deliberadamente por algum tipo de inteligência. O novo centro recebeu o nome de Núcleo Discovery-Mackenzie, por causa da parceria entre a universidade brasileira e o Discovery Institute, nos EUA. A instituição americana está entre os principais promotores da causa do DI e já sofreu derrotas judiciais em seu país por defender que a ideia fosse ensinada em escolas públicas em paralelo com a teoria da evolução, hoje a explicação mais consolidada sobre a diversidade da vida [note a confusão: tanto criacionistas quando teóricos do DI admitem que exista “diversidade da vida” como fruto de diversificação de baixo nível, que alguns também chamam de “evolução”; a matéria da Folha muda de assunto, deixando claro que o repórter não está bem inteirado do assunto de que está tratando. O desafio do DI à evolução consiste em questionar a insuficiência dos mecanismos evolutivos para explicar a origem de sistemas complexos interdependentes e dependentes de muita informação complexa e específica, coisa que realmente a teoria da evolução não explica – nem a matéria da Folha.]

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Foto mostra leite materno combatendo bactérias

Já faz tempo que a ciência conhece os poderes do leite materno: ele é riquíssimo em nutrientes e ajuda o bebê a combater doenças. Mesmo assim, uma foto que está circulando pela internet tem espantado os usuários de redes sociais [veja abaixo]. A imagem mostra seis placas de Petri onde foram feitos experimentos. A autora da fotografia é a estudante de biociências Vicky Greene, 31, que tem três filhos. Ela está fazendo uma pesquisa de microbiologia e decidiu observar como bactérias reagiam em contato com o leite humano. Para realizar a experiência, Vicky pingou uma gota de leite (região branca) em meio a uma colônia de bactérias (pontos verdes). O resultado é o que você observa na foto: ao redor do leite forma-se um tipo de barreira de proteção, isto é: ele impede que as bactérias sobrevivam ali. E o melhor é que essa observação é válida durante todo o período da amamentação! O experimento traz duas amostras diferentes. As placas marcadas com “BmA” têm leite retirado de uma mulher que amamenta uma criança de 15 meses. As placas com “BmB” são do leite de uma mulher que amamenta há três anos consecutivos. No post, Vicky comemora: “O futuro é brilhante, o futuro é leite materno!”

(Crescer)

petriNota: É impressionante perceber como o leite materno é perfeitamente projetado para atender às necessidades nutricionais do bebê, e mais: protege o pequeno das agressões promovidas por bactérias. Se isso não é design inteligente e amoroso, o que é? [MB]

Leia mais sobre as maravilhas do leite materno aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.