Uma doce complexidade

favoMuito pequenas, com o cérebro menor do que uma semente de gergelim e realizando atividades cotidianas tão bem estruturadas e complexas que deixam qualquer um de boca aberta! Existem mais de 20 mil espécies de abelhas. Abordar a quantidade de atividades realizadas por elas com tamanha precisão obviamente não é possível aqui. Então, vamos nos fixar em uma ação específica: a produção do mel.

O mel contém nutrientes, minerais e vitaminas; além disso, possui antioxidantes – especialmente em suas variedades mais escuras. Ele é uma solução concentrada dos açúcares glicose e frutose, com porcentagens menores de mais de 20 açúcares complexos. Apresenta também vestígios de minerais essenciais.

Em tempos antigos, o mel era usado para curar feridas e infecções. Povos da Birmânia utilizavam-no em cadáveres, para preservar o corpo pelo tempo necessário – até que os custos para o funeral fossem arranjados.

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O ensino da teoria do design inteligente nas escolas públicas

escolaDireito Brasileiro, desde as normas internacionais subscritas pelo Brasil, até a Constituição da República e leis infraconstitucionais, é unânime no sentido de viabilizar o ensino irrestrito, sem preconceitos e livre de qualquer imposição. O Direito Educacional Brasileiro determina que todo cidadão tem direito à liberdade de, sem interferência, ter opiniões e procurar, receber e transmitir conhecimento mediante fontes abalizadas e independentemente de fronteiras. Há um aparente mal-entendido quando o assunto é o ensino da Teoria da Evolução das Espécies (TE) e a Teoria do Design Inteligente (TDI), pois cientistas e professores confundem TDI com Criacionismo e afirmam que a teoria não deve ser ensinada nas escolas por não ser ciência e, sim, ensino de cunho religioso. No entanto, o presente trabalho procura demonstrar que a TDI é, sim, um método científico-filosófico tal qual a TE, que utiliza a pesquisa científica para avaliar a complexidade na natureza, detectando empiricamente os resultados/efeitos de uma mente inteligente, de um designer, responsável pela origem de tudo. A pesquisa aponta para uma contradição entre as competências gerais da Base Nacional Comum Curricular com seus conteúdos específicos para as disciplinas de Ciências e Biologia, nas quais se determina apenas o ensino da TE, em flagrante desrespeito à legislação educacional e aos próprios objetivos gerais do documento normativo. Com isso, a proposta de inserção do ensino da TDI, juntamente com as demais teorias que procuram explicar a origem do Universo e da vida, nos currículos escolares das disciplinas de Ciências e Biologia é medida que se impõe para o efetivo cumprimento dos princípios educacionais, a fim de garantir uma educação democrática, que respeite o pluralismo de ideias e o multiculturalismo, incentivando o raciocínio crítico, a formação de cidadãos autônomos, promovendo um ambiente de tolerância às diversas cosmovisões.

[Clique aqui para ler o TCC da advogada e historiadora Emanuela Borges]

Emanuela mantém no Facebook a página Papo Legal com Manu.

Design Inteligente e sua relação com o criacionismo

Tecnologia do útero artificial e o design inteligente

Female REPRODUCTIVE system x-ray viewAnos atrás li um artigo na revista Ciência Hoje que me fez pensar um pouco mais na maravilha do design inteligente. A chamada de capa era: Por que a mãe não rejeita o feto? Uma pergunta pertinente, se levarmos em conta que o feto é como um “corpo estranho” dentro da mulher. A resposta, segundo os cientistas autores da matéria, chama-se “placenta”. Sim, a placenta envolve o óvulo assim que ele se fixa à parede uterina. É uma espécie de “campo de força” bastante complexo e que precisava estar disponível já na primeira fecundação, do contrário não estaríamos aqui falando disso. É a placenta que impede os anticorpos da mãe de destruírem o feto. Na verdade, útero, placenta e todos os órgãos e sistemas envolvidos na gestação são um verdadeiro show de design inteligente.

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Amamentação libera hormônio da confiança

amamentandoCientistas da Universidade de Warwick, na Grã-Bretanha, mostraram pela primeira vez como um hormônio da “confiança” é liberado no cérebro da mãe durante a amamentação. A pesquisa, realizada em colaboração com outras universidades e institutos de Edimburgo (Escócia), França e Itália, apresenta mais provas de que a amamentação promove uma maior ligação entre mãe e bebê através de um processo bioquímico. Segundo a equipe da Universidade de Warwick já se sabia que o hormônio oxitocina era liberado durante a amamentação, mas o mecanismo no cérebro para essa liberação ainda não tinha sido desvendado. A oxitocina é produzida no hipotálamo, a parte do cérebro que controla a temperatura corporal, sede, fome, cansaço e a raiva. E também foi provado que a oxitocina promove os sentimentos de confiança e a redução do medo. O hormônio também produz as contrações durante o parto e causa a liberação do leite nas glândulas mamárias. O estudo foi divulgado na publicação científica PLoS Computational Biology.

Segundo a pesquisa, em resposta à amamentação, neurônios especializados no cérebro da mãe começam a liberar o hormônio. Entretanto, a oxitocina é liberada de uma parte do neurônio chamada dendritos que, geralmente, recebe ao invés de transmitir informações.

Com o uso de um modelo matemático, os pesquisadores descobriram que essa liberação, a partir dos dendritos, permite um grande aumento na comunicação entre neurônios, coordenando um “enxame” de fábricas de oxitocina, o que produz explosões intensas dos hormônios.

Esse é um exemplo de um “processo emergente” – uma ação coordenada que se desenvolve sem uma liderança, em um processo parecido com um enxame de insetos. “Sabíamos que esses pulsos aumentam, pois, durante a amamentação, os neurônios que disparam a oxitocina fazem isso juntos, em explosões sincronizadas”, afirmou o líder do estudo, professor Jianfeng Feng. “Mas descobrir exatamente como essas explosões eram desencadeadas era um grande problema sem explicação.”

“O modelo nos dá a possível explicação de um evento importante no cérebro que pode ser usado para estudar e explicar muitas outras atividades cerebrais parecidas”, acrescentou.

(BBC Brasil)

Nota: Quanto mais se aprofundam as pesquisas, mais se descobrem mecanismos complexos que regem a maravilhosa máquina humana. Além da relação que se estabelece entre mãe e filho, a perfeita adequação do leite materno às necessidades do bebê também impressiona.[MB]

Leia mais sobre o projeto inteligente da amamentação e do leite materno aqui.

Como os alienígenas saberiam que o Tesla foi feito por Musk?

tesla4Neste exato momento há um automóvel flutuando no espaço em direção a Marte! Sim, o Tesla Roadster criado pelo bilionário Elon Musk foi lançado no dia 6 de fevereiro de 2018 da base da Nasa em Cabo Canaveral pelo foguete Falcon Heavy, da empresa SpaceX, também de Musk. Com isso, o empresário provou de maneira incontestável que seu foguete – o mais potente do mundo – é capaz de levar carga pesada para o espaço com preços mais em conta, e ele, claro, vai lucrar bastaste com o frete de satélites e outros equipamentos para vários países. Houve transmissão ao vivo do lançamento e milhares de pessoas puderam assistir no local e registrar o momento histórico. Mas um detalhe passou despercebido de quase todos: uma pequena placa com uma inscrição interessante foi colocada dentro do carro.

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Michael Behe recebe livro missionário adventista

IMG_9558No dia 5 de maio, após solenidade de inauguração de um núcleo de pesquisa em design inteligente, na Universidade Mackenzie, em São Paulo, o mundialmente famoso bioquímico Michael Behe recebeu do pastor e jornalista Michelson Borges dois livros: Por Que Creio, de sua autoria, e que contém uma entrevista com o cientista, e The Power of Hope (O Poder da Esperança), versão em inglês do livro missionário para 2018, também escrito por Michelson, em coautoria com o psicólogo espanhol Julián Melgosa. Na ocasião, Michelson entrevistou o cientista; conversa essa que será publicada na Revista Adventista de junho. Behe é autor do best-seller A Caixa Preta de Darwin, publicado em 1996 e responsável por dar grande visibilidade à teoria do design inteligente, cunhando a expressão “sistemas de complexidade irredutível”. Com sua obra, o bioquímico e professor da Universidade Lehigh mostrou que é possível questionar o evolucionismo em bases científicas, nem precisando ser criacionista parta isso, como é o caso dele.

Mais de 20 anos depois da publicação de A Caixa Preta de Darwin, os questionamentos levantados por Behe (especialmente a grande questão sobre a origem dos sistemas biológicos complexos e da informação genética) continuam de pé, sem respostas convincentes por parte dos pesquisadores evolucionistas.

(Portal Adventista)