Se Minha Barriga Falasse: livro sobre nutrição e saúde para crianças

Casa Publicadora Brasileira lança livro infantil de médica e pedagoga sobre alimentação saudável

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Dedico esse livro a todas as crianças curiosas que, como meus filhos, sempre perguntaram o porquê das coisas. Você já imaginou se seu estômago pudesse avaliar o valor nutricional da sua comida e o que ele sente quando você come, e pudesse falar para você algumas dicas? Tive essa ideia assistindo a uma palestra da doutora Daniela Kano, na qual ela explicava de maneira muito didática o processo digestivo e como nosso organismo é beneficiado ou sofre pela ingestão dos alimentos. Achei incrível a explicação e pensei que todos deveríamos crescer sabendo disso e que nossas escolhas seriam muito mais sábias e conscientes. Conversei com a Daniela a respeito e ela aceitou participar desse projeto de escrevermos juntas esse livro infantil. Me sinto muito honrada por ela ter acreditado na ideia e estamos muito felizes porque Deus nos abençoou e tornou possível essa publicação. Espero que os pais e filhos compreendam por que uma alimentação saudável é prazerosa ao organismo e traz muitas recompensas!

(Débora Borges é pedagoga e pós-graduada em Aconselhamento Familiar)

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Os cem anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Movimento de Reforma

Um recorte da história e o raio-x de um movimento religioso

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Em 1915, um pequeno grupo de membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Europa entrou em confronto com a liderança da Igreja, tomando por base a princípio as visões dos seguintes indivíduos: Wieck, Herms, Stobbe, Balbierer, Carl Hossfeld e Schamberg, entre outros. Quando as primeiras profecias desses homens falharam, eles tomaram conhecimento de documentos que alguns dos líderes da igreja europeia, contrariando a posição oficial da Igreja como não combatente, haviam entregado ao governo em apoio a ele, enquanto disponibilizava nossos jovens como soldados para o combate. Isso lhes deu uma razão para se manterem na trincheira contra a liderança da Igreja, e batalharam contra ela até a separação definitiva em 1920, quando após o fim da guerra a liderança mundial da IASD se reuniu com eles no Colégio Adventista de Friedensau, Alemanha.

Gustavo Castellanos, que presidiu de 2000 a 2016 o tronco original da facção iniciada em 1915, do qual cerca de 120 outras facções já vieram a existência, escreveu um memorial da história de sua igreja no quarto trimestre de 2019 da revista Sabbatwächter, periódico oficial de sua denominação na Europa.

Holger Teubert, vice-diretor da APD®️, o Serviço de Imprensa Adventista na Europa, ao ler o referido memorial, entendeu que Casttellanos deixou de mencionar propositalmente 74 anos da história de sua igreja nos quais estão localizados seus maiores problemas, além de “maquiar” os poucos anos relembrados. Assim, Teubert escreveu um livro que responde a Castellanos e amplia os fatos, descrevendo a história como de fato se deu, incluindo os 74 anos deixados de fora.

O trabalho de Teubert tem como título 100 ANOS DA UNIÃO ALEMÃ DOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA, MOVIMENTO DE REFORMA.

Esperamos que o leitor aprecie conhecer esses fatos.

O tradutor.

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Homeopatia: tratamento ou ilusão?

Veja o que pesquisas, governos, autoridades e especialistas dizem sobre o assunto

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No início de 2019, a imprensa francesa noticiou que o seguro do serviço público de saúde (Sécurité Sociale) não mais reembolsaria tratamentos com medicações homeopáticas.¹ Essa decisão foi tomada pela Haute Autorité de Santé, órgão público com funções semelhantes às da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Agência Nacional de Saúde (ANS), no Brasil. O reembolso de tratamentos homeopáticos na França vigorava desde 1984.

O sistema público de saúde da França é um pouco diferente do nosso. Ele funciona por meio de reembolso. Isso significa que qualquer cidadão pode comprar um remédio e ser reembolsado pelo governo.

Na França, até então, o paciente recebia um reembolso de 30% do seguro saúde ao comprar medicamentos homeopáticos, que fossem receitados por médicos em uma consulta. A partir da decisão de não reembolso, o paciente terá que pagar integralmente o valor do medicamento, o que deve gerar uma solicitação maciça de prescrição de medicações alopáticas por parte da população. Esse processo será feito de forma gradativa. A partir de janeiro deste ano o reembolso passou a ser de 15%, e em 2021 o reembolso deixará de existir.

[Continue lendo.]

A mãe do Dr. Ben Carson e a decisão que mudou o rumo da família

benBen Carson disse sobre si mesmo: “Eu fui o pior aluno da minha classe na quinta série.” Certo dia, Ben fez uma prova de matemática com 30 problemas. O aluno sentado atrás dele corrigiu sua prova e a devolveu. A professora, a Sra. Williamson, começou a chamar o nome de cada aluno para saber quanto tinha acertado. Por fim, chamou Ben. Todo constrangido, ele murmurou a resposta. A Sra. Williamson, achando que ele tinha dito “9” (nine) respondeu que, para ele ter acertado 9 de 30, era um progresso e tanto. O aluno sentado atrás dele gritou: “Nove, não! Ele não acertou nenhum” (none). Ben disse que queria que o chão se abrisse.

Ao mesmo tempo, sua mãe, Sonya, enfrentava seus próprios obstáculos. Ela vinha de uma família de 24 filhos, tinha só o terceiro ano primário e não sabia ler. Casou-se aos 13 anos de idade, divorciou-se, teve dois filhos e estava criando os meninos num bairro pobre de Detroit. Apesar disso, ela era muito autoconfiante e tinha uma crença firme de que Deus a ajudaria, bem como aos filhos, se fizessem sua parte.

Um dia, aconteceu algo que mudaria a vida dela e a deles. De repente, ela percebeu que pessoas de sucesso, cujas casas ela limpava, tinham bibliotecas — elas liam. Depois do trabalho, ela foi para casa e desligou a televisão que Ben e seu irmão estavam vendo. Basicamente, ela disse o seguinte: “Meninos, vocês estão assistindo à televisão demais. Daqui por diante, vão assistir a três programas por semana. No tempo livre, vão para a biblioteca, vão ler dois livros por semana e me trazer um relatório.”

Os meninos ficaram chocados. Ben disse que nunca tinha lido um livro em toda a sua vida, exceto quando exigido pela escola. Eles protestaram, reclamaram, brigaram, mas em vão. Depois, Ben refletiu: “Ela instituiu a lei. Não gostei da regra, mas sua determinação de ver nosso progresso mudou o curso da minha vida.”

E que mudança! Na sétima série, ele era um dos primeiros da classe. Depois, entrou para a Universidade de Yale com uma bolsa de estudos; em seguida, estudou na Escola de Medicina Johns Hopkins; e lá, aos 33 anos, tornou-se diretor da neurocirurgia pediátrica e um cirurgião renomado. Como isso foi possível? Principalmente porque uma mulher que não teve muitas das oportunidades que a vida oferece magnificou seu chamado de mãe.

(Pr. Tad R. Callister, Pais: Os melhores professores do evangelho de seus filhos, Conferência Geral de Outubro de 2014)

Leia os livros de Ben Carson. Clique aqui.

A resenha que me emocionou

capa chegada2O livro que com muita alegria apresento a você agora já é um velho conhecido meu, com quem tive uma relação de amor e quase ódio (calma, pois o uso da palavra “ódio” aqui é só uma licença poética).

Era início de 2005 quando tive acesso ao livro de Michelson Borges. Até aquele momento não tínhamos um livro sobre a história de nossa igreja especificamente no Brasil, tendo, portanto, que me contentar com relatos esparsos nas histórias e biografias de nossos pioneiros. Achei o relato muito interessante, mas algo me deprimiu profundamente. Vou explicar…

No ano anterior, 2004, como líder de Jovens da Igreja Adventista do Sudoeste, em Brasília, fui o organizador de uma excursão da igreja ao Catre de Santa Catarina, na praia de Palmas. Fizemos alguns passeios pela região, passando por Brusque. Para minha surpresa, em minha leitura (três ou quatro meses após a viagem a Santa Catarina), descobri que havia passado perto de Gaspar Alto, onde se encontra a primeira IASD do Brasil.

Ah se eu soubesse…

Naquele momento, fiquei com a sensação de ter comido um livro que me foi doce ao paladar e amargo no ventre. Nossa viagem a Santa Catarina seria, com certeza, muito mais enriquecedora se… se eu conhecesse a história da minha igreja naquele momento e tivéssemos ido até a igreja em Gaspar Alto. Mas, choradeira à parte, vamos ao livro.

Quem pode conhecer o caminho da águia no céu, ou o caminho da serpente na rocha? Quão insondáveis são os desígnios de Deus, que escreve os roteiros mais surpreendentemente inimagináveis. Duvida? Quem imaginaria que a menina dos olhos de Deus (no Brasil) surgiria por meio de livros enviados em alemão, com a ajuda de um assassino foragido? E se eu te disser que o primeiro vendedor de nossa literatura por aqui só o fazia para sustentar (por anos) o vício do álcool? E o primeiro guardador do sábado por aqui foi o “conhecido” Wilhelm (sim, você já ouviu falar dele), nascido em 1835 na cidade de Erndtbrück (não tente pronunciar), na Pomerânia, país que não existe mais, engolido por Alemanha e Polônia após a Primeira Guerra (a propósito, se ainda estivesse vivo, Wilhelm teria completado 185 anos no dia 15/8).

São muitas as histórias, algumas trágicas, outras cômicas e divertidas, que mostram a direção de um “Deus do improvável” conduzindo Seu povo. Um relato único, inspirador, capaz de renovar nossa fé e fortalecer a esperança.

Mas eu te disse que o livro está sendo relançado, lembra? Pois é… Blaise Pascal disse que “o coração tem razões que a própria razão desconhece”. Confesso que durante anos, em minha conhecida maldade, pensei o mesmo quanto aos editores da Casa Publicadora Brasileira (CPB), pois não conseguia entender as razões para esse livro deixar de ser reimpresso. Minha frustração aumentou com o tempo, quando meu exemplar do livro desapareceu. Sim, eu disse que tinha uma dose de ódio em minha relação com este livro (kkkk).

Mas, para minha surpresa, soube alguns dias atrás que o livro voltou ao prelo. Provavelmente fui o primeiro a adquiri-lo na loja da CPB em Brasília, e logo no início da releitura minhas dúvidas de anos foram respondidas. Ocorre que o texto da primeira edição foi produzido pelo autor como sua monografia de conclusão do curso de Jornalismo na UFSC. O texto que temos agora é fruto de novas pesquisas, viagens e todo um trabalho de revisão da obra. O resultado é uma obra mais enriquecida, com novos detalhes, mais aprofundada. Eis o motivo para o livro ter ficado fora do catálogo da CPB por alguns anos.

Diante dessa apresentação nada convencional do livro, faço um desafio igualmente incomum a você. Todo muçulmano que se preza faz ao menos uma vez na vida a peregrinação até Meca. Católicos e protestantes costumam fazer o caminho de Santiago de Compostela, uma rota cheia de belezas naturais, onde muitos buscam uma forma meio mística de “iluminação”.

Após rever o texto de Michelson Borges, creio que não faria mal a nós adventistas do sétimo dia uma viagem a Gaspar Alto. Lá estão as raízes de nossa igreja, e creio que duas coisas podem acontecer:

1. Ao conhecer mais sobre o início da igreja no Brasil, poderemos conhecer mais sobre nós mesmos, pois é em Gaspar Alto que a minha e a sua história se cruzam. De lá partiu uma semente que, de alguma forma maravilhosa, chegou até a você e a mim.

2. Esse conhecimento não é o tão falado autoconhecimento, mas o conhecimento do Alto. Se você confia e aguarda a segunda vinda de Cristo, creio que conhecer Gaspar Alto renovará nosso senso de gratidão a Deus.

Eu gostaria de pegar a estrada agora mesmo, se me fosse possível, mas, alguns minutos atrás minha esposa me informou de que o momento não é o melhor. Parece que há uma pandemia por aí… Alguém ouviu falar disso?

Brincadeiras à parte, não sei se terei a oportunidade de realizar esse sonho, mas te convido a fazer essa viagem pelo relato de Michelson Borges (eu mesmo estou fazendo esse caminho pela segunda vez). Desejo desde já um ótimo passeio a todos!

(Mateus Castanho é diretor de Publicações na Igreja Adventista Central de Brasília)

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Para compreender questões educacionais, políticas e sociais sob outro ponto de vista

reading“A missão universitária consubstancia-se, por conseguinte, tanto em função dos meios e processos de agir, como em razão dos fins éticos, estéticos e científicos que, em conjunto, constituem sua razão de ser, mesmo porque a cada época histórica e a cada tipo de sociedade corresponde determinado modelo de Universidade. […] Alterados os objetivos da instituição, era natural que se operasse modificação adequada em seus ordenamentos e processos de ação, ora prevalecendo finalidades de ordem prática para entendimento de programas tecnológicos do País ou de cada Região, ora escopos mais amplos de caráter social ou assistencial, num leque de opções que não podia deixar de sofrer o impacto de preferências político-ideológicas. […] A questão que se põe nas democracias é, em suma, a da Universidade como unidade na diversidade, o que nos faz descer até a raiz do assunto, mesmo sob o prisma terminológico, visto basear-se a cultura democrática na capacidade superior de entendermo-nos, ainda que divergindo. […] O certo é que a nossa cultura universitária está ameaçada por quistos de ideologia e sectarismo que vicejam à sombra dos Departamentos, cujos senhores se prevalecem de autonomia que a lei confere, para ‘selecionar’ os que pretendem se dedicar ao magistério superior: as patrulhas ideológicas vêm atuando, perversamente, no seio dos Departamentos, impedindo a ascensão de valores reais nos quadros universitários, através de sistemática exclusão de quem não comungue com as diretrizes da oligarquia dominante, com resultados sempre condenáveis, quer sejam da esquerda ou da direita os responsáveis atos discriminatórios” (Miguel Reale).

As palavras de Miguel Reale, ainda que pronunciadas há mais de quatro décadas e contidas no livro Liberdade Acadêmica e Opção Totalitária, de Antônio Paim, soam como atuais, principalmente para quem passou pela experiência universitária. Quando a seleção bibliográfica é condicionada pela patrulha ideológica, a redução da cosmovisão é inevitável e o ensino superior perde seu sentido de “unidade na diversidade”, de “cultura democrática na capacidade superior de entendermo-nos, ainda que divergindo”, uma vez que a diversidade passa a ser restrita e patrulhada para que não perca seu princípio militante. O estudante passa por várias experiências na universidade, das quais duas são destacadas: o ser contrário à ideia dominante na sua área de estudo e ser automaticamente execrado por ser “antidemocrático”, “fascista”, “obscurantista”, “fundamentalista” e outros adjetivos pejorativos; ou ser ouvido, mas com indiferença, como se os ouvintes estivessem pagando a penitência de ter que suportar a existência do outro (que não pode existir).

Para quem passou pela escola básica de antigamente e teve a oportunidade de trabalhar, ou tem algum tipo de acesso a ela atualmente, é possível ver a diferença gritante de qualidade em todos os sentidos, principalmente no ensino. Isso se deve às questões políticas e pedagógicas, sendo estas grandes influenciadoras na queda da qualidade; os resultados do PISA são um exemplo claro disso. Optar pela questão social em detrimento da técnica, sobretudo no processo de alfabetização, provocou resultados catastróficos na educação brasileira. Isso tem consequências na sociedade em geral, onde a educação deveria servir para moderar os instintos e elevar o ser humano à “imagem e semelhança de Deus”, portanto, elevado e diferente dos demais seres, mas acaba por servir ao oposto, ao estímulo das paixões, do egoísmo e, ao mesmo tempo, cultuando a razão como deus e suplantando a religião. A identidade grupal que se quer passar, de indivíduos livres de tradições e de tudo que os liga ao passado, é a nova democracia, rompendo os laços mais íntimos da humanidade. Como disse Ortega y Gasset, em Ideias e Crenças, “sendo sua história a substância do homem, todo comportamento anti-histórico adquire nele um caráter de suicídio”.

Ao afirmar ou comentar algo e receber como resposta automática “você tem que dar espaço ao contraditório”, tenha certeza de que ela é pronunciada por alguém que vê a democracia como algo fixo e excludente, assim como ocorre com as patrulhas ideológicas nas universidades. A lista abaixo é uma alternativa, simples e limitada, para quem deseja compreender as questões educacionais, políticas e sociais sob outro ponto de vista. Talvez a leitura de apenas um livro da lista possa dar um novo rumo à vida intelectual e proporcionar uma expansão no horizonte de consciência.

PEDAGOGIA

A Falácia Socioconstrutivista – Kátia Simone Benedetti (Kírion)

Desconstruindo Paulo Freire – Thomas Giulliano (História Expressa)

Educação: Guia para perplexos – Inger Enkvist (Kírion)

Maquiavel Pedagogo ou o Ministério da Reforma Psicológica – Pascal Bernardin (Vide Editorial)

Professor não é Educador – Armindo Moreira (Indicto Editora)

CONTEXTO INSTITUCIONAL DA EDUCAÇÃO

A conexão de Leipzig – Paolo Lionni (Vide Editorial)

A Corrupção da Inteligência – Flávio Gordon (Record)

A Educação Superior e o Resgate Intelectual: O Relatório de Yale de 1828 (Vide Editorial)

A Tragicomédia Acadêmica: Contatos imediatos do terceiro grau – Yuri Vieira (Vide Editorial)

A Traição dos Intelectuais – Julien Benda (Editora Peixoto Neto)

Como as Corporações Globais Querem Usar as Escolas para Moldar o Homem para o Mercado – Joel Spring (Vide Editorial)

Contra a Escola: Ensaio sobre literatura, ensino e Educação Liberal – Fausto Zamboni (Vide Editorial)

Educação: livre e obrigatória – Murray Newton Rothbard (Instituto Ludwig Von Mises Brasil)

Intellectuals, from Marx and Tolstoy to Sartre and Chomsky – Paul Johnson (Harper Perennial)

Liberdade Acadêmica e Opção Totalitária: Um Debate Memorável – Antônio Paim (Távola Editorial)

O Ópio dos Intelectuais – Raymond Aron (Três Estrelas)

O Terrorismo Intelectual: De 1945 aos nossos dias – Jean Sévillia (Editora Peixoto Neto)

Os Intelectuais e a Sociedade – Thomas Sowell (É Realizações)

Radicais nas Universidades – Roger Kimball (Editora Peixoto Neto)

OUTROS LIVROS DE APOIO

10 Livros que Estragaram o Mundo e Outros Cinco que Não Ajudaram em Nada – Benjamin Wiker (Vide Editorial)

10 Livros que Todo Conservador Deve Ler, Mais Quatro Imperdíveis e um Impostor – Benjamin Wiker (Vide Editorial)

12 Regras para a Vida: Um antídoto para o caos – Jordan Bernt Peterson (Editora Alta Books)

A Arte da Sabedoria – Baltasar Gracián (Faro Editorial)

A Arte de Escrever em 20 Lições – Antoine Albalat (Vide Editorial)

A Imaginação Educada – Northrop Frye (Vide Editorial)

A Mente no Mundo Moderno – Lionel Trilling (É Realizações)

A Rebelião das Massas – José Ortega y Gasset (Vide Editorial)

Arte e Imaginação: Um estudo em filosofia da mente – Roger Scruton (É Realizações)

As Palavras Não São Deste Mundo – Hugo Von Hofmannsthal (Editora Âyiné)

A Vida Intelectual: Seu espírito, suas condições, seus métodos – Antonin-Dalmace Sertillanges (É Realizações)

Como Ler Livros: O guia clássico para a leitura inteligente – Mortimer Jerome Adler & Charles Van Doren (É Realizações)

Como Vencer a Guerra Cultural: Um plano de batalha cristão para uma sociedade em crise – Peter Kreeft (Ecclesiae)

Confissões de um Herético – Roger Scruton (Editora Âyiné)

Darwinismo Moral: Como nos tornamos hedonistas – Benjamin Wiker (Paulus)

Dicionário das Obras Básicas da Cultura Ocidental – Antônio Paim (Edições Livre)

Evasivas Admiráveis: Como a psicologia subverte a moralidade – Theodore Dalrymple (É Realizações)

Filosofia Verde: Como pensar seriamente o planeta – Roger Scruton (É Realizações)

Ideias e Crenças – José Ortega y Gasset (Vide Editorial)

Manual Politicamente Incorreto da Civilização Ocidental – Anthony Esolen (Vide Editorial)

Nas Trevas – Léon Bloy (Ecclesiae)

O Ceticismo da Fé: Deus uma dúvida, uma certeza, uma distorção – Rodrigo Silva (Ágape)

O Multiculturalismo como Religião Política – Mathieu Bock-Côté (É Realizações)

O Prazer de Pensar – Theodore Dalrymple (É Realizações)

O Tolo e Seu Inimigo – Jeffrey Nyquist (Vide Editorial)

Psicologia do Subdesenvolvimento – José Osvaldo de Meira Penna (Vide Editorial)

(Thiago F. da Silva é professor de Geografia)

Leia também: “Livros que todo cristão deveria ler antes de ir para a universidade”

Nota: Apenas para ponderação: li vários livros apologéticos muito bons no passado, de autores como William Craig, Lee Strobel e outros. Praticamente todos defendem a existência de um inferno eterno, são evolucionistas teístas e alguns até defendem o domingo como dia de guarda. Sempre recomendei esses autores com as devidas ressalvas (até porque tínhamos muito pouco conteúdo desse tipo no meio adventista). Alguns autores e algumas editoras citados no post acima são alinhados com ideias católicas/jesuítas (em algum momento futuro vou tratar desse assunto). Portanto, a mesma ressalva que faço com relação aos livros de Craig, Strobel e outros (mas por motivos diferentes, evidentemente) faço também com respeito a alguns livros a autores mencionados acima. Que a Bíblia Sagrada seja sempre nossa baliza. [MB]

CPB relança livro que resgata história do adventismo no Brasil

resgate-da-nossa-historia5Em sua segunda edição, livro A Chegada do Adventismo ao Brasil ressalta o papel dos pioneiros no desenvolvimento da Igreja no País a partir do fim do século 19

Durante décadas, os primeiros episódios sobre o desembarque e a difusão da mensagem da Igreja Adventista no território nacional ficaram restritos aos núcleos de famílias diretamente ligadas a eles, e aos poucos “historiadores” que preservaram detalhes transmitidos de geração em geração. Algumas dessas particularidades foram “imortalizadas”, também, graças aos relatórios enviados por missionários à Associação Geral (sede mundial da denominação) e às publicações oficiais em língua portuguesa, como a Revista Adventista. Mas foi somente no fim da década de 1990 que tudo foi reunido, sistematizado e narrado de forma cronológica e detalhada pelo então estudante Michelson Borges. O que era apenas um requisito acadêmico para se obter o diploma universitário tornou-se uma radiografia do desenvolvimento da Igreja no País. [CONTINUE LENDO.]

Michelson Borges revela notícia em primeira mão!

A frieza das redes

capa VS julhoQuando ocorreu a migração do processo de produção artesanal para novas formas de fabricação, os visionários da economia previam a substituição do trabalho manual pelas máquinas a vapor. Todavia, a Revolução Industrial iniciada na Inglaterra na segunda metade do século 18 não concedeu o tempo livre almejado pelos trabalhadores e garantido pelos “profetas da modernidade”. Um século depois, o advento da energia elétrica também não impediu o surgimento de outras funções e profissões, não obstante muitos países já oferecerem melhores condições sob o ponto de vista das legislações trabalhistas. Depois da Segunda Grande Guerra, a indústria de eletrodomésticos prometia amenizar o fardo doméstico das mulheres, mas nada disso aconteceu.

Ao prognosticar o futuro da humanidade, a indústria do desenho animado lançou em 1962 “Os Jetsons”, cuja narrativa apresentava o que seria a vida de uma família em um mundo automatizado, movido a tecnologias distantes da realidade daquela época. Em um dos episódios, Jane, esposa de George Jetson, confessa se encontrar muito cansada ao final do dia “por apertar muitos botões”.

Justo agora, seis décadas mais tarde, em um planeta envolto pela malha da internet, com recursos até então inimagináveis por meio do uso de i-phonestabletssmartphones, computadores, aplicativos para todas as necessidades e gostos, redes sociais, veículos autônomos, automóveis voadores e casas inteligentes, um vírus chegou para derrubar os mais otimistas da sociedade digital. Durante o período de quarentena, imposto em muitos países, profissionais precisaram continuar trabalhando a partir de casa – home office – e alunos e professores mergulharam em aulas síncronas, comunicando-se por meio de aplicativos apropriados para dezenas de participantes. Por um lado, problemas resolvidos ou suavizados; na outra ponta, as consequências negativas do excesso de exposição às telas de computadores e celulares e o tempo investido em reuniões de negócios e lives.

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ATENÇÃO! Este livro contém conteúdo altamente transformador

bastidoresNão é de hoje que ouvimos dizer que o que lemos, ouvimos, vemos (assistimos), jogamos, etc. nos afeta diretamente, e aos que estão ao nosso redor. Mas você já pensou em quanto isso realmente te afeta? De forma magnífica, o jornalista Michelson Borges aborda o assunto por vezes discutidos de forma superficial e sem o embasamento necessário. Com delicadeza, mas sem medo de chamar o pecado pelo nome (falar de tabus), o autor retira a cortina que separa o espectador dos bastidores e revela o mundo caótico, imundo e nojento que são as mídias (que fique claro: nem tudo na mídia é ruim! Como tudo na vida, há coisas boas e más).

Em menos de 200 páginas nos é revelada a poderosa arma que elas são. De RPGs, videogames, filmes, a livros e internet, nada escapa da análise minuciosa do autor, que com dados científicos, pesquisas, uma pitada de biografia, diversos depoimentos e entrevistas, nos mostra o que por vezes negligenciamos: a sociedade atual parou de pensar. Não passamos de seres manipulados.

Não, não se sinta abalado, caro leitor. Conhecimento é vida. E como se já não bastasse a influência que as mídias têm sobre os adultos “pensantes”, imagine o que elas fazem com os mais novos? Sem papas na língua, o autor escancara o perigo ao qual crianças e adolescentes estão expostos diariamente, sem que ao menos percebamos. Os depoimentos, dados e falas de especialistas reiteram que, se não forem bem guiadas, nossas crianças sofrerão dores desnecessárias por influência de jogos, desenhos, HQs, etc.

O alerta atinge a todos, de crianças a idosos; TODOS estão sob a influência da mídia. A pergunta que fica é: De qual lado estamos? Dos que estão conscientes e tomando as medidas necessárias para se manter blindados, ou do lado “Maria-vai-com-as-outras”, se deixando levar por esse mar de informações?

Boa leitura!

(Resenha publicada no Instagram @vestidadeletras)

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