Perguntas interativas da Lição: outras lições do Mestre dos mestres

Como Mestre dos mestres, Jesus nos ensina não apenas com Suas “aulas”, mas também com Suas atitudes. Nesta semana, a Lição da Escola Sabatina tratou sobre mais alguns de Seus profundos ensinos. As perguntas a seguir nos ajudarão a refletir sobre eles, e a aprender também.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia Gênesis 3:8-10. Jesus sabia que Adão estava escondido atrás de uma árvore justamente por haver pecado e estar com medo de Deus. Em sua opinião, por que, em vez de aparecer e repreender Adão por sua falha, Jesus lhe perguntou onde estava? Igualmente, há vários registros de perguntas de Jesus das quais Ele sabia a resposta. Por exemplo: “Quem dizem os homens que sou?” (Mc 8:27); “Que buscais?” (Jo 1:38); “Queres ser curado?” (Jo 5:6); “Dizes isso de ti mesmo…?” (Jo 18:34); etc. Qual é a intenção do Mestre ao nos fazer perguntas às quais Ele mesmo sabe responder?

Por que a educação cristã deve enfatizar o fato de que nossa natureza pecaminosa nos leva a nos “esconder” ou a “fugir” de Deus? Como a compreensão desse fato deve, na verdade, nos conduzir para Jesus como a solução desse problema? (Ver João 14:6.)

Leia João 1:1, 14. O que esse pensamento nos revela sobre Jesus como o grande exemplo de Mestre?

Romanos 5:17-19. Em que sentido Jesus é comparado a Adão nesse texto? De que forma esse pensamento exalta a misericórdia e a justiça de Deus? Que lições aprendemos tanto do primeiro quanto do segundo “Adão”?

Leia Genesis 28:10-17, sobre o sonho da escada de Jacó (note especialmente o verso 15). Como vemos nessa história, por que Deus está sempre tentando nos alcançar, apesar de nossos pecados? Por que esse princípio deve ser mantido em primeiro plano no currículo da educação cristã?

Leia João 1:35-38. Sendo Jesus um grande ensinador, por que Ele fez essa pergunta aos dois novos discípulos* que haviam começado a segui-Lo?** Note que eles responderam com outra pergunta: “Onde o Senhor mora?”*** E “Jesus respondeu: Venham ver! Então eles foram, viram onde Jesus estava morando e ficaram com Ele aquele dia” (João 1:39, NAA****). Que lições aprendemos aqui com o Mestre dos mestres?

Note a situação de Jesus em Marcos 7:24, procurando um retiro para poder descansar, até que foi descoberto. Mesmo assim, apesar de não haver planejado essa “aula”, Jesus aproveitou a oportunidade, e nos ensinou uma lição preciosa no desenrolar dessa história (ver os versos 25-30). Que lições aprendemos a partir desse episódio?

Jesus usou várias vezes a cegueira como analogia para um problema espiritual muito sério. Alguns exemplos se veem em textos como: Mt 23:24; Mc 10:51, 52; Lc 6:39; Jo 9:39-41; Ap 3:17, 18. Que lições importantes Ele procura nos ensinar com essas frases?

De tantas lições que nosso Mestre ensinou, tanto por palavras quanto por atitudes, qual delas chama mais a sua atenção? Como isso torna você um(a) discípulo(a) melhor? Como você pode passar isso adiante?

Notas:

* Um detalhe interessante que vemos em João 1:40 é que esses dois novos discípulos logo se tornariam parte dos 12 apóstolos: um deles era André, irmão de Pedro, e ou outro era João, que se omite aqui em seu próprio relato, como é comum em seus escritos, em sinal de humildade (ver O Desejado de Todas as Nações, p. 138).

** “Jesus sabia que os discípulos O estavam seguindo. […] No entanto, voltando-Se, perguntou apenas: ‘Que buscais?’. Queria deixá-los em liberdade de voltar atrás, ou de falar de seus desejos” (ibid., grifo acrescentado).

*** “De um único desígnio tinham eles consciência. Uma só era a Presença que lhes enchia o pensamento. Exclamaram: ‘Rabi, onde moras?’ Numa breve entrevista à beira do caminho, não podiam receber aquilo por que ansiavam. Desejavam estar a sós com Jesus, sentar-se-Lhe aos pés e ouvir-Lhe as palavras” (ibid.).

**** NAA = Nova Almeida Atualizada (2017).

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

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Perguntas interativas da Lição: Jesus como Mestre dos mestres

jesus

Muitos livros publicados ao redor do mundo retratam Jesus como “modelo” em áreas tão diversas como liderança, educação, vendas e até “coaching”. Porém, muito mais do que um modelo em qualquer área específica, Jesus deve ser o Mestre de nossa vida. E essa realidade deve ser a base da educação cristã. Esse foi o assunto da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Além de ser o nosso Salvador e Senhor, em que sentido Jesus deve ser também nosso Mestre? O que devemos aprender dEle e praticar? (Ver Mt 4:19; 9:35; 11:1, 29.)

Leia Efésios 5:1. Em sua opinião, qual é a essência desse versículo? Como nosso Mestre, de que maneira Jesus nos ensina a ser “imitadores de Deus, como filhos amados”?

Leia João 14:8, 9 e 2 Coríntios 4:6. O que significa dizer que “Jesus veio revelar o caráter do Pai”? E por que isso era necessário?

Sendo Jesus o nosso Mestre, que lições aprendemos de Seu exemplo ao lermos Filipenses 2:5-8? Como isso se aplica na vida prática do dia a dia?

Contraste a passagem acima (de Filipenses) com Tiago 4:6 e 1 Pedro 5:5. Por que um “cristão orgulhoso” é uma contradição ambulante? Como se pode vencer esse mal? (Ver Mt 11:29; 1Pe 5:6.)

Leia 2 Coríntios 5:18-20. O que aprendemos do mestre Jesus sobre “reconciliação”? O que significa o fato de que Ele também “nos deu o ministério da reconciliação” (v. 18) e “nos confiou a palavra da reconciliação” (v. 19)? Nesse sentido, de que forma nos tornamos “embaixadores de Cristo” (v. 20) ao mundo?

Leia João 17:18. Qual é a missão pela qual somos enviados? Como podemos representar devidamente o caráter de Quem nos envia?

Veja este trecho do início da lição de sexta-feira: “Todo verdadeiro trabalho educativo centraliza-se no Mestre enviado por Deus.” O que isso nos diz sobre o propósito da educação adventista, tanto na esfera familiar quanto na acadêmica?

Quais valores e ações são importantes para os professores e alunos que levam a sério a ideia de que Jesus foi e é nosso grande Mestre?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

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Perguntas interativas da Lição: os olhos do Senhor: a cosmovisão bíblica

Nunca vemos o mundo de uma posição neutra. Sempre o enxergamos através de “filtros” que afetam nossa maneira de interpretar e entender a realidade. Chamamos esses filtros de “visão de mundo” ou “cosmovisão”. A educação cristã deve se fundamentar na cosmovisão bíblica para que aprendamos a ver as coisas como o Senhor as vê, conforme a realidade. Esse é o tema da lição da Escola Sabatina desta semana, a qual enfatiza especialmente quatro colunas fundamentais na cosmovisão cristã: a existência de Deus, a criação, a redenção e a lei moral de Deus.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Sobre cosmovisões

A lição de sábado diz que “muito do que os seres humanos pensam sobre o mundo pode estar equivocado”. Sendo o ser humano tão inteligente, como isso pode acontecer? (R.: A cosmovisão ou visão de mundo que não é baseada na Bíblia é como uma lente que distorce a maneira como as pessoas percebem a própria realidade. Elas enxergam o mundo conforme seus parâmetros ideológicos e conceituais limitados. Eis alguns exemplos de cosmovisões equivocadas: ateísmo; teoria da evolução; ideologias filosóficas contrárias à Bíblia; ideias de que a vida é regida por “reencarnação”; “carma”; merecimento; astrologia; universos paralelos; etc.)

Por que nunca interpretamos o mundo de um modo “neutro”? Como o nosso modo de interpretar a realidade (cosmovisão) afeta nosso modo de viver?

Hoje em dia há muitas pessoas inteligentes e influentes (como Elon Musk) que pensam que o mundo em que vivemos não é real; é apenas uma “simulação virtual de computador feita por raças alienígenas”. Em sua opinião, como é possível pensarem assim? Quais são as possíveis consequências de se ter esse tipo de cosmovisão?

Leia Colossenses 2:8 com atenção. Por que o apóstolo diz para termos “cuidado” com as filosofias humanas? Por outro lado, como podemos enxergar o mundo de acordo com a realidade, que é “conforme Cristo”?

Sobre Deus

Leia Salmo 14:1 e 53:1. Qual é o perigo de se ter uma cosmovisão ateísta?

Por que a cosmovisão bíblica, teísta, criacionista é muito mais lógica e racional do que a visão de mundo ateísta?

Sobre a criação

Qual é o problema de se ter uma visão de mundo que tenha a teoria da evolução como a realidade? Pior do que isso, quais são os sérios perigos de tentar conciliar a cosmovisão evolucionista com a bíblica? De acordo com a lição de segunda-feira, essa tentativa de conciliação equivaleria a “zombar da Bíblia e da fé cristã como um todo”. Por quê?

Qual é a importância do sábado para aqueles que enxergam a realidade de acordo com a cosmovisão bíblica?

Sobre a redenção

Leia Apocalipse 14:6, 7. Por que a proclamação final do evangelho eterno ao mundo está associada à verdade de que Deus é Criador?

Leia 2 Coríntios 4:3, 4. Em se tratando de cosmovisão, de acordo esse texto, por que muitas pessoas não conseguem “enxergar” a importância do evangelho da redenção? Como podemos ajudar essas pessoas?

Sobre a lei de Deus

Por que o evangelho não faz sentido sem a lei de Deus?

Pense nisto: sem a cosmovisão da realidade, a qual só podemos adquirir pela Palavra de Deus, como definiríamos o que é “moral”? Quais seriam (e são) os problemas das definições humanas de “moral”?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: a Lei como professor

A educação cristã contempla alguns elementos importantíssimos para a jornada da vida. Um deles é o “temor do Senhor”, que é “o princípio da sabedoria” (Pv 1:7). Outro elemento, que deve ser consequência do anterior, é a obediência à Lei de Deus. Aliás, a própria Lei é uma “instrutora” no contexto da educação cristã. Esse foi o tema de estudo da lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia Deuteronômio 31:12, 13 e Salmo 111:10. Por que o temor ao Senhor deve ser parte da educação cristã? O que significa “temer” a Deus sem “ter medo” dEle? Como podemos temê-Lo e amá-Lo ao mesmo tempo? (veja 1 João 4:18)

Leia Deuteronômio 31:16, 19, 20. Deus ensinou aos hebreus um hino cuja letra prenunciava a apostasia do povo quando entrasse na terra de Canaã. A letra desse hino está no capítulo seguinte do livro (32). Em sua opinião, por que Deus fez uma aliança com os hebreus mesmo sabendo que eles a quebrariam no futuro? De que forma esse hino “educaria” o povo após a morte de Moisés? De que modo esse mesmo hino seria também uma “testemunha contra” esse povo no futuro? (R.: A letra desse cântico profético servia para educar o povo de Israel a respeito das consequências de sua desobediência antes mesmo que chegassem a esse ponto de rebeldia. Além disso, esse cântico vindicava o caráter santo e justo de Deus quando o povo estivesse devastado por causa de suas próprias escolhas erradas.)

De que modo a Lei pode ser uma “testemunha contra” nós? Nesse caso, o que essa “testemunha” nos ensina sobre a nossa necessidade do Evangelho?

Leia Josué 1:8. Nos termos bíblicos, o que significava “prosperar” ou ser “bem-sucedido” por obedecer a Deus? (Compare com a parte final de 2 Crônicas 20:20.)

Leia Gálatas 2:16, 21; 3:21; Romanos 3:31; 6:15. Se a obediência à Lei de Deus não pode nos salvar nem nos trazer vantagens materiais, então por que escolhemos obedecer?

Ao pensar em Jó, João Batista e outros fiéis servos de Deus que sofreram muito, responda: Por que a tragédia também atinge os que guardam as leis de Deus? (Veja Hebreus 11:13-16.)

Leia Lucas 2:51, 52; Filipenses 2:8; Hebreus 5:8. O que a educação que Jesus recebeu de Seus pais terrenos e a vida que Ele viveu nos dizem em relação à obediência às leis de Deus?

Apesar de procurarmos obedecer a Deus, por que a vida cristã não deve ser reduzida a apenas um “conjunto de regras a seguir”?

De que maneira a educação cristã pode formar pessoas que temam a Deus, guardem os Seus mandamentos, e “andem como Jesus andou”? O que significa, na prática, em pleno século 21, “andar como Jesus andou”? (Veja 1 João 2:3-6)

Leia Mateus 22:37-40; João 14:15, 24; Romanos 13:8-10. Em que sentido o amor é o “resumo” ou a “essência” da Lei? Como esse conhecimento comprova que o cristianismo se trata muito mais de transformação da natureza do que apenas de “mudança de comportamento”? Sendo assim, qual é ainda o papel da lei nesse processo? (Veja 1 Timóteo 1:8-11.)

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: a família

A Lição da Escola Sabatina desta semana destaca a importância da educação familiar desde o Éden. Grande responsabilidade repousa sobre os pais no sentido de educar os filhos para que entendam a realidade do grande conflito entre o bem e o mal, e para que aprendam a fazer escolhas corretas. As perguntas a seguir nos ajudarão a refletir sobre o assunto e a fazer aplicações práticas na vida.

Perguntas interativas para discussão:

Em que sentido podemos dizer que “a vida é uma escola”? 

Leia Deuteronômio 6:6, 7. O que a Bíblia diz sobre a educação na família? Por que, no plano original de Deus, a educação deve começar no lar?

Leia 1 João 3:12. Apesar de terem recebido a mesma educação familiar, os irmãos Caim e Abel tomaram rumos totalmente contrários. O que isso nos ensina sobre o livre-arbítrio? (Pense sobre o fato de Lúcifer ter tido o melhor Educador do Universo, e ainda assim ter feito escolhas tão erradas.)

Ao se basear nos poucos versos que evidenciam o caráter de José e de Maria (ex.: Lc 1:38; Mt 1:18, 19, 24), como você imagina que foi a educação que deram ao menino Jesus?

Leia Provérbios 27:17. Por que o ensino, para que seja efetivo, além de transmitir informação, deve também envolver relacionamento, companheirismo e empatia? O que isso nos diz sobre o nosso próprio relacionamento com Deus por meio da leitura da Bíblia e da oração?

Leia 2 Coríntios 6:14; Efésios 5:25; 6:4; Colossenses 3:18-21. Como você entende a importância desses versos para a educação dos filhos? Por que os pais têm a obrigação moral de ter um comportamento que represente Cristo e a igreja?

Em que sentido nós, pais que vivemos na era cristã, temos uma “história melhor” para contar aos nossos filhos do que os pais que viveram antes de Cristo?

Em sua opinião, qual é a essência da educação cristã, a qual os pais jamais devem perder de vista?

Por que é crucial sempre manter diante dos filhos a realidade da presença de Deus?

Apesar de sua imperfeição, como você pode se tornar um(a) melhor professor(a) para seus filhos e/ou para aqueles que são influenciados por você no círculo familiar?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: educação no Jardim do Éden

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Nesta semana estamos iniciando mais um trimestre com uma série de estudos da Escola Sabatina. O tema geral é “Educação e Redenção”. As perguntas a seguir servem para produzir interação e reflexão sobre o tema estudado.

Perguntas interativas para discussão:

De que modo o Jardim do Éden pode ser considerado uma sala de aula e Deus o Professor? Que lições Deus ensinou ao primeiro casal e a toda a humanidade no Éden?

Leia Gênesis 3:1-6. Ao ouvir as insinuações de satanás (através da serpente), por que Eva acreditou mais nas palavras de um “estranho” do que na educação que ela havia recebido do próprio Deus? Que lições podemos aprender com esse episódio? (Compare com Gálatas 1:8, 9.)

Se o homem e a mulher já eram semelhantes a Deus (Gn 1:27), como eles caíram no engano de que seriam só semelhantes a Ele se O desobedecessem? Como isso pode ser comparado aos enganos atuais?

Note bem que em Gênesis 3:5 Satanás falou uma “meia-verdade” ao casal quando lhes disse que seriam como Deus ao conhecerem o bem e o mal. Deus mesmo confirmou isso no verso 22: “Eis que o homem se tornou como um de Nós, conhecendo o bem e o mal.” Em que sentido a afirmação satânica era apenas meia-verdade, de molde a enganar? O que faltou ser dito? Por que o conhecimento do mal é totalmente destrutivo para o ser humano, mas não para Deus? (R.: A afirmação de que seriam “semelhantes a Deus” ao conhecerem o mal era verdadeira apenas em parte. Como Deus é onisciente, Ele conhece o mal, mas obviamente não é afetado por ele. Já o ser humano, ao conhecer o mal, arruinou sua semelhança com a divindade, pois foi contaminado e identificado com o mal.)

Após a queda de nossos primeiros pais, quais devem ser as características da verdadeira educação? O que deve ser recuperado na educação cristã?

De que forma a verdadeira educação pode nos conduzir a Jesus? (Compare com Colossenses 2:8.)

Após a queda surgiu a necessidade de aprendermos lições que não seriam necessárias se fôssemos santos. Conforme 2 Pedro 2:10, 11 e Judas 1:8-10, por que os anjos caídos e os humanos ímpios zombam das autoridades superiores? Por outro lado, conforme Hebreus 13:7, 17, 24, por que a verdadeira educação, que é parte da redenção, nos ensina a respeitar as autoridades? Contudo, como devemos reagir em casos de abuso de autoridade?

Como podemos conhecer mais a Deus por meio da educação e do trabalho?

Que tipo de alunos Deus espera que sejamos, e quanto estamos dispostos a aprender dEle?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: um passo de fé

Seguir Jesus é decidir não só dar o primeiro passo de fé, mas continuar andando com Ele cada dia

Jesus

Enquanto caminhava, ao perceber que dois novos discípulos O seguiam, Jesus virou de repente para trás e lhes perguntou: “O que vocês estão buscando?” (Jo 1:38). Ele queria que os novos discípulos tivessem a certeza do que queriam ao dar esse passo, que envolveria abnegação, dificuldades e perseguição. Um deles era André, irmão de Pedro, e o outro era João, o evangelista (DTN, p. 87). Ambos sabiam o que queriam, e seguiram Jesus até o fim da vida. Seguir Jesus é decidir não só dar o primeiro passo de fé, mas continuar andando com Ele cada dia, apesar de possíveis perdas e sofrimentos. Todo o sofrimento que possamos ter como consequência de ter escolhido andar com Cristo não pode ser comparado à glória que teremos ao estar com Ele na eternidade (2Co 4:17, 18).

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia Filipenses 2:5-7. O que significa ter “o mesmo modo de pensar de Jesus”? Como você imagina que era o pensamento dEle, e como podemos pensar como Ele? (Compare com 1Co 2:16.)

O fim da lição de domingo diz que “viver com Cristo na eternidade fará com que qualquer sacrifício pareça insignificante”. Como você justifica essa frase?

Leia Mateus 4:18-20. Pedro e André já conheciam Jesus havia mais de um ano quando receberam esse chamado definitivo para O seguirem. Em sua opinião, por que eles abandonaram TUDO para segui-Lo? Como isso pode ser aplicado a nós, hoje?

De acordo com o verso 19, o que significa ser um(a) “pescador(a) de pessoas” (nota: a palavra “homens” nesse verso vem do grego “anthropos”, que quer dizer “ser humano”)? Por que vale a pena participar desse projeto de Jesus (de salvar pessoas), ainda que, se necessário, tenhamos que abandonar tudo?

Jesus chamou até mesmo as pessoas aparentemente mais improváveis, como é o caso de Mateus, que era publicano (Mt 9:9). Ao receber o chamado, Mateus também abandonou tudo e seguiu Jesus. O que podemos aprender ao refletir sobre isso? Como podemos ser instrumentos de Jesus para que as pessoas aparentemente improváveis de hoje também recebam esse chamado?

Leia 2 Coríntios 5:14. De que maneira “o amor de Cristo nos constrange” a ser missionários em nosso dia a dia?

Compare estes textos: Atos 9:15, 16 (que mostram o que Jesus queria fazer com Paulo); Atos 18:9, 10; 28:28 (que mostram a firme certeza de Paulo); e 2 Coríntios 11:24-28 (que mostram o quanto Paulo sofreu ao cumprir o propósito de Jesus para ele – veja especialmente o verso 28, que apresenta a única preocupação dele). Que lições podemos aprender disso? Como Jesus poderia usar você também para levar o nome dEle para outras pessoas? Como essa missão pode se tornar o maior propósito de sua vida?

Após ter ressuscitado, Jesus perguntou três vezes a Pedro se ele O amava (Jo 21:15-19). Em sua opinião, por que Jesus não perguntou uma só vez? Nas três ocasiões em que Pedro respondeu que O amava, Jesus lhe deu uma ordem: “Apascenta as Minhas ovelhas.” Pense bem: Em que sentido uma ovelha pode ajudar o Pastor Divino a apascentar outras ovelhas? Qual é a relação entre o amor que dizemos ter por Jesus e o apascentar Suas outras ovelhas?

De que maneira podemos “negar o Senhor” por meio de nossas ações ou da falta de ação? Como essa situação pode ser revertida quando obedecemos à ordem: “Apascenta as Minhas ovelhas”?

Leia 1 João 3:17, 18. Como essas palavras impactam sua vida?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: mensagem que vale a pena compartilhar

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Apesar de desejarem muito, os anjos não podem pregar o Evangelho (1Pe 1:12), pois essa tarefa cabe aos seres humanos redimidos por Cristo (Mt 28:18-20). Portanto, as mensagens dos três “anjos” de Apocalipse 14:6-12 não são pregadas por seres angelicais, mas por pessoas. Além disso, a palavra grega “angelos”, traduzida na maioria das vezes como “anjo”, também significa “mensageiro” (Lc 7:24; 9:52). Os adventistas do sétimo dia creem que eles estão sendo representados na figura dos três anjos, pois estão pregando essas mesmas mensagens, as quais são parte integrante do Evangelho eterno (Ap 14:6). O fato de aparecerem “voando pelo meio do céu” mostra a urgência e a abrangência de sua pregação ao mundo inteiro. E essa é uma mensagem que vale a pena compartilhar!

Perguntas interativas para discussão em grupo:

A Bíblia se concentra nas duas vindas de Jesus. O Antigo Testamento e os evangelhos focaram mais na primeira vinda, apesar de tratarem da segunda também. O que isso nos diz sobre o conceito da “verdade presente” mencionado em 2 Pedro 1:12?

Qual é a essência do livro do Apocalipse, e porque ele deve ser a nossa “verdade presente”? (R.: O foco do Apocalipse é a segunda vinda de Jesus para resgatar e livrar Seus servos de toda a opressão do pecado, e esse livro deve ser enfatizado especialmente pelos cristãos que vivem no fim dos tempos.)

O que há de errado quando o livro do Apocalipse é apresentado apenas como um livro recheado de símbolos e profecias, sem ter Jesus como o centro?

Leia Apocalipse 3:11; 22:7, 20. Apesar de ter sido escrito há cerca de dois mil anos, por que o Apocalipse enfatiza que Jesus viria “em breve”? Como a correta compreensão bíblica sobre o estado dos mortos nos ajuda a entender essa afirmação? (R.: A brevidade da vida do ser humano e a total inconsciência durante a morte – conforme Eclesiastes 9:5, 6 – tornam a vinda de Jesus relativamente “breve” para todas as pessoas.)

O centro da estrutura literária do Apocalipse são os capítulos 12 a 14, que tratam do grande conflito cósmico entre Cristo e Satanás e a vitória de Cristo no fim. Nesse contexto, qual é o significado e a essência das três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12? (Obs.: A essência é o “evangelho eterno”, mas com foco especial no tempo do fim, os perigosos enganos religiosos e a volta de Jesus.)

Qual o significado da primeira mensagem angélica (Ap 14:6, 7)? Quais as semelhanças com Eclesiastes 12:13, 14? O que significa “temer” a Deus? Tendo como exemplos 1 Coríntios 6:20 e 10:31, o que significa “dar glória” a Deus, especialmente no tempo do fim?

Leia Apocalipse 4:11 e 14:7. Por que o fato de termos sido criados é um dos motivos para adorar a Deus? Como o sábado reflete esse fato?

Qual o significado da segunda mensagem angélica (Ap 14:8)? Como Babilônia conseguiu dar a beber de seu “vinho” intoxicante a quase todas as nações do planeta? Quando Babilônia realmente “cairá”? (Nota: Como vemos em 1 Pedro 5:13, “Babilônia” era um código para se referir a Roma, que sempre oprimiu o povo de Deus e distorceu os ensinos das Escrituras, contaminando o mundo todo com suas heresias, como, por exemplo, com o conceito da imortalidade da alma. Roma em breve formará uma coalizão com outras religiões e com o Estado que acabará cerceando o povo de Deus que guarda os dez mandamentos. Esse será o momento que marcará definitivamente a “queda” de “Babilônia”.)

Como podemos apresentar a verdade bíblica sobre “Babilônia” e o “sinal da besta” de modo cativante? Como podemos apresentar essas verdades do modo “menos ofensivo” possível (mesmo que alguns sempre se sintam ofendidos)? Por que essa mensagem deve ser pregada mesmo que possa causar esse tipo de constrangimento?

Jamais poderemos produzir “justiça” por nossos próprios esforços (Is 64:6). É a graça e a justiça de Cristo que nos dão segurança (Ef 2:8). Então por que ainda procuramos obedecer aos mandamentos de Deus (Rm 3:31)? Como Apocalipse 14:12 relaciona a graça com a obediência aos mandamentos?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: compartilhando a história de Jesus

Nossa vida, não nossas palavras, é a testemunha mais eloquente daquilo que cremos. As pessoas geralmente não aceitam Jesus devido a uma boa oratória, mas ao verem Ele próprio em ação na vida e nos atos das pessoas transformadas por Seu poder. Esse foi o tema da lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

O que significa dizer que o melhor testemunho sobre Jesus não é feito com palavras mas com a vida?

Por que as doutrinas e a própria Teologia não fazem sentido se Jesus não estiver em seu fundamento?

Leia Efésios 2:1-5. Do que Paulo está falando? Por que é importante reconhecermos e testemunharmos da mudança operada em nós?

Agora leia os versos 9 e 10. O que significa dizer que a salvação é “pela graça” e não “pelas obras”? Apesar de não podermos conquistar a salvação por meio de “boas obras” (o que tornaria nossa salvação algo impossível), qual o sentido do verso 10, ao dizer que Deus “preparou as boas obras de antemão para que andemos nelas”?

Como as boas obras de um cristão transformado podem testemunhar sobre Jesus e conduzir pessoas a Ele?

Veja as personalidades dos irmãos Tiago e João antes de conhecerem Jesus (Mc 3:17; Lc 9:54) e depois (Tg 3:13; 1Jo 4:7, 8, 11). De que maneira as experiências deles e a de tantos outros, como os ex-endemoninhados de Gadara, devem se tornar testemunhos poderosos a respeito da missão de Jesus?

Leia Romanos 5:1 e 8:1. Apesar dessas afirmações confortadoras, por que há tantos cristãos que têm dúvida da própria salvação? O que pode estar errado e como isso pode ser resolvido? Como podemos ter a certeza da salvação sem ser presunçosos?

Por que não podemos testemunhar eficientemente de Jesus se temos dúvidas da nossa própria salvação?

Leia Lucas 9:23. O que significa exatamente “negar-se a si mesmo”, “dia a dia tomar a sua cruz” e “seguir” a Jesus? Mesmo que a salvação por meio de boas obras não seja possível, por que há alguns sacrifícios a fazer e coisas a abandonar quando aceitamos Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor? Como essa entrega total e sem reservas nos torna testemunhas mais poderosas?

Como podemos experimentar a atuação do poder divino em nossa vida para sermos testemunhas eficazes de Jesus?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: um modo emocionante de se envolver

Alguns chamam de “células”, outros de “pequenos grupos”. Ao longo de toda a Escritura vemos a importância de o povo de Deus estar reunido em grupos menores para nutrição espiritual, apoio mútuo, desenvolvimento dos dons e o cumprimento da missão. São notáveis os vários exemplos encontrados, desde a divisão da nação de Israel em grupos de dez pessoas (Êx 18:25), passando pelo grupo-base de 12 discípulos de Jesus, e culminando na estrutura da igreja primitiva, que se reunia nos lares (At 2:46; Rm 16:5; 1Co 16:19; Cl 4:15; etc.). É, portanto, plano de Deus que Seu povo se reúna intencionalmente em grupos menores; é uma estratégia para se alcançar vários objetivos.  Esse foi o assunto da lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em (pequenos) grupos:

De acordo com Romanos 8:11, como a ressurreição de Jesus demonstra a unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo no Plano da Salvação? O que essa união deve nos ensinar?

Leia Êxodo 18:24-25. De que modo o conselho de Jetro para Moisés é um “tipo” de pequeno grupo? Quais foram as vantagens para o povo de Israel após toda a nação ter sido dividida em grupos de dez pessoas? Como essa estratégia pode ter desenvolvido vários líderes em potencial?

De que forma um pequeno grupo pode ser útil tanto para o crescimento individual como de toda a igreja? Como os pequenos grupos ajudam a descobrir e a desenvolver os dons espirituais?

Um trecho da lição de domingo diz que “os pequenos grupos podem ter vários propósitos, mas seu objetivo principal é ganhar para Jesus pessoas perdidas”. Como?

Leia Mateus 9:37, 38. Por que faltam trabalhadores para atuar na “plantação” do Senhor? Como se trabalha nessa seara e que tipo de frutos são colhidos? Além de “orar” para que Deus envie mais trabalhadores para Sua seara, como podemos “atuar” de modo a contribuir mais nesse sentido?

Discuta esta citação da lição de quinta-feira: “O ministério de pequenos grupos logo desaparecerá se seu foco for interno e não externo.” Qual é o problema de um pequeno grupo que é apenas uma reunião de crentes que não convidam amigos “de fora” para participar? Por que um dos focos do PG tem que ser levar pessoas a Jesus?

É muito provável que você já tenha ouvido falar de pequenos grupos que não funcionaram e acabaram “morrendo”. Em sua opinião, por que isso acontece?

Por que um pequeno grupo deve sempre se manter unido à igreja local? Quais são os riscos de um pequeno grupo “secreto”, desconhecido pelos líderes da igreja? Por que isso é tão perigoso?

Levando em consideração tudo o que estudamos nesta semana, responda: Como você pode fazer diferente a partir de agora, para que os pequenos grupos não sejam apenas um “programa” pontual da igreja, mas sim um estilo de vida cristão?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)