Perguntas interativas da Lição: aliança eterna

A Lição da Escola Sabatina desta semana examina o conceito da aliança de Deus segundo o livro de Deuteronômio, e como ela se relaciona com o “Evangelho eterno” (Ap 14:6). Nesse relacionamento, a aliança é a essência do Evangelho, e o Evangelho é a essência da aliança.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Compare Ezequiel 16:60 com Apocalipse 14:6. Qual é a relação entre a “aliança eterna” de Deus e o “Evangelho eterno”? Em que sentido podemos dizer que “a aliança é a essência do Evangelho” e que “o Evangelho é a essência da aliança”?

De que forma a aliança de Deus com Abraão (Gn 12:1-3; 15:18) já era um prenúncio do Evangelho? (ver Gl 3:7-9)

Apesar do fato de que a aliança de Deus (o Evangelho) é totalmente baseada em Sua graça, por que ela envolve a obediência? (Jo 14:15)

Que papel a Lei desempenha na vida dos que foram salvos pela graça? Por que essa lei é tão crucial para nossa experiência com Deus? (ver 1 Jo 2:3, 4)

Como o conceito de Lei e Evangelho aplicados juntos se ajusta perfeitamente à primeira das três mensagens angélicas (Ap 14:6, 7)?

Que textos bíblicos você usaria para provar que a Lei de Deus não foi abolida no contexto da nova aliança? (Exemplos: Mt 5:17, 18; Mc 10:19; Jo 14:15; Tg 2:10-12; 1Jo 2:3, 4; 3:4; etc.)

Apesar das falhas dos descendentes de Abraão, por que Deus ainda mantinha Sua parte na aliança feita com esse patriarca? Como isso se compara à igreja, hoje?

Como podemos interpretar a declaração de Deuteronômio 5:3? Como isso também se aplica aos cristãos que vivem hoje tantos séculos após os eventos narrados nos evangelhos?

Leia Deuteronômio 8:5 e 14:1. Como essa imagem nos ajuda a entender o tipo de relacionamento que Deus deseja ter com Seu povo? De nossa parte, que tipo de filhos devemos ser? (ver 1Co 4:14; Ef 5:1). Como esse pensamento pode transformar sua experiência com Deus?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: a lição da história de Moisés

Logo de início o livro de Deuteronômio (1:3) faz menção de que os 40 anos de peregrinação no deserto haviam se cumprido. Agora o povo de Israel estava prestes a atravessar o rio Jordão, último obstáculo que os separava da tão sonhada terra de Canaã. Nesse contexto, antes que o povo atravessasse o rio e entrasse na terra da promessa, Moisés faz a todos uma recapitulação de sua história sob a direção de Deus. Havia muitos princípios que deveriam manter em mente antes de começar essa nova fase de sua história. Há também preciosas lições a serem extraídas desse mesmo contexto para nós hoje. Esse é o tema da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Antes que o povo atravessasse o Jordão para finalmente entrar em Canaã, Moisés fez uma longa recapitulação de como Deus os guiou até ali. Como povo de Deus, que somos, por que é importante nos lembrarmos de como Deus nos tem guiado?

Leia Êxodo 32:31, 32. Com base nesse texto, o que podemos dizer do caráter de Moisés? O que podemos aprender com essa atitude a respeito de amar verdadeiramente as pessoas? Em que sentido Moisés foi um tipo de Cristo?

Por que o pecado só pode ser perdoado (ou carregado) por Jesus Cristo?

Quando os israelitas duvidaram da Palavra de Deus, de que com Seu auxílio poderiam conquistar a terra de Canaã, Deus lhes disse que, por causa disso, teriam de caminhar no deserto por 40 anos (Nm 14:34). Por que o livro de Deuteronômio faz questão de mencionar que os 40 anos haviam se cumprido? (R.: para provar que as profecias de Deus se cumprem perfeitamente.)

Deuteronômio 1:15. Por que o povo de Deus deve ser organizado? Por outro lado, como seria se a igreja não fosse organizada?

Deus estava treinando Moisés para o Céu, fazendo-o passar por provas nas quais ele teria que tomar atitudes nobres. Em um desses “testes”, quando Deus lhe disse que destruiria o povo de Israel, veja o argumento que Moisés usou para tentar “fazer Deus mudar de ideia”: Números 14:15-20. O que esse argumento nos diz sobre a preocupação “evangelística” de Moisés com os povos vizinhos?

O que as pessoas ao nosso redor pensam de Deus por causa de nossas atitudes como Seu povo? Por que devemos nos preocupar com isso? Por que é nossa responsabilidade impressionar nossos amigos e vizinhos com o melhor pensamento a respeito de Deus por meio de nossas atitudes e estilo de vida?

Leia Gênesis 15:13-16. Abraão já habitava na “terra da Promessa”, mas Deus lhe disse que sua descendência só habitaria ali após passarem 400 anos no Egito. É que Deus daria todo esse tempo de graça para os amorreus abandonarem suas práticas perversas. Em sua opinião, por que Deus deu tanto tempo assim para eles, chegando a cobrir várias gerações?

Após os 400 anos de graça concedidos para os amorreus, eles finalmente “atingiram a medida de sua iniquidade” (Gn 15:16) e finalmente teriam que ser expulsos da terra. Se, ao invés de abandonarem a terra, eles decidissem ficar para lutar contra o povo de Deus, teriam que ser totalmente destruídos. Mesmo sendo difícil entender isso, por que podemos continuar confiando que Deus é muito mais justo do que nós e sabe o que faz? (ver Isaías 55:8, 9)

Durante o Milênio todas as perguntas serão respondidas. Como isso nos ajuda a confiar mais em Deus enquanto ainda não temos todas as respostas?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: prefácio de Deuteronômio

Nesta semana a Lição da Escola Sabatina inicia um novo trimestre e um novo tema: “A Verdade Presente em Deuteronômio”. A lição de abertura nos apresenta o pano de fundo do livro de Deuteronômio, cujo cenário é baseado no seguinte contexto: após haver caminhado por quase 40 anos no deserto, a segunda geração dos israelitas que saíram do Egito estava prestes a atravessar o rio Jordão e, finalmente, entrar na tão sonhada terra da promessa. Mas o próprio Moisés não pôder entrar com eles por ter desonrado a Deus em um momento de fúria (Nm 20:7-12). Sabendo disso, Moisés então ajuntou o povo e fez alguns discursos recapitulando a história da nação e a graça de Deus em fazer uma aliança com eles. Sua intenção foi confirmar a fé dos israelitas em Deus e lhes exortar a permanecer fiéis à aliança com Ele. Apesar de tudo isso ter acontecido há tanto tempo (séc. 15 a.C.), as lições são também para nós hoje (Rm 15:4; 1Co 10:6).

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia 1 João 4:8. Por que é difícil entendermos plenamente a expressão “Deus é amor”? Apesar disso, por que essa é uma notícia muito boa?

Quando Deus criou seres inteligentes, por que Ele lhes deu a capacidade de escolha (livre-arbítrio), mesmo sabendo que haveria o risco de escolherem não amá-Lo? Por que o amor não pode ser forçado?

Diante de todo o sofrimento que o mundo passa hoje devido ao mau uso do livre-arbítrio de muitos, por que ainda assim valeu a pena Deus ter oferecido amor gratuito e a capacidade de escolher amar?

Leia Gênesis 6:5. Em sua opinião, como a humanidade chegou a essa triste condição antes do dilúvio? E por que ela está indo nessa direção novamente? Como podemos viver de forma a não cair nessa tendência humana?

Gênesis 12:1-3. De que modo essa promessa de Deus a Abraão alcança toda a humanidade caída? (Compare com Gálatas 3:7-9.)

Leia Êxodo 19:4-8. Qual era o propósito de Deus ao tirar os israelitas do Egito?

Números 14:33-35. O que fez com que o castigo do povo de Israel fosse tão severo? (R.: Eles não confiavam em Deus e por isso tiveram primeiro que aprender essa lição de um modo bem rigoroso.)

Leia Êxodo 19:8; 24:3, 7. Israel falhou em sua missão de ser uma bênção ao mundo sob a graça divina. Como povo remanescente de Deus no fim dos tempos, tendo a missão de pregar o evangelho eterno, por que devemos nos preocupar com a história de Israel? (Ver 1 Coríntios 10:6.)

Por que a nossa obediência é importante na relação de aliança com Deus, mesmo que sejamos salvos apenas pela graça?

Por outro lado, apesar da importância da obediência, há o grande problema do legalismo. O que significa “legalismo”? O que pode transformar a fidelidade à Palavra de Deus e aos Seus mandamentos em uma armadilha legalista?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: o descanso supremo

A última vez em que houve um evento mundial culminante (o dilúvio), apenas oito pessoas em todo o mundo estavam preparadas para ele. Jesus comparou alguns detalhes desse evento com a ocasião de Sua segunda vinda. Apesar de Sua volta ser a ocasião em que finalmente entraremos no descanso supremo de Deus, muitos não estarão preparados para esse dia, preocupados e distraídos com muitos cuidados.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia Apocalipse 1:12-18. Quando João teve essa visão, já haviam se passado quase 70 anos desde a última vez que ele tinha visto Jesus. Que sentimentos ele deve ter tido agora ao vê-Lo glorificado?

Por que devemos desejar intensamente a volta de Jesus?

Leia Mateus 24:9-14. De que forma a pregação do Evangelho nos protege contra os enganos dos últimos dias? O que significa “perseverar até o fim”? Como fazer isso?

Apocalipse 14:6-12 revela o conteúdo da pregação do povo remanescente nos últimos tempos. O que há de importante nessas três mensagens? Por que elas são urgentes?

Qual é a relação entre o evangelho eterno e o descanso?

Se alguém aguarda entrar no “descanso supremo de Deus” (o Céu), mas descobre que primeiro terá que passar pelo sono da morte, de que forma a confiança na Palavra de Deus pode lhe trazer esperança de tal modo que “descanse em paz”? (Ver Hb 11:13-16; Jo 5:28, 29; 11:11, 14; etc.)

Leia Filipenses 4:4-6. Como essas palavras podem ser aplicadas à nossa vida? Como elas podem nos ajudar a encontrar descanso mesmo ao enfrentar provas e tribulações?

Apesar de que ainda não entramos no “descanso supremo de Deus”, como já podemos experimentá-lo, tendo uma “paz que excede todo o entendimento” (Fp 4:7)?

Ao encerrarmos o tema geral da lição deste trimestre como você pode expressar o significado da expressão “descanso em Cristo”? Como você pode experimentar essa verdade em sua vida?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: o profeta inquieto

Apesar de conhecer a Deus e servi-Lo, Jonas sofria de inquietação e falta de paz. A lição da Escola Sabatina desta semana analisou as causas dessa inquietação e como Jonas poderia encontrar descanso em Deus. O livro que conta sua história é concluído sem revelar se o profeta mudou de atitude ou não. Ele encerra com uma pergunta que fica no ar, sem resposta (4:11). O objetivo é que nós, os leitores, possamos responder positivamente às lições que Deus quis ensinar para Jonas.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Em 2 Reis 14:25 temos a informação de que Jonas já era um profeta conhecido e bem-sucedido quando recebeu a missão de pregar na violenta cidade de Nínive. Mas, ao receber essa missão, ele viajou para Társis, na direção oposta (Jn 1:1-3). O que há de errado quando alguém que conhece a Deus e Sua Palavra tenta “fugir” dEle?

É conhecida a história da viagem de Jonas, de como ele foi lançado ao mar e de como Deus enviou um “grande peixe” para lhe ensinar uma lição (Jn 1). Veja em Jonas 2:4, 7 um detalhe da oração do profeta quando estava dentro do animal. Qual é o significado de ele ter mencionado o santuário nesse momento de desespero? (R.: Ele se referia ao santuário celestial, do qual o terrestre é apenas um símbolo. Era lá onde estava a esperança dele.)

Depois de ter sido liberto do grande peixe, Jonas viajou até Nínive, mas em vez de pregar sobre arrependimento, ele pregou apenas sobre a destruição iminente da cidade (Jn 3:1-4). Mesmo assim, ele teve um sucesso incrível e totalmente inesperado, pois a cidade inteira se arrependeu de seus pecados e foi poupada (Jn 3:5-10). Por que o arrependimento é tão essencial na experiência cristã? O que significa nos arrepender dos pecados, especialmente dos pecados que cometemos repetidamente?

Apesar do fabuloso resultado de sua pregação (milhares de vezes mais bem-sucedida que a de Noé), em que uma cidade de 120 mil pessoas se converteu, Jonas se sentiu fracassado e injustiçado. Por quê? Que tipo de “servo de Deus” era esse? Como podemos evitar ser esse tipo de pessoa, mesmo em menor grau? (Veja também Lc 9:53-55.)

Leia Jonas 4:1-4. Qual era o problema desse profeta? O que lhe trazia tanta falta de paz? O que podemos aprender de seu caráter defeituoso? (R.: Jonas estava mais preocupado com sua reputação – pois a profecia de destruição não mais se cumpriria – do que com a salvação daquelas pessoas que ele detestava. Ele conhecia a Deus e O amava, mas ainda precisava ser transformado por Seu amor.)

Pense nesta frase que se encontra na lição de quinta-feira: “Jonas não estava pronto para ter um vizinho ninivita no Céu.” Quão sério é esse problema?

De que valeria Jonas ter ajudado milhares de pessoas a se arrependerem e a serem salvas, e ele mesmo se perder? Leia 1 Coríntios 9:27 e responda: Como podemos evitar ter um espírito que ama a Deus e não as pessoas, correndo o grande risco de perder a salvação?

Por que não basta conhecer a verdade, mas temos que ser transformados por ela?

Leia Judas 1:21. O que significa “guardar-se no amor de Deus”? O que podemos fazer para crescer nesse aspecto (ver o verso 22)?

De que forma encontramos descanso espiritual em Jesus quando trabalhamos pela salvação de outros?

Leia 1 Coríntios 13:1-3. Como podemos amar todas as pessoas, inclusive (e especialmente) aquelas com as quais não concordamos e que têm um estilo de vida que a Bíblia desaprova?

Qual é a mensagem essencial do livro de Jonas, e por que ela é tão relevante para a igreja hoje?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: ansiando por mais

As Escrituras estão repletas de modelos e “tipos” que apontam para realidades muito maiores. Hebreus 4 mostra uma dessas analogias ao apontar o descanso sabático como um símbolo do descanso definitivo que teremos no Céu. Esse foi o tema da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

A palavra grega typos (“tipo”, “modelo”, “exemplo”, “símbolo”) foi utilizada em Hebreus 8:5 para se referir ao status do santuário terrestre em relação ao santuário celestial. Pensando assim, por que o sangue era tão essencial nos rituais do santuário terrestre? (Comparar com Hb 9:22 e 1Pe 1:18, 19.)

De que modo a compreensão de que somos salvos pelo sangue de Jesus nos faz experimentar o descanso de Deus? Que diferença faz saber que somos salvos pela graça de Jesus e não por obras meritórias de nossa parte?

A palavra typos também foi utilizada no texto original de 1 Coríntios 10:6, 11 (ver). Em que sentido os erros e acertos do povo de Israel são “exemplos” ou “modelos” para nós hoje?

Leia Romanos 15:4. O que isso nos diz sobre a importância de conhecer muito bem a Bíblia?

Leia Hebreus 4:1-11. Em que sentido o descanso semanal no sábado é um “tipo” do descanso que teremos no Paraíso? (Note especialmente os versos 3, 4, 8 e 9 dentro desse contexto.)

Veja os versos 6 e 7 do texto acima e compare com Salmo 95:8-11. O que significa “endurecer o coração” e como podemos evitar que isso aconteça? Qual o significado do “hoje” nesses textos?

Afinal, o que significa “entrar no descanso de Deus”? (R.: Significa descansar de todas as nossas ansiedades ao ter o coração preenchido por Seu amor e confiar totalmente nEle e em Suas promessas; é ter a certeza do perdão dos pecados e da salvação, apesar de todas as dificuldades desta vida continuarem até o último dia, quando então definitivamente veremos o cumprimento da esperança.)

Como o descanso sabático pode nos ajudar a ansiar pelo descanso celestial?

Como você pode ajudar outras pessoas a encontrar descanso em Jesus, se elas pensam que seus pecados foram graves demais, e que o caso delas é realmente sem esperança? Que passagens bíblicas você compartilharia com essas pessoas?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: descanso sabático

De todos os Des Mandamentos registrados em Êxodo 20, apenas o do sábado começa com o imperativo “lembre-se”. Lembrar pressupõe conhecimento anterior. E se Deus nos ordena a lembrar é porque é fácil esquecer e deixar de aproveitar todas as bênçãos contidas na observância do sábado.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Em sua opinião, por que os outros nove mandamentos não começam com o imperativo “lembre-se” (por exemplo, “lembre-se de não matar” ou “lembre-se de não roubar”)?

Leia Gênesis 1:26, 27. Por que é importante entender que Deus criou os seres humanos à Sua própria imagem e semelhança? Como esse conhecimento aumenta nosso valor próprio e nossa responsabilidade?

Pensando nesse “status” (de sermos feitos à imagem de Deus), como deve ser nosso relacionamento com as outras coisas criadas?

A lição de domingo chama a teoria da evolução de “mitologia popular”. O que o autor quer dizer com isso?

Em que sentido a guarda do sábado é uma celebração da liberdade? (Somos livres da escravidão do pecado; e para escolher a obediência.)

Por que devemos estender as bênçãos do sábado, tanto quanto possível, para outras pessoas e até para os animais?

Como podemos tornar o sábado uma bênção para outras pessoas e uma oportunidade de testemunhar?

Leia Isaías 58:13, 14. Por que não devemos cuidar “de nossos próprios interesses” no dia de sábado?

Leia Êxodo 31:13, 17 e Ezequiel 20:12, 20. Em que sentido o sábado é um “sinal” de Deus?

Como podemos ter uma experiência mais profunda com Deus no sábado?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: livres para descansar

As doenças não fazem parte do plano original de Deus. No entanto, devido ao fato de o pecado ter atingido nosso mundo, todos estamos sujeitos a vários tipos de enfermidades enquanto aguardamos a “redenção de nosso corpo” no dia da volta de Jesus (Rm 8:23). Na lição desta semana, estudamos dois casos de enfermidades sofridas por personagens bíblicos, uma física e outra psicológica; e vimos como eles encontraram descanso em Cristo ao permitir que Ele os curasse no âmbito espiritual.

Perguntas para reflexão e discussão:

1. Leia Marcos 2:1-12. Que detalhes dessa história o impressionam mais? Que lição podemos aprender do fato de que Jesus ofereceu ao paralítico o perdão dos pecados em primeiro lugar?

2. Mesmo seguindo cuidadosamente os princípios saudáveis, por que neste mundo não existe garantia de saúde? Por que devemos continuar seguindo esses princípios, apesar disso?

3. Por que uma pessoa que encontra descanso em Cristo pode suportar mais as dores físicas?

4. Leia 1 Reis 19:1-8. Como podemos entender a crise de depressão que Elias experimentou logo após ter tido uma grande vitória? Qual era o problema de Elias?

5. Em sua opinião, por que Elias se dirigiu ao monte Horebe, o “Monte de Deus”, enquanto estava deprimido e desejando morrer?

6. Leia 1 Reis 19:9-13. O que aconteceu ali? Que lição Deus ensinou a Elias quando lhe falou com uma voz “mansa e delicada”, mas não através do forte vento, do terremoto e do fogo?

7. Leia 1 Reis 19:15, 16. Após falar a Elias através de uma voz mansa e delicada, por que Deus deu uma lista de tarefas para ele cumprir? Como essas tarefas podem ter ajudado Elias a se recuperar de seus sentimentos negativos? Que lição pode existir aqui para nós, hoje?

8. É fato que é mais difícil orar quando em depressão. Nesse caso, por que é importante se lembrar nessas horas que fé não é sentimento?

9. Como podemos encontrar descanso quando nossas orações não são respondidas? Como podemos ter a certeza de que, apesar disso, Cristo está conosco todos os dias até a consumação dos séculos?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: descanso, relacionamentos e cura

“Não perdoar é como beber um veneno esperando que a outra pessoa morra.” A falta de perdão – tanto em concedê-lo como também em recebê-lo – pode resultar em sérios danos emocionais, psicológicos e até físicos. Por isso, perdoar é um elemento fundamental para os cidadãos do reino dos Céus. Vemos essa nobre atitude na história de José, no Egito. Esse foi o tema da lição da Escola Sabatina dessa semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia Gênesis 42:7-9, 23. Ao reconhecer seus irmãos (e saber que eles não o reconheciam), por que José foi a princípio tão áspero com eles? Qual era a intenção dele?

Leia Genesis 45:7, 8 e 50:20. Como essa percepção da providência de Deus pode ter ajudado José a perdoar seus irmãos?

Como você imagina que estavam os sentimentos dos irmãos de José durante todos os anos desde que o venderam? Que mudanças podem ter ocorrido ao receberem o perdão?

Analise essa frase da lição: “O perdão tem mais a ver conosco do que com a pessoa que nos prejudicou”. Como assim? (ver Pv 17:22)

Medite também nessa outra frase e explique o seu significado: “O perdão, como o amor, começa com uma escolha e não com um sentimento”.

Por que o perdão deve ser baseado na razão e não na emoção?

Leia Mateus 6:12, 15; 18:35.  Por que Deus não nos perdoa se não perdoarmos as pessoas?

Leia Romanos 4:7,8. Em que sentido somos bem-aventurados quando somos perdoados por Deus?

Conforme as palavras de Jesus em Mateus18:21, 22, o que significa “perdoar setenta vezes sete”?

Como podemos viver de acordo com os altos princípios expressos em Mateus 5:44 e Lucas 6:28? (ver Mc 10:27)

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: encontrando descanso nos laços familiares

Nenhuma família tem relacionamentos perfeitos. Mas a de José era terrivelmente disfuncional. Era uma família com 13 filhos (contando Diná) de quatro mães, vivendo todos (menos a mãe Raquel, que morreu no segundo parto) em meio a muito ciúmes e intrigas. José era filho da “esposa preferida” e era visivelmente o “filho preferido” do pai. Nesse lar reinava a sensualidade (Gn 38:1-18), chegando ao ponto de o primogênito cometer adultério com uma das mulheres do próprio pai (35:22)! Imagine os sentimentos dos filhos dela (Dã e Naftali) em relação a esse meio-irmão!

Além disso, a violência que também reinava nesse lar chegou ao limite quando dois desses irmãos, Simeão e Levi, se encarregaram de assassinar todos os homens de uma vila inteira (34:25, 26) e roubar, além de todos os objetos de valor, todas as pessoas restantes para serem escravas (v. 27-29)! Nesse ambiente, não foi difícil eles unirem seu ódio contra José e desejarem também a morte dele (37:18-20). Contudo, apesar de ter vivido em uma família tão desestruturada, José se tornou um dos maiores modelos de firmeza moral para todos os jovens que vieram depois dele (39:7-12).

A Lição da Escola Sabatina desta semana analisa a vida desse jovem para mostrar como podemos encontrar descanso em Cristo apesar de termos vivido – ou ainda estarmos vivendo – em famílias disfuncionais.

Perguntas interativa para discussão em grupo:

Em sua opinião, o que seria um relacionamento familiar perfeito? Quais são os possíveis efeitos na vida de quem cresce ou vive em uma família que não experimenta um relacionamento ideal?

Como o conhecimento do amor de Deus nos ajuda a vencer os comportamentos e vícios que herdamos de famílias disfuncionais?

O que tornava a família de José tão disfuncional?  (R.: o ambiente trapaceiro que experimentaram na casa de Labão; a promiscuidade da poligamia – apesar de ser “normal” na cultura social da época – que gerou ciúmes e desconfiança entre os irmãos e as mães; a visível preferência do pai por um dos filhos; etc.)

Como resultado de seu sistema familiar doentio, os próprios irmãos de José o venderam aos ismaelitas comerciantes de escravos (Gn 37:26-28). Como vemos a partir de Gênesis 39, apesar de sua situação humilhante, o que fez com que José conseguisse prosperar em tudo o que fazia? Que lições aprendemos para nossa vida com a experiência dele?

Leia Gênesis 39:7-10. Apesar de todos os maus exemplos de fraqueza e imoralidade sexual em família, o que fez com que José resistisse especificamente à forte e insistente sedução da esposa de Potifar? Em sua opinião, como seria se um “José” moderno passasse por uma situação semelhante logo após haver “maratonado” vários filmes onde o sexo é apenas “casual” e sem compromisso? Qual é a solução para esses modernos Josés – tanto rapazes quanto moças?

Ser cristãos apenas de fachada não nos trará descanso em nossos relacionamentos. Quais são as diferenças entre os cristãos guiados pela cultura e os guiados pelo Espírito (Rm 8:9, 14)?

Leia Tiago 1:5. Por que devemos pedir a Deus sabedoria para nos relacionarmos com as pessoas? De que forma os relacionamentos interpessoais revelam nosso relacionamento com Deus?

Leia Efésios 2:19. Como nossa família, ou cada um de nós, individualmente, pode se tornar parte da “família de Deus” e encontrar descanso em meio a tantas perturbações do mundo?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)