Perguntas interativas da Lição: um passo de fé

Seguir Jesus é decidir não só dar o primeiro passo de fé, mas continuar andando com Ele cada dia

Jesus

Enquanto caminhava, ao perceber que dois novos discípulos O seguiam, Jesus virou de repente para trás e lhes perguntou: “O que vocês estão buscando?” (Jo 1:38). Ele queria que os novos discípulos tivessem a certeza do que queriam ao dar esse passo, que envolveria abnegação, dificuldades e perseguição. Um deles era André, irmão de Pedro, e o outro era João, o evangelista (DTN, p. 87). Ambos sabiam o que queriam, e seguiram Jesus até o fim da vida. Seguir Jesus é decidir não só dar o primeiro passo de fé, mas continuar andando com Ele cada dia, apesar de possíveis perdas e sofrimentos. Todo o sofrimento que possamos ter como consequência de ter escolhido andar com Cristo não pode ser comparado à glória que teremos ao estar com Ele na eternidade (2Co 4:17, 18).

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia Filipenses 2:5-7. O que significa ter “o mesmo modo de pensar de Jesus”? Como você imagina que era o pensamento dEle, e como podemos pensar como Ele? (Compare com 1Co 2:16.)

O fim da lição de domingo diz que “viver com Cristo na eternidade fará com que qualquer sacrifício pareça insignificante”. Como você justifica essa frase?

Leia Mateus 4:18-20. Pedro e André já conheciam Jesus havia mais de um ano quando receberam esse chamado definitivo para O seguirem. Em sua opinião, por que eles abandonaram TUDO para segui-Lo? Como isso pode ser aplicado a nós, hoje?

De acordo com o verso 19, o que significa ser um(a) “pescador(a) de pessoas” (nota: a palavra “homens” nesse verso vem do grego “anthropos”, que quer dizer “ser humano”)? Por que vale a pena participar desse projeto de Jesus (de salvar pessoas), ainda que, se necessário, tenhamos que abandonar tudo?

Jesus chamou até mesmo as pessoas aparentemente mais improváveis, como é o caso de Mateus, que era publicano (Mt 9:9). Ao receber o chamado, Mateus também abandonou tudo e seguiu Jesus. O que podemos aprender ao refletir sobre isso? Como podemos ser instrumentos de Jesus para que as pessoas aparentemente improváveis de hoje também recebam esse chamado?

Leia 2 Coríntios 5:14. De que maneira “o amor de Cristo nos constrange” a ser missionários em nosso dia a dia?

Compare estes textos: Atos 9:15, 16 (que mostram o que Jesus queria fazer com Paulo); Atos 18:9, 10; 28:28 (que mostram a firme certeza de Paulo); e 2 Coríntios 11:24-28 (que mostram o quanto Paulo sofreu ao cumprir o propósito de Jesus para ele – veja especialmente o verso 28, que apresenta a única preocupação dele). Que lições podemos aprender disso? Como Jesus poderia usar você também para levar o nome dEle para outras pessoas? Como essa missão pode se tornar o maior propósito de sua vida?

Após ter ressuscitado, Jesus perguntou três vezes a Pedro se ele O amava (Jo 21:15-19). Em sua opinião, por que Jesus não perguntou uma só vez? Nas três ocasiões em que Pedro respondeu que O amava, Jesus lhe deu uma ordem: “Apascenta as Minhas ovelhas.” Pense bem: Em que sentido uma ovelha pode ajudar o Pastor Divino a apascentar outras ovelhas? Qual é a relação entre o amor que dizemos ter por Jesus e o apascentar Suas outras ovelhas?

De que maneira podemos “negar o Senhor” por meio de nossas ações ou da falta de ação? Como essa situação pode ser revertida quando obedecemos à ordem: “Apascenta as Minhas ovelhas”?

Leia 1 João 3:17, 18. Como essas palavras impactam sua vida?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: mensagem que vale a pena compartilhar

three-angels

Apesar de desejarem muito, os anjos não podem pregar o Evangelho (1Pe 1:12), pois essa tarefa cabe aos seres humanos redimidos por Cristo (Mt 28:18-20). Portanto, as mensagens dos três “anjos” de Apocalipse 14:6-12 não são pregadas por seres angelicais, mas por pessoas. Além disso, a palavra grega “angelos”, traduzida na maioria das vezes como “anjo”, também significa “mensageiro” (Lc 7:24; 9:52). Os adventistas do sétimo dia creem que eles estão sendo representados na figura dos três anjos, pois estão pregando essas mesmas mensagens, as quais são parte integrante do Evangelho eterno (Ap 14:6). O fato de aparecerem “voando pelo meio do céu” mostra a urgência e a abrangência de sua pregação ao mundo inteiro. E essa é uma mensagem que vale a pena compartilhar!

Perguntas interativas para discussão em grupo:

A Bíblia se concentra nas duas vindas de Jesus. O Antigo Testamento e os evangelhos focaram mais na primeira vinda, apesar de tratarem da segunda também. O que isso nos diz sobre o conceito da “verdade presente” mencionado em 2 Pedro 1:12?

Qual é a essência do livro do Apocalipse, e porque ele deve ser a nossa “verdade presente”? (R.: O foco do Apocalipse é a segunda vinda de Jesus para resgatar e livrar Seus servos de toda a opressão do pecado, e esse livro deve ser enfatizado especialmente pelos cristãos que vivem no fim dos tempos.)

O que há de errado quando o livro do Apocalipse é apresentado apenas como um livro recheado de símbolos e profecias, sem ter Jesus como o centro?

Leia Apocalipse 3:11; 22:7, 20. Apesar de ter sido escrito há cerca de dois mil anos, por que o Apocalipse enfatiza que Jesus viria “em breve”? Como a correta compreensão bíblica sobre o estado dos mortos nos ajuda a entender essa afirmação? (R.: A brevidade da vida do ser humano e a total inconsciência durante a morte – conforme Eclesiastes 9:5, 6 – tornam a vinda de Jesus relativamente “breve” para todas as pessoas.)

O centro da estrutura literária do Apocalipse são os capítulos 12 a 14, que tratam do grande conflito cósmico entre Cristo e Satanás e a vitória de Cristo no fim. Nesse contexto, qual é o significado e a essência das três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12? (Obs.: A essência é o “evangelho eterno”, mas com foco especial no tempo do fim, os perigosos enganos religiosos e a volta de Jesus.)

Qual o significado da primeira mensagem angélica (Ap 14:6, 7)? Quais as semelhanças com Eclesiastes 12:13, 14? O que significa “temer” a Deus? Tendo como exemplos 1 Coríntios 6:20 e 10:31, o que significa “dar glória” a Deus, especialmente no tempo do fim?

Leia Apocalipse 4:11 e 14:7. Por que o fato de termos sido criados é um dos motivos para adorar a Deus? Como o sábado reflete esse fato?

Qual o significado da segunda mensagem angélica (Ap 14:8)? Como Babilônia conseguiu dar a beber de seu “vinho” intoxicante a quase todas as nações do planeta? Quando Babilônia realmente “cairá”? (Nota: Como vemos em 1 Pedro 5:13, “Babilônia” era um código para se referir a Roma, que sempre oprimiu o povo de Deus e distorceu os ensinos das Escrituras, contaminando o mundo todo com suas heresias, como, por exemplo, com o conceito da imortalidade da alma. Roma em breve formará uma coalizão com outras religiões e com o Estado que acabará cerceando o povo de Deus que guarda os dez mandamentos. Esse será o momento que marcará definitivamente a “queda” de “Babilônia”.)

Como podemos apresentar a verdade bíblica sobre “Babilônia” e o “sinal da besta” de modo cativante? Como podemos apresentar essas verdades do modo “menos ofensivo” possível (mesmo que alguns sempre se sintam ofendidos)? Por que essa mensagem deve ser pregada mesmo que possa causar esse tipo de constrangimento?

Jamais poderemos produzir “justiça” por nossos próprios esforços (Is 64:6). É a graça e a justiça de Cristo que nos dão segurança (Ef 2:8). Então por que ainda procuramos obedecer aos mandamentos de Deus (Rm 3:31)? Como Apocalipse 14:12 relaciona a graça com a obediência aos mandamentos?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: compartilhando a história de Jesus

Nossa vida, não nossas palavras, é a testemunha mais eloquente daquilo que cremos. As pessoas geralmente não aceitam Jesus devido a uma boa oratória, mas ao verem Ele próprio em ação na vida e nos atos das pessoas transformadas por Seu poder. Esse foi o tema da lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

O que significa dizer que o melhor testemunho sobre Jesus não é feito com palavras mas com a vida?

Por que as doutrinas e a própria Teologia não fazem sentido se Jesus não estiver em seu fundamento?

Leia Efésios 2:1-5. Do que Paulo está falando? Por que é importante reconhecermos e testemunharmos da mudança operada em nós?

Agora leia os versos 9 e 10. O que significa dizer que a salvação é “pela graça” e não “pelas obras”? Apesar de não podermos conquistar a salvação por meio de “boas obras” (o que tornaria nossa salvação algo impossível), qual o sentido do verso 10, ao dizer que Deus “preparou as boas obras de antemão para que andemos nelas”?

Como as boas obras de um cristão transformado podem testemunhar sobre Jesus e conduzir pessoas a Ele?

Veja as personalidades dos irmãos Tiago e João antes de conhecerem Jesus (Mc 3:17; Lc 9:54) e depois (Tg 3:13; 1Jo 4:7, 8, 11). De que maneira as experiências deles e a de tantos outros, como os ex-endemoninhados de Gadara, devem se tornar testemunhos poderosos a respeito da missão de Jesus?

Leia Romanos 5:1 e 8:1. Apesar dessas afirmações confortadoras, por que há tantos cristãos que têm dúvida da própria salvação? O que pode estar errado e como isso pode ser resolvido? Como podemos ter a certeza da salvação sem ser presunçosos?

Por que não podemos testemunhar eficientemente de Jesus se temos dúvidas da nossa própria salvação?

Leia Lucas 9:23. O que significa exatamente “negar-se a si mesmo”, “dia a dia tomar a sua cruz” e “seguir” a Jesus? Mesmo que a salvação por meio de boas obras não seja possível, por que há alguns sacrifícios a fazer e coisas a abandonar quando aceitamos Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor? Como essa entrega total e sem reservas nos torna testemunhas mais poderosas?

Como podemos experimentar a atuação do poder divino em nossa vida para sermos testemunhas eficazes de Jesus?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: um modo emocionante de se envolver

Alguns chamam de “células”, outros de “pequenos grupos”. Ao longo de toda a Escritura vemos a importância de o povo de Deus estar reunido em grupos menores para nutrição espiritual, apoio mútuo, desenvolvimento dos dons e o cumprimento da missão. São notáveis os vários exemplos encontrados, desde a divisão da nação de Israel em grupos de dez pessoas (Êx 18:25), passando pelo grupo-base de 12 discípulos de Jesus, e culminando na estrutura da igreja primitiva, que se reunia nos lares (At 2:46; Rm 16:5; 1Co 16:19; Cl 4:15; etc.). É, portanto, plano de Deus que Seu povo se reúna intencionalmente em grupos menores; é uma estratégia para se alcançar vários objetivos.  Esse foi o assunto da lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em (pequenos) grupos:

De acordo com Romanos 8:11, como a ressurreição de Jesus demonstra a unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo no Plano da Salvação? O que essa união deve nos ensinar?

Leia Êxodo 18:24-25. De que modo o conselho de Jetro para Moisés é um “tipo” de pequeno grupo? Quais foram as vantagens para o povo de Israel após toda a nação ter sido dividida em grupos de dez pessoas? Como essa estratégia pode ter desenvolvido vários líderes em potencial?

De que forma um pequeno grupo pode ser útil tanto para o crescimento individual como de toda a igreja? Como os pequenos grupos ajudam a descobrir e a desenvolver os dons espirituais?

Um trecho da lição de domingo diz que “os pequenos grupos podem ter vários propósitos, mas seu objetivo principal é ganhar para Jesus pessoas perdidas”. Como?

Leia Mateus 9:37, 38. Por que faltam trabalhadores para atuar na “plantação” do Senhor? Como se trabalha nessa seara e que tipo de frutos são colhidos? Além de “orar” para que Deus envie mais trabalhadores para Sua seara, como podemos “atuar” de modo a contribuir mais nesse sentido?

Discuta esta citação da lição de quinta-feira: “O ministério de pequenos grupos logo desaparecerá se seu foco for interno e não externo.” Qual é o problema de um pequeno grupo que é apenas uma reunião de crentes que não convidam amigos “de fora” para participar? Por que um dos focos do PG tem que ser levar pessoas a Jesus?

É muito provável que você já tenha ouvido falar de pequenos grupos que não funcionaram e acabaram “morrendo”. Em sua opinião, por que isso acontece?

Por que um pequeno grupo deve sempre se manter unido à igreja local? Quais são os riscos de um pequeno grupo “secreto”, desconhecido pelos líderes da igreja? Por que isso é tão perigoso?

Levando em consideração tudo o que estudamos nesta semana, responda: Como você pode fazer diferente a partir de agora, para que os pequenos grupos não sejam apenas um “programa” pontual da igreja, mas sim um estilo de vida cristão?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: desenvolvendo uma atitude conquistadora

“Essa religião sentimental que não faz caso do pecado e que só se demora no amor de Deus pelo pecador, estimula-o a crer que Deus o salvará embora continue em pecado e saiba que é pecado. É assim que estão procedendo muitos que professam crer na verdade presente. A verdade é mantida fora de sua vida, e esta é a razão por que ela não tem mais poder para convencer e converter a alma” (Ellen White, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 155). A lição desta semana trata sobre um aspecto muito importante que está relacionado a essa citação. Devemos conquistar as pessoas ao nosso redor com amor incondicional, promovendo acolhimento, aceitação e amizade. Mas se essa atitude nobre não chegar a um ponto em que a verdade bíblica seja apresentada ao amigo, isso não é amor, mas é a falta dele. Se realmente amamos como Cristo espera que amemos, não deixaremos de apresentar a Verdade em todo o momento oportuno, “com toda a paciência e doutrina” (2Tm 4:2).

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia Lucas 15:1, 2. Tendo como base o caráter e a missão de Jesus, por que Ele “recebia pecadores e comia com eles”? Qual era o resultado dessas interações de Jesus?

Pense nas barreiras sociais e religiosas que separavam os judeus e os samaritanos. Estes haviam construído seu próprio templo no monte Gerizim e desenvolvido ideias teológicas muito “estranhas” que os tornaram detestáveis para os judeus. Leia João 4:3, 4. Apesar dessas diferenças, em que sentido “era necessário” Jesus passar por Samaria? Como Ele ainda conseguia ver pessoas receptivas naquele lugar? Que lições importantes aprendemos de Seu encontro com a mulher junto ao poço?

Se dependesse dos discípulos, a cidade de Samaria jamais seria evangelizada (Lc 9:51-54). Apesar de esse pensamento ser assustador, por que ainda hoje muitos cristãos cometem o mesmo erro em relação a algumas classes de pessoas? Como podemos desenvover um olhar como o de Jesus para com as pessoas aparentemente improváveis de receber o Evangelho?

De acordo com Romanos 15:7 e Efésios 4:32, qual é o fundamento para aceitarmos e acolhermos todas as pessoas? De que forma o acolhimento e a amizade sincera podem ajudar a conduzir uma pessoa a Cristo?

De acordo com a lição de quarta-feira, um relacionamento que fique só na “aceitação” e na “amizade”, sem confrontar o outro indivíduo amorosamente com as verdades das Escrituras, equivale a “deixar de amá-lo”. Uma citação parecida é apresentada na lição de quinta-feira, que diz: “Jesus não deixou de apresentar a verdade ‘por causa do amor’, pois isso não seria amor.” Por que a não apresentação da verdade bíblica a um(a) amigo(a) equivale a não amá-lo(a) de verdade?

Veja em 1 Pedro 3:15, 16 a importância de se apresentar a Verdade em um espírito amoroso e acolhedor. Qual é o perigo de um evangelho que apenas “ama”, mas não apresenta a verdade bíblica? Por outro lado, qual é o perigo de se apresentar somente a verdade bíblica, sem amor? Por que essas duas coisas não estão em contradição?

Veja outra citação irresistível da lição de quarta-feira: “A atitude de Jesus não era: ‘Faça o que quiser. Está tudo bem. Eu ainda aceito você.’ Em vez disso, Sua atitude era: ‘Não importa o que você tenha feito, Eu estou disposto a perdoá-lo(a) e lhe conceder poder para mudar.’” Qual é a diferença entre esses dois “tipos” de Jesus? Por que a sociedade tem imaginado e divulgado um Messias que simplesmente “aceita tudo” com muito amor, mas não transforma ninguém para que se torne conforme às Escrituras?

É cada vez mais frequente nos dias atuais chamar de “hipócritas” pessoas que ainda reconhecem o pecado como pecado; no entanto, por que a verdadeira hipocrisia se encontra na atitude de viver um cristianismo em que basta apenas ao pecador “amar” e “ser amado”, sem que haja abandono daquilo que é contrário às Escrituras?

Como podemos acolher verdadeiramente todas as pessoas, mesmo sem justificar seu comportamento pecaminoso ou ser conivente? Em sua opinião, qual seria o “ponto certo” da amizade para que a Palavra de Deus possa ser apresentada? Que oportunidades deveriam ser aproveitadas ou até mesmo criadas para isso, sem “ferir” a pessoa com as Escrituras?

Como podemos desenvolver um caráter que, em vez de apontar os defeitos e as falhas das pessoas, exalte suas qualidades e crie pontes de aproximação? Como podemos ver e tratar todas as pessoas como possíveis candidatas ao reino de Deus? Que atitudes você e sua comunidade adventista podem tomar a partir de hoje para conquistar pessoas aparentemente improváveis para Cristo?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: ministrando como Jesus

JesusO serviço abnegado e voluntário em favor dos outros sempre causa uma impressão muito positiva. A demonstração do amor de Jesus na prática quebra preconceitos e abre as portas para a pregação do evangelho. Esse era o método do grande Mestre, e deve ser o de Seus seguidores também. Esse foi o assunto da lição da Escola Sabatina desta semana. As perguntas abaixo servem para provocar reflexão e aprofundamento no tema.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Jesus Se importava com as pessoas com um interesse genuíno. Como podemos sentir e demonstrar o mesmo?

Por que o ministério em favor dos outros, em nome de Cristo, é tão poderoso em quebrar preconceitos e abrir as portas para a pregação do evangelho?

Compare Mateus 4:23 com 9:35. Em sua opinião, por que o ministério tríplice de Jesus (pregar, ensinar e curar) é mencionado duas vezes de modo tão parecido? Como podemos imitar os métodos dEle e por que devemos fazê-lo?

Leia Mateus 5:13, 14. Em que sentido os seguidores de Cristo devem ser “sal” e “luz” no mundo? Como isso pode ser feito de modo efetivo na vida prática?

Qual é o grande problema quando a religião produz alienação em vez de envolvimento? Qual é o limite desse envolvimento e por quê?

Leia João 17:15-18. Como podemos viver no mundo e não ser “do” mundo? Ainda assim, em que sentido Jesus nos “envia” ao mundo?

Leia Lucas 15:2. Por que Jesus era acusado por receber “pecadores” e comer com eles? Como podemos aprender a buscar o que há de bom nas pessoas e permitir que elas saibam que as apreciamos?

Conforme podemos perceber em Efésios 4:15 e Colossenses 4:5, 6, por que a maneira de dizer uma verdade pode ser até mesmo mais importante do que simplesmente dizer a verdade? (Compare com João 16:12.)

Analise a seguinte afirmação popular: “A verdade tem que ser dita, doa a quem doer!” O que há de verdadeiro e de enganoso nessa afirmação?

Marcos 1:37-39. Por que Jesus considerava a pregação do evangelho acima de todas as outras atividades? Da mesma forma, por que as ações sociais da igreja não podem ser dissociadas da pregação da Palavra?

Mateus 25:44-46. Por que os que negligenciam as necessidades dos outros serão condenados no juízo final?

Que tipos de ministérios sua igreja pode iniciar em sua comunidade já no mês que vem ou o mais breve possível? O que falta para começar a agir?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: compartilhando a Palavra

A Palavra de Deus é comparada a lâmpada, espada, fogo, martelo, semente e pão. Há várias outras analogias possíveis, todas elas indicando sua grande importância e utilidade. Além disso, ela tem poder para transformar vidas, e deve ser a pedra de toque de todo o testemunho verdadeiro sobre Jesus (Jo 5:39). Esse foi o tema de estudo da lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Leia João 5:39. Apesar de que nem sempre começarmos falando das Escrituras, como seria testemunhar de Jesus sem jamais levar o amigo ou a amiga à Bíblia? Em sua opinião, por que o “cristianismo” atual é cada vez menos bíblico, sendo reduzido apenas a um conceito oco de “amor”, “tolerância” e “inclusão”?

Que relação deve haver entre as Escrituras e o Espírito Santo? Qual o problema de alguém procurar ser guiado apenas pelo Espírito Santo sem o ser pelas Escrituras? E se tentar só as Escrituras, sem o Espírito Santo?

Lâmpada, fogo, martelo, semente e pão (Sl 119:105; Jr 23:29; Lc 8:11; Mt 4:4). Em que sentido a Palavra de Deus é comparada a cada um destes elementos? Que outros elementos de nossa época você poderia comparar com a Palavra de Deus e por quê?

Leia Salmo 33:6, 9 e Hebreus 11:3. O que essas passagens revelam sobre o poder da palavra falada de Deus? Como sabemos que esse mesmo poder também está em Sua palavra escrita? Como podemos ajudar as pessoas com as Escrituras?

Leia 2 Timóteo 3:16, 17 e João 17:15-17. Quais são os benefícios de estudar a Palavra de Deus?

Medite nesta citação da lição de terça-feira: “Testemunhar não é compartilhar o que pensamos, nem mesmo o que acreditamos. É espalhar as verdades eternas encontradas na Palavra de Deus.” Como você entende essa afirmação?

A seu ver, por que a Bíblia é repleta de promessas de Deus? Por que essas promessas estão necessariamente relacionadas com a fé?

Leia Ezequiel 3:18, 19; 2 Timóteo 4:2 e Colossenses 4:6. Por que temos o dever de repartir a Palavra de Deus com outras pessoas?

Às vezes Deus traz pessoas à nossa vida porque deseja que elas conheçam Sua Palavra. Como podemos ser sensíveis para perceber quando Deus nos coloca nessas situações?

Leia 1 Pedro 3:15. De que maneira podemos estar bem preparados para responder convincentemente às pessoas que nos perguntarem a razão de nossa fé?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: Possibilidades ilimitadas

gift“Irmãos, quanto aos dons espirituais, não quero que vocês sejam ignorantes” (Apóstolo Paulo, em 1 Coríntios 12:1). Não devemos ser ignorantes a respeito dos métodos de Deus para tornar melhores testemunhas! Os dons do Espírito Santo, assim como os talentos herdados ou adquiridos que forem empregados para o ministério, nos habilitam a testemunhar de Jesus com muito mais eficácia. Esse foi o tema da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão:

Leia 1 Coríntios 12:1. Em sua opinião, por que não devemos ser ignorantes a respeito dos dons espirituais?

Leia Atos 1:8. Por que precisamos de “capacitação” do Espírito Santo para ser testemunhas de Deus? Por outro lado, quais são os problemas de testemunhar sem a direção do Espírito Santo?

Conforme Atos 2:38, por que a capacitação do Espírito Santo está relacionada ao batismo?

De acordo com 1 Coríntios 12:7, os dons são dados para um fim “útil” ou “proveitoso”. Que fim é esse? (Comparar com Efésios 4:11-13.)

Leia 1 Coríntios 12:11, 18 e Marcos 13:34. Que critérios Deus usa para distribuir os dons espirituais? O que isso nos ensina sobre o caráter de Deus e Sua soberania?

Alguns dos dons são registrados em Romanos 12:6-8, 1 Coríntios 12:8-10, 28-31 e Efésios 4:11. Que outros dons você imagina que poderiam estar nessas listas se elas tivessem sido escritas hoje? O que isso nos ensina sobre a natureza dos dons espirituais?

Conforme 1 Coríntios 12:19-21, 25-27, em que sentido os diversos dons “dependem” uns dos outros?

Na parábola dos talentos, em Mateus 25, todos receberam pelo menos 1 talento; nenhum dos servos ficou sem. De acordo com os versos 14-16, por que uns receberam mais talentos que outros? Nesse sentido, de que forma os “talentos” se diferenciam dos “dons espirituais”? Como podemos “multiplicar” os talentos que Deus nos confiou de maneira a ser melhores testemunhas do Evangelho?

Por que é desejável que a igreja tenha todos os dons espirituais antes da volta de Cristo? (1Co 1:5-7)

Como podemos descobrir os dons que Deus nos concedeu? (Veja Lucas 11:9, 13.)

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: Capacitação do Espírito para testemunhar

“Se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle” (Rm 8:9). Essa é uma afirmação muito séria! Mais do que isso, “todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus” (v. 14). Sem o Espírito Santo nos tornamos apenas uma imitação barata do que seria o cristianismo. Sem Ele, não teríamos condições de reconhecer nosso pecado nem de nos arrependermos. Sem Ele, jamais seríamos santificados dia a dia na vida cristã, como se espera tanto de nós (1Ts 4:3, 4, 7; Hb 12:14). E sem Ele não teríamos capacitação para pregar o Evangelho com poder (Lc 24:49; At 1:8; 4:31). Esse último aspecto foi o tema especial da lição dessa semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Atos 1:8. Por que é necessário receber “poder” do Espírito Santo para ser testemunhas de Jesus?

Atos 17:6 e Colossenses 1:23. Mesmo sem a tecnologia de que dispomos hoje, como os primeiros cristãos conseguiram pregar para “toda criatura que há debaixo do céu” e “alvoroçar o mundo” com sua influência? Quais são os impedimentos para que isso possa ocorrer novamente em nossos dias, e como podemos superá-los?

João 15:26-27; 16:7. Por que primeiro Jesus tinha que “subir” para só então enviar o Espírito Santo para Sua igreja?

João 16:8. Por que o Espírito Santo precisa “nos convencer” do pecado? O que significa isso?

Como seria se, como cristãos, não recebêssemos o Espírito Santo ou não fôssemos guiados por Ele? (Veja Romanos 8:9, 14 e discuta sobre a profundidade dessas afirmações.)

Ao darmos estudos bíblicos ou testemunharmos, por que é importante sempre nos lembrarmos de que é o Espírito Santo que converte as pessoas e não nós mesmos?

Leia Atos 2:41; 4:4; 5:14; 6:7; 16:5. Por que há uma relação direta entre o poder do Espírito Santo e o crescimento numérico da igreja? O que os líderes de uma igreja que não cresce devem fazer nesse sentido?

Atos 4:31; 8:4; 17:2. A lição de quarta-feira lembra que “os discípulos proclamaram a Palavra de Deus, não a palavra deles”. Apesar de ser importante falar às pessoas sobre nossa própria experiência com Deus, por que a Bíblia deve ser o fundamento do nosso testemunho?

No livro de Atos encontramos diversas experiências de conversão. Por que nunca devemos supor que alguém tenha ultrapassado a esperança de salvação? Como esse pensamento muda nossa atitude para com todas as pessoas?

Como podemos nos tornar mais abertos e receptivos ao poder do Espírito Santo? Em outras palavras, quais escolhas nossas O habilitarão a atuar em nós e por meio de nós? Por outro lado, que atitudes do estilo de vida atual nos tornam insensíveis à atuação do Espírito Santo?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas interativas da Lição: O poder da oração intercessória

pray-manNão sabemos orar como convém (Rm 8:26). E quando a oração é egoísta, ela foge totalmente de seu propósito (Tg 4:3). Mas esse propósito é atingido quando pedimos para ser guiados pela vontade de Deus, e quando intercedemos por outras pessoas de acordo com a vontade dEle. Não entendemos exatamente como a oração por outros pode influenciar suas vidas. Mas sabemos que, de alguma forma, alguma coisa acontece a favor do reino de Deus. Portanto, é nosso dever orar uns pelos outros, especialmente quando o assunto é a salvação eterna.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Sendo que Deus sabe de tudo, por que precisamos orar? (R.: Para manter comunhão com Ele e ter o caráter em harmonia com o dEle; para entender Sua vontade ou ter paciência enquanto não a entendemos; para receber forças; para produzir em nós o fruto do Espírito Santo; para perceber Sua direção e ser usados por Ele; etc.)

Colossenses 4:3, 4; Efésios 6:18, 19. Por que os primeiros cristãos não oravam apenas por si mesmos, mas especialmente pela salvação de outros? O que isso deve nos ensinar a respeito dos “nossos motivos” na oração particular e nos cultos de oração?

Leia Atos 12:11, 12. Se os cristãos não estivessem em oração por Pedro enquanto ele estava na prisão, é muito provável que Deus o tivesse libertado da mesma forma. Se esse for o caso, então por que a igreja precisava orar por ele? (R.: Não oramos para que Deus possa agir, mas para expressar que estamos interessados em Sua causa enquanto Ele age, e também para entendermos Sua vontade e atuarmos em sintonia com ela. E, de alguma forma, a oração pode também abrir novos caminhos possíveis que não imaginamos. Os membros da igreja só não estariam em oração por Pedro se ignorassem o ocorrido ou se o interesse deles estivesse em outro assunto diferente do de Deus para aquele momento e local.)

Pense nisto: Como seria se, ao sair da prisão, Pedro descobrisse que a igreja não estava orando por ele? O que esse fato revelaria sobre a natureza e a experiência espiritual dos membros dessa igreja? O que deveria ser feito para ajudar esses membros nesse caso?

Tendo em mente que “a nossa luta não é contra a carne e o sangue” (Ef 6:12), de que forma a oração nos torna participantes ativos na luta de Deus contra o mal?

Tendo em vista a realidade presente do Grande Conflito, por que faz parte do plano de Deus não nos conceder algumas coisas se não as pedirmos? (R.: temos que demonstrar interesse no plano de Deus e reconhecer que dependemos dEle.)

Lucas 5:16; 22:31, 32. Por que Jesus orava? Que tipos de situação faziam Ele orar mais ainda? Por quê?

Veja as coisas específicas que Paulo pediu em favor dos membros da igreja em Éfeso (1:15-21) e em Filipos (1:3-11). Por que as orações têm que ser específicas, e não pedidos vagos e “enlatados”?

Veja Daniel 10:12, 13. Como os príncipes (ou “potestades”) espirituais do mal são derrotados (ou pelo menos restringidos) por meio de nossas orações? Como esse conhecimento afeta sua vida de oração?

É fato que Deus deseja que todos sejam salvos (1Tm 2:4) e Ele opera nesse sentido independentemente da oração de outras pessoas. Sendo assim, de que maneiras a oração pode abrir mais possibilidades para Deus agir? (R.: Ela torna possível que nós mesmos sejamos “instrumentos a mais” nos casos daqueles que podemos influenciar. Mas, no caso de orarmos por pessoas às quais não temos nenhum acesso, não sabemos explicar como isso acontece, mas, de alguma forma, haverá influências da oração sobre elas!)

“Orai sem cessar” (1Ts 5:17). Mesmo que não entendamos exatamente como a oração funciona, por que devemos continuar orando?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)