Conheça Neemias

Entendendo a história Zorobabel e Esdras

Jeremias 29:10: “Assim diz o Senhor: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a Minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar.”

Isaías 44:28: “…que digo de Ciro: Ele é Meu pastor e cumprirá tudo o que Me apraz; que digo também de Jerusalém: Será edificada; e do templo: Será fundado.”

Daniel 9:2: “…no primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi, pelos livros, que o número de anos, de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, que haviam de durar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos.”

Daniel 9:24, 25: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos.”

2 Crônicas 36:22, 23: “No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá; quem entre vós é de todo o seu povo, que suba, e o Senhor, seu Deus, seja com ele.”

Esdras 1:1-3: “No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém de Judá. Quem dentre vós é, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém de Judá e edifique a Casa do Senhor, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém.”

Em primeiro lugar, é preciso lembrar que o retorno do povo de Israel a Jerusalém com a reconstrução do templo e da cidade foram objeto de três decretos reais, um de Ciro II, em aproximadamente 536 a.C.; um de Dario I ,aproximadamente 520 a.C., confirmando o decreto de seu antecessor; e por último o decreto de Artaxerxes I, no ano 457 a.C.

Esdras 6:3-12: “O rei Ciro, no seu primeiro ano, baixou o seguinte decreto: Com respeito à Casa de Deus, em Jerusalém, deve ela edificar-se para ser um lugar em que se ofereçam sacrifícios; seus fundamentos serão firmes, a sua altura, de sessenta côvados, e a sua largura, de sessenta côvados, com três carreiras de grandes pedras e uma de madeira nova. 4A despesa se fará da casa do rei. Demais disto, os utensílios de ouro e de prata, da Casa de Deus, que Nabucodonosor tirara do templo que estava em Jerusalém, levando-os para a Babilônia, serão devolvidos para o templo que está em Jerusalém, cada utensílio para o seu lugar; serão recolocados na Casa de Deus. Agora, pois, Tatenai, governador dalém do Eufrates, Setar-Bozenai e seus companheiros, os afarsaquitas, que estais para além do rio, retirai-vos para longe dali. Não interrompais a obra desta Casa de Deus, para que o governador dos judeus e os seus anciãos reedifiquem a Casa de Deus no seu lugar. Também por mim se decreta o que haveis de fazer a estes anciãos dos judeus, para que reedifiquem esta Casa de Deus, a saber, que da tesouraria real, isto é, dos tributos dalém do rio, se pague, pontualmente, a despesa a estes homens, para que não se interrompa a obra. Também se lhes dê, dia após dia, sem falta, aquilo de que houverem mister: novilhos, carneiros e cordeiros, para holocausto ao Deus dos céus; trigo, sal, vinho e azeite, segundo a determinação dos sacerdotes que estão em Jerusalém; para que ofereçam sacrifícios de aroma agradável ao Deus dos céus e orem pela vida do rei e de seus filhos. Também por mim se decreta que todo homem que alterar este decreto, uma viga se arrancará da sua casa, e que seja ele levantado e pendurado nela; e que da sua casa se faça um monturo. O Deus, pois, que fez habitar ali o Seu nome derribe a todos os reis e povos que estenderem a mão para alterar o decreto e para destruir esta Casa de Deus, a qual está em Jerusalém. Eu, Dario, baixei o decreto; que se execute com toda a pontualidade.”

Pelo relato bíblico, a ordem de Ciro, embora de grande importância, se refere apenas à restauração do templo em Jerusalém. O povo foi liberado para retornar à cidade e participar da edificação do santuário. Nesse decreto se cumprem as profecias de Jeremias e de Isaías, sobre a libertação do povo e a edificação do templo. O autor entende que o marco inicial da profecia das setenta semanas seja o cumprimento das profecias de Isaías e Jeremias. É preciso salientar que há semelhanças, mas há alguns pontos a serem destacados:

  • Embora o povo tivesse sido liberto, não havia autorização para restaurar a cidade de Jerusalém, como descrito na profecia de Daniel.
  • O fato é corroborado com alguns detalhes, no livro de Zacarias (1:7-17). Deus reitera Sua promessa de restaurar Jerusalém; a profecia foi dada em aproximadamente 519 a.C., ou seja, depois do decreto de Ciro.
  • O decreto de Artaxerxes I deu ao povo de Israel liberdade para edificar a cidade e deu grande autonomia política para a província. Além disso, em Esdras 6:14, há a declaração de que a restauração do templo de Jerusalém se deu em cumprimento aos decretos de Ciro, Dario e Artaxerxes.

Esdras 7:11-28: “Esta é a cópia da carta que o rei Artaxerxes deu ao sacerdote Esdras, o escriba das palavras, dos mandamentos e dos estatutos do Senhor sobre Israel: Artaxerxes, rei dos reis, ao sacerdote Esdras, escriba da Lei do Deus do céu: Paz perfeita! Por mim se decreta que, no meu reino, todo aquele do povo de Israel e dos seus sacerdotes e levitas que quiser ir contigo a Jerusalém, vá. Porquanto és mandado da parte do rei e dos seus sete conselheiros para fazeres inquirição a respeito de Judá e de Jerusalém, segundo a Lei do teu Deus, a qual está na tua mão; e para levares a prata e o ouro que o rei e os seus conselheiros, espontaneamente, ofereceram ao Deus de Israel, cuja habitação está em Jerusalém, bem assim a prata e o ouro que achares em toda a província da Babilônia, com as ofertas voluntárias do povo e dos sacerdotes, oferecidas, espontaneamente, para a casa de seu Deus, a qual está em Jerusalém. Portanto, diligentemente comprarás com este dinheiro novilhos, e carneiros, e cordeiros, e as suas ofertas de manjares, e as suas libações e as oferecerás sobre o altar da casa de teu Deus, a qual está em Jerusalém. Também o que a ti e a teus irmãos bem parecer fazerdes do resto da prata e do ouro, fazei-o, segundo a vontade do vosso Deus. E os utensílios que te foram dados para o serviço da casa de teu Deus, restitui-os perante o Deus de Jerusalém. E tudo mais que for necessário para a casa de teu Deus, que te convenha dar, dá-lo-ás da casa dos tesouros do rei. Eu mesmo, o rei Artaxerxes, decreto a todos os tesoureiros que estão dalém do Eufrates: tudo quanto vos pedir o sacerdote Esdras, escriba da Lei do Deus do céu, pontualmente se lhe faça; até cem talentos de prata, até cem coros de trigo, até cem batos de vinho, até cem batos de azeite e sal à vontade. Tudo quanto se ordenar, segundo o mandado do Deus do céu, exatamente se faça para a casa do Deus do céu; pois para que haveria grande ira sobre o reino do rei e de seus filhos? Também vos fazemos saber, acerca de todos os sacerdotes e levitas, cantores, porteiros, de todos os que servem nesta Casa de Deus, que não será lícito impor-lhes nem direitos, nem impostos, nem pedágios. Tu, Esdras, segundo a sabedoria do teu Deus, que possuis, nomeia magistrados e juízes que julguem a todo o povo que está dalém do Eufrates, a todos os que sabem as leis de teu Deus, e ao que não as sabe, que lhas façam saber. Todo aquele que não observar a lei do teu Deus e a lei do rei, seja condenado ou à morte, ou ao desterro, ou à confiscação de bens, ou à prisão. Bendito seja o Senhor, Deus de nossos pais, que deste modo moveu o coração do rei para ornar a Casa do Senhor, a qual está em Jerusalém; e que estendeu para mim a sua misericórdia perante o rei, os seus conselheiros e todos os seus príncipes poderosos. Assim, me animei, segundo a boa mão do Senhor, meu Deus, sobre mim, e ajuntei de Israel alguns chefes para subirem comigo.”

Como se vê, no decreto de Artaxerxes há um trecho referenciando o templo e seus serviços, bem como a liberdade do povo para retornar e organizar politicamente a cidade. Uma parte em relação ao templo e outra em relação à cidade e ao povo. Por isso, a profecia melhor se adequa à data do decreto de Artaxerxes I, no ano 457 a.C. Isso sem contar que os 490 anos da profecia dos 2.300 anos e a vida e morte de Jesus confirmam a data de 457 a.C., sendo, portanto, o selo da visão. (Alan Klaubert)

Leia também: “Os 2.300 anos e a perfeição da cronologia profética”

Família: convertendo corações no tempo do fim

Christian FamilyIndependentemente da situação que cada família cristã possa estar enfrentando, em fase “boa” ou “ruim”, há a necessidade de se viver o Evangelho, orando e atuando para que os corações se convertam. Essas conversões serão testemunhas eloquentes do poder restaurador de Deus, o qual se manifestará de modo especial na família que não desiste da oração.

Perguntas para discussão e aplicação

Leia 1 Reis 18:21. Qual era a essência da mensagem de Elias que o torna tão especial?

Leia Malaquias 4:5, 6 (tendo em mente que esse livro foi escrito cerca de 400 anos antes de Cristo) e compare com Lucas 1:17. Em que sentido João Batista viria com “o mesmo espírito e poder” de Elias? De que forma a mensagem e a missão desses dois homens são semelhantes?

Veja como Jesus reconheceu o ministério de João Batista como um “segundo Elias”: Mateus 11:9-14; 17:10-13. Em que sentido a mensagem desses dois profetas ajudou a “converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais”?

Em sua opinião, qual é a relação entre a conversão do coração a Deus e o relacionamento entre os membros da família?

Leia 1 Reis 17:23, 24. Por que a viúva só reconheceu definitivamente Elias como um homem de Deus após se reencontrar com seu filho ressuscitado? Com que familiar você espera se reencontrar no dia da ressurreição? Como sua fé em Deus aumenta essa esperança?

A Igreja Adventista do Sétimo Dia, a remanescente de Apocalipse 12:17, crê que tem uma missão parecida com a de Elias e João Batista para os últimos tempos. Em que sentido nossas missão e mensagem podem ser comparadas com a desses dois grandes profetas (ver Mt 3:2, 8; Mc 1:2; Lc 7:27; Jo 1:35-37)? O que deve mudar ou melhorar em sua igreja local para que essa comparação seja muito mais real e efetiva?

Leia 1 Reis 18:30. Qual o propósito da atitude de Elias? Por que o altar do Senhor estava “em ruínas”? Como isso pode ser comparado ao culto familiar nos lares atuais? De que forma devemos restaurar o “altar da família”? Quais serão as consequências?

Se Elias ou João Batista entrasse em sua casa, o que lhe diria? Por quê?

Leia Efésios 2:19; 3:14, 15. De que maneira nossa família se torna “membro da família de Deus”? Como as pessoas mais próximas da sua família podem perceber essa característica?

O que mais impressionou você na lição deste trimestre?

Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Jardim Iguaçu, Maringá, PR

Família: famílias de fé

familyDe maneira consciente ou não, todos somos influenciados pela cultura do local em que vivemos. Sabendo disso, as famílias cristãs devem ter tal discernimento da Palavra que não permitam que a cultura ou os costumes locais as levem a transgredir a vontade de Deus. Ao contrário da cultura e acima dela, os princípios bíblicos são eternos, independentes de tempo e local.

Perguntas para discussão e aplicação

Em sua opinião, qual é a diferença entre cultura local e princípios bíblicos?

Leia João 4:7-9 e Atos 10:28, 34. O que levou Jesus e Pedro a agirem de modo contrário à cultura ou ao costume local?

Leia 1 Tessalonicenses 5:21, 22. Até que ponto podemos (e devemos) viver conforme a cultura em que estamos inseridos? Em que situações é desaconselhável agir contra a cultura?

Como podemos adaptar nossa fé à cultura sem comprometer as verdades bíblicas?

Leia Atos 15:19, 20, 28, 29. Por que apenas quatro itens foram enfatizados para os gentios que quisessem ser batizados? Por que eles não precisavam receber toda a tradição e os costumes judaicos antes?

Quando uma família cristã passa por alguma grande mudança (doença, morte, etc.), como a fé a mantém? Por que os cristãos que são apenas culturalmente condicionados à religião não suportam as grandes mudanças sem comprometer a fé?

Por que a fé dos pioneiros geralmente diminui na segunda geração e quase se perde na terceira? Como podemos transmitir não só o conhecimento da verdade aos nossos filhos, mas também estimulá-los para que desenvolvam sua própria fé em Deus?

Em sua opinião, se os seus filhos cristãos fossem morar sozinhos em outra cidade onde não conhecessem ninguém, eles ainda se manteriam fiéis, estudando as Escrituras, indo à igreja, observando a Lei de Deus? Por quê? Como podemos nos certificar de que nossos filhos não receberam apenas uma tradição ou “cultura” cristã, mas uma fé genuína?

Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Jardim Iguaçu, Maringá, PR

Família: momentos difíceis

casal2Se você é normal, certamente está sujeito(a) a enfrentar momentos difíceis em seus relacionamentos. A Palavra de Deus nos dá direção para saber como reagir nesses momentos, especialmente na família.

Perguntas para discussão e aplicação

Leia Efésios 4:26. Por que o texto diz “irai-vos e não pequeis”, em vez de dizer “não vos ireis e não pequeis”? (R.: Deus nunca nos pede algo impossível. Ele sabe que, às vezes, a ira pode ser inevitável em algumas situações; mas não precisamos pecar por causa disso.)

Ainda conforme o verso anterior, quando a ira acontece, por que ela deve ser eliminada “antes do pôr do sol”, ou seja, antes do fim do dia? (Ver o verso 27 e também Tiago 1:20.)

Como podemos impedir que a ira nos faça sofrer e torne nossa vida miserável?

Leia Tiago 1:19. Se esse princípio for seguido à risca, que diferença fará em sua vida? Por quê?

Por que os casais cristãos também podem ter desentendimentos esporádicos? Como se espera que isso seja resolvido ou administrado? Qual o papel do Evangelho nessas horas?

Leia Colossenses 3:19. Por que essa ordem é dirigida especialmente aos homens? Como essa “amargura” pode ser transformada em “doçura”?

Leia Provérbios 17:14. O que esse texto nos diz sobre o momento em que iniciamos pequenas discussões que parecem tolas e insignificantes? Que atitude devemos adotar ao apreendermos a mensagem desse versículo?

Por que às vezes o perdão a um membro da família é tão difícil? Leia Mateus 5:23, 24; Romanos 12:18; Hebreus 12:14. Como o perdão pode trazer paz? Por que algumas pessoas não perdoam mesmo que percam o Céu? Neste caso, por que é melhor que essas pessoas não vão para o Céu?

Como é possível alguém obedecer à ordem dada em Filipenses 2:4, 5? Por que não temos visto muitas pessoas com esse perfil ultimamente?

Leia Efésios 2:19, 20. Como sua família pode se tornar uma extensão da família de Deus?

Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Jardim Iguaçu, Maringá, PR

Família: perdas

tristeO pecado nos causa muitas perdas. Nesta semana, estudamos sobre como a família cristã deve enfrentar algumas dessas perdas inevitáveis por meio da esperança que Deus nos dá.

Perguntas para discussão e aplicação

1. Perda da saúde. Leia Jó 2:4, 5. Como podemos ser fiéis a Deus, mesmo quando perdemos a saúde? O que deve nos consolar nos momentos de enfermidade e sofrimento? (ver 2Co 1:3-5; Sl 41:3)

2. Perda da confiança. Como se reconstroi a confiança em alguém que a perdeu? Ainda que possamos perdoar alguém que tenha nos traído, em que ocasiões não mais devemos acreditar nessa pessoa? Por quê?

3. Na lição de terça-feira, no primeiro parágrafo, encontramos a afirmação de que “o lar é o ambiente mais violento da sociedade”. Por mais discrepante e ilógico que possa ser, por que isso é uma realidade?

4. Em sua opinião, por que a Bíblia registra várias histórias de violência familiar? Como devemos lidar com alguém que foi traumatizado pela violência?

5. Leia Romanos 13:10. Em que sentido “o cumprimento da lei é o amor”? Por que não temos visto muito amor nestes últimos dias, mesmo entre os crentes? (ver Mt 24:12)

6. Perda da liberdade. Leia 2 Pedro 2:19. O que significa a afirmação de que “o homem é escravo daquilo que o domina”? Além das drogas lícitas e ilícitas, que tipos de vícios têm escravizado as pessoas e como elas podem se libertar? Dentro desse contexto, discuta o significado destes versos: João 8:36; Romanos 13:14; Gálatas 5:24.

7. Perda da vida. Leia 1 Coríntios 15:26; 1 Tessalonicenses 4:13. Por que a morte não deve desmotivar os cristãos? Quais são seus versículos prediletos em relação à esperança após a morte? Como você pode transmitir essa esperança às pessoas que não a têm?

Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Jardim Iguaçu, Maringá, PR

Família: paternidade e maternidade

familiaPaternidade e maternidade. Ao estudarmos as “estações” da família, esse assunto é um daqueles em que temos que nos demorar um pouco para refletir sobre os ideais de Deus. Só assim essa fase (ou a falta dela) pode fazer sentido e ter um propósito no plano maior de Deus.

Perguntas para discussão e aplicação

1. “Multipliquem-se e encham a Terra.” Essa foi a ordem de Deus aos seres humanos em duas ocasiões: na semana da criação (Gn 1:28) e logo após o dilúvio (9:1). Porém, até que ponto ter muitos filhos ainda é uma ordem efetiva para os que vivem no século 21? Em que ocasiões é mais prudente e nobre um casal cristão planejar não ter filho algum? Por quê?

2. Por que as pessoas dos tempos bíblicos consideravam a falta de filhos uma maldição? Como podemos ajudar as pessoas que sofrem por não ter filhos e que ainda pensam assim? Que versículos bíblicos você usaria para levar conforto e esperança a alguém que esteja sofrendo por isso? (Ex.: Jr 29:11; Mt 11:28; Is 43:1, 2)

3. Leia Ester 2:7. O que podemos aprender da atitude de Mordecai ao adotar a sobrinha Ester?

4. Leia Deuteronômio 6:6-9 e 11:18-20. Na prática, o que Deus está dizendo aqui aos pais e mães? Como essas palavras podem (e devem) ser aplicadas aos nossos dias?

5. De que modo educar filhos pode ser considerado uma forma de discipulado?

6. Leia Tiago 1:27. Como podemos aplicar esse verso também aos pais e mães sem cônjuge para ajudá-los a ter alívio em sua carga?

7. Veja os textos abaixo sobre filhos que se desvirtuaram devido (em grande parte) aos erros dos pais. O que podemos aprender destes exemplos negativos de paternidade? Em sua opinião, em que esses pais podem ter errado? Como podemos evitar cair nos mesmos erros?

  • Sobre os filhos do sumo sacerdote Eli: 1 Samuel 2:12, 22-24; 3:10-14
  • Sobre os filhos do profeta Samuel: 1 Samuel 8:1-3
  • Sobre Adonias, filho do rei Davi: 1 Reis 1:5, 6

8. Como você entende Provérbios 22:6? Qual deve ser a atitude dos pais que têm filhos afastados de Deus e da igreja? De que maneiras a igreja pode ajudar esses pais durante esse período de sofrimento?

Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Jardim Iguaçu, Maringá, PR