Perguntas Interativas da Lição: Jesus, nosso irmão fiel

Ao Se tornar um de nós, Jesus Se tornou nosso “parente mais próximo” e, assim, pôde pagar o preço de nossa redenção. Ao viver como um ser humano, Jesus não perdeu nenhum de Seus atributos divinos; pelo contrário, Ele adquiriu experiência pessoal do que significa ser tentado, sofrer e obedecer em meio às dificuldades. Isso O “aperfeiçoou ainda mais” para poder entender o que passamos, a ter empatia por nós e a socorrer devidamente os que são tentados (Hb 2:18). Assim, enquanto todos os anjos de Deus O adoram (1:6), Ele não Se envergonha de ser chamado de nosso “irmão” (2:11).

Perguntas para reflexão e discussão:

Como vemos em Levítico 25:25, 47-49, um parente próximo tinha o direito legal de pagar o resgate da propriedade ou do próprio parente que estivesse sujeito à escravidão por causa de dívidas. Em sua opinião, por que a lei permitia apenas ao “parente mais próximo” ser o resgatador? Como seria se essa lei valesse hoje em nossa sociedade? Como podemos experimentar a proximidade de Jesus em nossa vida ao enfrentarmos provações?

Leia Hebreus 2:11. Por que Jesus não Se envergonha de nos chamar de “irmãos”? Tendo isso em mente, por que é tão lastimável alguém se envergonhar de Jesus? (Ver Mc 8:38; 2 Tm 1:12)

Leia Hebreus 2:14. Ao haver Se tornado um ser humano, como um de nós, e ter vencido em nosso lugar, em que sentido Jesus “destrói” o diabo, se o juízo final ainda está por vir?

Se temos a promessa da vitória em Cristo, por que ainda continuamos lutando contra o pecado? (Ver Rm 6:22)

Tendo como base Hebreus 4:15 e 7:26, até que ponto ia a semelhança de Jesus com os seres humanos? (R.: Em tudo, menos na natureza pecaminosa, pois Ele era como Adão antes da queda. Se tivesse a natureza pecaminosa, como a nossa, Ele mesmo precisaria de um salvador.)

Por que Deus não livrou Jesus de ser “tentado em tudo”?

Hebreus 5:7-9 levanta três questões profundas que valem uma boa reflexão:

No verso 7 é dito que, “com forte clamor e lágrimas”, Jesus fez “orações e súplicas Àquele que podia livrá-Lo da morte”, e que Ele “foi ouvido por causa de Sua piedade”. Como Ele “foi ouvido” se acabou morrendo? (R.: Jesus não pediu para não morrer em nosso lugar, mas para que Seu sacrifício fosse válido, e para não morrer definitivamente devido ao peso do pecado da humanidade sobre Si [cf. Sl 16:10; At 2:24-27].)

No verso 8 é dito que Jesus “aprendeu a obediência por meio das coisas que sofreu”. Sendo que Jesus sabe de tudo, em que sentido Ele “aprendeu”? Como essa experiência pessoal habilita ainda mais o Senhor a nos compreender em nossas lutas?

O verso 9 (que retoma um pensamento de 2:10) diz que Jesus foi “aperfeiçoado” para poder Se tornar o Autor de nossa salvação. Se Jesus já era perfeito, em que sentido Ele foi “aperfeiçoado”? (R.: Apesar de ser perfeito, Ele Se tornou ainda melhor ao aprender “na pele” o que é ser tentado; assim Ele Se tornou totalmente apto para socorrer os que são tentados; cf Hb 2:18.)

Leia Hebreus 12:2. De acordo com esse verso, qual foi a grande motivação para que Jesus suportasse a cruz? Qual deve ser a nossa motivação para suportar a nossa cruz e permanecer fiéis até o fim? (ver também o verso 3). Como podemos “despertar” essa motivação em nossa vida?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Perguntas Interativas da Lição: o Filho prometido

O livro de Hebreus enfatiza a divindade eterna de Jesus e o fato de Ele ter Se tornado “filho” de Deus para morrer em nosso lugar. Esse é um assunto que nunca perderá o interesse dos redimidos e nunca será esgotado por toda a eternidade. Mas, para isso, devemos começar a estudá-lo a partir de agora, com estas perguntas reflexivas da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas para reflexão e discussão:

Leia Gênesis 3:15. Deus prometeu a Eva que providenciaria um Salvador a partir de sua “semente” (descendência). Essa promessa foi cumprida cerca de 4.000 anos depois. Por que demorou tanto? (R.: Na verdade, Ele veio na hora certa, “na plenitude dos tempos”; cf. Gl 4:4)

Até agora, todas as promessas de Deus em relação ao Messias se cumpriram perfeitamente. Como isso nos ajuda a confiar mais nEle e em Sua direção?

Em 2 Samuel 7:12-14 Deus fala a Davi por meio do profeta Natã sobre um descendente. De que forma esse texto se aplica a Jesus? Até que ponto?

Leia Hebreus 1:2. O que significa a expressão que diz que Deus “nos falou pelo Filho”? De que forma Jesus torna o Antigo Testamento muito mais claro?

Leia João 14:9. Como vemos o Pai através de Jesus?

Leia Hebreus 1:3. O que significa dizer que o Filho “é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do Seu ser”?

Por que Jesus teve que Se tornar como um de nós? Em que sentido Ele Se tornou “filho” de Deus? Por que a morte vicária do Filho equivale à morte do próprio Deus em nosso lugar?

Em Isaías 44:24 é dito que Deus foi o responsável pela Criação, e em Hebreus 1:2, 3, 10 é dito que foi Jesus. Como podemos conciliar essas duas afirmações?

O que significa a afirmação de que Jesus “sustenta todas as coisas pela Palavra do Seu poder” (Hb 1:3) e que “nEle tudo subsiste” (Cl 1:17)?

Falta pouco para que a Semente da mulher, o Filho de Deus conclua toda a Sua obra. Enquanto isso, como podemos depositar toda a nossa confiança nEle quanto à nossa vida presente e futura?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Perguntas Interativas da Lição: a mensagem de Hebreus

Paulo escreveu o livro de Hebreus para cristãos que sofriam perseguição. Ele procurou fortalecê-los ao lhes apontar Jesus à direita do Pai, como Rei e Sumo-Sacerdote, fazendo intercessão por eles. Essa visão deveria ser motivo suficiente para que permanecessem firmes até o fim. E deve ser motivo para nós também, como “geração eleita” e “sacerdócio real” (1Pe 2:9), a permanecermos firmes sob toda provação e a passarmos essa mesma visão para os que sofrem, a fim de motivá-los e fortalecê-los também.

Perguntas para reflexão e discussão:

De que forma Hebreus 8:1, 2 é a mensagem central do livro de Hebreus? Como esse conhecimento poderia aliviar o sofrimento dos cristãos que estavam sendo perseguidos por causa de sua fé? Como nos alivia hoje?

Hebreus 8:1 retrata Jesus assentado no trono, à direita do Pai. Que diferença faz sabermos que Jesus, além de ser nosso intercessor perante Deus, é também nosso Rei? (Contraste com Jo 12:31; 16:11; 1Jo 5:19.)

Leia Salmo 132:11. Como a promessa de um rei da linhagem de Davi se cumpre perfeitamente em Jesus? (Veja Atos 2:29-36.)

Em Hebreus 2:14, Jesus é apresentado como o grande Campeão que lutou em favor dos seres humanos caídos. Em que sentido Jesus lutou e venceu por nós? Como essa mensagem pode consolar os que parecem estar perdendo a batalha contra as forças das trevas?

Além de ser nosso Sumo-Sacerdote, Jesus nos torna um “sacerdócio real” (1Pe 2:9). Como “sacerdotes reais”, qual deve ser a nossa função em relação a Deus e às pessoas que nos cercam? Como podemos experimentar uma mudança de mente para poder enxergar e viver essa realidade?

Leia Hebreus 7:28; 8:5, 6 e 9:11-14. Ao comparar o sacerdócio de Jesus com o dos sacerdotes humanos do santuário terrestre, em que sentido Jesus é mediador de uma aliança superior e perfeita?

Conforme Hebreus 8:10-12, o que significa o fato de que, na nova aliança, Deus escreve Suas leis em nosso coração e mente? Por que isso torna essa aliança muito superior à anterior? Como podemos fazer uso desse grande benefício?

Leia João 16:26, 27. Pense nisso: Jesus é nosso Rei e também nosso Sacerdote, intercedendo entre nós e Deus, pois nossos pecados fazem separação (Is 59:2). Além disso, foi o próprio Pai quem O enviou para fazer isso. Como esse pensamento pode nos trazer conforto e segurança, mesmo ao passarmos por perseguições por causa de nossa fé? Como “sacerdotes reais”, que somos, como podemos passar essa visão a outras pessoas para fortalecê-las também?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Perguntas Interativas da Lição: a carta aos Hebreus e a nós

Nesta última semana do ano, começamos um novo tema de estudo da Escola Sabatina: o livro de Hebreus. Muitos eruditos não consideram o apóstolo Paulo como autor desse livro, alegando que o texto segue um estilo diferente e contém palavras diferentes das epístolas paulinas. No entanto, para os estudiosos adventistas do sétimo dia não há dificuldade alguma em reconhecer que o livro de Hebreus foi escrito por Paulo, como Ellen White mesma afirmou em várias ocasiões (CBV, 167; CS, 87; GC, 411; HR 374; CI 13). O motivo da diversidade de estilo e linguagem é óbvio: o livro de Hebreus, diferentemente das demais epístolas, é um sermão ou um tratado teológico, o qual aponta Jesus como o cumprimento dos símbolos do santuário e exorta os cristãos a permanecerem firmes diante das duras provas que sofriam. A maioria das pessoas que escreve sermões também o faz de modo muito diferente da forma como escreve cartas pessoais. O próprio autor inspirado chama essa sua obra de “palavra de exortação” (Hb 13:22). Esse livro-carta-sermão contém lições preciosas para os cristãos de todas as épocas, especialmente para nós.

Perguntas para reflexão e discussão:

Leia Hebreus 10:32-34. Por que os cristãos estavam sofrendo? Por que muitas vezes os cristãos sofrem por Cristo neste mundo? (ver Jo 15:19; Tg 4:4; 2Tm 3:12). Apesar disso, por que continuam seguindo a Cristo?

Leia Hebreus 12:3. Por que às vezes passamos por momentos de desânimo, mesmo após havermos tido momentos de vitória espiritual (como no caso de Elias, em 1Rs 19:4)?

No caso de Elias, como Deus o ajudou a vencer o desânimo? (R.: Como vemos em 1 Reis 19:4-16, Deus supriu suas necessidades físicas com alimento e descanso; depois lhe deu uma palavra de ânimo e encorajamento; e então lhe deu trabalho a fazer.) Que lições podemos aprender com essa “terapia de Deus” para também podermos ajudar os desanimados na fé em nossa comunidade local? (ver Hb 12:3, 12, 13)

Discuta sobre a importância dessa frase da lição de sexta-feira: “Para quem está desanimado, há um remédio que funciona: fé, oração e trabalho.”  

Em Hebreus 1:2 e 10:37 Paulo diz aos cristãos perseguidos que eles estavam vivendo “nos últimos tempos” e que Jesus voltaria “em pouco tempo”. Ao se considerar a brevidade da vida humana e o estado de inconsciência durante a morte, qual o significado dessas afirmações? Como esse pensamento deve nos dar maior conforto e confiança? (ver 2Tm 4:6-8)

Dentre várias exortações dadas no livro de Hebreus, discuta sobre a importância das seguintes:

Hebreus 10:25: “Não deixem de se congregar.” Por que é tão importante se reunir na igreja?

Hebreus 13:7, 17: “Deem ouvidos e obedeçam aos líderes espirituais.” Por quê?

Hebreus 3:6, 14; 10:35; 13:6: “Mantenham firme a confiança.” Como?

Leia Hebreus 5:12-14. Em relação ao conhecimento individual da Palavra de Deus, qual é o significado de ainda estar “bebendo leite” quando já se deveria estar comendo “alimento sólido”? Por que isso é tão negativo? Como o desafio de crescer no conhecimento da Palavra de Deus pode ser aceito por você hoje, nesse início de novo ano? O que impede você de iniciar hoje mesmo um plano de leitura da Bíblia e do Espírito de Profecia?

Considere que esse sermão escrito pelo apóstolo Paulo foi escrito também para você (porque foi). Como você vai reagir a essas palavras neste início de novo ano e de uma possível nova página espiritual em sua vida?

(Pastor Natal Gardino, professor de Teologia no Instituto Adventista Paranaense)

Perguntas Interativas da Lição: a ressurreição de Moisés

Nesta semana, concluímos nosso estudo sobre o livro de Deuteronômio. Vimos como Moisés, em um momento de ira incontida, deixou de dar glória a Deus diante do povo. No Salmo 106:33, é dito que “Moisés falou irrefletidamente”. Isso lhe custou caro, pois não pôde pisar na terra com a qual tanto sonhou. Sim, ele foi perdoado, mas teve que encarar as consequências de seu erro – afinal, Deus também amava todos os milhares de israelitas que poderiam acabar considerando o pecado de modo leviano e se perderem por isso. Moisés teve que morrer sem entrar na terra de Canaã, mas Deus tinha algo muito maior para ele: Moisés se tornou o primeiro ser ressuscitado da história do Universo, para nunca mais morrer! Ele sonhava em entrar na Canaã terrestre, mas Deus o fez entrar na Canaã celestial! A partir desse episódio, temos muitas lições a aprender, desde a seriedade e as consequências do pecado até a maravilhosa graça de Deus.

Perguntas para reflexão e discussão:

Leia Números 20:7-12. Após 40 anos guiando o povo e finalmente ter chegado à fronteira da terra prometida, Moisés não teve permissão para entrar nela. Por que o pecado dele recebeu um castigo tão severo? (R.: Muitos do povo viam o próprio Moisés como um poderoso operador de milagres. E justo na ocasião em que ele poderia atribuir toda a glória a Deus, ele deu a entender que tinha parte no poder de executar os milagres. Por causa dessa atitude, a vida espiritual de muitos milhares continuou nas trevas, quando deveriam ter sido encaminhados para o Senhor.)

Leia Deuteronômio 3:25, 26. Por que, mesmo após haver perdoado o pecado de Moisés, Deus ainda manteve a proibição de ele entrar na terra de Canaã? O que isso nos ensina sobre as consequências do pecado nesta vida, apesar da garantia do perdão? Como a expectativa da vida eterna pode superar todas as limitações e perdas desta vida?

Leia Efésios 4:26, 27. O erro de Moisés não foi ficar irado: às vezes isso é inevitável. Como podemos não pecar nas situações em que ficamos irados? Qual é o papel do Espírito Santo e o nosso nessas ocasiões?

Leia Deuteronômio 34:5, 6. Em sua opinião, por que Deus não deixou o povo saber o local onde Moisés foi sepultado? (R.: É provável que muitos do povo transformassem o túmulo em um objeto de idolatria, ainda mais depois que Moisés deu a entender que ele e seu irmão Arão tinham poder para tirar água da rocha.)

Como o relato de Judas 1:9 nos ajuda a entender a aparição de Moisés para Jesus no monte (Mt 17:1-3)? (R.: Apesar de a grande maioria dos cristãos pensar que foi a “alma desencarnada” de Moisés que apareceu para Jesus, esse é um conceito estranho, pois isso iria contradizer todo o ensino das Escrituras a respeito do estado de inconsciência na morte [Ec 9:5, 6, 10; Sl 6:5; 115:17; 1Co 15:52; 1Ts 4:16; etc.]. Se fosse como pensam, a conversa com Moisés no monte teria sido uma sessão espírita de “consulta aos mortos”, o que é veementemente proibido por Deus [Lv 19:31; 20:6, 27; Dt 18:10-14; etc.]. No entanto, o texto de Judas 1:9 é uma evidência de que Moisés ressuscitou, e por isso pôde aparecer corporalmente a Jesus no monte da transfiguração)

Como podemos entender o fato de que Moisés foi ressuscitado para a vida eterna, sendo que Jesus ainda não havia pago o preço do resgate na cruz? E se Jesus tivesse falhado, ou desistido de Sua missão, o que aconteceria com Moisés? Pensando nisso, qual deve ter sido o assunto da conversa entre Moisés e Jesus no monte da transfiguração (Mt 17:1-3)? (R.: Moisés, que morreu e foi ressuscitado, assim como Enoque e Elias, que foram ao Céu sem experimentar a morte, receberam “adiantado” o prêmio que Jesus ainda iria conquistar na Cruz. Se Ele falhasse na missão ao cometer algum pecado, ou se Ele desistisse, esses homens não teriam mais um salvador, e teriam que voltar à Terra e morrer em seus pecados. Moisés e Elias, ao aparecerem a Jesus no monte, Lhe encorajaram a prosseguir em Sua missão, assegurando-Lhe que eles eram apenas uma pequena representação de todos os milhões que seriam salvos por Ele por meio de Seu sacrifício)

Leia Romanos 5:14. Além do contexto imediato, em que sentido “a morte reinou desde Adão até Moisés”? Em outras palavras, por que a morte perdeu seu “reinado” em Moisés? (R.: A morte não existia antes do pecado, e quando ela surgiu reinou absoluta, sem nenhuma solução. No entanto, ela perdeu esse “reinado” quando Moisés se tornou o primeiro ser ressuscitado em toda a história.)

Leia João 5:28, 29; 6:39, 40, 44, 54; 2Tm 4:8. Por que essas palavras só fazem sentido se entendermos que os mortos estão inconscientes até o dia da ressurreição?

Por que a doutrina bíblica do sono inconsciente durante a morte e da futura ressurreição faz muito mais sentido do que a crença em “almas desencarnadas” no Céu?

Como a ressurreição de Moisés, considerando seus acertos e falhas, confirma que a salvação só pode acontecer pela graça divina?

Durante este trimestre, o que mais impressionou você no livro de Deuteronômio e que lhe fez crescer espiritualmente?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Comentário da Lição: Deuteronômio no NT

Perguntas Interativas da Lição: Deuteronômio em escritos posteriores

O livro de Deuteronômio foi citado ou aludido por vários personagens bíblicos e serviu como base para inúmeras ocasiões de reforma. Certamente ele ainda serve para refletirmos nos mesmos princípios e experimentarmos uma reforma em nossos dias. Esse foi o tema da lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Compare Deuteronômio 10:14, 15; Neemias 9:6; e Salmo 148:4. Em sua opinião, qual é o significado da expressão “céus dos céus” nesses contextos? Por maior que seja o sentido dessa expressão, o que significa dizer que “os céus dos céus são do Senhor”?

Leia 2 Reis 22:8, 10-13. O “livro da lei”, que foi achado na reforma do templo, é o livro de Deuteronômio. Qual foi a importância de esse livro ter sido encontrado? De que forma nós também precisamos “reencontrar” alguns livros da Bíblia, ou até mesmo a Bíblia inteira? Como podemos fazer isso?

Compare Deuteronômio 12:1-3 com 2 Reis 23:4-7. Por que o rei Josias procurou obedecer imediatamente aos ensinos do livro encontrado? Qual é o papel da Bíblia nos grandes movimentos de reforma?

Em nosso tempo, que “altares” Josias destruiria? Por quê? Como podemos ser “Josias” em nossos dias?   

Leia Neemias 9:1-3. De modo semelhante àquele, como nossa igreja pode ser levada a uma experiência de retorno à Bíblia?

Leia Daniel 9:13. De que forma o livro de Deuteronômio ajudou Daniel a entender a situação em que se encontrava? Como a Bíblia nos ajuda a entender a situação em que nos encontramos agora na história do mundo?

Veja como Miqueias 6:8 é semelhante a Deuteronômio 10:12. Em uma palavra, o que é que Deus pede de nós, afinal? Por quê?

Como vemos em todos esses exemplos (Josias, Neemias, Daniel, Miqueias), por que a Bíblia é o primeiro requisito para iniciar o processo de arrependimento e reforma? Por que, além das Escrituras, também consultavam os profetas (Moisés, Hulda, Jeremias). Que lição há para nós quando levamos em consideração o ministério profético de Ellen G. White?

Que princípios podemos extrair da lição desta semana para aplicar à nossa própria igreja local?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas Interativas da Lição: lembrem-se e não se esqueçam

O povo de Israel estava prestes a entrar na tão sonhada terra de Canaã. No entanto, era perigoso se esquecerem de Deus quando estivessem desfrutando da prosperidade e riqueza do lugar. Para que isso não acontecesse, Moisés exortou o povo várias vezes a sempre se lembrarem de Deus, e a jamais se esquecerem do modo como Ele os havia guiado. Essas exortações também servem para nós hoje.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Por que esquecemos facilmente das coisas que Deus fez por nós? Como podemos manter sempre em mente o modo como o Senhor nos tem guiado? Por que isso é importante na vida cristã?

Em Gênesis 9:13-15, Deus diz que, quando olha para o arco-íris, Ele “Se lembra” de Sua aliança com a humanidade. De modo semelhante, em Êxodo 6:5, Ele diz a Moisés que “Se lembrou” de Sua aliança com Abraão e então tiraria o povo do Egito. Como podemos entender essa expressão, sendo que é impossível que Deus tenha problemas de esquecimento? (R.: Na Bíblia, “lembrar” também tem a ver com “agir” – esses versos indicam que Deus age em favor de Sua aliança, conforme o momento oportuno. Esse “lembrar-se” com a devida ação também se aplica a nós: “lembra-te do sábado”, “lembra-te do teu Criador”, “lembra-te onde caíste”, etc.)

Se o “lembrar” de Deus significa que Ele vai agir de alguma forma, o que significa o fato de que Ele “não se lembrará jamais” de nossos pecados perdoados (Jr 31:34; Hb 10:17)?

Leia Deuteronômio 4:9, 23. Por que Moisés insistiu tanto para que o povo não se esquecesse da aliança com Deus nem do modo maravilhoso como Ele os havia livrado? Que lições podemos aprender para nosso tempo?

Como vemos em Deuteronômio 6:7 e 11:19, Moisés instruiu os israelitas a falarem constantemente para seus filhos sobre a história de sua libertação e da aliança de Deus. Por que essa atitude seria positiva para a família israelita? E por que é importante também para as famílias cristãs?

Conforme Deuteronômio 8:11-14, os israelitas foram orientados a não permitir que a prosperidade na terra de Canaã os levasse a se esquecer de Deus – e foi o que aconteceu depois, mesmo assim. Por que isso acontece? Como podemos nos proteger para não nos esquecermos de Deus ao adquirir prosperidade e riquezas materiais?

Leia Deuteronômio 24:8, 22. Há várias outras passagens além dessas nas quais Deus alerta os israelitas para não se esquecerem de que haviam sido escravos antes. Em sua opinião, por que isso seria importante? Como podemos comparar isso com o fato de que antes éramos escravos do pecado?

Por que é importante separar um momento cada dia para meditar no sacrifício de Cristo, especialmente nas últimas horas de Sua vida na Terra?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas Interativas da Lição: convertam o seu coração

“Todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rm 3:23, NVI). Apesar disso, somos “justificados gratuitamente por Sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus” (v. 24). Contudo, antes de sermos justificados, passamos pelo arrependimento do pecado. Assim, o arrependimento é um ponto vital na vida do povo de Deus, como podemos ver no livro de Deuteronômio. Esse foi o tema da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Em Deuteronômio 5:29, Deus usa a expressão “quem dera!”. Sendo todo-poderoso, por que Ele não pôde realizar Seu próprio desejo? Por que Ele não “forçou” milagrosamente o povo a ser obediente para que Seu desejo se cumprisse? (R.: Por respeitar o livre-arbítrio das pessoas, Deus iria contra Sua própria natureza e contra Seu próprio caráter se forçasse o povo a amá-Lo e a obedecê-Lo. Por isso, nesse caso, Ele usa a expressão humana de ter um desejo que está além do alcance: “Quem dera!”)

Veja quais são alguns desejos de Deus ainda hoje: 1Ts 4:3; 1Tm 2:4. De que modo podemos contribuir para que o desejo de Deus se cumpra em nós, individualmente?

O que o fato de Deus respeitar nosso livre-arbítrio nos revela sobre Ele?

Deus havia previsto que depois de algumas gerações os israelitas iriam se desviar do caminho, e seriam levados cativos pelos inimigos estrangeiros – o que realmente aconteceu. No entanto, leia em Deuteronômio 4:29-31 a promessa que Ele lhes fez muito antes que isso acontecesse. O que isso nos ensina sobre a graça e a misericórdia divinas?

Observe a palavra “voltar” (ou “retornar”) em Deuteronômio 30:2, 10. Em relação ao povo de Israel, de que forma as palavras “voltar” e “arrepender-se” estão associadas? Em que sentido o “arrependimento” é um “voltar” para Deus? (compare com Apocalipse 2:4, 5). Sendo assim, o que significa “arrepender-se” para aqueles que nunca conheceram a Deus?

Em Mateus 27:3-5, Judas reconheceu e afirmou: “pequei, traindo sangue inocente.” Entretanto, por que suas atitudes não são compatíveis com as de um arrependimento genuíno? Quais são as evidências de um verdadeiro arrependimento? (R.: Tristeza pelo pecado; abandono do pecado; restituição do dano, tanto quanto for possível; mudança de mente; mudança de vida; frutos do Espírito.)

As Escrituras nos asseguram que o próprio Deus é quem nos dá o arrependimento tão necessário (Rm 2:4; 2Tm 2:25). O que isso nos diz sobre as providências e a disposição de Deus para nossa salvação?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Perguntas Interativas da Lição: lei e graça

Muita gente crê e ensina que o povo do Antigo Testamento tinha que viver “pela obediência à Lei”, e apenas os do Novo Testamento pela graça. No entanto, vemos no livro de Deuteronômio que a graça divina sempre foi a base para o relacionamento com Deus. Seria muita injustiça esperar do ser humano obediência sem a intervenção da graça divina, pois isso seria impossível!

Perguntas interativas para discussão em grupo:

O que aprendemos em Deuteronômio 9:1-6 sobre a graça de Deus no Antigo Testamento? Com base em 2 Timóteo 1:9, como podemos comparar essa realidade com a nossa no Novo Testamento? Como o conhecimento dessa verdade nos motiva a ser ainda mais obedientes?

Leia Gálatas 2:21. De que forma a cruz de Cristo nos revela o absurdo de alguém tentar “merecer” a entrada no Céu por meio de obras “meritórias”? (ver também Efésios 2:8, 9)

Leia Romanos 3:20, 28. Por que ninguém será justificado por obedecer à Lei?

Leia Romanos 7:7 e 1 João 3:4. Quais são os propósitos da lei moral de Deus? Sem a Lei, o que definiria o que é “moral”?

Leia 1 Timóteo 1:9, 10 com atenção. Sendo que a Lei Moral serve para definir o que é pecado, e que não somos salvos por ela, por que continuamos obedecendo? (R.: Por que ela é verdade [Sl 119:142]; é perfeita [Sl 19:7], é eterna [Sl 119:44], é santa, justa e boa [Rm 7:12; 1Tm 1:8]; é o padrão de vida dos cidadãos do Céu [Hb 8:10].)

Como podemos entender o fato de que, milênios antes de Deus proclamar os Dez Mandamentos no Sinai, Lúcifer já havia cometido “iniquidade” e “pecado” no Céu? (R.: Todos os seres morais que Deus criou são regidos por leis morais.)

Em sua opinião, por que Deus estabelece leis morais para os seres inteligentes que Ele cria? Por outro lado, como seria se não existissem leis morais? Por que a transgressão dessas leis é pecado?

Deuteronômio 10:12, 13. Em que sentido os mandamentos e estatutos de Deus são “para o nosso bem”?

Como podemos evitar a armadilha de nos tornarmos legalistas ao obedecermos a Lei? Qual é a diferença entre o legalismo e a obediência estrita e inabalável?

Como a Lei reflete a realidade do amor de Deus por nós?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)