Evolucionistas são nazistas e creem que viemos do macaco?

darwinVocê sabia que Adolf Hitler era “fã” de Charles Darwin, e que usou a ideia de seleção natural para levar avante seus planos eugenistas? Quem afirma isso é a secretária pessoal do führer, Traudl Junge, no livro Até o Fim (Ediouro). A obra foi escrita com base nos diários de Traudl, cujo objetivo foi alertar as pessoas para o fato de que jamais pode ser subestimado o poder sedutor de líderes fanáticos. Na página 140, a autora registrou a filosofia de vida do ditador e o que ele pensava sobre religião: “[Hitler] não tinha qualquer ligação religiosa; achava que as religiões cristãs eram mecanismos hipócritas e ardilosos para apanhar incautos. Sua religião eram as leis da natureza. Conseguia subordinar seu violento dogma mais facilmente a elas do que aos ensinamentos cristãos de amor ao próximo e ao inimigo. ‘A ciência ainda não chegou a uma conclusão sobre a raiz que determina a espécie humana. Somos provavelmente o estágio mais desenvolvido de algum mamífero, que se desenvolveu do réptil a mamífero, talvez do macaco ao homem. Somos um membro da criação e filhos da natureza, e para nós valem as mesmas leis que para todos os seres vivos. Na natureza a lei da guerra vale desde o começo. Todo aquele que não consegue viver, e que é fraco, é exterminado. Só o ser humano e, principalmente, a igreja têm por objetivo manter vivos artificialmente o fraco, o que não tem condições de viver e aquele que não tem valor.”

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Fundador da Sociedade Criacionista Brasileira foi diretor da Fapesp

Rui-Carlos-Camargo-VieiraCom a indicação do criacionista e defensor da Teoria do Design Inteligente Benedito Guimarães de Aguiar Neto para a direção da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), grande polêmica foi criada nos meios de comunicação brasileiros e até do exterior. Benedito é engenheiro eletricista (1977) e mestre em engenharia (1982) pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Cursou o doutorado (1987) na Technische Universität Berlin, na Alemanha, e o pós-doutorado (2008) na University of Washington, nos Estados Unidos; além disso, foi reitor da prestigiada Universidade Mackenzie, de São Paulo. Mesmo com esse currículo respeitável e com uma carteira de grandes contribuições para o avanço do conhecimento e da cultura, ele está sendo alvo de críticas injustas e precipitadas. Por quê? Porque em lugar de pensar que a vida teria contrariado os fatos e surgido por acaso, Benedito acredita que vida proveio de vida, ou seja, um Criador a trouxe à existência. E isso foi suficiente para a “geração espontânea” de várias notas de repúdio.

Neste momento de ânimos alterados, é bom lembrar que alguns anos atrás outro criacionista dirigiu uma agência de fomento à pesquisa, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Veja o que diz o site da instituição:

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Professor de Yale abandona o darwinismo e diz por quê

david-gelernterPara o professor da Universidade de Yale, David Gelernter, a teoria da evolução de Charles Darwin é “uma bela ideia que foi efetivamente refutada”. A declaração foi feita por ele durante sua renúncia pública do darwinismo. Gelernter, que é conhecido por prever a World Wide Web e desenvolver muitas ferramentas complexas de computação ao longo dos anos, é hoje professor de ciência da computação em Yale, cientista-chefe da Mirror Worlds Technologies, membro do Conselho Nacional de Artes e autor prolífico. Em uma coluna para o Claremont Review of Books, Gelernter explicou como suas leituras e discussões sobre a evolução darwiniana e suas teorias concorrentes, como o design inteligente, o convenceram de que Darwin estava errado. Ele cita, por exemplo, o livro de Stephen Meyer, Darwin’s Doubt, de 2013, e The Deniable Darwin, de David Berlinski, para basear suas novas crenças a respeito da vida na Terra.

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Mitologia, ufologia e evolucionismo: vêm aí os Eternos da Marvel

eternos1Depois de levar às telas dos cinemas e das casas os personagens mais famosos dos quadrinhos, como Capitão América, Hulk, Homem de Ferro, Thor e Homem-Aranha, agora é a vez de a Disney (dona da Marvel) trazer ao conhecimento do grande público figuras antes basicamente só conhecidas pelos fãs de HQs: os Eternos. Assim começamos a ter mais claro todo o pano de fundo mitológico e evolucionista criado por Stan Lee e, no caso dos Eternos, por Jack Kirby. Basicamente, a ideia é que há um milhão de anos seres extraterrestres megapoderosos chamados Celestiais teriam feito sua primeira visita à Terra e realizado experiências genéticas com a “espécie mais evoluída do planeta”. Como resultado disso, surgiram três novas raças: os humanos comuns, os deviantes (seres agressivos e de genética instável) e os eternos (semelhantes aos humanos, mas superpoderosos e praticamente imortais. Experiências semelhantes foram feitas pelos Celestiais em outros mundos, dando origem às várias raças alienígenas do universo Marvel, como os skrulls e os kree.

Segundo a mitologia da Marvel, mais de 700 mil anos atrás houve uma guerra entre duas facções dos eternos e uma delas foi expulsa para o espaço, onde estabeleceu colônias em Urano e, depois, Titã (nessa lua de Saturno nasceu Thanos, o arquivilão dos dois últimos filmes dos Vingadores). Os eternos que ficaram na Terra acabaram sendo tratados como divindades por várias civilizações e grupos humanos.

Entre os eternos mais famosos estão o guerreiro Ikaris, da cidade de Polaria (atual Sibéria), com mais de 20 mil anos de idade, e Sersi, também conhecida como a bruxa Circe da Grécia clássica. Ela foi companheira do mago Merlim, na época do reinado de Arthur, e integrante dos Vingadores por algum tempo. Tudo indica que Sersi será interpretada no cinema por Angelina Jolie, o que ajudará a dar ainda mais visibilidade ao filme.

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Os Eternos serão mais uma produção cinematográfica a impulsionar ideias como a teoria da evolução, o neopaganismo e o contato com extraterrestres, sendo o Deus bíblico uma figura sempre totalmente ausente.

Michelson Borges

Marxismo & evolucionismo: convergências

As maiores fake news evolucionistas

200 anos de Karl Marx: darwinismo & comunismo

darwin marxNascido em 5 de maio de 1818, Karl Marx “fez” 200 anos. Consideremos então a seguinte questão: O darwinismo deu suporte mais naturalmente a uma perspectiva moral-econômica capitalista ou a algum outro ponto de vista filosófico rival, digamos, marxista? O historiador econômico Niall Ferguson debateu a respeito do ponto de vista acima em um livro de 2008, A Ascensão do Dinheiro: A História Financeira do Mundo. Ao aplicar uma estrutura darwiniana para entender as forças de mercado, ele foi questionado por uma série de críticos. Na revista The New York Review of Books, o economista Robert Skidelsky repreendeu Ferguson por fornecer “falsas analogias entre evolução financeira e seleção natural darwiniana… Essas tentativas de explicar o crescimento de dinheiro em termos de processos naturais me atacam por serem inocentes tanto moral quanto filosoficamente”.

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