Alemanha vai legalizar “terceiro sexo”

alemanhaO Tribunal Constitucional alemão exigiu hoje a legalização do termo “terceiro sexo” nos documentos administrativos tornando a Alemanha o primeiro país europeu a adotar a medida oficialmente. O Tribunal Constitucional concede aos deputados um prazo que termina “em fins de 2018” para votarem a legalização do “terceiro sexo” nos registos de nascimento com a mesma igualdade que as menções “masculino ou feminino”. A sentença da mais alta instância judicial alemã argumenta, baseando-se no direito constitucional sobre a proteção da personalidade, que as pessoas que não são nem homens nem mulheres têm o direito a mencionar a identidade de gênero de forma positiva nos registos de nascimento.

Trata-se de um avanço na obtenção de direitos de pessoas intersexuais na Alemanha, que em 2013 conseguiram uma reforma legal que permitiu aos pais dos recém-nascidos não registar de forma obrigatória os filhos como homens ou mulheres nos casos em que não é possível determinar o gênero com exatidão.

(SIC Notícias)

Nota: E assim vemos os legisladores humanos redefinindo conceitos biológicos “pétreos”. Não existe terceiro sexo. As pessoas nascem homens (com órgão sexual masculino) ou mulheres (com órgão sexual feminino). Deus criou homem e mulher. Homem e mulher somente são capazes de perpetuar a espécie e somente um homem e uma mulher podem, segundo a Bíblia, tornarem-se “uma só carne”, por meio dos laços sagrados do matrimônio e do sexo conjugal. Infelizmente, o pecado deixou sua mancha em toda a criação e muitas coisas que antes eram uma bênção (como o sexo, por exemplo) podem se tornar uma maldição. Todos os seres humanos, de uma forma ou de outra, foram afetados pelo pecado e suas consequências. E todos merecem nossa compaixão por isso. Um pequeno percentual da humanidade sofre do que os psicólogos chamam de disforia de gênero, uma condição que pode ser revertida, em alguns casos, e que se caracteriza pela sensação de não pertencer ao sexo biológico com que se nasceu. Daí a se considerar que existe um “terceiro sexo” é ir contra a natureza, assim como o tal do poliamor está destruindo, também, o conceito de casamento heteromonogâmico, que, segundo Ellen White, é uma lei de Deus. Quem mexe em uma lei divina não terá dificuldade para aceitar a mudança em outras leis… [MB]

 

Anúncios

Sexualidade e questões de gênero. Proteja as crianças!

childrenO American College of Pediatricians exorta profissionais de saúde, educadores e legisladores a rejeitar as políticas que condicionam as crianças a aceitar como normal uma vida de representação química e cirúrgica do sexo oposto (confira). Confira algumas afirmações dessa associação de pediatras quanto à ideologia de gênero:

1. A sexualidade humana é um traço binário biológico objetivo: “XY” e “XX” marcadores genéticos de macho e fêmea, respectivamente, e não marcadores genéticos de um transtorno. A sexualidade humana é binária e o propósito óbvio é reprodução da espécie. Há transtornos do desenvolvimento sexual, como a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita, que são muito raros e identificados pela ciência como desvios da norma binária sexual e reconhecidos como transtornos do design humano. Pessoas com esses transtornos não constituem um terceiro sexo (“Clinical Guidelines for the Management of Disorders of Sex Development in Childhood.” Intersex Society of North America, March 25, 2006).

2. Ninguém nasce com um gênero, mas com um sexo biológico. Gênero (consciência de si como macho ou fêmea) é um conceito sociológico e psicológico, não biológico objetivo. Bebês não nascem com consciência deles mesmos como macho ou fêmea. Essa tomada de consciência se desenvolve com o tempo e pode ser desviada por percepções subjetivas da criança, por relacionamentos e experiências adversas da infância para adiante. As pessoas que se identificam como “me sinto como sendo do sexo oposto” ou “me sinto no meio, nem macho nem fêmea” não constituem um terceiro sexo. Elas permanecem homem biológico e mulher biológica (Zucker, Kenneth J. and Bradley Susan J. “Gender Identity and Psychosexual Disorders.” FOCUS: The Journal of Lifelong Learning in Psychiatry. Vol. III, nº 4, Fall 2005 [598-617]. Whitehead, Neil W. “Is Transsexuality biologically determined?” Triple Helix [UK], Autumn 2000, p. 6-8. http://www.mygenes.co.nz/transsexuality.htm; see also Whitehead, Neil W. “Twin Studies of Transsexuals [Reveals Discordance]” www.mygenes.co.nz/transs_stats.htm. Jeffreys, Sheila. Gender Hurts: A Feminist Analysis of the Politics of Transgenderism. Routledge, New York, 2014 [p. 1-35]).

3. A crença de que ele ou ela é algo que não é, revela um pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável crê que ele é uma menina, ou quando uma menina biologicamente saudável crê que ela é um menino, existe um problema psicológico objetivo que está na mente dele ou dela, e não no corpo. Essas crianças sofrem de Disforia de Gênero, antes chamada de Transtorno de Identidade de Gênero, reconhecida como desordem mental e listada no CID-10 (Código Internacional das Doenças) sob o código F64.2 e no DMS-5. As teorias de aprendizagem psicodinâmica e social sobre a Disforia de Gênero nunca foram refutadas (American Psychiatric Association: Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition, Arlington, VA, American Psychiatric Association, 2013 [451-459]. See page 455 re: rates of persistence of gender dysphoria).

4. A adolescência não é doença e hormônios bloqueadores da puberdade podem ser perigosos. Reversíveis ou não, os puberty-blocking hormones induzem a um estado de doença – a ausência da puberdade – e inibem o crescimento e a fertilidade em crianças biologicamente saudáveis anteriormente (Hembree, WC, et al. Endocrine treatment of transsexual persons: an Endocrine Society clinical practice guideline. J Clin Endocrinol Metab. 2009;94:3132-3154).

5. De acordo com o DSM-5 (o CID norteamericano), 98% dos meninos confusos quanto ao gênero e 88% das meninas com essa confusão eventualmente aceitam seu sexo biológico após atravessarem naturalmente a adolescência (American Psychiatric Association: Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition, Arlington, VA, American Psychiatric Association, 2013 [451-459]. See page 455 re: rates of persistence of gender dysphoria).

6. Dar hormônios bloqueadores da puberdade a crianças com Disforia de Gênero na pré-adolescência requer o uso de cross-sex hormones (testosterona e estrogênio) mais tarde, na adolescência, para continuar o processo de representar o papel do sexo oposto. Tais crianças ficarão sem condições de conceber filhos mesmo com tecnologia reprodutiva artificial. Além disso, usando tais hormônios há risco de doença cardíaca, hipertensão arterial, derrame, diabetes, câncer, etc. (Moore, E., Wisniewski, & Dobs, A. “Endocrine treatment of transsexual people: A review of treatment regimens, outcomes, and adverse effects.” The Journal of Endocrinology & Metabolism, 2003; 88[9], p. 3467-3473. FDA Drug Safety Communication issued for Testosterone products accessed 3.20.16: www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/PostmarketDrugSafetyInformationforPatientsandProviders/ucm161874.htm. World Health Organization Classification of Estrogen as a Class I Carcinogen: http://www.who.int/reproductivehealth/topics/ageing/cocs_hrt_statement.pdf Eyler AE, Pang SC, Clark A. LGBT assisted reproduction: current practice and future possibilities. LGBT Health 2014;1[3]:151-156).

7. Taxas de suicídio são cerca de 20 vezes maiores entre adultos que usam esses cross-sex hormones e se submetem à cirurgia para mudança sexual (reassignment surgery), mesmo na Suécia, um dos países com mais defensores do grupo LGBT (Dhejne, C, et.al. “Long-Term Follow-Up of Transsexual Persons Undergoing Sex Reassignment Surgery: Cohort Study in Sweden.” PLoS ONE, 2011; 6[2]. Affiliation: Department of Clinical Neuroscience, Division of Psychiatry, Karolinska Institutet, Stockholm, Sweden. Accessed 3.20.16 from http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0016885).

8. É um abuso contra a criança condicioná-la a crer que a tentativa de mudança de sexo por meios químicos e cirúrgicos seja normal e saudável. Fazer isso em educação pública ou privada e em políticas públicas só confunde as crianças e os pais. Proteja as crianças!

Um dos autores dessas declarações é o Dr. Paul McHugh, distinto professor de Psiquiatria da Escola Médica Johns Hopkins e ex-chefe da Psiquiatria do Hospital Johns Hopkins.

(Cesar Vasconcellos de Souza é psiquiatra; www.doutorcesar.com.br)

Jornalista homossexual é contra “casamento” gay

jean-pierreJean Pierre Delaume-Myard é um jornalista francês. Ele é o realizador e um dos porta-vozes da Manif pour Tous [Manifestação para Todos], um grande movimento pró-família que levou centenas de milhares de pessoas às ruas da França para defender o matrimônio natural diante dos ataques do governo de François Hollande. E atenção: trata-se de ataques não porque o governo apenas defendesse o chamado “casamento” gay, mas porque o governo reprimia a liberdade de expressão daqueles que contestavam que a união civil homossexual equivalesse ao matrimônio natural entre um homem e uma mulher abertos à geração de novas vidas humanas. Jean Pierre Delaume-Myard se opõe ao chamado “matrimônio para todos” e à adoção de crianças por casais gays porque não concorda que a união civil homossexual seja equivalente ao conceito de matrimônio natural.

E não, Jean Pierre Delaume-Myard não é “homofóbico”. Ele foi às ruas e convocou as pessoas às ruas para declarar precisamente que os homossexuais são cidadãos responsáveis. Para declarar que a orientação sexual não pode ser transformada em uma lei imposta a todos. Para rejeitar uma lei que, mais cedo ou mais tarde, vai pôr em xeque o conceito natural de família.

Jean Pierre escreveu o livro Homosexuel contre le mariage pour tous [Homossexual contra o matrimônio para todos], no qual relata o poder do lobby gay e denuncia como esse lobby se apropria da voz dos homossexuais apesar de não representar a maioria deles.

Estas são algumas das ideias expostas no livro:

Ele se opõe ao chamado “matrimônio homossexual” na França porque a proposta prevê a adoção. “Toda criança tem, antes de tudo, a necessidade de um pai e de uma mãe para se realizar. Há uma grande diferença entre ter dois ‘papais’ ou duas ‘mamães’ e ter pai e mãe heterossexuais. A verdadeira igualdade tem sua única fonte no casal pai e mãe, o único incontestável. Pretender apagar esse fato da natureza é negar a própria realidade. Todos devem a vida à igualdade homem-mulher.”

“A enorme instabilidade entre os casais do mesmo sexo, confirmada por numerosos estudos realizados nos países em que esse tipo de casamento foi legalizado, aponta que as consequências para a criança são especialmente o fracasso escolar, os problemas para a futura integração profissional e a estabilidade afetiva.”

“O recurso à ‘barriga de aluguel’ é inaceitável moralmente porque a mulher não é uma mercadoria contratável e a criança não pode ser utilizada como remédio afetivo para casais do mesmo sexo.”

“A ‘barriga de aluguel’ é uma violência radical, já que consiste em privar uma criança do seu direito inalienável às suas origens, do direito de conhecer o próprio pai e a própria mãe. Todos nascemos de um pai e de uma mãe. Que direito existe de privar disso uma criança?”

Costuma ser aduzido neste ponto o fato, igualmente real, de que muitos pais e mães heterossexuais abandonam os próprios filhos. No entanto, a solução para esse problema gravíssimo estará mesmo no recurso a outro problema gravíssimo? Por que não se resolve cada problema com a solução que de fato elimina sua raiz? É uma problemática semelhante à do aborto: o “problema” consiste no despreparo para a gravidez e, por obviedade, a solução está em investir na conscientização, educação e preparação dos jovens para a gravidez – e não em ignorar este verdadeiro problema oferecendo escapes como o aborto, que contribuem para perpetuar a irresponsabilidade sexual dos jovens e dos adultos num ciclo vicioso sem fim. No caso das crianças abandonadas pelos pais, quanto mais se tenta transformar soluções paliativas em “soluções habituais”, mais se desvia do foco: eliminar o problema do abandono, incentivando a paternidade e a maternidade responsáveis.

“Como católico praticante, nunca tive que vestir uma armadura para ir à igreja aos domingos. Toda vez que confessei minha sexualidade a um sacerdote, ele não apenas me ouviu, mas me acolheu com bondade, permitindo-me até fazer a leitura, na missa, dos textos sagrados.”

“O lobby gay não representa a totalidade dos homossexuais. Na Europa, ele tem influência em toda parte. A mídia prefere dar visibilidade a um homossexual do lobby LGBT em vez de ouvir um homossexual que não faz parte de um lobby. Se um homossexual não está de acordo com o lobby gay, ele é forçosamente manipulado, marginalizado e relegado. O lobby gay exerce uma ditadura insuportável e nos encerra numa categoria de ‘pessoas especiais’ no seio da humanidade. E isso, na prática, gera desigualdade”.

“Cada vez que me pronuncio publicamente, recebo mensagens abertamente hostis na minha página do Facebook: ‘Vamos tocar fogo em você’, ‘Traidor imundo’, etc.”

“A Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais é financiada com fundos da União Europeia e de governos como o norte-americano e o holandês. É um truste financeiro: recebeu, em 2012, 1,4 bilhão de euros.”

“O lobby gay está decidido a destruir, sem importarem os meios, as instituições do matrimônio e da família natural, com a ajuda de alguns lobbies feministas, como o grupo Femen, que não é o único.”

“A questão da ideologia de gênero está intimamente ligada à Procriação Medicamente Assistida e ao seu corolário, a gestação sub-rogada. Para nos fazer acreditar que um homem com um homem ou uma mulher com uma mulher podem ter um filho, eles nos impõem a ideologia de gênero.”

“O conceito de gênero é o instrumento de uma revolução antropológica e cultural em nossas sociedades pós-modernas em busca de identidade e igualdade.”

“Recentemente, lançamos na Europa uma campanha em favor do matrimônio homem-mulher e da filiação pai-mãe-filhos. Com espírito de esclarecimento, mas também de unidade, a iniciativa cidadã Mum, Dad & Kids [Mamãe, Papai e Filhos] propõe que a União Europeia adote uma definição do matrimônio e da família na legislação comunitária. A iniciativa foi apresentada oficialmente em Paris no dia 18 de abril.”

(Aleteia)

Nota: Interessante o posicionamento de Jean-Pierre ao defender o conceito bíblico e natural de casamento (heteromonogâmico). É também interessante o tratamento que ele recebeu em sua igreja: de aceitação e compreensão. Ter tendências homossexuais não é pecado, assim como qualquer outra tendência pecaminosa não o é. Entregar-se às práticas ditadas por essas tendências, sim, é pecado. A militância gay incentivada pelos interesses denunciados por Jean vai totalmente de encontro à cosmovisão criacionista bíblica e por isso deve ser denunciada. É como na máxima: devemos amar o pecador e odiar o pecado. [MB]

Feminista diz que falta de aborto causou aquecimento global

gloria-steinemEm uma ampla entrevista na última terça-feira, a ícone feminista Gloria Steinem disse à Refinery29 que a mudança climática pode estar diretamente relacionada à falta de aborto. Steinem, de 83 anos, que ajudou a popularizar a controversa camiseta “Eu fiz um aborto”, disse ao site que a mudança climática é uma “questão feminista” porque a superpopulação mundial poderia ter sido evitada se os abortos fossem mais facilmente acessíveis às mulheres. “Ouça, o que causa a mudança do clima é a população”, disse ela. “Se não estivéssemos forçando sistematicamente mulheres a ter filhos que não querem ou não podem cuidar durante os 500 anos de patriarcado, não teríamos os problemas climáticos que temos. Essa é a causa fundamental da mudança climática. Mesmo que o Vaticano não nos diga isso. Além disso, porque as mulheres são as principais trabalhadoras agrícolas no mundo, e também as portadoras de água e as alimentadoras de famílias e assim por diante, é um fardo desproporcional.”

Durante a entrevista, Steinem também aproveitou a oportunidade para atacar Ivanka Trump, filha do presidente norte-americano. Quando perguntada pelo entrevistador se ela achava que Ivanka era uma feminista, Steinem disse: “Ninguém na Terra acha que ela é uma feminista, você está brincando comigo?” E observou que Ivanka nem sequer tenta defender o feminismo. “Eu não a vi levantando e dizendo que as mulheres deveriam ter o direito de controlar seus próprios corpos e decidir quando e se ter filhos, não”, disse Steinem.

“Eu a vi sendo entrevistada pela Cosmopolitan, e ela foi perguntada sobre sua política de licença de maternidade, mas é só se você fisicamente der à luz. Não é para pais adotivos, não é para pais. Essa é a mesma política de qualquer regime autoritário na Terra que conheço, incluindo a Alemanha de Hitler”, disse Steinem. “Eu não estou dizendo que ela sabe disso, mas estavam pagando mulheres para ter filhos. Por acidente, talvez, essa é a sua política.”

Eu concordo com Steinem: Ivanka não é feminista. E isso é um ótimo sinal de que recebeu uma boa educação! Vejam no que se transformou a ícone do feminismo. Se não estiver gagá – o que não parece ser o caso, pois é o mesmo discurso maluco e radical de várias outras da espécie –, acha que a solução para o “problema climático” é mulheres saírem abortando por aí, e chama qualquer incentivo à maternidade de “prática nazista”. É caso de hospício mesmo…

(Rodrigo Constantino, Gazeta do Povo)

Nota: O nome disso é “espiral do delírio” (militância esquerdista em seu estado da arte). Ideias como essas derivam do conceito darwinista dos marxistas e das feministas, de que a vida não passa de um amontoado de células. Se duvida, assista aos vídeos abaixo. Ideias têm consequências, e a ideia dessa senhora me fez lembrar a viagem que um amigo missionário português chamado Filipe Reis fez aos Estados Unidos, recentemente. Quando esteve no estado da Georgia, ele visitou um monumento erguido pela Ordem Rosacruz, onde estão expostos os dez mandamentos da Nova Ordem Mundial. O primeiro desses mandamentos diz: “Reduzir a população mundial a 500 milhões de habitantes”, e o segundo: “Orientar a reprodução de forma sábia.” Confira na foto abaixo, tirada pelo Filipe:

pedra rosacruz

No livro O Outro Lado do Feminismo, de Suzanne Venker e Phyllis Schlafly, na página 185 (da edição em inglês), estão os Dez Mandamentos Feministas:

  1. Faça muito sexo com muitos homens diferentes.
  2. Você é livre para fazer um aborto a qualquer hora por qualquer razão.
  3. Ignore seu relógio biológico e, se necessário, crie novos métodos de concepção.
  4. Invista em carreiras que exijam bastante e pague outras mulheres para criar/educar seus filhos.
  5. Não se sinta culpada por investir em carreiras que exijam bastante e por pagar outras mulheres para criar/educar seus filhos.
  6. Você é livre para se divorciar a qualquer hora e manter a custódia dos filhos.
  7. Faça inseminação artificial se você não se casar, mas ainda assim quiser ter filhos.
  8. Deprecie os homens até que a masculinidade deles desapareça.
  9. Não tome o sobrenome de seu marido.
  10. Menospreze todas as donas de casa e mulheres conservadoras.

Bem, parece que Gloria Steinem tem seguido de perto as diretrizes feministas e dos defensores da Nova Ordem Mundial.

O fato é que o feminismo tem DNA marxista/evolucionista e atenta contra a família patriarcal bíblica (o que não significa que as mulheres não tenham direitos legítimos que devam ser preservados e defendidos; essa é outra história). Mas é preciso que fique bem claro que esse tipo de família (patriarcalista) nada tem que ver com a visão do patriarcalismo descrita por sociólogas como Maria do Perpétuo Socorro Leite Barreto, por exemplo, que escreveu o seguinte: “Patriarcalismo pode ser definido como uma estrutura sobre a qual se assentam todas as sociedades contemporâneas. É caracterizado por uma autoridade imposta institucionalmente, do homem sobre mulheres e filhos, no ambiente familiar, permeando toda a organização da sociedade, da produção e do consumo, da política, à legislação e à cultura. Nesse sentido, o patriarcado funda a estrutura da sociedade e recebe reforço institucional; nesse contexto, relacionamentos interpessoais e personalidade são marcados pela dominação e violência.”

Se ela se refere ao patriarcalismo bíblico, está totalmente errada, pois a função bíblica do patriarca era justamente prover e proteger (responsabilidade que muitos homens já não querem assumir), jamais usar de dominação e violência. O modelo para essa posição masculina é o do próprio Deus, por isso o amor e o desejo de proteger devem ser a tônica desses relacionamentos. Graças às feministas e à inversão de valores e posições observada em nossa sociedade, as pessoas logo manifestam resistência à simples menção da palavra “patriarcalismo”, sem ao menos compreender o conceito bíblico dela.

Patriarcalismo, segundo Filipe, é a forma de ordenação da família e da sociedade em que o homem assume a autoridade e a responsabilidade as quais Deus lhe confiou. Ele assume a figura tutelar, cuja principal incumbência é a provisão e proteção do seu núcleo ou grupo, sendo que o mais elementar deles é a família, zelando incessantemente pelo seu bem-estar e seus interesses. Essa autoridade é diferente do autoritarismo, conceito no qual o líder exerce poder por imposição arbitrária determinada por ele mesmo, e que facilmente descamba para opressão. Isso resulta, finalmente, em machismo, ou a ideia de superioridade nata do gênero masculino sobre o feminino, que é outra proposta não aceitável ao patriarcalismo, transformando-se em uma forma doméstica de ditadura.

Assim, a mulher e os demais membros da família deveriam ser os primeiros e maiores interessados na manutenção e preservação da autoridade patriarcal do homem. A mulher não perde com isso sua identidade ou consciência, nem se sente de qualquer forma diminuída; pelo contrário, é valorizada em sua elevada posição dentro da família e da sociedade.

Lamentavelmente, há muitos homens faltando com seu compromisso, abandonando o lar, tratando com violência a quem deveriam proteger, colocando sobre os ombros das mulheres uma carga que aumenta em muito a que elas já têm. Mas isso é resultado de um mundo injusto, pecaminoso e cada vez mais distante do ideal do Criador, e não deveria mudar em nada o plano dEle para as famílias. [MB]

Maternidade e casamento combinam?

casalNamorar, casar e ter filhos. Essa parece uma trajetória conhecida por muitos casais. Entretanto, a chegada de um filho pode ser um dos maiores desafios de um casal, pois gera mudanças significativas na vida a dois e nem todos se sentem preparados para vivenciar essas transformações. Prova disso é o resultado de um estudo do Relationship Research Institute, com sede em Seattle, nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, aproximadamente dois terços dos casais relatam queda na qualidade da relação depois de três anos do nascimento do bebê. Após cinco anos, 25% dos casamentos terminam em divórcio. Segundo Marina Simas de Lima, terapeuta de casais e cofundadora do Instituto do Casal, os problemas surgem devido às idealizações e expectativas em relação ao casamento e ao bebê “perfeito” somado à falta de preparação emocional para essa nova fase do ciclo vital. “Em geral, o casal costuma fazer muitos planos para o nascimento da criança, pensam em todos os detalhes, como decoração do quarto, enxoval, tipo de parto, amamentação. Entretanto, se esquecem de pensar em como esse filho irá impactar na relação a dois e se há estrutura emocional para lidar com as mudanças”, diz Marina.

[Continue lendo.]

Jogo da Baleia Azul (para os pais)

pais-filhos50 provas para os pais livrarem seus filhos da morte:

  1. Ame seu filho incondicionalmente.
  2. Corrija seu filho sempre que necessário.
  3. Ensine-o a falar “por favor” e “obrigado”.
  4. Ensine-o a falar “sim, senhor” ou “sim, senhora”.
  5. Ensine-o a “pedir licença”.
  6. Brinque com seu filho periodicamente de carrinho, de luta, de bola.
  7. Brinque com sua filha de boneca, de casinha, de fogãozinho.
  8. Passeie com seus filhos (para tomar um picolé, pelo menos).
  9. Assista a um programa legal com eles (próprio para a idade deles).
  10. Vá sempre às reuniões de pais e mestres da escola e pergunte como está seu filho.
  11. Quando ele falar palavrão, não ache graça e corrija imediatamente.
  12. Quando ele brigar com alguém, ensine-o a respeitar, refletir, dialogar e resolver.
  13. Nunca brigue com seu cônjuge na frente dos filhos.
  14. Faça aos outros o bem que você quer que seus filhos façam.
  15. Não faça de seu filho o centro das atenções da família.
  16. Seja exemplo de educação, respeito e honestidade.
  17. Saiba onde e como seu filho está emocionalmente.
  18. Saiba onde e como seu filho está fisicamente.
  19. Saiba onde e como seu filho está espiritualmente.
  20. Não vista roupas indecentes em seus filhos e não faça isso também.
  21. Ensine-os a respeitar os mais velhos.
  22. Ensine-os a respeitar as autoridades.
  23. Respeite você também os mais velhos.
  24. Respeite as autoridades.
  25. Não ache graça quando seu filho faz birra.
  26. Quando precisar, coloque seu filho de castigo e explique os porquês.
  27. Se não funcionar, corrija-o de forma adequada e no tempo certo.
  28. Ensine o que é correto e justo para seu filho por meio do seu próprio exemplo.
  29. Não fale mentiras para seus filhos em nenhuma circunstância.
  30. Não permita que seus filhos falem mentiras de tipo algum.
  31. Não prometa algo para seu filho que não possa ou não vá cumprir.
  32. Não assuste seu filho com bicho-papão nem por meio de chantagens ou ameaças.
  33. Não queira ser amiguinho do seu filho quando você precisa ser pai ou mãe dele.
  34. Nunca coloque seus filhos à frente de seu cônjuge.
  35. Se disser que ele vai ser corrigido quando chegarem em casa, cumpra o que disse.
  36. Imponha limites claros e coerentes ao seu filho.
  37. Faça ele arrumar a bagunça que faz (considerando idade e capacidade).
  38. Faça ele arrumar o quarto e a própria cama.
  39. Ensine-o a manter as coisas em ordem.
  40. Acompanhe as notas e o comportamento de seu filho na escola, sistematicamente.
  41. Saiba sempre o que ele está vendo na internet, no celular, no tablet, na televisão.
  42. Não dê tudo o que ele pedir, pois esse é o caminho mais curto para estragá-lo.
  43. Ensine seu filho a dar valor e se contentar com o que tem.
  44. Dê ao seu filho o que ele precisa comer antes do que ele quer comer.
  45. Ensine seu filho a obedecer às suas ordens sem reclamar.
  46. Ensine seu filho a pedir desculpa de forma sincera.
  47. Ensine seu filho a pedir perdão e a perdoar.
  48. Nunca trate seu filho como um coitadinho.
  49. Ensine seu filho a amar a Deus e ao próximo.
  50. Ensine seu filho no caminho em que ele deve andar, pois mesmo quando for grande não irá se desviar dele (Provérbios 22:6).

Com certeza, seu filho, no futuro, vai lhe agradecer.

(Autor desconhecido; adaptado por Hélio Martins Furtado Oliveira)

Leia também: Jogo da Baleia Azul é sintoma de uma era