Perguntas interativas da Lição: Jesus como Mestre dos mestres

jesus

Muitos livros publicados ao redor do mundo retratam Jesus como “modelo” em áreas tão diversas como liderança, educação, vendas e até “coaching”. Porém, muito mais do que um modelo em qualquer área específica, Jesus deve ser o Mestre de nossa vida. E essa realidade deve ser a base da educação cristã. Esse foi o assunto da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão em grupo:

Além de ser o nosso Salvador e Senhor, em que sentido Jesus deve ser também nosso Mestre? O que devemos aprender dEle e praticar? (Ver Mt 4:19; 9:35; 11:1, 29.)

Leia Efésios 5:1. Em sua opinião, qual é a essência desse versículo? Como nosso Mestre, de que maneira Jesus nos ensina a ser “imitadores de Deus, como filhos amados”?

Leia João 14:8, 9 e 2 Coríntios 4:6. O que significa dizer que “Jesus veio revelar o caráter do Pai”? E por que isso era necessário?

Sendo Jesus o nosso Mestre, que lições aprendemos de Seu exemplo ao lermos Filipenses 2:5-8? Como isso se aplica na vida prática do dia a dia?

Contraste a passagem acima (de Filipenses) com Tiago 4:6 e 1 Pedro 5:5. Por que um “cristão orgulhoso” é uma contradição ambulante? Como se pode vencer esse mal? (Ver Mt 11:29; 1Pe 5:6.)

Leia 2 Coríntios 5:18-20. O que aprendemos do mestre Jesus sobre “reconciliação”? O que significa o fato de que Ele também “nos deu o ministério da reconciliação” (v. 18) e “nos confiou a palavra da reconciliação” (v. 19)? Nesse sentido, de que forma nos tornamos “embaixadores de Cristo” (v. 20) ao mundo?

Leia João 17:18. Qual é a missão pela qual somos enviados? Como podemos representar devidamente o caráter de Quem nos envia?

Veja este trecho do início da lição de sexta-feira: “Todo verdadeiro trabalho educativo centraliza-se no Mestre enviado por Deus.” O que isso nos diz sobre o propósito da educação adventista, tanto na esfera familiar quanto na acadêmica?

Quais valores e ações são importantes para os professores e alunos que levam a sério a ideia de que Jesus foi e é nosso grande Mestre?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Clique aqui e assista à recapitulação do assunto em vídeo.

Jesus e nada mais

Em outubro de 2020, assisti ao documentário em série “The Family”, à época disponibilizado pela Netflix. A produção trata de uma misteriosa instituição sediada nos Estados Unidos da América que, às sombras, opera uma ampla rede de poder político religioso internacional. A única ação pública da instituição parece ser o tradicional “Café da Manhã de Oração”, que na realidade é um congresso anual de três dias realizado no centro do poder norte-americano, Washington. O prestígio do evento, aliado à discrição da organização em não se identificar como provedora, o fez ter status de oficial. Todos os presidentes dos EUA há cinco décadas dele participam, ladeados por políticos e empresários ilustres. Os tentáculos d’”A Família”, aliás se estendem a lideranças de 200 países.

O material é fartamente documentado e aponta para teorias de conspiração factíveis, desmistificadas por alguns dos entrevistados. Entretanto, apesar de a trama ser pintada a cores fortes, há muita forçação de barra, especialmente no que diz respeito aos apontamentos sobre a intervenção da instituição na política interna de nações. Organizações missionárias e humanitárias internacionais, se fossem devassadas por pessoas com mentalidade secularizada, poderiam ser retratadas de forma terrível, uma vez que existem com o propósito de pregar o Evangelho a toda criatura. Qualquer denominação internacional, vista com má vontade, poderia parecer uma teia de arranjos pelo poder. O problema apontado na série parte de lentes seculares e, portanto, suspeitas. O autor não diria o mesmo de ONGs ambientais ou de direitos humanos com representações internacionais para a defesa de suas respectivas agendas.

Para além das questões de liberdade e organização religiosa mal apresentadas no documentário, me chamou atenção a crítica de Jeff Sharlet, autor do livro que baseou o documentário a postura da organização frente aos líderes de ditaduras sanguinárias, como o genocida Muamar Kadafi, presidente que governou a Líbia de 1969 a 2011. Outros ditadores e déspotas também foram visitados. Nas reuniões aconteciam orações, seguindo o objetivo da instituição, que era falar aos poderosos sobre “Jesus e nada mais”. Concordo com Sharlet quando ele afirma que não há como falar de Jesus de maneira meramente fraterna com líderes como esses sem apresentar as implicações éticas do evangelho, ou seja, sobre os ensinos de Jesus a respeito desses atos.

“Jesus e mais nada” se confunde facilmente com o lema do protestantismo, “Solo Cristus”. Mas esse segundo, diferente da frase da superficialidade d’A Família, não representa um minimalismo temático ou doutrinário. Ao invés disso, “Jesus e mais nada” tem a ver com o único nome pelo qual importa que sejamos salvos (Atos 4:12). “Jesus e mais nada” tem a ver com a devoção, que deve ser unicamente dirigida. “Jesus somente” não é uma nota isolada, mas uma sinfonia.

Sharlet, não cristão, se indignou com o fato de Jesus ter sido apresentado sem nenhuma denuncia, reprovação ou apelo à mudança. E ele está coberto de razão. Mas esse não é um erro exclusivo dos que oravam com poderosos sanguinários.

Muita gente gosta de pensar em Jesus apenas como um cara legal que trata com criminosos e marginalizados como qualquer outra pessoa. Mas e quanto aos criminosos que fogem ao padrão tolerado comumente, como terroristas? Para eles também apresentaremos um Jesus que não exige arrependimento? O fato é que a imagem inconsistente de Jesus apresentada mostra o nosso desprezo pelo Evangelho, que vai sendo adaptado ao gosto de quem ouve ou apresenta. Mas o Jesus inconsistente que a cultura e, por vezes, a igreja gostam de apresentar nunca é levado às últimas consequências.

Púlpitos em toda parte evocam Jesus sem mostrar o que ele requer de nós. Pregadores apresentam Cristo como um amuleto a ser usado em momentos de dificuldade. Pessoas dizem ter aceitado a Cristo, mas não dão evidências de discipulado, vida transformada, arrependimento de seus pecados. Em certo sentido, a pregação que ouviram tem similaridade com aquela recebida pelos ditadores. Emocionaram-se, ganharam amigos, e frequentam reuniões, mas não foram desafiados para a mudança. “Jesus e mais nada” precisa ter seu significado histórico resgatado urgentemente: Jesus e mais nada pode nos salvar. Mais uma vez, os custos e encargos de ser um discípulo, o fardo suave quando comparado ao pecado, precisam ser postos à mesa antes que muitos possam, euforicamente, “aceitar Jesus”.

Que a nossa pregação não sonegue o ensinar “todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mateus 28), processo obrigatório na ordem do Mestre de fazer discípulos, afinal, falar de Jesus sem dizer sobre os motivos que nos levam a depender dEle e o que Ele deseja fazer em nós é o mesmo que nada.

Ele é perdoador, mas também será juiz. Evangelizar implica falar sobre transformação e obediência. É enganoso querer tornar palatável a mensagem e Jesus. Isso seria colocar em risco a missão de apresentar o Evangelho a todos.

(Davi Boechat é jornalista e estudante de Direito)

Um tiro na Bíblia, em Ellen White e em Andreasen ao mesmo tempo!

santuario

Moisés entrou no Lugar Santíssimo como parte do ritual de inauguração (Êx 26:33, 34; 40:9; Lv 8:10-12; Nm 7:1, 89; cf. Hb 9:21). A inauguração do santuário celestial também envolveu a unção do Santíssimo (Dn 9:24). Ou seja: o Dia da Expiação não é o único ritual que inclui entrada no Santíssimo. Cristo, por ocasião de Sua ascensão, entrou no santuário celestial para inaugurar seus serviços (o que incluía a entrada no Santíssimo), não para dar início ao ministério do Dia da Expiação. Em palavras simples, Jesus entrou no Santíssimo antes de 1844 para inaugurar Seu sacerdócio, e entrou no Santíssimo em 1844 para efetuar a purificação do santuário celestial (Dia da Expiação).

Ellen White descreve de duas formas a entrada de Jesus no Santíssimo (onde fica o propiciatório), na Inauguração:

“Ainda carregando humanidade, Ele ascendeu ao céu, triunfante e vitorioso. Ele tomou o sangue da expiação, aspergiu sobre o propiciatório e sobre suas próprias vestes e abençoou o povo. Em breve Ele aparecerá pela segunda vez para declarar que não há mais sacrifício pelo pecado” (RH, 13/11/1913).

“Ainda carregando humanidade, Ele ascendeu ao céu, triunfante e vitorioso. Ele levou o sangue da expiação ao Santíssimo, aspergiu sobre o propiciatório e Suas próprias vestes e abençoou o povo. Em breve, Ele aparecerá pela segunda vez para declarar que não há mais sacrifício pelo pecado” (ST, 19/4/1905)

As entradas no Santíssimo têm funções diferentes. Esse é o problema de décadas de ênfase apenas no aspecto “geográfico” de 1844, e não na função. 1844 não tem a ver com “entrou no Santíssimo”, e ponto. Tem a ver com “entrou no Santíssimo para…”, a ênfase deve ser no que Jesus foi fazer ali, a função, o ministério.

Curiosamente, no próprio site do MV você encontra o livro O Ritual do Santuário, de M. L. Andreasen, onde ele diz que a Inauguração incluiu, sim, a unção do Santíssimo:

“Não somente Arão é ungido, mas também o tabernáculo. ‘Então Moisés tomou o azeite da unção, e ungiu o tabernáculo, e ungiu o altar e todos os seus vasos, como também a pia e a sua base, para santifica-los’ (Lv 8:10, 11). Essa unção incluía toda a mobília, tanto do santo como do santíssimo (Êx 30:26-29)” (p. 57).

Andreasen continua: “Quando, no primeiro dia da semana, Cristo ressuscitou, necessário Lhe era subir ao Pai para ouvir as palavras da divina aceitação do sacrifício. Na cruz, Sua alma estava em trevas. O Pai, dEle ocultara o rosto. Em desespero e angústia, Cristo exclamara: ‘Deus Meu, por que Me desamparaste’? (Mt 27:46)” (p. 148).

“Agora, tivera lugar a ressurreição. A primeira coisa que Cristo tinha a fazer, era aparecer na presença do Pai e ouvir-Lhe as bem-aventuradas palavras de que Sua morte não fora em vão, mas aceito estava amplamente o sacrifício. Cumpria-Lhe, assim, ascender ao céu e, em presença do universo, ouvir do próprio Pai palavras de certeza; então, devia volver à Terra aos que ainda Lhe pranteavam a morte, ignorando Sua ressurreição, e a eles mostrar-Se abertamente. Assim o fez” (p. 149).

Na versão inglesa do livro ainda há um trecho onde Andreasen (1947) descreve a cerimônia de inauguração, citando Ellen White:

“Será lembrado que na inauguração de Arão como sumo sacerdote ‘tomou Moisés também do azeite da unção, e do sangue que estava sobre o altar, e o espargiu sobre Arão e sobre as suas vestes, e sobre os seus filhos, e sobre as vestes de seus filhos com ele; e santificou a Arão e as suas vestes, e seus filhos, e as vestes de seus filhos com ele’ (Lv 8:30). A este respeito, pondere a seguinte declaração: ‘Ainda carregando humanidade, Ele ascendeu ao céu, triunfante e vitorioso. Ele levou o sangue da expiação ao santíssimo, aspergiu sobre o propiciatório e Suas próprias vestes e abençoou o povo. Em breve, Ele aparecerá pela segunda vez para declarar que não há mais sacrifício pelo pecado’ (Ellen G. White, Signs of the Times, 19 de abril de 1905).

“Assim como as vestes de Arão foram aspergidas por ocasião da dedicação do santuário, Cristo aspergiu Suas próprias vestes e o propiciatório. Ele dedicou a Si mesmo e o santuário à obra da redenção. Ele havia sido oficialmente instalado no cargo. Ele estava sentado à direita de Deus e investido de todo o poder. Seu sangue foi derramado, mas ainda não foi ministrado. Seu primeiro ato oficial como sumo sacerdote foi aspergir o sangue em Suas próprias vestes e na dispersão da misericórdia, dedicando a Si mesmo e ao santuário celestial. Assim como Arão, depois de ser aspergido com sangue, começou sua obra no primeiro compartimento do santuário (Lv 9:23), o mesmo fez Cristo. A partir deste estudo, torna-se claro que na ascensão de Cristo ao céu ocorreu uma inauguração.”

Ou seja, Daniel Silveira está contra a Bíblia, contra Ellen White e contra Andreasen. É um combo.

Sendo mais claro: a inauguração do tabernáculo e da aliança não foi efetuada por Arão, mas por Moisés. Portanto, não é estranho Jesus ser comparado a Moisés na inauguração do santuário celestial. A quem Ele seria comparado, se não a Moisés?

Em Hebreus, Moisés é um tipo de Jesus (3:1-6; 9:15-24). Moisés atuou como rei e como sacerdote, inaugurando a aliança, e inaugurando o santuário. Moisés entrou no Santíssimo como parte dos ritos de inauguração (Ex 26:33; 40:1-9; Lv 8:10-12; Nm 7:1). Em Salmo 99:6, Moisés é colocado “entre os sacerdotes”, ao lado de Arão.

(Pastor Isaac Malheiros é professor no Instituto Adventista Paranaense)

Em Sua ascensão Cristo inaugurou o Santuário?

Ou foi o Pai que Se deslocou ao Lugar Santo?

santuario

A ideia de que em Sua ascensão Cristo inaugurou o Santuário está em Daniel 9:24, onde é dito que no fim das 70 Semanas haveria a unção do “Santo do Santos” (QODESH QODASHIM). Embora a frase seja a mesma usada para designar o Lugar Santíssimo, aqui ela provavelmente significa a unção do Santuário como um todo. Apocalipse 4-5 também corrobora essa ideia, pois a cena ali relatada se refere à entronização de Cristo após Sua ascensão – um evento relacionado com a inauguração do Santuário.

Em Hebreus, algumas passagens que falam do acesso de Cristo ao Santuário podem, na verdade, indicar inauguração. Sendo esse o caso, inauguração ou unção do santuário não pode se restringir ao primeiro compartimento, mas deve envolver o santuário como um todo, e se for consistente com o tipo terrestre, inclui o Lugar Santíssimo.

Não creio que isto afete a doutrina do Santuário, ao contrário do que algumas pessoas ensinam. Essa, creio eu, é a posição da maioria dos estudiosos adventistas hoje que procuram fundamentar a doutrina do Santuário sobre uma base bíblica.

Há alguns, porém, que creem que, ao invés de Cristo adentrar o Lugar Santíssimo por ocasião da Sua ascensão, foi o Pai que veio ao Lugar Santo. Dependendo de como se interpretam alguns textos de Ellen White, até se pode apoiar essa posição. No entanto, não devemos ser dogmáticos. Ambas as posições estão dentro dos parâmetros do adventismo histórico, e aqueles que discordam não deveriam ser rotulados de hereges.

Mais um ponto a considerar: a presença de Cristo no Lugar Santo não exclui a presença dEle à destra do Pai. A funcionalidade e espacialidade do Santuário Celestial é complexa. Precisamos manter o equilíbrio entre as funções de Cristo como sumo sacerdote e rei. Sendo assim, Cristo não pode estar espacialmente restrito no Santuário Celestial. O fato de Ele ministrar no Lugar Santo não Lhe impede acesso ao Lugar Santíssimo e vice-versa.

Uma analogia: uma dona de casa na hora de preparar o almoço tem suas funções concentradas na cozinha. Mas isso não lhe impede acesso aos demais cômodos da casa no momento em que ela quiser. Em outras palavras, Cristo não pode ser aprisionado em um compartimento do Santuário.

(Dr. Elias Brasil é diretor do Biblical Research Institute)

Para aprofundamento, veja o material publicado pelo Dr. Richard Davison:

Davidson, Richard M. “Christ’s Entry ‘within the Veil’ in Hebrews 6:19-20: The Old Testament Background.” Andrews University Seminary Studies 39, no. 2 (2001): 175-90.

Davidson, Richard M. “Inauguration or Day of Atonement? A Response to Norman Young’s ‘Old Testament Background to Hebrews 6:19-20 Revisited’.” Andrews University Seminary Studies 40, no. 1 (2002): 69-88.

Jesus é Deus de eternidade em eternidade

Trindade 06

“Antes de serem criados homens ou anjos, a Palavra [ou Verbo] estava com Deus, e era Deus. O mundo foi feito por Ele, ‘e sem Ele nada do que foi feito se fez’ (João 1:3). Se Cristo fez todas as coisas, existiu Ele antes de todas as coisas. As palavras faladas com respeito a isso são tão positivas que ninguém precisa deixar-se ficar em dúvida. Cristo era, essencialmente e no mais alto sentido, Deus. Estava Ele com Deus desde toda a eternidade, Deus sobre todos, bendito para todo o sempre. O Senhor Jesus Cristo, o divino Filho de Deus, existiu desde a eternidade, como pessoa distinta, mas um com o Pai. Era Ele a excelente glória do Céu. Era o Comandante dos seres celestes, e a homenagem e adoração dos anjos era por Ele recebida como de direito. Isto não era usurpação em relação a Deus” (Ellen White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 247, 248).

Para deixar claro que Jesus, o Deus que existe de eternidade a eternidade (desde sempre, “para a frente” e “para trás”), é eterno e nunca foi criado ou gerado, Ellen White fala em “toda a eternidade”. Ele é Deus no mais alto sentido, portanto não pode ter vindo à existência de alguma forma, porque Deus não nasce, Deus é. Estava com o Pai desde toda a eternidade. Toda é toda. Se você pudesse viajar a qualquer ponto da eternidade, lá estaria Jesus. Se Ele não estivesse, Ellen White seria mentirosa, pois ela disse toda eternidade.

Portanto, qualquer tentativa de mostrar que Cristo não é Deus eterno, que Ele foi gerado e que não existia desde sempre com o Pai é apenas um esforço maligno para distorcer essa verdade tão bela da plena divindade e eternidade de Jesus. Ele é Deus, sempre existiu, sempre foi um com o Pai, sempre esteve com Ele. Ele é o YHWH do Antigo Testamento. Como disse a serva do Senhor falando de Jeová, aquele que aparece no Antigo Testamento: “Jeová é o nome dado a Cristo” (Signs of the Times, 3/5/1899).

Adventista antitrinitariano é um negacionista da Bíblia e do Espírito de Profecia. Está na contramão do que a Igreja Adventista ensinou desde sua origem (confira aqui). A verdade é que o diabo sempre quis rebaixar Jesus à categoria de anjo ou até menos do que isso. E interessa muito a Satanás, também, negar a existência dAquele que pode nos conduzir a toda a verdade e que quer ser nosso Consolador: o Espírito Santo. Não caia nesses enganos nem aceite essas heresias. [MB]

Saiba mais sobre a Trindade aquiaqui e aqui.

A quem Estêvão entregou o espírito/fôlego?

Trindade 05

Salomão é claro em dizer que, na morte, o fôlego de vida (ruach) volta para Aquele que o deu: Deus (Elohim, no hebraico). Mas Estêvão, enquanto estava sendo apedrejado, pediu que Jesus recebesse seu espírito/fôlego. Quem está certo, Salomão ou Estêvão? Os dois, pois Jesus é o Deus eterno e todo-poderoso, doador da vida e ressuscitador de mortos.

Adventista antitrinitariano é um negacionista da Bíblia e do Espírito de Profecia. Está na contramão do que a Igreja Adventista ensinou desde sua origem (confira aqui). A verdade é que o diabo sempre quis rebaixar Jesus à categoria de anjo ou até menos do que isso. E interessa muito a Satanás, também, negar a existência dAquele que pode nos conduzir a toda a verdade e que quer ser nosso Consolador: o Espírito Santo. Não caia nesses enganos nem aceite essas heresias. [MB]

Saiba mais sobre a Trindade aquiaqui e aqui.

Cristo nunca teve começo nem vida derivada

Trindade 04

“A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para o crente.” Você tem alguma dúvida de quem é o maior interessado em deturpar essa verdade fundamental? Satanás vem há muito tempo espalhando heresias sobre Jesus Cristo, como a de que Ele teria sido gerado, originado ou criado pelo Pai. Isso faria dEle um segundo Deus, violando o monoteísmo bíblico.

Em conformidade com a Bíblia, Ellen White, escritora inspirada pela pessoa do Espírito Santo, afirma nos textos acima que Jesus é essencialmente Deus e que existiu desde a eternidade, ou seja, desde sempre (por isso Ele é chamado de Alfa e Ômega). White também afirma que Jesus não tem vida derivada de outro ser, sendo, portanto, plenamente Deus eterno, tanto quanto o Pai e o Espírito Santo.

Adventista antitrinitariano é um negacionista da Bíblia e do Espírito de Profecia. Está na contramão do que a Igreja Adventista ensinou desde sua origem (confira aqui). A verdade é que o diabo sempre quis rebaixar Jesus à categoria de anjo ou até menos do que isso. E interessa muito a Satanás, também, negar a existência dAquele que pode nos conduzir a toda a verdade e que quer ser nosso Consolador: o Espírito Santo. Não caia nesses enganos nem aceite essas heresias. [MB]

Saiba mais sobre a Trindade aqui, aqui e aqui.

Jesus é o grande Eu Sou, o Deus eterno

Trindade 03

Se cremos que a Bíblia é um todo inspirado, creremos também que Jesus é o Eu Sou, o Alfa e o Ômega, o Deus eterno apresentado em todas as Escrituras. Não crer nisso significa (1) negar as palavras de Jesus em João 8:24, (2) negar a inspiração do autor do Evangelho (João), (3) negar que Antigo e Novo Testamento estão em harmonia, e/ou pior: (4) negar que Jesus é o Deus eterno, o grande Eu Sou, o Pai da eternidade (Isaías 9:6). Se João 8:24 e Deuteronômio 32:39 estão em harmonia e são inspirados pela pessoa do Espírito Santo (e eu creio nisso), a verdade é que Jesus é o Eu Sou e não existe outro Deus além do Pai, do Filho e do Espírito Santo, os três chamados Yahweh na Bíblia. Moisés diz que não existe outro Deus eterno Eu Sou além de Yahweh. Jesus diz que Ele é o Eu Sou. Quem está errado, então? Nenhum dos dois. Errados estão os que negam essa verdade.

Adventista antitrinitariano é um negacionista da Bíblia e do Espírito de Profecia. Está na contramão do que a Igreja Adventista ensinou desde sua origem (confira aqui). A verdade é que o diabo sempre quis rebaixar Jesus à categoria de anjo ou até menos do que isso. E interessa muito a Satanás, também, negar a existência dAquele que pode nos conduzir a toda a verdade e que quer ser nosso Consolador: o Espírito Santo. Não caia nesses enganos nem aceite essas heresias. [MB]

Saiba mais sobre a Trindade aqui, aqui e aqui.

Jesus proferiu a fórmula batismal trinitariana

Trindade 01

A fórmula batismal trinitariana é uma prova bíblica de que Deus é triúno e de que Pai, Filho e Espírito Santo são iguais em poder, eternidade, amor, etc. Não faria o mínimo sentido colocar o Espírito Santo nessa mesma sentença como tendo, inclusive, o mesmo nome do Pai e do Filho. Se quiser saber mais detalhes sobre a veracidade desse texto bíblico, clique aqui e aqui.

Agora, para aqueles que creem que Ellen White foi uma autora inspirada por Deus, negar a realidade da Trindade e da divindade e personalidade do Espírito Santo, é negar o que a autora diz de forma categórica nesse texto e em outros.

Adventista antitrinitariano é um negacionista da Bíblia e do Espírito de Profecia. Está na contramão do que a Igreja Adventista ensinou desde sua origem (confira aqui). A verdade é que o diabo sempre quis rebaixar Jesus à categoria de anjo ou até menos do que isso. E interessa muito a Satanás, também, negar a existência dAquele que pode nos conduzir a toda a verdade e que quer ser nosso Consolador: o Espírito Santo. Não caia nesses enganos nem aceite essas heresias. [MB]

Saiba mais sobre a Trindade aqui, aqui e aqui.

Querem apagar o a.C. e o d.C. dos livros e Jesus da sociedade

ac-dc

Sou assumidamente contra a união Igreja/Estado. Sei que não houve ano zero e o Anno Domini é um erro se considerar que Jesus nasceu “antes de Cristo”. Contudo, não entendo certas posturas. Índios também não são índios foi um entendimento errado de Colombo. Ninguém, eu muito menos, se importou com isso. Mas se for algo relacionado a Jesus, melhor excluir do currículo. Enquanto os árabes mantêm com orgulho o calendário a partir da Hégira a viagem do profeta para Medina; enquanto judeus celebram o ano 5780 da criação de Adão e os chineses socialistas festejam 2020 como o ano do rato; uma secretaria de ensino propõe evitar os nomes antes e depois de Cristo por ser uma visão religiosa da história.

Deixe ver se entendi: janeiro vem de Janus, o deus das portas; fevereiro vem da deusa Fébrua, e março de seu filho Marte, deus da guerra. Julho e agosto homenageiam imperadores que viraram deuses mas Jesus não deve constar nas nomenclaturas de história.

Os dias da semana em alemão, inglês e espanhol continuam homenageando deuses babilônicos e nórdicos, como também alguns corpos celestes, especialmente planetas. Então o problema é misturar religião ao currículo ou excluir Jesus dele? Fiquei confuso; homenagens pagãs ficam, referência a Jesus sai.

Só sei que 88% dos brasileiros dizem crer nAquele que disse que não reconheceria os que tendo conhecimento dEle O negassem perante os homens (Mt 10:33).

Muitos, ao entrar na universidade, sofrem crises de fé. Eu, contudo, sofro crise de intelectualidade, pois está difícil entender certas lógicas de hoje. Talvez falte-me clareza para compreender a proposta, mas entre o expertise do mundo e a singeleza do Evangelho, prefiro o segundo. Afinal, a história me mostrou o que pode fazer um intelectualismo destituído da sabedoria que vem do alto. Ou vocês acham que foram idiotas indoutos que fundamentaram o nazismo? Ali estavam intelectuais de primeira, alguns, aliás, “endeusados” até hoje na academia olha a religião aí de novo. Nesse caso pode, não é?

Sabe por que levo tão a sério esse negócio de cristianismo? Porque Jesus me levou a sério ao morrer na cruz. Se for obrigado a escolher, prefiro a loucura da cruz à sabedoria do mundo.

(Rodrigo Silva é apresentador do programa Evidências, da TV Novo Tempo)