Desenho da Disney mostra mulher grávida de Satanás e revolta pais

Organizações cristãs protestam contra as animações, mas a Disney insiste que trata-se de uma “guerra cultural”. 

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A nova série da Disney – Little Demon (Pequeno Demônio) – criada por Darcy Fowler, Seth Kirschner e Kieran Valla, apresenta uma mulher que engravida de Satanás e dá à luz uma filha do Anticristo. No roteiro, treze anos depois, a filha Lucy já adolescente e a mãe Laura tentam viver uma vida normal em Delaware, nos EUA, mas são constantemente perturbadas por forças malignas, incluindo o próprio Satanás, que anseia pela custódia da alma de sua filha. A comédia animada para adultos, que estreou no dia 25 de agosto pelo canal americano Fox Network, mostra um mundo de demônios, bruxas e feitiçarias, conforme explicou a organização cristã One Million Moms (Um milhão de Mães) – que fez um abaixo-assinado com 17.200 assinaturas. A organização faz parte da American Family Association – outra organização cristã americana que se opõe às expressões LGBT no mundo infantil, além de lutar contra a pornografia e o aborto. A petição visa pressionar a Fox Network, na tentativa de cancelar o seriado.

“Com o conteúdo demoníaco dessa série, a mente dos espectadores mais jovens será inundada com visões de mundo seculares que refletem a cultura atual”, manifestou-se a One Million Moms.

A petição citou uma observação feita pelo site de notícias Hollywood Deadline: “Entre outras travessuras, a comédia mostra Laura [a mãe] nua, sem pixelização. Ela tira as roupas logo no primeiro episódio para realizar um ritual. Além disso, há várias cenas de nudez ao longo da série.”

A organização responsável pela petição disse também que “o desenho faz pouco caso do inferno e dos perigos do reino demoníaco. Mesmo as prévias e os comerciais incluem conteúdos horríveis, que torna difícil para as famílias que assistem ao canal evitar completamente seu assunto maligno”. 

“O primeiro episódio é mais do que suficiente para a maioria das famílias cristãs perceberem que ‘Little Demon’ é uma série extremamente perigosa”, completou. Por outro lado, a Disney tenta “retratar a bruxaria como uma ferramenta positiva para combater o mal”, de acordo com o grupo.

Isaías 8:19-22 diz àqueles que consultam médiuns e fazem encantamentos, que estão procurando os mortos em favor dos vivos. O texto bíblico alerta, em seguida, que aqueles que não seguirem as leis e os mandamentos de Deus jamais verão a luz. 

Ainda segundo a Bíblia, só haverá aflição e trevas para aqueles que buscarem o mundo dos demônios. Citando esses versículos, a organização pede que “o desenho sombrio seja cancelado imediatamente”. 

O Christian Post lembra que, em 2020, o desenho “Onward” – o primeiro a apresentar um personagem gay na animação, produzido pela Disney – mostrava seres mágicos que tinham perdido sua conexão com a magia. 

Ao citar ainda outras animações com o mesmo contexto, o site de notícias cristãs lembrou que várias petições já foram feitas para que os desenhos fossem proibidos às crianças. Porém, a companhia de mídia permanece neutra quanto às petições, alegando que isso se trata de uma “guerra cultural”, conforme conclui o Christian Post.

(Terra Brasil)

Nota: A campanha de dessensibilização das crianças em relação ao mal e aos conceitos antibíblicos continua mais forte do que nunca. Os conteúdos que eu denuncio há mais de 15 anos em meu livro Nos Bastidores da Mídia (relançado alguns anos atrás totalmente atualizado) estão mais escancarados do que nunca. Satanás não precisa mais se valer de discrição e sutileza. Satanismo, bruxaria, feitiçaria foram “domesticados” ao longo dos últimos anos, de modo que crianças e adultos têm se divertido com e se aproximado daquilo de que deveriam fugir.

“Jamais deverá haver entre vocês alguém que queime seu filho ou sua filha como sacrifício. Não permitam que alguém do povo pratique adivinhação, use encantamentos, interprete agouros, envolva-se com bruxaria, lance feitiços, atue como médium ou praticante do ocultismo, ou consulte os espíritos dos mortos. Quem pratica tais coisas é detestável [abominação] ao Senhor. É justamente porque as outras nações praticam essas coisas detestáveis que o Senhor, seu Deus, as expulsará de diante de vocês” (Deuteronômio 18:10-12).

Infelizmente, a abominação se tornou diversão.

Peppa Pig traz primeiro casal de personagens do mesmo sexo no programa infantil

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Famosa mundialmente, a personagem Peppa Pig conheceu em um novo episódio exibido na terça-feira (6/9) um casal homoafetivo, o primeiro a aparecer no programa infantil britânico em seus 18 anos de exibição. No episódio intitulado Families, exibido no Canal 5 no Reino Unido, Peppa Pig conheceu as mães da personagem Penny Polar Bear. Enquanto desenhava um retrato da família, Penny Polar Bear explicou: “Eu moro com minha mamãe e com minha outra mamãe. Uma mamãe é médica e outra mamãe cozinha espaguete.” O programa Peppa Pig, criado pelos animadores britânicos Mark Baker e Neville Astley, está no ar desde 2004.

O novo episódio foi exibido dois anos depois que uma petição online foi criada pedindo que fosse exibida uma “família de pais do mesmo sexo na Peppa Pig“. A petição teve mais de 24 mil assinaturas. “As crianças que assistem Peppa Pig estão em uma idade influenciável”, escreveram os criadores da petição. “Excluir famílias do mesmo sexo vai ensiná-las que apenas famílias com um pai ou mãe ou dois pais de sexos diferentes são normais.”

Robbie de Santos, diretor de comunicações e assuntos externos da organização de direitos LGBT Stonewall, disse que ver uma família homoafetiva na ficcional cidade de Peppatown foi “fantástico”. […]

(BBC Brasil)

Nota 1: “Desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso o homem deixará o seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, que ninguém separe o que Deus ajuntou” (Jesus Cristo, em Marcos 10:6-9).

Nota 2: Na noite desta quinta-feira, a jogadora da Seleção Brasileira Tandara Caixeta se manifestou nas redes sociais acerca do desenho Peppa Pig, recomendado para crianças de até quatro anos de idade, que incluiu em seus personagens um casal homossexual. Com a repercussão, a jogadora criticou a iniciativa do desenho:

“Nossos filhos não estão mais seguros. Essa ideologia que vem sendo implantada através de histórias em quadrinhos, desenhos, filmes e vídeos na internet, influenciam em nossas crianças os valores inversos aos que Cristo ensina. Nós realmente não temos um dia de paz. Portanto, pais, fiscalizem seus filhos. Prestem atenção no que eles vêm assistindo todos os dias”, disse em um vídeo no Instagram.

A comunidade LGBTQIA+ se manifestou contra a jogadora. E já havia feito isso, pois Tandara se posicionou desfavorável à participação de “mulheres” trans (homens biológicos) em esportes femininos.

“Não existe nenhum problema se a pessoa quiser tomar a decisão de ser homossexual, desde que ela tenha idade suficiente para decidir. O que não podemos permitir é que elas sejam influenciadas desde a infância, que é o momento da formação da personalidade. A Palavra de Deus não muda, por mais que tentem adaptá-la aos tempos. O que a Bíblia condena, eu não quero que nossos filhos vivam. Se, por acaso, eles tomarem essa decisão, que sejam conscientes, não influenciados”, finalizou a atleta.

Como Hollywood está destruindo a religião da Bíblia

HQ dos X-Men sugere que Jesus Cristo era mutante

Histórias em quadrinhos de super-heróis sempre abordaram temas mitológicos e apresentaram divindades pagãs; desta vez a Marvel passou dos limites

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A primeira edição de Immortal X-Men, escrita por Kieron Gillen e com arte de Lucas Werneck, já chegou causando uma grande impressão. A história ronda os personagens que fazem parte do Conselho Silencioso, grupo que estabelece e executa as leis da nação mutante de Krakoa, mostrando o grande e perigoso jogo político que acontece por debaixo dos panos. A edição é cercada de vários momentos interessantes [sic], mas um deles merece destaque. Após Magneto renunciar sua vaga no Conselho, os demais membros começam a procurar por um substituto. Exodus, um mutante que nasceu na Idade Média francesa e é bastante religioso, foi ter uma conversa com Hope Summers, a Messias Mutante.

Hope ganhou esse apelido após ser a única mutante que nasceu depois da dizimação causada pela Feiticeira Escarlate em Dinastia M. Além disso, foi uma das responsáveis pelo surgimento de novos mutantes no final de Vingadores vs X-Men e atualmente integra os Cinco, o grupo responsável por ressuscitar mutantes mortos em Krakoa.

É fácil perceber a razão pela qual Exodus enxerga Hope como uma figura divina. Pois bem, Exodus acaba soltando nessa conversa uma informação bem curiosa[sic]: “Jesus Nazareno” ou apenas “Nazareno” são alguns dos muitos títulos dados para Jesus Cristo na Bíblia. Com essa informação, a Marvel acaba de sugerir fortemente que Jesus Cristo era mutante em seu universo principal nas HQs.

(Universo X-Men)

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Não se deixe ENVOLVER

Que os padrões morais dos cristãos sejam inversamente proporcionais aos do mundo

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Nos últimos dias uma notícia tem sido muito comentada na maioria dos meios de comunicação. Uma música de uma cantora brasileira que é a “top 1” mundial nas plataformas digitais. O conteúdo da música (letra e clip) pode facilmente ser classificado como pornográfico. Isso já seria esperado, considerando a fonte. Não há porque se impressionar com isso. Era previsível. Uma coisa, contudo, chama a atenção: o fato de ser a música número um do mundo, ou seja, a mais ouvida nas plataformas digitais e o clip visto e compartilhado por milhões de pessoas. Isso é notável porque demonstra onde estamos moralmente como humanidade. Os filtros morais das pessoas estão com aberturas tão grandes que um elefante passaria com facilidade.

A Bíblia já tinha avisado que a degradação moral do mundo seria acelerada nos últimos dias. A degradação dos metais da estátua de Daniel 2 era um indício. As palavras de Paulo em 1 Timóteo 4:1-4 e 2 Timóteo 3:1-5 são mais um aviso.

Não creio (não quero crer, não posso crer) que algum cristão dê audiência (like, visualização, audição) para esse tipo de cultura. Como discípulos de Cristo precisamos resistir e ser um contraponto a essa degradação moral do mundo. Literalmente, não podemos nos deixar envolver.

Que os padrões morais dos cristãos sejam inversamente proporcionais aos do mundo. Que receba nossos likes e visualizações (e reproduções) apenas aquilo que combina com a Bíblia. Que sejamos sal que conserva a moral e luz que ilumina as trevas morais do planeta.

Não se deixe ENVOLVER.

(Felippe Amorim é apresentador do programa Bíblia Fácil, da TV Novo Tempo; Instagram)

Não olhe para cima! É o que o diabo quer

Propaganda norueguesa apresenta Papai Noel gay

Propaganda dos correios da Noruega cria polêmica ao apresentar símbolo do imaginário infantil beijando outro homem.

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Em dezembro do ano 2000, a revista masculina Playboy trouxe na capa a dançarina Carla Perez seminua tendo por trás de si um idoso vestido de Papai Noel, segurando-lhe as mãos que escondiam os seios. A publicação causou polêmica por ter maculado um dos ícones clássicos da infância. Na época, “o então juiz da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro, Siro Darlan, chegou a pedir ao Ministério Público que a revista fosse vendida em uma embalagem escura e lacrada” (G1), e chegaram até cogitar recolher os exemplares das bancas. Neste ano (depois da polêmica com o filho do Superman) foi a vez de um comercial do correio norueguês causar celeuma com a figura do “bom velhinho”, mostrando-o beijando outro homem em um vídeo que está circulando o mundo e foi, inclusive, elogiado por setores da mídia no Brasil. O Secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciuncula, afirmou hoje que fará uma notícia-crime contra os veículos que divulgaram a propaganda norueguesa. Em seu Twitter, Frias explicou que a veiculação do anúncio pode ser entendida como desrespeito à fé católica, uma vez que Papai Noel é inspirado na figura de São Nicolau, sendo, portanto, vilipêndio de símbolo religioso.

Leia a seguir duas manifestações a respeito da propaganda:

“Agora o Papai Noel é gay. Pelo menos na propaganda dos correios da Noruega. Existe uma agenda progressista que quer convencer a sociedade pela insistência e repetição. Essa não é uma estratégia nova. Alguns movimentos na história também já repetiram mentiras até que elas parecessem verdade. No caso da propaganda norueguesa, a mentira é a mesma que outras empresas e movimentos sociais contam e tentam convencer a todos (especialmente nossas crianças). A mentira de que as relações homossexuais são naturais.

“Cada pessoa é livre para fazer o que quiser com seu corpo. O que as pessoas fazem em seu círculo particular diz respeito apenas a elas. Mas tentar impor um comportamento (usando força, literatura, arte ou qualquer outro meio cultural) é baixo e desleal. Especialmente usando uma figura que apela ao imaginário infantil.

“Mesmo com toda a insistência, o que é antinatural nunca será natural. Quem disse isso? Um profeta inspirado por Deus:

“Romanos 1:25-27: ‘Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão.’

“Nenhuma quantidade de repetição mudará aquilo que o Criador estabeleceu. Sempre é bom reafirmar que há graça para quem quiser se arrepender e mudar de vida. A mentira precisa de repetição para convencer. A Verdade sempre será verdade e precisa ser vivida e reafirmada. Não tenhamos medo de falar a Verdade! Sigamos firmes!”

(Pastor Felippe Amorim, apresentador do programa Bíblia Fácil, da TV Novo Tempo)

“O Papai Noel não era gay, não era hétero, não era nada – ele era apenas Papai Noel. Por um motivo simples: as gerações antigas estavam pouco ligando para a sexualidade do Papai Noel. Ele era apenas uma fantasia. Ninguém pede o CEP do Coelhinho da Páscoa, ou o CPF da Fada Madrinha. São informações irrelevantes. Agora, ele é gay. Por quê? Simples: agora há um motivo ideológico para sua existência.

“Até dias atrás, o Papai Noel era um velho europeu, usado pelas empresas capitalistas para ganhar dinheiro. Hoje a nova esquerda faz as pazes com o bom velhinho pelo simples fato de mudarem sua sexualidade. Notaram? O que importa é a sua opção sexual.

“Dizem por aí que os antigos se importavam muito com a sexualidade alheia. Mentira. Pode até ser que eles falassem da vida do outros, tudo bem, não eram santos. Ainda assim, nada em comparação ao que temos hoje. A prova? Ninguém queria saber da sexualidade do Papai Noel.

“Acusam os conservadores de tentar retornar no tempo, para quando as pessoas não tinham liberdade de escolher sua opção sexual. Longe disso, antes a liberdade era maior, tão maior que o Papai Noel poderia ser o que quisesse e ninguém perguntava. Agora o Papai Noel é obrigado a ser gay. O médico precisa apoiar a causa LGBTQIZXZ+, senão é uma pessoa horrível. O escritor necessita criar um romance que ajude alguma causa social, se isso não ocorrer, os aplausos não virão. O diretor de cinema deve encontrar alguma relevância social, apenas assim sua obra será arte. É o novo maniqueísmo: tudo que não é hétero é bom – tudo que é hétero é ruim. Na busca por sobreviver no nosso mundo, cada um se apega ao que dá. Agora, o Papai Noel é gay.

“Não se espantem se nos próximos anos encontrarmos o Coelhinho da Páscoa vivendo em uma relação de poliamor com o Lobisomem, o Saci e a Caipora. E ainda usando narguilé – e o pior: ouvindo K-Pop. Deus, salvai-nos deste mundo!”

(Patrike Wauker, professor e mestre em Estudos Literários na Faculdade Adventista da Bahia)

Novos deuses para uma sociedade secularizada

Deus colocou no coração do ser humano o anseio pela eternidade; nada que não seja eterno vai preencher esse vazio e satisfazer esse anseio.

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O grande matemático e filósofo Blaise Pascal já dizia: “Se o homem não foi criado por Deus, por que só é feliz com Deus?” E ele não é o único ser inteligente a admitir que o ser humano foi criado para crer. O psicanalista Viktor Frankl, criador da logoterapia, afirmava que as pessoas só se sentem realmente plenas quando levam em conta sua natureza bio-psico-espiritual-social. Algo que, um século antes, a escritora inspirada Ellen White também defendia. Ou seja, quando nega uma das facetas de sua natureza, quer seja a física, a intelectual ou a espiritual, o ser humano se sente incompleto. Mas vivemos numa sociedade que se seculariza dia após dia. Numa sociedade que abandonou os deuses e que muitas vezes se gaba de sua descrença. Mas será mesmo que os deuses foram embora? A idolatria é coisa do passado? Não temos mais nossos panteões?

Não vou falar aqui do culto ao consumo, da idolatria futebolística, nem dos astros das séries, das novelas e do cinema. Quero falar de um fenômeno mais recente nas telas e que vem crescendo ano após ano, haja vista as muitas produções do gênero: os filmes de super-heróis. O próprio diretor do filme Liga da Justiça declarou em entrevista que os personagens são relacionados aos antigos deuses gregos. Superman é por vezes associado a Zeus ou Júpiter: eles voam, são os líderes e se disfarçam de pessoas comuns e indefesas para andar entre os homens. Zeus é por si só uma paródia pagã de Jesus. Veja como ele é descrito por um crítico da série “O Reino do Amanhã”, considerada um grande clássico da DC Comics: “Extrapolando o fato de o Superman ter sido o primeiro dos super-heróis, aquele que fez nascer os demais, uma espécie de ‘Zeus’, simbolicamente falando, Waid apresenta-o assumindo uma autoridade paternalista, um veterano por trás das atitudes mais enérgicas adotadas para consertar o mundo a qualquer custo.”

Mitologia, religião e espiritualismo são as inspirações da DC Comics que chama seus três personagens principais – Superman, Batman e Mulher Maravilha – de “Trindade”. Entre seus heróis também está o Espectro, um ser ancestral que possui o corpo de homens usando-os como médiuns pelos quais desencadeia sua vingança

Na sociedade pós-moderna, o termo “ídolo” está tão banalizado que o usamos sem pensar nas reais consequências. Temos ídolos na música, ídolos do cinema e da TV, e ídolos do esporte. Eles demandam tempo e atenção e, por isso, na realidade, tornam-se deuses. Alguns os servem e cultuam e não pouco dinheiro é devotado a eles. A todos os cristãos é bom lembrar as palavras do apóstolo Paulo: “Quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses. Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?” (Gálatas 4:8, 9).

A nova onda de filmes de super-heróis, favorecida pelos modernos recursos de efeitos especiais, bebeu na fonte dos quadrinhos, e ali a exaltação dos novos deuses já vinha sendo feita há um bom tempo. Na verdade, alguns títulos de histórias em quadrinhos deixam evidente a mistura de conceitos bíblicos em suas tramas. Dois exemplos são O Messias, minissérie do Batman que fez muito sucesso no fim dos anos 1980, e Kingdom Come (título que lembra o “venha o Teu reino”, da oração do Senhor), outra minissérie arrasa-quarteirão, ilustrada por Alex Ross e publicada em 1996 pela DC Comics. Essa série traz os principais personagens da DC em pinturas magistrais de Ross, que os trata como verdadeiros deuses.

No livro Nossos Deuses São Super-Heróis, Christopher Knowles diz que, “quando vê fãs vestidos como seus heróis prediletos em convenções de histórias em quadrinhos, você está testemunhando o mesmo tipo de adoração que havia no antigo mundo pagão, onde os celebrantes se vestiam como o objeto de sua adoração e encenavam seus dramas em festivais e cerimônias”.

O desenhista Alex Ross ajudou a revolucionar as histórias em quadrinhos e contribuiu grandemente para essa nova onda de exaltação dos novos deuses super-heróis. No livro Mitologia, ele diz o seguinte: “Na adolescência, você precisa ter ordem em seu mundo, e os super-heróis têm isso, um senso de ética que nunca muda. […] Eles tratam sucintamente com questões morais, de um modo que a religião não trata. Ou melhor, a religião trata, mas de modo muito mais complicado e geralmente confuso.”

Ross é filho de um pastor protestante. Ao ler essa declaração dele, fiquei pensando no tipo de religião que lhe foi apresentado e no tipo de religião que tenho apresentado aos meus filhos. Se Ross chegou ao ponto de achar que os super-heróis tratam melhor do que a religião as questões relacionadas com moralidade, há algo de muito errado aí. Quem tem moldado a moralidade e a espiritualidade de nossas crianças e nossos adolescentes? Você está atento a isso?

Christopher Knowles faz um diagnóstico triste da situação nos Estados Unidos, que é também a de praticamente todo o mundo: “Nos EUA, a religião parece incapaz de proporcionar um mito viável de salvação nesses tempos de crise. Muitas das denominações tornaram-se pouco mais do que movimentos políticos mal disfarçados, interessados apenas em dinheiro e poder. Por outro lado, nossa cultura popular secular e exangue não tem mais espaço para o encantamento. Não é de surpreender, portanto, que filmes como Harry PotterGuerra nas Estrelas e X-Men tenham aparecido para ocupar essa lacuna. Os super-heróis proporcionam uma fuga, mas de quê e para onde? Da mediocridade entorpecente da maior parte da vida moderna. […] O mesmo impulso movimenta a crescente popularidade do Halloween entre adultos. As pessoas querem entrar no mundo mítico e tornarem-se outra pessoa, tentando se esquecer de seus problemas cotidianos.”

Precisamos encantar nossos filhos com o verdadeiro cristianismo, mas, para isso, devemos, antes, vivê-lo no dia a dia. Eles precisam contemplar em nós o resultado da íntima comunhão com Deus; o poder transformador do evangelho. Precisamos apresentar a eles o Cristo vivo que enche a vida de sentido, de paz, de alegria. Assim nossas crianças jamais serão tentadas a se voltar para os deuses de mentira em busca de algo que está tão perto delas.

Em Eclesiastes 3:11, o sábio Salomão diz que foi Deus quem colocou no coração do ser humano o anseio pela eternidade. Portanto, nada que não seja eterno vai preencher esse vazio e satisfazer esse anseio.

Michelson Borges

Round 6: colégios alertam pais para evitar que crianças e adolescentes assistam

Violência, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos, cenas de sexo e palavras de baixo calão fazem parte da produção sul-coreana.

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O seriado sul-coreano Round 6, disponível na Netflix, é um fenômeno e está na boca do povo. Lançada em setembro, em poucas semanas, a série já é a mais assistida da plataforma de streaming com 111 milhões de espectadores. Um sucesso de público, mas também uma preocupação para pais e escolas de Salvador. É que, pela grande repercussão, Round 6, apesar de não ser indicado para menores de 16 anos, está também na boca das crianças e até em suas brincadeiras. O que deixa os responsáveis e os colégios para lá de preocupados já que a série faz uso de brincadeiras infantis para construir uma narrativa violenta em um jogo que dá ao vencedor uma fortuna, enquanto mata os que são eliminados no processo.

De acordo com Elisângela Santos, psicopedagoga do Colégio Montessoriano que já emitiu comunicado alertando os pais sobre, o seriado atrai as crianças por ter em seu roteiro brincadeiras, mas pode ser extremamente prejudicial aos pequenos pelo seu desfecho. “São brincadeiras exibidas na série que têm um viés até infantil em sua concepção e, por isso, aguçam a curiosidade das crianças, mas que são inseridas em um contexto absolutamente violento, que é inapropriado para crianças e adolescentes. Questiono até se de fato poderia ser assistida por quem tem 16 ou 17”, declara a psicopedagoga.

Além do Montessoriano, o Colégio Antônio Vieira também encaminhou comunicado aos pais e responsáveis sobre o seriado. “Como esse conteúdo vem tomando proporção nas redes sociais e também percebemos que vem sendo comentado entre as crianças, durante o recreio e horários livres, convidamos a todos para que fiquem alertas e acompanhem diariamente os conteúdos de acesso de seus filhos, sejam eles em filme, séries, músicas, sejam os conteúdos explorados nas redes sociais”, informa o Serviço de Orientação Educacional do Vieira em comunicado. […]

“São conteúdos explícitos na série: violência, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos, cenas de sexo, palavras de baixo calão, entre outros”, escreve a coordenação pedagógica. […]

Para Elisângela Santos, toda essa preocupação de pais e escolas tem sentido já que a série tem entrado não só no campo de visão das crianças, mas também em suas brincadeiras. “É uma série que não é para criança. Um conteúdo que remete a suicídio, tráfico de órgãos, tortura e violência realmente não é pra criança. E elas estão brincando fazendo referência à série, o que é muito natural porque, nessa idade, a criança é uma esponja que absorve tudo que vê de forma inocente”, relata.

A psicopedagoga diz ainda que os traumas adquiridos da série podem se estender por toda a vida. “Os danos psicológicos podem caminhar com esses jovens para o resto da vida. Cenas de violência podem disparar muitos gatilhos. Principalmente, para jovens que apresentam situação de ansiedade e depressão, acho muito perigoso”, alerta. […]

O terapeuta infantil Iarodi Bezerra concorda com a inadequação da série para a idade abaixo da sua classificação, mas questiona o que pode ser uma atenção direcionada, que ignora outros conteúdos problemáticos. “A série é para adultos. Mesmo que se utilize de um contexto com referências lúdicas, não é para criança. Atualmente, crianças e jovens estão em contato diário com conteúdos como Free Fire, Fortnite, GTA, Jogos Vorazes. Todos com nível de violência superior a Round 6. Ressalto que as crianças expostas à violência, podem apresentar sim comportamentos disfuncionais. Neste caso, os pais precisam fiscalizar e filtrar o que os filhos assistem, garantindo um desenvolvimento saudável e evitando desespero em um único conteúdo”, orienta o terapeuta.

Sobre o risco da série induzir violência para os pequenos que a assistiram ou participaram de brincadeiras ligadas a ela, Iarodi descarta essa possibilidade. “A série não leva a criança a replicar a violência. Não acredito que ela faça isso por si só, é necessário fatores ambientais, sociais, emocionais e maturação cognitiva para que o façam. É só olhar que o conteúdo dos filmes de ação que passam na TV aberta em plena tarde de Domingo não são diferentes da série e não geram o mesmo alarde. O que precisa mudar é a responsabilização dos pais sobre o que os filhos estão vendo.”, afirma ele, que atende crianças com atitudes violentas, mas que não são agressivas por conta destes conteúdos e sim pelo ambiente familiar. […]

(Correio)

No Rio de Janeiro, a escola Escola Aladdin emitiu, na primeira semana de outubro, um comunicado aos pais dos alunos, alertando para o conteúdo inadequado e para a “obsessão” dos jovens pela série. Ao jornal O Globo, diretores da instituição informaram que os alunos estavam reproduzindo brincadeiras que fazem alusão ao assassinato de personagens. No Colégio Adventista Marechal Rondon, em Porto Alegre, a série não chegou a inspirar jogos no recreio, mas a vice-diretora Tatiane Goetz dos Santos relata que mesmo as crianças mais jovens comentam sobre. 

Inspirada pela ação da escola carioca, a instituição gaúcha publicou, na semana passada, uma nota dirigida a pais e familiares de alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio. A circular alerta para o conteúdo inapropriado de Round 6 para crianças, a relação dela com jogos da infância e o fato de a série ou de recortes dela compartilhados em redes sociais estarem impactando os alunos.

“Mesmo sabendo que a série saiu em setembro e que muita gente já maratonou, publicamos a circular para alertar os pais a ficarem de olho no que seus filhos estão vendo. Até porque, quando um coleguinha comenta, desperta interesse e curiosidade no outro que não tinha nem ouvido falar. E ele vai, com certeza, procurar. A Netflix tem acesso infantil, que limita, mas muitos (alunos) têm acesso ao perfil adulto também. Nossa carta é uma medida preventiva e, a partir daí, a família administra essa situação da forma que achar necessário”, afirma Tatiana. […]

(Gaúcha ZH)

Novo Superman assume ser bissexual

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“Assim Deus criou o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Moisés, em Gênesis 1:27).

“Então o Senhor Deus fez cair um pesado sono sobre o homem, e este adormeceu. Tirou-lhe uma das costelas e fechou o lugar com carne. E da costela que havia tirado do homem, o Senhor Deus formou uma mulher e a levou até ele. E o homem disse: ‘Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; será chamada varoa, porque do varão foi tirada.’ Por isso, o homem deixa pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Moisés, em Gênesis 2:21-24).

“Desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. ‘Por isso o homem deixará o seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.’ De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, que ninguém separe o que Deus ajuntou” (Jesus, em Marcos 10:6-9 e Mateus 19:4).

“Maridos, que cada um de vocês ame a sua esposa, como também Cristo amou a igreja e Se entregou por ela. […] Assim também o marido deve amar a sua esposa como ama o próprio corpo. Quem ama a esposa ama a si mesmo. […] Eis por que ‘o homem deixará o seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne’” (Paulo, em Efésios 5:25-31).

“‘Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem; […] homem e mulher os criou’ (Gn 1:26, 27). Aqui está claramente estabelecida a origem da raça humana; e o relato divino refere tão compreensivelmente que não há lugar para conclusões errôneas” (Ellen G. White, em Patriarcas e Profetas, p. 44).

“O próprio Deus deu a Adão uma companheira. Proveu-lhe uma ‘adjutora’ – ajudadora esta que lhe correspondesse – a qual estava em condições de ser sua companheira, e que poderia ser um com ele, em amor e simpatia. Eva foi criada de uma costela tirada do lado de Adão, significando que não o deveria dominar, como a cabeça, nem ser pisada sob os pés como se fosse inferior, mas estar a seu lado como sua igual, e ser amada e protegida por ele. Como parte do homem, osso de seus ossos, e carne de sua carne, era ela o seu segundo eu, mostrando isto a íntima união e apego afetivo que deve existir nesta relação” (Ellen G. White, em Patriarcas e Profetas, p. 46).

“Deus celebrou o primeiro casamento. Assim esta instituição tem como seu originador o Criador do Universo. ‘Venerado […] seja o matrimônio’ (Hb 13:4); foi esta uma das primeiras dádivas de Deus ao homem, e é uma das duas instituições que, depois da queda, Adão trouxe consigo de além das portas do Paraíso. Quando os princípios divinos são reconhecidos e obedecidos nesta relação, o casamento é uma bênção; preserva a pureza e felicidade do gênero humano, provê as necessidades sociais do homem, eleva a natureza física, intelectual e moral” (Ellen G. White, em Patriarcas e Profetas, p. 46).

“Aquele que deu Eva a Adão por companheira operou Seu primeiro milagre numa festa de bodas. Na sala festiva em que amigos e parentes juntos se alegravam, Cristo começou Seu ministério público. Sancionou assim o casamento, reconhecendo-o como instituição por Ele mesmo estabelecida. […] Cristo honrou a relação matrimonial tornando-a também símbolo da união entre Ele e os remidos. Ele próprio é o esposo; a esposa é a igreja, da qual diz: ‘Tu és toda formosa, amiga Minha, e em ti não há mancha’ (Ct 4:7)” (Ellen G. White, em A Ciência do Bom Viver, p. 356).