Feministas evangélicas negam que a Bíblia seja a Palavra de Deus

feminism“A Bíblia não deve ser entendida como a voz de Deus, mas, sim, como a memória de um povo.” Com essa sentença, a feminista evangélica [sic] Valéria Vilhena defende a reinterpretação dos textos bíblicos sob a ótica pós-moderna. A postura não é isolada e mostra o quanto o movimento feminista atual pretende negar a Palavra de Deus em prol de uma ideologia extremista. O crescimento do movimento feminista nas igrejas evangélicas ainda é incipiente, mas, definitivamente, faz barulho. Portais de internet, jornais e revistas – sempre em defesa do aborto, por exemplo – citam aspas de mulheres evangélicas que se apresentam como representantes do movimento no meio cristão. O portal Metrópoles, recentemente, produziu uma matéria sobre a presença do feminismo nas igrejas e destacou a fala de uma sobrinha de pastor e defensora do assassinato de bebês ainda em gestação. “No ambiente acadêmico eu sou aceita até o momento que digo que não sou ateia. Isso só é esquecido no decorrer da minha militância. Na igreja há o estranhamento, mas também a curiosidade”, comentou Camila Galetti, socióloga.

A frase ousada que abre essa matéria foi proferida por uma evangélica de origem pentecostal que se apresentou como teóloga. Incoerente, Valéria Vilhena nega que a Bíblia seja uma manifestação divina, mas usa as palavras de Jesus para defender sua ideologia: “O feminismo é forma de luta política e a Bíblia tem muitos textos que pautam por essas lutas.”

A pastora luterana e teóloga Romi Bencke, militante “progressista”, vê como machismo a visão de parte do meio cristão em não ordenar mulheres ao ministério, mas desconsidera que não há registro de ordenação de mulheres a posições de liderança na Bíblia Sagrada. “Existe muita resistência em aceitar mulheres ordenadas, mesmo nas congregações que já permitem isso”, comentou. “Da mesma forma que somos excluídas da sociedade, também estamos fora das principais rodas da igreja”, acrescentou a pastora.

Para Bencke, isso se deve à interpretação equivocada da Bíblia: “Assim como hoje, nos tempos bíblicos também se justificava a submissão das mulheres com o argumento de que era ordem de Deus. Não é. Todas as interpretações que colocam as mulheres nesse papel são tendenciosas e manipuladas”, argumenta.

Romi Bencke diz que é possível conciliar o feminismo atual com os princípios cristãos: “São muitos os textos do Evangelho em que Jesus se dirige às mulheres de igual para igual. Muitas exerciam protagonismo no movimento de Jesus, como Maria Madalena. O feminismo problematiza as relações desiguais de poder e nos evangelhos existem muitos textos que criticam essas relações também”, disse.

Por fim, o episódio que marca o ápice da trajetória de Jesus na Terra é apontado também como argumento feminista pela pastora: “Basta ver a história da crucificação. As únicas que correm o risco de ficar junto à cruz são as mulheres. Também são elas as primeiras testemunhas da ressurreição”, concluiu.

(Gospel Mais)

Nota: O feminismo marxista faz exatamente o mesmo que fazem os espíritas e os evolucionistas (teístas ou não): nega a inspiração e a autoridade das Escrituras, e precisa fazer isso para acomodar suas ideias a um contexto supostamente cristão. É claro que a Bíblia revela o contexto social machista do tempo em que ela foi escrita (o que não significa que seus autores aprovem isso), e que revela também a postura respeitosa de Jesus em relação às mulheres, valorizando-as como seres humanos igualmente dignos em relação ao sexo masculino. Mas a Bíblia não deixa de reconhecer as diferenças ontológicas e funcionais que existem entre homens e mulheres, assim como não deixa de reconhecer e afirmar (1) que casamento é a união entre um homem e uma mulher em uma relação de fidelidade, (2) que a vida é criada complexa e pronta, por Deus, há cerca de seis mil anos (neste planeta), e (3) que o ser humano, por causa do pecado, perdeu a condição de imortalidade e depende de Deus para receber de volta a vida eterna. Marxismo, espiritismo e evolucionismo (e seus filhos) têm algo em comum: pregam a independência de Deus e distorcem ou desprezam a Palavra dEle. [MB]

Leia mais sobre marxismo e feminismo aqui, aqui e aqui.

E assista a estes vídeos.

Colômbia oficializa “casamento” entre três pessoas do mesmo sexo

tresO jornalista Manuel Bermúdez, de 50 anos; o personal trainer Alejandro Rodriguez, de 36; e o ator Víctor Hugo Prada, de 22, compartilham a casa, os gastos e o amor desde 2012. No início desse mês, os três passaram a formar, oficialmente, a primeira família poliamorosa da Colômbia. “Pretendemos validar a nossa casa, a nossa família, a nossa Constituição e os nossos direitos, porque não tínhamos nada legalmente sólido que nos constituía enquanto família”, declarou Prada, segundo o jornal local El Heraldo. O matrimônio [sic] foi oficializado no dia 3 de junho, num cartório em Medelín. O casamento gay [sic] é legal na Colômbia desde o ano passado, mas esta é a primeira união oficial entre três pessoas do mesmo sexo no país, e a segunda no mundo. “Muitas pessoas vivem em trisais, mas no armário”, disse o advogado e ativista LGBT Germán Rincón, em entrevista à AFP.

Segundo Rincón, o casamento entre os três tem implicações “cem por cento legais” para os três, como no caso de separação ou falecimento de um deles, com a divisão de bens ou recebimento de pensão. O trisal também passa a ter o direito de adotar crianças. “Este é um reconhecimento de que existem outros tipos de família”, pontuou o advogado.

A história da primeira família formada por três homens da Colômbia começou em 1999. Alejandro, na época um jovem universitário de 19 anos, sabia que sentia atração por outros homens, mas nunca havia tido uma relação homossexual. Numa festa em dezembro daquele ano, conheceu Manuel, mais experiente, e foi direto: “Eu gosto de homens, mas nunca tive nada com ninguém e esta noite quero ter sexo contigo, nada mais”, lembrou o personal trainer, em entrevista à revista Semana.

Quatro dias depois, os dois se encontraram novamente e deram início a um relacionamento. No ano seguinte, os dois conseguiram o reconhecimento oficial do primeiro casal homoafetivo da Colômbia. Os dois seguiram vivendo juntos até que, em 2004, Alejandro contou a Manuel que estava saindo com um outro homem, Alex Esnéider, que conhecera no coral da universidade. Em vez de terminarem o relacionamento, Manuel quis conhecer Alex. Eles almoçaram juntos, conversaram e acabaram se apaixonando.

Alex passou a viver junto com Manuel e Alejandro, e em 2012 surgiu o quarto elemento: Víctor. “Em 2012 já éramos quatro”, contou Manuel. “Ou seja, eu tinha três maridos.

Há dois anos, Alex morreu por causa de um câncer no estômago, mas deixou uma mensagem gravada que será apresentada numa cerimônia pública que o trisal pretende realizar nos próximos meses. Questionado se acredita que alguém pode amar mais de uma pessoa, Manuel foi direto: “O estranho é dizer que alguém só pode amar uma pessoa.”

(O Globo)

Nota: Um claro exemplo de que, quando se abrem as “porteiras”, onde passa um boi passa uma boiada. Um pecado sempre leva a outro. Note que a história acima começa com sexo gay e antes do “casamento”. Depois segue-se a união “conjugal” entre dois homens. Depois adultério (se se pode dizer assim) e, em seguida, a oficialização da união dos três, antes passando pelo quarto elemento. Tudo socialmente aceito. A destruição dos princípios judaico-cristãos e a dissolução do conceito de casamento heteromonogâmico está levando a esse tipo de coisa que está nos colocando em débito com Sodoma e Gomorra. Em breve creio que veremos a legalização do incesto e do bestialismo. E quem poderá dizer que essas coisas são erradas? [MB]

Antifeminista é ameaçada por defensoras da liberdade da mulher

thaisO famoso filósofo e teólogo William Lane Craig conta que conheceu um indivíduo que se tornou cristão vindo do movimento chamado “livre pensamento”. Ele estudou o assunto da ressurreição de Jesus e concluiu, a partir das evidências, que o Mestre havia ressuscitado dentre os mortos. Surpreendentemente, seus colegas do “livre pensamento” o insultaram duramente. Ele disse: “Por que eles são tão hostis? Eu simplesmente segui os princípios do livre pensamento e foi a isso que a razão e as evidências me conduziram!” (Lee Strobel, Em Defesa da Fé, p. 87). Esse incidente revela o preconceito localizado contra o cristianismo. É curioso notar como a sociedade hoje parece mais aberta para crenças budistas e hindus, haja vista a quantidade de filmes e novelas que têm essas ideologias como pano de fundo. No entanto, na mente de alguns, é impossível ser um crente cristão e intelectual ao mesmo tempo. Nada mais falso. Grandes cientistas atuais e do passado professam e professaram a fé cristã e fizeram boa ciência. Na verdade, os chamados “precursores da ciência” eram, em sua maioria, devotos cristãos.

Esse preconceito localizado tem sido observado também em relação a outros assuntos. Um exemplo recente disso é o que vem acontecendo com Thais Azevedo [foto acima], uma das editoras da página “Moça, não sou obrigada a ser feminista”, no Facebook. Thais está sendo processada por uma feminista que pede pelo fim da página que, segundo essa feminista, tem “teor opressor”.

Após anunciar que apresentará uma palestra em dois campi universitários, a professora Thais sofreu intimidações nas redes sociais por feministas que estão tentando impedi-la de palestrar na PUC de Goiás e na Universidade Federal de Goiás. Thais escreveu: “Estou aqui preparando minha palestra e recebendo vários prints de gente querendo que eu não fale em suas universidades em Goiânia. Inclusive, depois de promoverem uma caravana para impedir minha fala (tenho prints e áudios que mostram que eles usariam de violência), um grupo de feministas ‘democráticas e a favor da mulher’ está mudando de tática: irão boicotar o evento e promoverão um evento no mesmo horário e no mesmo lugar!”

Não é absurdo que uma “caravana” feminista em “defesa da liberdade da mulher” esteja organizando um evento para que uma mulher seja impedida de falar? Pelo visto, a igualdade e a liberdade tão pregadas pelas militantes feministas tem limites. [MB]

Filho de Megan Fox passeia vestido de Branca de Neve

meganMegan Fox curtiu um passeio com a família completa, na tarde de segunda-feira (22), enquanto passeava com o marido, o ator Brian Austin Green, e os três filhos do casal: Noah, Bodhi e Journey. Enquanto o ex-astro de Barrados no Baile levava o caçula Journey, de 9 meses, no colo, Megan andou de mãos dadas com os dois mais velhos pelas ruas de Malibu, na Califórnia. O primogênito do casal, Noah, de 4 anos, escolheu um vestido de Branca de Neve e caminhou ao lado da mãe e de Bodhi, 3. Não é a primeira vez que o garotinho escolhe looks popularmente conhecidos como “de menina”. Em março, Noah já havia se vestido de princesa, quando apostou no famoso look de Elsa, da animação Frozen. “Noah usa vestidos, então não tem regras. Você pode ser tudo aquilo que quiser ser na minha casa”, disse Megan sobre as escolhas do filho em entrevista ao programa Jimmy Kimmel Live, em 2016. Além de Noah, outros filhos de famosos também já mostraram suas preferências com relação aos gêneros. É o caso de Shiloh, filha de Angelina Jolie e Brad Pitt, e Jackson, filho de Charlize Theron.

(Quem)

Nota: Aí vem Richard Dawkins, o ateu militante devoto de Darwin, e afirma que criar os filhos no cristianismo equivale a abuso sexual… Cada vez mais os pais estão abrindo mão da função de orientadores, disciplinadores, aqueles que “ensinam a criança no caminho em que devem andar” (Pv 22:6), deixando-as livres para dar vazão a qualquer impulso ou desejo, ainda que estes contrariem a natureza e mesmo o bom senso. No futuro, essas crianças “livres” poderão se ressentir de não lhes terem imposto limites e poderão, inclusive, questionar o amor condescendente desses pais “amiguinhos”, como aconteceu com muitos filhos de pais oriundos da revolução comportamental dos anos 1960. Pessoas que, quando se tornaram adultas, reconheceram que a liberdade irrestrita na infância lhes fez mal. Li uma entrevista na revista Veja, anos atrás, em que uma psicóloga afirmava justamente isso. Pena que não anotei a edição nem o mês/ano. [MB]

Leia também: “Transracialismo, identidade de gênero e outras palhaçadas que negam a biologia”

 

Feminista diz que falta de aborto causou aquecimento global

gloria-steinemEm uma ampla entrevista na última terça-feira, a ícone feminista Gloria Steinem disse à Refinery29 que a mudança climática pode estar diretamente relacionada à falta de aborto. Steinem, de 83 anos, que ajudou a popularizar a controversa camiseta “Eu fiz um aborto”, disse ao site que a mudança climática é uma “questão feminista” porque a superpopulação mundial poderia ter sido evitada se os abortos fossem mais facilmente acessíveis às mulheres. “Ouça, o que causa a mudança do clima é a população”, disse ela. “Se não estivéssemos forçando sistematicamente mulheres a ter filhos que não querem ou não podem cuidar durante os 500 anos de patriarcado, não teríamos os problemas climáticos que temos. Essa é a causa fundamental da mudança climática. Mesmo que o Vaticano não nos diga isso. Além disso, porque as mulheres são as principais trabalhadoras agrícolas no mundo, e também as portadoras de água e as alimentadoras de famílias e assim por diante, é um fardo desproporcional.”

Durante a entrevista, Steinem também aproveitou a oportunidade para atacar Ivanka Trump, filha do presidente norte-americano. Quando perguntada pelo entrevistador se ela achava que Ivanka era uma feminista, Steinem disse: “Ninguém na Terra acha que ela é uma feminista, você está brincando comigo?” E observou que Ivanka nem sequer tenta defender o feminismo. “Eu não a vi levantando e dizendo que as mulheres deveriam ter o direito de controlar seus próprios corpos e decidir quando e se ter filhos, não”, disse Steinem.

“Eu a vi sendo entrevistada pela Cosmopolitan, e ela foi perguntada sobre sua política de licença de maternidade, mas é só se você fisicamente der à luz. Não é para pais adotivos, não é para pais. Essa é a mesma política de qualquer regime autoritário na Terra que conheço, incluindo a Alemanha de Hitler”, disse Steinem. “Eu não estou dizendo que ela sabe disso, mas estavam pagando mulheres para ter filhos. Por acidente, talvez, essa é a sua política.”

Eu concordo com Steinem: Ivanka não é feminista. E isso é um ótimo sinal de que recebeu uma boa educação! Vejam no que se transformou a ícone do feminismo. Se não estiver gagá – o que não parece ser o caso, pois é o mesmo discurso maluco e radical de várias outras da espécie –, acha que a solução para o “problema climático” é mulheres saírem abortando por aí, e chama qualquer incentivo à maternidade de “prática nazista”. É caso de hospício mesmo…

(Rodrigo Constantino, Gazeta do Povo)

Nota: O nome disso é “espiral do delírio” (militância esquerdista em seu estado da arte). Ideias como essas derivam do conceito darwinista dos marxistas e das feministas, de que a vida não passa de um amontoado de células. Se duvida, assista aos vídeos abaixo. Ideias têm consequências, e a ideia dessa senhora me fez lembrar a viagem que um amigo missionário português chamado Filipe Reis fez aos Estados Unidos, recentemente. Quando esteve no estado da Georgia, ele visitou um monumento erguido pela Ordem Rosacruz, onde estão expostos os dez mandamentos da Nova Ordem Mundial. O primeiro desses mandamentos diz: “Reduzir a população mundial a 500 milhões de habitantes”, e o segundo: “Orientar a reprodução de forma sábia.” Confira na foto abaixo, tirada pelo Filipe:

pedra rosacruz

No livro O Outro Lado do Feminismo, de Suzanne Venker e Phyllis Schlafly, na página 185 (da edição em inglês), estão os Dez Mandamentos Feministas:

  1. Faça muito sexo com muitos homens diferentes.
  2. Você é livre para fazer um aborto a qualquer hora por qualquer razão.
  3. Ignore seu relógio biológico e, se necessário, crie novos métodos de concepção.
  4. Invista em carreiras que exijam bastante e pague outras mulheres para criar/educar seus filhos.
  5. Não se sinta culpada por investir em carreiras que exijam bastante e por pagar outras mulheres para criar/educar seus filhos.
  6. Você é livre para se divorciar a qualquer hora e manter a custódia dos filhos.
  7. Faça inseminação artificial se você não se casar, mas ainda assim quiser ter filhos.
  8. Deprecie os homens até que a masculinidade deles desapareça.
  9. Não tome o sobrenome de seu marido.
  10. Menospreze todas as donas de casa e mulheres conservadoras.

Bem, parece que Gloria Steinem tem seguido de perto as diretrizes feministas e dos defensores da Nova Ordem Mundial.

O fato é que o feminismo tem DNA marxista/evolucionista e atenta contra a família patriarcal bíblica (o que não significa que as mulheres não tenham direitos legítimos que devam ser preservados e defendidos; essa é outra história). Mas é preciso que fique bem claro que esse tipo de família (patriarcalista) nada tem que ver com a visão do patriarcalismo descrita por sociólogas como Maria do Perpétuo Socorro Leite Barreto, por exemplo, que escreveu o seguinte: “Patriarcalismo pode ser definido como uma estrutura sobre a qual se assentam todas as sociedades contemporâneas. É caracterizado por uma autoridade imposta institucionalmente, do homem sobre mulheres e filhos, no ambiente familiar, permeando toda a organização da sociedade, da produção e do consumo, da política, à legislação e à cultura. Nesse sentido, o patriarcado funda a estrutura da sociedade e recebe reforço institucional; nesse contexto, relacionamentos interpessoais e personalidade são marcados pela dominação e violência.”

Se ela se refere ao patriarcalismo bíblico, está totalmente errada, pois a função bíblica do patriarca era justamente prover e proteger (responsabilidade que muitos homens já não querem assumir), jamais usar de dominação e violência. O modelo para essa posição masculina é o do próprio Deus, por isso o amor e o desejo de proteger devem ser a tônica desses relacionamentos. Graças às feministas e à inversão de valores e posições observada em nossa sociedade, as pessoas logo manifestam resistência à simples menção da palavra “patriarcalismo”, sem ao menos compreender o conceito bíblico dela.

Patriarcalismo, segundo Filipe, é a forma de ordenação da família e da sociedade em que o homem assume a autoridade e a responsabilidade as quais Deus lhe confiou. Ele assume a figura tutelar, cuja principal incumbência é a provisão e proteção do seu núcleo ou grupo, sendo que o mais elementar deles é a família, zelando incessantemente pelo seu bem-estar e seus interesses. Essa autoridade é diferente do autoritarismo, conceito no qual o líder exerce poder por imposição arbitrária determinada por ele mesmo, e que facilmente descamba para opressão. Isso resulta, finalmente, em machismo, ou a ideia de superioridade nata do gênero masculino sobre o feminino, que é outra proposta não aceitável ao patriarcalismo, transformando-se em uma forma doméstica de ditadura.

Assim, a mulher e os demais membros da família deveriam ser os primeiros e maiores interessados na manutenção e preservação da autoridade patriarcal do homem. A mulher não perde com isso sua identidade ou consciência, nem se sente de qualquer forma diminuída; pelo contrário, é valorizada em sua elevada posição dentro da família e da sociedade.

Lamentavelmente, há muitos homens faltando com seu compromisso, abandonando o lar, tratando com violência a quem deveriam proteger, colocando sobre os ombros das mulheres uma carga que aumenta em muito a que elas já têm. Mas isso é resultado de um mundo injusto, pecaminoso e cada vez mais distante do ideal do Criador, e não deveria mudar em nada o plano dEle para as famílias. [MB]

Escolas eliminam Dia das Mães do calendário

mãeFoi-se a época em que as famílias tinham um formato padrão. Hoje em dia, são incontáveis os exemplos de mães ou pais solteiros, casais [sic] homossexuais e até mesmo parentes como avós e tios educando crianças. Em respeito a essa diversidade, algumas escolas brasileiras eliminaram de seus calendários comemorações de datas como o Dia das Mães e o Dia dos Pais, substituindo-as por festas que celebram o núcleo familiar de um modo geral. “Não podemos generalizar na escola algo que é diferente no mundo privado, avalia Ana Lúcia Figueira da Silva, gestora da Educação Infantil da Escola Viva, em São Paulo. “As pessoas têm formas diferentes de comemorar, fazem escolhas diferentes. Além disso, a família contemporânea tem novas configurações, fora o fato de que há também pais e mães que não são presentes pelos mais variados motivos. Os contextos são diversos.”

Na instituição em que Ana Lúcia trabalha, uma vez por ano cada faixa etária participa de um evento específico para o grupo, no qual é permitida e estimulada a presença dos familiares – sejam eles quem forem. “É um espaço de convívio. Funciona assim já há mais de 20 anos. A gestora ressalta também que a proposta de ir contra a maré é uma maneira de fugir do consumismo desenfreado que acompanha as datas comemorativas. “Procuramos valorizar os rituais e o convívio, e fugir do apelo comercial, do qual o mundo já se encarrega. É claro que os dias das mães e dos pais aparecem na rotina do professor e das crianças, mas as demandas são acolhidas individualmente.”

A psicóloga especialista em comportamento infantil Vera Resende, no entanto, não vê com bons olhos as mudanças na tradição. Para ela, ainda que a escola modifique seu calendário e opte por não celebrar as datas, será impossível “matar a cultura”. “A instituição pode até não comemorar, mas a data continua no calendário. Não dá para riscar tudo por causa da multiplicidade. Até porque, mesmo que seja um casal [sic] homossexual, haverá alguém que faça o papel de mãe, o papel de pai. O ideal é a criança saber que ela cresce cuidada por alguém que se dedica a ela, que abandona tudo por ela.”

Mesmo nos casos em que a criança perde um dos pais, por exemplo, Vera insiste que o impacto causado pelos festejos na escola não será maior do que o que a sociedade já impõe no dia a dia.  “Dificilmente vamos conseguir criar um mundo onde a criança não sofra. Não é a data que trará a tristeza, mas sim a ausência do ente querido. O papel da educação é inserir a criança na cultura, reproduzindo a sociedade em modelos pequenos para a criança começar a praticar. E essa inserção, infelizmente, deve ser das coisas boas e das coisas ruins.”

(R7 Notícias)

Nota: Evidentemente que há famílias que existem em formatos não ideais, quando a mãe está ausente, por exemplo, por motivo de morte ou separação. Mas fazer com que a figura da mãe e a celebração de sua figura sejam minimizadas é algo que atende bem aos interesses daqueles que querem solapar a cosmovisão criacionista bíblica. Veja o que escreveu Ellen White há mais de cem anos: “O rei em seu trono não tem função mais elevada que a mãe. A mãe é a rainha do lar. Ela tem em seu poder o modelar o caráter dos filhos, para que estejam capacitados para a vida mais alta, imortal. Um anjo não desejaria missão mais elevada” (O Lar Adventista, p. 231). Não permita que a mídia, as militantes feministas, os marxistas de plantão e outros interessados em destruir a visão de mundo judaico-cristã “façam a sua cabeça” com essa campanha contra a família ideal criada por Deus. Feliz Dia das Mães! [MB]

Campanhas de moda apelam para sexo explícito

26.06.2012 - Desfile Pbc.[…] As imagens poderiam ilustrar qualquer site pornográfico, mas estão acessíveis, sem classificação indicativa, na última campanha da grife americana Eckhaus Latta e na passada da estilista Vivienne Westwood, respectivamente. Se os primeiros anos deste século foram marcados pela erotização da imagem feminina, como as campanhas da Dolce & Gabbana, da Sisley e da Calvin Klein, que ora pareciam estupros coletivos, ora mostravam a mulher servindo aos desejos ocultos do espectador, a segunda década do milênio confirma o ato sexual e o corpo nu como ferramentas de persuasão para vender roupas e ideias. O slogan “sexo vende” nunca saiu de moda, mas, segundo especialistas, evoluiu para uma roupagem despudorada e crua – uma “nova era erótica” que é fruto da banalização do sexo e do movimento de aproximação entre a imagem publicitária e a vida real, sem filtros ou Photoshop. “As pessoas passaram a não comprar mais produtos, mas sim experiências. Como o mercado está saturado de filtros, retoques e comunicação perfeitinha, algumas marcas perceberam que é preciso falar de emoções primais, como o sexo. É uma volta da espontaneidade, que descabela a comunicação de moda”, diz a diretora do birô de tendências PeclersParis, Iza Dezon.

Segundo a especialista, a corrente faz parte de um momento histórico de desestabilização de tabus, “aqueles de que todo mundo falava, mas não mostrava”, que os jovens querem banir. Bom exemplo é a própria Calvin Klein. Até pouco tempo atrás, a marca usava corpos perfeitos para vender sua linha de cuecas e lingerie. Agora, entre as últimas peças publicitárias da marca há uma em que modelos magros, seminus e sem músculo aparentes se abraçam em uma galeria de arte. Em outra peça, os atores Alex R. Hibbert, Ashton Sanders, Mahershala Ali e Trevante Rhodes, de “Moonlight”, mostram o corpo em raro manifesto publicitário pró-diversidade. O longa, vencedor do Oscar de melhor filme deste ano, trata de homossexualidade e racismo.

A estética documental, quase amadora, define as novas campanhas que lançam mão do sexo como expressão. Nesse contexto, sites pornográficos e aplicativos de encontros viraram pontes entre marcas e público-alvo. No ano passado, a Diesel passou a veicular suas propagandas lascivas [em um site pornô]. De acordo com o dono da marca, o italiano Renzo Rosso, as vendas tiveram incremento de 31% após o início da ação.

O estilista JW Anderson, uma das revelações da moda mundial, também surfou na onda. Seu desfile de verão 2016 na semana de moda de Londres foi transmitido ao vivo [por um] aplicativo de encontros […] direcionado ao público gay. […]

(Folha de S. Paulo)

Nota: Os filmes, as séries, as músicas, a indústria da moda, tudo isso e muito mais contribuem para banalizar cada vez mais o sexo que foi criado por Deus para ser desfrutado em um contexto de santidade e de prazer e sensualismo puro. O inimigo de Deus sabe do poder que a sexualidade exerce sobre os seres humanos. Ele sabe o quanto o sexo pode unir um casal, quando praticado no contexto, no momento e com a pessoa certos. E sabe também que, por outro lado, o sexo pode destruir vidas, nos aspectos físico, emocional e espiritual. Fogem do controle o número de adolescentes grávidas, de pessoas contaminadas com DSTs e de depressivos por causa de uma vida libertina e focada no prazer pelo prazer. Campanhas publicitárias capitalistas e irresponsáveis como as descritas acima deveriam ser rejeitadas pela população. Mas, infelizmente, o que se vê é uma triste retroalimentação em que os publicitários dão às pessoas o que elas querem e elas, por sua vez, mostram a eles o que eles devem lhes apresentar. É o mundo cavando o fundo do poço moral e aumentando sua dívida com Sodoma e Gomorra. E danem-se os direitos daqueles que não querem se expor nem expor seus filhos à pornografia que sai dos sites obscuros para os outdoors, as revistas e os programas de TV. [MB]