Enquanto isso, entre os héteros das HQs…

asa noturnaFaz muitos anos que não acompanho o universo dos quadrinhos de super-heróis (HQs). Na verdade, desde a minha adolescência, quando descobri literatura muito superior e me desfiz de uma coleção de mais de dois mil gibis. Só que na semana passada as HQs ficaram em evidência graças à decisão do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, de mandar recolher da Bienal do Rio uma Graphic Novel da Marvel que trazia a ilustração de um beijo entre dois homens. Graças a essa atitude anticonstitucional, as vendas explodiram e até alguns oportunistas como o youtuber Filipe Neto se aproveitaram para marcar pontos com o público LGBT. Filipe comprou e distribuiu gratuitamente milhares de livros com temática homossexual (logo ele que, anos atrás, gravou vídeo em que trata os homossexuais em tons pejorativos…). Tudo pelos like$.

Conforme mostrei neste vídeo, o homossexualismo está presente nas páginas de HQs da Marvel e da DC faz anos. Essa HQ alvo da polêmica é até “light” perto do que já se publicou. E a censura do bispo Crivella foi um verdadeiro tiro no pé, que acabou promovendo o que ele queria censurar.

Ocorre que a decadência moral é fato observável em todas as mídias, e vou dar só mais um exemplo, também dos quadrinhos, envolvendo três héteros: os personagens Asa Noturna (ex-Robin), a Batgirl e a alienígena Estelar. Batgirl e Asa Noturna têm um longo histórico de romance, mas nunca chegaram a formalizar um relacionamento mais sério, mais ou menos o que acontece há anos entre o Batman e a Mulher-Gato.

Em Batgirl número 25, Dick Grayson e Bárbara Gordon (o Asa Noturna e a Batgirl) são vistos na cama de um hotel, dizem que se amam, mas o romance acaba tendo fim (e ninguém mandou recolher essa edição…).

estelarGrayson também manteve por muitos anos um relacionamento amoroso com Estelar e chegaram a marcar o casamento. Só que, uma noite antes da cerimônia, voltou a dormir com Bárbara e chegou a convidá-la para assistir ao enlace matrimonial com a alienígena traída. Cadê a patrulha da moral para mandar recolher também essa baixaria?

E aí? O que achou do enredo? Se Crivella soubesse dessas coisas, tentaria fechar a DC Comics! Não tem jeito. A decadência moral deste mundo foi anunciada e só tende a piorar. Cabe a nós vivermos no mundo sem ser dele nem promover suas indecências. Cabe a nós sermos puros em um mundo impuro, balizados por textos bíblicos como Romanos 12:2 e Filipenses 4:8.

Michelson Borges

Nota: A amiga de um amigo meu contou que no domingo foi à Bienal e havia palestras para crianças sobre homossexualismo, viu “casais” de homens circulando abraçados pelo local e aos beijos, e tinha por todo canto publicidade da história em quadrinhos que o Crivella tentou proibir. Não contente com o “clima” ideologizado, ela voltou para casa.

Desabafo de uma brasileira na Espanha

bandeiraEstava lendo sua postagem “A moça de vestido curto e nossa imagem ‘lá fora’”. Moro na Espanha há quase 15 anos, onde trabalho e estudo. Como aqui é um país em que existem muitos imigrantes de todas as partes, temos contato com várias culturas e gosto de saber a opinião dessas pessoas sobre o Brasil e o que conhecem do nosso país. A grande maioria só fala em samba, futebol, pobreza, favelas, e alguns homens quando sabem que sou brasileira, pensam que já podem chegar “atacando” porque “somos mulheres fáceis”. Fico indignada com isso! Quando veem que sou diferente, então mudam o discurso e me tratam com respeito. São poucas as pessoas que destacam o que o Brasil tem de bom, como os lugares, as regiões, a cultura, etc., pois não conhecem muito além do que citei acima. Os que falam bem são aqueles que de alguma forma tiveram contato com um brasileiro ou estiveram como turista no país, porque o marketing do Brasil é pobre, sob meu ponto de vista.

Não gosto de generalizar, pois sempre há exceções, mas o que se nota quando está aqui é que o conceito de muitos a respeito das brasileiras (me refiro não apenas à Espanha, mas à Europa) é de que a maioria é prostituta. O mal disso é que até provar que não somos objetos de prazer, que temos conteúdo, que somos pessoas que também têm pudor, custa bastante e sofremos às vezes com preconceitos. Algumas pessoas nos julgam antes de nos conhecer, generalizam.

Quem estuda e não o faz em tempo integral, pode trabalhar algumas horas, se quiser, só que muitas vezes não consegue atuar na área. Então alguns buscam trabalhos do tipo cuidar de crianças ou cuidar de pessoas idosas (que é o meu caso). Lembro-me da primeira vez que me ofereci para cuidar de uma criança e praticamente fiz toda a entrevista com a mãe do bebê por telefone. Ela simpatizou muito comigo; queria me conhecer pessoalmente e talvez perguntar mais algumas coisas. Disse que seguramente me contrataria. Sou adventista desde pequena, fui bem vestida, mas quando, ao conversar com a mulher, ela descobriu que sou brasileira, ela inventou uma desculpa esfarrapada e disse que não ia precisar mais.

Outra amiga passou pela mesma situação e explicou à atual chefe dela o que havia passado, e a senhora lhe disse: “É porque ninguém gosta de contratar brasileira, porque ela tem fama de ser mulher fácil, insinuante, e ninguém quer perder o marido pra uma dessas, já que os homens europeus têm principalmente as brasileiras como referência quando querem apenas ‘curtir’ e ter uns momentos de prazer.” Isso é lamentável.

Infelizmente, a culpa é nossa mesmo, pelo que você comentou na sua postagem: “Esse é o cartão-postal que apresentamos aos turistas”, corpos semi-desnudos, futebol e favelas. Estou há bastante tempo aqui e é muito raro passar uma notícia do Brasil nos telejornais, e quando passa algo é sobre as matanças descontroladas nas favelas do Rio e São Paulo, guerras entre os policiais e traficantes, inundações, miséria, etc.

Quando fazem festas brasileiras aqui, além do samba, também ensinam danças “superculturais”. Outro dia um espanhol me mostrou vídeos no YouTube com mulheres brasileiras dançando funk. Essa é uma das imagens deprimentes que esse espanhol vai ter do Brasil e passar às demais pessoas que perguntarem alguma coisa a respeito.

Enquanto muitas mulheres aderem a esse tipo de comportamento ou danças e enchem o peito pensando que são as “boas”, que isso é algo positivo e motivo de orgulho, no fundo não passam de um simples pedaço de carne que serve para saciar o prazer de alguns e depois serem descartadas como nada.

Hoje vendo essas coisas de fora do Brasil, confesso que às vezes tenho vergonha desse comportamento de muitas compatriotas, e a mídia abusa disso: “mulher melancia”, mulher sei-lá-o-quê – enquanto as pessoas de fora estão dizendo: “Que insignificância!” E, claro, essa também é a opinião dos homens que as usam como objeto, pois nunca levariam uma mulher dessa a sério para se relacionarem, salvo se ele estiverem no mesmo nível.

Eliana Freitas, da Espanha

Suicidar-se vira “solução” para sair da crise na Venezuela

venezuelaA crise econômica e política que atinge a Venezuela tem provocado estragos em vários âmbitos da sociedade. O país, que sofre de uma inflação galopante, violência nas ruas e pobreza extrema, vem registrando os maiores números de suicídio do continente americano. Desde o ano passado, com o agravamento da crise, a Venezuela enfrenta uma alta nos índices de suicídio. O número de pessoas que tiraram a própria vida quadruplicou nos últimos quinze anos e o fenômeno vem se acelerando. Quase 800 casos foram registrados apenas na capital Caracas em 2018. “A cada semana recebemos, em média, quatro novos casos de pacientes com pensamentos suicidas”, conta Marisol Ramirez, presidente da rede nacional Psicólogos Sem Fronteiras, um dos serviços que, junto com a Federação dos Psicólogos da Venezuela, criado no ano passado, oferecem atendimento acessível para a população.

Segundo a psicóloga, é cada vez maior o número de pessoas que veem na morte uma possível solução para seus problemas. “Os pacientes dizem: se eu estivesse morto, minha família não teria mais que se cansar para encontrar remédios e cuidaria dos meus filhos. Elas vivem pensando que podem ser assassinadas, que podem morrer…”, conta Marisol. “As pessoas falam da morte com tanta naturalidade. Parece até ser uma opção como outra qualquer”, continua a psicóloga.

O que mais impressiona a presidente da Psicólogos Sem Fronteiras é o aumento de menores entre seus pacientes. “Já recebemos crianças que diziam que a mãe tinha se refugiado no exterior, que não queriam morar com tias ou avós e, por isso, tinham vontade de morrer”, relata.

“Essa semana mesmo recebemos duas crianças que não sabiam como fazer a lição de casa em razão dos cortes de eletricidade que atrasaram os programas escolares. As famílias estavam muito preocupadas, pois os filhos disseram que a solução seria morrer. A gente constata que, aos poucos, a ideia da morte se banaliza na sociedade venezuelana”, analisa a psicóloga.

Apesar dessa constatação, o termo suicídio ainda é um tabu no país. As autoridades acusam os que ousam usar essa expressão de fazerem apologia à morte. Uma maneira indireta de não reconhecer um dos sintomas das dificuldades enfrentadas atualmente pela sociedade venezuelana.

(UOL Notícias)

cubaNota: Essa triste notícia me fez lembrar de outra mais antiga: “Crise em Cuba pode ter diminuído diabetes e doenças do coração.” Esse absurdo irônico foi publicado pelo Globo: “Estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) mostra que casos de incidência e morte por diabetes tipo 2 e doenças cardíacas tiveram declínio na população cubana durante e logo após a grave crise econômica em que o país se viu mergulhado depois do desmembramento de sua parceira União Soviética. Entre 1991 e 1995, os habitantes da ilha caribenha perderam em média entre 4 kg e 5 kg porque passaram a ter menos acesso a alimentos calóricos e se deslocavam mais a pé. […] Segundo os autores da pesquisa, os números são um sinal de que o emagrecimento de uma população pode trazer melhoras significativas em suas estatísticas de mortes por diabetes e doenças cardiovasculares. Por isso, segundo o BMJ, recomendam que médicos estimulem seus pacientes a se exercitarem, recomendando, inclusive que se desloquem a pé ou de bicicleta cotidianamente.”

Só falta dizerem agora que a Venezuela está resolvendo o problema da superpopulação…

Curiosamente, os bem nutridos Fidel Castro (dono de uma mansão em uma ilha paradisíaca também dele) e Nicolás Maduro (visto jantando em um restaurante de luxo durante uma viagem, anos atrás) vivem de modo bem diverso daqueles sobre quem governam, bem ao estilo A Revolução dos Bichos.

Enfim… o capitalismo tem seus graves problemas, mas no socialismo esses problemas são “resolvidos”. Definitivamente. [MB]

Leia também: “Como o socialismo matou milhões de pessoas de fome na África e no restante do mundo”

Importante: Continuemos orando pelo sofrido povo venezuelano.

Atriz revela os tristes e pérfidos bastidores da indústria pornô

mia[Considero importante postar aqui a entrevista abaixo, pois se trata do relato em primeira mão de alguém que viveu imersa na indústria pornô e que, portanto, sabe o que está falando. Além disso, Mia menciona alguns detalhes interessantes apresentados em livros cristãos sobre sexo e, também, em algumas de minhas palestras sobre o assunto. Quem sabe a ela as pessoas deem ouvidos… É bom que se saiba do que “rola” nos bastidores dessa indústria pérfida e que os consumidores de pornografia se conscientizem de que estão financiando o sofrimento e a degradação de muita gente. Meus comentários seguem entre colchetes. – MB]

Com 21 anos, ao aparecer de véu islâmico em uma cena de sexo, a libanesa Mia Khalifa se tornou uma das mais famosas atrizes pornôs. Hoje, aos 26, Khalifa diz que falta de maturidade e insegurança a motivaram a aceitar o trabalho. O interesse humano pelo sexo não é nenhuma novidade, mas a internet facilitou a exploração de todas as nuances do desejo. A indústria pornográfica na internet fatura bilhões de dólares por ano, mas os grandes beneficiários são os produtores, não os atores que se expõem para a câmera. Mia Khalifa atuou em filmes pornôs por um período curto no fim de 2014. Ela conquistou fama mundial quando apareceu em um vídeo usando um hijab (véu usado por algumas mulheres muçulmanas para cobrir a cabeça). A cena pornográfica causou furor, e Mia chegou a receber ameaças do grupo extremista Estado Islâmico (IS).

Atualmente, ela tem 16 milhões de seguidores no Instagram, mas não se orgulha da sua fama mundial. Depois de anos de ameaças, a ex-atriz começou a falar abertamente sobre o seu passado. Mas o que a história de Mia revela sobre a indústria pornográfica e a cultura do século 21? Nessa semana, ela respondeu a essas perguntas em uma entrevista ao programa HARDtalk da BBC.

BBC – Se a gente buscar seu nome no Google, aparecem vários links para vídeos pornográficos. As palavras “porn star” (estrela pornô) aparecem imediatamente. Isso é algo que você nunca vai superar?

Mia Khalifa ­– Estou tentando. Eu não me dou muito bem com o Google, e estamos tentando mudar isso. A primeira coisa que aparece é um site sobre o qual não tenho controle, mas que está escrito na primeira pessoa, como se fosse meu. E na Wikipédia esse site é descrito na minha página, como se fosse o meu site oficial. Tentamos inúmeras vezes eliminá-lo, mesmo com ações legais, mas a empresa não nos atende. E fizemos inúmeras propostas.

[Aqui fica a primeira lição: às vezes é difícil apagar o passado; por isso, pense bem antes de cometer um erro intencional, especialmente o erro de se expor indevidamente nas redes sociais. As consequências disso podem acompanhar você por muitos anos.]

Você deixou o Líbano rumo aos EUA com seus país ainda menina e foi criada lá. É obviamente uma mulher inteligente, cursou História numa universidade no Texas. Como foi que entrou na indústria pornô?

Não acredito que baixa autoestima discrimine ninguém. Importa se você vem de uma boa família ou se vem de um ambiente não tão bom? Eu lutei toda a minha infância contra o excesso de peso e nunca me senti atraente ou digna de atenção masculina. E, de repente, no meu primeiro ano de faculdade, comecei a perder muito peso fazendo pequenas mudanças. Quando me formei, estava pronta para fazer a diferença. Eu sentia muita vergonha dos meus seios, porque foram a primeira coisa que perdi ao emagrecer quase 23 quilos. Então, minha maior insegurança eram os meus seios e queria recuperá-los. Quando fiz isso (Khalifa passou por uma cirurgia plástica), comecei a chamar muita atenção dos homens e nunca me acostumei com isso. Sentia que, a menos que me apegasse a isso e cumprisse as expectativas que tinham de mim, seria insignificante. E depois de conquistar essa aprovação e os elogios, eu não queria mais perder isso.

[Geralmente, quando o assunto é erotismo e lascívia, os homens são atraídos pelo prazer que isso oferece, enquanto as mulheres são mais atraídas pelo poder que têm. Elas se sentem poderosas ao atrair a atenção masculina, e devem aprender a lidar com esse sentimento de poder, do contrário, como Mia, podem acabar em “maus lençóis” (literalmente) e perceber que essa atratividade, se utilizada da maneira certa e no contexto certo, seria uma bênção; da maneira errada, uma maldição.]

Você era uma jovem graduada que buscava emprego quando um garoto na rua te convidou para trabalhar com ele. Ele foi sincero e disse que estava no ramo da pornografia. O que fez você se atrair por essa proposta?

Não foi assim que aconteceu. Não foi: “Ei, você quer entrar no pornô?” Foi algo mais como: “Você é linda, gostaria de fazer uns trabalhos como modelo? Bem, é que você tem um corpo lindo.” [Note como Satanás é ardiloso: ele atraiu a jovem usando justamente o ponto fraco dela.] Mais tarde, quando fui ao estúdio, encontrei um lugar muito respeitável, magnífico, em Miami, Flórida (EUA). Era limpo. Todo mundo que trabalhava lá era simpático. Todos os quartos eram decorados com fotos de família. Como se não fosse nada duvidoso ou que me deixasse desconfortável. Não filmei na primeira vez que entrei lá. Só na segunda. Na primeira, foi mais assinar a papelada, etc.

[O pecado e o caminho da perdição sempre se mostram agradáveis, bonitos, interessantes, promissores, convidativos. Mas, como diz a Bíblia, no fim das contas, dão em caminhos de morte. Essa tática satânica é antiga: começou no Céu e foi repetida no Éden. Sedução.]

Agora, você está com 26 anos, mas tudo isso aconteceu quando você tinha 21. Como você vê aquela garota de 21 anos hoje? Acha que ela foi usada? Foi uma vítima?

Sinto que aquela menina não tinha sido preparada para perceber que estavam se aproveitando dela e que o que lhe diziam eram mentiras. Talvez, nem fosse mentira, mas uma tentativa de me manipular para que fizesse o que queriam. Eu realmente não me vejo como uma vítima. Eu não gosto dessa palavra. Tomei minhas próprias decisões, apesar de terem sido decisões terríveis. Acho que é preciso mudar a forma de se abordar mulheres, mesmo em uma simples aproximação.

Você disse recentemente que experimentava uma espécie de “bloqueio” quando se apresentava em cenas sexuais, que realmente não consegue se lembrar muito bem de muitas das coisas que fez. Tente me explicar o que passava pela sua cabeça quando você estava naquelas situações.

Acho que a palavra que não consegui encontrar quando disse isso era, na verdade, “adrenalina”. Minha adrenalina estava tão alta, porque sabia que estava fazendo algo muito além do que imaginava que jamais faria. Então, a adrenalina ainda dificulta olhar para trás e me lembrar exatamente do que pensava.

[Aqui Mia descreve a euforia do pecado e a ilusão que ele cria. É frequente ouvir de pessoas que caíram em tentação que na hora não se deram conta exatamente do que estavam fazendo, mas que depois veio o arrependimento. Qual a conduta a ser seguida, então? Precaução. Nunca dar o primeiro passo no caminho da “adrenalina”, pois sempre há o ponto de não retorno. Manter comunhão constante com Deus, de tal forma que, no primeiro sinal de alerta, o Espírito Santo nos ajude e nos proteja. Precisamos fazer como Jó: nos desviarmos do mal, jamais brincar com ele.]

Sua origem cultural é árabe, que é profundamente conservadora, em geral. Você acha que precisou se despir de um camada a mais ao entrar nesse negócio?

Provavelmente. Acho que parte disso também foi uma rebelião: querer fazer algo tão fora dos limites e do normal que até eu mesma me surpreendi.

Até acho que essa seja uma pergunta muito tola, mas sua família obviamente não tinha ideia do que você fazia, não é?

Não. E, sim, me repudiaram quando descobriram.

Deve ter sido terrivelmente difícil.

 Eu me senti completamente isolada, não apenas pelo mundo, mas também pela família e pelas pessoas ao meu redor. Principalmente depois de sair (da indústria), quando ainda estava sozinha. E quero dizer que percebi que alguns erros são imperdoáveis. Mas o tempo cura todas as feridas, e as coisas estão melhorando agora.

[O diabo oferece seu banquete, mas depois sempre puxa o tapete e deixa a pessoa na miséria, na solidão, na tristeza. Não caia nesse engano e nunca abandone sua família.]

Te pagaram US$ 12.000 (R$ 49.500) por um total de seis vídeos. Mas você gerou milhões e milhões de dólares [para as empresas que a contrataram]. Como isso é possível?

As coisas são assim mesmo. Não sou a única. Não é que eu tivesse um contrato terrível ou um agente terrível.

E você tinha 21 anos, estava saindo da adolescência.

O cérebro humano não se desenvolve completamente até os 25 anos. Então, a parte da tomada de decisões do meu cérebro ainda precisava de treinamento. Não havia ninguém para me dizer o que fazer.

[Mia está completamente certa; essa informação tem respaldo científico. E isso é muito, muito triste. Por terem o cérebro imaturo, com o lóbulo frontal ainda não plenamente desenvolvido, é justamente nessa fase que os jovens mais precisam de acompanhamento; dos conselhos dos pais ou de bons responsáveis. Afastar-se da família nesse momento da vida é se colocar em situações de fragilidade e risco, como aconteceu com Mia.]

Você se tornou a estrela número um nesse negócio. Você não tinha royalties ou direito a algum tipo de bônus por sua popularidade?

Nenhum. Nada mesmo.

No vídeo do hijab, o mais popular, três jovens participam. Você era uma delas e usava um véu islâmico. Você devia saber como isso seria considerado provocador.

Disse a eles, literalmente, que me matariam. [Mas o pecado sempre cega e torna as pessoas inconsequentes.]

Por que você não se recusou a fazer a cena?

Intimidação. Estava assustada. Ninguém te força a fazer sexo, mas eu ainda estava com medo. Você já se sentiu sem graça de reclamar quando o prato vem errado no restaurante, e o garçom te pergunta “está tudo bem”? Fiquei intimidada, estava nervosa.

Você diz que o conceito de consentimento não faz sentido na dinâmica do poder entre os homens que controlam a indústria pornográfica e uma jovem atriz de 21 anos como você.

 Com certeza. Quando há quatro produtores brancos na sala, e você diz, por exemplo, alguma coisa que faz todo mundo rir, é horrível. Você não quer mais abrir a boca. É a mesmo coisa quando você assina o contrato: você conhece os executivos, eles estão na sala esperando que você leia e assine, e você não entende nada do que está escrito, porque você está muito nervosa.

Quando você deixou o estúdio, depois daquela filmagem em especial, percebeu que seria um desastre para você?

A ficha não caiu até o dia seguinte, porque a adrenalina ainda estava muito alta. Mas, logo depois do lançamento, meu mundo inteiro ruiu. O que tinha me levado a fazer pornô era achar que ninguém descobriria. Tem milhões de garotas que se filmam fazendo sexo e coisas assim, e ninguém sabe o nome delas. Ninguém sabe quem são. Eu achei que pudesse fazer do pornô o meu segredinho sacana, mas o tiro saiu pela culatra.

[Repito: o diabo nunca deixa barato e sempre dá um jeito de fazer com que o “tiro saia pela culatra”.]

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A realidade é que seu rosto ficou conhecido em todo o mundo como a estrela pornô que usou hijab e passou a sofrer ameaças.

Ah, sim. Não falo do Estado Islâmico, porque não acredito que quem está profundamente envolvido com o EI tenha uma conta no Twitter. Eles puseram uma foto minha sobre a imagem de alguém decapitado e disseram… não lembro exatamente o que disseram. Mas era algo sobre eu ser a próxima.

Não dá para imaginar como você se sentiu sozinha naquele momento, porque você não podia conversar isso com sua família.

Não. Foi assustador. Mas usei o humor como mecanismo de defesa. A minha resposta foi: “Tudo bem, desde que você não corte meus peitos… Eles custaram muito dinheiro.”

Você tinha 21 anos. Cinco anos depois, qual você acha que foi a sua responsabilidade pessoal nessa história?

Cem por cento. Eu tomei a decisão. Claro que a indústria é imperfeita e devemos fazer algo para proteger outras garotas para que elas não caiam na mesma armadilha que eu. Mas foi minha escolha.

Sair do setor quando o vídeo viralizou, quando você recebeu ameaças… Isso foi uma decisão muito rápida para você?

Não diria muito rápida, porque ainda estava nervosa. Não sabia como reagir. Um mês depois, convoquei uma reunião com todo mundo e tinha uma cópia da carta de missão para cada um. Falei para eles o que estava sentindo. Eles tentaram me convencer a ficar e me disseram que a poeira iria baixar, que eu estava exagerando, inclusive sobre o perigo que corria…

Então, esses caras viam você meramente como uma verdadeira máquina de dinheiro.

Com certeza.

[E os consumidores de pornografia são os que ajudam a alimentar essa máquina produtora de sofrimento.]

Você acha que sofre algum tipo de estresse pós-traumático após essa experiência?

Sim. Acho que acontece principalmente quando saio na rua, porque sinto como se as pessoas pudessem ver através da minha roupa e me sinto profundamente envergonhada. Tenho a sensação de que perdi direito a toda a minha privacidade. E perdi, porque estou a um clique de distância no Google.

Essa história é a sua história. Mas, francamente, também deve ser a história de outros atores e atrizes pornôs.

Sinceramente, comecei a perceber isso recentemente. As pessoas começaram a falar comigo. Meu agente lê todos os e-mails e, quando recebemos coisas assim, ele separa e os envia para mim. Lendo as palavras de algumas dessas garotas que foram traficadas e forçadas a fazer pornografia, todas essas histórias de garotas cujas vidas foram arruinadas […] me faz sentir que foi bom começar a conversar e dar esta entrevista.

Há uma linha de pensamento que diz que, em muitos países, os jovens estão tão expostos à pornografia que isso está mudando a maneira como homens e mulheres se relacionam.

Claro que afeta relacionamentos. O vício em pornografia é muito frequente. As coisas que os homens veem nos vídeos são esperadas das mulheres em suas vidas, e essa não é a realidade. Ninguém vai ser tão perfeito, ninguém fará esses atos em uma quarta-feira à noite.

[Aqui ela toca em outro ponto importante: as falsas expectativas criadas pela pornografia. É crescente o número de homens jovens que procuram o médico por causa de desempenho sexual ruim. Frequentemente, pessoas que consomem pornografia se sentem frustradas com o sexo de verdade. Por favor, assista aos vídeos abaixo.]

Se você pudesse conversar com aquela garota de 21 anos, Mia Khalifa, andando pela rua na Flórida e parada pelo garoto que disse “Você é linda, podemos trabalhar juntos”, o que diria a ela?

É para isso que você carrega um spray de pimenta na bolsa. Use-o. Corra!

[Sem o saber, Mia conclui a entrevista dizendo exatamente o que devemos fazer quando surpreendidos pelo pecado: correr! Como fez José, quando foi tentado pela esposa de Potifar, no Egito. Com o pecado não se brinca. Fuja dele! E oremos por Mia Khalifa, para que ela encontre a paz do perdão e não seja mais uma moça a engrossar as estatísticas de depressão e suicídio entre profissionais e ex-profissionais da indústria pornográfica.]

(Terra)

Leia mais aqui sobre pornografia e testemunhos de atrizes pornôs.

“Mesmo sendo homem, eu te amo”

maisaA apresentadora Maisa Silva, de 17 anos, cuja projeção na mídia em grande medida ela deve a dois homens, Silvio Santos e Raul Gil, fez uma declaração pública romântica ao namorado, mas não perdeu a oportunidade de pregar suas ideias feministas. Ela escreveu: “Compreensivo, engraçado, carinhoso, não come carne, não é machista, demonstra o tempo todo que me ama, é meu melhor amigo, me apoia em tudo que eu faço, não é ciumento, entende minha profissão… Te amo por esses e mais outros 1000 motivos. Sei que tenho você, mesmo que de longe.” “Mesmo sendo homem, eu te amo”, completou.

A última frase de Maisa gerou controvérsia na internet. “Já pensou se [o namorado dela] escreve: ‘Mesmo sendo mulher, eu te amo’?”, questionou uma internauta. “A Maisa está ficando chatinha com esse excesso de ‘lacração’”, criticou outra. “Uma criança tão legal se tornou uma adolescente insuportável”, disse um rapaz. “Jovem feminista é um bicho que não se aguenta, não consegue falar uma coisa sem meter macho no meio”, escreveu ainda outro. Uma internauta chamada Lorena também se manifestou: “Mesmo sendo homem? Se não gosta de homens, deveria abrir mão de ter namorado, pai, parentes rs…”

Ninguém tem “culpa” de ser homem, assim como não se tem “culpa” por ter nascido mulher, negro, branco, alto ou baixo. Só que duvido que Maisa ou qualquer outra pessoa no Brasil de hoje teria coragem para escrever “mesmo sendo mulher, eu te amo”, ou: “mesmo sendo asiático, eu te amo”. Jamais! Mas, então, por que a misandria é permitida? Que culpa todos os homens têm pelo que alguns bandidos fazem? A mesma “culpa” que têm os judeus de hoje pela morte de Jesus ou os alemães contemporâneos pelo nazismo, ou seja, nenhuma!

Percebe que o pêndulo foi para o outro lado? No combate ao machismo, muita gente tem pregado um feminismo tóxico. Machismo e feminismo são os extremos de um mal semelhante. A mesma mão manipula os fantoches dos dois lados. A ideia é criar antipatia e até ódio de um sexo pelo outro, quando, biblicamente falando, homem e mulher foram criados para a complementaridade, para viver em união, ontologicamente possuidores de igual valor, criados (os dois) à imagem e semelhança de Deus.

Machismo e feminismo são ideologias antibíblicas e anticriacionistas. [MB]

Se quiser evitar blá-blá-blá, recomendo que avance o vídeo abaixo até 8’14”:

Adultério S.A.: a florescente indústria da infidelidade

madisonMilhões de homens e mulheres em todo o mundo mantêm relações sexuais fora do casamento ou da convivência. Até aqui nada de novo. O que mudou é que há cada vez mais traições, entre outras coisas porque os dispositivos móveis e aplicativos tiraram a infidelidade da clandestinidade, permitindo que um amante ficasse ao alcance de qualquer um. Ser infiel é muito mais fácil e rápido agora, e embora o homem ganhe de goleada, cresce o número de mulheres que saem para se divertir [sic]. Alguns aproveitam e outros oferecem com quem, como e onde. A infidelidade é hoje um grande negócio, uma enorme caixa registradora capaz de gerar tanto dinheiro quanto carícias e beijos furtivos. As empresas lançaram as redes para pescar em um mercado potencial que, na Espanha, é formado por 11.280.000 casais e uniões civis, de acordo com dados de 2018 do Instituto Nacional de Estatística. Seria necessário acrescentar aqueles que vivem sem papéis no meio.

Plataformas desenhadas para adúlteros com milhões de usuários em todo o mundo, aplicativos para apagar o rastro da infidelidade, detetives particulares para descobrir traições. Quanto dinheiro a infidelidade movimenta? Impossível calcular. “Além das páginas de contatos existem os hotéis, as viagens, os presentes, os restaurantes… É um negócio que gira bilhões no mundo e tem um peso importante no PIB”, comenta Christoph Kraemer, chefe do mercado europeu da Ashley Madison, rede social para infiéis.

Criada em 2002 no Canadá, é a plataforma mundial preferida para a traição, com 60 milhões de membros registrados em 53 países. Seu slogan é “Life is short. Have an affair” (“A vida é curta. Tenha um caso”). No ano passado, segundo uma auditoria da Ernst & Young, registrou 442.000 novos usuários por mês, mais de 5,3 milhões no ano, o que representa um crescimento de 10% em relação a 2017. Pertencente ao grupo Ruby Life, a plataforma diz ser lucrativa desde o primeiro ano, embora não forneça informações sobre faturamento. “Atualmente, não temos planos de entrar na Bolsa. Vamos ver o que o futuro pode trazer”, diz Kraemer. […]

Depois dessa chegaram muitas outras. A oferta não para de crescer. Como a Secondlove, cujo slogan é: “Flertar não é só para solteiros e solteiras.” Outra com capacidade de atrair seguidores é a Victoria Milan, com 625 mil membros espanhóis, que incentiva a “reviver a paixão e encontrar uma aventura”. Também existe o site do encontro infiel, o Affairland. Mas se existe uma plataforma que está revolucionando o mercado feminino é a Gleeden, que se vende como o primeiro site de encontros extraconjugais pensado por mulheres para mulheres. Na prática, isso significa que não é um site focado nos homens, como os outros, nem há mulheres seminuas como gancho. Não é um aplicativo hipersexualizado”, diz Silvia Rubies, chefe de comunicação da Gleeden na Espanha. Seu objetivo é captar as mulheres que querem arrumar um amante e vencer o tabu que ainda existe sobre a infidelidade feminina. Porque elas, que têm uma média de 37 anos, também são desleais. “Cerca de 30% dizem ter sido infiéis em algum momento da vida e 68% não se arrependem”, segundo uma pesquisa com mais de 5.000 mulheres realizada pelo Instituto Francês de Opinião Pública. […]

(El País)

Nota: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes” (2 Timóteo 3:1-5).

Protesta contra o desmatamento, mas come carne todos os dias?

chavesO assunto está em pauta, é triste, preocupante, mas também revela muita hipocrisia por aí. Primeiro, de países como a Noruega, que, acionista de mineradora, polui nascentes amazônicas e, depois, posa de ecológica devolvendo alguns trocados para ONGs. Veja só a notícia publicada em 2017 pela BBC Brasil: “O governo da Noruega, responsável por duras críticas a políticas ambientais do Brasil na última semana, é o principal acionista da mineradora Hydro, alvo de denúncias do Ministério Público Federal do Pará e de quase dois mil processos judiciais por contaminação de rios e comunidades de Barcarena (PA), município localizado em uma das regiões mais poluídas da floresta amazônica”. Sim, os ribeirinhos e os índios tão ideologicamente instrumentalizados, que, com seus cocares multicoloridos e arcos e flechas rendem boas fotos na extrema-mídia, na verdade, são mortos diariamente e aos poucos pela contaminação, enquanto seus “defensores” enchem os bolsos.

Em segundo lugar, esse cenário de devastação revela a hipocrisia no âmbito pessoal. Vou citar apenas dois dados, fornecidos pelo site Mongabay – Jornalismo Ambiental Independente, que mostram o tipo e o tamanho do problema:

1. Aproximadamente 1/5 da floresta amazônica foi derrubado, e quase 80% desse desmatamento são atribuídos à indústria pecuária, segundo o novo documentário “Sob a Pata do Boi”. Sim, você leu direito: 80%!

2. Um dos maiores causadores do desmatamento é a “lavagem do gado”, tática ilícita de criar gado em terras recém-desmatadas, com registros falsificados ou com transferência de gado de um pasto ilegal para um legal antes de serem enviados para os abatedouros. Ou então os fazendeiros podem falsificar os registros, usar parte de suas terras e criar o gado em nome de outros membros da família.

Essas estratégias ilegais vêm sendo praticadas há anos.

“O gado é o pior problema ambiental na Amazônia e no mundo todo”, afirma Paulo Adario, do Greenpeace, em documentário que ganhou o prêmio “One Hour” do festival Film Research and Sustainable Development (FreDD), em abril do ano passado.

O rebanho bovino na Amazônia Legal saltou de 37 milhões de cabeças em 1995 (o que era equivalente a 23% do total nacional) para 85 milhões em 2016 – cerca de 40%. “A pecuária para a criação de gado é a atividade que mais contribui para o desmatamento na Amazônia, ocupando 65% da área desmatada”, afirma o estudo recente do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). No Acre, por exemplo, a população bovina chegou a aumentar 151,7% entre 1996 e 2017.

O presidente da França, Emmanuel Macron, está preocupado com a Amazônia e quer que os poderosos países membros do G7 façam alguma coisa (olha o neocolonialismo aí, gente!). Ele se referiu às queimadas como “crise internacional”. No entanto, as exportações de carne brasileira para a Europa só aumentam. Veja o que informa o site Notícias Agrícolas: “O Brasil teve um ótimo desempenho na comercialização total de carne bovina no ano passado. O país embarcou 1,6 milhão de toneladas, crescimento de 11% sobre 2017, quando negociou 1,4 milhão. Foi o maior volume já comercializado pelo país na história e também recorde entre todos os produtores tradicionais do segmento no planeta. Em receita, o valor alcançado foi de US$ 6,57 bilhões, 7,9% acima do ano anterior.”

E aí, seu Macron, que tal pedir para seus amigos do G7 comerem menos carne? Ou então criarem seus próprios rebanhos e deixar de minerar por aqui, como se fôssemos seu curral/quintal descartável. (A propósito, grandes senhores preocupados com o aquecimento global: um dos maiores responsáveis por esse fenômeno que tanto os preocupa são justamente os puns dos bois e das vacas, ricos em metano.)

O governo brasileiro tem, sim, que fazer a parte dele, aumentar as restrições e a fiscalização, mas e você? Está disposto a abandonar seu churrasco de fim de semana, seus hambúrgueres suculentos e a carne de cada dia? Ou pelo menos reduzir grandemente o consumo desse item? Os pecuaristas devastam a Amazônia porque o negócio deles dá muito lucro, e dá muito lucro porque milhões de pessoas (bilhões, se pensarmos em nível global) não abrem mão de seus padrões dietéticos – muitas dessas pessoas vão para as ruas com cartazes e vociferam nas redes sociais. Depois, quando bate aquela fome, correm para o McDonald’s.

Os cristãos criacionistas bíblicos entendem que Deus os constituiu mordomos (administradores) da criação. Essa deve ser a nossa motivação para ajudar na preservação do meio ambiente, seja na Amazônia ou mesmo na rua em que moramos. Se cada um fizer a sua parte (por exemplo, tomando banhos menos demorados, separando o lixo para reciclagem, jamais jogando papel, latas ou qualquer outra coisa no chão e nas estradas, etc.), teremos um mundo menos pior até a volta de Jesus. Depois, a obra será dEle, quando recriará este planeta à semelhança do Éden perdido.

Michelson Borges