Ex-transgêneros falam sobre arrependimento em documentário

tranzformedO documentarista David Kyle Foster [lançou] no dia 15 de junho um novo filme que relata histórias de ex-transgêneros. “TranZformed: Finding Peace With Your God-Given Gender” (“Transformados: encontrando a paz com o gênero que Deus lhe deu”, em tradução livre) é escrito por Foster, que afirma ser ex-homossexual, e dirigido por Karl Sutton. O documentário, além de abordar a história da transgeneridade desde a antiguidade, apresenta quinze pessoas ex-transgêneros. Segundo Foster, o traço comum entre elas é o de que “quase todas, senão todas, foram vítimas de abuso sexual na infância”. “A mensagem do filme é a de que as pessoas são muito fragilizadas e precisam de muita ajuda”, disse o produtor ao site norte-americano ChurchMilitant. Ele acredita no impacto que a produção possa ter na vida de pessoas transgêneros que estão à procura de forças para deixar para trás esse estilo de vida.

No filme, Foster aborda ainda a alta taxa de suicídio entre pessoas com “disforia de gênero”, que chega a 40%. Ele explica que a tendência ao suicídio cai logo após a cirurgia, mas aumenta a partir do momento em que a pessoa começa a se arrepender. “A cirurgia não conserta nada”, diz ele. “Só torna tudo mais complicado e custa um dinheirão. Então a pessoa entra em depressão depois de uma euforia inicial por ter atingido seu objetivo.”

Foster já produziu “Such Were Some of You” (2014), que relatou a história de 29 pessoas que se declaram ex-homossexuais, e “How Do You Like Me Now?” (2016), dirigido a parentes e amigos de pessoas homossexuais.

Confira abaixo o trailer de “TranZformed”, que estará disponível para compra em DVD no seu site oficial:

(Sempre Família)

Pais, cuidado! Canal de TV exibe animação pornográfica

festa salsichaA decadência humana parece não ter fim e o fundo do poço moral da humanidade continua sendo cavado. Prova disso é a exibição em um canal pago – com classificação de apenas 16 anos mas ao alcance de qualquer pessoa de qualquer idade – de uma animação pornográfica intitulada “Festa da Salsicha”. O desenho animado aparentemente infantil tem cenas de sexo grupal, orgias, linguagem obscena e homossexualismo. E pode atrair as crianças justamente por parecer inofensivo. O portal G1 descreve assim essa animação pra lá de “animada”:

“Depois da vida secreta dos brinquedos (‘Toy Story’) e de ‘A vida secreta dos bichos’, ‘Festa da Salsicha’ mostra a vida secreta dos produtos de supermercado. Sério, é um filme sobre isso. Eles creem que humanos são deuses e os levarão da prateleira ao paraíso. A salsicha Frank é separada de seus amigos de pacote, enquanto todos começam a descobrir que o céu não existe e todos serão devorados. A ideia absurda é a cara do chapado Seth Rogen (Frank), roteirista e ator de ‘Superbad’ (2007) [e outras produções]. […] Não é uma superprodução, mas com orçamento estimado em US$ 19 milhões foi um sucesso inesperado no verão dos EUA. Já rendeu por lá US$ 96 milhões. […] Quando você acha que vai ficar só em brincadeiras de ‘e se minha comida falasse’, pegação de salsicha com pão e treta de alimento árabe com judeu, começa a realmente se comover com o destino dos personagens. Ponto para as assustadoras cenas de mutilação em que uma banana descascada vira um pobre rosto sem pele e fofas ‘cenouras baby’ são mastigadas vivas. Assim, a animação questiona religião (o pão árabe acredita que será recebido no paraíso por 77 garrafas de azeite extravirgem, por exemplo) e vai parar em niilismo (a perda da fé leva ao pavor, mas também a incríveis orgias) e metafísica. É quando o filme começa a questionar sua própria existência. Mas aí você precisa ver tudo desde o começo para acompanhar a viagem – e pensar que tudo começou com uma piada de enfiar a salsicha no pão.”

E aí está a obra maravilhosa elogiada pela crítica. Sobre uma criança, o menor dos males seria o de fazer com que ela passasse a ter pena dos vegetais que come. O público conservador em geral vai concentrar a atenção na pornografia suja e descarada. Mas muito pior do que tudo isso é o deboche da religião e a apresentação da promiscuidade como alternativa aos que não têm mesmo futuro. Os deuses humanos, em lugar de salvar os vegetais, vão fatiá-los, triturá-los, esmagá-los e devorá-los. Não há esperança além do supermercado (ou seja, da vida). E já que vão todos morrer mesmo, por que não “aproveitar” e dar vazão a todos os instintos vegetais animais?

Então a única alternativa para os que concluem que Deus não existe é a perversão sexual e o niilismo inconsequente? Bem, essa é a ideia dos produtores e do roteirista “chapado” Seth Rogen. Uma ideia que, infelizmente, multidões estão pagando para ver – e imitar.

Michelson Borges

hbo

Jornalista homossexual é contra “casamento” gay

jean-pierreJean Pierre Delaume-Myard é um jornalista francês. Ele é o realizador e um dos porta-vozes da Manif pour Tous [Manifestação para Todos], um grande movimento pró-família que levou centenas de milhares de pessoas às ruas da França para defender o matrimônio natural diante dos ataques do governo de François Hollande. E atenção: trata-se de ataques não porque o governo apenas defendesse o chamado “casamento” gay, mas porque o governo reprimia a liberdade de expressão daqueles que contestavam que a união civil homossexual equivalesse ao matrimônio natural entre um homem e uma mulher abertos à geração de novas vidas humanas. Jean Pierre Delaume-Myard se opõe ao chamado “matrimônio para todos” e à adoção de crianças por casais gays porque não concorda que a união civil homossexual seja equivalente ao conceito de matrimônio natural.

E não, Jean Pierre Delaume-Myard não é “homofóbico”. Ele foi às ruas e convocou as pessoas às ruas para declarar precisamente que os homossexuais são cidadãos responsáveis. Para declarar que a orientação sexual não pode ser transformada em uma lei imposta a todos. Para rejeitar uma lei que, mais cedo ou mais tarde, vai pôr em xeque o conceito natural de família.

Jean Pierre escreveu o livro Homosexuel contre le mariage pour tous [Homossexual contra o matrimônio para todos], no qual relata o poder do lobby gay e denuncia como esse lobby se apropria da voz dos homossexuais apesar de não representar a maioria deles.

Estas são algumas das ideias expostas no livro:

Ele se opõe ao chamado “matrimônio homossexual” na França porque a proposta prevê a adoção. “Toda criança tem, antes de tudo, a necessidade de um pai e de uma mãe para se realizar. Há uma grande diferença entre ter dois ‘papais’ ou duas ‘mamães’ e ter pai e mãe heterossexuais. A verdadeira igualdade tem sua única fonte no casal pai e mãe, o único incontestável. Pretender apagar esse fato da natureza é negar a própria realidade. Todos devem a vida à igualdade homem-mulher.”

“A enorme instabilidade entre os casais do mesmo sexo, confirmada por numerosos estudos realizados nos países em que esse tipo de casamento foi legalizado, aponta que as consequências para a criança são especialmente o fracasso escolar, os problemas para a futura integração profissional e a estabilidade afetiva.”

“O recurso à ‘barriga de aluguel’ é inaceitável moralmente porque a mulher não é uma mercadoria contratável e a criança não pode ser utilizada como remédio afetivo para casais do mesmo sexo.”

“A ‘barriga de aluguel’ é uma violência radical, já que consiste em privar uma criança do seu direito inalienável às suas origens, do direito de conhecer o próprio pai e a própria mãe. Todos nascemos de um pai e de uma mãe. Que direito existe de privar disso uma criança?”

Costuma ser aduzido neste ponto o fato, igualmente real, de que muitos pais e mães heterossexuais abandonam os próprios filhos. No entanto, a solução para esse problema gravíssimo estará mesmo no recurso a outro problema gravíssimo? Por que não se resolve cada problema com a solução que de fato elimina sua raiz? É uma problemática semelhante à do aborto: o “problema” consiste no despreparo para a gravidez e, por obviedade, a solução está em investir na conscientização, educação e preparação dos jovens para a gravidez – e não em ignorar este verdadeiro problema oferecendo escapes como o aborto, que contribuem para perpetuar a irresponsabilidade sexual dos jovens e dos adultos num ciclo vicioso sem fim. No caso das crianças abandonadas pelos pais, quanto mais se tenta transformar soluções paliativas em “soluções habituais”, mais se desvia do foco: eliminar o problema do abandono, incentivando a paternidade e a maternidade responsáveis.

“Como católico praticante, nunca tive que vestir uma armadura para ir à igreja aos domingos. Toda vez que confessei minha sexualidade a um sacerdote, ele não apenas me ouviu, mas me acolheu com bondade, permitindo-me até fazer a leitura, na missa, dos textos sagrados.”

“O lobby gay não representa a totalidade dos homossexuais. Na Europa, ele tem influência em toda parte. A mídia prefere dar visibilidade a um homossexual do lobby LGBT em vez de ouvir um homossexual que não faz parte de um lobby. Se um homossexual não está de acordo com o lobby gay, ele é forçosamente manipulado, marginalizado e relegado. O lobby gay exerce uma ditadura insuportável e nos encerra numa categoria de ‘pessoas especiais’ no seio da humanidade. E isso, na prática, gera desigualdade”.

“Cada vez que me pronuncio publicamente, recebo mensagens abertamente hostis na minha página do Facebook: ‘Vamos tocar fogo em você’, ‘Traidor imundo’, etc.”

“A Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais é financiada com fundos da União Europeia e de governos como o norte-americano e o holandês. É um truste financeiro: recebeu, em 2012, 1,4 bilhão de euros.”

“O lobby gay está decidido a destruir, sem importarem os meios, as instituições do matrimônio e da família natural, com a ajuda de alguns lobbies feministas, como o grupo Femen, que não é o único.”

“A questão da ideologia de gênero está intimamente ligada à Procriação Medicamente Assistida e ao seu corolário, a gestação sub-rogada. Para nos fazer acreditar que um homem com um homem ou uma mulher com uma mulher podem ter um filho, eles nos impõem a ideologia de gênero.”

“O conceito de gênero é o instrumento de uma revolução antropológica e cultural em nossas sociedades pós-modernas em busca de identidade e igualdade.”

“Recentemente, lançamos na Europa uma campanha em favor do matrimônio homem-mulher e da filiação pai-mãe-filhos. Com espírito de esclarecimento, mas também de unidade, a iniciativa cidadã Mum, Dad & Kids [Mamãe, Papai e Filhos] propõe que a União Europeia adote uma definição do matrimônio e da família na legislação comunitária. A iniciativa foi apresentada oficialmente em Paris no dia 18 de abril.”

(Aleteia)

Nota: Interessante o posicionamento de Jean-Pierre ao defender o conceito bíblico e natural de casamento (heteromonogâmico). É também interessante o tratamento que ele recebeu em sua igreja: de aceitação e compreensão. Ter tendências homossexuais não é pecado, assim como qualquer outra tendência pecaminosa não o é. Entregar-se às práticas ditadas por essas tendências, sim, é pecado. A militância gay incentivada pelos interesses denunciados por Jean vai totalmente de encontro à cosmovisão criacionista bíblica e por isso deve ser denunciada. É como na máxima: devemos amar o pecador e odiar o pecado. [MB]

Ideologia de gênero e o politicamente correto já estão enchendo a paciência

metroNa província de Colúmbia Britânica, no Canadá, no cartão de nascimento do bebê Searyl Atli, não foi especificado se ele é menina ou menino. Colocaram apenas “U”, de “undetermined”, ou seja, “indeterminado”. É o primeiro caso no mundo em que se justifica isso com a desculpa explicação de que a criança poderá escolher seu gênero quando estiver mais velha. A classificação biológica, que sempre dependeu dos genitais com que a pessoa nasce (salvo exceções devidas a problemas genéticos e afins), está sendo aos poucos abandonada e substituída por uma simples questão de escolha. Os pais não mais devem orientar a identidade sexual dos filhos, deixando-os, na verdade, nos braços de uma sociedade e de uma mídia confusas e orientadas pelo marxismo cultural e suas bizarrices.

Outra: segundo o site Observador, a famosa saudação “ladies and gentlemen” – “senhoras e senhores” – proferida sempre por uma voz calma e feminina no meio do caos do metropolitano de Londres, vai deixar de ser ouvida. Os Transportes para Londres (TfL) anunciaram a decisão de substituir essa saudação por uma que não identifique qualquer gênero. “Hello, everyone” – será assim que os usuários passarão a ser recebidos. O presidente da Câmara de Londres Sadiq Khan disse apoiar “uma forma mais neutra” de comunicar por parte do metro. Já Mark Evers, diretor de estratégia comercial e serviço ao cliente dos TfL, disse à BBC que queria que todas as pessoas se sentissem bem-vindas no metropolitano. “Analisámos a linguagem que utilizamos nas nossas comunicações e queremos ter a certeza de que é completamente inclusiva e que reflete a grande diversidade de Londres.”

Os ativistas pelos direitos LGBTQ também apoiam essa decisão. Para uma dessas associações, a Stonewall, “a linguagem é muito importante para a comunidade lésbica, gay, bissexual e transgênero, e a forma como a utilizamos pode ajudar a garantir que todas as pessoas se sintam incluídas”.

Talvez alguns possam se perguntar aonde isso tudo vai dar. Nem é preciso pensar muito. Notícia publicada no LifeSite (veja aqui também) informa que a revista para adolescentes Teen Vogue publicou um guia sobre sexo anal para adolescentes, explicando como praticar essa modalidade também conhecida como sodomia. Mesmo com a epidemia preocupante de DSTs como a gonorreia e o HPV, certos editores, sexólogos e outros irresponsáveis vivem incentivando o sexo precoce e inadequado.

teen_vogue

O fato é que o mundo parece estar chegando a uma encruzilhada. A legalização e banalização do aborto, a ideologia de gênero, o abuso do politicamente correto, a destruição da família tradicional (já falei aqui sobre o casamento de três homens) e mesmo a islamização do ocidente são forças que estão retesando o arco que lançará a flecha destruidora da onda moralizante que varrerá o planeta, com sua bandeira de defesa da família que, para os mais atentos às profecias, traz consigo perigos e ameaças para pessoas que nada têm que ver com isso nem com aquilo.

Quem viver verá… [MB]

arco e flexa

(Fontes: UOL, Observador, DN e LifeSite)

Feministas evangélicas negam que a Bíblia seja a Palavra de Deus

feminism“A Bíblia não deve ser entendida como a voz de Deus, mas, sim, como a memória de um povo.” Com essa sentença, a feminista evangélica [sic] Valéria Vilhena defende a reinterpretação dos textos bíblicos sob a ótica pós-moderna. A postura não é isolada e mostra o quanto o movimento feminista atual pretende negar a Palavra de Deus em prol de uma ideologia extremista. O crescimento do movimento feminista nas igrejas evangélicas ainda é incipiente, mas, definitivamente, faz barulho. Portais de internet, jornais e revistas – sempre em defesa do aborto, por exemplo – citam aspas de mulheres evangélicas que se apresentam como representantes do movimento no meio cristão. O portal Metrópoles, recentemente, produziu uma matéria sobre a presença do feminismo nas igrejas e destacou a fala de uma sobrinha de pastor e defensora do assassinato de bebês ainda em gestação. “No ambiente acadêmico eu sou aceita até o momento que digo que não sou ateia. Isso só é esquecido no decorrer da minha militância. Na igreja há o estranhamento, mas também a curiosidade”, comentou Camila Galetti, socióloga.

A frase ousada que abre essa matéria foi proferida por uma evangélica de origem pentecostal que se apresentou como teóloga. Incoerente, Valéria Vilhena nega que a Bíblia seja uma manifestação divina, mas usa as palavras de Jesus para defender sua ideologia: “O feminismo é forma de luta política e a Bíblia tem muitos textos que pautam por essas lutas.”

A pastora luterana e teóloga Romi Bencke, militante “progressista”, vê como machismo a visão de parte do meio cristão em não ordenar mulheres ao ministério, mas desconsidera que não há registro de ordenação de mulheres a posições de liderança na Bíblia Sagrada. “Existe muita resistência em aceitar mulheres ordenadas, mesmo nas congregações que já permitem isso”, comentou. “Da mesma forma que somos excluídas da sociedade, também estamos fora das principais rodas da igreja”, acrescentou a pastora.

Para Bencke, isso se deve à interpretação equivocada da Bíblia: “Assim como hoje, nos tempos bíblicos também se justificava a submissão das mulheres com o argumento de que era ordem de Deus. Não é. Todas as interpretações que colocam as mulheres nesse papel são tendenciosas e manipuladas”, argumenta.

Romi Bencke diz que é possível conciliar o feminismo atual com os princípios cristãos: “São muitos os textos do Evangelho em que Jesus se dirige às mulheres de igual para igual. Muitas exerciam protagonismo no movimento de Jesus, como Maria Madalena. O feminismo problematiza as relações desiguais de poder e nos evangelhos existem muitos textos que criticam essas relações também”, disse.

Por fim, o episódio que marca o ápice da trajetória de Jesus na Terra é apontado também como argumento feminista pela pastora: “Basta ver a história da crucificação. As únicas que correm o risco de ficar junto à cruz são as mulheres. Também são elas as primeiras testemunhas da ressurreição”, concluiu.

(Gospel Mais)

Nota: O feminismo marxista faz exatamente o mesmo que fazem os espíritas e os evolucionistas (teístas ou não): nega a inspiração e a autoridade das Escrituras, e precisa fazer isso para acomodar suas ideias a um contexto supostamente cristão. É claro que a Bíblia revela o contexto social machista do tempo em que ela foi escrita (o que não significa que seus autores aprovem isso), e que revela também a postura respeitosa de Jesus em relação às mulheres, valorizando-as como seres humanos igualmente dignos em relação ao sexo masculino. Mas a Bíblia não deixa de reconhecer as diferenças ontológicas e funcionais que existem entre homens e mulheres, assim como não deixa de reconhecer e afirmar (1) que casamento é a união entre um homem e uma mulher em uma relação de fidelidade, (2) que a vida é criada complexa e pronta, por Deus, há cerca de seis mil anos (neste planeta), e (3) que o ser humano, por causa do pecado, perdeu a condição de imortalidade e depende de Deus para receber de volta a vida eterna. Marxismo, espiritismo e evolucionismo (e seus filhos) têm algo em comum: pregam a independência de Deus e distorcem ou desprezam a Palavra dEle. [MB]

Leia mais sobre marxismo e feminismo aqui, aqui e aqui.

E assista a estes vídeos.

Colômbia oficializa “casamento” entre três pessoas do mesmo sexo

tresO jornalista Manuel Bermúdez, de 50 anos; o personal trainer Alejandro Rodriguez, de 36; e o ator Víctor Hugo Prada, de 22, compartilham a casa, os gastos e o amor desde 2012. No início desse mês, os três passaram a formar, oficialmente, a primeira família poliamorosa da Colômbia. “Pretendemos validar a nossa casa, a nossa família, a nossa Constituição e os nossos direitos, porque não tínhamos nada legalmente sólido que nos constituía enquanto família”, declarou Prada, segundo o jornal local El Heraldo. O matrimônio [sic] foi oficializado no dia 3 de junho, num cartório em Medelín. O casamento gay [sic] é legal na Colômbia desde o ano passado, mas esta é a primeira união oficial entre três pessoas do mesmo sexo no país, e a segunda no mundo. “Muitas pessoas vivem em trisais, mas no armário”, disse o advogado e ativista LGBT Germán Rincón, em entrevista à AFP.

Segundo Rincón, o casamento entre os três tem implicações “cem por cento legais” para os três, como no caso de separação ou falecimento de um deles, com a divisão de bens ou recebimento de pensão. O trisal também passa a ter o direito de adotar crianças. “Este é um reconhecimento de que existem outros tipos de família”, pontuou o advogado.

A história da primeira família formada por três homens da Colômbia começou em 1999. Alejandro, na época um jovem universitário de 19 anos, sabia que sentia atração por outros homens, mas nunca havia tido uma relação homossexual. Numa festa em dezembro daquele ano, conheceu Manuel, mais experiente, e foi direto: “Eu gosto de homens, mas nunca tive nada com ninguém e esta noite quero ter sexo contigo, nada mais”, lembrou o personal trainer, em entrevista à revista Semana.

Quatro dias depois, os dois se encontraram novamente e deram início a um relacionamento. No ano seguinte, os dois conseguiram o reconhecimento oficial do primeiro casal homoafetivo da Colômbia. Os dois seguiram vivendo juntos até que, em 2004, Alejandro contou a Manuel que estava saindo com um outro homem, Alex Esnéider, que conhecera no coral da universidade. Em vez de terminarem o relacionamento, Manuel quis conhecer Alex. Eles almoçaram juntos, conversaram e acabaram se apaixonando.

Alex passou a viver junto com Manuel e Alejandro, e em 2012 surgiu o quarto elemento: Víctor. “Em 2012 já éramos quatro”, contou Manuel. “Ou seja, eu tinha três maridos.

Há dois anos, Alex morreu por causa de um câncer no estômago, mas deixou uma mensagem gravada que será apresentada numa cerimônia pública que o trisal pretende realizar nos próximos meses. Questionado se acredita que alguém pode amar mais de uma pessoa, Manuel foi direto: “O estranho é dizer que alguém só pode amar uma pessoa.”

(O Globo)

Nota: Um claro exemplo de que, quando se abrem as “porteiras”, onde passa um boi passa uma boiada. Um pecado sempre leva a outro. Note que a história acima começa com sexo gay e antes do “casamento”. Depois segue-se a união “conjugal” entre dois homens. Depois adultério (se se pode dizer assim) e, em seguida, a oficialização da união dos três, antes passando pelo quarto elemento. Tudo socialmente aceito. A destruição dos princípios judaico-cristãos e a dissolução do conceito de casamento heteromonogâmico está levando a esse tipo de coisa que está nos colocando em débito com Sodoma e Gomorra. Em breve creio que veremos a legalização do incesto e do bestialismo. E quem poderá dizer que essas coisas são erradas? [MB]

Antifeminista é ameaçada por defensoras da liberdade da mulher

thaisO famoso filósofo e teólogo William Lane Craig conta que conheceu um indivíduo que se tornou cristão vindo do movimento chamado “livre pensamento”. Ele estudou o assunto da ressurreição de Jesus e concluiu, a partir das evidências, que o Mestre havia ressuscitado dentre os mortos. Surpreendentemente, seus colegas do “livre pensamento” o insultaram duramente. Ele disse: “Por que eles são tão hostis? Eu simplesmente segui os princípios do livre pensamento e foi a isso que a razão e as evidências me conduziram!” (Lee Strobel, Em Defesa da Fé, p. 87). Esse incidente revela o preconceito localizado contra o cristianismo. É curioso notar como a sociedade hoje parece mais aberta para crenças budistas e hindus, haja vista a quantidade de filmes e novelas que têm essas ideologias como pano de fundo. No entanto, na mente de alguns, é impossível ser um crente cristão e intelectual ao mesmo tempo. Nada mais falso. Grandes cientistas atuais e do passado professam e professaram a fé cristã e fizeram boa ciência. Na verdade, os chamados “precursores da ciência” eram, em sua maioria, devotos cristãos.

Esse preconceito localizado tem sido observado também em relação a outros assuntos. Um exemplo recente disso é o que vem acontecendo com Thais Azevedo [foto acima], uma das editoras da página “Moça, não sou obrigada a ser feminista”, no Facebook. Thais está sendo processada por uma feminista que pede pelo fim da página que, segundo essa feminista, tem “teor opressor”.

Após anunciar que apresentará uma palestra em dois campi universitários, a professora Thais sofreu intimidações nas redes sociais por feministas que estão tentando impedi-la de palestrar na PUC de Goiás e na Universidade Federal de Goiás. Thais escreveu: “Estou aqui preparando minha palestra e recebendo vários prints de gente querendo que eu não fale em suas universidades em Goiânia. Inclusive, depois de promoverem uma caravana para impedir minha fala (tenho prints e áudios que mostram que eles usariam de violência), um grupo de feministas ‘democráticas e a favor da mulher’ está mudando de tática: irão boicotar o evento e promoverão um evento no mesmo horário e no mesmo lugar!”

Não é absurdo que uma “caravana” feminista em “defesa da liberdade da mulher” esteja organizando um evento para que uma mulher seja impedida de falar? Pelo visto, a igualdade e a liberdade tão pregadas pelas militantes feministas tem limites. [MB]