Para onde foi o menino Rhuan e para onde vão suas assassinas

rhuanA ilustração abaixo circulou nas redes sociais e emocionou muitas pessoas. Trata-se do garotinho Rhuan, de nove anos de idade, que teve o pênis cortado há um ano e foi degolado e esquartejado há poucas semanas pela mãe e a companheira dela (crime semelhante ao das lésbicas mexicanas que mataram um menino porque ele se recusou a usar um vestido rosa; confira aqui e aqui). A imagem suscita sentimentos contraditórios – de compaixão pelo menino e de raiva e indignação pela atrocidade cometida pelas duas. E levanta, também, um questionamento: Para onde foi Rhuan e para onde vão as duas assassinas? Segundo Jesus, o reino dos Céus é dos pequeninos (Mt 19:14), portanto, podemos imaginar que Rhuan se levantará de seu “sono da morte” por ocasião da volta de Jesus e terá uma eternidade pela frente, com pessoas, anjos e um Deus triúno que manifestarão por ele amor incomparável (saiba mais aqui). Lágrimas não mais serão derramadas (Ap 21). Nunca mais haverá sentimento de abandono e desprezo. Dor e morte ficarão no passado. O amor e o carinho que o pequeno Rhuan receberá para sempre serão infinitamente melhores que aquilo que ele experimentou em sua curta e trágica vida.

E quanto às duas? Bem, a menos que elas se arrependam de todo o coração e busquem o perdão de Deus, queimarão no lago de fogo com todos os ímpios empedernidos (Ap 20). No Apocalipse, João chama esse lago de “segunda morte” (Ap 20:14), a morte da qual não há retorno, pois suas consequências são eternas, daí também ser chamada de “fogo eterno”. Como diz o profeta Isaías, essa será a obra estranha de Deus (Is 28:21), ou seja, em respeito à decisão dos perdidos, Ele permitirá que eles não mais existam e recebam a punição por seus atos hediondos.

Que Jesus venha logo para que meninos e meninas não mais sejam alvo de violência e abusos, e para que monstros em forma humana recebam o pagamento por seus pecados! [MB]

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isis_rhuanNota 1: A atriz Ísis Valverde postou na sexta-feira um comentário sobre a morte do Rhuan e uma ilustração antifeminista e antiaborto. A repercussão e a pressão foram tantas que ela apagou e pediu desculpas. Não deveria ter cedido, pois fica óbvio que as lésbicas que mataram o Rhuan, tanto quanto as lésbicas do México, foram movidas pela androfobia alimentada em grande medida por movimentos feministas progressistas. A pouca repercussão de ambos os casos na mídia mainstream se deve ao fato de eles contrariarem certos discursos que estão sendo empurrados goela abaixo da sociedade. Veja: as assassinas são homossexuais e os assassinados são meninos, brancos e foram obrigados a deixar de ser o que não podiam deixar de ser: homens. Por que a mídia se recusa a discutir o que está envolvido nesses crimes?

Nota 2: O cantor Buchecha escreveu em seu Twitter: “Uma mãe lésbica e sua parceira esquartejaram um menino, porque queriam que ele fosse menina, cortaram o pênis da criança e assassinaram-na, não vi nenhum ativista das causas LGBTs e nem artistas se pronunciarem com veemência de costume, partidos políticos de causas próprias, tô fora.” Matéria publicada no site Acontece afirma que “toda vez que indivíduos que fazem parte de supostas minorias são vítimas de algum ato, os grandes meios de comunicação tendem a amplificar suas histórias, contudo, quando a ordem se inverte, e o agressor faz parte de uma das tais minorias, a grande mídia tende a diminuir o alcance dos ocorridos ou até abafar. O caso do menino Rhuan é apenas um exemplo.”

Nota 3: Quero ver logo mais a cara-de-pau de atores famosos pedindo dinheiro para certas campanhas de ajuda às crianças, depois de terem ignorado sistematicamente a tragédia do garotinho Rhuan, ou então depois de terem amarelado diante da pressão de grupos que não querem que esse crime ganhe mais visibilidade e venham à luz questões graves e delicadas ligadas a ele e jogadas para debaixo do tapete politicamente correto.

Santo Antônio, a afronta da emissora e o caso Rhuan

santo-antonioNo dia 13 de junho, os católicos celebram o dia de Santo Antônio, o famoso “santo casamenteiro”. A emissora de TV Bandeirantes veiculou um pequeno vídeo em que faz menção a isso e pede a bênção do santo a todos os casais. Em seguida, aparecem um casal hetero e dois “casais” homossexuais. Ao mesmo tempo em que o STF transforma homofobia em crime comparável ao racismo, não há qualquer tipo de regulação que puna uma emissora por desrespeitar a fé alheia. Por que relacionar “casamento” gay com o símbolo de uma religião que desaprova a união entre pessoas do mesmo sexo? Não se trata isso de um tipo de afronta? Exige-se (e com razão) respeito aos homossexuais, mas não são tratadas com o mesmo respeito pessoas, religiões e instituições que não concordam com as práticas homossexuais. Dois pesos, duas medidas.

Aproveito para trazer à tona a triste notícia envolvendo Rhuan, o garoto de nove anos de idade que teve o pênis cortado um ano antes de ter sido assassinado e esquartejado por um “casal” de lésbicas. Esse fato horrendo mostra como a cobertura midiática é, sim, seletiva. Como diz o Felipe Moura Brasil, no vídeo abaixo, fica a impressão de que gays só morrem, não matam. Assista e tire suas conclusões.

Impediu um aborto, salvou duas vidas e foi condenado

medicoMoça de 19 anos foi estuprada na Argentina. Com cinco meses e meio de gestação, ela procurou o hospital para receber o direito de aborto. Não apresentou comprovação nem registro policial sobre o crime de estupro, afinal, nem na Argentina nem no Brasil é necessária qualquer documentação para realizar o chamado “aborto terapêutico” (casos de estupro). Ela recebeu o kit para fazer aborto (isso mesmo, na Argentina e no Uruguai, “aborto legalizado” significa que o hospital entrega quatro comprimidos de cytotec para que o procedimento seja feito em casa. Se houver complicações, dane-se você e seu empoderamento! Pois é, a moça teve complicações e uma tremenda hemorragia tentando abortar a criança de quase seis meses e correu para o hospital. O obstetra plantonista deu-lhe um medicamento para parar a hemorragia, ou seja, combater também o efeito do remédio abortivo, salvando a vida dela e a do bebê. Ela teve que ficar internada por quase dois meses por ter tido várias sequelas da tentativa de aborto tardio.

O bebê nasceu e foi imediatamente entregue para adoção. A moça teve alta e deixou o hospital agradecida e saudável. Meses depois, o movimento feminista encontrou essa moça e a convenceu de processar o médico que a atendeu. Uma senadora feminista pagou um dos melhores advogados do país e processou o médico por “descumprimento de função”, pois, de acordo com ela, como médico, ele deveria ter dado continuidade ao aborto que a moça havia feito, já que está previsto na Constituição por se tratar de um dito estupro.

A moça alega que foi mantida em cárcere privado no hospital, mesmo com toda a equipe médica testemunhando que isso jamais aconteceu. Ela disse também que foi forçada a ter um filho que queria abortar, e desenvolveu bulimia e transtornos psiquiátricos por conta disso, mas não apresentou laudos médicos comprovando. A moça continua se recusando a prestar queixa contra o suposto estupro que sofreu.

O médico, Dr. Leandro Rodriguez Lastra, foi julgado e sentenciado a dois anos de prisão por ter combatido a hemorragia da paciente, salvando a ambos, ela e o bebê. Leandro teve seu registro e direito de exercer a profissão cassados pela Justiça argentina.

O bebê já tem dois anos e alguns meses, e mora com uma família adotiva que o ama muito.

Leia mais aqui e aqui.

meninoNota 1: São os paradoxos do mundo moderno e das ideologias tortas que permeiam a sociedade. Quando poderíamos sequer imaginar que um dia um médico seria tido por culpado por salvar duas vidas? Assim como não poderíamos imaginar que um dia a morte de um cachorro em um supermercado chamaria mais a atenção da mídia e das pessoas nas redes sociais do que o emasculamento e o esquartejamento de um menino de apenas nove anos (foto ao lado) por um “casal” de lésbicas.

ufscNota 2: Na mesma semana em que as duas mulheres cometeram essa atrocidade inominável, apareceu esta pichação na parede de um prédio na Universidade Federal de Santa Catarina (foto ao lado; com o perdão do baixo calão). E em uma matéria publicada no UOL, especialistas dizem que a rejeição à figura masculina não tem ligação com orientação sexual. Não duvide se em breve aparecerem grupos de sequestro e castração de homens. Se já fazem isso psicologicamente…

E assim caminha a humanidade, sempre cavando um pouco mais o fundo do poço. [MB]

 

Até a mãe de Neymar sabe o que os cristãos pós-modernos querem ignorar

lendoPelo visto, as pessoas hoje ou estão com muita incapacidade para interpretar textos, contextos e intertextos, ou se trata mesmo de moralidade distorcida com grandes pitadas de relativismo. Ontem postei aqui no blog um texto de Jonas Justiniano no qual ele analisa brevemente a atitude no mínimo contraditória da moça que marcou um encontro com o jogador Neymar em um quarto de hotel em Paris, dando origem a um escândalo sexual de proporções planetárias. No meio de uma conversa pra lá de picante, indecente e pornográfica (com direito a nudes), ela envia para ele uma música gospel, e a certa altura ambos mencionam o nome de Deus. Jonas cita Rushdoony e afirma que “a civilização ocidental está passando pelo processo bizarro de não perceber a diferença entre professar Jesus Cristo e viver uma vida profana”. Sim, é por causa dessa civilização ocidental professamente cristã que adeptos de religiões orientais, muçulmanos e outros querem distância do cristianismo, para eles sinônimo de libertinagem, intemperança, incoerência e até blasfêmia.

Resolvi tocar no assunto para fomentar uma reflexão sobre bom testemunho e coerência, afinal, Neymar é aquele que costumava erguer a camisa e mostrar frases como “100% Jesus” ou usar faixas na cabeça com a mesma inscrição. Se alguém que é 100% Jesus se envolve em bebedeiras e fornicação, imagine os cristãos que são apenas 50%… Vá explicar isso para um não cristão. Temos ou não responsabilidade em relação à religião que seguimos e promovemos?

Mas o pior mesmo foi ler os comentários a essa postagem em minha página no Facebook. Pessoas ditas religiosas vieram me dizer que eu não tenho o direito de julgar os dois “pombinhos”; que estava sendo moralista; que eu não posso julgar a religião deles pelo que fizeram, já que não conheço o coração dos amantes; que só Deus pode julgar as pessoas (e começaram a me julgar por achar que eu tinha julgado); que não é justo falar do jogador e da moça, quando há pastores pecadores por aí; que eu fui preconceituoso. Isso tudo e mais alguma coisa. De fato, não tenho o direito de julgar ninguém, mas tenho, sim, o de opinar sobre um fato amplamente divulgado – pelos próprios protagonistas, diga-se de passagem. Tenho, sim, o direito de analisar um evento e tirar conclusões e reflexões com base nele. E não se trata de preconceito, afinal, tanto o que eu escrevi quanto o que o Jonas escreveu está baseado em fatos, tratando-se, portanto, de um “pós-conceito”.

Existem pastores pecadores? Mas é óbvio, afinal, pastores são seres humanos e seres humanos são pecadores. Mas eu estava analisando uma notícia pontual de repercussão mundial, que gerou milhares de memes e inúmeros comentários – curiosamente, talvez a maioria reprovando as atitudes da moça e do moço. Mas eu, um jornalista cristão, não posso opinar nem analisar o ocorrido…

Interessante que no mesmo dia em que postei o texto do Jonas, a mãe do Neymar escreveu uma mensagem para o filho no Instagram, mostrando ter mais discernimento e sensibilidade que os cristãos pós-modernos do evangelho água com açúcar. Ela disse: “Filho, neste momento em que tudo finalmente está sendo esclarecido e a verdade de Deus está vindo à tona é hora de aprender com tudo isso e voltar para Jesus Cristo, seu primeiro amor. Ele é o único que realmente conhece seu coração, confie Nele.” A mãe do atleta ainda afirmou que por “sermos cristãos” é preciso perdoar a mulher responsável pela acusação de estupro, e concluiu: “Te amo muito e continuarei orando por você todos os dias da minha vida. Deus te abençoe… Eu te amo.”

Parabéns, sra. Nadine. A senhora realmente revelou compreensão da realidade e verdadeiro amor cristão. Não passou a mão na cabeça do filho justificando a conduta dele. Na verdade, reconheceu (e se há alguém que pode julgá-lo é você, por ser mãe) que ele está longe dos caminhos de Deus, vivendo um cristianismo incoerente e carecendo de conversão.

Diante de tudo isso, eu gostaria sinceramente que três coisas ocorressem: (1) que Neymar atendesse ao apelo da mãe e se voltasse verdadeiramente para Jesus; (2) que os cristãos pós-modernos parassem de justificar o pecado, mas aprendessem a chamá-lo pelo nome (sim, fornicação e sexo fora do casamento são pecado, bem como fazer sexo em troca de algum benefício fora do amor, independentemente do que se crê por aí; no fim das contas, todo mundo tem um conceito, ainda que mínimo, sobre o que é certo e errado; não é porque uma pessoa não chegou a determinado conhecimento que o conhecimento não existe, ou seja, para uma mente secular, sexo fora do casamento não é errado; contudo, isso não diminui a força da revelação; e (3) os internautas desenvolvessem e aprimorassem a capacidade de interpretar textos e ler mais do que apenas títulos de matérias. Leiam e releiam, se necessário, antes de abraçar apaixonadamente um posicionamento.

Ah! Nem tudo na vida é pessoal. Pode ser somente uma opinião, e nem toda opinião carrega juízo de valor. Muitas vezes é só senso crítico mesmo. E quem poderia dizer qual seria o limite entre um e outro?

Michelson Borges

“Todas as paixões do homem, se corretamente controladas e adequadamente direcionadas, contribuirão para sua saúde física e moral, assegurando-lhe grande felicidade. O adúltero, o fornicador e o incontinente não desfrutam da vida. Não pode existir verdadeira alegria para o transgressor da lei divina. O Senhor sabia disso, por conseguinte restringiu o homem. Ele dirige, ordena e positivamente proíbe. […] O Senhor bem sabia que a felicidade de Seus filhos depende da submissão à Sua autoridade, e de viver em obediência à Sua santa, justa e boa regra de governo” (Ellen G. White, Conduta Sexual, p. 100).

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Neymar, a moça e o estupro da moral

neymarSe você esteve no planeta Terra nos últimos dias certamente ouviu falar do rolo em que se meteu o jogador brasileiro Neymar ao marcar um encontro com uma moça também brasileira em um quarto de hotel em Paris. Segundo ele, era para ser um encontro “normal” entre um homem e uma mulher, mas “deu ruim”, como se diz na gíria: ela o acusou de estupro e está agora tentando arrancar um naco da fortuna no jogador milionário – pelo menos é o que pensam 11 em cada dez brasileiros. Tentando amenizar o problema para o seu lado, o futebolista acabou piorando as coisas: liberou o conteúdo da conversa picante que teve com a moça no WhatsApp, tudo devidamente acompanhado de fotos indecentes dela. Resultado? Agora ele poderá ser processado também por liberação de conteúdo íntimo.

Causa repulsa ver que entre as frases baixas trocadas pelos dois há menção a Deus na maior naturalidade, como se o Criador do casamento e do sexo aprovasse a conversa fornicária deles. Como se fosse possível conciliar pornografia, sexo casual e imoralidade com valores cristãos que esses brasileiros pensam ter. Cristianismo de fachada, porque se eles conhecessem o livro dos cristãos, a Bíblia Sagrada, saberiam dos elevados valores que ela ensina e da santidade com que ela trata o sexo e o casamento.

Creio que Jonas Justiniano, em um texto divulgado nas redes sociais, expressou bem a ojeriza que causa a conversa dos amantes que acabaram por estuprar mais um pouco a moral e os bons costumes:

“Chegou ao meu conhecimento que a prostituta do Neymar, depois de mandar fotos nuas e outras indecências, lhe enviou uma música gospel. Isso mesmo, uma música gospel no meio de uma conversa extremamente imunda! Eu lembro que li em um livro de Rushdoony algo sobre isso. A civilização ocidental está passando pelo processo bizarro de não perceber a diferença de professar a Jesus Cristo e viver uma vida profana. Não é nem um pouco raro ver um artista pornô, uma prostituta ou qualquer profissional adúltera ostentar crucifixo no pescoço, e até atribuir o sucesso a uma suposta bênção divina. É o mesmo caso do famoso pai de família brasileiro que vive falando de Deus, mas trai a esposa todo final de semana e ainda se entope de pornografia. Ou seja, não percebe a diferença entre a fé professa e a vida. É aquele conservador que se opõe à imoralidade pós-moderna, mas não por um desejo de pureza – que ele não tem –, mas por mero zelo político. Isso tudo é muito preocupante, mas aquilo que me tira mais o sono é que amanhã, ao fazer um gol, Neymar levantará sua camisa e estará lá uma frase do tipo: ‘100% Jesus.’ Os cristãos irão aplaudir e tudo ficará bem. Afinal, ‘só quem julga é Deus’.”

Michelson Borges

Sobreviventes da perseguição cristã no Irã encontram apoio nos EUA

IrãNesta quarta-feira (29), pessoas de todos os estados dos EUA e de muitas partes do mundo foram ao edifício do Senado norte-americano para pressionar os membros do Congresso e o presidente a apoiar a causa contra a horrível perseguição de cristãos e outras minorias religiosas na República Islâmica do Irã. De acordo com o Breitbart News, pastores, legisladores e sobreviventes do encarceramento na infame Prisão de Evin, em Teerã, se revezaram no pódio contando histórias de medo, isolamento, tortura e até sobre mortes. Mas uma mensagem de esperança prevaleceu, quando pessoas testemunharam que apesar dos maus-tratos por causa de sua fé, sentiam que Deus estava no controle, e reivindicavam um futuro em que a liberdade de adorar como um direito universal fosse possível. “A maior liberdade para a espécie humana é a liberdade de poder ter um relacionamento com Deus, o Todo-poderoso, sob os termos e condições que escolherem”, disse o conferencista Bill Johnson no evento.

Também estavam presentes no evento Maryam Rostampour e Marziyeh Amirizadeh. Elas nasceram e cresceram no Irã e disseram que, quando meninas, foram forçadas a estudar o Alcorão na escola, a usar roupas prescritas e rotineiramente cantar “morte para a América” e “morte para Israel”. As duas se tornaram cristãs e se conheceram em uma conferência cristã na Turquia. Quando retornaram ao Irã, estavam determinadas a compartilhar o evangelho de Jesus Cristo com amigos, vizinhos e estranhos. Antes de serem presas por espalhar “propaganda cristã” em 2009, distribuíram cerca de 20 mil Novos Testamentos no Irã.

E mesmo quando elas foram presas e forçadas a viver em celas pequenas, dormindo sob cobertores cobertos de urina e enfrentando ameaças diárias de que a sentença a ser executada por enforcamento poderia acontecer a qualquer momento, as duas mulheres encontraram esperança e propósito de vida. Elas disseram que muitas outras companheiras de cela eram mulheres sem família, prostitutas e outras que não tinham apoio algum no mundo exterior. “Foi então que percebemos que Deus tinha um propósito para nos enviar para aquele lugar sombrio. Então, em vez de orar pela nossa libertação, começamos a orar por essas mulheres na prisão. O que o inimigo planejou para o mal, Deus o tornou em bem”, disse Rostampour. “Hoje, damos toda a glória a Jesus que nos salvou do governo iraniano. Acreditamos que estamos livres e vivas hoje por causa do poder de Jesus e Seu milagre”, disse Amirizadeh.

Após 259 dias de cativeiro, elas foram libertas. A reputação dessas mulheres, de ajudar os outros, levou a notícia do sofrimento delas muito além dos muros da prisão. Chegou aos ouvidos de autoridades nos Estados Unidos e outros órgãos de direitos humanos internacionais. Estes pressionaram o governo iraniano a libertá-las. Elas acabaram indo para a Turquia e, em seguida, foram convidadas a se refugiar nos EUA.

Rostampour e Amirizadeh estão nos EUA há mais de uma década, mas não pararam de tentar ajudar seus companheiros iranianos que enfrentam um tratamento desumano sob o regime iraniano. Elas escreveram um livro sobre suas experiências e foram a Washington DC dizer aos legisladores para manterem a pressão sobre o governo iraniano, para que parem de perseguir cristãos, pessoas da fé Baha’i e outras minorias religiosas.

Rostampour, Amirizadehe e outros cristãos falaram com parlamentares, representantes de organizações não-governamentais, grupos de reflexão e defensores da liberdade religiosa, incluindo Sam Brownback, embaixador-geral dos EUA para Liberdade Religiosa Internacional, e Tony Perkins, presidente do Centro de Pesquisa da Família e comissário da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF).

“Nossa oração é que, ao invés de impedir que pessoas comuns, incluindo cristãos perseguidos, entrem nos EUA, os políticos americanos pressionem mais as autoridades do governo iraniano e suas famílias que vivem livremente em países democráticos como os Estados Unidos e o Canadá”, disse Amirizadeh. “Poucas coisas são mais poderosas do que destacar as histórias de dissidentes, daqueles que são perseguidos”, disse o senador Ted Cruz, que também participou do evento. “Eu fui ao Senado para destacar os dissidentes enfrentando a tirania, resistindo à opressão. Porque simplesmente trazer à luz e contar suas histórias faz com que os tiranos temam as repercussões”, disse Cruz.

Cruz disse que o presidente Ronald Reagan o inspirou renomeando a rua em frente à embaixada russa em Washington como Rua Sakharov, um dissidente antissoviético. “Pare e reflita no poder disso. Toda vez que alguém quer escrever para a embaixada russa, precisa escrever o nome do dissidente”, disse Cruz.

O senador propôs o mesmo tipo de legislação para renomear a praça onde a embaixada chinesa em Washington está localizada como Rua Liu Xiaobo, que foi o vencedor do Prêmio Nobel da Paz chinês e morreu sob circunstâncias misteriosas, na custódia do Partido Comunista em 2017. O projeto foi aprovado pelo Senado por unanimidade, mas ainda não foi posto em prática.

Os palestrantes do evento compartilharam estatísticas sobre a extensão da perseguição cristã em todo o mundo, incluindo o relatório Christian World Watch Monitor, que informa que em 2016 cerca de 193 cristãos foram presos no Irã.

A organização Portas Abertas informou que 1 em cada 9 cristãos em todo o mundo experimenta altos níveis de perseguição, e que em 8 dos 10 países em que os cristãos sofrem severa perseguição a opressão está diretamente ligada à opressão islâmica. “Aqui nos EUA, temos a responsabilidade de receber os cristãos de todo o mundo. E fazer o que pudermos para mantê-los fora de perigo. E dar-lhes a oportunidade de experimentar o mesmo tipo de liberdade que temos aqui”, disse Bill Johnson.

De acordo com Hormoz Shariat, presidente do Ministério iraniano Vivo, apesar da perseguição, a fé cristã não está sendo extinta no Irã. Shariat se converteu do islamismo ao cristianismo nos anos 1980 e passou décadas ajudando seus companheiros cristãos no país. “No Irã, a norma é que, se alguém se converter a Cristo, é muito provável que os membros de sua família também se convertam. Porque o cristianismo tem uma imagem muito positiva no Irã, mais positiva que o Islã. Você acredita nisso?”, disse Shariat.

Shariat informou também que o Irã tem a população evangélica que mais cresce no mundo. Muçulmanos aos milhões estão rejeitando o Islã e estão abertos à mensagem do evangelho de Cristo.

(Conexão Política)

Nota do jornalista e ex-editor Ivacy Oliveira: “Insisto que esse tipo de reação deve atingir todos os governos muçulmanos, entre outros, que não respeitam qualquer outro grupo religioso. Não se trata de combater o Islã, mas exigir respeito e reciprocidade com relação a outras religiões. Os governos ocidentais devem isso aos seus cidadãos. Contudo, preferem continuar numa relação adulterina de interesses comerciais.”

Como os filmes estão matando nossa humanidade

turnO filme começa com uma mulher presa numa rua isolada. Seu veículo teve o pneu furado ao passar sobre arames farpados que estavam na rodovia. O diretor do filme aborda como “seu delito” ao retratá-la como uma mulher má gritando com um homem no telefone, então quando a tragédia ocorre você não sente pena dela. Ela sai do carro e um homem vem de surpresa e corta o corpo dela ao meio. A multidão fica chocada e então vibra, uma vez que o filme agora “começa oficialmente”. Outra cena, outro filme popular. É um apocalipse zumbi. Homens se voltam contra homens e começam a aprisionar uns aos outros. O time de “predadores” agora se alimenta de carne humana. Eles pegam vários homens que são “prisioneiros” e os fazem ajoelhar no chão em frente a uma pia de cerâmica. Então dois homens atrás deles começam a executá-los sem respeito à vida humana nem compaixão. Um bate com um taco de golfe na cabeça, e o outro corta o pescoço e então se dirige à segunda vítima.

O primeiro filme se chama “Pânico na Floresta” (“Wrong Turn”, no original). No Facebook é amado por mais de dois milhões de pessoas. Por todo o mundo foi assistido por mais de dez milhões. O segundo é a popular série “The Walking Dead”, com mais de 31 milhões de fãs no Facebook.

Esse é o mundo hoje. Pagamos para que pessoas concebam as formas mais assustadoras e doentias de matar outras pessoas para nosso entretenimento. Gostamos de ver outras pessoas sofrerem na tela. Comemoramos e vibramos ao ver sangue. Vibramos ao ver agonia e morte – no entanto, oramos por amor, oramos por perdão, oramos para que as coisas melhorem.

Hoje os filmes mais vendidos são os de ação e terror. E mesmo nos filmes de ação, se comparados com os de dez anos atrás, vemos que a violência e o derramamento de sangue se intensificaram. Um exemplo prático: no primeiro filme “Rambo” havia pouca violência, mas as sequências cresceram em violência até o último, “Rambo 4”, tendo uma cena em que o bandido tem o intestino arrancado para o delírio dos telespectadores.

Que vergonha, hein! Recentemente lemos que a mulher por trás da popular série de TV “Orange is the new Black” se divorciou do marido e está em um relacionamento gay com uma das atrizes da série. O que isso diz a você? Os Estados Unidos, o berço de Hollywood, tem relatos e incidentes de violência com armas em escolas e shopping centers causados pelos próprios estudantes. A cada duas semanas um estudante se enfurece e atira em outros estudantes. Quase todas as cidades norte-americanas legalizaram casamentos gays e estão em processo de legalização da maconha. O que isso realmente diz a você?

As músicas que você ouve e os filmes a que assiste estão todos trabalhando para fazer o pequeno amor que você tem pela humanidade se tornar minúsculo e o ódio que você tem pela humanidade crescer pouco a pouco. Pense nisto: Quão viciado você está em filmes? Quanto você ama a violência em filmes? Isso ajuda você a apreciar mais o presente do amor e da vida à humanidade ou menos? Seja qual for o filme a que esteja assistindo, você acha que Deus o aprovaria? Ou que Cristo assistiria com você?

A simples verdade é que, no momento em que você aperta o controle remoto [e assiste a esse tipo de filme que despreza a vida], o Espírito de Deus “sai da casa”. Cada momento em que você aperta o controle remoto [para ver esse tipo de conteúdo], o diabo vence. Ele vence ao ter um tempo sozinho com você. Um tempo no qual o Espírito de Deus “saiu” e o diabo pode manipular seus pensamentos. E toda vez que isso ocorre, ele constroi um novo caráter em você, um caráter mais forte; um que ama sangue e violência; um que não é paciente e amável; um que é o oposto do caráter que Deus propôs para você.

(Amredeemed; tradução de Leonardo Serafim)

Dica de leitura: Nos Bastidores da Mídia