Mulheres morrem mais de infarto e a causa é o machismo?

infartoSegundo matéria publicada no portal UOL, o infarto é a primeira causa de morte entre mulheres no mundo, e o número de vítimas abaixo dos 50 anos representa 25% do total. Para se ter uma ideia, o infarto mata mais mulheres que o câncer de mama. Depois de falar de prevenção, etc., a matéria cita uma cardiologista francesa (na verdade, a única citada no texto) que atribui ao machismo grande parte dessas mortes. Segundo a ativista profissional, os homens costumam minimizar as queixas das mulheres. Se elas relatam dor no peito, por exemplo, eles dizem: “Não é nada, vai deitar um pouco, você está estressada.” A médica também atribui o estresse à carga de trabalho da mulher, que tem que lidar com profissão, filhos e os cuidados do lar. Ou seja, o maior culpado é o homem!

Leia o comentário do professor de Geografia Thiago F. da Silva: “Essa matéria do UOL mostra como distorcem os dados e aproveitam para fazer ativismo ideológico. Diz a matéria que, mesmo diante do aumento do número de infarto entre as mulheres – inclusive as com menos de 50 anos –, a porcentagem ainda é de 25 %, portanto, é um quarto apenas, número muito menor que os 75% de outras causas. Já a questão do machismo é patética. Na maioria dos lugares do mundo, as mulheres vivem mais que os homens, sem contar que hoje elas são maioria. Que machismo é esse que faz o homem morrer mais cedo e ser menor em número? Esse é mais um caso de ativismo ideológico contra um princípio cristão: a função do homem na relação com a mulher. Creio que a mulher que se preze (até algumas esquerdinhas doentes) e deseje ter uma relação com um homem para constituir família certamente quererá o homem que Deus orienta na Bíblia, não o homem ‘moderno’ cheio de fricotes, que não mais exerce seu papel de liderança e é ‘castrado psicologicamente’. As funções endócrinas estão sendo suplantadas pelas psicológicas. No caso do homem, ter mais testosterona não surtirá mais efeito, uma vez que a psicologia o tem condicionado a se adequar aos padrões atuais da sociedade, sem os gêneros/sexos naturais estabelecidos por Deus: homem e mulher, que são distintos, mas que se complementam numa união natural e mantenedora da espécie. Se desconstruída essa natureza, logo fica perceptível o intuito de aniquilação dela.”

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Jesus não era gay, nem trans, nem negro, nem europeu…

johnny-hookerÉ claro que Jesus não tinha a aparência retratada nas pinturas renascentistas, com traços europeus, pele clara e olhos azuis. Jesus também não poderia ser negro, já que nasceu com a genética judaica da palestina do primeiro século. Assim como Ele também não poderia ter sido japonês nem esquimó. Na verdade, debater esse tipo de coisa é uma bobagem! Jesus era um ser humano e ponto final. Ou existiria diferença entre humanos só por que varia o formato dos olhos ou a quantidade de melanina na pele? Na verdade, Jesus era Deus em carne humana, o que O coloca junto conosco, mas infinitamente acima de nós e de nossas diferenças bobas e artificialmente criadas. Jesus veio justamente para quebrar os muros que separavam a humanidade de Deus e os povos uns dos outros. Deus está acima das questões étnicas e de gênero. Ele era e é Deus-homem, e como tal Se identifica com toda a humanidade. Mas Ele poderia ter sido gay também?

Para o cantor pernambucano Johnny Hooker, sim. Em um show polêmico durante o Festival de Inverno de Garanhuns, ele disse que Jesus era travesti e “bicha”. Hooker manifestou sua contrariedade à tentativa de se proibir a peça teatral que apresenta Jesus como um transexual. O cantor vociferou ao microfone: “E eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Jesus é travesti, sim, Jesus é transexual, sim, Jesus é bicha, sim, p*! Pode vaiar à vontade [e o resto da frase prefiro não reproduzir aqui].” Interessante… Chamar um homossexual de “bicha”, no Brasil, é homofobia. Mas chamar Jesus de “bicha” é arte?!

O advogado Jethro Ferreira levou o caso à Polícia Civil, por considerar uma ofensa à fé cristã. Ele se apoia no artigo 20 da Lei Federal nº 7.716, que diz que quem “pratica, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional” está sujeito a uma pena de reclusão de um a três anos e multa. A notícia-crime também apresenta o artigo 280 do Código Penal, que afirma que “escarnecer de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa, impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso, vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso” pode resultar uma detenção de um mês a um ano ou multa.

É óbvio que Hooker passou dos limites e ofendeu a sensibilidade religiosa de muita gente, o que pode no futuro ter desdobramentos ainda piores. Volto a esse ponto mais adiante. Por agora quero dizer que Jesus não seria homossexual. E por quê? Seria porque não ama os homossexuais? Teria preconceito contra eles? Não. Obviamente que não. E quem conhece o Jesus dos evangelhos sabe que Ele jamais manifestaria ódio contra qualquer pessoa. Vamos analisar um exemplo bíblico.

Certa vez, trouxeram a Jesus uma mulher surpreendida em adultério. Tratava-se de uma situação “armada” para emboscar Jesus. Se os adúlteros foram pegos em flagrante, onde estava o homem? Por que somente ela havia sido levada até o Mestre? Jesus serenamente lidou com a situação deixando claro que todos ali eram pecadores, ainda mais porque a motivação no coração deles era a pior possível. Quando aqueles homens se afastaram da cena, Jesus disse à mulher: “Não te condeno. Vá e não peques mais.” Note: Jesus perdoou a mulher, mas não deixou de reconhecer que o que ela havia feito é pecado. Hoje há muitas pessoas que não mais consideram pecado a fornicação e o adultério. Se as pessoas traídas e as envolvidas no ato concordarem, tudo bem. Mas isso muda a definição do ato? Para Deus, não. Sexo antes e fora do casamento heterossexual e monogâmico é pecado e ponto final. Jesus foi “tolerante” com a mulher adúltera? Não, Ele a perdoou, ao mesmo tempo em que foi intolerante para com o pecado. E por que Deus odeia o pecado? Porque o pecado machuca o pecador e o afasta de Deus. E o Criador não pode tolerar uma coisa dessas.

Jesus poderia ter vindo como homossexual? Não, porque Ele veio como o segundo Adão, e Adão, obviamente, era homem – se não fosse não estaríamos aqui agora… Além disso, à semelhança do que ocorreu com a mulher adúltera, Jesus ama os homossexuais, mas condena claramente na Bíblia a prática do sexo homossexual, assim como condena o adultério. E são vários os textos no Antigo e no Novo Testamentos que tratam disso. Assim, a maior prova de amor que podemos dar a um amigo ou amiga homossexual é, além de respeitá-lo(a), falar de Jesus e de Seu plano para a vida dele/dela. Assim como a maior prova de amor que Jesus deu à mulher adúltera foi recebê-la como estava para transformá-la no que Ele queria.

O ponto que deixei em suspenso lá atrás é o seguinte: segundo o Código Penal, escarnecer de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa é crime. As atitudes e palavras profanas de alguns artistas e mesmo de militantes LGBT que têm vilipendiado símbolos religiosos estão acirrando os ânimos de tal forma que daqui a pouco qualquer crítica à religião alheia poderá ser vista como intolerância, e todos sairão perdendo; a liberdade religiosa sairá perdendo. Vi algo parecido com isso em Paris, recentemente.

Algumas mulheres muçulmanas, com o anonimato protegido pela burca, estavam compartilhando a carteira de motorista com amigas não habilitadas, e os policiais não sabiam como lidar com isso. Resultado? Obrigaram as islâmicas a mostrar o rosto para poder dirigir. E para ser politicamente corretos, os franceses acabaram por proibir a exibição de qualquer símbolo religioso em público. Por isso, tive que carregar minha Bíblia na mochila e, se orasse com alguém em público, poderia ser denunciado e ter problemas com as autoridades.

As barbaridades cometidas por algumas pessoas blasfemas, irreverentes e mal-educadas são a força que está retesando o arco que vai lançar a flecha que causará os verdadeiros estragos (conforme escrevi neste texto). O mundo está sendo polarizado, e no meio dessas tensões está um povo que ama a Deus, ama os pecadores e quer ser fiel à Palavra e à lei do Criador.

Michelson Borges

Assista aqui ao testemunho de um ex-homossexual (em inglês):

 

Sexo oral é fator de risco para o câncer de cabeça e pescoço

doencaNo dia 27 de julho é celebrado o Dia Mundial de Prevenção ao Câncer de Cabeça e Pescoço e o oncologista David Pinheiro Cunha, do Grupo SOnHe – Sasse Oncologia e Hematologia, faz um importante alerta: existe relação entre sexo oral desprotegido e câncer de cabeça e pescoço. “No Brasil os estudos ainda estão acontecendo, mas já é possível afirmar que o vírus do Papiloma Humano, o HPV, está envolvido em aproximadamente 15% dos casos deste tipo de câncer”, afirma. Segundo o especialista, houve uma mudança no perfil do paciente diagnosticado com câncer de cabeça e pescoço e a infecção pelo vírus HPV está ganhando cada vez mais destaque, ainda que os dois principais fatores de risco sejam o tabagismo e o etilismo. “A infecção crônica pelo HPV tem maior relação com o desenvolvimento do câncer de orofaringe (garganta) e mais raramente em outras partes da cabeça e pescoço. Estudos epidemiológicos norte-americanos revelam uma diminuição de casos novos de câncer de laringe, hipofaringe e cavidade oral nas últimas décadas e isso se deve às campanhas antitabagismo. Na contramão dessa tendência, os casos novos de tumores de orofaringe estão aumentando com evidências que relacionam a elevação à infecção por HPV. Dados sugerem que aproximadamente 70 a 80% dos pacientes com câncer de orofaringe na população norte-americana e europeia são portadoras do HPV”, revela o especialista.

O HPV é o mesmo vírus relacionado ao câncer de colo de útero, vagina, vulva, ânus e pênis. Existem cerca de 150 subtipos de HPV, sendo o mais relacionado ao câncer de cabeça e pescoço o subtipo 16. “Diferentemente dos outros fatores de risco, ele é responsável por câncer em pacientes mais jovens e sem hábito de tabagismo e etilismo. O vírus, assim como a incidência do câncer de orofaringe, é mais frequente em homens”, explica o oncologista.

Os tumores relacionados à infecção pelo vírus HPV apresentam uma melhor resposta ao tratamento, porém, segundo o médico, as estratégias são as mesmas para o câncer não relacionado ao vírus. “As principais opções são a cirurgia, radioterapia e quimioterapia, que são indicadas conforme o tamanho e a disseminação do tumor”, afirma.

De acordo com o especialista, diante da agressividade do tratamento – que frequentemente causa sequelas permanentes – é importante a realização de medidas de prevenção. “Temos duas estratégias efetivas para esse tipo de câncer relacionado ao vírus do HPV. A primeira é o sexo seguro, reforçando a necessidade de uso de preservativos em todos os tipos de prática sexual. A segunda é a vacinação contra o HPV, que além de proteger contra o câncer de orofaringe, tem ação contra os cânceres de colo de útero, vagina, canal anal e pênis”, garante.

A vacinação contra o vírus HPV está disponível Sistema Único de Saúde. As indicações para a vacinação de acordo com o Ministério da Saúde são: meninas e meninos dos 9 aos 14 anos, pacientes com câncer em quimioterapia ou radioterapia, transplantados e portadores de HIV entre 9 a 26 anos.

Estatísticas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam para 2018, 14.700 novos casos de câncer de cavidade oral e 7.670 mil novos casos de câncer de laringe, alcançando, quando somados, o posto de terceiro tumor mais frequente nos homens brasileiros.

(David Pinheiro Cunha é formado em oncologia clínica pela Unicamp, realizou estágio no serviço de oncologia e pesquisa clínica em Northwestern Medicine Developmental Therapeutics Institute, Chicago, Illinois, EUA; é membro titular da Sociedade Americana de Oncologia Clínica)

Nota: No livro Garotas e Sexo, a jornalista Peggy Orestein mostra os números alarmantes da prática do sexo oral cada vez mais precoce entre os adolescentes norte-americanos. Muitos entre eles têm encarado essa prática como parte normal do ato de “ficar”, quase como se não fosse sexo, de fato. E as consequências vão sendo vistas nos crescentes casos de doenças sexualmente transmissíveis (como o HIV e a supergonorreia, por exemplo) e, especificamente para o caso do sexo oral, as alarmantes estatísticas relacionadas com câncer de cabeça causado pelo vírus HPV. Curiosamente, nenhuma autoridade em saúde ou do governo se atreve a dizer que a abstinência seria a melhor prevenção. Ninguém quer se intrometer nos hábitos sexuais das pessoas nem quer ser visto como retrógrado. Vacinas e preservativos têm o seu lugar (fazer o quê?), mas o problema é muito mais sério do que se pensa e tende a piorar cada vez mais com a disseminação de conteúdos pornográficos que estão criando uma nova e pervertida mentalidade sexual. Se os conselhos bíblicos quanto à prática do sexo (heteromonogâmico pós-casamento) fossem seguidos, o sexo seria o que Deus planejou fosse: um presente saudável, sem risco, prazeroso e abençoado dado ao homem e à mulher. Mas as pessoas não estão mais querendo saber disso. E vão colhendo as consequências dessa escolha… [MB]

Pediatras brasileiros emitem nota contra desenho “Super drags”

dragO desenho “Super drags”, anunciado pela Netflix no dia 31 de maio deste ano, nem foi ao ar e já está causando a indignação de vários profissionais de saúde, especialmente da saúde mental, por apresentar um apelo infantil voltado para questões ideológicas relacionadas ao mundo LGBT. Apesar de a Netflix alegar que o desenho é voltado para adultos, o simples fato de utilizar uma linguagem infantil por meio da animação revela a intenção implícita dos produtores em querer alcançar o público infantil, e essa opinião é confirmada pela Sociedade Brasileira de Pediatria em uma nota publicada nesta semana contra a exibição do programa.

“A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), em nome de cerca de 40 mil especialistas na saúde física, mental e emocional de cerca de 60 milhões de crianças e adolescentes, vê com preocupação o anúncio de estreia, no segundo semestre de 2018, de um desenho animado, a ser exibido em plataforma de streaming, cuja trama gira ao redor de jovens que se transformam em drag queens super-heroínas”, diz o início da nota.

Em seguida, a entidade destaca que crianças não possuem a capacidade cognitiva suficiente para compreender questões morais complexas envolvendo a sexualidade, uma vez que elas podem acabar tendo acesso ao conteúdo por outros meios, como gravações clandestinas compartilhadas pela internet.

“A SBP respeita a diversidade e defende a liberdade de expressão e artística no país, no entanto, alerta para os riscos de se utilizar uma linguagem eminentemente infantil para discutir tópicos próprios do mundo adulto, o que exige maior capacidade cognitiva e de elaboração por parte dos espectadores”, acrescenta.

O órgão também ressalta que o Supremo Tribunal Federal recentemente baniu a lei que restringia o conteúdo transmitido pelos meios de comunicação através de classificações indicativas, deixando apenas para os pais e os próprios veículos utilizarem o bom senso junto às crianças, tornando esse controle ainda mais frágil.

Na prática, sabemos que muitos ativistas vinculados ao movimento LGBT sabem da dificuldade dos pais atualmente em controlar o conteúdo que os filhos veem na TV e internet. O mesmo aconteceu com o desenho pornográfico “A Festa da Salsicha”, transmitido pelo canal HBO em horário nobre.

“Essa decisão [do STF] deixa crianças e os adolescentes dependentes, exclusivamente, do bom senso das emissoras de TV e plataformas de streaming, agregando um complicador a mais às relações delicadas existentes no seio da família, do ambiente escolar e da sociedade, de forma em geral”, continua a nota.

Por fim, a SBP também destaca os prejuízos na formação mental e afetiva das crianças e adolescentes ao serem expostos a esses conteúdos, pedindo que a Netflix cancele o lançamento da transmissão.

“Vários estudos internacionais importantes comprovam os efeitos nocivos, entre crianças e adolescentes, desse tipo de exposição. Ressalte-se o período de extrema vulnerabilidade pelo qual passam esses segmentos, com impacto em processos de formação física, mental e emocional. Sendo assim, a SBP reitera seu compromisso com a liberdade de expressão e com a diversidade, mas apela à plataforma que cancele esse lançamento, como expressão de compromisso do desenvolvimento de futuras gerações”, conclui.

Para ler a nota completa clique aqui.

(Opinião Crítica)

Pela honra de Grayskull!

she-raAlguém já disse que a inteligência de Satanás seria inútil se ele não tivesse sutileza. Ou senso de timing. E aí nos lembramos daquela surrada alegoria de que um sapo imerso em água fria acaba morrendo despercebidamente se a aquecermos devargazinho. De queixo caído eu fico é quando alguém defende que o sapo apenas cometeu suicídio – afinal, por que culpar quem encheu a panela com água, atraiu o bicho e acendeu o fogo? Bom, já lá se vão uns 60 anos pelo menos desde que os intelectuais orgânicos do comunismo passaram a ocupar as universidades ocidentais, especialmente dos EUA, sua mídia e indústria de entretenimento e sacaram sua riquíssima caixa de ferramentas. Depois, foi o que se viu: beatniks, Kinsey, make-love-not-war, Woodstock, Crumb, Shelton, Walter Conkrite, etc., etc., etc. E a biomassa(*) estranhando a princípio, mas depois relaxando e aproveitando como se Contracultura fosse só modismo, com data de validade como qualquer tolice do pós-guerra. (* Update para o século 21: trocar o termo “biomassa” por “microbiota”.)

Mas será que Contracultura tornou-se apenas um termo jurássico, quase nostálgico, com imagens esmaecidas de hippies chacoalhando as pudendas, fumando maconha e vendendo miçangas? Quem dera… Contracultura não é só tema de documentário datado sobre os tempos de juventude dos nossos pais reprisando à náusea o “she loves you, ye, ye, ye”. Contracultura é um bando de arremedos de jornalistas cumprindo a pauta ecumênica globalistas/socialistas/islamitas. Contracultura é algum cultor do Estado Leviatã Pantagruel xingar um liberal econômico da Escola Austríaca de fascista (sic).

Contracultura é Porta dos Fundos, é Fátima Bernardes a faturar milhões com um comercial chinfrim onde abocanha a linguiça (suína) dos irmãos JBS, é novela de época com personagens trans (novela das 6, meu bom Senhor!!!), é o tapa-sexo do Pablo Vittar, o cabelo do Filipe Neto. É macho botando batom, peruca e silicone para expulsar as mulheres de suas árduas conquistas nas artes, nos esportes e até dos concursos de beleza. É deputada tendo a cara quebrada a chutes por narcrotraficantes de extrema-esquerda e o beautiful people fazendo de conta que não viu. É conservador condenado por fazer piada e “progressista” impune depois de cometer repetidos crimes a céu aberto.

Contracultura é uma infinidade de universidades falidas, que drenam o grosso dos recursos reservados à Educação para produzir analfabetos funcionais inúteis, ressentidos e carbonários que ostentam diplomas indignos sequer de serem impressos em papel higiênico. É Ministério da Educação torrando nossos impostos em políticas voltadas a transformar nossos filhos em vagabundos, psicóticos e chimpanzés bonobos.

Contracultura é o panelão sob um fogo cada vez menos brando, onde todos nós, os sapos – dos encanecidos aos de chupeta – nos habituamos a interpretar a realidade e esperar do futuro (futuro?) aquilo que Hollywood e afiliados nos servem. E para quem não gosta de lixo novo, tudo bem. Reescrevem-se os clássicos de nossa saudosa lembrança em resolução 4K HDR Pixel-Quântico on demand.

Por exemplo, que tal o remake de Perdidos no Espaço? Confiram: nada dos abraços e olhares ternos, do companheirismo exemplar do casal wasp Guy Williams e June Lockhart; em seu lugar, uma dupla de neuróticos que se hostilizam e mal conseguem reprimir o ressentimento do divórcio para não traumatizar ainda mais os filhos. Penny? Encenada por uma ruivinha sardenta, quase um clone do caçula Will original. Judy? Sai a loura Marta Kristen e entra uma (qual é mesmo o cabresto semântico imposto pelo fascismo cultural, digo, politicamente correto?) afrodescendente – adotada, é claro! Don West? Nada do mocinho-macho-alfa-discreto Mark Goddard, vital para as missões da Júpiter 2 e namorado comportadíssimo de Judy, tragam logo um trambiqueiro/muambeiro de caráter dúbio! Ah, o Dr. Smith… Vamos exumar e tacar fogo nos restos mortais do saudoso Jonathan Harris. Olha lá uma psicopata EM-PO-DE-RA-DA. Mas para não dizer que tudo ali é desaforo, salva-se o Robô, bem convincente, nada lembrando aquele botijão de gás estilizado da série icônica dos anos 1960.

Isso aí foi só um dentre centenas, milhares de exemplos de como os marxistas culturais formataram a cabeça dos diretores, atores e roteiristas, a maioria não faz a mínima ideia do macroprojeto civilizicida a que servem. Pensam que tudo não passa de garimpar grana e índices de audiência. O idiota útil (palavras de Stalin) é útil porque idiota e idiota porque útil.

she-ra2Não poderíamos encerrar o festim sem o coup de grâce: vitela. E os garçons não dormem em serviço! Desenhos nos canais infantis estrelados por crianças que vivem romances (e até casamentos) homossexuais. Foi-se o tempo das mensagens subliminares, Bob Esponja e Chowder. O negócio agora é “ferro com ferro deixando a massa queimar” (by Latino in “Amor de Pizza”). Então, de volta aos remakes, nos próximos dias nada da sílfide She-Ra; trocaram-na por uma personagem andrógina, sem lábios ou formas que lembrem minimamente uma curva. Satanás não se contenta apenas com Herodes, precisa de novos malakoi, de prostitutos cultuais, que, diga-se, nunca saíram totalmente de cena. Assim como o paganismo antigo, o moderno também não vive sem pedofilia. Vejam lá Aleister Crowley e André Gide se acabando com garotinhos importados da Argélia e da Índia.

Resumindo a estratégia dos neocananeus:

  1. Popularizar personagens cômicos que apresentem um comportamento anômalo a fim de tornar leve e divertida a percepção da perversão.
  2. Construir personagens dramáticos para humanizar o pervertido e criar uma crescente empatia com as pessoas normais.
  3. Tratar a perversão como doença para rotular de intolerante, sádico e ignorante quem a considere como realmente é: uma perversão.
  4. Normatizar a perversão, a princípio estendendo ao pervertido os mesmos direitos do não pervertido e, depois, garantindo-lhe privilégios de tratamento social e inimputabilidade legal de modo que mesmo os que haviam sido coagidos a tratar a perversão como apenas uma doença sejam agora processados criminalmente se chamarem o pervertido de doente.
  5. Familiarizar e em seguida glamurizar o pervertido e a perversão na mente das crianças, seja nas escolas, seja nos entretenimentos infantis.
  6. Perseguir judicialmente os pais (preferencialmente cristãos e judeus, pois não são bestas de mexer com os muçulmanos) que tentem proteger os filhos dessa lavagem cerebral, sempre que possível condenando-os à multa, prisão e perda da guarda de suas crianças.

Segue o checklist da pauta dos revolucionários para o genocídio cultural do Ocidente:

Homossexualismo – ok.

Falência do casamento – ok.

Infanticídio – fetos ok, recém-nascidos em breve.

Ocultismo – ok.

Liberação das drogas – quase lá.

Poligamia – quase lá.

Pedofilia – em andamento.

Especismo – em andamento.

Incesto – em breve.

Bestialismo – em breve.

Necrofilia – em breve.

Canibalismo – ainda a agendar.

(Marco Dourado, formado em Ciência da Computação pela UnB, com especialização em Administração em Banco de Dados)

As premissas indesejadas no debate sobre o aborto

abortoÀs vésperas do julgamento no STF da ação do PSOL que defende a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gravidez, o debate público no Brasil sobre o tema ainda é carregado de recortes retóricos que influenciam tomadas de posições. Exemplo: “gravidez indesejada”. Exceto em casos de estupro, para os quais a lei já autoriza o aborto, trata-se de abreviação para “gravidez indesejada resultante de ato sexual consentido pela mulher, que sabia – ou deveria saber – de antemão do risco de engravidar”. A abreviação induz brasileiras e brasileiros a refletirem sobre o que fazer diante da situação indesejada, sem que as causas de incorrer nela sejam debatidas.

A premissa completa, à medida que expressa a causa de uma gravidez indesejada, leva não apenas à reflexão sobre o que fazer diante dela, mas também à reflexão sobre a responsabilidade da mulher que engravidou – responsabilidade que os grupos favoráveis à legalização do aborto omitem no debate público de maneira providencial. Afinal, é mais fácil conquistar a aceitação moral da eliminação do feto e consequentes adesões à legalização do aborto tratando a gestante como vítima de uma situação indesejada, não como responsável por essa situação.

Some-se aí a defesa dos “direitos das mulheres”, que, no caso do aborto, é outro recorte retórico, que embute o da gravidez indesejada.

Trata-se de uma abreviação ainda mais drástica feita por grupos de pressão para “os direitos inexistentes, mas que queremos ver estabelecidos em lei, de que as mulheres que engravidam em consequência de um ato sexual consentido, antes do qual sabiam – ou deveriam saber – do risco de engravidar, possam, mesmo que não corram risco de morte, abortar seus filhos, tanto do sexo masculino quanto do feminino, mesmo que eles não tenham diagnóstico de anencefalia”.

A abreviação induz brasileiras e brasileiros a tomarem direitos inexistentes da gestante como superiores e prevalecentes ao direito à vida – previsto no artigo 5º da Constituição Federal e reforçado pelo artigo 4º do Pacto de San José da Costa Rica (do qual o Brasil é signatário), que impõe o respeito à vida desde o momento da concepção e a impossibilidade de alguém dela ser privado: “Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.”

Quando se fala em “direitos das mulheres”, também se induz ao esquecimento o fato de os fetos poderem ser do sexo feminino, evitando a percepção de que se queira privilegiar o direito de determinadas mulheres em detrimento do de outras.

Ninguém, no entanto, deveria ser privado de conhecer as verdadeiras premissas de um debate, literalmente, vital.Tenha você hoje uma posição a favor ou contra a legalização parcial ou irrestrita do aborto, manda a honestidade intelectual discutir com base em premissas completas.

(Felipe Moura Brasil, Jovem Pan)

Leia mais sobre aborto. Clique aqui.

Cartoon Network exibe primeiro casamento lésbico em desenhos animados

casamentoDeu no site Universa: “A conscientização sobre a diversidade é importante desde que somos crianças, certo? Ciente disso, o canal norte-americano Cartoon Network exibiu seu primeiro casamento da comunidade LGBT em um de seus desenhos. No último capítulo da quinta temporada de Steven Universe, intitulado ‘Dama de Honra’, aconteceu o casamento entre duas personagens lésbicas: Ruby e Sapphire, sendo o primeiro casamento homossexual em desenhos animados da televisão. Rebecca Sugar, responsável pela criação da animação, é a primeira mulher a criar uma série para a Cartoon Network. Bissexual declarada, a criadora reforça a importância da representatividade em seus personagens para o público infantil e adolescente. Com tema futurístico, Steven Universe mostra personagens com diferentes formas físicas, etnias, orientação sexual. O primeiro episódio da série foi exibido em 2013 e a trama já foi indicada a dois Emmy Awards, principal premiação da TV internacional.”

Nota: Não se trata exatamente de conscientização, mas de doutrinação. Ideólogos militantes defensores da ideologia de gênero sabem que a melhor forma de transformar a mente de uma sociedade é investir nas crianças. Essa técnica já foi adotada com respeito a outras ideologias e, infelizmente, deu certo. Em breve aqueles que pensam diferente desse status quo forçado terão que pedir desculpas por discordar. [MB]

Veja aqui vídeos sobre esse tema.