“PL do poliamor” SERIA votado no dia 21

Seria votado amanhã em Comissão da Câmara dos Deputados em Brasília, DF, um Projeto de Lei (PL) que vinha sendo popularmente chamado de “PL do poliamor”. O PL nº 3369/2015, de Orlando Silva (PCdoB), reconheceria como família “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas” e “independente de consanguinidade”. O Projeto, cujo texto pode ser lido aqui, pretendia instituir o “Estatuto das Famílias do Século XXI” e trazia a seguinte justificativa: “Há tempos que a família é reconhecida não mais apenas por critérios de consanguinidade, descendência genética ou união entre pessoas de diferentes sexos. As famílias hoje são conformadas através do amor, da socioafetividade, critérios verdadeiros para que pessoas se unam e se mantenham enquanto núcleo familiar.”

[Clique aqui para saber por que esse projeto não mais será votado.]

Como os grupos LGBTQ estão destruindo as normas e mudando a educação

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[Foto: “Hora da Drag Queen”: nos principais centros urbanos dos Estados Unidos, drag queens leem contos para crianças em idade pré-escolar.]

Praticamente todas as semanas surge algum problema que deixa os Estados Unidos preocupados. Mas com nossa atenção voltada para o presidente Donald Trump, Google, Charlottesville, Rússia, impeachment, Jeffrey Epstein, as próximas eleições, racismo, guerra comercial com a China, o movimento #MeToo ou qualquer outra coisa, as organizações LGBTQ trabalham em silêncio para desmantelar as normas éticas, zombando da educação, arruinando a vida de pessoas inocentes e destruindo a ingenuidade infantil. Se você acha que estou exagerando, eis aqui alguns exemplos:

A destruição dos esportes femininos

No último mês, uma levantadora de peso transgênero ganhou várias medalhas de ouro nos Jogos do Pacífico 2019, em Samoa. Laurel Hubbard, da Nova Zelândia, ganhou duas medalhas de ouro e uma de prata em três categorias de levantamento de peso para mulheres com mais de 87 quilos. Hubbard é fisicamente um homem.

Ano passado, dois homens biológicos de duas escolas de ensino médio diferentes de Connecticut competiram na divisão feminina da competição estadual de atletismo. Eles chegaram em primeiro e segundo lugares nos 100 e 200 metros rasos.

Como o Ocidente se acovarda diante das exigências dos grupos LGBTQ, ainda que isso seja injusto para as atletas mulheres, os homens que se consideram mulheres têm permissão para competir contra elas.

E eles quase sempre ganham.

A destruição do gênero – ainda no nascimento

 Como relatado pela Associated Press: “Pais também podem escolher o gênero ‘X’ para os recém-nascidos. Nova York está se juntando à Califórnia, Óregon e Washington, permitindo que o gênero não seja designado nas certidões de nascimento. Uma medida semelhante entra em vigor em Nova Jersey em fevereiro.”

Que porcentagem de norte-americanos acredita que as crianças têm sorte se nascem em famílias cujos pais não as identificam como homens ou mulheres quando do nascimento? Por outro lado, quantos de nós achamos que esses pais estão praticando uma forma de abuso infantil?

A destruição da inocência infantil e da autoridade parental

A Associated Press recentemente também informou que “a Califórnia reformulou seu manual de educação sexual, voltado para os professores das escolas públicas, encorajando-os a falarem de identidade de gênero para os alunos do jardim de infância”.

Tatyana Dzyubak, uma professora do ensino fundamental na região de Sacramento, reclamou: “Eu não deveria estar ensinando essas coisas. Isso cabe aos pais.”

Mas os pais e a autoridade parental sempre foram um empecilho para o totalitarismo. Portanto, a destruição da autoridade parental é um dos principais objetivos da esquerda, da qual as organizações LGBTQ são um dos principais componentes.

Hoje as bibliotecas dos principais centros urbanos promovem a “Hora da Drag Queen” – na qual drag queens leem histórias para crianças em idade pré-escolar. (Leia, por exemplo, o laudatório artigo “A Hora da Drag Queen traz o arco-íris para a leitura”, publicado no New York Times em 19 de maio de 2017.)

Há algumas semanas, o famoso apresentador e ator Mario Lopez disse à analista conservadora Candace Owens: “Se você tem três anos de idade e está dizendo que se sente de uma certa forma ou que acha que é menino ou menina, seja qual for o caso, acho perigoso que um pai tome uma decisão a respeito disso: ‘Ok, então você seja menino ou menina.’ […] Acho que os pais precisam deixar que os filhos sejam crianças, mas ao mesmo tempo você precisa ser o adulto na situação.”

Por expressar com sensibilidade e respeito o que qualquer pai de uma criança de três anos deveria dizer, ele foi condenado pela GLAAD (Aliança de Gays e Lésbicas contra a Difamação) e a PFLAG (Pais e Amigos de Lésbicas e Gays), duas das maiores organizações LGBTQ. Sabendo que sua fonte de renda estava em jogo, ele imediatamente recuou do que disse. Ao estilo da Revolução Cultural Chinesa, ele recuou de tudo o que disse e ainda afirmou que tinha muito o que aprender sobre pais permitirem que crianças de três anos escolham o próprio gênero.

A destruição das normas educacionais

Semana passada, a CNN transmitiu uma reportagem que dizia: “O governador de Illinois, J. B. Pritzker, sancionou uma lei que a contribuição dos LGBTQ será ensinada nas escolas públicas. […] [A lei diz que], ‘nas escolas públicas, o ensino de História deve incluir o estudo do trabalho e da contribuição dada por lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros para a história deste país e estado’.”

A Equality Illinois, maior organização de defesa LGBTQ do estado, deu apoio à lei e disse que o currículo pode “ter um efeito positivo sobre a autoimagem dos alunos, tornando-os mais tolerantes’.

Uma vez que o objetivo do ensino de História passe a ser ensinar o que aconteceu para que isso tenha “um efeito positivo sobre a autoimagem dos alunos”, a história deixa de ter a ver com o passado; ela se torna propaganda. Mas reescrever a História não é problema para a esquerda. Como dizia a velha piada de um dissidente soviético: “Na União Soviética, o futuro é conhecido; o passado é que está sempre mudando.”

Noto quase todos os dias que a verdade é um valor moral progressista e conservador, mas ela jamais foi um valor importante para a esquerda. Este é apenas mais um exemplo.

A destruição da realidade

David Zirin, editor de esportes do Nation: “Outro argumento para impedir que atletas trans participem de competições com atletas cis sugere que a presença deles faz mal a meninas e mulheres cis. Mas essa linha de raciocínio não reconhece o fato de que mulheres trans são mulheres.”

Deputada Ilhan Omar, numa carta para a Federação Norte-americana de Levantamento de Peso: “O mito de que mulheres trans têm ‘uma vantagem competitiva direta’ não tem base científica.”

Sunu Chandy, do Centro Nacional de Direito Feminino: “Não há nenhuma pesquisa que fundamente a ideia de que permitir atletas trans de jogarem em equipes adequadas ao seu gênero criará um desequilíbrio competitivo.”

Como essas pessoas podem dizer tanta mentira? Elas dizem isso porque mentir não é um problema quando a verdade não é um valor moral.

As organizações LGBTQ se preocupam com lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros tanto quanto os comunistas se importavam com os operários. Elas os usam para encobrir sua pauta real: a destruição da civilização como a conhecemos.

(Dennis Prager, Gazeta do Povo)

A nova maneira de vir ao mundo

man pregnant“Criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gênesis 1:27). Aí veio o ser humano e complicou.

Duas matérias publicadas recentemente mostram o nível da confusão em que nossa espécie se meteu. A primeira conta a história de uma professora de academia que conheceu há seis anos outra mulher que frequentava o local. Na época, a aluna usava cabelão e saia. As duas começaram uma relação lésbica, mas após dois anos de relacionamento, a “aluna” (vou chamá-la assim) começou um tratamento hormonal, chegou a marcar a mastectomia, mas desistiu por medo da cirurgia. Passado um tempo, o “casal” entrou na fila de adoção, mas desistiu, com receio de que um dia o filho quisesse conhecer os pais biológicos.

Depois de meses de pesquisas sobre inseminação caseira, a ideia era que a “professora” passasse pelo procedimento, mas não deu certo, foi incômodo e ela desistiu. Então a “aluna” (repaginada como “homem”) decidiu passar pelo processo em casa, depois de alguns meses sem tomar testosterona. O doador ia à residência da dupla, ejaculava em um frasco e a “aluna” injetava o conteúdo na vagina com a ajuda de uma seringa. Depois de onze tentativas ela finalmente engravidou. A “aluna”, que diz não se sentir confortável com a aparência (que geralmente deixa as mulheres orgulhosas), não se olhar no espelho nem sair de casa, afirmou que, depois de amamentar, voltará a tomar hormônios masculinos. Na empresa em que a “aluna” trabalha ela está sendo chamada de “papai do ano”. Na certidão, o bebê terá o nome das duas mulheres, até a “aluna” mudar seus documentos, e será amamentada pela “mãe” e pelo “pai”.

A outra história é parecida. Duas mulheres “casadas” queriam ter um filho. A “esposa” não conseguia engravidar com o sêmen doado por um colega de classe casado (que concordou com a doação, com a condição de que a esposa não ficasse sabendo de nada). Então o “marido” decidiu que engravidaria, e o sêmen foi doado pelo namorado de um amigo das duas. A matéria conta que no dia combinado o doador foi para o banheiro da casa delas assistir a vídeos pornográficos a fim de ejacular em um potinho. A “esposa” colocou o material em uma seringa, fez um carinho para acalmar o “marido” e injetou o conteúdo na vagina “dele”. Deu certo. “Ele” engravidou. O doador disse que não gosta de crianças e prometeu não interferir na vida delas.

Veja que coisa (e espero que a epigenética não tenha tanto efeito assim): o pai verdadeiro de um dos bebês não gosta de crianças e a gerou assistindo a filmes pornográficos; o “pai artificial” da outra ficou desgostoso com o corpo grávido e sequer quis sair à rua para exibir uma condição que, em condições normais, gera orgulho e satisfação. Minha única pergunta é: Que futuro aguarda essas crianças oriundas desse tipo de configuração familiar e vindas ao mundo de um jeito tão diferente do normal? O tempo dirá.

A masculinidade é tóxica?

thor3[Depois explico por que coloquei essa imagem aí ao lado. Meus comentários sobre a matéria abaixo seguem entre colchetes e no fim do texto. – MB]

Pesquisadores do feminismo [que bom que logo de cara a matéria identifica os pesquisadores preocupados com a masculinidade: PESQUISADORES DO FEMINISMO] já discutem a existência de um tipo de masculinidade tóxica há décadas, mas a existência desse tipo de comportamento é agora reconhecida pela Associação Americana de Psicologia (American Psychological Association ou APA, em inglês). Em um guia, organizado ao longo de 2018 e divulgado na quinta-feira (10), a comunidade de psicólogos americanos identifica potenciais problemas que podem surgir na vida de meninos e homens por causa do machismo [o problema é o MACHISMO ou a MASCULINIDADE?] e dá sugestões a terapeutas sobre como combatê-lo.

“Socialização para corresponder à ideologia tradicional de masculinidade [que ideologia seria essa? Aquela que diz que homens são homens e mulheres, mulheres?] limita o desenvolvimento psicológico de homens e seu comportamento, resultando em pressões e conflitos relacionados ao papel de gênero e influencia negativamente a saúde física e mental”, diz trecho do texto publicado pela entidade [o que se pode ver, também, com a tóxica ideologia de gênero, são meninos e meninas confusos com relação à sua sexualidade e identidade]. O guia ainda observa que reconhecer e responder a essas questões decorrentes da masculinidade tradicional [novamente pergunto: aquela que afirma que homem é homem?] é essencial para terapeutas porque eles podem auxiliar homens diretamente afetados por essas pressões, como gays e transgêneros [então vamos tratar a maioria com base em casos de minorias que devem, sim, ser tratados especificamente?], além de compreender e esclarecer aos meninos em fase de crescimento o impacto do sexismo [machismo e sexismo são problemas; masculinidade, não].

Segundo a APA, a masculinidade tradicional tolera e até promove a agressividade – inclusive em relação à mulher –, os comportamentos de risco (uso de drogas, promiscuidade) e a resistência a procurar tratamento de saúde mental, quando necessário [isso é um absurdo! Homens de verdade jamais concordariam com a violência contra a mulher, com a promiscuidade e coisas do gênero. Por que relacionar esses comportamentos errados com a “masculinidade tradicional”? É preciso feminilizar o homem para que ele deixe de ter esses comportamentos? Devemos combater a masculinidade ou os maus comportamentos?]. No entanto, o posicionamento da associação não foi bem recebido por homens nas redes sociais. Usuários do Twitter como o autor do perfil @HWDConservative escreveu que o texto cria temor em relação à “energia masculina”; que seria responsável por avanços em diversas áreas do conhecimento humano.

“Essa energia é a que constrói arranha-céus, motiva pessoas a sacrificar tudo para proteger suas famílias, arriscar tudo por novas descobertas, explorar novas fronteiras enquanto arriscando suas vidas e membros. Certamente, vamos extinguir totalmente essa energia!”, afirmou. Houve também quem questionasse o material exposto pela APA como focado apenas no bem-estar dos homens e não no impacto que seu possível comportamento tem na sociedade, enquanto outro grupo ainda comemorou, finalmente, a abertura do debate a respeito do machismo em mais uma área da comunidade científica.

(UOL)

Nota 1: A Bíblia é bem clara quando afirma que “criou Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gênesis 1:27). HOMEM e MULHER os criou, com todas as suas diferenças que promovem a complementaridade. Masculinidade e feminilidade são atributos desses dois seres. São características, inclinações, instintos diferentes – não melhores, nem piores, apenas diferentes. Homens e mulheres devem ser valorizados e respeitados em suas particularidades, sem precisar desejar os atributos próprios do sexo oposto a fim de ser reconhecidos como pessoas de valor. O que deve ser denunciado e repudiado como nocivo não é a masculinidade nem a feminilidade, mas o machismo e o feminismo, que exacerbam as más qualidades de ambos os sexos, criam divisões e ódios desnecessários e destroem a “imagem e semelhança” de Deus com que fomos criados. [MB]

Nota 2: A tendência à diminuição do masculino fica clara nos quadrinhos e em outras produções culturais recentes. Quando fiz um comentário ao fato de terem escolhido uma mulher para desempenhar o papel de um personagem tipicamente masculino (o 007), recebi muitas críticas dos “progressistas” de plantão (por isso mesmo gravei este vídeo). Bem, agora tenho um exemplo ainda mais claro disso, e ele vem dos quadrinhos (que eu lia vorazmente em minha adolescência, antes destes tempos de lacração): Jane Foster, a namorada do Thor, foi considerada digna de empunhar o martelo Mjolnir, tornando-se, assim, a Thor. Até aí, tudo bem, mas o pessoal da lacração não perdeu a chance: Foster se tornou capaz de controlar o martelo de uma forma que nem o Thor original nunca conseguiu. E tem mais: ela chegou a enfrentar e dar umas pancadas no próprio Odin, o deus supremo da mitologia nórdica, pai de Thor. Resumindo: ela, uma simples humana, de repente se torna mais hábil no uso da arma do que o personagem que maneja a mesma arma há séculos, e ainda dá uns sopapos no deus maioral de Asgard, cujo poder faz dele um rival a altura de personagens como Thanos e Galactus. Pra que isso, gente? A Marvel já tem personagens poderosíssimas como a Feiticeira Escarlate, a irmã do Thor, Hela, e a Fênix. Precisa partir para uma apelação dessas? É a lacração acima da própria coerência. [MB]

Trans processa mulheres que se recusam a tocar em sua genitália

depilacaoUma reportagem da The Spectator americana mostra o grau de loucura em que chegou o mundo pós-moderno, dominado pelo politicamente correto, pela marcha das “minorias” oprimidas, pelo relativismo moral, pelo subjetivismo excessivo, pela ideologia de gênero, pelo desprezo pela lógica e pela ciência. “Jessica” Yaniv, ou Jonathan, é uma “mulher” trans, ou seja, um homem que pensa ser uma mulher, o que em qualquer época normal seria visto como um transtorno psiquiátrico (como a anorexia, em que a pessoa pensa ser gorda mesmo sendo magérrima). JY, como era “conhecida”, resolveu reclamar seus “direitos humanos”, entrando com 13 processos contra esteticistas de Vancouver, no Canadá.

O motivo? “Ela” queria ser depilada no estilo “Brazilian bikini wax”, ou seja, aquele tipo que não deixa quase nada de pelo púbico. Para tanto, “ela” usou fotos falsas de mulheres verdadeiras para tentar marcar o serviço pelo Facebook, mas quando as esteticistas perceberam que “ela”, na verdade, era ele, negaram-se a fazer o trabalho, até porque depilar mulher é bem diferente de depilar homem nas partes íntimas, o que exige treinamento especial.

JY se sentiu “discriminada” e resolveu apelar para a Justiça canadense. Em épocas normais, qualquer pessoa sã acharia graça de alguém tentar processar mais de uma dezena de mulheres porque elas se recusaram a tocar em sua genitália. Mas não vivemos em tempos normais. Vivemos num “novo mundo” onde quem banca a minoria vítima de preconceito tem todo o poder. Se o homem, com um pênis, jura ser uma mulher que até menstrua (foi o caso), então ele não é internado para tratamento, mas, sim, respeitado como mulher. E ai de quem discordar!

A ideologia de gênero se alastrou no Canadá como uma praga, o que explica em parte o sucesso de Jordan Peterson ao combater essa e outras maluquices no país de Trudeau. Os canadenses “progressistas” gostam de se ver como doces, tolerantes e compreensivos, mas o que têm feito, na prática, é engolir todo tipo de loucura em nome da “inclusão”.

Nenhuma mulher deveria ser obrigada a tocar na genitália de um homem contra a sua vontade. Mas hoje é preciso lembrar disso, gritar essa obviedade, o que mostra como o mundo “progressista” se tornou bizarro e vergonhoso

(Gazeta do Povo)

Querem acabar com o homem masculino

007A atriz Lashana Lynch, 31 anos, é a nova 007. No próximo filme do agente, “Bond 25”, Daniel Craig continua sendo James Bond. No entanto, o agente estará aposentado na Jamaica e seu codinome será repassado para a colega Nomi. A novidade foi descrita em um relatório exclusivo publicado pelo jornal Daily Mail. “Existe uma cena no começo do filme em que M (Ralph Fiennes) diz: ‘Pode entrar, 007.’ E então Lashana aparece. Sendo bem claro: Bond continua sendo Bond, mas foi substituído como 007 por essa agente.” A atriz britânica interpretou Maria Rambeau em “Capitã Marvel” e, como nos outros filmes, vai ser alvo da sedução de Bond. No entanto, ela não dará bola para o agente aposentado. A ideia é abandonar as bond girls e apostar em figuras femininas mais fortes. “Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz dura pouco, pois seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond para o rastro de um misterioso vilão armado com uma perigosa nova tecnologia.”, diz a descrição.

Cary Fukunaga vai dirigir o longa-metragem de ação. A estreia está prevista para abril de 2020.

Era questão de tempo. Todos sabíamos que essa conquista estava no alvo da patrulha politicamente correta. Ter um 007 que não fosse o ícone do cavalheiro mulherengo é um sonho feminista. Meter uma mulher negra ainda por cima é lacre duplo, para feministas e racistas vibrarem como se não houvesse amanhã.

O deputado Paulo Eduardo Martins desabafou: “Mataram o 007. Substituído por uma mulher negra ou por uma loira, não importa. O que importa é que o mundo está insuportável e nem o 007 resistiu.” De fato, o grau de chatice dessa turma mimizenta chegou ao extremo.

Na marcha das “minorias oprimidas” não há mais lugar para tradição, pois toda ela é tida como fruto de uma era de abusos patriarcais por parte do homem branco ocidental, o grande algoz da humanidade, segundo essa narrativa tosca.

Esses “machistas obscurantistas” criaram “só” a civilização mais avançada e livre do mundo, mas vai ver a África ou o Oriente Médio é que tem mais a nos ensinar. Cuspir no legado ocidental é o hobby predileto dessa gente, de forma um tanto ingrata. Onde mais as minorias tiveram tantas conquistas?

Por fim, só discordo do caro deputado na afirmação de que uma loira seria indiferente. O patamar de loucura dessa coisa de “interseccionalidade” é tão bizarro que a escolha de uma loira poderia satisfazer as feministas, mas geraria muita revolta no movimento racial, que certamente acusaria o estereótipo como prova de racismo. Em Esquerda Caviar, termino o capítulo sobre minorias prevendo algo assim:

Encerro este capítulo com uma reflexão politicamente incorreta, claro. Imagine uma pessoa que representasse tantas minorias, mas tantas minorias na marcha dos “oprimidos” pelo homem branco, heterossexual, malvado do Ocidente, que não houvesse privilégios suficientes a lhe conceder. Como ela seria?

Cafuza (mistura de índio com negro), nordestina, lésbica (mas serve transexual também), muçulmana, analfabeta, viciada em drogas, ex-presidiária, anã, aleijada, pobre, gorda, feia (também, né?) e sem-teto. Esqueçam cotas raciais, reforma agrária, Bolsa Família ou qualquer outro tipo de benesse estatal. Essa figura seria, por decreto, considerada merecedora de poderes absolutos. Teria de ser alçada imediatamente ao cargo de rainha absoluta da nação! Poderia, naturalmente, dar cem chibatadas por dia em qualquer homem branco heterossexual malvado de sua escolha. E, se quisesse, poderia até ser chamada de “presidenta”.

Não basta ser mulher. Tem de ser mulher e negra. E de preferência lésbica ou transexual. Cada vez será preciso atender a mais critérios de minoria, caso contrário algum grupo vai chiar e apontar o “preconceito”. Quando se abriu a porteira, todos os loucos correram juntos.

(Rodrigo Constantino, Gazeta do Povo)

Nota 1: Ao mesmo tempo em que mulheres não são valorizadas por ser mulheres, mas por ocupar funções e posições antes ocupadas pelo homem, homens em funções fortes, como um chefe de polícia, por exemplo, são substituídos por homossexuais, como acontece em uma série de TV americana atual. Parece mesmo que o discurso feminista da “masculinidade tóxica” está surtindo efeito. Estão matando o homem masculino e colocando em seu lugar homens andróginos, fracos e confusos. [MB]

Nota 2: Fique claro que não aprovo também o personagem clássico desses filmes. James Bond é mulherengo e, obviamente, vive muito longe dos valores e princípios que valorizo. Não é um homem de verdade e não deveria ser imitado por nenhuma mulher. Que homens e mulheres sejam valorizados pelo que são e da forma como foram criados.[MB]

Leia também: Camille Paglia: nós sufocamos os homens

Para onde foi o menino Rhuan e para onde vão suas assassinas

rhuanA ilustração abaixo circulou nas redes sociais e emocionou muitas pessoas. Trata-se do garotinho Rhuan, de nove anos de idade, que teve o pênis cortado há um ano e foi degolado e esquartejado há poucas semanas pela mãe e a companheira dela (crime semelhante ao das lésbicas mexicanas que mataram um menino porque ele se recusou a usar um vestido rosa; confira aqui e aqui). A imagem suscita sentimentos contraditórios – de compaixão pelo menino e de raiva e indignação pela atrocidade cometida pelas duas. E levanta, também, um questionamento: Para onde foi Rhuan e para onde vão as duas assassinas? Segundo Jesus, o reino dos Céus é dos pequeninos (Mt 19:14), portanto, podemos imaginar que Rhuan se levantará de seu “sono da morte” por ocasião da volta de Jesus e terá uma eternidade pela frente, com pessoas, anjos e um Deus triúno que manifestarão por ele amor incomparável (saiba mais aqui). Lágrimas não mais serão derramadas (Ap 21). Nunca mais haverá sentimento de abandono e desprezo. Dor e morte ficarão no passado. O amor e o carinho que o pequeno Rhuan receberá para sempre serão infinitamente melhores que aquilo que ele experimentou em sua curta e trágica vida.

E quanto às duas? Bem, a menos que elas se arrependam de todo o coração e busquem o perdão de Deus, queimarão no lago de fogo com todos os ímpios empedernidos (Ap 20). No Apocalipse, João chama esse lago de “segunda morte” (Ap 20:14), a morte da qual não há retorno, pois suas consequências são eternas, daí também ser chamada de “fogo eterno”. Como diz o profeta Isaías, essa será a obra estranha de Deus (Is 28:21), ou seja, em respeito à decisão dos perdidos, Ele permitirá que eles não mais existam e recebam a punição por seus atos hediondos.

Que Jesus venha logo para que meninos e meninas não mais sejam alvo de violência e abusos, e para que monstros em forma humana recebam o pagamento por seus pecados! [MB]

jhuan

isis_rhuanNota 1: A atriz Ísis Valverde postou na sexta-feira um comentário sobre a morte do Rhuan e uma ilustração antifeminista e antiaborto. A repercussão e a pressão foram tantas que ela apagou e pediu desculpas. Não deveria ter cedido, pois fica óbvio que as lésbicas que mataram o Rhuan, tanto quanto as lésbicas do México, foram movidas pela androfobia alimentada em grande medida por movimentos feministas progressistas. A pouca repercussão de ambos os casos na mídia mainstream se deve ao fato de eles contrariarem certos discursos que estão sendo empurrados goela abaixo da sociedade. Veja: as assassinas são homossexuais e os assassinados são meninos, brancos e foram obrigados a deixar de ser o que não podiam deixar de ser: homens. Por que a mídia se recusa a discutir o que está envolvido nesses crimes?

Nota 2: O cantor Buchecha escreveu em seu Twitter: “Uma mãe lésbica e sua parceira esquartejaram um menino, porque queriam que ele fosse menina, cortaram o pênis da criança e assassinaram-na, não vi nenhum ativista das causas LGBTs e nem artistas se pronunciarem com veemência de costume, partidos políticos de causas próprias, tô fora.” Matéria publicada no site Acontece afirma que “toda vez que indivíduos que fazem parte de supostas minorias são vítimas de algum ato, os grandes meios de comunicação tendem a amplificar suas histórias, contudo, quando a ordem se inverte, e o agressor faz parte de uma das tais minorias, a grande mídia tende a diminuir o alcance dos ocorridos ou até abafar. O caso do menino Rhuan é apenas um exemplo.”

Nota 3: Quero ver logo mais a cara-de-pau de atores famosos pedindo dinheiro para certas campanhas de ajuda às crianças, depois de terem ignorado sistematicamente a tragédia do garotinho Rhuan, ou então depois de terem amarelado diante da pressão de grupos que não querem que esse crime ganhe mais visibilidade e venham à luz questões graves e delicadas ligadas a ele e jogadas para debaixo do tapete politicamente correto.