EUA atingem nível recorde de doenças sexualmente transmissíveis

dstAs doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) atingiram um nível recorde no ano passado nos Estados Unidos, quando foram notificados mais de dois milhões de casos de clamídia, gonorreia e sífilis no país. De acordo com o relatório anual que analisa o comportamento das DSTs, divulgado [na] terça-feira pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), este é “o número mais alto já” registrado. “As DSTs estão fora de controle e isso traz grandes complicações para os americanos”, disse David Harvey, diretor executivo da Coalizão Nacional dos Diretores de DSTs.

A maioria dos novos casos – 1,6 milhão – foi de clamídia, infecção bacteriana que afeta homens e mulheres. A gonorreia também aumentou nos dois sexos. Em todo o país os casos da doença chegaram a 470.000, mas o maior crescimento foi registrado entre os homens que têm relações sexuais com outros homens. Mesma situação da sífilis, cujos casos ficaram em 28.000 em 2016, com um aumento de quase 18% em relação a 2015.

Também foram registrados mais de 600 casos de sífilis congênita, um aumento de 28%, que levaram a “mais de 40 mortes e complicações severas da saúde [dos bebês]”, segundo o relatório.

Somente essas três doenças são de notificação compulsória nos Estados Unidos. Mas, se forem consideradas todas as DSTs, incluindo HIV e herpes, o CDC estima mais de 20 milhões de novos casos todos os anos no país e pelo menos metade deles em pessoas jovens, entre 15 e 24 anos.

As DSTs podem ser prevenidas com uma simples medida: o uso do preservativo nas relações sexuais, o que não tem acontecido, já que seu aumento é um fenômeno mundial. O tratamento dessas três doenças envolve a administração de antibióticos, apesar das crescentes preocupações sobre a resistência a esses medicamentos. Mas se não forem tratadas, podem levar à infertilidade, gravidez ectópica e a um risco elevado de transmissão de HIV.

(Veja.com)

Leia também: “Casar pode salvar vidas” e “Consequências do sexo fora de contexto”

 

 

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Exposição de arte pornográfica e a “cura gay”

exposicao-santanderO cancelamento da exposição de arte pornográfica do banco Santander deu o que falar na semana passada. De um lado, os defensores da liberdade de expressão irrestrita e o pessoal da comunidade LGBT consideraram um erro a instituição ter cancelado a exposição. De outro, pessoas mais conservadoras e que ainda levam em conta os valores judaico-cristãos consideraram um grande erro do banco ter promovido a mostra e do governo em permitir a utilização de recursos públicos para financiar a exibição de quadros com pedofilia, zoofilia/bestialismo e até desrespeito a símbolos religiosos, como no caso das hóstias nas quais foram escritas palavras de baixo calão. Isso é promoção da “diversidade”? Isso é cultura? O repúdio à mostra ficou bem evidente: milhares de correntistas cancelaram suas contas no banco.

Foram interessantes alguns comentários no Twitter. Veja alguns exemplos:

“Repúdio à Duracell pela propaganda de dia dos pais: democracia. Repúdio à mostra de arte do Santander Cultural: fascismo. Ué!?” [Obs.: A propaganda da Duracell destacava alguns atributos masculinos dos pais.]

“Exposição bizarra e imoral apoiada pelo Santander foi cancelada e o dinheiro captado da Lei Rouanet [cerca de um milhão de reais], quem vai devolver aos cofres públicos?”

“Vamos convocar o Santander e os defensores da pedofilia pra depor na CPI dos maus-tratos infantis.” [Tweet do senador Magno Malta.]

“Sabe aquele banco que demitiu a Sinara Polycarpo em 2014 por ordem do Lula? Continua aprontando.”

“Vivi até aqui só pra ver certas figurinhas da esquerda anticapitalista defendendo uma poderosa instituição bancária!”

E em uma petição pública: “Aprendam uma lição básica: o movimento LGBT usa a bandeira da tolerância para escarnecer, atacar e vilipendiar aquilo que outros consideram sagrado, e ao mesmo tempo não toleram nenhum tipo de crítica!”

criancas santanderMais uma vez fica evidente a defesa de certos direitos em detrimento de outros. No caso da exposição, o direito de ter respeitados símbolos e a consciência religiosa foi sobreposto pelo direito de vilipendiar esses mesmos símbolos e valores. Mas isso ainda não é o pior. A mostra esteve aberta ao público de qualquer idade, crianças estiveram lá, e isso acabou violando outro direito, além de ilustrar bem o que esta sociedade libertina tem feito com os pequenos. Veja o que escreveu meu amigo psicólogo Hélio Martins Furtado de Oliveira:

“A infância é um período muito precioso na constituição biopsicossocial do ser humano. Tudo que acontece entre 0 e 12 anos de vida de uma pessoa impacta decisivamente todos os demais, potencialmente mais do que qualquer coisa que venha a acontecer em outros momentos de sua trajetória. A criança em formação precisa ter preservada uma série de inocências para que se desenvolva de maneira saudável. Todos teremos muito tempo para viver a fase adulta e, inevitavelmente, entraremos em contato com muitas manifestações deturpadas e patológicas da sociedade em que estamos inseridos. No entanto, especialmente no caso das crianças, quebrar inocências saudáveis para um desenvolvimento adequado e considerado normal, vivendo cada fase a seu tempo e sem exposições desnecessárias é algo que deveria ser tratado de forma mais cuidadosa pelos pais, pelos educadores, pela sociedade como um todo.

“Quando essas inocências são quebradas o efeito sobre toda a sexualidade de uma criança é especialmente percebido no trabalho clínico em forma dos mais variados conflitos e traumas. Uma coisa é certa: criança precisa ser criança, plenamente criança, apenas criança. Preservar a inocência nessa fase (0 a 12 anos) é fundamental para um desenvolvimento saudável, uma vez que os primeiros 12 anos de vida passarão rápido, mas os efeitos da preservação dessa inocência serão quebrados inevitavelmente pelo convívio em sociedade.

“A inocência no que diz respeito à sexualidade é a mais importante dessas inocências, o que não quer dizer que pais, educadores, psicólogos e a sociedade organizada não possam tocar no assunto, sempre respeitando e preservando limites saudáveis entre curiosidade e exposição (que na maior parte das vezes é desnecessária e muitos pensam ser saudável). Criança não entende tudo, não importa o quanto haja de diálogo ou explicação. Criança é criança porque o que ela tem de mais valioso se chama inocência! O tempo se encarregará de quebrar naturalmente essas inocências.

“Em nossos dias a quebra tem acontecido de forma deliberada, com objetivos e ideias equivocados. Precisamos cuidar para que essas inocências sejam ‘quebradas’ em momento oportuno, de forma o mais natural possível, dentro de contextos saudáveis (sim, é possível!), com a devida orientação dos pais em primeiro lugar e dos educadores como apoiadores e, por que não, do compromisso da sociedade em entender o valor dessa inocência. Respeitar o valor dessa inocência tão valiosa é peça-chave para o ensino e a consolidação do conceito correto de respeito ao próximo e de si mesmo na formação biopsicossocial de um cidadão. Expor crianças a coisas que não são saudáveis nem para adultos jamais vai contribuir para um desenvolvimento biopsicossocial saudável.”

Por causa de certos prazeres, preferências sexuais ou mesmo gostos estéticos, adultos não têm o direito de violar a inocência das crianças, comprometendo o futuro emocional delas.

Quanto à tal “cura gay”, assunto que tomou conta dos debates nesta semana, fica evidenciado outro direito violado. Não quero discutir aqui se homossexualismo é ou não doença. Nem sequer tenho competência para isso. Igualmente não estou aqui para condenar homossexuais pelo simples fato de discordar do estilo de vida deles. Não tenho esse direito. Cada pessoa vive a vida que quer (desde que isso não atente contra a vida alheia, evidentemente), e o próprio Deus respeita nossas escolhas. Mas quero chamar atenção para um aspecto da discussão: os muitos homens e as muitas mulheres que sofrem por causa de tendências homossexuais e que lutam contra isso (por uma série de fatores, entre os quais religiosos) e poderiam ter ajuda profissional para lidar com a situação. Por que privar do direito a um tratamento psicológico um homossexual que esteja descontente com sua condição? Por que não dar a essa pessoa o direito de não querer ser como é, como tantos outros com tantas outras tendências também não querem?

A pastora evangélica Sarah Sheeva disse em um vídeo no Instagram que o verdadeiro preconceito está sendo dirigido contra a psicologia e a psicoterapia. Que o brasileiro, manipulado pela mídia, volta a deixar claro que, no fundo, pensa que quem procura um profissional da área psicológica é porque está maluco. Se alguém procurar um terapeuta porque quer assumir sua homossexualidade, tudo bem. Mas se fizer isso porque não quer ser homossexual, aí não. Isso é inadmissível! Sarah afirma que existe uma ditadura gay em nosso país.

Quem está gritando que transformaram a homossexualidade em doença com certeza não leu a decisão do juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal. Nesses momentos, a gente percebe o estrago que a desinformação faz nas redes sociais e o desserviço que prestam certos setores da mídia. É mais uma evidência de que vivemos mesmo na era da pós-verdade ou do pós-fato.

Para quem não se deu ao trabalho de saber o que o juiz decidiu, aqui vai: ele simplesmente permitiu que aqueles que desejarem possam ser atendidos por psicólogos, pois o Conselho Federal de Psicologia havia proibido que seus profissionais acompanhassem homossexuais em busca de auxílio em relação à orientação sexual. Ou seja, o juiz restituiu a liberdade individual do cidadão em procurar ajuda e a dos profissionais de psicologia em ajudar.

A decisão foi tomada com base em uma ação popular, proposta por dois psicólogos contra o Conselho Federal de Psicologia, com fundamentos no Artigo 5º da Constituição Federal. A ação busca a suspensão dos efeitos da Resolução 001/1999, que estabeleceu normas de atuação para os psicólogos em relação às questões voltadas à orientação sexual. Os autores afirmam que constitui ato de censura a negativa quanto ao desenvolvimento de estudos, atendimentos e pesquisas sobre tal comportamento, resultando em ato lesivo ao patrimônio cultural e científico do País, pela restrição da liberdade de pesquisa científica dos profissionais.

O juiz mesmo deixa claro que não se trata de “cura gay”, mas simplesmente a promoção da qualidade de vida das pessoas que buscam a Psicologia por terem dúvidas quanto à sua orientação sexual. Conflitos todos têm e merecem ser ajudados.

A reação ao cancelamento da exposição de “arte” do Santander e a celeuma criada em torno da “cura gay” evidenciam uma coisa: a sociedade está doente. Nós estamos doentes. E em lugar da hashtag #curagay deveríamos promover outra: #curahumana. Mas isso somente o Criador do ser humano poderá fazer. Até lá viveremos de polêmica em polêmica, de desrespeito em desrespeito, de sofrimento em sofrimento. [MB]

Leia mais sobre homossexualismo. Clique aqui e aqui.

Após protestos, Santander encerra exposição pornográfica

queerPoucos dias antes de completar um mês em cartaz no Santander Cultural, no Centro de Porto Alegre, a exposição “Queermuseu – Cartografias da diferença na América Latina” teve de ser fechada e encerrada neste domingo (10), após protestos – segundo informações preliminares que vêm circulando nas redes sociais – em que pessoas contrárias ao teor das obras teriam causado tumulto em frente ao museu, ainda no sábado, em manifestação contra a exposição. O Jornal do Comércio buscou informações junto ao Santander Cultural, mas só obteve informações da segurança, presente na portaria do local, de que de fato a exposição, que funcionaria das 14h às 19h neste domingo, está fechada em razão de “imprevistos” ocorridos ontem. No início da tarde, o Santander Cultural emitiu uma nota em que afirmou estar recebendo diversas manifestações críticas a respeito da exposição e confirmou o encerramento da mostra neste domingo.

“O objetivo do Santander Cultural é incentivar as artes e promover o debate sobre as grandes questões do mundo contemporâneo, e não gerar qualquer tipo de desrespeito e discórdia”, diz o texto. “Desta vez, no entanto, ouvimos as manifestações e entendemos que algumas das obras da exposição Queermuseu desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas, o que não está em linha com a nossa visão de mundo. Quando a arte não é capaz de gerar inclusão e reflexão positiva, perde seu propósito maior, que é elevar a condição humana”, afirma a nota da instituição.

Com curadoria de Gaudêncio Fidelis, a Queermuseu é formada por mais de 270 obras (oriundas de coleções públicas e privadas) que percorrem o período histórico de meados do século 20 até os dias de hoje. A iniciativa explora a diversidade de expressão de gênero e a diferença na arte e na cultura. A exposição foi aberta na metade de agosto, com entrada franca, e seguiria até 8 de outubro. A mostra foi viabilizada pela captação de R$ 800 mil por meio da Lei Rouanet. Em protesto contra o encerramento da mostra, o Nuances – Grupo Pela Livre Expressão Sexual organiza nesta terça-feira (12) à tarde, em frente ao Santander Cultural, o Ato pela Liberdade de Expressão Artística e Contra a LGBTTFobia, “em defesa da liberdade de expressão artística e das liberdades democráticas”.

(Jornal do Comércio)

Note bem: Utilizaram recursos públicos para promover uma exposição de “arte” pornográfica e anticristã que contém quadros com pedofilia, zoofilia/bestialismo e até desrespeito a símbolos religiosos, como no caso das hóstias nas quais foram escritas palavras de baixo calão. Isso é promoção da “diversidade”? Isso é cultura? Foram bem interessantes alguns comentários no Twitter. Veja alguns exemplos [MB]:

“Repúdio à Duracell pela propaganda de dia dos pais: democracia. Repúdio à mostra de arte do Santander Cultural: fascismo. Ué!?” [Obs.: A propaganda da Duracell destacava alguns atributos masculinos dos pais.]

“Exposição bizarra e imoral apoiada pelo Santander foi cancelada e o dinheiro captado da Lei Rouanet [cerca de um milhão de reais], quem vai devolver aos cofres públicos?”

“Depois de promover artes com cunho bestial e pedófilo, uma agência do Santander foi agraciada com arte como forma de agradecimento/resposta.” [Post com a foto abaixo.]

santander

“Vamos convocar o Santander e os defensores da pedofilia pra depor na CPI dos maus-tratos infantis.” [Tweet do senador Magno Malta.]

“Sabe aquele banco que demitiu a Sinara Polycarpo em 2014 por ordem do Lula? Continua aprontando.”

“Vivi até aqui só pra ver certas figurinhas da esquerda anticapitalista defendendo uma poderosa instituição bancária!”

[E em uma petição pública:] “Aprendam uma lição básica: o movimento LGBT usa a bandeira da tolerância para escarnecer, atacar e vilipendiar aquilo que outros consideram sagrado, e ao mesmo tempo não toleram nenhum tipo de crítica!”

PUC-SP instala banheiro unissex e causa polêmica

pucA Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo divulgou ter instalado um banheiro unissex no primeiro andar de um dos seus prédios em Perdizes. De acordo com a instituição, a medida foi uma forma de atender a “diversidade de sua comunidade”. “A PUC-SP, atenta à diversidade de sua comunidade universitária, composta por alunos, professores e funcionários, buscou contemplar a todos com a implementação do banheiro unissex. A instituição ressalta que esses sanitários são de uso comum, não direcionados a públicos específicos”, disse a universidade em nota. Nas redes sociais, a medida não teve consenso e dividiu a opinião dos internautas.

Nos Estados Unidos, o então presidente Barack Obama criou polêmica, em 2016, ao determinar que as escolas públicas permitissem que os alunos transgêneros usassem banheiros e vestiários de acordo com sua identidade de gênero. Na época, legisladores conservadores [sic] reagiram acusando a Casa Branca de abuso de poder. Por outro lado na Carolina do Norte, uma lei obrigava os transexuais a usar banheiros segundo o sexo de nascimento. Essa lei foi denunciada como discriminatória por várias personalidades, organizações da sociedade civil e pelo Partido Democrata.

Em fevereiro deste ano, o presidente Donald Trump revogou a decisão de Obama de permitir que os alunos escolhessem qual banheiro usar de acordo com sua identidade de gênero.

(G1 Notícias)

Nota 1: Em seu Twitter, minha amiga Vanessa Raquel Meira postou os seguintes comentários: “Fico confusa… Tem que ter um vagão só pra mulher no metrô. Mas banheiro pode usar ômi e mulé junto. É assim? Semana passada tinha um ômi no banheiro feminino da faculdade. Se ele tivesse com o pipi de fora eu não poderia gritar, por que, né? Eu fico confusa porque se o cara tiver com o instrumento de fora dentro do metrô eu posso gritar. Mas no banheiro feminino não posso.” Realmente, é muita sandice e incoerência. Imagine que espaço ideal para tarados, pervertidos, abusadores e voyeurs, entre outras espécies…

Nota 2: E o amigo Marco Dourado escreveu: “Separação de banheiros sempre foi uma precaução óbvia para se preservar a dignidade, a intimidade, a privacidade e a integridade física da mulher. Geralmente, um estabelecimento dedica mais esforço para manter os banheiros femininos o mais asseados possível e com as melhores instalações. Obrigar uma mulher a dividir banheiro público com homens é algo de tal forma ofensivo e absurdo que se alguém não entender de cara essa perversão, mil explicações, tratados, memes, vídeos, teatrinho de fantoches etc. etc. etc. não serão suficientes. Digo e repito: o genocídio cultural contra o Ocidente atingiu o estágio de no-return-point.”

Ex-transgêneros falam sobre arrependimento em documentário

tranzformedO documentarista David Kyle Foster [lançou] no dia 15 de junho um novo filme que relata histórias de ex-transgêneros. “TranZformed: Finding Peace With Your God-Given Gender” (“Transformados: encontrando a paz com o gênero que Deus lhe deu”, em tradução livre) é escrito por Foster, que afirma ser ex-homossexual, e dirigido por Karl Sutton. O documentário, além de abordar a história da transgeneridade desde a antiguidade, apresenta quinze pessoas ex-transgêneros. Segundo Foster, o traço comum entre elas é o de que “quase todas, senão todas, foram vítimas de abuso sexual na infância”. “A mensagem do filme é a de que as pessoas são muito fragilizadas e precisam de muita ajuda”, disse o produtor ao site norte-americano ChurchMilitant. Ele acredita no impacto que a produção possa ter na vida de pessoas transgêneros que estão à procura de forças para deixar para trás esse estilo de vida.

No filme, Foster aborda ainda a alta taxa de suicídio entre pessoas com “disforia de gênero”, que chega a 40%. Ele explica que a tendência ao suicídio cai logo após a cirurgia, mas aumenta a partir do momento em que a pessoa começa a se arrepender. “A cirurgia não conserta nada”, diz ele. “Só torna tudo mais complicado e custa um dinheirão. Então a pessoa entra em depressão depois de uma euforia inicial por ter atingido seu objetivo.”

Foster já produziu “Such Were Some of You” (2014), que relatou a história de 29 pessoas que se declaram ex-homossexuais, e “How Do You Like Me Now?” (2016), dirigido a parentes e amigos de pessoas homossexuais.

Confira abaixo o trailer de “TranZformed”, que estará disponível para compra em DVD no seu site oficial:

(Sempre Família)

Pais, cuidado! Canal de TV exibe animação pornográfica

festa salsichaA decadência humana parece não ter fim e o fundo do poço moral da humanidade continua sendo cavado. Prova disso é a exibição em um canal pago – com classificação de apenas 16 anos mas ao alcance de qualquer pessoa de qualquer idade – de uma animação pornográfica intitulada “Festa da Salsicha”. O desenho animado aparentemente infantil tem cenas de sexo grupal, orgias, linguagem obscena e homossexualismo. E pode atrair as crianças justamente por parecer inofensivo. O portal G1 descreve assim essa animação pra lá de “animada”:

“Depois da vida secreta dos brinquedos (‘Toy Story’) e de ‘A vida secreta dos bichos’, ‘Festa da Salsicha’ mostra a vida secreta dos produtos de supermercado. Sério, é um filme sobre isso. Eles creem que humanos são deuses e os levarão da prateleira ao paraíso. A salsicha Frank é separada de seus amigos de pacote, enquanto todos começam a descobrir que o céu não existe e todos serão devorados. A ideia absurda é a cara do chapado Seth Rogen (Frank), roteirista e ator de ‘Superbad’ (2007) [e outras produções]. […] Não é uma superprodução, mas com orçamento estimado em US$ 19 milhões foi um sucesso inesperado no verão dos EUA. Já rendeu por lá US$ 96 milhões. […] Quando você acha que vai ficar só em brincadeiras de ‘e se minha comida falasse’, pegação de salsicha com pão e treta de alimento árabe com judeu, começa a realmente se comover com o destino dos personagens. Ponto para as assustadoras cenas de mutilação em que uma banana descascada vira um pobre rosto sem pele e fofas ‘cenouras baby’ são mastigadas vivas. Assim, a animação questiona religião (o pão árabe acredita que será recebido no paraíso por 77 garrafas de azeite extravirgem, por exemplo) e vai parar em niilismo (a perda da fé leva ao pavor, mas também a incríveis orgias) e metafísica. É quando o filme começa a questionar sua própria existência. Mas aí você precisa ver tudo desde o começo para acompanhar a viagem – e pensar que tudo começou com uma piada de enfiar a salsicha no pão.”

E aí está a obra maravilhosa elogiada pela crítica. Sobre uma criança, o menor dos males seria o de fazer com que ela passasse a ter pena dos vegetais que come. O público conservador em geral vai concentrar a atenção na pornografia suja e descarada. Mas muito pior do que tudo isso é o deboche da religião e a apresentação da promiscuidade como alternativa aos que não têm mesmo futuro. Os deuses humanos, em lugar de salvar os vegetais, vão fatiá-los, triturá-los, esmagá-los e devorá-los. Não há esperança além do supermercado (ou seja, da vida). E já que vão todos morrer mesmo, por que não “aproveitar” e dar vazão a todos os instintos vegetais animais?

Então a única alternativa para os que concluem que Deus não existe é a perversão sexual e o niilismo inconsequente? Bem, essa é a ideia dos produtores e do roteirista “chapado” Seth Rogen. Uma ideia que, infelizmente, multidões estão pagando para ver – e imitar.

Michelson Borges

hbo

Jornalista homossexual é contra “casamento” gay

jean-pierreJean Pierre Delaume-Myard é um jornalista francês. Ele é o realizador e um dos porta-vozes da Manif pour Tous [Manifestação para Todos], um grande movimento pró-família que levou centenas de milhares de pessoas às ruas da França para defender o matrimônio natural diante dos ataques do governo de François Hollande. E atenção: trata-se de ataques não porque o governo apenas defendesse o chamado “casamento” gay, mas porque o governo reprimia a liberdade de expressão daqueles que contestavam que a união civil homossexual equivalesse ao matrimônio natural entre um homem e uma mulher abertos à geração de novas vidas humanas. Jean Pierre Delaume-Myard se opõe ao chamado “matrimônio para todos” e à adoção de crianças por casais gays porque não concorda que a união civil homossexual seja equivalente ao conceito de matrimônio natural.

E não, Jean Pierre Delaume-Myard não é “homofóbico”. Ele foi às ruas e convocou as pessoas às ruas para declarar precisamente que os homossexuais são cidadãos responsáveis. Para declarar que a orientação sexual não pode ser transformada em uma lei imposta a todos. Para rejeitar uma lei que, mais cedo ou mais tarde, vai pôr em xeque o conceito natural de família.

Jean Pierre escreveu o livro Homosexuel contre le mariage pour tous [Homossexual contra o matrimônio para todos], no qual relata o poder do lobby gay e denuncia como esse lobby se apropria da voz dos homossexuais apesar de não representar a maioria deles.

Estas são algumas das ideias expostas no livro:

Ele se opõe ao chamado “matrimônio homossexual” na França porque a proposta prevê a adoção. “Toda criança tem, antes de tudo, a necessidade de um pai e de uma mãe para se realizar. Há uma grande diferença entre ter dois ‘papais’ ou duas ‘mamães’ e ter pai e mãe heterossexuais. A verdadeira igualdade tem sua única fonte no casal pai e mãe, o único incontestável. Pretender apagar esse fato da natureza é negar a própria realidade. Todos devem a vida à igualdade homem-mulher.”

“A enorme instabilidade entre os casais do mesmo sexo, confirmada por numerosos estudos realizados nos países em que esse tipo de casamento foi legalizado, aponta que as consequências para a criança são especialmente o fracasso escolar, os problemas para a futura integração profissional e a estabilidade afetiva.”

“O recurso à ‘barriga de aluguel’ é inaceitável moralmente porque a mulher não é uma mercadoria contratável e a criança não pode ser utilizada como remédio afetivo para casais do mesmo sexo.”

“A ‘barriga de aluguel’ é uma violência radical, já que consiste em privar uma criança do seu direito inalienável às suas origens, do direito de conhecer o próprio pai e a própria mãe. Todos nascemos de um pai e de uma mãe. Que direito existe de privar disso uma criança?”

Costuma ser aduzido neste ponto o fato, igualmente real, de que muitos pais e mães heterossexuais abandonam os próprios filhos. No entanto, a solução para esse problema gravíssimo estará mesmo no recurso a outro problema gravíssimo? Por que não se resolve cada problema com a solução que de fato elimina sua raiz? É uma problemática semelhante à do aborto: o “problema” consiste no despreparo para a gravidez e, por obviedade, a solução está em investir na conscientização, educação e preparação dos jovens para a gravidez – e não em ignorar este verdadeiro problema oferecendo escapes como o aborto, que contribuem para perpetuar a irresponsabilidade sexual dos jovens e dos adultos num ciclo vicioso sem fim. No caso das crianças abandonadas pelos pais, quanto mais se tenta transformar soluções paliativas em “soluções habituais”, mais se desvia do foco: eliminar o problema do abandono, incentivando a paternidade e a maternidade responsáveis.

“Como católico praticante, nunca tive que vestir uma armadura para ir à igreja aos domingos. Toda vez que confessei minha sexualidade a um sacerdote, ele não apenas me ouviu, mas me acolheu com bondade, permitindo-me até fazer a leitura, na missa, dos textos sagrados.”

“O lobby gay não representa a totalidade dos homossexuais. Na Europa, ele tem influência em toda parte. A mídia prefere dar visibilidade a um homossexual do lobby LGBT em vez de ouvir um homossexual que não faz parte de um lobby. Se um homossexual não está de acordo com o lobby gay, ele é forçosamente manipulado, marginalizado e relegado. O lobby gay exerce uma ditadura insuportável e nos encerra numa categoria de ‘pessoas especiais’ no seio da humanidade. E isso, na prática, gera desigualdade”.

“Cada vez que me pronuncio publicamente, recebo mensagens abertamente hostis na minha página do Facebook: ‘Vamos tocar fogo em você’, ‘Traidor imundo’, etc.”

“A Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais é financiada com fundos da União Europeia e de governos como o norte-americano e o holandês. É um truste financeiro: recebeu, em 2012, 1,4 bilhão de euros.”

“O lobby gay está decidido a destruir, sem importarem os meios, as instituições do matrimônio e da família natural, com a ajuda de alguns lobbies feministas, como o grupo Femen, que não é o único.”

“A questão da ideologia de gênero está intimamente ligada à Procriação Medicamente Assistida e ao seu corolário, a gestação sub-rogada. Para nos fazer acreditar que um homem com um homem ou uma mulher com uma mulher podem ter um filho, eles nos impõem a ideologia de gênero.”

“O conceito de gênero é o instrumento de uma revolução antropológica e cultural em nossas sociedades pós-modernas em busca de identidade e igualdade.”

“Recentemente, lançamos na Europa uma campanha em favor do matrimônio homem-mulher e da filiação pai-mãe-filhos. Com espírito de esclarecimento, mas também de unidade, a iniciativa cidadã Mum, Dad & Kids [Mamãe, Papai e Filhos] propõe que a União Europeia adote uma definição do matrimônio e da família na legislação comunitária. A iniciativa foi apresentada oficialmente em Paris no dia 18 de abril.”

(Aleteia)

Nota: Interessante o posicionamento de Jean-Pierre ao defender o conceito bíblico e natural de casamento (heteromonogâmico). É também interessante o tratamento que ele recebeu em sua igreja: de aceitação e compreensão. Ter tendências homossexuais não é pecado, assim como qualquer outra tendência pecaminosa não o é. Entregar-se às práticas ditadas por essas tendências, sim, é pecado. A militância gay incentivada pelos interesses denunciados por Jean vai totalmente de encontro à cosmovisão criacionista bíblica e por isso deve ser denunciada. É como na máxima: devemos amar o pecador e odiar o pecado. [MB]