Sinais do fim: todos de uma vez

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Isaías previu a destruição da Síria?

Público aceitará muito bem existência de ETs

disco_voadorÀ medida que a tecnologia nos torna mais capazes de aferir se existem outras formas de vida no Universo, uma questão importante precisa ser respondida: Quando fizermos contato, como vamos lidar com isso? Será que nos sentiremos ameaçados e reagiremos com horror? Será que nos daremos bem com a notícia? Ou será que vamos simplesmente encolher os ombros como qualquer outra coisa com que temos de lidar em nosso mundo cada vez mais acelerado? “Se estivéssemos cara a cara com uma vida de fora da Terra, nós na verdade ficaríamos bastante animados com isso”, garante o professor Michael Varnum, da Universidade Estadual do Arizona, nos EUA. “Tem havido muita especulação sobre como podemos responder a esse tipo de notícia, mas até agora quase nenhuma pesquisa empírica sistemática [havia sido feita].”

Em um estudo piloto, Varnum e seus colegas analisaram a linguagem em artigos de jornais, revistas e sites sobre possíveis descobertas de vidas extraterrestres, analisando a natureza das reações à vida alienígena. Para isso, eles utilizaram um programa de computador que quantifica emoções, sentimentos, impulsos e outros estados psicológicos em textos escritos. Os artigos no estudo piloto centraram-se no anúncio de micróbios marcianos extraterrestres possivelmente fossilizados em um meteorito (1996); o descobrimento em 2015 do escurecimento periódico em torno da Estrela de Tabby, que durante algum tempo se pensou indicar a presença de uma “esfera Dyson” construída artificialmente; e a descoberta, em 2017, de exoplanetas terrestres na zona habitável de uma estrela. O levantamento constatou que a linguagem usada na cobertura desses eventos apresenta significativamente mais emoções positivas do que negativas.

A equipe então partiu para entrevistar diretamente mais de 500 voluntários, pedindo-lhes para escrever sobre suas próprias reações hipotéticas e qual seria em sua opinião a reação da humanidade ao anúncio da descoberta de vida microbiana extraterrestre. As respostas dos participantes também mostraram emoções significativamente mais positivas do que negativas, tanto ao contemplar suas próprias reações como as da humanidade como um todo. “Eu ficaria entusiasmado com as novidades. Seria emocionante, mesmo que fosse uma forma primitiva de vida”, escreveu um participante típico.

A equipe também analisou as notícias mais recentes sobre as especulações de que o asteroide interestelar ‘Oumuamua poderia ser uma nave espacial. Também nesse caso houve significativamente mais emoções positivas do que negativas, sugerindo que também podemos reagir positivamente à notícia da descoberta de evidências de vida inteligente – e não apenas micróbios – em outros lugares do Universo.

Varnum concluiu que seus estudos, “tomados em conjunto, sugerem que, se descobrirmos que não estamos sozinhos, vamos receber as notícias bastante bem”.

(Inovação Tecnológica)

Nota: Agora imagine se de dentro de uma nave dessas sai um ser parecido com um anjo ou mesmo “Jesus”… O caminho para esse engano final vem sendo preparado há um bom tempo. Assista ao vídeo abaixo. [MB]]

Leia também: A Chegada: os aliens chegam e levam o ecumenismo ao ápice

A origem da mentira do arrebatamento secreto

arrebatamentoA Reforma Protestante abalou os fundamentos do Romanismo pregando e ensinando as profecias de Daniel e Apocalipse, usando o historicismo como base hermenêutica de interpretação. Todos os grandes teólogos conservadores então concordavam que as profecias apocalípticas de Daniel e Apocalipse se cumpriram através da História. Para contra-atacar a Reforma Protestante e tentar neutralizá-la o Romanismo criou a Ordem dos Jesuítas, e muito cedo incumbiu o sacerdote jesuíta Francisco Ribera de criar uma nova linha de interpretação profética cujo cumprimento das profecias apocalípticas se dará no futuro (Futurismo). O chifre pequeno de Daniel 7 e 8, a besta de Apocalipse 13, e o anticristo de 2 Tessalonicenses 2:3, 4, 8, 9 não mais representariam Roma papal.

Nos dois séculos seguintes essa teoria se infiltrou no Protestantismo pela influência de grandes universidades européias como a de Oxford. Famosos líderes do mundo protestante adaptaram essa corrente de interpretação em sua visão profética de Daniel e Apocalipse. Samuel Roffey Maitland (1792-1866), James Todd, William Burgh e, principalmente, John Nelson Darby (1800-1882) contribuíram para estabelecer as bases do Futurismo profético, agora chamado de Dispensacionalismo entre os protestantes.

Darby fez três viagens aos Estados Unidos nas quais pregava de forma ousada as ideias do Dispensacionalismo profético. Segundo creem, as profecias escatológicas do Antigo Testamento devem ser interpretadas literalmente. Se o texto bíblico diz que Israel irá possuir a terra prometida para sempre, então significa exatamente isso, ao pé da letra.

Em uma de suas viagens aos Estados Unidos, Darby influenciou um advogado chamado Cyrus Scofield, o qual, após converter-se, se tornaria ministro ordenado da Igreja Congregacional. Sua obra, a Bíblia de Referência de Scofield (1909), foi a responsável pela popularização do Dispensacionalismo profético nos Estados Unidos e em vários outros países que mais tarde a traduziram.

A partir da década de 1990, outro lançamento também contribuiu para a popularização dessa teoria entre os evangélicos: a série de livros de ficção religiosa Left Behind (Deixados Para Trás), dos autores Tim LaHaye e Jerry Jenkins.

Somando tudo isso, o resultado é que hoje mais de 80% do mundo protestante acredita no Dispensacionalismo (Futurismo profético) em lugar do Historicismo da Reforma Protestante. Como desfazer esse conflito? Ditos protestantes que não seguem os ensinos dos Reformadores?

Acreditar que as profecias do Antigo Testamento só podem se cumprir de forma estritamente literal significa ignorar o uso que os próprios autores inspirados do Novo Testamento fazem do texto bíblico. Mateus, por exemplo, vê o cumprimento profético de Oseias 11:1 (que, primariamente, se refere a Israel) no retorno de Jesus do Egito com Seus pais após a morte de Herodes (2:15). Claramente, para Mateus, Israel era um tipo de Cristo, logo temos um cumprimento tipológico e não literal da profecia.

O mesmo ocorre com o evangelista Lucas, quando afirma que “assim está escrito” que “o Cristo havia de ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia” (24:46). Na mente de Lucas, Israel também é um tipo de Cristo. Por isso ele faz uma aplicação tipológica de Oseias 6:1 e 2 (originalmente feita para Israel). Mais uma vez o autor bíblico não faz uma aplicação estritamente literal.

Ainda em outro exemplo, em Mateus 2:23, o autor inspirado usa a palavra “profetas” (plural) para expressar o que vários textos proféticos teriam profetizado: “Ele será chamado Nazareno [grego Natzrati].” Acontece que não há nenhuma profecia do Antigo Testamento sobre isso que possa ser aplicada literalmente a Jesus. O autor bíblico vê um cumprimento pelo sentido, por causa da palavra hebraica netzer em Isaías 11:1: “Do tronco de Jessé sairá um rebento [netzer].” Outros profetas também falaram disso (Jr 23:5, 33:15; Zc 3:8 e 6:12). Para todos os efeitos, a aplicação feita por Mateus está longe de ser literal.

Portanto, sustentar que todas as profecias do Antigo Testamento têm que se cumprir de forma estritamente literal é violar o próprio entendimento que os autores do Novo Testamento possuíam. Logo, o Dispensacionalismo não passa no teste bíblico.

E o que dizer dessa teoria do arrebatamento secreto extraída pelos dispensacionalistas de Mateus 24:40 e 41? Ela se sustenta pela Bíblia? Uma leitura atenta do contexto de Mateus 24 já é suficiente para extrair três razões contrárias a essa teoria:

1. Jesus alertou explicitamente contra qualquer um que ensinasse que Seu retorno seria secreto: “Portanto, se vos disserem: Eis que Ele está no deserto, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa, não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem” (v. 26, 27).

Alguém já viu um relâmpago aparecer de forma secreta?

2. Jesus declarou explicitamente que o mundo inteiro seria testemunha do Seu retorno: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder [grego dynamis, de onde vem a palavra “dinamite”] e muita glória.”

3. Jesus descreveu explicitamente o destino dos que serão deixados para trás: “Assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem… veio o dilúvio e os levou a todos” (37-39). Ou seja, os que forem deixados para trás serão destruídos “como foi nos dias de Noé”. Não haverá segunda chance. Esse é um grande engano que o inimigo disseminou dentro do protestantismo graças a essa doutrina dispensacionalista do arrebatamento secreto (ver Hb 9:27, 28).

Sendo assim, a corrente futurista de interpretação profética (incluindo o Dispensacionalismo dentro do Protestantismo) carece de fundamento bíblico. Só nos resta a confiança do Historicismo defendido pelos Reformadores.

Você está pronto para os últimos eventos deste mundo? Falta muito pouco para Jesus voltar nas nuvens do céu. “Naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará” (Is 25:9).

Quem viver verá…

(Sérgio Santeli é pastor em São Bernardo do Campo, SP)

Bibliografia:

Dwight K. Nelson, Ninguém Será Deixado Para Trás, Casa Publicadora Brasileira.

Hans K. LaRondelle, O Israel de Deus na Profecia, Unaspress.

João Alves dos Santos, Dispensacionalismo e suas implicações doutrinárias.

Leia também: Arrebatamento secreto não tem base bíblica

Polônia limita compras aos domingos para beneficiar vida familiar

Statement of President Andrzej DudaO presidente polonês Andrzej Duda [foto] decretou na terça-feira uma lei que limita amplamente negociações aos domingos, dizendo que isso beneficiará a vida da família dos empregados. É esperado que a legislação, elaborada pelo governo conservador e pela união sindical Solidariedade, gere protestos de grandes cadeias de supermercados ocidentais que são o principal alvo da lei. Grande parte de seus lucros é gerada aos fins de semana, quando muitos fazem suas grandes compras semanais. Críticos afirmam que algumas dessas redes fazem seus funcionários trabalhar por longas horas com baixos salários. Duda disse que grandes comerciantes precisarão ajustar suas práticas ao novo sistema e pediu-lhes “compreensão”.

A lei permite isenções para pequenos revendedores privados, padarias, postos de gasolina, floriculturas, lojas de hotéis e eventos artísticos. A partir de 1º de março, lojas e mercados estarão fechados em dois domingos de cada mês. Apenas um domingo por mês estará liberado para comércio em 2019, e a partir de 2020 a legislação se aplica a todos os domingos, exceto nos principais feriados. Críticos afirmam que será fácil contornar a proibição de comércio.

Na cerimônia de assinatura desta terça, Duda elogiou a lei por dar a crianças uma chance de estar com seus pais e por dar a trabalhadores de lojas o necessário tempo de descanso. Ele disse que um comerciante em sua loja local o agradeceu por apoiar a lei.

Duda disse que estava tentando “restaurar a normalidade” e que a política deveria estar em linha com leis de outros países da União Europeia, incluindo Alemanha e Áustria. “Onde há empregados de comércio contratados, o domingo deveria ser um dia de descanso para permitir a eles tempo com suas famílias”, disse ele.

(ABC News, com tradução de Leonardo Serafim)

Nota: Esse será um dos argumentos utilizados em favor de uma lei dominical finalmente aprovada nos Estados Unidos, com óbvio apoio da Igreja Católica, conforme prevê Apocalipse 13 e detalha Ellen White em seu livro O Grande Conflito. Sindicatos e outras entidades, além de igrejas e governantes estarão unidos em uma causa que, sob todos os pontos de vista, beneficiará as famílias e os cidadãos. Quem discordar do dia escolhido para promover essa união pró-família será, finalmente, visto como inimigo da paz. Quem viver verá. [MB]

Leia também: A partir do próximo domingo, supermercados já não abrirão em Campos

“Relógio do Apocalipse” se move para 2 minutos antes do fim do mundo

relogio-apocalipseA tensão política entre Estados Unidos e Coreia do Norte tem tornado a vida bastante estressante nesses países. Apenas alguns dias atrás, no último 13 de janeiro, um alerta equivocado de míssil direcionado ao Havaí levou a 38 minutos de puro terror no território americano. Não se sabe como esse erro foi cometido, mas o medo de quem vive no Havaí não foi injustificado. O estado é o mais vulnerável a um eventual ataque da Coreia do Norte, uma vez que especialistas dizem que um míssil norte-coreano poderia atingi-lo em 15 minutos. Com o governo de Donald Trump, um presidente que parece reconhecer o apelo das armas nucleares, a ameaça de uma guerra explosiva parece mais próxima e mais real do que nunca em nossa geração.

E essa ameaça acaba de ser confirmada pelo Boletim dos Cientistas Atômicos, uma organização de cientistas nucleares que existe justamente para nos manter conscientes desse perigo. Eles decidiram mover seu Relógio do Fim do Mundo para apenas dois minutos antes da meia-noite, o mais próximo que já estivemos do apocalipse [sic] nos últimos 71 anos.

O Relógio do Fim do Mundo ou Relógio do Apocalipse (no original, “Doomsday Clock”) é um relógio imaginário criado pelo Boletim que representa a proximidade da aniquilação da humanidade através de mecanismos que nós próprios projetamos.

O relógio remonta a 1947, quando os cientistas que participaram do Projeto Manhattan – o projeto que fabricou a primeira bomba nuclear – decidiram criar tal mecanismo de aviso para o risco de um apocalipse. O icônico relógio é movido todo ano, para a frente ou para trás, para mostrar se o futuro da civilização está mais ou menos seguro. Iniciado a sete minutos para a meia-noite, atingiu o pico da paz em 1991, programado para 17 minutos antes da meia-noite, quando a União Soviética se separou. Desde então, tem apenas se aproximado do fim do mundo, conforme mais países desenvolvem armas nucleares, bem como outras ameaças globais surgem, como a mudança climática.

O último movimento do relógio é mais um sinal de que o mundo está à beira de um abismo incomparável na era moderna. Ele não ficou tão próximo da meia-noite desde 1953, alguns meses depois que os Estados Unidos e a Rússia testaram suas primeiras bombas termonucleares.

A constatação mais triste, no entanto, é que são comunicações erradas, mal-entendidos e erros de cálculo que nos levam cada vez mais próximos do apocalipse [sic]. Conforme nos alertou o papa Francisco sobre o conflito atual entre Estados Unidos e Coreia do Norte, “um acidente é suficiente para precipitar as coisas”.

Desde a invenção de armas nucleares, políticos temem uma rápida escalada de eventos que levem a uma guerra não pretendida. Se houve uma lição geopolítica crítica da Guerra Fria é que a guerra nuclear é algo muito difícil de se evitar: por diversos momentos, alarmes falsos quase levaram a “retaliações” de ambos os lados, causando destruições catastróficas.

Dwight D. Eisenhower, presidente dos EUA na época, declarou que sua realização mais orgulhosa era ter mantido a paz, quando começar uma guerra teria sido mais fácil politicamente do que acalmar tensões crescentes. Embora tenha recebido críticas por sua “moleza”, até seus opositores mais tarde descobriram que jogar uma bomba para abafar seus problemas é realmente a coisa mais simples a se fazer, enquanto a paz é muito mais trabalhosa.

No contexto de sete décadas de “quase ataques”, o alerta acidental de míssil havaiano é notável. Ao longo dos anos, os sistemas de alerta de diversos países têm falhado. Ao mesmo tempo, esses países possuem programas nucleares prontos para serem lançados, sem nenhum mecanismo capaz de detê-los quando isso acontecer.

Logo, a atualização mais recente do Relógio do Fim do Mundo é uma lembrança sombria de que “manter a paz” exige a continuação de uma liderança ativa e estável em todo o mundo.

(WiredG1, via Hypescience)

Nota: O livro do Apocalipse afirma que anjos poderosos estão segurando os “ventos” dos “quatro cantos” da Terra (Ap 7:1). Ventos, em linguagem profética, simbolizam conflitos, guerras. Assim, esses anjos estão contendo guerras com potencial destrutivo incalculável, pois envolveriam todo o planeta. É interessante notar como várias vezes o mundo esteve na iminência da destruição por um terrível confronto bélico e pelo uso de armas nucleares de destruição em massa. “Misteriosamente”, nada aconteceu. Por enquanto… [MB]

MP manda supermercado de SP suspender cartilha que condena gays, aborto e sexo fora do casamento

hirotaO Ministério Público do Trabalho de São Paulo mandou na sexta-feira (22) a rede Hirota Food Supermercados suspender a distribuição de cartilha que condena gays, o aborto e o sexo antes ou fora do casamento. O órgão informa que tomará medidas judiciais caso a empresa descumpra o pedido. A Promotoria considerou “discriminatório” o conteúdo da cartilha “Cada Dia Especial Família de 2017”, que traz 31 mensagens que discorrem sobre casamento, relação entre pais e filhos e até dívidas da família. Os textos foram escritos pelo pastor Hernandes Dias Lopes, da Igreja Presbiteriana, e a publicação teve tiragem de 10 mil exemplares. A notificação enviada pelo MP ao supermercado também exige que as cartilhas já distribuídas sejam retiradas de circulação e que a empresa deixe de produzir conteúdo desse tipo e o divulgar em suas lojas, site ou redes sociais.

Quando o caso começou a repercutir nas redes sociais, a rede de supermercados disse, em nota, que “lamenta qualquer transtorno que tenha causado pela distribuição da cartilha da família”. “Reiteramos que em momento algum tivemos a intenção de polemizar, ofender ou discriminar qualquer forma de amor”, dizia o texto.

O MP enviou oito recomendações à rede, incluindo impedir qualquer distinção, exclusão, limitação ou preferência que cause discriminação de trabalhador potencialmente candidato ao preenchimento de vagas ofertadas pela empresa, devido a discriminação como de gênero, orientação sexual ou por arranjos familiares entre as pessoas.

“[O MP exige que a rede de supermercado] assegure a plena e efetiva igualdade entre mulheres e homens em seu ambiente de trabalho; que garanta o respeito à liberdade de religião, credo, de gênero e orientação sexual em seu ambiente de trabalho e da mesma forma respeite identidade de gênero, orientação sexual e forma de agir de todas as pessoas.”

(G1 Notícias)

Nota: Se você é dono de um estabelecimento privado e deseja utilizá-lo para presentear seus clientes com mensagens de cunho religioso, o Estado tem autoridade para impedi-lo da fazer isso? Onde está a tão propalada liberdade religiosa? Só a militância gay tem direito de promover suas cartilhas? Veja o que escreveu meu amigo Marco Dourado, de Curitiba: “Se não estiver sob estrita vigilância daqueles a quem deveria servir, o Estado torna-se um fim em si mesmo, cada vez mais inchado e crescentemente mais viciado em arrecadação a fim de garantir mais e mais prosperidade e poder para os que o compõem. A esquerda visa continuamente a ocupar todas as instâncias do Estado, seja pela violência, seja subornando boa parte da população com migalhas que ele mesmo lhes extorquiu. Então, inchado, detentor de uma poderosa e vigilante burocracia, amparado por coitados dependentes e sustentado compulsoriamente por extorquidos, usará todos os seus incontáveis tentáculos para impor seus projetos e metas e esmagar qualquer ação que o possa ameaçar. Por que vocês acham que o Paraíso Escandinavo tornou-se um inferno para cristãos sinceros?” Ficam no ar algumas perguntas: Quais serão as próximas “cartilhas”, os próximos conteúdos censurados pelo Estado? Quais serão as próximas exigências contratuais que acabarão indo contra os princípios de certas instituições? Tempos cada vez mais difíceis pela frente. Quem viver verá… [MB]