Bulgária une-se à Hungria e Polônia e expulsa ideologia de gênero

bulgáriaO Leste Europeu está definitivamente chutando para fora daquela região o modismo da ideologia de gênero. Depois de Polônia e Hungria, é a vez de a Bulgária dizer não às pressões da União Europeia (UE) pela aceitação do conceito de “gênero” como mera construção social. O Tribunal Constitucional do país – equivalente ao nosso STF – decidiu por oito votos a quatro que a adesão da Bulgária a um documento da UE relacionado ao combate à violência contra a mulher, assinado em 2011, é inconstitucional. O rechaço não tem nada a ver com um suposto machismo, mas, sim, com a definição de “gênero” que consta no texto. Aliás, todas as quatro mulheres do tribunal se posicionaram contra o documento da UE.

Diz a decisão dos juízes búlgaros: “A definição de gênero como conceito social questiona os limites entre os dois sexos biologicamente determinados, o homem e a mulher.” O tribunal foi acionado por uma aliança entre um grupo de muçulmanos, a Igreja Ortodoxa e parlamentares apoiadores do atual presidente, o conservador Boyko Borisov.

Outro trecho que merece destaque no texto dos juízes – e denuncia o quão prejudicial é a ideologia de gênero para as mulheres – diz que “se a sociedade já não diferencia o homem da mulher, a luta contra a violência às mulheres se torna impossível”. [Touché!]

(Sempre Família, com informações de Actuall)

Nota: Aqui e acolá tem sido observada uma reação conservadora em oposição aos exageros do pensamento esquerdista, o que confirma meu texto “A esquerda é o arco, a direita é flexa”. Outra notícia nesse sentido vem da Itália: mudança em formulário impedirá registro de criança por “casal” gay (confira). O mundo vai reagindo e a polarização vai aumentando… [MB]

Clique aqui e assista a vídeos sobre a ideologia de gênero.

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Lua de sangue é sinal da volta de Jesus?

luaO eclipse lunar mais longo do século terá 1h42 de fase total e quase 4 horas de parcial nesta sexta-feira (27). Para assistir, é só checar a hora que a Lua nasce na sua cidade e estar mais perto da costa possível, no leste do Brasil. A melhor capital para assistir é Recife, mas João Pessoa vai poder começar a aproveitar apenas um minuto depois. Um eclipse lunar total acontece quando Sol, Terra e Lua se alinham, quando nosso planeta faz uma sombra no satélite. Isso faz a Lua ficar escura, perder o brilho, e é um fenômeno que pode ser visto a olho nu. Quem lembra do eclipse solar total que aconteceu nos Estados Unidos em agosto do ano passado sabe que é importante usar óculos especiais. No caso do eclipse da Lua, basta olhar para o céu: usar uma luneta ou um binóculo pode ajudar. O fenômeno começa às 16h30, mas a Lua não terá nascido no Brasil. Mesmo assim, vamos poder observar uma parte da fase total – quando o satélite está inteiro na sombra – e da fase parcial (umbra). É só esperar a Lua nascer. Tudo acaba às 19h19.

(G1 Notícias)

Nota: Toda vez que o fenômeno “Lua de sangue” ocorre, pessoas começam a especular sobre os sinais da volta de Jesus. Será que esse fenômeno natural (que por sinal prova que a Terra é redonda e que o Sol está bem distante daqui) tem algo a ver com as profecias? Clique aqui e leia a explicação. [MB]

Paralelos entre a apostasia de Salomão e o 666

666Um dos temas de estudo desta semana da Lição da Escola Sabatina é a marca da besta e o famoso número 666 de Apocalipse 13. Por pertencerem a um movimento profético nascido do estudo dos livros de Daniel e Apocalipse, é natural que os adventistas se debrucem mais sobre assuntos como esse do que os membros de outras religiões cristãs. Algumas propostas de interpretação foram apresentadas ao longo dos anos (como a indevida aplicação do 666 ao título Vicarius Filii Dei, por exemplo), mas o que fica mesmo claro é que Apocalipse 13 tem relação direta com Daniel 3. Em ambos os capítulos a questão em foco é a adoração forçada: ou as pessoas adoram o Deus verdadeiro ou os falsos deuses. Se optar pela fidelidade ao Criador e à Sua lei (o sábado incluído), o povo de Deus sofrerá perseguição e ameaça de morte, como aconteceu com os três jovens hebreus fieis. No Apocalipse, o número da besta representa o poder humano (o 6 em oposição ao 7, que é o número de Deus). Em Daniel, as medidas da estátua que representava o panteão babilônico eram 60 por 6 côvados. Paralelos inegáveis. Mas há outro possível paralelo, esse entre Apocalipse 13 e 1 Reis 10. O pastor e editor da CPB Fernando Dias Souza me falou a respeito disso e achei muito interessante. Veja a explicação dele: [MB]

O livro de 1 Reis 10:14 e 15 fala que o peso do ouro trazido a Salomão era de “seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro, além do que entrava dos vendedores, e do tráfico dos negociantes, e de todos os reis da Arábia, e dos governantes da terra” (ver também 2Cr 9:13, 14). Note-se que as alianças políticas de Salomão, que deveria ser o líder do povo de Deus na terra (ele era “filho de Davi”, e, portanto, um tipo ou modelo de Jesus Cristo, o “Filho de Davi”), levaram-no à apostasia, à luxúria e a sincretizar a religião de Israel com o paganismo (1Rs 11:1-8), exatamente o mesmo caminho que seguiu o ramo da igreja cristã que formou a Babilônia espiritual profética (ver Ap 18:2-24).

Assim como Salomão recebia 666 talentos de ouro dos “negociantes”, dos “reis” e dos “governantes”, e se prostituiu com centenas de mulheres princesas, filhas dos reis de todas as nações da terra, que lhe perverteram o coração para seguir seus deuses (2Rs 11:2, 4), a besta apocalíptica, cujo número é 666 (Ap 13:18), prostituiu-se com “os reis da terra” (Ap 17:2), corrompendo-se espiritualmente com “os mercadores da terra” (Ap 18:3). É interessante ler 1 Reis 10, 2 Crônicas 9 e comparar com Apocalipse 18. Vários dos itens trazidos pelos comerciantes e como presentes dos reis a Salomão também são mencionados no Apocalipse.

Para mim, a menção do número 666 no Apocalipse nos remete à experiência desastrosa do rei Salomão como o líder maior do povo de Deus, que construiu um santuário de Deus na terra (1Rs 7, 8), mas que deixou-se corromper moral e espiritualmente por causa de associações indevidas com os pagãos. Da mesma forma, o Apocalipse 13 fala de duas potências que estão em posição de liderança sobre o mundo cristão, mas que se corromperam moral e espiritualmente da mesma maneira que Salomão. Não vejo razão para o significado do número 666 estar fora da Bíblia, já que entendo que a Bíblia se interpreta a si mesma.

Trump surpreende o mundo e volta a falar no poder da fé

Quem diria que os presidentes da Coreia do Norte e dos Estados Unidos um dia estariam apertando as mãos e batendo um papo sorridente. Kim Jong-un e Donald Trump fizeram mais do que posar para fotos: assinaram um documento de compromisso no encontro realizado em Singapura, no último dia 12. Kim se comprometeu a desmontar seu programa nuclear e aceitou o convite de Trump para visitar a Casa Branca, em Washington. Algo impensável poucos meses atrás. Entre os quatro pontos do documento está o compromisso se ambos os países com a paz na península coreana. E assim Trump conseguiu uma façanha que seus predecessores sequer haviam tentado, marcando seu papel como líder cuja admiração é crescente e promotor do poderio político norte-americano. Antes de falar como dragão, a besta-cordeiro precisa conquistar mais e mais terreno e apoio. Quem lê entenda…

A greve dos caminhoneiros e a fragilidade das estruturas humanas

greveReivindicando seus direitos, os caminhoneiros do Brasil estão parados há cinco dias. Em tão pouco tempo essa greve ajudou a revelar uma faceta pouco percebida pelas pessoas, da qual apenas se dão conta quando ocorrem guerras ou tragédias naturais: nossas estruturas e nossos sistemas são extremamente frágeis. Os combustíveis simplesmente acabaram nos postos. Voos estão sendo cancelados por falta de querosene para os aviões. Nos supermercados já se notam os efeitos do desabastecimento. Algumas cidades poderão ficar sem água tratada, pois os produtos químicos usados no processo não estão chegando às estações de tratamento. Dezenas de navios estão impedidos de descarregar seus contêineres nos portos. Mesmo a polícia está sendo afetada com a falta de combustível para as viaturas, o que aumenta a apreensão com a falta de segurança. Em apenas cinco dias nossa vida virou de pernas para o ar. Em apenas cinco dias nos demos conta uma vez mais de quão frágeis são nossas estruturas e nossos sistemas. Da noite para o dia tudo aquilo em que muita gente coloca a confiança – o dinheiro, a tecnologia, os modernos meios de transporte – pode simplesmente acabar. Percebemos que o mundo carece de uma esperança real, com fundamentos sólidos.

No Salmo 121, versos 1 e 2, o salmista faz uma pergunta e ele mesmo a responde: “Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: De onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra.” De fato, nosso socorro não vem dos montes, não vem da nossa conta bancária, não vem da nossa saúde que tem prazo de validade, não vem da força das nossas mãos e das obras que elas podem realizar. Nosso socorro não vem das coisas que inventamos. Elas até ajudam, mas são frágeis, transitórias e podem desabar como um castelo de cartas no curto período de cinco dias ou menos.

Pior que a perda das estruturas é a perda da vida. Quando morre uma pessoa querida, aí, sim, é que nos damos conta da fragilidade da existência humana. E isso pode acontecer a qualquer momento, num piscar de olhos. Quando o ser humano altivo, orgulhoso de seus feitos se dará conta de tudo isso? Quando vamos perceber que não somos nada sem Deus, sem aquele que fez os céus e a Terra? Nosso planeta é menos que um grão de areia neste vasto Universo. Nós somos menos que bactérias neste grão de areia. Sem Deus não temos esperança alguma, e uma simples greve de caminhoneiros nos faz perceber isso no curto intervalo de tempo de cinco dias…

Mas a esperança existe, ela é real e tem nome: Jesus Cristo. Ele morreu por nós e isso reajusta nosso pensamento com respeito ao valor da vida humana. Sim, somos bactérias no Universo, mas temos valor infinito – o valor da vida de Deus. Somos minúsculos e nossos problemas, aparentemente insignificantes. Mas o Eterno atenta para esses detalhes da nossa vida. Ele sabe que neste mundo de pecado teremos tribulações, lutas e sofrimentos – e até nos advertiu quanto a isso –, mas garantiu que não nos deixaria órfãos; que voltaria para nos buscar, e logo cumprirá essa promessa.

As pessoas precisam parar de olhar para os “montes” como se de lá lhes viesse o socorro. Precisam parar de confiar tanto nas obras de suas mãos, nas estruturas que construíram e que lhes parecem tão sólidas. Essas coisas são apenas paliativos para um problema maior. Não temos condições de salvar a nós mesmos. Precisamos do poder da esperança; precisamos do Deus da esperança, o Criador do Universo.

Conte isso para as pessoas. Seja um portador de boas-novas. Diga para elas que Deus existe e que Jesus em breve voltará para nos tirar deste mundo que se consome, que se autodestrói. Seja um missionário da esperança!

Michelson Borges

P.S.: “Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme. […] O rei que exerce a justiça dá estabilidade ao país, mas o que gosta de subornos o leva à ruína.” (Provérbios 29:2, 4).

Embaixada americana em Jerusalém: profecia cumprida?

embaixada-americana-jerusalem-4Ontem foi inaugurada a embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém, em um claro reconhecimento do governo norte-americano de que a cidade é a capital de Israel. A cerimônia atraiu a atenção do mundo todo. O evento foi transmitido ao vivo para milhões e o tom religioso ficou evidente. Dois pastores evangélicos e um rabino fizeram orações de dedicação e pediram a bênção de Deus. Robert Jeffress, pastor da Primeira Igreja Batista de Dallas, mencionou supostas profecias sobre a restauração de Israel em 1948, após quase dois mil anos sem ser contada entre as nações, e encerrou sua fala dizendo: “…em nome do Príncipe da Paz, o nosso Senhor Jesus Cristo.” Obviamente havia muitos líderes religiosos judeus ali, como o rabino Zalman Wolowik, que orou para que mais nações também mudem suas embaixadas para Jerusalém. O pastor John Hagee, do ministério Cristãos Unidos por Israel, encerrou a cerimônia com uma oração, e disse: “Jerusalém é a cidade onde o Messias virá e estabelecerá um reino que não terá fim.”

A decisão do presidente Donald Trump, como era de esperar, teve apoio e manifestações contrárias. Enquanto muitos acham que se trata de uma vitória há muito esperada, outros a consideram um crime e até uma declaração de guerra.

Muitos cristãos ficaram contentes com a mudança da embaixada, pois entendem isso como um passo na direção da construção de um novo templo em Jerusalém. “Se o presidente Trump realmente tiver um chamado semelhante ao do rei Ciro”, escreveu o site Prophecy News Watch, “pode ser que Deus use esse promotor imobiliário transformado em presidente para facilitar o maior desenvolvimento imobiliário dos tempos modernos: a reconstrução do Templo?” Trump tem sido comparado ao antigo rei Ciro porque o governante persa ajudou a restabelecer os judeus em sua terra natal depois de eles terem ficado setenta anos em Babilônia.

Os que ensinam que Israel será um ator importante no cenário do tempo do fim baseiam seu ponto de vista em textos selecionados da Bíblia que falam do respeito de Deus por Israel e de Sua promessa feita a eles por meio de Abraão. O problema com essa interpretação é que ela falha em reconhecer que essas promessas eram condicionais, como fica claro em Levítico 26:27, 31-33, por exemplo. A restauração dependia da fidelidade de Israel a Deus (Jr 7:3).

O Israel político não ocupa lugar central no Novo Testamento. O nome “Israel” é usado como um título para a igreja, não para uma nação. Aqueles que creem em Jesus são os verdadeiros judeus, segundo o apóstolo Paulo: “Os que são da fé são filhos de Abraão” (Gl 3:7). “Nem todos os descendentes de Israel são Israel” (Rm 9:6; veja também Gl 3:27). Não se trata mais da identidade étnica, mas de uma mudança interna: “Não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é meramente exterior e física. Não! Judeu é quem o é interiormente, e circuncisão é a operada no coração, pelo Espírito, e não pela lei escrita” (Rm 2:28, 29).

Quanto a um novo templo em Jerusalém, nem Jesus nem os escritores do Novo Testamento previram algo dessa natureza. Muito pelo contrário. Com a morte de Cristo na cruz, a cortina do templo se rasgou de alto a baixo (Mt 27:51), indicando que aquele santuário e as cerimônias que eram realizadas nele não mais teriam validade dali para a frente, afinal, o verdadeiro Cordeiro de Deus havia sido sacrificado. O livro de Hebreus não se concentra em um templo feito pelos seres humanos, mas chama os crentes a olhar para o templo no Céu, onde Cristo ministra como nosso sumo sacerdote (Hb 9:8).

Essa mitologia cristã relacionada com a transferência da embaixada norte-americana e a possível construção de um novo templo em Jerusalém é baseada em uma breve declaração profética de Paulo: “Este se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, a ponto de se assentar no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus” (2Ts 2:4). Mas quando levamos em conta o próprio conceito de Paulo sobre o templo como metáfora para a igreja, fica claro que essa passagem não está descrevendo um templo literal, mas antevendo a vinda de um falso líder que ganhará influência e desencaminhará muitos cristãos.

Israel como nação tem todos os direitos e responsabilidades de qualquer país e deve ser tratado com justiça, mas sua existência e localização na Terra Santa não se deve à antiga promessa divina. E a mudança da Embaixada norte-americana para Jerusalém não tem qualquer implicação profética. A não ser para aqueles que insistem em uma leitura superficial da Bíblia ou que baseiam sua opinião em novelas neopentecostais.

O detalhe para o qual devemos realmente estar atentos é que Trump tem diminuído cada vez mais a distância entre o Estado e a igreja e vem cumprindo as promessas feitas aos grupos evangélicos que o apoiaram na campanha presidencial e o têm apoiado. Até onde mais Trump estará disposto a ir para retribuir esse apoio? O tempo dirá. [MB]

Leia também: “O que a decisão de Trump sobre Jerusalém tem que ver com as profecias?” e “Crença no fim do mundo pesou na decisão de Trump sobre Jerusalém”

Trump concede aos religiosos mais voz no governo

trump“Em frente a uma pequena multidão de membros do gabinete e líderes religiosos no Jardim das Rosas da Casa Branca, o presidente Donald Trump anunciou e assinou uma ordem executiva que dá aos grupos religiosos uma voz mais forte no governo federal. “É um grande dia”, disse, após assinar o pedido e distribuir canetas para os líderes religiosos que o cercaram na manhã de primavera para o evento do Dia Nacional de Oração. Nenhum detalhe sobre a ordem foi dado na cerimônia, mas os líderes religiosos foram lembrados do trabalho que fazem para cuidar dos necessitados e foi assegurado pelo presidente que a liberdade religiosa continuaria a ser protegida pelo governo federal.

Um documento da Casa Branca publicado online após a assinatura da ordem dizia que o objetivo era garantir que as organizações religiosas e comunitárias “tivessem fortes defensores” na Casa Branca e no governo federal. Ele disse que a “Iniciativa de Fé e Oportunidade da Casa Branca” forneceria recomendações sobre programas e políticas em que organizações religiosas e comunitárias poderiam estabelecer parcerias com o governo para “oferecer soluções mais eficazes para a pobreza”.

Também apontou que o novo gabinete permitiria à administração Trump saber das falhas, dentro do poder executivo, cumprir as proteções à liberdade religiosa e garantir que as organizações de fé tenham “igual acesso ao financiamento do governo e igual direito ao exercício das suas crenças profundas”.

A iniciativa será liderada pelo recém-criado cargo de conselheiro da “Iniciativa de Fé e Oportunidade da Casa Branca” e será apoiada por líderes comunitários e religiosos fora do governo federal. Terá contatos designados de departamentos executivos e agências federais.

Um gabinete baseado na religião não é novo para a Casa Branca. Administrações anteriores, incluindo as dos presidentes Barack Obama e George W. Bush, tinham escritórios semelhantes. [Mike] Pence [vice-presidente dos EUA] disse à multidão que “crentes de todos os antecedentes têm um campeão no presidente Trump”, e lembrou-os da ordem executiva de Trump assinada um ano atrás, também numa cerimônia no Jardim das Rosas, que assegurou às pessoas de fé que “ninguém seria penalizado pelas suas crenças religiosas”. A nova ordem executiva leva isso um passo adiante, acrescentou ele.

O cardeal de Washington, Donald W. Wuerl, um dos vários líderes religiosos que fizeram uma oração a partir de uma plataforma no gramado da Casa Branca, rezou para que as pessoas tivessem a graça de ficar perto de Deus e do outro. Ele também orou pelos líderes do governo e pelos crentes para terem força e coragem para defender sua fé.

Trump disse que a oração “criou a identidade desta nação” e também a sustentou. Ele disse ao grupo que o novo gabinete era um passo necessário porque, ao resolver muitos dos problemas e desafios de hoje, “a fé é mais poderosa que o governo e nada é mais poderoso que Deus” (Catholic News Service).

Reforçando que esse tipo de iniciativa não é algo de novo, podemos afirmar que os laços entre as comunidades religiosas, essencialmente cristãs, e o governo americano estão sendo fortalecidos desde que Donald Trump assumiu a presidência. Nas palavras de Mike Pence, agora até se foi um pouco mais além do que antes; nas palavras de Trump, a fé tem mais força do que o próprio governo – assim, por que não ouvir cada vez mais o que os homens de fé têm a dizer?

(O Tempo Final)

Nota: Com Trump a aproximação entre religião e Estado tem sido cada vez maior, o que é perfeitamente esperado no cenário profético bíblico. Veja isto. [MB]