Desastres relacionados ao clima quadruplicaram desde 1970

furacaoHouston [foi] agredida por sua pior tempestade em 50 anos. A Tempestade Tropical Harvey despejou quase 50 polegadas (1,27 metro) de chuva em algumas áreas em apenas quatro dias. Esse é um recorde para um sistema tropical dentro do território americano. A falta de suficiente drenagem na cidade de 6,5 milhões de pessoas, que é construída sobre um espesso solo argiloso em uma planície, exacerb[ou] a inundação. Texas e seus estados vizinhos estão suscetíveis a este tipo de desastres naturais – assim como o país como um todo. De acordo com o sistema de monitoramento de desastres da ONU, os Estados Unidos, juntamente com China e Índia estão posicionados globalmente como os países que sofreram o maior número de desastres naturais entre 1995 e 2015. Estes incluem terremotos, tempestades, enchentes e ondas de calor que […] ocasionem a declaração de emergência nacional.

Desde 1970, o número de desastres mundiais mais que quadruplicou, chegando a cerca de 400 por ano. Outro grupo de dados de tipos menos severos de eventos relacionados a clima e meteorologia, definido por causar pelo menos uma morte ou um certo montante de prejuízo financeiro, mostra também um aumento. Por essa medição, compilada pela Munich Re [empresa seguradora], ocorrem hoje seis vezes mais eventos hidrológicos do que em 1980. O total do ano passado foi o maior jamais visto.

Apesar de o número desses desastres continuar aumentando, muito menos pessoas estão morrendo como resultado deles. Em 1970, 200.000 pessoas morriam anualmente. Tal cifra tem sido reduzida dramaticamente, graças a medidas de segurança como prédios melhorados e projetos de prevenção de enchentes. Para reduzi-lo ainda mais, planejadores urbanos podem ter que operar sob a hipótese de eventos ainda mais extremos.

(The Economist; tradução de Leonardo Serafim)

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Terremotos, furacões e rumores de guerra

sinaisUm terremoto de 3,5 graus na escala Richter – que vai de 0 a 9 – sacudiu a região de Rio Branco do Sul, próximo a Curitiba, na madrugada da segunda-feira (18). De acordo com o Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), o tremor foi sentido num raio de até 100 km do epicentro. Inicialmente a própria USP tinha relatado tremores ainda mais fortes em Itaperuçu, do lado de Rio Branco do Sul, e São Jerônimo da Serra, no Norte Pioneiro, mas após a revisão dos dados confirmou a ocorrência do fenômeno apenas em Rio Branco do Sul. Também foi revisada a profundidade do terremoto. “Antes o sistema apontava 50 km, mas pelo que pudemos constatar foi bem mais raso, algo em torno de 5 km. Só podemos confirmar com precisão após cruzarmos mais alguns dados”, explicou o professor de sismologia da USP, Marcelo Bianchi. […]

O bombeiro Jefferson Veloso, que estava de plantão desde o início da noite de domingo em Rio Branco do Sul, relata que o tremor foi sentido por todos no batalhão. “Foi uma sensação estranha. Durou uns dois segundos, mas como as paredes aqui são grossas não houve nenhum dano”, disse. Em grupos de WhatsApp da cidade os relatos são de incômodo e enjoo nas pessoas durante o tremor. […]

Um forte terremoto atingiu Cidade do México nesta terça-feira (19), sacudindo prédios e forçando milhares de moradores de capital a ocuparem as ruas [já foram contabilizados mais de cem mortos]. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), a magnitude do tremor foi de 7,1 na escala Richter, enquanto o Serviço Simológico Nacional mexicano indicou força de 6,8. O epicentro foi a 7 quilômetros a noroeste da cidade de Chiautla de Tapia, estado de Puebla. O tremor também foi sentido em Oaxacla, uma das zonas mais afetadas pelo terremoto que atingiu o país em 7 de setembro, de magnitude 8,2, deixando 90 mortos e 200 feridos. […]

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O abalo sísmico ocorre no mesmo dia em que se relembra o 32º aniversário do violento terremoto que arrasou o México em 1985, com milhares de mortos. As autoridades mexicanas realizaram nesta terça-feira uma grande simulação de terremoto no país inteiro, uma ação realizada anualmente na data.

Enquanto isso, o furacão Maria, a segunda grande tempestade a atingir o Caribe neste mês, avançou em direção às Ilhas Virgens norte-americanas e Porto Rico, nesta terça-feira, depois de assolar a pequena nação-ilha de Dominica, causando devastação generalizada. Maria, uma tempestade “extremamente perigosa”, voltou à categoria 5, a mais elevada na escala de intensidade, ao passar cerca de 325 quilômetros a sudeste de St. Croix, nas Ilhas Virgens, com ventos constantes de 260 km/h, de acordo com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

E para fechar a cota de sinais destes dois últimos dias, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que vai “destruir totalmente” a Coreia do Norte, caso não tenha outra escolha, em seu primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, também nesta terça-feira (19). “Os Estados Unidos têm grande força e paciência, mas se forem forçados a defender a si ou a seus aliados, não teremos outra escolha além de destruir totalmente a Coreia do Norte”, disse.

Trump, que chamou o regime de Kim Jong-Un de “depravado”, afirmou que “é hora de a Coreia do Norte aceitar que a desnuclearização é o único futuro possível”. [Trump chamou] o comportamento de Kim de “missão suicida”.

Em sua fala, que durou 41 minutos, Trump disse que o desenvolvimento de mísseis balísticos e armas nucleares por parte da Coreia do Norte “ameaça o mundo todo”.

(Gazeta do Povo, O Globo, G1 e G1)

Nota: Abra sua Bíblia, leia Mateus 24 e Lucas 21 e receba as notícias mais recentes, só que escritas há dois mil anos! Jesus deixou bem claro que a intensificação de cataclismos e guerras, além de doenças, violência, fomes, etc. seria um sinal que antecederia o fim. Ao mesmo tempo, a pregação do evangelho em todo o mundo marcaria a real proximidade da volta de Jesus, quando todas as mazelas humanas finalmente terão fim. Este é um mundo inseguro, agonizante, e devemos sempre nos lembrar disso a fim de evitar falsas expectativas. Tempos de crise – quer seja ambiental, econômica ou bélica – são catalisadores de mudanças rápidas. A aparente estabilidade que vemos em grande parte do mundo hoje pode ser subvertida em pouco tempo. As palavras do Salmo 121:1 e 2 devem estar sempre em nossa mente: “Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: De onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra.” Sim, nossa única esperança está no Deus criador do universo. Tudo o mais é ilusão. [MB]

O fim do mundo vai acontecer em 23 de setembro?

virgoÉ impressionante a capacidade que o diabo tem de promover contrafações. Deus criou um dia de repouso, o inimigo foi lá e inventou o dele. Deus estabeleceu um povo fiel à Bíblia para ser Seu representante na Terra, o inimigo promoveu a multiplicação de igrejas e credos para confundir as pessoas. Deus concedeu dons para capacitar a igreja a pregar o evangelho, inclusive em terras estrangeiras e culturas as mais diversas, o inimigo estimulou estados mentais de transe e emocionalismo vazio e chamou isso de dom. Jesus deixou claros sinais bíblicos que apontam para Sua segunda vinda, Satanás espalhou “placas falsas” pelo caminho, com o objetivo de criar confusão e dessensibilizar as pessoas. A falsa profecia do momento diz que haverá alguma coisa espetacular no dia 23 de setembro. Sim, daqui a menos de dez dias.

Vários líderes cristãos evangélicos e inclusive católicos têm divulgado informações a respeito de um arrebatamento ou mesmo de uma grande catástrofe por se abater sobre a Terra. No mês passado, o jornal The Washington Post entrevistou vários estudiosos do tema e aproveitou como “gancho” o eclipse recente que também era apontado como “sinal do fim”. Gary Ray, da revista Unsealed, especializada em profecias, afirmou ao Post que é impossível ignorar que o alinhamento das estrelas, do Sol e da Lua na noite do dia 23 tem semelhanças com a profecia de Apocalipse 12. Será que tem mesmo?

Apocalipse 12 traz a descrição simbólica de uma mulher vestida de branco, com a Lua debaixo dos pés e o Sol e doze estrelas sobre a cabeça. No próximo dia 23, a constelação de Virgem assumirá uma configuração semelhante à da descrição da mulher de Apocalipse 12. E, para incendiar ainda mais a imaginação dos intérpretes, o planeta Júpiter “sairá” da “barriga” da constelação nesses dias.

Faz tempo que as pessoas confundem astronomia com astrologia e criam histórias mirabolantes envolvendo alinhamentos planetários. Astrologia é pseudociência e alinhamentos de planetas não têm nada que ver com profecias bíblicas. Alguns chegam ao ponto de dizer que a estrela que conduziu os magos do Oriente até Jesus teria sido, na verdade, um raro fenômeno astronômico envolvendo alinhamento planetário. Só que não há evidência alguma disso. Em seu livro O Desejados de Todas as Nações, a escritora inspirada Ellen White diz que essa estrela na verdade era um grupo de anjos brilhantes, o que faz muito mais sentido já que não há registros astronômicos da tal estrela e que ela se movia guiando os magos.

Um líder evangélico diz acreditar que as 12 estrelas mencionadas na profecia apocalíptica são, na verdade, a constelação de Leão (que tem nove estrelas) mais os planetas Vênus, Marte e Mercúrio, alinhados a ela. Para ele, esse é um dos sinais de que o arrebatamento está muito próximo de acontecer. Ocorre que pessoas como ele partem de um erro de interpretação e buscam falsas evidências para justificá-lo. Em lugar algum a Bíblia fala em arrebatamento secreto do povo de Deus antes da segunda vinda de Cristo.

Em 1 Tessalonicenses 4:15 a 17, o apóstolo Paulo escreveu: “Dizemos a vocês, pela palavra do Senhor, que nós, os que estivermos vivos, os que ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos os que dormem. Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois disso, os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre.”

Percebeu a clareza do texto? Os mortos não irão para o Céu na frente dos vivos, nem os vivos precederão os que morreram. Todos os salvos, os ressuscitados e os transformados, irão para o Céu ao mesmo tempo. Quando? Na volta de Jesus, não antes. Como? Visivelmente, não secretamente. É isso o que a Bíblia ensina. Portanto, os que associam esse alinhamento planetário ao tal arrebatamento secreto partem de uma premissa errada e acrescentam mais erros sobre ela.

O doutor Danny Faulkner, astrônomo que trabalha com o ministério Answers in Genesis, lembra que esse seria um evento muito raro, que ocorre apenas uma vez a cada sete mil anos. Por isso, Faulkner admite que embora possa parecer especulativo “esse período de tempo entre 2017 e 2024 faz muito sentido”. Ou seja, seria o período entre o começo da grande tribulação e o fim dos tais sete anos que precederiam a volta de Jesus. Pura ficção sem base bíblica.

A sequência de furacões e os terremotos seguidos ocorridos nas últimas semanas também vêm sendo apontados como “sinais do fim”. Não que não sejam, já que Jesus menciona em Mateus 24 o aumento de catástrofes como indicativo da proximidade de Sua vinda, mas relacionar isso com o eclipse e o alinhamento planetário é realmente forçar a barra. Lembre-se de que o próprio Jesus nos advertiu a não ficarmos ansiosos quanto a datas e disse também que ninguém sabe o dia nem a hora em que Ele virá. Nossa fé na segunda vinda de Cristo não deve depender de eventos especulativos nem estar vinculada a um tempo. Devemos crer simplesmente porque foi o nosso Mestre quem prometeu voltar, e Ele nunca mente.

Isso tudo me faz lembrar de quando certos “estudiosos” evangélicos associaram a destruição das Torres Gêmeas do World Trade Center com a visão de Daniel capítulo 8, na qual é visto um carneiro de dois chifres tendo os chifres destruídos por um bode unicórnio. Para os “estudiosos” sem fundamento, os dois chifres seriam os dois prédios atingidos pelos terroristas. E espalharam essa interpretação absurda, ainda que o próprio profeta Daniel deixe claro que o carneiro representa a Medo-Pérsia e o bode, a Grécia. Que falta faz um verdadeiro estudo bíblico…

Mulher, em linguagem simbólica profética, representa igreja. O Sol da Justiça é Jesus. A Lua que Lhe reflete a luz pode representar o sistema sacrifical do Antigo Testamento, que apontava para o Salvador, o Cordeiro de Deus. E as doze estrelas são uma clara alusão aos doze apóstolos. Portanto, a mulher de Apocalipse 12 representa a igreja fiel de Deus, estabelecida sobre os ensinamentos bíblicos, de Jesus e dos apóstolos. Tanto é assim que, em Apocalipse 17, outra mulher, uma prostituta, representa as igrejas apostatadas que dão as costas para a Bíblia e aos mandamentos de Deus, seguindo tradições e dogmas humanos. Tome cuidado com vídeos sensacionalistas espalhados por aí. Pesquisa sua Bíblia por si mesmo, comparando textos com textos, analisando o conjunto das profecias. Compare um capítulo do livro de Daniel com outro. Depois compare Daniel com Apocalipse e note a harmonia que há entre eles. Não se deixe levar por especulações, notícias sobre alinhamentos planetários supostamente proféticos, microchips marca da besta e coisas afins.

Sabe quem tem grande interesse nessas agitações momentâneas que vêm e vão? Sim, ele mesmo. O criador de contrafações. Satanás sabe que tem pouco tempo. Ele, que conhece bem a Bíblia, sabe que a volta de Jesus se aproxima e que os verdadeiros sinais dela estão aí. Por isso ele procura distrair as pessoas. Ele espalha essas notícias falsas, cria falsos sinais para agitar as multidões. Depois que as datas anunciadas passam sabe o que acontece? Desânimo e incredulidade. As pessoas começam a desconfiar de todas as profecias. Começam a achar que o fim nunca virá mesmo. Tornam-se insensíveis às verdadeiras advertências. E isso é tudo o que o diabo quer.

Não caia nessas especulações sensacionalistas. Estude a Bíblia e busque informações confiáveis. Entregue a vida a Cristo e viva em comunhão com Ele. Assim você estará sempre pronto para a segunda vinda dEle. Aconteça quando acontecer.

Michelson Borges

Após furacões, papa reforça discurso ECOmênico

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Durante o voo no avião papal em direção à Roma, na Itália, após uma viagem de cinco dias pela Colômbia, o papa Francisco condenou fortemente os céticos que não acreditam nas mudanças climáticas. O líder católico disse que a história irá julgar quem não agir contra o aquecimento global e não tomar as medidas necessárias para reduzir as emissões de gases que provocam o aquecimento do planeta. O papa foi questionado sobre as mudanças climáticas e a onda de furacões que atingiram os Estados Unidos, México e o Caribe. E disse: “Aqueles que negam o aquecimento global devem ir até os cientistas e perguntar para eles. Eles falam muito claramente.” O papa disse ainda que os cientistas traçaram o que precisava ser feito para reverter o curso do aquecimento global e que os indivíduos e os políticos têm “responsabilidade moral” de fazer cada um a própria parte. Além disso, engrossou o tom ao chamar de estúpidos os que não acreditam que está havendo um aquecimento da Terra.

Pouco importa a essas alturas se o aquecimento global é antropogênico ou não. O fato é que as catástrofes têm aumentado em número e intensidade, exatamente como estava previsto acontecer antes da volta de Jesus. Infelizmente, essas coisas vão piorar até que venha o fim. Mas o que interessa aqui é perceber mais uma vez como a posição ECOmênica do Vaticano ganha força cada vez que uma catástrofe ambiental acontece. Estava demorando para o papa discursar sobre os últimos furacões devastadores e repetir que temos uma “responsabilidade moral” diante desse tipo de coisa. Quem tem acompanhado os discursos papais e já leu a encíclica Laudato Si sabe muito bem o que está nas entrelinhas dessa fala. Uma proposta clara apresentada no documento é a do descanso dominical da lei MORAL (adulterada, evidentemente) que ajudaria justamente a diminuir as emissões de gases do efeito estufa. Se a culpa pelo aquecimento é humana, os humanos têm que se unir e fazer o que podem para salvar o planeta. E em tempos de tragédias fica bem mais fácil conduzir o rebanho. Basta aplicar a boa e velha engenharia social: criar o problema e vender a solução.

Evidentemente que, ao chamar a atenção para tudo isso, não estou dizendo que o decreto dominical será assinado amanhã, dentro de uma semana ou de um ano. Não se trata disso. Outros eventos devem ocorrer antes disso. O evangelho precisa ser pregado a todo o mundo em cumprimento de Mateus 24:14, e haverá uma agitação em torno do assunto do descanso dominical, afinal, as pessoas precisarão tomar decisões com base em informações claras.

Precisamos sempre evitar dois extremos: o da indiferença com os assuntos escatológicos e o do fanatismo que vê em cada espirro presidencial ou papal um sinal do fim. Um exemplo disso foi a recente conclamação de Donald Trump para que os norte-americanos orassem pela nação em um domingo. Houve quem se adiantasse e já sugerisse ser um tipo de decreto dominical. Não, não foi. Mas acabou tendo um efeito interessante no sentido de ir acostumando as pessoas para decisões e decretos futuros. Temos que perceber as tendências, o “andar da carruagem”, o “pacote de eventos”, não simples detalhes esporádicos.

Por mais que as notícias e as profecias nos interessem, nosso foco deve sempre estar nAquele para quem as profecias apontam: Jesus Cristo. De nada adianta vigiar os noticiários e não vigiar nosso coração, nossa condição diante de Deus. De que adiantará o conhecimento de fatos e de profecias se a pessoa não anda com o Senhor das profecias? Essa pessoa será apenas mais um perdido bem informado.

Não importa quanto tempo falta para a volta de Jesus. O importante é termos a certeza de que Ele virá e de que estamos prontos para esse grande dia. [MB]

Furacão destrutivo e terremoto de 8,1 graus: o mundo convulsiona

furacaoCom ventos de quase 300 km por hora, o furacão Irma tem batido recordes tristes e assustadores. Trata-se do furacão mais forte no Atlântico desde 1980, com ventos da categoria 5 mantidos por mais de dois dias e com uma das mais baixas pressões atmosféricas no olho (que tem 45 km), o que ajuda a gerar ventos ainda mais fortes. Especialistas calculam que a potência destrutiva do Irma é equivalente ao dobro da energia gerada por todas as bombas usadas na Segunda Guerra Mundial. A previsão é de que esse furacão catastrófico chegue aos Estados Unidos até amanhã, causando mais estragos em sua passagem pelo Mar do Caribe (na ilha de Barbuda, 90% das casas foram arrasadas). E dois outros estão se formando por lá (confira).

Outro evento destrutivo aconteceu na noite passada na costa sul do México, deixando 15 mortos e gerando, inclusive, fenômenos atmosféricos muito impressionantes (confira). Um terremoto de intensidade 8,1 na escala Richter fez gerar alerta de tsunami para oito países: México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras e Equador. O sismo sacudiu quase todo o México e é provável que nas próximas 24 horas ocorra uma forte réplica.

Especialistas já se adiantaram para dizer que estamos chegando ao pico do aquecimento global, o que traz de volta à tona as discussões e propostas para minimizar o problema, ou seja, os esforços ECOmênicos.

Enquanto isso, sangrentos atentados terroristas continuam sendo realizados na Europa, e na Ásia a crise aumenta com as constantes ameaças e os testes de mísseis feitos pela Coreia do Norte, ações que têm deixado o mundo à beira de uma guerra que pode assumir proporções ainda mais devastadoras quanto as dos dois eventos acima, tanto em termos de perdas de vidas humanas quanto como fator gerador de uma crise econômica global, com seus graves efeitos.

O mundo realmente está à beira do caos. Tem-se a impressão de que pouco a pouco os anjos do Apocalipse estão soltando os “ventos” das convulsões sociais, das guerras e das destruições há tanto tempo contidas por misericórdia divina. Mais indícios de que o fim se aproxima e de que precisamos estar sempre preparados. [MB]

Trump promulga domingo de oração e papa volta a falar do meio ambiente

trumpNa mesma semana em que o papa Francisco conclamou as pessoas a ouvirem o “clamor da Terra” (confira), reafirmando assim seu discurso ECOmênico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, promulgou um domingo de oração pelas vítimas do furacão Harvey. As informações a seguir são de Filipe Reis, de Portugal:

“Na sequência da catástrofe natural que foi o furação Harvey, o presidente norte-americano Donald Trump assinou uma ordem que promulga o próximo domingo, 3 de setembro, como Dia de Oração nos Estados Unidos da América. Nessa cerimônia, na qual Trump estava rodeado de vários líderes evangélicos e cristãos, alguns dos intervenientes tiveram declarações impressionantes, como por exemplo:

“Ralph Reed, diretor da Coligação Cristã: ‘Sr. Presidente, agradecemos-lhe por reconhecer que, em última análise, é Deus quem é a fonte da nossa unidade como americanos.’

“Gary Bauer, ex-diretor do Conselho de Pesquisa da Família: ‘Pedir ao país que se volte para Deus, que ore, é simplesmente uma coisa espantosa para um presidente fazer.’

“Desde a eleição de Donald Trump, a cada dia que passa aprofunda-se nos Estados Unidos a ligação entre Estado e igreja. Estaremos no limiar de algo espantoso em termos proféticos? Serão esses acontecimentos pré-anúncios de algo imensamente relevante? Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.”

Evidentemente que essa atitude de Trump não equivale ao decreto dominical e duvido que alguém minimamente entendido de eventos finais pense dessa forma. Antes de o descanso dominical virar lei haverá ampla discussão do assunto (agitação dominical) a fim de que as pessoas possam tomar decisões de maneira esclarecida. Também não é a primeira vez que um presidente norte-americano pede orações em um momento especialmente difícil ou delicado. Além disso, a Bíblia mesma recomenda que oremos pelos nossos governantes. Mas uma coisa não pode deixar de ser notada: no atual governo dos EUA governo tem havido maior aproximação entre o Estado e a igreja. E isso realmente é bastante interessante.

Segundo o estudioso de escatologia pastor Sérgio Santeli, “esse decreto tem uma importância profética porque liga as consequências de um desastre natural recém-ocorrido a um dia de oração dominical. Essa é uma combinação importante no cenário para a Lei Dominical (ECOmenismo). Basta ler a página 590 do livro O Grande Conflito para entender a importância disso.

“Detalhe importante: é verdade que desde 1952 os EUA têm um dia nacional de oração. Mas desde 1988 o então presidente conservador Ronald Reagan fixou esse dia na primeira quinta-feira do mês de maio. Portanto, há uma diferença escatológica entre um decreto para orar numa quinta-feira e outro decreto para orar num domingo por causa das consequências de uma calamidade natural.

“Não quer dizer que seja Lei Dominical, mas aponta para uma nova tendência que pode preparar, sim, o terreno para a futura Lei Dominical.”

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Estudos bíblicos na Casa Branca

white houseImagine que um homem poderoso é eleito presidente da mais grandiosa nação da Terra. Imagine também que essa nação tem a maior relevância nas últimas cenas da história deste planeta, principalmente sob um ponto de vista religioso. Imagine agora que esse presidente, juntamente com seu vice-presidente, escolhe uma série de líderes religiosos para fazerem estudos bíblicos na residência oficial para os membros da Administração. Finalmente, deixe de imaginar e saiba que é tudo realidade: Donald Trump tem promovido reuniões de estudos bíblicos na Casa Branca. Será que aquilo que a CBN News chama de “reavivamento espiritual” pode ter algum significado para além disso? Poderá ser isto um sinal de que as políticas americanas se tornarão mais sensíveis a argumentos de ordem judaico-cristã? Fiquemos atentos.

(O Tempo Final)

Clique aqui e leia a notícia da CBN News.