Mulheres morrem mais de infarto e a causa é o machismo?

infartoSegundo matéria publicada no portal UOL, o infarto é a primeira causa de morte entre mulheres no mundo, e o número de vítimas abaixo dos 50 anos representa 25% do total. Para se ter uma ideia, o infarto mata mais mulheres que o câncer de mama. Depois de falar de prevenção, etc., a matéria cita uma cardiologista francesa (na verdade, a única citada no texto) que atribui ao machismo grande parte dessas mortes. Segundo a ativista profissional, os homens costumam minimizar as queixas das mulheres. Se elas relatam dor no peito, por exemplo, eles dizem: “Não é nada, vai deitar um pouco, você está estressada.” A médica também atribui o estresse à carga de trabalho da mulher, que tem que lidar com profissão, filhos e os cuidados do lar. Ou seja, o maior culpado é o homem!

Leia o comentário do professor de Geografia Thiago F. da Silva: “Essa matéria do UOL mostra como distorcem os dados e aproveitam para fazer ativismo ideológico. Diz a matéria que, mesmo diante do aumento do número de infarto entre as mulheres – inclusive as com menos de 50 anos –, a porcentagem ainda é de 25 %, portanto, é um quarto apenas, número muito menor que os 75% de outras causas. Já a questão do machismo é patética. Na maioria dos lugares do mundo, as mulheres vivem mais que os homens, sem contar que hoje elas são maioria. Que machismo é esse que faz o homem morrer mais cedo e ser menor em número? Esse é mais um caso de ativismo ideológico contra um princípio cristão: a função do homem na relação com a mulher. Creio que a mulher que se preze (até algumas esquerdinhas doentes) e deseje ter uma relação com um homem para constituir família certamente quererá o homem que Deus orienta na Bíblia, não o homem ‘moderno’ cheio de fricotes, que não mais exerce seu papel de liderança e é ‘castrado psicologicamente’. As funções endócrinas estão sendo suplantadas pelas psicológicas. No caso do homem, ter mais testosterona não surtirá mais efeito, uma vez que a psicologia o tem condicionado a se adequar aos padrões atuais da sociedade, sem os gêneros/sexos naturais estabelecidos por Deus: homem e mulher, que são distintos, mas que se complementam numa união natural e mantenedora da espécie. Se desconstruída essa natureza, logo fica perceptível o intuito de aniquilação dela.”

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Jesus não era gay, nem trans, nem negro, nem europeu…

johnny-hookerÉ claro que Jesus não tinha a aparência retratada nas pinturas renascentistas, com traços europeus, pele clara e olhos azuis. Jesus também não poderia ser negro, já que nasceu com a genética judaica da palestina do primeiro século. Assim como Ele também não poderia ter sido japonês nem esquimó. Na verdade, debater esse tipo de coisa é uma bobagem! Jesus era um ser humano e ponto final. Ou existiria diferença entre humanos só por que varia o formato dos olhos ou a quantidade de melanina na pele? Na verdade, Jesus era Deus em carne humana, o que O coloca junto conosco, mas infinitamente acima de nós e de nossas diferenças bobas e artificialmente criadas. Jesus veio justamente para quebrar os muros que separavam a humanidade de Deus e os povos uns dos outros. Deus está acima das questões étnicas e de gênero. Ele era e é Deus-homem, e como tal Se identifica com toda a humanidade. Mas Ele poderia ter sido gay também?

Para o cantor pernambucano Johnny Hooker, sim. Em um show polêmico durante o Festival de Inverno de Garanhuns, ele disse que Jesus era travesti e “bicha”. Hooker manifestou sua contrariedade à tentativa de se proibir a peça teatral que apresenta Jesus como um transexual. O cantor vociferou ao microfone: “E eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Jesus é travesti, sim, Jesus é transexual, sim, Jesus é bicha, sim, p*! Pode vaiar à vontade [e o resto da frase prefiro não reproduzir aqui].” Interessante… Chamar um homossexual de “bicha”, no Brasil, é homofobia. Mas chamar Jesus de “bicha” é arte?!

O advogado Jethro Ferreira levou o caso à Polícia Civil, por considerar uma ofensa à fé cristã. Ele se apoia no artigo 20 da Lei Federal nº 7.716, que diz que quem “pratica, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional” está sujeito a uma pena de reclusão de um a três anos e multa. A notícia-crime também apresenta o artigo 280 do Código Penal, que afirma que “escarnecer de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa, impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso, vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso” pode resultar uma detenção de um mês a um ano ou multa.

É óbvio que Hooker passou dos limites e ofendeu a sensibilidade religiosa de muita gente, o que pode no futuro ter desdobramentos ainda piores. Volto a esse ponto mais adiante. Por agora quero dizer que Jesus não seria homossexual. E por quê? Seria porque não ama os homossexuais? Teria preconceito contra eles? Não. Obviamente que não. E quem conhece o Jesus dos evangelhos sabe que Ele jamais manifestaria ódio contra qualquer pessoa. Vamos analisar um exemplo bíblico.

Certa vez, trouxeram a Jesus uma mulher surpreendida em adultério. Tratava-se de uma situação “armada” para emboscar Jesus. Se os adúlteros foram pegos em flagrante, onde estava o homem? Por que somente ela havia sido levada até o Mestre? Jesus serenamente lidou com a situação deixando claro que todos ali eram pecadores, ainda mais porque a motivação no coração deles era a pior possível. Quando aqueles homens se afastaram da cena, Jesus disse à mulher: “Não te condeno. Vá e não peques mais.” Note: Jesus perdoou a mulher, mas não deixou de reconhecer que o que ela havia feito é pecado. Hoje há muitas pessoas que não mais consideram pecado a fornicação e o adultério. Se as pessoas traídas e as envolvidas no ato concordarem, tudo bem. Mas isso muda a definição do ato? Para Deus, não. Sexo antes e fora do casamento heterossexual e monogâmico é pecado e ponto final. Jesus foi “tolerante” com a mulher adúltera? Não, Ele a perdoou, ao mesmo tempo em que foi intolerante para com o pecado. E por que Deus odeia o pecado? Porque o pecado machuca o pecador e o afasta de Deus. E o Criador não pode tolerar uma coisa dessas.

Jesus poderia ter vindo como homossexual? Não, porque Ele veio como o segundo Adão, e Adão, obviamente, era homem – se não fosse não estaríamos aqui agora… Além disso, à semelhança do que ocorreu com a mulher adúltera, Jesus ama os homossexuais, mas condena claramente na Bíblia a prática do sexo homossexual, assim como condena o adultério. E são vários os textos no Antigo e no Novo Testamentos que tratam disso. Assim, a maior prova de amor que podemos dar a um amigo ou amiga homossexual é, além de respeitá-lo(a), falar de Jesus e de Seu plano para a vida dele/dela. Assim como a maior prova de amor que Jesus deu à mulher adúltera foi recebê-la como estava para transformá-la no que Ele queria.

O ponto que deixei em suspenso lá atrás é o seguinte: segundo o Código Penal, escarnecer de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa é crime. As atitudes e palavras profanas de alguns artistas e mesmo de militantes LGBT que têm vilipendiado símbolos religiosos estão acirrando os ânimos de tal forma que daqui a pouco qualquer crítica à religião alheia poderá ser vista como intolerância, e todos sairão perdendo; a liberdade religiosa sairá perdendo. Vi algo parecido com isso em Paris, recentemente.

Algumas mulheres muçulmanas, com o anonimato protegido pela burca, estavam compartilhando a carteira de motorista com amigas não habilitadas, e os policiais não sabiam como lidar com isso. Resultado? Obrigaram as islâmicas a mostrar o rosto para poder dirigir. E para ser politicamente corretos, os franceses acabaram por proibir a exibição de qualquer símbolo religioso em público. Por isso, tive que carregar minha Bíblia na mochila e, se orasse com alguém em público, poderia ser denunciado e ter problemas com as autoridades.

As barbaridades cometidas por algumas pessoas blasfemas, irreverentes e mal-educadas são a força que está retesando o arco que vai lançar a flecha que causará os verdadeiros estragos (conforme escrevi neste texto). O mundo está sendo polarizado, e no meio dessas tensões está um povo que ama a Deus, ama os pecadores e quer ser fiel à Palavra e à lei do Criador.

Michelson Borges

Assista aqui ao testemunho de um ex-homossexual (em inglês):

 

Sexo oral é fator de risco para o câncer de cabeça e pescoço

doencaNo dia 27 de julho é celebrado o Dia Mundial de Prevenção ao Câncer de Cabeça e Pescoço e o oncologista David Pinheiro Cunha, do Grupo SOnHe – Sasse Oncologia e Hematologia, faz um importante alerta: existe relação entre sexo oral desprotegido e câncer de cabeça e pescoço. “No Brasil os estudos ainda estão acontecendo, mas já é possível afirmar que o vírus do Papiloma Humano, o HPV, está envolvido em aproximadamente 15% dos casos deste tipo de câncer”, afirma. Segundo o especialista, houve uma mudança no perfil do paciente diagnosticado com câncer de cabeça e pescoço e a infecção pelo vírus HPV está ganhando cada vez mais destaque, ainda que os dois principais fatores de risco sejam o tabagismo e o etilismo. “A infecção crônica pelo HPV tem maior relação com o desenvolvimento do câncer de orofaringe (garganta) e mais raramente em outras partes da cabeça e pescoço. Estudos epidemiológicos norte-americanos revelam uma diminuição de casos novos de câncer de laringe, hipofaringe e cavidade oral nas últimas décadas e isso se deve às campanhas antitabagismo. Na contramão dessa tendência, os casos novos de tumores de orofaringe estão aumentando com evidências que relacionam a elevação à infecção por HPV. Dados sugerem que aproximadamente 70 a 80% dos pacientes com câncer de orofaringe na população norte-americana e europeia são portadoras do HPV”, revela o especialista.

O HPV é o mesmo vírus relacionado ao câncer de colo de útero, vagina, vulva, ânus e pênis. Existem cerca de 150 subtipos de HPV, sendo o mais relacionado ao câncer de cabeça e pescoço o subtipo 16. “Diferentemente dos outros fatores de risco, ele é responsável por câncer em pacientes mais jovens e sem hábito de tabagismo e etilismo. O vírus, assim como a incidência do câncer de orofaringe, é mais frequente em homens”, explica o oncologista.

Os tumores relacionados à infecção pelo vírus HPV apresentam uma melhor resposta ao tratamento, porém, segundo o médico, as estratégias são as mesmas para o câncer não relacionado ao vírus. “As principais opções são a cirurgia, radioterapia e quimioterapia, que são indicadas conforme o tamanho e a disseminação do tumor”, afirma.

De acordo com o especialista, diante da agressividade do tratamento – que frequentemente causa sequelas permanentes – é importante a realização de medidas de prevenção. “Temos duas estratégias efetivas para esse tipo de câncer relacionado ao vírus do HPV. A primeira é o sexo seguro, reforçando a necessidade de uso de preservativos em todos os tipos de prática sexual. A segunda é a vacinação contra o HPV, que além de proteger contra o câncer de orofaringe, tem ação contra os cânceres de colo de útero, vagina, canal anal e pênis”, garante.

A vacinação contra o vírus HPV está disponível Sistema Único de Saúde. As indicações para a vacinação de acordo com o Ministério da Saúde são: meninas e meninos dos 9 aos 14 anos, pacientes com câncer em quimioterapia ou radioterapia, transplantados e portadores de HIV entre 9 a 26 anos.

Estatísticas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam para 2018, 14.700 novos casos de câncer de cavidade oral e 7.670 mil novos casos de câncer de laringe, alcançando, quando somados, o posto de terceiro tumor mais frequente nos homens brasileiros.

(David Pinheiro Cunha é formado em oncologia clínica pela Unicamp, realizou estágio no serviço de oncologia e pesquisa clínica em Northwestern Medicine Developmental Therapeutics Institute, Chicago, Illinois, EUA; é membro titular da Sociedade Americana de Oncologia Clínica)

Nota: No livro Garotas e Sexo, a jornalista Peggy Orestein mostra os números alarmantes da prática do sexo oral cada vez mais precoce entre os adolescentes norte-americanos. Muitos entre eles têm encarado essa prática como parte normal do ato de “ficar”, quase como se não fosse sexo, de fato. E as consequências vão sendo vistas nos crescentes casos de doenças sexualmente transmissíveis (como o HIV e a supergonorreia, por exemplo) e, especificamente para o caso do sexo oral, as alarmantes estatísticas relacionadas com câncer de cabeça causado pelo vírus HPV. Curiosamente, nenhuma autoridade em saúde ou do governo se atreve a dizer que a abstinência seria a melhor prevenção. Ninguém quer se intrometer nos hábitos sexuais das pessoas nem quer ser visto como retrógrado. Vacinas e preservativos têm o seu lugar (fazer o quê?), mas o problema é muito mais sério do que se pensa e tende a piorar cada vez mais com a disseminação de conteúdos pornográficos que estão criando uma nova e pervertida mentalidade sexual. Se os conselhos bíblicos quanto à prática do sexo (heteromonogâmico pós-casamento) fossem seguidos, o sexo seria o que Deus planejou fosse: um presente saudável, sem risco, prazeroso e abençoado dado ao homem e à mulher. Mas as pessoas não estão mais querendo saber disso. E vão colhendo as consequências dessa escolha… [MB]

Cartoon Network exibe primeiro casamento lésbico em desenhos animados

casamentoDeu no site Universa: “A conscientização sobre a diversidade é importante desde que somos crianças, certo? Ciente disso, o canal norte-americano Cartoon Network exibiu seu primeiro casamento da comunidade LGBT em um de seus desenhos. No último capítulo da quinta temporada de Steven Universe, intitulado ‘Dama de Honra’, aconteceu o casamento entre duas personagens lésbicas: Ruby e Sapphire, sendo o primeiro casamento homossexual em desenhos animados da televisão. Rebecca Sugar, responsável pela criação da animação, é a primeira mulher a criar uma série para a Cartoon Network. Bissexual declarada, a criadora reforça a importância da representatividade em seus personagens para o público infantil e adolescente. Com tema futurístico, Steven Universe mostra personagens com diferentes formas físicas, etnias, orientação sexual. O primeiro episódio da série foi exibido em 2013 e a trama já foi indicada a dois Emmy Awards, principal premiação da TV internacional.”

Nota: Não se trata exatamente de conscientização, mas de doutrinação. Ideólogos militantes defensores da ideologia de gênero sabem que a melhor forma de transformar a mente de uma sociedade é investir nas crianças. Essa técnica já foi adotada com respeito a outras ideologias e, infelizmente, deu certo. Em breve aqueles que pensam diferente desse status quo forçado terão que pedir desculpas por discordar. [MB]

Veja aqui vídeos sobre esse tema.

Casos de HIV entre jovens gays triplicam em dez anos

aidsUma pesquisa feita sob encomenda do Ministério da Saúde e divulgada pela revista Medicine aponta para um alarmante aumento dos casos de HIV/Aids entre homens gays no país, sobretudo entre jovens. A pesquisa avaliou 4.176 homens que fazem sexo com homens em 12 cidades, sendo que 3.958 (90,2%) passaram por testes de HIV. No resultado geral para todas as regiões, 18,4% dos resultados deram positivo. O número encontrado numa pesquisa similar feita em 2009 foi de 12,1%. De acordo com os dados, a taxa de novos casos de HIV/Aids entre jovens de 15 a 19 anos no Brasil mais do que triplicou entre 2006 e 2015: passando de 2,4 a 6,7 casos a cada 100 mil habitantes. Já entre 20 e 24 anos, a taxa dobrou de 15,9 para 33,1 casos a cada 100 mil habitantes. O estudo selecionou entre cinco e sete pessoas em cada cidade, chamadas de “semente”, para serem entrevistadas e testadas duas vezes em 2016. Cada indivíduo de cada grupo indicou, então, outras pessoas para participar e assim por diante.

São Paulo apresentou a maior taxa de infectados com HIV: 24,8%, seguido de Recife (21,5%), Curitiba (20,2%) e Belém (19,20%). O Rio de Janeiro vem em quinto lugar, com 15,3%, quase o mesmo índice Manaus (15,1%). A pesquisa relata que de 2010 a 2015 o Brasil passou a integrar os países da América Latina e Caribe onde a infecção do HIV entre adultos aumentou, segundo dados de 2016 da Unaids, a agência das Nações Unidas para o combate à Aids. O país responde por 41% do total de novos casos entre sete países: Argentina, Venezuela, Colômbia, Cuba, Guatemala, México e Peru.

O estudo traz uma série de razões por trás do aumento da incidência do HIV no país. Um deles é o esvaziamento de campanhas de prevenção destinadas ao público gay. No setor privado, a pesquisa menciona a perda de financiamento de organizações não governamentais, o que levou ao fechamento de várias delas. Já no âmbito público, o fortalecimento do apoio de grupos conservadores, com as chamadas bancadas da “bala, boi e Bíblia”, desmerece a inclusão da agenda em torno da sexualidade e gênero e reduz o apoio a políticas voltados para o universo gay.

Além disso, os pesquisadores citam mudanças no comportamento sexual, principalmente dos jovens. Entre elas, está o avanço de tecnologias que ampliou as formas de interação através de aplicativos, muitos deles voltados para relacionamentos.

Outro ponto levantado pela pesquisa é a emergência de um tipo de slogan que permeia o universo jovem: “Aids não me assusta mais.” Por trás dele está o cenário de avanço no tratamento da síndrome, propiciado pelo surgimento de antiretrovirais e iniciativas de prevenção, como a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição), que resultaram numa abordagem médica que trata a infecção do HIV como uma condição crônica ao longo da vida.

(O Globo)

Leia mais sobre homossexualismo aqui e aqui.

Nota: As avaliações do problema se limitam ao setor privado e ao âmbito público. Ninguém ousa tratar da questão no âmbito pessoal, porque correrá o risco de ser chamado de retrógrado e ser acusado de dizer que a biologia e a medicina são homofóbicas. Não se trata apenas da Aids. Todas as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) estão aumentando assustadoramente. Mais e mais meninas são infectadas com o vírus HPV e fala-se até em supergonorreia não tratável. A causa de tudo isso? Os grupos “conservadores” religiosos? O descuido no uso do preservativo? A falsa ideia de que DSTs não têm perigo? Não. A causa primária é a prática do sexo inseguro, e sexo inseguro é o casual, irresponsável, com múltiplos parceiros – resumindo, o sexo antes e fora do casamento. Mas quem terá coragem de falar sobre isso? E quem dará ouvidos aos que falam sobre isso? As pessoas não querem que ninguém se intrometa em seus hábitos sexuais. Não querem abrir mão da liberdade conquistada a um preço altíssimo – o que os números insistem em mostrar. Quem vai admitir que os filmes, as séries, as novelas têm estimulado grandemente esse estilo de vida licencioso e perigoso? Dizer isso é se colocar automaticamente na categoria “fundamentalista”. E ninguém quer ser isso. Se todas as pessoas se mantivessem castas antes do casamento e só praticassem sexo depois do e unicamente no casamento, ninguém teria medo do espectro das DSTs, além do bônus de não se ter que enfrentar “fantasmas” emocionais de lembranças negativas, indesejáveis. Sabia que também aumentou assustadoramente o câncer de boca e garganta? Motivo: sexo oral com pessoas portadoras do vírus HPV (e 25% dos jovens sexualmente ativos têm HPV). O problema não é o sexo. O problema não são os vírus de transmissão sexual. O problema não é a biologia. O problema é o que estão fazendo com o sexo – o prazer pelo prazer; a libertinagem; a irresponsabilidade; o sexo que não é sexo (o risco de transmissão do vírus HIV durante o “sexo” anal é quase 20% maior do que no sexo vaginal; confira aqui); a desconsideração para com as recomendações do Criador do sexo. Enquanto isso estiver acontecendo, teremos que lidar com os números crescentes e as vidas decadentes. [MB]

Projeto de lei torna ilegal a visão tradicional sobre sexualidade

silencioA AB (sigla para Assembly Bill) 2.943 alteraria a seção do Código Civil da Califórnia que protege o consumidor ao proibir práticas desleais e enganosas. A ideia é adicionar os chamados “esforços de mudança de orientação sexual” a uma lista de atividades proibidas. Na prática, vetaria todas as ações que o Estado considerar que podem ter como objetivo a “reorientação” sexual de uma pessoa – incluindo atos indiretos, como a publicação de materiais sobre o assunto. Essa lei expansiva ocasionaria uma censura generalizada e poderia atingir autores, palestrantes, conselheiros, universidades e até mesmo líderes religiosos que buscam lidar com relatos de pessoas com atração indesejada pelo mesmo sexo ou confusas quanto a sua identidade de gênero.

O projeto de lei define os esforços de mudança sexual como “quaisquer práticas que busquem mudar a orientação sexual de um indivíduo. Isso inclui esforços para mudar comportamentos ou expressões de gênero, ou para eliminar ou reduzir atrações sexuais românticas ou sentimentos por indivíduos do mesmo sexo”.

Essa terminologia ampla do texto tem drásticas implicações. A proposta poderia recair sobre a liberdade de expressão – direito protegido constitucionalmente – de inúmeras pessoas. Se o projeto se tornar, de fato, lei, poderá punir o discurso de líderes religiosos que pregam a castidade e também, de acordo com os ensinamentos de sua religião, sustentam que relações sexuais devem se limitar ao casamento, entre um homem e uma mulher.

Ainda, poderia punir serviços de aconselhamento ligados a instituições religiosas, que atendem pessoas que não querem dar vazão a sua atração sexual por indivíduos do mesmo sexo, por razões particulares legítimas – alguém, por exemplo, que queira viver de acordo com os preceitos de sua crença ou se manter fiel a seu cônjuge.

Estudiosos como Ryan T. Anderson, da Heritage Foundation, também poderiam ser punidos ao realizar palestras onde defendem a visão tradicional do casamento e da sexualidade humana. A lei atingiria livrarias, inclusive as online, como a Amazon, que vende livros recém-publicados que desafiam teóricos da chamada “ideologia de gênero”. E também universidades que mantêm, em seus códigos de conduta, a regra de que seus estudantes devem viver de acordo com a visão bíblica acerca da sexualidade.

A lei poderá ser acionada assim que for detectada uma transação que envolva dinheiro – o pagamento a um terapeuta, a fabricação de um livro, a taxa da palestra de um pastor. Qualquer um que se sinta ofendido por uma declaração, aula ou prática relacionada à orientação sexual ou à identidade de gênero pode entrar com uma ação judicial contra um conselheiro, loja, autor ou instituição sexual que tenha cometido a agressão. Um processo judicial poderia acabar com essas pessoas ou instituições.

Primeiramente, o acusado ficaria à mercê de um juiz, que determinaria se a AB 2943 poderia ser aplicada ao caso. Indivíduos e instituições estariam vulneráveis a multas exorbitantes simplesmente por difundir uma visão milenar acerca da sexualidade humana.

Mesmo que magistrados pudessem poupar os acusados de alegações frívolas, a AB 2943 ainda teria um efeito inibidor, à medida que indivíduos e instituições começariam a censurar seu próprio discurso, a fim de evitar ações judiciais onerosas.

A liberdade religiosa também seria colocada em risco. Se indivíduos ou organizações não puderem realizar pregações com base na resposta da fé sobre atração a indivíduos do mesmo sexo e identidade de gênero, eles não poderão praticar livremente sua religião.

Por fim, o projeto trata os aconselhamentos orientados pela fé, que pregam a castidade, como fraudulentos e enganosos. Esse ponto viola diretamente o entendimento do juiz Anthony Kennedy, da Suprema Corte, no julgamento Obergefell v. Hodges, de 2015. Na ocasião, o magistrado afirmou que “indivíduos e organizações religiosas têm proteção especial ao procurar ensinar os princípios que são satisfatórios e centrais para suas vidas e para a sua fé”.

Tal agressão na liberdade prejudica a todos. As liberdades civis caminham juntas e, quando se estabelece um precedente para que o governo possa silenciar certos pontos de vista em um contexto, é de se esperar que a censura surja também em outras áreas. 

A natureza ampla da AB 2943 não leva em consideração os indivíduos LGBT que podem querer buscar ajuda para se abster de agir de certo modo. A essas pessoas seria proibida qualquer tipo de ajuda pessoal ou profissional.

A política também afetaria transexuais que, no futuro, desejassem reverter a cirurgia de redesignação sexual. Com a lei em vigor, qualquer tipo de ajuda a esses indivíduos ou apoio desejado seriam categoricamente negados.

A AB 2943 representa uma ameaça iminente às liberdades civis na Califórnia. O projeto avança muito pouco na proteção da população LGBT, limitando o número de perspectivas e de assistência a que eles têm acesso, caso desejem. Ao mesmo tempo, estabelece um perigoso precedente Orwelliano (referente à George Orwell, autor de 1984) para a censura ordenada pelo governo.

(Monica Burke é pesquisadora assistente na The Heritage Foundation, Gazeta do Povo)

Nota: E assim certas minorias vão forçando seus direitos contra os direitos de outros grupos. Os cristãos ditos “fundamentalistas” aos poucos vão sendo jogados de lado, tendo seus direitos violados. A liberdade religiosa corre perigo e os que estudam as profecias bíblicas sabem aonde tudo isso vai dar… [MB]

Brasil, um país de orgias e contradições

biolorgiaEnquanto dirigia para São Paulo a fim de participar do lançamento do livro Fomos Planejados, do cientista Marcos Eberlin (aguarde notícia para breve), ouvia uma rádio de notícias e fiquei mais uma vez estarrecido com o número sempre crescente de adolescentes grávidas no Brasil (somos os “vencedores” na América do Sul). Algumas autoridades entrevistadas falaram em educação sexual para crianças e em maior conscientização quanto aos riscos de gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis. Só isso. Nada falaram sobre abstinência sexual nem mesmo sobre a baixaria que tomou conta das músicas e dos programas de TV. Lembrei-me de um dia em que tive que levar minha filha a uma consulta e ficamos aguardando na salinha, onde havia uma TV ligada em um canal aberto e na mesa de centro uma pilha de revistas de fofoca. O que estava passando no programa da tarde? Uma reportagem sobre funk, com direito a coreografias sensuais protagonizadas por adultos e crianças. Tivemos que sair dali.

No que este país se transformou? Banalizaram o sexo e glamorizaram a perversão. Vivemos em uma cultura verdadeiramente pornográfica, com reality shows chegando ao ponto de explorar o incesto. Nos campi das universidades federais, veem-se cartazes divulgando festas como a “Biolorgia”, como este aí acima, que me foi enviado por um amigo professor universitário que ainda luta bravamente para oferecer uma educação de qualidade, consistente e calcada em princípios, para alunos que não mais parecem preocupados com esses “detalhes” e, em consequência disso, estão despreparados para a vida e muitos sequer conseguem escrever um texto com coerência (isso quem me disse foi uma doutora que lecionou 13 anos em universidades). Querem é curtir a liberdade da vida acadêmica e se acabam no sexo, nas bebedeiras e nas drogas (no meu tempo de UFSC a droga já “rolava solta”, imagine hoje…).

Curiosidade adicional: logo ao lado do cartaz da festa orgiástica havia outro promovendo um curso de astrologia. Isso mesmo! Num mural de um centro de saber, divulgação de orgia, darwinismo e astrologia. Que tal? E uma coisa tem tudo a ver com a outra, não é mesmo? Se a evolução é real, como apregoa o cartaz, Deus é dispensável. Se Deus é dispensado, “tudo é permitido”, como dizia Dostoievski, e abre-se caminho para a adoração da criação e da criatura, como no caso dos astros que fazem a “festa” dos seguidores do zodíaco. É a exaltação do prazer pelo prazer, sem compromisso nem peso de consciência. Diga-me se não vivemos em uma sociedade neopagã…

E para fechar a lista das insanidades pervertidas (pelo menos neste texto, pois o repertório é vasto), em vídeo que circula pela internet, o padre Luiz Augusto denuncia um evento chamado “Sexo Surubão 2018”. Durante os dias 17 e 18 de março, espera-se que centenas de pessoas compareçam a uma chácara em Goiânia para o evento de sexo livre. O material de divulgação afirma que mais de 300 mulheres já estão inscritas. Segundo o padre, a ideia é promover relações sexuais “de todos os tipos”, incluindo as homoafetivas e as grupais.

Diante de toda essa avalanche de pornografia, vêm as autoridades (in)competentes dizer que a solução para a gravidez precoce é a prevenção e a educação sexual?! Põem um prato delicioso na frente de um faminto e dizem para ele não comer… Estão destruindo uma geração, querendo estancar uma hemorragia com band-aid, convenientemente deixando de ver o problema e de atacar-lhe a raiz.

O mundo está torto, e continuam cavando o fundo do poço.

Michelson Borges