Mãe e pai brigam na justiça por mudança de sexo em filho de seis anos

gender2Um pai iniciou uma batalha na Justiça dos Estados Unidos para impedir que sua ex-mulher mude o sexo do filho James, de seis anos. O processo tramita em Dallas, no Texas. De acordo com os autos, a mãe veste o menino com roupas de menina desde quando ele tinha três anos de idade. Ela também o matriculou na escola com nome de menina, como “Luna”. O pai, por outro lado, afirma que, quando está com ele, o menino se nega a usar roupas de mulher e se identifica como menino. No processo de divórcio, a mãe, que é pediatra, acusou o pai de abuso infantil por não “admitir que James era transgênero” e tenta que o ex-marido perca a guarda compartilhada. Ela quer também que ele seja condenado a pagar as consultas do filho para a mudança de sexo o que inclui, além de um terapeuta, a esterilização hormonal a partir dos oito anos.

E a mulher já conseguiu algumas vitórias. O pai foi legalmente impedido de falar com seu filho sobre sexualidade e gênero, tanto do ponto de vista científico quanto religioso, e obrigado a oferecer roupas unissex para o filho. O menino foi diagnosticado com disforia de gênero por especialista escolhido pela mãe. O terapeuta confirmou que quando está só com a mãe o menino prefere roupas de menina e quer ser chamado de Luna; quando está com o pai, só atende por James e escolhe roupas de menino.

O pai reuniu testemunhos de amigos para tentar convencer a Justiça de que o filho é um menino e evitar uma castração química aos oito anos. Pessoas preocupadas com a decisão final e a repercussão do caso criaram um site para tentar persuadir a corte de que é preciso esperar e não seguir perigosamente o diagnóstico precoce.

(Gazeta do Povo)

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Estudo mostra que transgêneros sofrem pressão social

transgenderLisa Littman, professora da Universidade Brown, Providence, EUA, desenvolveu um estudo com dezenas de menores que se identificam como “transgênero” (uma identidade de gênero ou expressão de gênero diferente do sexo atribuído). A conclusão foi que significativa percentagem – cerca de 21% – dessas crianças torna-se ou assume-se como transgênero por “pressão social” e não porque nasceu assim. De acordo com as conclusões do estudo, esse “transtorno de identidade de gênero” (caraterizado psicologicamente por disforia de gênero, um desconforto persistente com o sexo de nascimento) “parece ocorrer no contexto de pertencimento a um grupo comum no qual um, vários ou mesmo todos os amigos assumiram transtorno de gênero ou se identificaram como transgênero durante o mesmo período de tempo”. Dito de outra forma, esses menores identificaram-se como transgênero porque os amigos também o fizeram.

Adicionalmente, a professora Littman também relatou que os pais indicaram que os menores aumentaram o uso de redes sociais e internet antes de se assumirem como transgênero.

Qual o problema aqui? É que a propaganda ativista das liberdades de expressão sexual apregoa que o gênero (eles não usam a palavra “sexo”) atribuído é uma “construção social” que resulta da “histórica pressão normativa heteromonopatriarcal” (a união de um homem com uma só mulher, para toda a vida, liderada pelo homem) que o tradicionalismo religioso impingiu, obrigou a sociedade a aceitar. Pois bem, o estudo vem apontar que existe boa parcela de casos em que o transgenderismo é que é o resultado de pressão e construção social.

O tiro começa a sair pela culatra, a contra-natureza começa a ser desmascarada: é evidente que, excetuando os raríssimos casos tratados, e bem, como doença, o sexo da pessoa é aquele que é observado na gravidez (nas últimas décadas) ou no nascimento (como foi durante milênios). Não pode ser mais simples do que isto: se nasce com pênis é homem, se nasce com vagina é mulher! Não é preciso ser um cientista muito experiente para saber isso; qualquer criança entenderá facilmente essa distinção.

As alternativas que têm surgido, e que agora se começam a perceber como sendo as verdadeiras “construções sociais”, não passam de tentativas para destruir: (a) a definição de macho e fêmea que Deus estabeleceu no Éden; (b) o casamento apenas entre um homem e uma mulher; (c) a heterossexualidade, conforme o plano original. Ou seja, tudo isso faz parte da revolta e insurreição da criatura contra o Criador, um reflexo de uma outra luta, muito lá atrás no tempo, antes de haver humanidade.

No fundo, o plano de Deus é sempre melhor; o que o homem altera é sempre deturpação.

Ah, faltou dizer que pouquíssimos ou quase nenhuns meios de comunicação noticiaram o estudo. Devem estar ocupados com os (supostos) estudos sempre bem enviesados que os ideólogos fazem e trocam entre si mesmos para suportar a ideologia.

(O Tempo Final)

“Orifício frontal”? Vagina é bem diferente de ânus

vagina-museum-ledeParece não haver limites para as sandices cometidas pelos defensores da ideologia de gênero e da inclusividade. Desta vez foi o portal de informações norte-americano sobre saúde Healthline que forçou um pouco mais os limites do politicamente correto ao afirmar que o uso do termo médico/biológico “vagina” não é “linguagem inclusiva de gênero”, e então usa intercambiavelmente a expressão “orifício frontal”. “É imperativo que guias sexuais seguros se tornem mais inclusivos para as pessoas LGBTQIA e não binárias”, afirma o guia da Healthline. “Para os fins deste guia, vamos nos referir à vagina como o ‘orifício da frente’, em vez de usar apenas o termo médico ‘vagina’”, continua o documento. “Essa é uma linguagem inclusiva de gênero que considera o fato de que algumas pessoas trans não se identificam com os rótulos que a comunidade médica atribui aos genitais.”

O guia diz ainda que algumas pessoas trans e não binárias designadas como femininas ao nascer podem gostar de ser participantes do “sexo penetrativo”, mas não se sentem confortáveis quando essa parte de seu corpo é mencionada usando uma palavra que a sociedade e as comunidades profissionais associam com feminilidade. “Uma alternativa que está se tornando cada vez mais popular em comunidades trans e queer é o ‘buraco’ ou ‘orifício’ da frente.”

E então, renomeando-a, a vagina deixa de ser vagina e passa a ser comparada ao “orifício de trás”.

Embora o site afirme que não se trata de uma redefinição de palavras (confira), admite usar no guia a expressão “front hole” (“orifício da frente”) em lugar de vagina, a fim de não ofender pessoas transgêneros com uma palavra tipicamente feminina. A continuar assim logo mais a palavra “vagina” se tornará preconceituosa. E mais uma vez nessa batalha de ideologias quem sai perdendo são as mulheres, que logo terão que pedir desculpas por serem femininas – algo que os machos já têm tido que fazer em certos casos. A vagina, órgão projetado por Deus para permitir a união (que deveria ser) abençoada entre um homem e uma mulher, e o órgão por onde um bebê chega ao mundo, acaba sendo comparada ao órgão excretor por onde são evacuados os resíduos digestivos. Se fosse mulher, eu não concordaria de forma alguma com essa desfeminização de um órgão tão característico da feminilidade humana e da maternidade.

Bem, deixando essa besteirada toda de lado, cabe aqui uma boa reflexão sobre o design inteligente da vagina e do ânus e as enormes diferenças que há entre uma e o outro. Pedi ajuda aos amigos médicos Ivan Stabnov e Angela Andrade. Ele é gastroenterologista e endoscopista digestivo e ela é ginecologista e obstetra. Vamos às comparações:

Reto e ânus:

  1. O reto é um local com muitos microrganismos, ou seja, potencialmente infectante.
  2. Apesar de ser um local preparado para enfrentar resistência a micro-organismos, a estrutura é mais frágil porque só tem uma camada de células.
  3. Como há mais linfócitos na região é mais fácil adquirir a infecção pelo HIV, já que os linfócitos são células-alvo.
  4. Como a função do local é de absorção de fluidos, a junção disso com presença de linfócitos e maior risco de fissuras torna bem maior a chance de se adquirir uma doença séria como a Aids.
  5. Pela presença de fezes aumenta o risco de infecção urinária no penetrante.
  6. O risco de fazer fissuras (pequenas feridas) é maior no reto pela falta de lubrificação e maior atrito.
  7. A cobertura de células colunares é mais delgada que na vagina e isso torna maior o risco de fissuras.
  8. Em caso de sexo anal e a seguir vaginal, sem a devida higiene, há riscos para a mulher de infecções vaginais e urinárias.
  9. Pela manipulação anal há o aumento de transferência de bactérias fecais para a uretra, aumentando também a incidência de infecção do trato urinário.
  10. O ânus e o reto são órgãos de excreção, portanto, o caminho natural é para fora.
  11. A presença de válvula (ânus) confere maior possibilidade de traumas durante a penetração.

Vagina:

  1. O epitélio vaginal é descamativo, epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado. Isso significa que há várias camadas de células uma sobre a outra, o que forma uma barreira natural.
  2. Por ser o epitélio vaginal mais espesso (tem espessura de 150 a 200 µm) o vírus da Aids, quando chega ali, encontra um ambiente desfavorável; ele não consegue entrar no epitélio vaginal, a não ser que haja lesões nesse epitélio, chegando ao conjuntivo.
  3. A vagina é um órgão preparado fisiologicamente para recepção do pênis, adaptada a fricção pela síntese de muco pelas glândulas ali presentes, o que garante lubrificação.
  4. As dobras da mucosa vaginal permitem que ela se distenda e fique maior e mais larga no caso de uma penetração, o que diminui a possibilidade de traumas.
  5. A vagina não possui válvula, o que facilita a penetração e também diminui traumas.

vulvarose1Resumindo: o reto foi projetado para duas funções básicas. A primeira é armazenar fezes para que o ser não necessite evacuar a cada momento. A segunda é absorver água para que as fezes não sejam diarreicas, ou melhor, tenham formato e consistência confortáveis para a realização do ato da evacuação. O ânus é um esfíncter com dupla válvula, uma de controle externo – ou seja, temos o controle dela –, e outra de controle interno, autorregulado pelo organismo. A função do ânus é de regular a saída das fezes. Ambas as estruturas têm seu caminho habitual, seu vetor, no sentido interno para o externo. A introdução de algo pelo ânus até o reto é contrária à fisiologia.

A vagina tem mais funções. Serve como conduto para a saída do feto após a gestação. É o local utilizado pelo organismo para expulsar o conteúdo menstrual após a maturação do endométrio, sem que haja gravidez. Também é o órgão sexual feminino que recebe o órgão sexual masculino, portanto, tem fisiologia normal tanto para entrada quanto para saída de algo.

Podem redefinir as palavras e os conceitos o quanto quiserem, mas vagina continuará sendo vagina e ânus continuará sendo ânus, com suas funções especificamente projetadas por Deus. Nenhuma ideologia do mundo mudará isso.

Michelson Borges

Leia também: A evolução da vagina: pergunta sem respostaSegredos evolutivos do orgasmo feminino

Pedofilia: quando o crime é transformado em comportamento normal

pedofiliaA bem-sucedida estratégia de desmoralização dos valores judaico-cristãos que sustentam a sociedade ocidental, especialmente os relacionados à vida e à família tradicional, assenta-se essencial e resumidamente na seguinte sucessão de configurações e considerados jurídicos e sociais: “Crime > Doença > Aceitação como orientação sexual >Tolerância > Legalização > Criminalização da oposição.” Dito de outra forma, algo que é considerado juridicamente crime e moralmente errado sofre uma lenta, mas persistente mudança de avaliação, mudança essa sempre muito bem sugerida e pressionada por filmes, séries de TV, protagonistas famosos e toda a propaganda em geral, incluindo por parte de governos e diversas organizações. No fim da linha, crime é achar mal ou sequer opinar contra o novo conceito adotado, nem que seja por imposição.

Um excelente exemplo em que podemos facilmente constatar esse processo é na questão da homossexualidade: desde a ilegalidade e imoralidade décadas atrás, chegamos hoje ao ponto em que só falta torná-la obrigatória. Como tudo mudou em poucas décadas é espanto para alguns, mas apenas regular business para outros.

Atualmente, estamos nos passos iniciais desse processo quanto a outra das chamadas causas que esses ideólogos do anticristianismo estão sempre prontos a abraçar, embora neste caso com muito mais sutileza e cuidados redobrados: a pedofilia. Não, não me enganei; é exatamente isso que quero dizer: a estratégia que mencionei logo acima está sendo aplicada para que a pedofilia deixe de ser o que é – um abuso hediondo e violação de crianças ou menores – para passar a ser considerada apenas como uma orientação sexual como qualquer outra.

Se ainda assim você acha que isso tudo é uma brincadeira de mau gosto, talvez Nathan Larson possa ajudá-lo.

Larson é uma espécie de eterno candidato independente ao Congresso norte-americano pelo estado da Virgínia, que admite ser pedófilo e, naturalmente, a favor da pedofilia. Inclusive num texto de sua autoria Larson escreveu favoravelmente acerca de incesto entre pai e filhas (vamos deixar para outra ocasião seus comentários nos quais se autoelogiava por violar a ex-esposa transgênero, que se suicidou após o nascimento da filha de ambos). Não admira, portanto, que Larson se declare a favor da legalização do incesto.

Aqui poderemos dizer: Não será esse um caso extremamente isolado de uma pessoa claramente fora do seu juízo? Bom, apesar de já ter passado 14 meses na prisão, atualmente ele não está detido nem entregue aos cuidados de um manicômio. No entanto, não é a postura e a posição de Larson que mais nos assustam e deixam preocupados, mas, sim, o fato de estarmos perante um filme que já vimos antes, com o mesmo roteiro, embora com outros personagens.

Não é apenas coincidência que muitos dos argumentos (não confundir com ações) pró-homossexualidade podem ser da mesma forma usados para opiniões pró-pedofilia.

Veja estas afirmações que defendem a homossexualidade adaptadas à pedofilia e pederastia:

1) A pedofilia é inata e imutável.
2) A pederastia é ricamente atestada em muitas culturas diferentes ao longo da História.
3) A alegação de que as relações sexuais entre adultos e crianças causam danos é muito exagerada e muitas vezes completamente imprecisa.
4) O sexo adulto-criança consensual pode realmente ser benéfico para a criança.
5) A pederastia não deve ser classificada como um transtorno mental, uma vez que não causa sofrimento aos pederastas terem esses desejos e uma vez que os pederastas podem funcionar como um membro normal que contribui para a sociedade.
6) Muitos dos ilustres homossexuais do passado eram na verdade pedófilos.
7) As pessoas são contra a intimidade intergeracional devido a padrões sociais antiquados e fobias sexuais puritanas.
8) O que importa é o amor, a igualdade e a libertação.

Em outubro de 2013, a Associação Americana de Psiquiatria mudou a classificação de pedofilia: de um transtorno, passou a orientação ou preferência sexual. A pedofilia passou a ser definida como “uma orientação sexual ou preferência sexual desprovida de consumação, enquanto o ‘distúrbio pedófilo’ é definido como uma compulsão e usado para caraterizar os indivíduos que usam assim sua sexualidade”. O referencial para a definição são crianças com menos de 13 anos de idade.

Ficou chocado com tudo isso? Quase todos ficamos, pois isso seria um crime. Pois bem, volte daqui a 20 ou 30 anos, mas não diga nada contra essas ideias para não ser preso de imediato. Ah, e nessa altura haverá outras causas no início do processo.

(O Tempo Final)

Mulheres morrem mais de infarto e a causa é o machismo?

infartoSegundo matéria publicada no portal UOL, o infarto é a primeira causa de morte entre mulheres no mundo, e o número de vítimas abaixo dos 50 anos representa 25% do total. Para se ter uma ideia, o infarto mata mais mulheres que o câncer de mama. Depois de falar de prevenção, etc., a matéria cita uma cardiologista francesa (na verdade, a única citada no texto) que atribui ao machismo grande parte dessas mortes. Segundo a ativista profissional, os homens costumam minimizar as queixas das mulheres. Se elas relatam dor no peito, por exemplo, eles dizem: “Não é nada, vai deitar um pouco, você está estressada.” A médica também atribui o estresse à carga de trabalho da mulher, que tem que lidar com profissão, filhos e os cuidados do lar. Ou seja, o maior culpado é o homem!

Leia o comentário do professor de Geografia Thiago F. da Silva: “Essa matéria do UOL mostra como distorcem os dados e aproveitam para fazer ativismo ideológico. Diz a matéria que, mesmo diante do aumento do número de infarto entre as mulheres – inclusive as com menos de 50 anos –, a porcentagem ainda é de 25 %, portanto, é um quarto apenas, número muito menor que os 75% de outras causas. Já a questão do machismo é patética. Na maioria dos lugares do mundo, as mulheres vivem mais que os homens, sem contar que hoje elas são maioria. Que machismo é esse que faz o homem morrer mais cedo e ser menor em número? Esse é mais um caso de ativismo ideológico contra um princípio cristão: a função do homem na relação com a mulher. Creio que a mulher que se preze (até algumas esquerdinhas doentes) e deseje ter uma relação com um homem para constituir família certamente quererá o homem que Deus orienta na Bíblia, não o homem ‘moderno’ cheio de fricotes, que não mais exerce seu papel de liderança e é ‘castrado psicologicamente’. As funções endócrinas estão sendo suplantadas pelas psicológicas. No caso do homem, ter mais testosterona não surtirá mais efeito, uma vez que a psicologia o tem condicionado a se adequar aos padrões atuais da sociedade, sem os gêneros/sexos naturais estabelecidos por Deus: homem e mulher, que são distintos, mas que se complementam numa união natural e mantenedora da espécie. Se desconstruída essa natureza, logo fica perceptível o intuito de aniquilação dela.”

Jesus não era gay, nem trans, nem negro, nem europeu…

johnny-hookerÉ claro que Jesus não tinha a aparência retratada nas pinturas renascentistas, com traços europeus, pele clara e olhos azuis. Jesus também não poderia ser negro, já que nasceu com a genética judaica da palestina do primeiro século. Assim como Ele também não poderia ter sido japonês nem esquimó. Na verdade, debater esse tipo de coisa é uma bobagem! Jesus era um ser humano e ponto final. Ou existiria diferença entre humanos só por que varia o formato dos olhos ou a quantidade de melanina na pele? Na verdade, Jesus era Deus em carne humana, o que O coloca junto conosco, mas infinitamente acima de nós e de nossas diferenças bobas e artificialmente criadas. Jesus veio justamente para quebrar os muros que separavam a humanidade de Deus e os povos uns dos outros. Deus está acima das questões étnicas e de gênero. Ele era e é Deus-homem, e como tal Se identifica com toda a humanidade. Mas Ele poderia ter sido gay também?

Para o cantor pernambucano Johnny Hooker, sim. Em um show polêmico durante o Festival de Inverno de Garanhuns, ele disse que Jesus era travesti e “bicha”. Hooker manifestou sua contrariedade à tentativa de se proibir a peça teatral que apresenta Jesus como um transexual. O cantor vociferou ao microfone: “E eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Jesus é travesti, sim, Jesus é transexual, sim, Jesus é bicha, sim, p*! Pode vaiar à vontade [e o resto da frase prefiro não reproduzir aqui].” Interessante… Chamar um homossexual de “bicha”, no Brasil, é homofobia. Mas chamar Jesus de “bicha” é arte?!

O advogado Jethro Ferreira levou o caso à Polícia Civil, por considerar uma ofensa à fé cristã. Ele se apoia no artigo 20 da Lei Federal nº 7.716, que diz que quem “pratica, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional” está sujeito a uma pena de reclusão de um a três anos e multa. A notícia-crime também apresenta o artigo 280 do Código Penal, que afirma que “escarnecer de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa, impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso, vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso” pode resultar uma detenção de um mês a um ano ou multa.

É óbvio que Hooker passou dos limites e ofendeu a sensibilidade religiosa de muita gente, o que pode no futuro ter desdobramentos ainda piores. Volto a esse ponto mais adiante. Por agora quero dizer que Jesus não seria homossexual. E por quê? Seria porque não ama os homossexuais? Teria preconceito contra eles? Não. Obviamente que não. E quem conhece o Jesus dos evangelhos sabe que Ele jamais manifestaria ódio contra qualquer pessoa. Vamos analisar um exemplo bíblico.

Certa vez, trouxeram a Jesus uma mulher surpreendida em adultério. Tratava-se de uma situação “armada” para emboscar Jesus. Se os adúlteros foram pegos em flagrante, onde estava o homem? Por que somente ela havia sido levada até o Mestre? Jesus serenamente lidou com a situação deixando claro que todos ali eram pecadores, ainda mais porque a motivação no coração deles era a pior possível. Quando aqueles homens se afastaram da cena, Jesus disse à mulher: “Não te condeno. Vá e não peques mais.” Note: Jesus perdoou a mulher, mas não deixou de reconhecer que o que ela havia feito é pecado. Hoje há muitas pessoas que não mais consideram pecado a fornicação e o adultério. Se as pessoas traídas e as envolvidas no ato concordarem, tudo bem. Mas isso muda a definição do ato? Para Deus, não. Sexo antes e fora do casamento heterossexual e monogâmico é pecado e ponto final. Jesus foi “tolerante” com a mulher adúltera? Não, Ele a perdoou, ao mesmo tempo em que foi intolerante para com o pecado. E por que Deus odeia o pecado? Porque o pecado machuca o pecador e o afasta de Deus. E o Criador não pode tolerar uma coisa dessas.

Jesus poderia ter vindo como homossexual? Não, porque Ele veio como o segundo Adão, e Adão, obviamente, era homem – se não fosse não estaríamos aqui agora… Além disso, à semelhança do que ocorreu com a mulher adúltera, Jesus ama os homossexuais, mas condena claramente na Bíblia a prática do sexo homossexual, assim como condena o adultério. E são vários os textos no Antigo e no Novo Testamentos que tratam disso. Assim, a maior prova de amor que podemos dar a um amigo ou amiga homossexual é, além de respeitá-lo(a), falar de Jesus e de Seu plano para a vida dele/dela. Assim como a maior prova de amor que Jesus deu à mulher adúltera foi recebê-la como estava para transformá-la no que Ele queria.

O ponto que deixei em suspenso lá atrás é o seguinte: segundo o Código Penal, escarnecer de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa é crime. As atitudes e palavras profanas de alguns artistas e mesmo de militantes LGBT que têm vilipendiado símbolos religiosos estão acirrando os ânimos de tal forma que daqui a pouco qualquer crítica à religião alheia poderá ser vista como intolerância, e todos sairão perdendo; a liberdade religiosa sairá perdendo. Vi algo parecido com isso em Paris, recentemente.

Algumas mulheres muçulmanas, com o anonimato protegido pela burca, estavam compartilhando a carteira de motorista com amigas não habilitadas, e os policiais não sabiam como lidar com isso. Resultado? Obrigaram as islâmicas a mostrar o rosto para poder dirigir. E para ser politicamente corretos, os franceses acabaram por proibir a exibição de qualquer símbolo religioso em público. Por isso, tive que carregar minha Bíblia na mochila e, se orasse com alguém em público, poderia ser denunciado e ter problemas com as autoridades.

As barbaridades cometidas por algumas pessoas blasfemas, irreverentes e mal-educadas são a força que está retesando o arco que vai lançar a flecha que causará os verdadeiros estragos (conforme escrevi neste texto). O mundo está sendo polarizado, e no meio dessas tensões está um povo que ama a Deus, ama os pecadores e quer ser fiel à Palavra e à lei do Criador.

Michelson Borges

Assista aqui ao testemunho de um ex-homossexual (em inglês):

 

Sexo oral é fator de risco para o câncer de cabeça e pescoço

doencaNo dia 27 de julho é celebrado o Dia Mundial de Prevenção ao Câncer de Cabeça e Pescoço e o oncologista David Pinheiro Cunha, do Grupo SOnHe – Sasse Oncologia e Hematologia, faz um importante alerta: existe relação entre sexo oral desprotegido e câncer de cabeça e pescoço. “No Brasil os estudos ainda estão acontecendo, mas já é possível afirmar que o vírus do Papiloma Humano, o HPV, está envolvido em aproximadamente 15% dos casos deste tipo de câncer”, afirma. Segundo o especialista, houve uma mudança no perfil do paciente diagnosticado com câncer de cabeça e pescoço e a infecção pelo vírus HPV está ganhando cada vez mais destaque, ainda que os dois principais fatores de risco sejam o tabagismo e o etilismo. “A infecção crônica pelo HPV tem maior relação com o desenvolvimento do câncer de orofaringe (garganta) e mais raramente em outras partes da cabeça e pescoço. Estudos epidemiológicos norte-americanos revelam uma diminuição de casos novos de câncer de laringe, hipofaringe e cavidade oral nas últimas décadas e isso se deve às campanhas antitabagismo. Na contramão dessa tendência, os casos novos de tumores de orofaringe estão aumentando com evidências que relacionam a elevação à infecção por HPV. Dados sugerem que aproximadamente 70 a 80% dos pacientes com câncer de orofaringe na população norte-americana e europeia são portadoras do HPV”, revela o especialista.

O HPV é o mesmo vírus relacionado ao câncer de colo de útero, vagina, vulva, ânus e pênis. Existem cerca de 150 subtipos de HPV, sendo o mais relacionado ao câncer de cabeça e pescoço o subtipo 16. “Diferentemente dos outros fatores de risco, ele é responsável por câncer em pacientes mais jovens e sem hábito de tabagismo e etilismo. O vírus, assim como a incidência do câncer de orofaringe, é mais frequente em homens”, explica o oncologista.

Os tumores relacionados à infecção pelo vírus HPV apresentam uma melhor resposta ao tratamento, porém, segundo o médico, as estratégias são as mesmas para o câncer não relacionado ao vírus. “As principais opções são a cirurgia, radioterapia e quimioterapia, que são indicadas conforme o tamanho e a disseminação do tumor”, afirma.

De acordo com o especialista, diante da agressividade do tratamento – que frequentemente causa sequelas permanentes – é importante a realização de medidas de prevenção. “Temos duas estratégias efetivas para esse tipo de câncer relacionado ao vírus do HPV. A primeira é o sexo seguro, reforçando a necessidade de uso de preservativos em todos os tipos de prática sexual. A segunda é a vacinação contra o HPV, que além de proteger contra o câncer de orofaringe, tem ação contra os cânceres de colo de útero, vagina, canal anal e pênis”, garante.

A vacinação contra o vírus HPV está disponível Sistema Único de Saúde. As indicações para a vacinação de acordo com o Ministério da Saúde são: meninas e meninos dos 9 aos 14 anos, pacientes com câncer em quimioterapia ou radioterapia, transplantados e portadores de HIV entre 9 a 26 anos.

Estatísticas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam para 2018, 14.700 novos casos de câncer de cavidade oral e 7.670 mil novos casos de câncer de laringe, alcançando, quando somados, o posto de terceiro tumor mais frequente nos homens brasileiros.

(David Pinheiro Cunha é formado em oncologia clínica pela Unicamp, realizou estágio no serviço de oncologia e pesquisa clínica em Northwestern Medicine Developmental Therapeutics Institute, Chicago, Illinois, EUA; é membro titular da Sociedade Americana de Oncologia Clínica)

Nota: No livro Garotas e Sexo, a jornalista Peggy Orestein mostra os números alarmantes da prática do sexo oral cada vez mais precoce entre os adolescentes norte-americanos. Muitos entre eles têm encarado essa prática como parte normal do ato de “ficar”, quase como se não fosse sexo, de fato. E as consequências vão sendo vistas nos crescentes casos de doenças sexualmente transmissíveis (como o HIV e a supergonorreia, por exemplo) e, especificamente para o caso do sexo oral, as alarmantes estatísticas relacionadas com câncer de cabeça causado pelo vírus HPV. Curiosamente, nenhuma autoridade em saúde ou do governo se atreve a dizer que a abstinência seria a melhor prevenção. Ninguém quer se intrometer nos hábitos sexuais das pessoas nem quer ser visto como retrógrado. Vacinas e preservativos têm o seu lugar (fazer o quê?), mas o problema é muito mais sério do que se pensa e tende a piorar cada vez mais com a disseminação de conteúdos pornográficos que estão criando uma nova e pervertida mentalidade sexual. Se os conselhos bíblicos quanto à prática do sexo (heteromonogâmico pós-casamento) fossem seguidos, o sexo seria o que Deus planejou fosse: um presente saudável, sem risco, prazeroso e abençoado dado ao homem e à mulher. Mas as pessoas não estão mais querendo saber disso. E vão colhendo as consequências dessa escolha… [MB]