Ex-dissidente conta tudo

Professor de Yale abandona o darwinismo e diz por quê

david-gelernterPara o professor da Universidade de Yale, David Gelernter, a teoria da evolução de Charles Darwin é “uma bela ideia que foi efetivamente refutada”. A declaração foi feita por ele durante sua renúncia pública do darwinismo. Gelernter, que é conhecido por prever a World Wide Web e desenvolver muitas ferramentas complexas de computação ao longo dos anos, é hoje professor de ciência da computação em Yale, cientista-chefe da Mirror Worlds Technologies, membro do Conselho Nacional de Artes e autor prolífico. Em uma coluna para o Claremont Review of Books, Gelernter explicou como suas leituras e discussões sobre a evolução darwiniana e suas teorias concorrentes, como o design inteligente, o convenceram de que Darwin estava errado. Ele cita, por exemplo, o livro de Stephen Meyer, Darwin’s Doubt, de 2013, e The Deniable Darwin, de David Berlinski, para basear suas novas crenças a respeito da vida na Terra.

[Continue lendo.]

Cientista supera dificuldades e alcança sucesso acadêmico e profissional

jackeline 2A pesquisadora e CEO Dra. Jackeline Alecrim é uma profissional respeitada no meio corporativo e também no meio acadêmico. Pioneira no desenvolvimento de produtos à base de café para combate da calvície e diversas pesquisas científicas na área da beleza, superou várias dificuldades na vida para realizar seus sonhos. Mulher, negra e de origem humilde, a “cientista da beleza”, que é especializada em cosmetologia avançada e professora de pós-graduação, vai na contramão das estatísticas e probabilidades, alcançando destaque internacional.

Jackeline Alecrim nasceu em uma pequena cidade do Vale do Jequitinhonha, em Capelinha, interior de Minas Gerais. Desde cedo batalhou muito, aliando sua rotina de trabalho e estudos, para conseguir se formar: “Tudo em se tratando da minha vida foi muito atípico, e isso chama a atenção das pessoas. Eu estudei em escola pública a vida inteira, além de ser em uma cidade muito pequena do interior de Minas Gerais, sem destaque nacional. Me destaquei na carreira acadêmica e, logo após me formar, passei em um concurso para me tornar professora universitária. Tudo aconteceu muito rápido. Hoje nossa pesquisa e o produto que desenvolvemos a partir dela têm reconhecimento nos EUA, Japão, Alemanha, Portugal, Canadá, Suíça e Chile.”

Filha de pai caminhoneiro e mãe dona de casa, Jackeline fala com orgulho de sua família: “Meus pais não tiveram essa oportunidade na infância, mas sempre nos incentivaram e trabalharam duro para formar as três filhas. Devo tudo o que sou a eles. Vendo a dificuldade que passaram para me dar o melhor que tinham, me dediquei muito para não decepcioná-los e para fazer tanto esforço valer a pena. Aprendi com eles o valor do trabalho duro e de criar as próprias oportunidades através do empenho.”

Como consequência de suas pesquisas científicas, a Dra. Jackeline fundou uma empresa, que hoje possui sede administrativa na cidade de Ipatinga, MG, onde a capelinhense reside atualmente, mantendo ainda dois polos produtivos e tecnológicos, um em Belo Horizonte e o outro no Rio de Janeiro. O negócio conta com mais de dez formulações inovadoras, tendo seus produtos comercializados para clientes de mais de oito países. A empresa dobrou de tamanho no último ano e projeta triplicar o faturamento até o fim de 2019.

A cientista e empresária também aponta que algumas pessoas estão focadas em vender uma imagem inalcançável de sucesso, ao invés de promover a igualdade de oportunidades que o ensino pode trazer: “É uma pena o quanto os jovens e a população com maior dificuldade de acesso à educação é afetada com uma ideia de que somente quem estuda em escolas renomadas é capaz de construir uma carreira de sucesso ou alcançar o reconhecimento. Temos vários exemplos nacionais que provam o contrário. Eu posso afirmar com total convicção que qualquer pessoa pode ser capaz de mudar a própria realidade com dedicação e estudo, seja em instituições públicas ou privadas. O foco deve ser absorver o máximo de conhecimento e não somente títulos. Estudei a vida toda em escola pública, estudei na faculdade com bolsa Prouni, sem utilizar sistema de cotas, e isso não tirou de mim a possibilidade de chegar até aqui. Todos podem alcançar, ainda que tenham de percorrer a ‘milha extra’ por causa da falta de recursos.”

(Fabiano de Abreu)

Nota: Infelizmente, ainda há muita dificuldade de acesso à educação por parte da população negra e pobre em nosso país. O ProUni e outras políticas de inclusão social têm ajudado, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido. Para alguns analistas, como meu amigo professor Joêzer Mendonça, as cotas não privilegiam uma casta inferior ou pessoas que não se esforçaram o suficiente. As cotas ajudam a corrigir rotas de destino. [MB]

O dia em que o marxismo cultural serviu para algo de bom

Captura de Tela 2019-07-28 às 00.18.23.png

A Ariane (de vestido verde), na época das eleições presidenciais, estava pesquisando sobre marxismo cultural e encontrou uma palestra minha, em meu canal no YouTube. Gostou, começou a assistir a outros conteúdos e se interessou pela mensagem adventista. Ela mora em uma cidade vizinha, mas ontem estava em Tatuí e resolveu visitar a Igreja Adventista do Sétimo Dia das Mangueiras. Quem estava pregando lá? Sim, eu! A moça de casaco branco, a Fabiana, é adventista, mora na mesma cidade da Ariane e vai começar um estudo bíblico com ela. Os caminhos de Deus são impressionantes! E foi a primeira vez que vi o marxismo cultural servir para algo bom. [MB]

Deus está agindo sobrenaturalmente entre os muçulmanos

muslim-familyTive hoje a alegria e a honra de receber em meu escritório um casal de jovens missionários brasileiros que trabalha em um país muçulmano (por questão de segurança, não revelarei o nome do país nem o deles). Passamos algumas horas conversando e foi muito alentador conhecer em primeira mão histórias de intervenção direta de Deus no sentido de alcançar muçulmanos com a mensagem cristã (principalmente a verdade de que Jesus é Deus, morreu para salvar os pecadores e está vivo). Eles me contaram que muitas pessoas têm tido sonhos em que Jesus Se revela diretamente a elas (e os muçulmanos valorizam muito os sonhos).

Houve o caso de uma refugiada síria que acabou tendo que fugir com os dois filhos durante a guerra e perdeu o marido. Quando chegou ao país em questão, teve um sonho em que Jesus carinhosamente lhe disse: “Não se preocupe. Vou cuidar de vocês.” Ela conseguiu adquirir uma Bíblia e, dali em diante, Jesus passou a ensiná-la por meio de sonhos. Depois de algum tempo, ela conheceu um pastor adventista e Jesus lhe disse: “De agora e diante ele vai ensinar as verdades bíblicas para você.”

Mas a história mais marcante foi a de uma família composta por cinco pessoas, todas alcançadas diretamente por Jesus. Tudo começou com o filho mais novo que teve um sonho em que viu uma tatuagem de cruz em seu pulso (algo comum entre os cristãos coptas). Quando acordou, ele disse para os pais que era cristão. O pai bateu nele e então o menino não mais tocou no assunto. Dias depois, o pai e os outros filhos também sonharam com Jesus e ficaram impressionados. De manhã, o pai acordou tão feliz que começou a pular pela casa. Pegou a esposa no colo e gritou: “Eu sou cristão! Eu sou cristão!” E ela respondeu: “Aleluia!” Todos ficaram espantados com a palavra desconhecida. O que significava aquilo? Foram à internet pesquisar e descobriram que “Aleluia” significa “louvado seja Yahweh”, algo que os cristãos costumam dizer. Hoje toda a família está estudando a Bíblia com um pastor adventista.

São histórias que me enchem de alegria e esperança por perceber que Deus está agindo nos lugares mais aparentemente inalcançáveis. Na verdade, a missão é dEle. Somos apenas instrumentos que têm o privilégio de ser convocados para o trabalho.

Ore pelos missionários que dedicam a vida (e até a arriscam) para levar às pessoas o amor de Deus e a verdade de que Jesus voltará em breve. E mais do que isso: seja você um missionário aonde quer que for ou onde quer que esteja. Aproveitemos a liberdade e as vantagens que temos em nosso país. Jesus tem pressa de voltar e conta conosco!

Michelson Borges

Nota: Nos dois links a seguir você pode ler o testemunho em duas partes da única adventista do sétimo dia na Palestina. A identidade dela é preservada para ela não ser morta. Na sexta-feira passada, um amigo meu que mora em Israel esteve com dois pastores e a família de um deles visitando a loja da família dessa moça heroína. Ele me escreveu: “Pudemos conversar com ela e dizer que ela não está sozinha, que há uma família mundial orando por ela. Ore você também!” Leia a impressionante história no site Dream of Isa (aqui e aqui).

Policial feminina adventista tem a fé provada e é abençoada por Deus

policialMeu nome é Kellen Maia, sou policial militar do Distrito Federal há 17 anos, profissão que abracei e da qual tenho grande orgulho. Sou adventista do sétimo dia de berço e durante toda minha vida tenho enfrentado provas a testar minha confiança e fidelidade em Deus. Quando passei no concurso de soldado da Polícia Militar, já de imediato fiquei um tanto quanto abalada quando marcaram o teste físico para um sábado à tarde. Eu precisava muito desse emprego e me negar a fazer o teste físico no sábado me causou grande preocupação, se eles autorizariam outra data para o meu teste ou me reprovariam de imediato. Decidi entregar nas mãos de Deus e solicitar outra data para o teste, o que foi deferido. Fiquei muitíssimo alegre pela providência divina, mas alguns “amigos” intervieram dizendo que não me alegrasse muito pois na nova data para realização do teste haveria uma banca completa para examinar apenas a mim, e que eu seria alvo de retaliação. No dia do teste, uma banca de avaliação física da Polícia Militar foi montada para avaliar apenas a mim e mais dois adventistas, contudo, os policiais que aplicaram o teste foram impessoais e altamente técnicos, e nós três fomos aprovados no teste e ingressamos no curso.

Durante o curso de formação de soldados, enfrentamos novos obstáculos. Grande parte das atividades avaliativas eram marcadas para o sábado pela manhã. Então, solicitei ao comandante que respeitasse minha convicção religiosa e me desse uma alternativa para realização das provas que não fosse nas horas sagradas do sábado. O diálogo foi tenso e sem muitas esperanças, mas, por fim, fui autorizada a permanecer em uma capela dentro do quartel no período que ia desde a entrada de todos os recrutas para a realização das provas (por volta das 7h), até findarem as horas do sábado, para então realizar minha avaliação (por volta das 19h). Eram 12 longas horas, porém muito edificantes, pois conheci outros dez irmãos adventistas que se encontravam na mesma situação que eu, e compartilhávamos experiências e fazíamos culto em louvor a Deus, ali mesmo, na capela do quartel.

Durante dez longos meses de curso fomos pressionados a desistir da fé. Escutei várias vezes que não tinha perfil para essa profissão e que não seria uma boa policial em razão da minha fé; que deveria desistir. Infelizmente, alguns dos 11 irmãos do meu curso de formação cederam às pressões e se juntaram ao grande grupo de policiais que não guardavam a lei de Deus.

No fim do curso, próximo à formatura, nosso grupo de policiais adventistas foi lembrado em um discurso do comandante. Recordo-me disso como se fosse hoje – e me causou grande reflexão, imaginando a cena quando da volta de nosso Senhor Jesus. Ele elogiou os policiais que se mantiveram firmes em seus propósitos e fé em Deus, mesmo enfrentando provações, e disse que se éramos fiéis a Deus seríamos fiéis à Pátria. Como era possível? O mesmo Comando que nos pressionou a desistir, naquele momento nos elogiava e engrandecia diante de toda a tropa! Imagino que os colegas que desistiram no meio da jornada tenham sido tomados de arrependimento e vergonha.

Enfim, Deus me abençoou grandemente em minha carreira profissional. Passei no primeiro concurso interno para progressão na carreira e, graças ao bom Deus, hoje sou primeiro-sargento. No Curso de Altos Estudos para Praças, recebi a Medalha Duque de Caxias por ter sido a primeira colocada. Tenho orgulho de ser uma serva do Deus vivo e primeiro-sargento desta Corporação que amo servir.

(Sargento Kellen Maia; Policiais Adventistas)

Por que abandonei o darwinismo

micAbandonei a ideia da macroevolução e o naturalismo filosófico quando estudava no curso técnico de química, nos anos 1990, em Criciúma, SC, minha cidade natal. Sempre fui amante da ciência. Era leitor voraz de autores como Carl Sagan, Stephen Hawking, Isaac Asimov e outros. Por isso mesmo, sempre fui naturalmente cético. Quando soube que o darwinismo tinha graves insuficiências epistêmicas, fiquei surpreso e passei a estudar o assunto mais a fundo. Resolvi colocar em prática meu ceticismo até as últimas consequências.

Deparei-me com o argumento da complexidade irredutível, de Michael Behe, e com a tremenda dificuldade que o darwinismo tem em explicar a origem da informação complexa e específica. De onde surgiu a informação genética necessária para fazer funcionar a primeira célula? De onde proveio o acréscimo de informação necessária para dar origem a novos planos corporais e às melhorias biológicas? O passo seguinte foi buscar um modelo que me fornecesse respostas ao enigma do código sem o codificador, do design sem o designer, da informação sem a fonte informante.

Fiquei aturdido com a complexidade física do Universo e com a complexidade integrada da vida. Ao constatar uma vez mais que, para existir, a realidade depende de leis e constantes finamente ajustadas. Nessas pesquisas, descobri que o criacionismo é a cosmovisão que associa coerentemente conhecimento científico e conhecimento bíblico.

Então passei a estudar mais detidamente a Bíblia Sagrada, que me diziam ser a Palavra de Deus. Fiquei igualmente surpreso ao constatar que a arqueologia comprova a veracidade histórica desse livro milenar, e que as profecias detalhadamente cumpridas são outra evidência de sua origem singular. Só que essa leitura, esse estudo fez mais por mim do que apenas fornecer informações. À medida que eu estudava o Livro Sagrado, alguma coisa estava mudando em mim, em meu coração, em minha mente…

Nesse estudo, nessa busca, me descobri em boa companhia ao saber que grandes cientistas como Galileu, Copérnico, Newton, Pascal, Pasteur e outros não viam contradição significativa entre a ciência experimental e a teologia judaico-cristã. Usei meu ceticismo, fui atrás das evidências – levassem aonde levassem – e me surpreendi com uma interpretação simples e não anticientífica para as origens. Resultado? Tornei-me criacionista.

Minha busca não termina aqui. A fonte de conhecimento que se abriu diante de meus olhos é eterna como eterno é meu Criador. Encontrá-Lo foi a maior descoberta da minha vida!

Às vezes, é preciso duvidar para crer. Mas vale a pena.

Michelson Borges é jornalista (UFSC), especialista em Teologia (Unasp) e pós-graduando em Biologia Molecular (Cândido Mendes).