Rabino fica surpreso com livros de Ellen White

Karina Bacchi parou de atuar em novelas para não cometer adultério

“Na Bíblia, a gente vê que Deus não se agrada do adultério. Uma atriz casada que vai interpretar uma cena na qual vai ter que beijar, abraçar… Aquilo não é considerado adultério?”

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Karina Bacchi, que já estrelou produções como “Da Cor do Pecado”, de 2004, e “O Clone”, de 2001, confessou que deixou de ser atriz por conta das crenças do evangelismo [sic], pelo qual se converteu em julho deste ano. Em conversa com o pastor Rodrigo Silva em seu canal no Youtube, a influenciadora confirmou que não retornará às novelas para não cometer adultério. Isso porque, de acordo com suas declarações, ela seria uma mulher casada beijando outros homens. 

“Na Bíblia, a gente vê que Deus não se agrada do adultério. Uma atriz casada que vai interpretar uma cena na qual vai ter que beijar, abraçar… Aquilo não é considerado adultério? Acho que estaria sendo contra o que a Bíblia diz. Isso é algo que me conflitou demais”, disse.

“Eu deixei minha carreira por conta não só da Bíblia, mas também porque não me sentia à vontade em estar atuando, mesmo sabendo que aquilo não era eu, era um personagem. Eu deixei de atuar por opção, por escolha, por causa disso.”

(Yahoo Vida e Estilo)

BODAS DE PRATA: culto de gratidão | Michelson e Débora

Diga-me qual é o seu livro de cabeceira e eu lhe direi quem você é

“O caminho do insensato parece-lhe justo, mas o sábio ouve os conselhos.” Provérbios 12:15

geovana

Durante nossa vida, recebemos muitos conselhos, alguns solicitados, outros nem tanto. Há ainda aqueles conselhos que gostaríamos de esquecer, outros que mereceriam ser emoldurados e colocados num quadro. Gostaria de mencionar um que, apesar de não estar em nenhuma parede, levo gravado em meu coração.

Certo dia, fiquei sabendo que o pastor Michelson Borges estaria na Igreja Central de Araras, ministrando uma palestra sobre criacionismo. Eu sabia que se tratava de um jornalista e pastor muito renomado. Por isso, ao fim da palestra, procurei-o para uma orientação, um conselho sobre a profissão que eu deveria escolher, pois uma de minhas opções era o Jornalismo. Eu ainda era adolescente, não tinha maturidade suficiente para escolher uma carreira, mas já sabia bem quais pessoas poderiam me dar bons conselhos. Geralmente, buscava essas orientações em pessoas cristãs, uma delas foi o pastor Michelson. Perguntei: “Pastor, gostaria muito de ser jornalista. Qual conselho você me daria?” Ele disse: “Jornalismo é uma área desafiadora; […] tenha sempre a Bíblia como seu livro de cabeceira.” O tempo passou, acabei escolhendo outra área, tão desafiadora quanto, e a Bíblia permaneceu ao meu lado. E foi assim que consegui trilhar uma longa trajetória acadêmica, tornando-me doutora em Linguística, numa universidade em que, um dia, pensei que não me formaria nem mesmo na graduação.

Em 2008, recém-formada no ensino médio, decidi prestar o vestibular para Letras na Universidade Federal de São Carlos. Pedi a Deus que me orientasse a tomar a melhor decisão. Para minha surpresa e alegria, meu nome estava na lista dos aprovados. No entanto, eu sabia desde o início que o curso era noturno e que teria aulas às sextas-feiras. Como então conciliar meus sonhos e meus princípios quando parecem tomar direções opostas? A Bíblia continuava como meu livro de cabeceira, e foi lá onde encontrei as respostas!

No meu primeiro semestre de graduação, conversava com os professores que ministrariam as aulas de sexta-feira à noite, e por serem oferecidas também em outros dias, pude frequentar 50 por cento das aulas. A concessão era dada sob a condição de que eu obtivesse a nota mínima para ser aprovada na disciplina. Com a ajuda de Deus e meu esforço, obtive a nota máxima em quase todas as disciplinas oferecidas nesse dia.

Os problemas começaram no segundo semestre, uma vez que houve resistência por parte de alguns professores, os quais questionavam minha fé, dizendo: “Você é adventista por tradição ou opção?”, “Pede para seu pastor, quem sabe ele permite”, etc. Alguns colegas de classe diziam: “Você não é deste planeta”, “Sua vida vai virar um inferno”, “Quando você chegar ao último ano de graduação, você terá de fazer todas as disciplinas de Literatura; a carga de leitura será muito grande”. Se, por um lado, essas frases negativas tornavam-se cada vez mais fortes, por outro, a voz de Deus parecia sobrepô-las.

Houve um momento em que decidi cancelar uma disciplina em razão da não concordância dos professores. Essa disciplina era subdividida em duas, sendo oferecida às quartas e sextas-feiras, e ministrada por professores diferentes. Conversei com os dois professores, mas não encontrávamos uma saída, pois eu iria perder a subdisciplina da sexta em sua totalidade.

Sempre dei muito valor ao estudo, e nesse momento Deus estava me lapidando por meio de provações, para que eu mostrasse o que realmente estava em primeiro lugar em minha vida. Orei a Deus chorando, para que Ele abrisse uma porta onde eu só enxergava paredes. No outro dia, retornei ao departamento de Letras, já decidida a cancelar essa disciplina, mesmo que isso me custasse mais um ano de graduação. Um desses professores me falou: “Sua causa se torna mais forte quando você abdica de seus caminhos em favor de sua fé.” Escutei essa frase duas vezes, e proferida por pessoas diferentes, ambas de outras religiões, antes de tomar minha decisão. No outro dia, fui ao departamento para cancelar a disciplina. Porém, antes de eu entrar na sala do coordenador, encontrei minha professora, “autora” da frase anterior – ou melhor, “porta-voz do Autor” –, que disse: “Geovana, não cancele a disciplina, o professor encontrou uma solução!”

Todos os professores com quem eu conversava para que me permitissem frequentar 50 por cento das aulas confessavam que se sentiam incomodados até encontrar uma alternativa. A saída foi a seguinte: eu teria aulas particulares em outros dias da semana, as quais seriam ministradas por um de seus orientandos. Deus é bom! Mais uma oração atendida!

Entretanto, anterior a esse acontecimento, precisei realmente cancelar uma matéria, tendo em vista a irredutibilidade dos argumentos da minha professora. No dia em que fui à sala dela, orei a Deus chorando, e quase sem forças para suportar mais essa prova. O Pai pode falar conosco por meio de um hino, de uma pessoa, da natureza. Deus fala comigo pela Bíblia. Uma comunicação de longa data. Eu pergunto, abro a Bíblia, aponto um versículo, e Ele responde. Sei que a Bíblia não deve ser aberta como se fosse uma “roleta russa”, mas, sim, estudada com afinco, entretanto, em momentos de desespero e aflição, eu e Deus nos comunicamos assim, desde quando eu era criança.

Nessa situação, não foi diferente. Disse a Ele que estava com medo e que dentro de algumas horas iria à sala da professora para conversarmos sobre a possibilidade de frequentar apenas parte das aulas. Abri a Bíblia e o versículo apontado dizia que a luta não era minha, era de dEle, e que, portanto, eu não deveria temer, pois Deus estaria comigo. Fui, apresentei meus argumentos, e qual foi a resposta? “Não, você terá que cancelar essa disciplina.” Chorei muito, pois sabia que por causa dela ficaria mais um ano na universidade e não poderia me formar com meus colegas no dia 31 de janeiro de 2014.

Chorei, mas confiei, pois os planos de Deus são sempre maiores que os nossos. A aparente derrota não me desanimou. Minha oração sempre consistia e consiste em dizer: “Senhor, se a minha vontade não coincidir com a Tua vontade, se as minhas escolhas não coincidirem com as Tuas escolhas, que as Tuas prevaleçam.”

Finalmente, o último ano de faculdade chegou. Não para mim, mas para a maior parte dos meus colegas de classe. A formatura seria no dia 31 de janeiro de 2014. Eu estava triste, pois não poderia participar. Três disciplinas ainda me faltavam para concluir o curso de Letras, as quais não poderiam ser feitas em um semestre, por causa do conflito de horários entre elas. Com isso, minha formatura iria esperar mais dois anos.

É claro que acordar todos os dias já é um presente, mas todos os anos Deus me dá um grande presente! E eu já estava perguntando ao meu Pai qual seria o grande presente de 2014. Todos os dias eu orava pedindo que algo de muito bom acontecesse em minha vida, afinal, eu estava um pouco desanimada com minha situação acadêmica, porque não me formaria naquele ano.

Uma tia distante me enviou pelo Facebook uma mensagem que me deixou pensativa e esperançosa: “Geovana, o que Deus vai fazer na tua vida é lindo! Prepare-se para receber!”

No dia 25 de outubro de 2013, recebi um e-mail da Secretaria de Relações Internacionais da UFSCar, a respeito de uma bolsa de estudo na França, que dizia: “A Universidade Picardie Jules Verne, França, está oferecendo bolsas de
estudo para o 1º semestre de 2014 com o propósito de encorajar estudantes
a cursarem disciplinas da carreira ‘Master’, com interesse particular
no aprendizado de francês como língua estrangeira. A UFSCar deverá indicar o nome de dois alunos. O requisito principal é de que o candidato deva estar regularmente
matriculado nos cursos de graduação (licenciatura), conforme o Edital, e ser
aluno do 4º ou do 5º ano no período de concessão da bolsa, ou seja, no
primeiro semestre de 2014. Diante do exposto, enviamos a V.Sª em anexo o Edital, o qual solicitamos ampla divulgação, assim como os formulários que deverão ser preenchidos pelo aluno. A documentação deverá ser entregue na SRInter até o dia 30 de outubro de 2013, às 18h.”

Meu outro sonho era poder fazer um intercâmbio. Quando li esse e-mail, resolvi participar. Se eu tivesse me formado junto com a minha classe, não poderia me inscrever, pois no primeiro semestre do ano seguinte eu deveria estar no 4º ou no 5º período da faculdade, como dizia o edital.

Eu teria apenas cinco dias para enviar toda a documentação necessária. Assim o fiz. Enquanto preparava os documentos, orava: “Senhor, não quero preparar tudo em vão. Se não for dar certo, permita que algo dê errado nas primeiras etapas. Mas se for da Tua vontade que eu realize esse sonho, que eu seja aprovada em todas elas, e que eu sinta a Tua presença em cada procedimento que eu tiver de fazer.”

Consegui preparar todos os documentos, graças a Deus e à Bíblia como meu guia. Posteriormente, recebi a notícia de que eu havia sido escolhida na UFSCar. No entanto, haveria outra etapa: uma entrevista feita pela Universidade da França. Recebi um e-mail da coordenadora desse projeto propondo que fizéssemos uma entrevista por telefone, em francês e português. No mesmo dia eu teria uma prova na Aliança Francesa. A ansiedade tomava conta de mim. Mais uma vez orei pedindo a ajuda de Deus. O telefone tocou, atendi. A ligação estava realmente muito ruim, eu quase não entendia o que a coordenadora dizia, mesmo quando falava português. Com isso, eu tentava adivinhar a continuação das perguntas que ela me fazia. A entrevista foi um fracasso, em minha opinião.

Voltei para casa arrasada. Disse a Deus: “Senhor, eu Te pedi para que se fosse dar errado, que desse errado nas primeiras etapas. Por que o Senhor permitiu que eu fosse escolhida e chegasse quase à última etapa, a da entrevista, e fosse reprovada?”

A coordenadora ainda não tinha me dado a resposta, mas eu estava desanimada com meu desempenho. O resultado chegaria em 15 dias. Os 15 dias se passaram, e novamente eu questionei a Deus: “Senhor, já se passaram 15 dias, e agora? Não vai dar certo mesmo? Mas todas as etapas anteriores deram certo… Por quê? Mesmo assim vou continuar confiando, pois sei que o Senhor fará o melhor.”

Na semana do meu aniversário, no dia 10 de dezembro de 2014, recebi a resposta: “Prezada Geovana, as relações internacionais e o decano da Faculdade de Letras da Universidade de Picardie Jules Verne (UPJV) têm o prazer de comunicar que você foi aceita para cursar disciplinas na área de interesse na Faculdade de Letras e na Faculdade de Línguas, na qualidade de aluna de intercâmbio beneficiária de uma bolsa de estudos da UPJV.”

Que alegria! Deus estava me oferecendo a viagem dos meus sonhos! Mas eu não tinha passaporte, nem visto. E deveria estar na universidade de Picardie Jules Vernes exatamente no dia 31 de janeiro de 2014. Coincidência? O dia em que minha turma estaria se formando! Eu sabia que eu não iria participar, o que eu não sabia é que nesse mesmo dia eu estaria embarcando para a França. Depois da comemoração vem a preocupação… Estávamos no início de dezembro e eu deveria estar na UPJV no fim de janeiro. Consegui meu passaporte em menos de uma semana! Um verdadeiro milagre. O Visto? Consegui três dias antes da data de embarque! A burocracia parecia sem fim, mas, quando temos Deus ao nosso lado, a vitória é garantida.

Hoje sou doutora em Linguística pela Universidade Federal de São Carlos e pesquisei por alguns anos os discursos midiáticos, jornalísticos. Segui o conselho da Bíblia como meu livro de cabeceira. Se eu pudesse lhe dar um conselho hoje, eu repetiria o que o pastor Michelson Borges me deu, acrescentando: “Abra a Bíblia mais vezes do que o aplicativo de GPS do seu celular, porque melhor do que trilhar os caminhos terrenos e chegar ao destino planejado, é ‘cavalgar sobre as alturas da terra’ e alcançar o reino celestial, tendo a Bíblia como guia, orientados pela voz do Pai!”

Mais um conselho. Leia este texto bíblico: “Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no Meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras,
então te deleitarás no Senhor, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse” (Isaías 58:13, 14).

Geovana Chiari

A experiência impressionante de uma brasileira no Afeganistão

Relato da brasileira Karla Leitzke, que viveu algum tempo no Afeganistão e trabalhou em projetos sociais por lá e viu a realidade dessa nação.

Allauhudin

A vida de Karla da Silva Leitzke, adventista brasileira e com cidadania portuguesa, é uma verdadeira aventura em favor de causas sociais. Atualmente ela é adida da Delegação da União Europeia para o Timor-Leste e mora, com a família, na capital Dili. Desde outubro de 2019, nesta função, seu currículo, no entanto, é bem extenso. E envolve, junto com o esposo, também um trabalhador humanitário, passagens por países como Camboja, Uzbequistão, Afeganistão, Mali e Panamá.

A Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN) conversou com Karla sobre sua experiência internacional, sobretudo a passagem pelo Afeganistão durante quase dois anos. O relato dela é impressionante e transmite um pouco da realidade desta nação, atualmente em evidência depois da retomada do governo local por parte do grupo conhecido como Talebã. Por quase 20 anos, os Estados Unidos ocuparam a região logo após os atentados de 11 de setembro de 2001, ocorridos em solo norte-americano.  

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Testemunho de um jovem adventista refugiado cubano

Médico encontra a verdade na Bíblia

Mensagens que nos alegram: o médico e as crenças “estranhas” dos adventistas

medico

Oi, Michelson. Me chamo Juliano, sou médico. As crenças de minha esposa adventista, como o sábado, o estado dos mortos, as profecias de Daniel e do Apocalipse, me eram estranhas, apesar de eu ser cristão(católico). Estamos juntos há 15 anos, mas só nos últimos três anos resolvi investigar por minha conta, estudando a Bíblia diariamente e conteúdos de várias religiões cristãs, comparando os posicionamentos

Conclui que todas as crenças “estranhas” dos adventistas encontram fundamentação na Bíblia e, então, por convicção e consciência, fui batizado no último sábado, 26/6, na Igreja Adventista Central Paulistana.

Gosto muito dos seus vídeos; me inspiram, e me identifico com seu espírito de criteriosa investigação dos fatos (eu também gostava muito de gibis de super-heróis e Legião Urbana, hoje considero as histórias reais da Bíblia e os Salmos muito mais fascinantes!).

Deus abençoe seu ministério e toda a sua família!

Um grande abraço!

(Pode usar meu depoimento em vídeos/mídias sociais, se assim o desejar e julgar pertinente.)

Leia mais “Mensagens que nos alegram” (clique aqui).

Testemunho e batismo da Dra. Dulce

Entrevista com um jovem adventista homossexual