Política e religião cada vez mais alinhadas, conforme o script

bolsoNo mês de fevereiro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro se encontrou com o Sr. Doug Burleigh, do The Fellowship, organização também conhecida como “A Família”, a mesma que realiza o famoso evento anual chamado “Prayer Breakfast”, ao qual comparecem lideranças políticas e religiosas dos Estados Unidos e de outros países. Assim como vem acontecendo nos Estados Unidos (leia este texto e os links relacionados), políticos de outras nações vêm se aproximando cada vez mais das religiões hegemônicas, ameaçando a laicidade do Estado e mostrando que o script profético vai sendo cumprido à risca. O documentário “The Family”, da Netflix, retrata bem a atuação dessa organização.

Assista aos vídeos abaixo para entender melhor o assunto:

Esta sociedade em que vivemos está sendo desgastada e assolada pelo progressismo permissivista, de modo a fortalecer a aceitação do contra-ataque da extrema-direita religiosa (como o pessoal do “The Family”), colocando na parede aqueles que não concordam nem com a esquerda (por ideologia) nem com a direita (por postura e doutrina). O povo remanescente estará entre a espada e a falsa cruz. Temos que pregar nossa mensagem profética (as três mensagens angélicas) enquanto podemos. Não um evangelho diluído e castrado, como diria George Knight. [MB]

ap 13Dica de leitura: Nesta obra cuidadosamente documentada, você verá o quadro mais amplo de como chegamos onde estamos e ficará convencido da probabilidade do breve cumprimento das profecias do fim dos tempos registradas em Apocalipse 13.

Fingerprint Crianças: Jonas e o grande peixe

A história do profeta Jonas nos ensina que obedecer a Deus sempre é a melhor opção, mesmo quando Ele nos pede algo que não queremos fazer. Mais uma das belas histórias da Bíblia, usando a criatividade para passar tempo de qualidade com seus filhos e alunos. Assista a este e outros vídeos no site Fingerprint ou no canal no YouTube, e siga as redes sociais do ministério:

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Perguntas interativas da Lição: Possibilidades ilimitadas

gift“Irmãos, quanto aos dons espirituais, não quero que vocês sejam ignorantes” (Apóstolo Paulo, em 1 Coríntios 12:1). Não devemos ser ignorantes a respeito dos métodos de Deus para tornar melhores testemunhas! Os dons do Espírito Santo, assim como os talentos herdados ou adquiridos que forem empregados para o ministério, nos habilitam a testemunhar de Jesus com muito mais eficácia. Esse foi o tema da Lição da Escola Sabatina desta semana.

Perguntas interativas para discussão:

Leia 1 Coríntios 12:1. Em sua opinião, por que não devemos ser ignorantes a respeito dos dons espirituais?

Leia Atos 1:8. Por que precisamos de “capacitação” do Espírito Santo para ser testemunhas de Deus? Por outro lado, quais são os problemas de testemunhar sem a direção do Espírito Santo?

Conforme Atos 2:38, por que a capacitação do Espírito Santo está relacionada ao batismo?

De acordo com 1 Coríntios 12:7, os dons são dados para um fim “útil” ou “proveitoso”. Que fim é esse? (Comparar com Efésios 4:11-13.)

Leia 1 Coríntios 12:11, 18 e Marcos 13:34. Que critérios Deus usa para distribuir os dons espirituais? O que isso nos ensina sobre o caráter de Deus e Sua soberania?

Alguns dos dons são registrados em Romanos 12:6-8, 1 Coríntios 12:8-10, 28-31 e Efésios 4:11. Que outros dons você imagina que poderiam estar nessas listas se elas tivessem sido escritas hoje? O que isso nos ensina sobre a natureza dos dons espirituais?

Conforme 1 Coríntios 12:19-21, 25-27, em que sentido os diversos dons “dependem” uns dos outros?

Na parábola dos talentos, em Mateus 25, todos receberam pelo menos 1 talento; nenhum dos servos ficou sem. De acordo com os versos 14-16, por que uns receberam mais talentos que outros? Nesse sentido, de que forma os “talentos” se diferenciam dos “dons espirituais”? Como podemos “multiplicar” os talentos que Deus nos confiou de maneira a ser melhores testemunhas do Evangelho?

Por que é desejável que a igreja tenha todos os dons espirituais antes da volta de Cristo? (1Co 1:5-7)

Como podemos descobrir os dons que Deus nos concedeu? (Veja Lucas 11:9, 13.)

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

O papel ignorado da igreja no “empoderamento” e na justiça social

womanGostaria de compartilhar alguns dados para ajudar os irmãos que estão apelando por uma autocrítica da igreja evangélica em relação ao machismo, racismo e outras opressões sociais supostamente perpetuadas pela igreja.

A igreja evangélica é composta majoritariamente por mulheres e negros. A visão de mundo e os valores das mulheres evangélicas encontra eco nas igrejas, e vice-versa. Elas se identificam com o cristianismo evangélico. Encontram ali respostas e apoio para superarem suas angústias e aflições.

As igrejas evangélicas empoderam mulheres elevando sua autoestima, promovendo inserção e ascensão social, estimulando o empreendedorismo feminino e a “domesticação” dos homens (confira aqui e aqui). É inegável que para as mulheres o “processo de empoderamento e autonomia está muito atrelado à igreja” (confira aqui e aqui). Os dados mostram que as mulheres são a maioria dos empreendedores do Brasil, e a igreja favorece formação de capital social e propicia motivação econômica (confira aqui e aqui), e “o papel mais ativo/inclusivo é desempenhado pelos evangélicos” (aqui e aqui).

O doutor em sociologia Roberto Dutra afirma que “a participação em comunidades religiosas é a maior experiência de empoderamento individual e coletivo que as classes populares das periferias de médias e grandes cidades tiveram nas últimas três décadas no Brasil” (aqui e aqui).

A maior receptividade das mulheres em relação à religião evangélica (especialmente o pentecostalismo) é explicada pelos espaços alternativos criados pelas igrejas para a discussão dos problemas femininos e familiares, o que possibilita a construção de redes sociais que ajudam as mulheres a recuperar a autoestima, a diferenciarem-se de seus familiares e a entrarem no mercado de trabalho (MACHADO, Maria das Dores Campos; MARIZ, Cecília. “Mulheres e práticas religiosas nas classes populares: uma comparação entre as igrejas pentecostais, as Comunidades Eclesiais de Base e os grupos carismáticos”, 1997).

Na verdade, a igreja evangélica está alinhada aos anseios da população mais vulnerável. Pesquisa da Fundação Perseu Abramo (aqui e aqui) indica que pobres da periferia valorizam a organização da vida pelo trabalho, a família e a religião. Além disso, os valores da periferia incluem o papel do empreendedorismo na redução da pobreza, além de adotar uma postura favorável ao conservadorismo comportamental. Ou seja, a igreja evangélica oferece exatamente o que as mulheres e os pobres precisam (e querem).

A pesquisa indica que o crescimento evangélico nas periferias é explicado pelo “papel acolhedor e comunitário” das igrejas. De acordo com Vilma Dokany, socióloga e coordenadora do Núcleo de Estudos e Opinião Pública da Fundação Perseu Abramo, as igrejas oferecem um ambiente estruturado, com a existência de creches, por exemplo, e possuem uma rede de pastores e obreiros que dão apoio aos fiéis. Para a pesquisadora, “a igreja acaba, de certa forma, cumprindo o papel do Estado”.

Para Marcelo Neri, coordenador do Centro de Políticas Sociais da FGV, “[a igreja] é vista como uma forma de ascensão social”, e as igrejas evangélicas “cumprem um papel fundamental como rede de proteção social” (aqui e aqui).

Maria das Dores Campos Machado, pesquisadora da UFRJ, afirma que “as igrejas evangélicas buscam seus pastores diretamente nas populações mais carentes. Há vários pastores negros e também mulheres pastoras e bispas. As igrejas evangélicas criaram um caminho de inclusão e ascensão social” (aqui e aqui).

Historicamente, o protestantismo teve participação fundamental na Primeira Onda do feminismo (aqui e aqui). Na verdade, o protestantismo radical já era igualitarista de gênero séculos antes do surgimento do feminismo, e a Primeira Onda tem uma “dívida histórica” com o cristianismo (e muitas mulheres evangélicas e feministas parecem desconhecer esse legado histórico (aqui e aqui).

A influência de grupos protestantes como os quakers no processo histórico de emancipação feminina tem sido inexplicavelmente subestimada em pesquisas (poucas meninas feministas sequer ouviram falar nos quakers), enquanto outros grupos são supervalorizados na bibliografia feminista (aqui e aqui). Tudo isso antes e à margem de qualquer movimento feminista organizado. Mas hoje, desprezando tudo isso, é comum encontrar um jovem crente chamando, de maneira generalizada, esse povo de “promotor da cultura do estupro”, “ignorante”, “preconceituoso”, “câncer do Brasil”, etc.

Uma boa parte das críticas feitas aos evangélicos é baseada em preconceito e desconhecimento da realidade mais ampla, como muitos pesquisadores já constataram. William Nozaki, da Fesp-SP, por exemplo, critica a tendência de se construir uma visão pejorativa de evangélicos e tratá-los como se fossem um “rebanho acéfalo que sofre de lavagem cerebral” (aqui e aqui).

Carlos Gutierrez, antropólogo da Unicamp, questiona o discurso daqueles que continuam vendo as igrejas evangélicas como agentes de alienação e de atraso, pois a atuação das igrejas evangélicas estimula a ascensão social: “Na religião, os fiéis encontram incentivo e apoio, desenvolvem a autoestima e encaram as agruras da vida com mais esperança” (aqui e aqui).

O estudo “Retrato das Religiões do Brasil” (FGV) mostrou que as igrejas evangélicas crescem entre os “grupos mais desprotegidos da população”: a presença evangélica é maior do que a média em favelas, periferias de regiões metropolitanas, entre desempregados e migrantes recentes (aqui e aqui).

Juliano Spyer, pesquisador, doutor em antropologia, afirma que “os maiores promotores da escolaridade no chamado “Brasil profundo” hoje não são as escolas e os professores, mas a internet e as igrejas evangélicas”. A igreja evangélica “representa uma espécie de estado de bem-estar social alternativo que ajuda quem atravessa momentos difíceis – doença, desemprego, violência doméstica, casos de dependência química na família, etc.” (aqui e aqui).

Esses são os fatos, são os dados, o que aparece em pesquisas. Qualquer crítica feita à igreja como um todo, para ser justa, deveria estar baseada em dados, não apenas em impressões subjetivas ou experiências pessoais negativas ou positivas.

A igreja tem muitos problemas, certamente. Mas muitas propostas de autocrítica à igreja têm sido meros ecos do ativismo secular, usando categorias estranhas à Palavra (como os conceitos de gênero, sexo, casamento e família, uma visão do ser humano distante da antropologia bíblica; e uma confusão entre o conceito feminista contemporâneo de “patriarcado” com a sociedade patriarcal descrita na Bíblia Hebraica). Frequentemente, tais apelos à autocrítica repercutem críticas direcionadas ao catolicismo e as aplicam irrefletidamente ao protestantismo radical (o que não faz o menor sentido!).

Nem tudo são flores na igreja evangélica, claro. A violência familiar está presente em lares evangélicos (aqui e aqui), mas é injusto dizer que a igreja “promove” uma cultura de violência e estupro. Ao contrário, ciente do problema, a igreja tem procurado combater essa cultura em seus ministérios voltados à mulher, família, educação e crianças (por ex.: aqui, aqui, aqui e aqui).

Muito mais pode ser feito. Provavelmente há mulheres sofrendo silenciosamente em nossas congregações, e nosso esforço deveria ser em fortalecer o potencial de promoção da justiça que a igreja já provou historicamente. Movimentos sociais que surgiram “ontem” historicamente deveriam ser cautelosos na crítica àqueles com mais horas de voo e um enorme currículo de benefícios sociais, e buscar somar esforços, pois os objetivos são comuns.

(Pastor Isaac Malheiros é professor no Instituto Adventista Paranaense)

Curso on-line de diabolices

diaboUm dos mais provocadores livros que já li foi Cartas de um Diabo a Seu Aprendiz, de C. S. Lewis. Como seria se o livro fosse escrito hoje? O título: Curso On-line de Diabolices com Luciferino Queimado. Assim diz o Diabo no Twitter: “Estou vibrando. Só não digo que estou feliz porque felicidade é coisa de Deus. Sempre desejei que a oração de Jesus não fosse atendida e sinto que estou perto de conseguir isso.” Ele se referia a João 17:22, 23: “Dei-lhes a glória que Me deste, para que eles sejam um, assim como Nós somos um: Eu neles e Tu em Mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que Tu Me enviaste, e os amaste como igualmente Me amaste.”

No curso on-line o Diabo já teria apresentado sua estratégia: “Se conseguirmos que os problemas da igreja se tornem cada vez mais públicos, teremos um argumento que nenhum ateu jamais imaginaria. Afinal, quem compra algo desacreditado pelos vendedores? Crie coisificação das mulheres e erotismo infantil no mundo das celebridades, mas faça isso parecer bobagem, deslizes ocultos na beleza das artes. Que os crentes não se importem e consumam passivamente a mídia em nome do prazer – é legal demais para fazer mal. O influencer é promíscuo e antibíblico? Deus é contra discriminação. Mas se o erro for da igreja, não deixe barato. Denuncie ao mundo e diga que é ‘diálogo’.

“Faça com que participar de um projeto social com a galera pareça ser o todo do evangelismo e não apenas parte dele. Que a pregação profética pareça teoria da conspiração e a indignação contra a igreja, coisa séria. Alerte o mundo contra a igreja e não a igreja quanto ao mundo. Faça-os como porcos-espinhos no inverno.

“Lembre-se, meu caro, a corrente é tão forte como o mais fraco de seus elos. Tire proveito disso. Ridicularize a igreja para os de fora e não silencie todos os escândalos do mundo. Deixe algum podre público, como a política, assim terão algo podre para comparar. Só não aceite disciplinar a juventude. Diga que Deus é amor e Jesus não julga ninguém. Esse é o segredo. E pensar que Jesus queria uma igreja unida #rindoateoinferno.

“Aula de degustação. Para as próximas lições será cobrada taxa no valor de sua alma. Basta fornecer dados.”

(Dr. Rodrigo Silva, via Instagram)

Danos Irreversíveis: o livro que denuncia a epidemia transgênero entre as adolescentes

irreversibleUma epidemia silenciosa está se espalhando entre as adolescentes, e os pais não têm a quem recorrer para impedi-la. É a epidemia das garotas que, subitamente, sem qualquer sinal prévio, passam a se identificar como transgênero. Um livro recém-lançado faz uma investigação sobre o assunto e traz uma revelação chocante: adolescentes estão sendo induzidas a tomar o caminho sem volta da “transição de gênero”, muitas vezes sem que os pais façam ideia do que está acontecendo.

Irreversible Damage, ainda sem tradução para o português, não foi escrito por uma obscurantista preconceituosa, escondida em um rincão conservador. A autora é Abigail Shrier, jornalista do Wall Street Journal com diplomas de Columbia, Oxford e Yale, três das universidades mais respeitadas e tradicionais (e, hoje, mais progressistas) do planeta.

Em janeiro de 2019, ela fez uma reportagem a respeito do assunto para o Wall Street Journal e, com isso, passou a receber mensagens e mais mensagens de pais preocupados com a súbita mudança de comportamento de suas filhas adolescentes. Abigail resolveu, então, ir a fundo no assunto. Para o livro, ela conduziu quase 200 entrevistas. Conversou com endocrinologistas, psiquiatras, psicólogos, transgêneros, ex-transgêneros e familiares. A conclusão: existe algo de muito errado acontecendo com as adolescentes. E os números mostram isso. […]

Em sua pesquisa, Abigail identificou um padrão: a garota com problemas relativamente normais para a idade (insegurança emocional, desconforto com o próprio corpo), passa a pesquisar sobre o assunto na internet – especialmente no YouTube – e esbarra com conteúdo que sugere que ela pode ser transgênero. Ela – que geralmente já tem alguém em uma situação parecida no seu círculo social – compra a ideia. O anúncio traz popularidade imediata entre outras adolescentes. Sem avisar os pais, a escola adere e passa a tratá-la como garoto. Quando procurados, os profissionais de saúde nada fazem além de afirmar que, se ela pensa ser transgênero, ela já é transgênero. […]

A hipótese dela é que o problema é fruto de uma espécie de histeria contagiosa, que atinge sobretudo as garotas – que, na fase da adolescência, são mais suscetíveis às influências do meio. Seria algo similar à anorexia, com uma grande diferença: em vez de tratar as causas do problema, os profissionais de saúde estão incentivando as garotas a tomar um caminho sem volta. É como se eles dissessem a uma garota anoréxica que ela está, de fato, acima do peso. […]

…mesmo que algumas pessoas de fato tenham uma condição inata que as leve a se identificar como membros do sexo oposto, é possível haver situações de falsa disforia de gênero – uma espécie de “histeria de gênero”. E há muitos sinais de que o problema existe, especialmente entre as adolescentes.

“É quase como um culto”, diz, no livro uma das entrevistadas, cuja filha fez transição contra a sua vontade, com apoio total da escola. Muitos transexuais também acreditam que há algo de errado com as adolescentes. “Elas veem algo que pode fazê-las se sentir melhor consigo mesmas, porque todas essas garotas trans têm canais no Youtube, redes sociais, e eu acredito que e isso está influenciando. Nos seríamos idiotas se disséssemos que não está influenciando”, afirma uma das primeiras pessoas mulheres a passar por uma mudança de sexo em Los Angeles, ainda no começo dos anos 90. […]

Ao fim da obra, ela apresenta uma lista de recomendações para pais preocupados com a histeria coletiva que se alastra entre as adolescentes. A número 1 da lista é “Não dê um smartphone à sua filha”.

(Gazeta do Povo)

Meu problema com Ellen White

A igreja e a “cultura do estupro”

qsUm dos marcos da minha trajetória profissional foi apresentar o “Sem Tabus” durante sete anos. Tudo sobre sexo. E sabe quantas vezes a direção da igreja ou da Novo Tempo me disse o que falar ou deixar de falar? Zero vezes. Sabe quantas vezes nos meus quinze anos apresentando o “Consultório de Família” me deram a pauta ou sugeriram eu dizer que mulheres são obrigadas a fazer sexo com o marido contra a própria vontade? NUNCA!

Assistam às participações do pastor Alacy Barbosa, líder do Ministério da Família da Igreja Adventista na América do Sul, inclusive uma bem recente, nos meus programas, e suas palestras no YouTube. Procurem uma vírgula de opressão contra a mulher nas falas dele.

Tenho 27 anos de casada, sou mãe, sou profissional, sou livre e muito feliz em todos os meus papéis. Sou uma adventista do sétimo dia, mas jamais estaria numa igreja que incentivasse violência, estupro, machismo ou feminismo.

Só para registrar: as mesmas pessoas que se escandalizam com um texto que sugere que o marido deve dizer sempre que ama a esposa, e que ela faça um jantar romântico, são a mesma patrulha que “cancela” os apóstolos Paulo e Pedro por terem dito “mulheres, sejam submissas”. Pronto! Queimem esse livro!

Amados, a redação do Manual de Noivos da igreja está ruim mesmo. [E a igreja já informou que vai melhorar isso.] Mas já estão pedindo para reescrever a Bíblia!

Tem machista na igreja? Tem. Tem até feminista. Mas daí dizer que a igreja incentiva o estupro?! Pelo amor de Deus!

Quem está escrevendo aqui é uma mulher que não se intimida de falar com chefes, pastores, diretores, presidentes… pessoalmente ou por telefone, por e-mail. Falar o que não concorda; pode e deve! Mas vamos fazer da forma correta.

Há muita gente errada na igreja. Sempre teve. Mesmo entre os discípulos de Jesus tinha Judas. Há muitos Judas hoje também. Mas acusar a igreja de um crime dessa magnitude é um crime contra a honra.

“A Igreja de Cristo, por mais débil e defeituosa que seja, é o único objeto sobre a Terra a quem Ele confere Sua suprema atenção”, escreveu Ellen White, a mulher de maior destaque profético na IASD.

(Darleide Alves é apresentadora da TV Novo Tempo; via Instagram)

Nota: Desde 2002 a Igreja Adventista realiza o projeto “Quebrando o Silêncio”, uma iniciativa educativa e de prevenção contra o abuso e a violência doméstica na América do Sul. Neste ano, o tema é a violência doméstica contra a mulher, no contexto do casamento (capa acima). Baixe a revista e dê uma olhada (clique aqui).

Recordação de quando estive no “Sem Tabus”, seis anos atrás:

Fingerprint Família | Série: Reforma em Família | Tema 2: O que é Fingerprint Ministry?

Entenda o que é, para quem é e o significado do logo do Fingerprint Ministry, parceiro do blog OutraLeitura. Na minha vida prática, o que eu ganho com isso? Assista a este e outros vídeos no site ou no canal no YouTube, e siga o ministério nas redes sociais:

Site: https://fingerprintministry.com
YouTube: YouTube.com/c/fingerprintministry
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O domingo é o dia do Senhor? Resposta respeitosa ao pastor Ageu Magalhães

Em um programa de TV chamado “Vejam Só”, o entrevistado, pastor Ageu Magalhães, defendeu o domingo como dia do Senhor. Chegou a dizer, inclusive, que uma das razões para a pandemia do coronavírus seria a desobediência aos mandamentos de Deus, incluindo o domingo, segundo ele, “o mandamento esquecido”. Mas será isso o que a Bíblia ensina? A Bíblia, em algum lugar, defende a mudança do sábado para o domingo? Cristo ou os apóstolos fizeram ou autorizaram tal mudança? Assista ao vídeo e acompanhe a resposta dada.