Lição do Jardim: José é preso

A visão feminista da Bíblia: uma análise em perspectiva adventista

Leia este artigo importante para um momento em que o tema vem sendo amplamente discutido

kerygma

Resumo: O objetivo deste artigo é fazer, por meio de uma pesquisa bibliográfica, uma avaliação da visão feminista da Bíblia sob a perspectiva adventista. A pesquisa avalia alguns textos representativos da teologia feminista, desde a primeira onda até a contemporaneidade, bem como declarações de ativistas e teólogas feministas a respeito da Bíblia. Através desta pesquisa, é possível concluir que há uma tensão significativa entre a visão feminista e a perspectiva adventista a respeito da Bíblia.

Clique aqui para fazer o dowload desse bem fundamentado artigo do pastor e professor Isaac Malheiros. Nas referências há desde nomes históricos do movimento feminista, como Simone de Beauvoir, até figuras mais contemporâneas, como a ecofeminista e teóloga liberal Ivove Gebara, para quem a Bíblia é “a produção literária de uma época com abertura à transcendência”, “e não como ‘palavra de Deus'” (fonte). Ele diz ainda que “meu trabalho é desconstruir […] a Bíblia como a palavra de Deus. Eu digo: não é a palavra, é uma palavra humana, onde se coloca uma pessoa pela qual lhe é atribuída, dependendo dos textos, uma característica”. E apela por mudança: “É necessário mudar a Igreja a partir de dentro” (fonte).

Kerygma é uma publicação científica oficial da Faculdade Adventista de Teologia (FAT) do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp, campus Engenheiro Coelho). Ela é publicada semestralmente em parceria com a Imprensa Universitária Adventista (Unaspress).

Leia também: “A Bíblia e o feminismo” e “Ser mulher segundo a Bíblia”

Perguntas interativas da Lição: o santuário da nova aliança

A “antiga aliança”, em que animais eram sacrificados por sacerdotes pecadores no santuário terrestre, foi substituída pelo novo sistema, em que Jesus, o sacrifício perfeito, nos representa no santuário celestial. Esse é o fundamento da “nova aliança” (Hb 8:1, 2; 9:22-24; 10:4).

Perguntas interativas para discussão em grupo:

1. Leia Êxodo 25:8 e Levítico 26:11, 12. Por que Deus mandou os hebreus construírem um tabernáculo/santuário? Como esse santuário contribuiria para o relacionamento entre Deus e o Seu povo?

2. Leia Hebreus 9:22. Qual era o significado do sangue dos animais no ritual do santuário (ver Is 53:5-7; Jo 1:29; Rm 6:23)?

3. Por que Deus ideou um ritual tão impactante para representar o preço do pecado, e por que tinha que ser assim? (R.: Deus queria impressionar profundamente o coração e a mente do povo a respeito da gravidade do pecado, que causaria a morte – deles ou de um Substituto. Era necessário que fosse assim. Deus não tinha “prazer” nos sacrifícios dos animaizinhos, mas no que eles significavam: a morte de Jesus para nos resgatar do pecado – ver Sl 40:6; 51:16; Is 1:11-14; Os 6:6; Jo 1:29; Hb 10:4-9.)

4. Quanta esperança podemos ter ao saber que Cristo “Se entregou a Si mesmo” em sacrifício por nós (Jo 12:27; 13:1)? Como podemos corresponder-Lhe por esse amor?

5. Leia Hebreus 8:1, 2, 6. A velha aliança era baseada no santuário terrestre, enquanto a nova é baseada no santuário do Céu. Tendo isso em mente, por que a nova aliança é muito superior à antiga?

6. Leia Hebreus 9:24. Como seria se, após haver dado a vida por nós na cruz e ressuscitado, Jesus não desse continuidade ao Seu ministério intercedendo por nós até o dia final? Por que é necessário Ele continuar intercedendo por nós no santuário celestial? (R.: Diferente do que muitos ensinam, as palavras de Jesus “está consumado”, na cruz, não significam que Ele terminou ali a Sua missão de nos salvar. Ele ainda precisaria interceder por nós, para “aplicar” ou fazer valer em nós o resgate que havia sido pago na cruz. Sem a intercessão de Jesus por nós, no Céu, em continuidade à Sua morte e ressurreição, o preço pago na cruz teria sido em vão. Sem Ele mesmo nos ajudando continuamente, nós não teríamos forças)

7. O que significa para você, na prática, saber que Cristo está neste momento (ainda) no santuário celestial?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Lição dos Adolescentes: O chamado de Jesus

Imoralidade sexual é pecado

Cristo está comprometido com Sua Palavra. Esteja você também!

imoralidade

A Bíblia nos dá muitos títulos para Jesus. Sexólogo não é um deles. Mas, se considerarmos a mensagem da Escritura, é adequado pensar nessa qualificação para o Mestre. Se levarmos a sério as palavras de Jesus em Mateus 15:19, precisamos reconhecer Sua preocupação com a moralidade sexual. Disse Ele: “Pois do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias.”

Do coração se originam os ímpetos ruins. Não só o que é combatido pela justiça humana, como o assassinato e o roubo, mas também pecados que a sociedade passou a aceitar, como a mentira e a imoralidade sexual.

Se, de um lado, nosso mundo pensa que “da cintura para baixo não existe pecado”, como disse a artista Elke Maravilha em um programa de TV, de outro, o Deus da Bíblia consistentemente Se importa com o sexo. Entretanto, hoje, surpreendentemente, mesmo no âmbito da igreja, pode ser desafiador não se curvar às pressões da cultura.

À revelia da teologia Adventista do Sétimo Dia sobre ética sexual, presente em seus documentos e confissão de fé, muitos membros estão assimilando novos valores. O resultado é que princípios passam a ser remodelados por outras fontes de autoridade que não a Bíblia.

Em 1 Tessalonicenses 4:1-8, encontramos a afirmação: “Porque vocês sabem quantas instruções demos a vocês da parte do Senhor Jesus” (v. 2). Questões de ética sexual estavam inseridas entre o ensino de Jesus.

John Stott dizia que cristãos devem aprender a ler a cultura e a Escritura. Precisamos ter o cuidado de que o meio onde estamos inseridos não dite a forma como lemos a realidade. Ainda que o casamento seja banalizado pelo adultério, assim como a pornografia e outros pecados aceitáveis na atualidade, Deus não se calou a respeito.

Cristo está comprometido com Sua Palavra. Esteja você também!

(Davi Boechat é estudante de Direito)

Rock é sexo e satanismo – segundo os próprios roqueiros

As informações a seguir são de um site especializado em rock e heavy metal

heavy_metal

Você sabia que alguns discos de Rock Pesado têm mensagens e desenhos ocultos em suas capas? Do levantamento feito pelo site Rock Dissidente, a totalidade dessas mensagens aborda um ou dois dos seguintes temas: sexo e ocultismo. Nessa segunda seara, mais especificamente, referências ao tinhoso. Ambos são assuntos tabus em nossa sociedade e não só; em certa medida são proibidos, ocultos e famigerados. O satã é aquele que a religião e a cultura hegemônica ensinam a temer, mas que se sabe pode trazer grandes poderes a um alto custo; ele representa o obscuro que atrai. O sexo é o máximo do prazer que a carne pode obter, mas você não pode falar dele abertamente; ele é regulado pelo parentesco e você será ridicularizado se outros que não transam com você descobrirem o que lhe dá prazer. Tanto esse quanto aquele representa a tentação para o que é errado, mas que pode levar a júbilos de regozijo.

Conheça então as bandas que foram seduzidas pelo que é lúgubre e tenebroso e adicionaram obscuras mensagens às capas de seus discos. A lista é organizada por ordem cronológica (e alfabética, no caso de coincidências).

1. THE VELVET UNDERGROUND (1968)
“White Light/White Heat”

00

Andy Warhol é considerado um gênio das imagens, sendo o maior protagonista do movimento Pop Art. Sua obra como pintor, empresário e cineasta é amplamente conhecida; assim como as relações que ele manteve com algumas bandas de Rock, entre elas o The Velvet Underground. Warhol ajudava a trupe de Lou Reed com dinheiro e ideias. No segundo disco de estúdio do conjunto, ele teve a ideia de ocultar na capa a sinistra e tenebrosa tatuagem do ator Joe Spencer, que protagonizou o filme Biker Boy, de Warhol, em 1967. A imagem desse demônio que, supostamente, inaugurou as “mensagens subliminares” em álbuns de Rock só pode ser vista contra uma luz branca (brincadeira com o “White Light” no título). Posteriormente, o LP foi lançado com outras capas, que excluíam a aparição demoníaca. Coincidentemente, após a gravação e o lançamento, Warhol se afastou da banda e sua amiga Nico – que entrou por pressão do mecenas – foi expulsa.

2. GRATEFUL DEAD (1969)
“Aomomoxoa”

O terceiro disco da hippie estadunidense Grateful Dead é considerado por muitos fãs o último da era experimental do grupo. Originalmente intitulado “Hurricane Country”, a obra de capa do disco é tão ou mais famosa que a música que abriga. Repare que o capacete do motociclista representa a cabeça de um pênis e que os ovos que ele segura na mão representam um saco escrotal. Note que uma gosma branca sobe da cabeça fálica, entrando em contato com um sol que representa um óvulo com muitos espermatozoides em volta. Não só. Ao lado, vemos um ovário com um bebe dentro, e ainda há representações de mulheres nas árvores. Toda essa demonstração do ato reprodutivo iniciou as referências ao sexo nas capas de discos de Rock.

3. MOM’S APPLE PIE (1972)
“Mom’s Apple Pie”

Uma banda de Hard Rock com dez integrantes por si só já chamaria a atenção. Correto? Pois o grupo do vocalista Bob Fiorino ficou mais conhecida pela capa de seu debut, desenhada pelo artista Nick Caruso. Além de a “mamãe” que segura a torta estar com uma expressão lasciva, repare no detalhe da fatia da torta que foi cortada. Uma genitália feminina com um creme branco saindo, lembrando uma ejaculação recente. Após o lançamento, outras duas capas foram feitas, substituindo a vulva por uma parede de tijolos e, depois, com policiais olhando nas janelas. Por causa disso, o disco com a arte original é o mais querido entre os colecionadores.

4. URIAH HEEP (1972)
“Demons and Wizards”

Quarto disco de estúdio da banda britânica cujo nome foi inspirado em uma personagem de Charles Dickens, “Demons and Wizards” foi um marco na vitoriosa carreira do Uriah Heep. Novamente, contando com a arte fantástica de Roger Dean, o álbum que imortalizou hinos de Hard Rock como “The Wizard” e “Easy Livin” possui uma cachoeira cuja água sai de uma abertura em formato de genitália feminina para uma pedra que estranhamente se parece demais com a cabeça de um pênis. Há quem afirme que todas as pontas de pedras na capa do petrado tenham essa inspiração peniana. Diferentemente de algumas das capas citadas aqui, essa nunca sofreu alteração posterior.

5. EMERSON, LAKE AND PALMER (1973)
“Brain Salad Surgery”

O quarto álbum de estúdio da instituição do Rock Progressivo inglês, que na verdade é um supergrupo, contou com a impressionante arte do artista surrealista suíço H. R. Giger (mais conhecido pelo seu trabalho no filme “Alien – o oitavo passageiro”, de 1979). A capa que mostra uma mulher biomecânica, presa numa máquina monocromática de lobotomia, ficou famosa por ser gatefold (dupla), e quando aberta mostra a mulher alienígena com muitas cicatrizes após a cirurgia. Entretanto, há uma peculiar sombra branca logo acima do logo do grupo (também criado por Giger). Há uma genitália masculina sugerida em sombras brancas.

6. BLUE ÖYSTER CULT (1979)
“Mirrors”

O quinteto nova-iorquino Blue Öyster Cult é conhecido por suas letras de ficção científica, muito cheias de temas do ocultismo, e há quem a acuse de ligação com o satanismo na canção 7 “Screaming Diz-Busters”, do seu segundo disco, “Tyranny and Mutation”, de 1973. Em 1979, o grupo vinha de uma ascensão de sucessos com a trinca “Agents of Fortune”, “Spectres” e “Some Enchanted Evening”, que foi abruptamente cortada com o disco Mirrors. O álbum agrada os fãs do conjunto, mas falha em ser mais acessível ao público em geral, faltando “aquele hit”, como “Godzilla” ou “Don’t Fear the Reaper”, mas tudo bem, o B.Ö.C. ainda tinha umas cartas na manga e o sucesso voltaria em breve. A menção do disco nessa lista é por este estranho espermatozoide “dançando” entre as nuvens, logo ao lado do retrovisor. Facilmente identificado na versão em vinil, quando lançado em CD, o disco recebeu linhas amarelas de moldura, tornando menor a ejaculação nos ares.

7. WHITESNAKE (1979)
“Trouble”

Após o termino do Deep Purple, o vocalista David Coverdale logo tratou de começar sua carreira solo, primeiramente com um disco chamado “White Snake”, que logo se tornou o nome da banda com que firmaria seu nome como um dos grandes cantores do Hard Blues Rock. Os três primeiros discos do novo grupo possuíam a temível cobra branca estampando a capa. Porém, no álbum “Trouble”, o segundo, a língua bifurcada da cobra forma uma genitália feminina.

Em ambos os discos, o órgão sexual feminino faz alusão à passagem bíblica de expulsão de Adão e Eva do Paraíso por comer o fruto proibido. No disco “Trouble”, a serpente está se originando de um fruto. Já no caso de “Come an’Get it”, a cobra branca está dentro de uma maçã de vidro (maçã é a fruta que o citado casal não poderia comer [errado]), e na contracapa essa fruta está estilhaçada. Teria sido mordida/comida?

Após o clássico “Read ‘n’ Willing” e o ao vivo “Live in the Heart of the City”, a trupe de Coverdale resolveu estampar seu sétimo registro novamente com a cobra branca… e novamente incluiu uma vulva se formando na tramela do animal, e dessa vez ainda de maneira mais acentuada! Depois disso, a cobra só voltou a aparecer num disco de trabalho da discografia no disco “Slide it in”, mas dessa vez sem conotações sexuais “subliminares”.

8. BLACK SABBATH (1981)
“Mob Rules”

Obviamente, não seria fácil para qualquer banda no mundo perder um frontman com o carisma e os contatos de Ozzy Osbourne. Todavia, o grupo de Tony Iommi fez história ao recrutar o ex-Rainbow Ronnie James Dio como cantor. Compositor, letrista, exímio no domínio da voz e cheio de ideias, o Black Sabbath voltou a crescer com “Heaven and Hell”, conquistando o emergente movimento Heavy Metal. O disco seguinte seria a prova de fogo do novo velho grupo, e o “Mob Rules” arrasou consolidando ainda mais o quarteto de Hard Rock pesado e obscuro. Ainda assim, especula-se que o grupo sentisse saudade de seu antigo cantor. Ou por que sugerir o nome dele nas manchas de sangue no chão? O que, entretanto, garantiu a entrada dos ingleses em nossa lista foi o demônio escondido no pano imundo de sujeira e sangue no centro da capa do LP.

Em sua autobiografia, o guitarrista classificou como baboseira qualquer indício de mensagem subliminar na capa do disco, que é uma adaptação da pintura “Dream One – Crucifiers”, datada de 1971, do artista Greg Hildebrant, famoso por seus trabalhos nas cearas da ficção científica e da fantasia (“Senhor dos Anéis”). Analisando o desenho original, realmente já parece que está escrito Ozzy no chão. Como então explicar o demônio? Essa não é a única relação de Dio com o oculto.

9. DIO (1983)
“Holy Diver”

Sair de uma das principais bandas de Rock Pesado, talvez a maior no momento, seria um baque para acabar com a carreira de qualquer artista. Teria então o ex-baixista e vocalista do Elf feito um pacto com o tinhoso para se manter como uma das maiores vozes de toda a história do Rock? O fato é que se você inverter o logo de todos os discos que o baixinho lançou solo, exceto o “Dream Evil”, de 1987, poderá ver facilmente duas palavras de carga inegavelmente negativa. Acompanhe na imagem abaixo. Não é difícil ler “devil”, ou “diabo”, grafado “subliminarmente” no logo. Há quem afirme, todavia, que a palavra do logo invertido é “die”, ou “morte”, algo tão danoso e maléfico. Como isso foi notado ainda nos anos oitenta, o músico já se explicou várias vezes sobre o caso, sempre o classificando como “mera coincidência”.Intencional ou não, para efeitos de classificação, a banda Dis é o conjunto com mais “mensagens subliminares” na história, pois foram 20 discos, entre trabalhos de estúdio, coletâneas e ao vivos, a utilizarem o logo duvidoso.

10. WARRANT (1989)
“Dirty, Rotten, Filthy, Stinking, Rich”

Não confundir com a banda alemã de Heavy/Speed Metal. Estamos aqui tratando do famoso Warrant, do saudoso Jani Lane, que antes do clássico “Cherry Pie” estreou muito bem com disco D.R.F.S.R. A capa desse bem-sucedido álbum satirizava um empresário do Mercado Musical de Hollywood, interessado em sugar o lucro da vitalidade dos músicos que tivessem o desprazer de assinar contrato com ele. O que pouca gente percebeu até então é que a capa que embala os sucessos “Heaven”, “Down Boys” e outros possui três imagens “escondidas”. A primeira delas, e mais descarada, é uma genitália masculina na bochecha direita da figura. As outras duas são encontradas mais facilmente virando o LP ao contrário. Logo abaixo do olho direito, vê-se claramente a representação de um pássaro. De acordo com o Tarô de Marselha, essas aves são especiais, pois atuam como mensageiras entre este e outros planos, muitas vezes coexistindo em ambos. Já foi afirmado que se trataria de um corvo, e não de um pássaro qualquer, que é uma ave habitualmente associada a morte, azar e solidão.

Encerrando as mensagens, dentro da orelha, logo abaixo do brinco está representada uma mulher nua.

11. MOTÖRHEAD (1995)
“Sacrifice”

Desde que foi expulso do Hawkwind por conta de problemas com drogas, Lemmy Kilmister tomou o nome de uma música que ele escreveu para sua antiga banda como nome do grupo que o levaria à grande fama. Com fama de durão e duro na queda, o vocalista/baixista carrega também a reputação de já ter tido relação sexual com mais de mil mulheres. Talvez ele estivesse tão fissurado em sexo em meados dos anos 90 que resolveu alterar o clássico mascote da banda, o Snnagletooth, adicionando uma língua nele. Essa, todavia, foi desenhada no formato fálico de um pênis, com uma vagina atrás dele.

Encerramos aqui nossa viagem pelo mundo escondido das capas dos discos de Rock/Metal. É possível que alguns leitores discordem de nossos apontamentos. Não há algo de maléfico ou contraproducente nisso, pois no mundo do Rock Pesado consensos são tão difíceis de identificar quanto mensagens intencionalmente ocultas.

(Wiplash)

Leia também: “Bob Dylan completa 80 anos: primeiro a ganhar o Nobel, Oscar, Pulitzer, Grammy e Globo de Ouro”

Biden e os OVNIs: propaganda a todo vapor

A insistência do Pentágono na realidade dos OVNIs como manobra geopolítica

ovni

Quando dois presidentes americanos e um vencedor do prêmio Nobel repetem a mesma opinião sobre determinado tópico, é provável que exista ali uma operação de propaganda em curso. Segundo Bruce Lannes Smith, professor emérito de ciência política na Universidade Estadual do Michigan, propaganda se caracteriza pela “disseminação de informações – fatos, argumentos, rumores, meias-verdades ou mentiras – para influenciar a opinião pública”. É dessa forma que pode ser vista a insistência recente do Pentágono em vazar e confirmar vídeos de objetos voadores não identificados (OVNIs). Pode haver um interesse político por trás disso tudo. E vou mostrar para vocês os possíveis desdobramentos.

Assim como aconteceu recentemente com a busca sobre a origem do coronavírus, a temática dos objetos não identificados revela mais um exemplo de mudança drástica de opinião do governo americano sobre temas antes considerados conspiratórios ou tabus. Desde o final de 2020, o assunto dos OVNIs passou a ser não apenas tratado com seriedade em Washington, mas se tornou tópico frequente no noticiário global. Numa clara estratégia de persuasão, na tentativa de conferir maior seriedade ao tema, a sigla UFO (“objetos voadores não identificados”, a partir do inglês) foi alterada para UAP (“fenômenos aéreos não identificados”). A mudança lembra o procedimento da “novilíngua” do livro 1984, de George Orwell, em que havia um apagamento de termos e transformação no sentido das palavras, com a finalidade de controlar o pensamento.

As recentes “liberações” do Pentágono atendem a uma estratégia de preparar o terreno para o cumprimento de uma obrigação legal. Em dezembro de 2020, o ex-presidente Donald Trump sancionou a lei HR 133, que havia sido aprovada pelo Congresso Nacional. No meio das seis mil páginas do documento, estava o Intelligence Authorization Act 2021, que condicionava a liberação do orçamento das agências de inteligência à publicação, por parte da Marinha dos EUA, de um estudo aprofundado sobre os agora chamados “fenômenos aéreos não identificados”. Dessa forma, para não ter que apresentar tudo de uma única vez, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos começou a divulgar, em doses homeopáticas, imagens e documentos sobre o tema, para ir preparando a opinião pública antes da divulgação do relatório completo, que deve acontecer nas próximas semanas.

Mas quero ajudá-lo a entender uma possível estratégia por trás disso tudo, a conexão entre a questão dos OVNIs e um poderoso objetivo geopolítico. Lembram que, no início do texto, eu comentei sobre dois presidentes e um vencedor do prêmio Nobel concordando sobre um mesmo assunto? Aqui está a chave para desvendarmos eventuais propósitos ocultos. Durante a Guerra Fria, no dia 21 de setembro de 1987, na 42ª Assembleia Geral da ONU, o presidente americano Ronald Reagan surpreendeu o mundo ao falar, em seu discurso, que uma “ameaça alienígena” acabaria com todos os conflitos, pois a humanidade teria que estar unida para se defender dos invasores. Isso dava a entender que uma invasão alienígena poderia encerrar a Guerra Fria entre EUA e União Soviética. E não foi a primeira vez que Reagan abordou publicamente o tema. No dia 4 de dezembro de 1985, durante uma fala a alunos e professores da Fallston High School, em Maryland, ele afirmou que, se houvesse uma repentina ameaça de alguma espécie de outro planeta, nós esqueceríamos todas as pequenas diferenças locais e descobriríamos que realmente somos todos seres humanos aqui nesta terra juntos. Ele repetiria a mesma tese no dia 4 de maio de 1988, numa sessão de perguntas e respostas com membros do Fórum de Estratégia Nacional em Chicago. O curioso é que, no dia 19 de novembro de 1985, numa reunião oficial em Genebra, na Suíça, o presidente americano chegou a tocar nesse assunto com o então premiê soviético Mikhail Gorbachev, que prontamente concordou com a ideia de interromper a Guerra Fria no caso de uma invasão alienígena.

Você pode ler isso e pensar que se trata de um doido, um ex-ator de faroeste e amante de livros de ficção científica que acabou se tornando presidente americano. Coisa de um maluco isolado. E se eu revelar a você que Bill Clinton disse exatamente a mesma coisa numa entrevista concedida a Jimmy Kimmel em 2014? O presidente afirmou: “Se eles estão por aí, pense em como todas as diferenças entre as pessoas na Terra pareceriam pequenas se nos sentíssemos ameaçados por um invasor do espaço” (tradução livre do inglês). Cabe lembrar que John Podesta também era um aficionado pela questão dos OVNIs. Ele foi ex-diretor da campanha presidencial de Hillary Clinton em 2016, chefe de gabinete da Casa Branca no governo Bill Clinton e conselheiro do presidente Barack Obama.

A coisa ficou ainda mais estranha quando, em 2011, o prêmio Nobel de Economia Paul Krugman afirmou, numa entrevista ao programa da CNN “Fareed Zakaria GPS”, que uma invasão alienígena poderia ajudar a resolver a crise econômica rapidamente. A tese de Krugman era que, com o risco de uma incursão extraterrestre, os americanos teriam que aumentar rapidamente os gastos com equipamentos militares. Seguindo uma linha keynesiana, ele acreditava que uma direta intervenção econômica estatal poderia trazer o pleno emprego, manter a inflação sob controle e acabar com a crise.

A inspiração para a ideia veio de um programa chamado “The Outer Limits”, num episódio de 1963 chamado “The Architects of Fear” (“Os Arquitetos do Medo”, em tradução livre do inglês). Na história, o mundo vivia uma espécie de guerra fria, aproximando-se de um enorme conflito global. Com o objetivo de evitar um caos nuclear, alguns cientistas levantam a ideia de criar uma falsa invasão alienígena de forma que a humanidade teria que se unir para combater um inimigo comum. Ou seja, a ideia de uma invasão alienígena foi colocada, por todas essas importantes figuras, como solução para um problema global, por meio da união dos humanos para combater um adversário externo. Tal união seria viabilizada por uma espécie de governo mundial.

Isso te lembra alguma coisa? Hoje, a humanidade está diante de um inimigo comum (o vírus), e muitos propuseram como solução o estabelecimento de um governo único mundial. Com a proposta de investigar as origens do coronavírus, Biden está tentando criar um novo inimigo: a China. Seria a narrativa de uma presença alienígena a antecipação dos planos para estabelecer a paz no mundo pós-pandemia e para evitar um iminente conflito com os chineses? Seria o Great Reset o viabilizador desta governança mundial? Só nos resta esperar e analisar com muita atenção o que a propaganda do Pentágono está tentando incutir no imaginário global.

Post scriptum: para sua reflexão

A NASA divulgou, em 2017, uma estranhíssima oferta de emprego, talvez um dos maiores cargos já concebidos: “Oficial de Proteção Planetária”. O Escritório de Proteção Planetária estava precisando de um funcionário que atuaria para evitar que uma “contaminação orgânica e biológica” pudesse ser desencadeada durante missões espaciais.

(Gazeta do Povo)

Nota: Sem dúvida, uma invasão “alienígena” ajudaria muito no esforço para a união da humanidade e implantação de um governo mundial. O texto acima apenas ignora o fato de que Satanás e seus anjos podem muito bem usar esses “fenômenos” para fazer avançar sua agenda diabólica. [MB]

Seios e receios

Mitos e verdades sobre novos tratamentos para o câncer de mama

vs

Em plena pandemia causada pela Co- vid-19, muitos têm a impressão de que as outras doenças não mais existem, o que é um erro, evidentemente. Várias delas continuam ceifando vidas, como acontece com o câncer de mama, por exemplo. Neste ano, decidimos não esperar o Outubro Rosa chegar para apresentar as novidades no tratamento dessa doença que assombra as mulheres de todo o mundo.

Câncer é uma palavra tão assustadora que muitos sequer a pronunciam. A ideia de um aglomerado de células crescendo descontroladamente no corpo é intimidadora, mas o choque é ainda maior quando a região acometida é o símbolo de ternura, beleza e feminilidade para as mulheres: o seio. A temida doença mutiladora hoje pode ser diagnosticada precocemente, havendo a possibilidade de cura. Então, em lugar de receios, a ideia é declarar guerra à doença e estar preparada para vencer! Falando em guerra, uma boa estratégia para vencer um inimigo é conhecer o máximo que puder sobre ele.

[Continue lendo.]

Missionária é reprovada em processo de adoção por ser cristã

Juliana Ferron diz que a reprovação foi justificada por suas crenças religiosas e testemunho como ex-homossexual

juliana

A missionária e teóloga Juliana Ferron foi considerada desabilitada para iniciar o processo de adoção pela Vara da Infância e Juventude em Passo Fundo (RS) devido a suas crenças religiosas, de acordo com um relato publicado por ela no domingo (23) no Instagram. Em um vídeo, Juliana conta que iniciou o processo de adoção em 2020, passando pela análise de documentos e avaliação por uma equipe multidisciplinar do Poder Judiciário. Em abril de 2021, ela participou do programa de preparação para adoção e aguardava o resultado da sentença de habilitação. Na sexta-feira 21 de maio, Juliana recebeu o documento em formato PDF, através do WhatsApp, informando que ela havia sido reprovada para ingressar no Sistema Nacional de Adoção. Segundo Juliana, a reprovação foi justificada por suas crenças religiosas e seu contexto de vida como ex-homossexual.

Juliana tem um ministério que aborda sexualidade do ponto de vista cristão, como fruto de seu próprio testemunho. Ela foi lésbica por 12 anos e, dentro desse período, foi transgênero por dois anos. Depois de um encontro com Deus, teve a vida transformada e escreveu o livro Cansei de Ser Gay.

“Nessa sentença, eu fui reprovada pela justiça dos homens a ser mãe adotiva porque eu tenho crenças religiosas, ou seja, porque eu sou cristã. Segundo eles, essa criança pode ser criada debaixo de preconceito caso seja homossexual – foi isso o que eu entendi”, disse Juliana.

Durante entrevistas com uma psicóloga e assistente social do Juizado Regional, Juliana compartilhou sua história de vida, incluindo sua libertação da homossexualidade. “Eles avaliaram que eu não possuo as qualificações necessárias e que eu preciso repensar – são essas as palavras deles – a forma de ver as coisas”, ela conta. “Fui desqualificada segundo a justiça dos homens por conta da minha fé em Cristo Jesus”, a missionária ressaltou. 

Junto com a sentença, Juliana foi informada de que teria dez dias para recorrer da decisão. No entanto, por conta do desgaste, ela não sabe se irá lutar pela adoção na Justiça. “Eu ainda estou orando, estou pensando sobre tudo isso”, disse. “Por essa eu não esperava.”

Juliana Ferron, de 39 anos, tem ministrado nas igrejas brasileiras sobre o milagre que Deus fez em sua vida, tirando-a de uma vida de 12 anos na homossexualidade, nas drogas e na destruição. Em 2012, com 30 anos, ela entregou sua vida a Cristo e foi completamente transformada. 

Ela iniciou seu ministério na Igreja Vida Nova para as Nações, na cidade de Passo Fundo, e foi graduada em Teologia Ministerial, após cursar o seminário integral da Faculdade de Teologia Ministerial (Fatemi), no interior de Curitiba (PR).

(GuiaMe

Não discuta com burros (fábula)

O burro disse ao tigre:

– A grama é azul.

O tigre respondeu:

– Não, a grama é verde.

A discussão aqueceu e os dois decidiram submetê-la a uma arbitragem, e para isso apelaram ao leão, o rei da selva. Antes de chegar à clareira da floresta, onde o leão estava sentado em seu trono, o burro começou a gritar:

– Alteza, é verdade que a grama é azul?

O leão respondeu:

– Certo, a grama é azul.

O burro se apressou e continuou:

– O tigre discorda de mim e me contradiz e incomoda; por favor, castigue-o.

O rei então declarou:

– O tigre será punido com cinco anos de silêncio.

O burro pulou alegremente e seguiu seu caminho, contente e repetindo:

– A grama é azul!

O tigre aceitou a punição, mas antes perguntou ao leão:

– Vossa majestade, por que me castigou? Afinal, a relva é verde.

O leão respondeu:

– Na verdade, a grama é verde.

O tigre voltou a perguntar:

– Então, por que você me pune?

O leão respondeu:

– Isso não tem nada a ver com a pergunta sobre se a grama é azul ou verde. O castigo é porque não é possível que uma criatura corajosa e inteligente como você perca tempo discutindo com um burro, e ainda por cima venha me incomodar com essa pergunta.

A pior perda de tempo é discutir com o tolo que não se importa com a verdade ou realidade, mas apenas com a vitória de suas crenças e ilusões. Jamais perca tempo em discussões que não fazem sentido. Há pessoas que por muitas evidências e provas que lhes apresentemos não têm a capacidade de compreender, e outras estão cegas pelo ego, ódio e ressentimento, e a única coisa que desejam ter é razão, mesmo que não tenham.

Quando a ignorância grita, a inteligência cala. A paz e a tranquilidade valem mais.

(Autor desconhecido)