Em plena Páscoa, tentaram instrumentalizar e ideologizar Jesus

Aproveitando o clima de Páscoa e ecoando a naftalínica e descontextualizada Teologia da Libertação, a deputada e presidente do PT Gleisi Hoffmann postou uma arte em seu Twitter na qual afirma que a verdadeira “causa” do Cristo ressuscitado foram os índios, os sem-terra, os pobres e os trabalhadores. E levantou a dúvida: A quem devemos dar crédito: a Jesus, à Bíblia e aos que a estudam há anos ou a figuras comunistas que só vão à missa e a cultos na época das eleições e adoram se apropriar de grandes nomes da História e reconfigurá-los segundo seus interesses? Jesus disse que o reino dEle não era deste mundo e que Sua missão foi e é a de salvar pecadores, não importa se ricos ou pobres, se negros ou brancos, homens ou mulheres. E agora, vamos acreditar na Gleisi ou em Jesus?

ressurreição

Li também no Twitter: “Jesus foi um homem que revolucionou sua época. Era pobre, negro, nasceu na região da Palestina, lutava contra os mercadores da fé. Defendia os mais oprimidos. O que os poderosos fizeram com a imagem desse homem não é o que Jesus nos deixou como legado.” Ao que meu amigo Marco Dourado respondeu: “Jesus negro é como Zumbi caucasiano. Nasceu na Judeia, ‘Palestina’ é uma desinência antissemita inventada pelos invasores romanos no século 2. Defendia e amava TAMBÉM os mais ricos. Os lacradores querem adulterar Sua imagem para turbinar suas narrativas picaretas.”

Realmente é lamentável ver essas pessoas tentando instrumentalizar e ideologizar o Salvador da humanidade. Jesus não era de direita nem de esquerda; era do Alto. Ele pregava para ricos e pobres, para o povo e para os governantes. Jesus morreu para nos libertar dos nossos pecados, não para promover uma causa revolucionária. Por favor, leia a Bíblia e assista ao vídeo abaixo.

Michelson Borges

Assista também: “Marxismo combina com cristianismo?” e “Marxismo e evolucionismo: convergências”

Leia também: “Atos 2:42-47 defende o socialismo?”

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Jornalismo ou telefone sem fio perverso?

fofocaPostei ontem a notícia de que o advogado adventista Maurício Carlos Braga foi chamado para assumir a função de secretário de Direitos Autorais do Ministério da Cidadania (confira). No texto, eu falei da moral ilibada e da competência do senhor Braga (pois o conheço pessoalmente), aspectos de sua pessoa e carreira ainda não mencionados pela imprensa e que certamente motivaram o convite para que ele assumisse a pasta, já que nunca esteve envolvido com política. O que o colunista Guilherme Amado, da revista Época (da Globo), fez foi destacar o fato de que Braga guarda o sábado e não trabalha depois das 18 horas de sexta-feira, tempo em que, segundo Amado, ele se dedicaria ao jejum.

O site Brasil Dois Pontos fez ainda pior: pegou a informação da Época, não apurou nem conferiu nada e adicionou “pimenta”: “Secretário adventista do sétimo dia tem seu motivo para não trabalhar às sextas depois das 18h: ordens superiores para jejuar.” Esse foi o título enviesado. Agora a nota: “É bom que o presidente Jair Bolsonaro saiba: não conte com o secretário de Direitos Autorais do Ministério da Cidadania, Maurício Carlos Braga, nem um minuto depois das 18h, às sextas-feiras. O motivo é religioso, o que deve servir. Adventista de [sic] sétimo dia, Braga entra em regime de jejum – do trabalho e de alimentos –, pontualmente no horário marcado. Na semana passada, conta o colunista Guilherme Amado, da revista Época, um subordinado precisou dele um pouco depois do horário e soube da regra. Religião acima de tudo!”

Cadê o bom e velho jornalismo? A regra agora é praticar o telefone sem fio e espalhar inverdades? Primeiro, adventistas (assim como judeus praticantes) não guardam o sábado “pontualmente” a partir da 18h de sexta-feira, mas, sim, depois do pôr do sol, conforme orienta a Bíblia (que certamente esses repórteres também desconhecem). Segundo, quem disse que adventistas jejuam todos os sábados, como a matéria dá a entender? Até podem fazer isso, se quiserem, mas não se trata de uma regra. Terceiro, para um adventista, religião (na verdade, Deus) está, sim, acima de tudo, mas, diferentemente do que alguns possam pensar, isso faz deles melhores cidadãos, pessoas leais à pátria, à família e ao semelhante. São atitudes naturais de um verdadeiro cristão. Portanto, o governo e os brasileiros podem esperar do Dr. Maurício uma postura ética, competente e muito trabalho sério, afinal, isso faz parte da história dele e da fé dele.

Apuração, meus amigos jornalistas, como a gente aprende na faculdade. [MB]

O secretário que não trabalha depois das 18h de sexta-feira (sic)

mauricioUm funcionário do Ministério da Cidadania telefonou para o novo secretário de Direitos Autorais, Maurício Carlos Braga, na sexta-feira, pouco depois das 18h. Queria fazer uma entrevista para escrever o perfil do secretário e publicar no site do ministério. Mas Braga disse que não podia mais trabalhar. Por ser adventista do sétimo dia, não poderia mais fazer qualquer coisa após as 18h. Teria que jejuar. A propósito, Braga tem um livro publicado sobre como é ser espírita e se tornar adventista, Por Que Não Sou Mais Espírita.

(Revista Época)

Nota: Conheço pessoalmente o Dr. Maurício há vários anos, e se tem alguém que trabalha incansavelmente e de forma ética e honesta, é ele. Um homem de Deus e um advogado competente, atuando há mais de 30 anos na área de direitos autorais. Ele foi convidado para assumir a pasta como secretário do governo federal justamente por causa dessa experiência, da competência e da honestidade que o caracterizam, sendo mais um nome do governo que não foi chamado por causa de conchavos políticos ou dívidas eleitorais. Maurício nunca se envolveu com política. Pena que o repórter da revista não fez direitinho o dever de casa é só destacou o lado religioso do secretário, querendo, talvez, pintá-lo como alguém um tanto “exótico”, e não um profissional qualificado. Além disso, faltou apurar a informação de que os adventistas não guardam o sábado depois das 18h, mas, sim, após o pôr do sol de sexta-feira. Além disso, Braga não disse que “não poderia mais fazer qualquer coisa após as 18h”, afinal, os adventistas fazem muitas coisas nas horas do sábado, como trabalhos voluntários, visitação de pessoas doentes, reuniões em família e com amigos, etc. O que não fazem é o trabalho comum da semana. Era só ter perguntado… [MB]

O livro de Braga pode ser adquirido aqui.

Damares Alves é criticada por defender ensino do criacionismo

damaresUma nova polêmica foi criada em torno da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves: sua opinião a respeito da teoria da evolução. Nas imagens de uma entrevista concedida por ela em 2013, Damares responde sobre o papel da igreja evangélica na política e observa que os cristãos perderam influência nas escolas. “A igreja evangélica perdeu espaço na história. Nós perdemos o espaço na ciência quando deixamos a teoria da evolução entrar nas escolas, quando nós não questionamos. Quando nós não fomos ocupar a ciência. A igreja evangélica deixou a ciência para lá e ‘vamos deixar a ciência sozinha, caminhando sozinha’. E aí cientistas tomaram conta dessa área”, diz a ministra no vídeo. Em nota, o ministério informou que “a declaração ocorreu no contexto de uma exposição teológica que não tem qualquer relação com as políticas públicas que serão fomentadas” pela pasta.

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Bastidores da lei que beneficia guardadores do sábado

aulaÉ importante um esclarecimento neste momento com relação a esta proposição. Essa lei, agora sancionada pelo presidente (Lei 13.796 de 03/1/2018), foi tramitada e aprovada na Câmara dos Deputados no fim dos trabalhos legislativos do ano passado (2018). E a relatora foi a deputada do Partido dos Trabalhadores (PT) Maria do Rosário, que julgou essa tarefa como honrosa. Observe-se que a atuação dela foi fundamental para a aprovação da lei. Li o Projeto quando estava em tramitação. A autoria desse projeto que virou lei facilitando a guarda do sábado dos estudantes adventistas de sétimo dia também é de um deputado do PT, Rubens Otoni.

Verdade é que muitos líderes adventistas batalharam por esse projeto e cada um deles têm o seu mérito. A lei foi feita porque, embora a maioria das instituições educacionais e professores agissem com flexibilidade propondo atividades alternativas e avaliações em outros dias, outros se mostravam irredutíveis. Muitos adventistas, a despeito de em tempos passados e no presente enfrentarem dificuldades e discriminação por esse motivo, nunca viram a necessidade de uma lei, pois sempre acreditaram que essa prova seria vencida com fé, oração, diálogo e a negociação entre docentes e discentes, e mesmo entre pessoas e instituições. Outros adventistas achavam melhor uma lei mesmo.

A “ironia do destino”, nesse caso, foi justamente os protagonistas serem Maria do Rosário e Jair Bolsonaro. Ela do PT, um partido que é visto por alguns evangélicos como um adversário da fé, e Jair Bolsonaro, um católico da direita tido como radical (PSL).

(Dr. Frank Carvalho, professor no Instituto Federal de São Paulo e autor de livros sobre liberdade religiosa)

Nota: Embora, como cristãos, não devamos ignorar as ideologias por trás de pessoas e partidos, essa é mais uma amostra do porquê não devemos nos meter em política partidária. Assim como Deus usou para o benefício de Seu povo no passado impérios pagãos como a Babilônia, a Assíria e o Egito (para citar apenas três), hoje Ele pode usar soberanamente qualquer um que Ele julgar útil para levar avante decisões que facilitarão a pregação do evangelho ou que estiverem alinhadas com algum outro propósito divino. Conforme escreveu o pastor Edemilson Alves Cardoso (Jimmy), “nosso Pai sempre é capaz de transformar situações adversas ou líderes que não O temam em bênçãos para o Seu povo. Oro para que o povo adventista faça bom uso da liberdade para testemunhar de Jesus enquanto a porta da graça está aberta para todos”. Os fatos relacionados com os bastidores da aprovação dessa nova lei nos ensinam a confiar em Deus e a perceber uma vez mais que Ele tem as rédeas da história do mundo em Suas mãos santas e misericordiosas. Continuemos orando pelos nossos governantes e façamos o nosso melhor para preparar o caminho para a vinda de Cristo. [MB]

Sancionada lei que permite faltar a provas por crença religiosa

captura de tela 2019-01-03 às 22.25.03O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira, 3, projeto de relevância para a liberdade religiosa brasileira. Trata-se de Projeto de Lei número 2.171, de 2003, de autoria do deputado federal Rubens Ottoni. O texto aprovado trata da aplicação de provas e atribuição de frequência a alunos impossibilitados de comparecer à instituição de ensino por motivos de liberdade de consciência e de crença religiosa. O teor será incorporado à legislação por meio da inserção do artigo 7-A na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A publicação no Diário Oficial da União deve ocorrer nesta sexta-feira, 4.

Os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovaram o Substitutivo do Senado ao Projeto de Lei da Câmara 130, de 2009, no dia 27 de novembro. Na prática, alunos da rede pública ou privada ganham um instrumento de respeito à consciência e crença.

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Resumindo: Agora o direito de não ir às aulas e fazer provas aos sábados está assegurado na LDB.

Macron, O Belo da Tarde (me perdoe, Catherine Deneuve…)

paris[Em julho deste ano, fui convidado a apresentar palestras e pregar em duas igrejas de Paris. Foi a primeira vez que estive na charmosa capital francesa. Obviamente que fiquei encantado ao visitar seus principais pontos turísticos, especialmente o Museu do Louvre e – numa “esticadinha” estratégica até Versalhes – o famoso palácio homônimo. De fato, Paris é linda, mas é impossível deixar de notar os efeitos da presença de milhares de pessoas oriundas de países em crise, o mal cheiro dos metrôs, a sujeira em alguns bairros e a crescente falta de liberdade religiosa. Sim, o simples ato de carregar uma Bíblia em público pode causar problemas. O pastor de lá me explicou que a polícia estava tendo problemas com mulheres muçulmanas ao volante. Como usam burca, emprestavam suas carteiras de habilitação para amigas e os oficiais não podiam fazer nada a esse respeito. Pois “baixaram” uma lei proibindo que condutoras de veículos usem burca, e, para ser “justos”, proibiram que qualquer símbolo religioso seja exibido em público. Assim, Bíblias só na bolsa; e orações só nas igrejas, em casa ou em pensamento. O Ocidente cristão se curva aos novos costumes e se vê invadido por pessoas que até poderiam conhecer Jesus, se Ele fosse conhecido dos cristãos nominais de hoje… A Europa e a França, particularmente, vivem um momento complicado. Para ajudar você a compreender o que se passa por lá, pedi ao amigo analista de sistemas Marco Dourado, de Curitiba, que escrevesse uma análise da situação, a qual você pode ler a seguir. – Michelson Borges]

A cada ano, numa estimativa conservadora, vêm entrando na França uma média de 100 mil refugiados, um lumpemproletariado pra Marx nenhum botar defeito. Aí os franceses vão e elegem Emannuel Macron, na tentativa de evitar armadilhas de um extremo e outro do espectro político. Qual o resultado? Macron dá mostras cotidianas (e acintosas) de que não será pautado pelos interesses de seus eleitores, mas pelo politicamente correto, pelos chamados “acordos internacionais” recomendados pela ONU e pelo IPCC (o Painel Climático Internacional). Para “salvar o planeta” ele não titubeia em afundar seu país, talvez até tenha buscado o poder justamente para isso.

Somente nos subúrbios de Paris existem 400 mil imigrantes, sendo que 28% vivem abaixo da linha da pobreza, com o inevitável cortejo de violência, criminalidade, contrabando e sujeira. Paris fede como um gigantesco banheiro de rodoviária abandonada pelas autoridades. Pois vem Macron advogar em favor dos imigrantes ao mesmo tempo em que debocha publicamente da população francesa, como foi o caso de um jovem horticultor graduado que reclamou com ele da impossibilidade de arrumar emprego – o presidente lhe disse que bastava atravessar a rua para arranjar trabalho (aqui no Brasil soaria como dizer ao rapaz para procurar um Posto Ipiranga). Tal escárnio gerou comoção nacional.

Para seguir a agenda ECOmênica, Macron aumentou, desde o início do ano, o preço dos combustíveis (diesel e gasolina) em 23%. E quanto mais se aumenta a carga tributária, mais diminui, de forma sensível, o poder aquisitivo da população, especialmente as pessoas majoritariamente pobres, que não estão organizadas em sindicatos e associações, mas que se unem por meio das redes sociais. Daí se percebe a semelhança dos protestos naquele país com a greve de caminhoneiros do Brasil neste ano.

Os revoltosos franceses, que adotaram como símbolo o colete amarelo (gilets jaunes), são estimados entre 75 mil e 280 mil (cifras aproximadas, mas, com toda evidência, crescentes). Sua ação obrigou Macron a decretar Estado de Emergência. Sua popularidade no início do governo era de 69% – um índice expressivo, que indicava grande otimismo. Hoje, encontra-se – com firme viés de queda – na casa de 29%, patamar de governos impopulares em fim de mandato.

A situação política da França marca o contraste entre governos preocupados com seus cidadãos – caso dos EUA, Áustria, Itália, Polônia, Hungria e, felizmente, o Brasil – e vigaristas a mando de organizações globalistas presididas por burocratas sem alma – anônimos, não eleitos e pragmaticamente indiferentes à soberania dos países.

Por falar em Trump, o cinismo e a cara-de-pau de Macron são tamanhos que ele tentou lacrar o presidente norte-americano durante as comemorações do fim da Primeira Guerra, provocando o ianque ao afirmar que “nacionalismo é diferente de patriotismo”. Levou uma invertida de Trump, que lhe lembrou que, não fosse o “nacionalismo norte-americano”, os franceses estariam hoje falando alemão (nas entrelinhas, entenda-se que a França pode vir a adotar o árabe como idioma oficial). Sim, o bom e velho nacionalismo americano. Afinal, a maior motivação de um soldado em arriscar sua vida não é exatamente conquistar aquilo que ele não tem mas preservar, CONSERVAR o que já possui: sua família, sua propriedade, seus valores, suas tradições, sua cultura, sua história, sua religião, seu estilo de vida – coisas que o sabujismo de Macron está pondo em risco.

Note-se que Macron criticou Bolsonaro por ter, a exemplo de Trump, rechaçado que o Brasil venha a sediar uma dessas conferências para acordo climático. Usou, inclusive, de chantagem, condicionando um acordo comercial União Europeia/Mercosul com a realização do ecoevento. Ótima oportunidade para o Brasil não só pular fora da canoa ideológica furada do Mercosul e focar em acordos bilaterais, como também repudiar uma agenda ecológica intencionalmente vaga, baseada em argumentos não só temerários, mas despudoradamente mentirosos (a esse respeito, leia-se O Império EcológicoOu A Subversão da Ecologia pelo Globalismo, de Pascal Bernadin – 600 páginas altamente documentadas demonstrando que a tal da agenda climática favorece exclusivamente o globalismo em prejuízo da soberania dos países e do bem-estar de suas populações).

Em suma, ou Macron é um absoluto idiota ou um perfeito canalha. Não tem interesse ou capacidade de governar seu país, e ainda se dá o desfrute de querer ensinar a outros governantes o caminho para o desastre. Não é à toa que os franceses, a exemplo dos brasileiros em 2016, só têm uma palavra para o imbecil apátrida: “Fora!” – e olha que os recentes confrontos com a polícia até que estão saindo barato. Por quê? Vejamos.

Pouca gente associa os massacres da Noite de São Bartomeu ao Terror, dois séculos mais tarde – uma safra de sangue que teve engenheiros agrônomos de peso: Rousseau, De Sade, Marat e Robespierre. Não é de admirar que o flagelo do esquerdismo já nasceu extremo naquela mistura de hospício com matadouro. Luciano Ayan lembra que Kurt van Middelaar, em Politicídio, explica como a filosofia francesa se transformou numa forma de justificar o terror: “E da turma do marxismo ocidental, os que mais chutaram o balde vieram de que país? Adivinhe. Maurice Merleau-Ponty, Jean-Paul Sartre e Michel Foucault elogiaram formalmente os genocídios da Rússia. No resto do mundo, esse comportamento era exceção, e muitos questionavam. No meio acadêmico francês, era o padrão. Desde Rousseau é assim.”

Muito provavelmente Macron não perderá a cabeça, não literalmente. Três gerações sob o Estado de Bem-Estar Social amoleceram os carbonários franceses, aquela turma escolada em partir pro quebra-pau. Mas, como diz um ditado aqui no Sul, cachorro que comeu carne de carneiro, ainda que só uma vez, nunca mais esquece do gosto. E isso pode insuflar as matilhas dispersas do resto do Velho Continente.