Daniel 2: do mistério à revelação

estatuaApesar de conhecer o futuro, Deus não o determina. Ao mesmo tempo, ainda que as ambições de poder e paixões humanas pareçam dirigir desenfreadamente o curso da História, é Deus quem a conduzirá até o final e glorioso triunfo do bem contra o mal.

Quebra-gelo: Se Deus julgar necessário, ainda podemos receber, mesmo nos dias atuais, alguma revelação especial por meio de sonho. Mas, em sua opinião, por que isso é extremamente raro? Conforme vemos em Jeremias 21:25, 26, 28, 31, 32, qual é o grande perigo de achar que qualquer sonho tenha origem divina? Como podemos saber se um sonho realmente vem de Deus?

Por que Deus deu uma revelação a um rei pagão e não a um profeta? Por que Deus usou o sonho como método? (Obs.: naquele tempo a ideia de que os sonhos tinham significados era uma crença comum entre os pagãos.) Por que Deus fez com que Nabucodonosor não conseguisse se lembrar dos detalhes do sonho?

Veja em Daniel 2:12, 13 por que o decreto de morte envolvia Daniel e seus três amigos. Conforme os versos 14 a 18, que lições podemos tirar da atitude de Daniel diante dessa situação? Como você reage quando toda a classe profissional ou acadêmica da qual você faz parte está em descrédito?

Em Daniel 2:19 é dito que Daniel “louvou a Deus” ao ter recebido o que Lhe foi pedido. Por que é importante ser gratos a Deus? Como podemos desenvolver uma vida de louvor e gratidão?

Veja a importante confissão de Daniel em 2:26-30. Por que ele fez questão de enfatizar essa verdade? Como seria se ele tivesse desviado o crédito da interpretação para si mesmo?

Leia Daniel 2:28. Em sua opinião, como é possível Deus conhecer o futuro sem, no entanto, determiná-lo? Por outro lado, por que a própria conclusão da história do mundo (com a volta de Jesus e a vitória do bem) está muito bem determinada? Que sentimentos essa certeza lhe traz?

Veja o significado de “pedra” em Salmo 19:14; 94:22; Atos 4:11; e de “monte”, em Isaías 2:2, 3; 11:9; Apocalipse 14:1 (obs.: o “santo monte” de Deus era uma referência espiritual tanto à cidade de Jerusalém, como também ao templo e ao próprio Céu, ou o lugar onde Deus habita). O que significa o fato de que a “pedra” atingirá os pés da estátua, e depois crescerá e se transformará em um “monte” que “encherá toda a Terra” (Dn 2:35)? Como sabemos que o cumprimento final dessa profecia se concretizará apenas mil anos após a volta de Jesus?

(R.: Conforme Apocalipse 20 a 22, em exatos mil anos após a volta de Jesus, a Nova Jerusalém, o “Monte Santo de Deus”, a Santa Cidade, local onde está estabelecido o trono de Deus [22:3] descerá do céu, pousará na Terra, e todo o planeta será restaurado ao redor da Cidade. Nessa ocasião, o próprio planeta Terra se tornará o “Céu”, ou “Paraíso”, pois se tornará o lugar da “morada” de Deus, como vemos em 21:3).

Leia Daniel 2:41, 42. O que as crises atuais na Europa (situação econômica; Brexit; Euro vs. Libra Esterlina vs. Franco Suíço, etc.) nos dizem hoje sobre os “pés de barro misturado com ferro”? Tendo em vista a interpretação dessa profecia, até que ponto a União Europeia é “unida”?

Talvez você já tenha ouvido a ideia filosófica (originada em Platão) de que “Deus não está na mesma dimensão” que nós, nem em nosso tempo (Ele seria “atemporal”). De que maneira o sonho dado a Nabucodonosor e sua interpretação demonstram que Deus está de fato conosco em nossa dimensão e em nosso tempo? Que diferença esse conhecimento faz em seu relacionamento com Ele?

Toda a sequência profética apontada na interpretação do sonho em Daniel 2 tem acontecido em seus detalhes. Por que é tão insensato não acreditar na profecia?

 (Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Terceira guerra mundial?

Daniel: da leitura à compreensão

DanielEste texto é o primeiro de uma série de 13 que serão postados aqui semanalmente (juntamente com vídeos do canal Michelson Borges), relacionados com a Lição da Escola Sabatina do primeiro trimestre de 2020, abordando o livro bíblico de Daniel. Não se trata de “resumos” nem “esboços” da lição, mas perguntas que podem provocar reflexão e uma boa discussão entre os grupos de estudo que tratarão do conteúdo de cada semana. Isso tornará tais grupos mais interativos, dinâmicos e produtivos. Elas também servem para os estudantes individuais das Escrituras que queiram internalizar as lições bíblicas de maneira efetiva e duradoura. Como se perceberá nesta série, o ideal para se alcançar esses objetivos são as chamadas “perguntas abertas”, que geralmente começam com um “por que” ou um “como”, pois exigem o uso do raciocínio e do coração para formular uma resposta – ao contrário das limitadoras perguntas “fechadas”, que podem ser respondidas com uma só palavra ou um simples “sim” ou “não”.

Para que todos os integrantes dos grupos de discussão possam igualmente imergir no tema de cada semana, algumas perguntas exigem uma breve explicação prévia apenas para dar o contexto.

Perguntas da lição 1 de Daniel – Por uma Escola Sabatina mais interativa!

Compare Atos 8:30 (o “verso áureo” desta semana) com o que Jesus disse em Mateus 24:15 e Marcos 13:14. Por que é necessário entendermos as Escrituras Sagradas antes de tirarmos qualquer conclusão a partir delas? Por outro lado, por que é tão perigoso basear-se em compreensões e doutrinas equivocadas? O que está em jogo?

O que significa dizer que “Cristo é o centro das Escrituras”? Conforme Lucas 24:27, 44, quais passagens bíblicas Jesus pode ter usado para Se referir a Si mesmo? (Cf. Gn 3:15; Sl 22:1, 16-18; Is 53; etc.)

Ao se considerar apenas o livro de Daniel, que trechos específicos apontam a Jesus Cristo? (R.: Dentre outros textos, no capítulo 2 a “pedra” é um símbolo de Jesus [cf. Mt 16:18; Mc 12:10; 1Co 10:4; etc.]; no capítulo 3:25, quem anda dentro da fornalha ardente junto com os três fiéis rapazes é Jesus, o “Filho de Deus” [ou “dos deuses”, como pode ter dito o rei pagão]; em 7:13 Jesus é o “Filho do Homem”; em 9:25, 26, Jesus é o “Ungido” [que é Messias, em hebraico, e Cristo, em grego]; em 12:1 Jesus é Miguel [que significa “Quem é como Deus”]; etc.)

De que forma Jesus pode ser o centro da vida de uma pessoa? Quais são as evidências?

É muito importante conhecer o gênero literário de qualquer livro bíblico antes de interpretá-lo. Dentre os vários estilos literários dos livros da Bíblia, encontramos narrativa histórica, salmos, epístolas, profecias clássicas, profecias apocalípticas, etc. As profecias clássicas (ex.: Isaías, Jeremias, Ezequiel, Amós, etc.) geralmente: (1) tratam de eventos locais; (2) não usam muita linguagem simbólica; e (3) são em sua maior parte condicionais – ou seja, elas são cumpridas ou não em função da obediência do povo da aliança. Já no gênero profecias apocalípticas (como as de Daniel), as profecias geralmente: (1) tratam de eventos que envolvem toda a humanidade; (2) focam e enfatizam mais o tempo do fim; e (3) são incondicionais – ou seja, não dependem da obediência para se cumprirem; elas se cumprirão de qualquer jeito.

Em sua opinião, por que as profecias apocalípticas não dependem de nossa obediência para se cumprirem? O que seria de nossa esperança se as profecias dos últimos dias (apocalípticas) fossem condicionais?

Baseando-se na explicação acima, por que é importante conhecer o gênero literário de qualquer livro da Bíblia antes de interpretá-lo? Leia Daniel 8:5-10 e responda: Como seria se essa porção profética do livro de Daniel fosse lida de modo literal? (Veja a interpretação desse trecho dada a Daniel pelo próprio anjo em 8:20-22).

Por que há tantos evangélicos hoje esperando os eventos finais acontecerem literalmente no Oriente Médio, mais especificamente em Israel? Como o conhecimento da diferença entre profecias clássicas e apocalípticas esclarece essa questão? (R.: Muitas religiões evangélicas interpretam as profecias clássicas a respeito da nação de Israel como se fossem profecias apocalípticas, que ainda irão acontecer para os judeus atuais. No entanto, por causa da desobediência de Israel no passado, e da condicionalidade daquelas profecias, elas não foram cumpridas para aquela nação e não serão jamais. Ver, por exemplo, Oseias 3:4, 5.)

Existem basicamente três tipos de interpretação de profecias apocalípticas: o preterismo, o futurismo e o historicismo. O preterismo, como o nome diz, crê que as profecias apocalípticas aconteceram no passado (pretérito) em relação a nós, pouco tempo após a visão do profeta. Uma versão mais cética dessa abordagem chega a ensinar que o “profeta”, na verdade, foi um tipo de historiador que apenas relatou em forma de símbolos tudo o que já havia acontecido antes dele. O futurismo, por outro lado, crê que tudo se cumprirá de uma só vez no futuro, nos últimos dias. Já o historicismo (nossa abordagem aqui) vê tudo se cumprindo ao longo da História, desde o tempo do profeta até a volta de Cristo. Considerando estas três abordagens proféticas, responda:

Conforme Daniel 9:25; Marcos 1:15; 13:14 e Mateus 24:15, qual dos três tipos de interpretação profética era utilizado por Jesus? O que isso nos ensina? Por que a abordagem historicista é a mais lógica?

Algumas das profecias de Daniel abrangem centenas, até milhares de anos (como é o caso dos 2.300 anos de Daniel 8:14). O que isso nos ensina sobre a “agenda” de Deus? E sobre paciência?

Como o conhecimento de que Deus conhece o futuro afeta o seu relacionamento com Ele?

(Natal Gardino é doutor em Ministério pela Andrews University e pastor distrital em Londrina, PR)

Michelle Bolsonaro e Damares Alves participam de evento com o papa Francisco

papa1Michelle e Damares são evangélicas e foram ao Vaticano participar de um encontro convocado pelo papa

Em novembro de 2008, o site Observatório da Imprensa divulgou a seguinte nota: “A imprensa brasileira, mais uma vez, se irmana para ludibriar a sociedade. E desta vez com as bênçãos e o beneplácito de duas poderosas instituições: o governo federal e a Igreja Católica. Na quinta-feira (13/11), foi assinado em Roma um tratado entre o Estado brasileiro e o Vaticano. A imprensa estava toda lá acompanhando o presidente Lula e de comum acordo resolveu comer mosca. O tratado foi anunciado muito discretamente como simples ‘acordo administrativo’, dentro dos preceitos legais que determinam completa separação entre Estado e Igreja. Na sexta-feira (14), o assunto foi ostensivamente abafado por todos: o Estado de S. Paulo mencionou um agradecimento do papa Bento XVI ao presidente Lula pela assinatura do acordo, mas omitiu seu teor; a Folha reproduziu declaração da CNBB negando qualquer privilégio, mas também não ofereceu detalhes sobre o que foi assinado; e o Globo situou o tratado no âmbito do ensino religioso. Para evitar reações políticas, todos os jornalões enfatizaram a presença da ministra Dilma Rousseff na audiência com o papa e com isso o assunto ficou na esfera sucessória. Não é, trata-se de matéria constitucional. Sábado e domingo silêncio total, tanto da parte dos jornalões como das revistas semanais. A verdade é que esse acordo, tratado, concordata, capitulação ou que nome tenha, deveria ter sido amplamente divulgado antes de assinado. Não foi e, pelo visto, se depender da grande imprensa, dificilmente será.”

papa-bento-e-lula“É uma autêntica Concordata com a Santa Sé que, além de ter sido preparada na clandestinidade, sem qualquer aviso ou debate, confronta o espírito da Carta Magna e os fundamentos de um Estado secular”, protestou o jornalista Alberto Dines. “Por que o sigilo? Que tipo de pressão o governo sofreu? Como o presidente Lula faz isso sem abrir para a discussão?”, perguntou a professora Roseli Fischmann, que coordenava havia 20 anos o grupo de pesquisa “Discriminação, Preconceito, Estigma” da Universidade de São Paulo (USP). Falando ao portal iG, Fischmann classificou o acordo de “gravíssimo” pelo que representa: “É uma violência à pluralidade de crenças da população, fere a democracia e cria cidadãos de segunda classe – o católico e o não católico.”
Na época, Ricardo Barreira, presidente do Instituto Umbanda Fest, também percebeu o perigo da concordata e a inconstitucionalidade dela: “A assinatura de uma concordata implica o compromisso do Estado de fornecer à Igreja Católica determinados privilégios legais e financeiros para sempre, a menos que a Igreja concorde em abrir mão deles. Leis e até constituições podem ser mudadas pelo Legislativo da Nação, mas concordatas nao podem ser alteradas nem revogadas sem consentimento da Santa Sé. Uma vez assinadas, elas pairam acima de qualquer controle democrático do País.

Duas décadas depois, o Brasil volta a se aproximar do Vaticano, desta vez nas pessoas da primeira-dama Michelle Bolsonaro e da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos Damares Alves (foto acima), que disse em seu perfil no Instagram: “Foi uma tarde incrível ao lado deste líder religioso amado por muitos.” A felicidade da ministra não foi endossada pela maioria de seus seguidores, alguns dos quais chamaram Francisco de “comunista”, “globalista”, “picareta”, entre outras coisas.

papaMichelle e Damares são evangélicas e foram ao Vaticano participar de um encontro convocado pelo papa no dia 13 deste mês. Na ocasião, o líder católico apresentou um projeto educacional para o qual conta com o apoio da Aliança das Primeiras-Damas Latino-Americanas, grupo lançado oficialmente em setembro e liderado por Silvana Abdo, esposa do presidente paraguaio, Mario Abdo Benítez. No ano que vem, o papa terá um encontro com líderes de todo o mundo, para tratar, também, de educação (confira aqui).

Assim, o Vaticano vai ampliando seu poder de influência sobre o planeta. E quando se trata de poder e de cumprimento de profecias, não importa se os líderes são de esquerda ou de direita, se católicos ou protestantes. O importante mesmo é fazer avançar a agenda. [MB]

Primeiros híbridos de macaco e porco nascem na China

quimera-porco-e-macaco-chinaNo século 19, Ellen White escreveu algo sobre “amalgamação”. Será que isso está de volta? Deus permitirá que se brinque assim com a vida? Depois de ler o texto abaixo, assista ao vídeo

Em um estudo inédito, pesquisadores do Laboratório de Células-Tronco e Biologia Reprodutiva (SRLab) criaram as primeiras quimeras de porco e macaco em Pequim, na China. Dois porcos nasceram vivos contendo células de macacos, mas morreram dentro de uma semana. Primeiro, a equipe liderada pelo cientista Tang Hai modificou geneticamente células de macaco para que elas ficassem fluorescentes e pudessem ser identificadas nos porcos. Depois, coletaram células-tronco embrionárias dos macacos e as injetaram em mais de 4.000 embriões de porcos, cinco dias depois da fertilização. Apenas dez dos porcos nasceram, sendo que dois eram quimeras. Todos morreram dentro de uma semana.

Uma vez que nenhum indivíduo sobreviveu, os pesquisadores desconfiam que o problema está no processo de fertilização in vitro, que não funciona tão bem em porcos quanto em humanos e outros animais [sic], ao invés de nas quimeras.

Os porcos quiméricos tinham diversos tecidos com células de macaco, como coração, fígado, baço, pulmão e pele. A proporção de células primatas era muito baixa, no entanto: cerca de uma em 1.000 ou uma em 10.000.

O próximo passo da equipe será tentar criar animais saudáveis com uma proporção maior de células de macaco. Outras equipes também estão trabalhando em animais híbridos com o objetivo de criar órgãos para transplante.

Em 2017, o pesquisador Juan Carlos Izpisua Belmonte, do Instituto Salk na Califórnia (EUA), criou uma quimera de porco e humano, só que com uma proporção de apenas uma célula humana a cada 100.000, por razões éticas. Os embriões também foram interrompidos antes do nascimento.

Existem preocupações de que o cérebro de animais se torne parcialmente humano, e é por esse motivo que a equipe chinesa usou macacos ao invés de humanos. De qualquer forma, dada a eficiência quimérica extremamente baixa e a morte de todos os animais, alguns especialistas veem esse tipo de pesquisa como “desencorajadora”.

O biólogo Paul Knoepfler, da Universidade da Califórnia em Davis (EUA), por exemplo, não está convencido de que será possível cultivar órgãos adequados para transplante criando quimeras humanas. “No entanto, faz sentido continuar pesquisando essa abordagem junto com outras, como a engenharia de tecidos”, resumiu.

(FuturismNewScientist, via Hypescience)

Comercial reforça ideia da vinda dos extraterrestres à Terra

Conforme já afirmei em palestras e textos aqui no blog e em meu canal no YouTube, a indústria cultural hollywoodiana tem dado grande contribuição para reforçar a ideia de que um dia faremos contato com seres alienígenas. O maior ícone dessa ideia foi o filme “E.T.: o Extraterrestre”, grande sucesso de bilheteria dos anos 1980, do aclamado diretor Steven Spielberg. O filme termina com o alienígena se despedindo de seu amigo (um garotinho chamado Elliott), dizendo que estaria para sempre com ele. A empresa de telecomunicações norte-americana Xfinity promoveu o reencontro dos personagens 37 anos depois, em um novo comercial de fim de ano com ares de superprodução, exibido no Dia de Ação de Graças.

Terremoto de 3.2 graus atinge a região de Ouro Preto, em Minas Gerais

abaloUm terremoto de 3.2 na Escala Richter atingiu a cidade de Ouro Preto na noite de hoje, aponta a Defesa Civil de Minas Gerais. Segundo o tenente-coronel Flávio Godinho, o tremor relatado por moradores de Congonhas, que fica a 57 quilômetros de distância de Ouro Preto, foi da passagem desse fenômeno. As autoridades da região afirmaram ainda que o tremor foi sentido pelos moradores em diversos pontos da cidade de Congonhas, que abriga a barragem Casa de Pedra, da CSN Mineração. “Tivemos informações tanto da Unimontes como do centro da USP e de Brasília apontando que a causa do tremor foi um abalo sísmico na cidade de Ouro Preto. Não houve nenhuma detecção [da origem do tremor] em Congonhas propriamente dito”, explicou Godinho. “A detecção foi feita por dez centros de sismologia [no total]. E também tivemos um outro caso [de abalo] em Buritis (MG), cidade mais próxima de Goiás e Brasília”, acrescentou o porta-voz. A Defesa Civil ainda informou que, a princípio, a verificação com drones e piezômetro na barragem Casa de Pedra não apresentou nenhuma anormalidade. Segundo a assessoria dos Bombeiros de Congonhas, não houve nenhum tipo de dano ou vitima na cidade, somente “temor da população do risco de rompimento de barragem”.

(UOL Notícias)