Proposta acaba com uso de moedas e cédulas e exige conta bancária para todos

dinheiro

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 214/20 define critérios para emissão e circulação de papel-moeda no Brasil e regras sobre saques de dinheiro em espécie, transferências e pagamentos. O texto em tramitação na Câmara dos Deputados exige que todos tenham conta bancária e suas transações sejam registradas por meio do CPF ou do CNPJ. Conforme a proposta, após a entrada em vigor da futura norma, poderão existir apenas moedas de 5, 10, 25 e 50 centavos e de R$ 1, e cédulas de R$ 2, R$ 5, R$ 10 e R$ 20. Passados 24 meses, a circulação de moedas e cédulas será proibida – as pessoas terão de depositar o dinheiro nos bancos, pagando um tipo de “pedágio” (35%) sobre o total. O valor arrecadado com o pedágio será repassado ao Banco Central.

“O dinheiro tem de ser virtual”, afirma o autor do projeto, deputado Paulo Ramos (PDT-RJ). Para ele, isso evitará o acúmulo de fortunas com dinheiro em espécie, o comércio de drogas e o contrabando de mercadorias e armas, permitindo ainda maior controle sobre os recursos públicos e sobre a arrecadação de tributos.

(Direito News)

Nota do pastor Sérgio Santeli: “O Apocalipse nos mostra que aqueles que não aceitarem a marca da besta (veja aqui e aqui) serão impedidos de comercializar. Tal situação só será possível se houver um controle da movimentação financeira. E parece que o sistema já está sendo preparado para isso.”

“Como fiéis atalaias, devemos dar o aviso ao ver que vem a espada, para que homens e mulheres, pela ignorância, não sigam um rumo que evitariam se conhecessem a verdade” (Ellen White, Eventos Finais, p. 127).

Para Bill Gates, mudança climática pode ser pior que a pandemia

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Bill Gates já se provou ser um grande aliado na luta contra o coronavírus. Após doar mais de US$ 750 milhões no desenvolvimento de uma vacina, o fundador da Microsoft voltou a alertar para um problema que pode ser ainda maior que a pandemia atual: a crise climática. Segundo informou em seu blog Gates Notes, os danos causados pelas mudanças no clima na próxima década serão ainda piores. 

Ele alerta que, mesmo enquanto o mundo batalha para combater a Covid-19, os esforços da humanidade também deveriam estar voltados a diminuir as emissões de gases de efeito estufa. […] Para ele, entender os danos de uma mudança climática é como imaginar os efeitos do coronavírus por um período maior. […]

Além de doar mais de US$ 720 milhões para a produção de, pelo menos, sete vacinas, Gates vem fazendo sérias críticas aos negacionistas e às teorias da conspiração. […]

(Olhar Digital)

Leia mais: “UN report: Covid crisis does little to slow climate change”

Jesuítas e franciscanos se unem na “revolução Laudato Si”

Inspirados pela encíclica Laudato Si do papa Francisco, pelo Documento Final do Sínodo Panamazônico e pela Exortação Pós-Sinodal “Querida Amazônia”, franciscanos/as e jesuítas presentes no Brasil decidiram unir-se para empreender reflexões e ações voltadas à luta pela justiça socioambiental, contra toda forma de exploração e desigualdade socioeconômica, contra toda expressão de racismo e em defesa dos povos indígenas e da democracia. 

A união de franciscanos/as e jesuítas insere-se em um movimento internacional – a “Laudato Si Revolution” – e reveste-se de um grande simbolismo, por aproximar os carismas e as forças dos dois grandes santos fundadores – Francisco e Inácio – que se refletem na imagem do papa Francisco que personifica os dois, enquanto jesuíta escolhendo o nome de Francisco. Tal união propõe uma “revolução” que incorpora uma profunda mudança de paradigma no relacionamento com a Terra, nossa “casa comum”; em defesa dos pobres e excluídos, concebendo-os como interlocutores e não apenas destinatários; em defesa dos povos indígenas e outras minorias; e, enfim, em defesa da democracia e contra todo tipo de autoritarismo.

Para marcar o lançamento dessa união entre franciscanos/as e jesuítas, será realizado um “webnário” no dia 30 de setembro, às 20 horas, com a presença do teólogo Leonardo Boff e da teóloga Maria Clara Bingemer, que apresentarão, alicerçados, respectivamente, na espiritualidade franciscana e inaciana, os fundamentos inspiradores desse encontro simbólico entre as duas tradições. A mediação será da antropóloga Moema Miranda, assessora da Comissão Especial de Ecologia Integral e Mineração da CNBB e da Rede Eclesial Pan-Amazônica/REPAM-Brasil. […]

Para os idealizadores da união entre franciscanos/as e jesuítas, a “Revolução Laudato Si” está alinhada em dois caminhos vigorosos movidos por duas espiritualidades que são intensamente convergentes. “Desde o Santo de Assis e o Santo de Loyola, até nossos dias, existe algo de muito profundo que interconecta esses dois caminhos e as práticas que lhes são inerentes, em um natural enriquecimento mútuo. A família inaciana e a família franciscana se percebem unidas, especialmente no cuidado com os dons da criação, com a casa comum e com a construção de relações justas e respeitosas”, explicam.

À frente da organização da Revolução Laudato Si Brasil estão o Serviço Interfranciscano de Justiça, Paz e Ecologia da Conferência da Família Franciscana no Brasil (Sinfrajupe), o Observatório Luciano Mendes de Almeida (OLMA), articulador da Rede de Justiça Socioambiental dos Jesuítas, e o Movimento Católico Global pelo Clima. São parceiros o programa MAGIS Brasil e a Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE). […]

A coragem de nossos Santos fundadores nos intima para nos alinharmos juntos e abraçados nesta mesma missão revolucionária. Que Cristo, nosso Irmão Maior e Companheiro, ilumine nossos caminhos e nos faça crescer no amor, fé e esperança! Que sintamos em profundidade Deus em todas as coisas e sejamos permanentes construtores da paz e do bem.

(Vatican News)

Nota: Essa “revolução” só tende a crescer, ainda mais com a união entre franciscanos e (claro) jesuítas, e acabará levando a uma imposição aparentemente benéfica à maioria e ao planeta. [MB]

Clique aqui para entender melhor esse assunto.

Papa Francisco: um tempo para repousar

papaO dia 1o de setembro assinala, para a família cristã, o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação; e com ele se abre o Tempo da Criação que se conclui no dia 4 de outubro, memória de São Francisco de Assis. Durante esse período, os cristãos renovam em todo o mundo a fé em Deus criador e unem-se de maneira especial na oração e na ação pela preservação da casa comum. Inaugurando esse Tempo da Criação, foi divulgada a mensagem do papa Francisco, cujo tema é “Jubileu pela Terra”, tendo em vista que se celebra precisamente neste ano o quinquagésimo aniversário do Dia da Terra. Na Sagrada Escritura, recorda o Pontífice, o Jubileu é um tempo sagrado para recordar, regressar, repousar, restaurar e rejubilar. Para Francisco, é preciso recordar a vocação primordial da criação: ser e prosperar como comunidade de amor. Isso remete a um dos ensinamentos da Laudato Si: tudo está interligado e “o cuidado autêntico da nossa própria vida e das nossas relações com a natureza é inseparável da fraternidade, da justiça e da fidelidade aos outros” (LS, 70).

Todavia, constata o Pontífice, quebramos os laços que nos uniam ao Criador, aos outros seres humanos e ao resto da criação. […]

O convite de Francisco é ouvir o pulsar da criação: “A desintegração da biodiversidade, o aumento vertiginoso de catástrofes climáticas, o impacto desproporcionado que tem a pandemia atual sobre os mais pobres e frágeis são sinais de alarme perante a avidez desenfreada do consumo.”

A terra é lugar de oração e meditação, algo que podemos aprender especialmente dos irmãos e irmãs indígenas.

Deus, na sua sabedoria, reservou o dia de sábado para que a terra e os seus habitantes pudessem descansar e restaurar-se. Hoje, porém, não oferecemos esse descanso ao planeta com ciclo incessante de produção. A pandemia atual nos deu a possibilidade de constatar que a Terra consegue se recuperar se a deixarmos descansar: o ar tornou-se mais puro, as águas mais transparentes, as espécies animais voltaram para muitos lugares de onde tinham desaparecido.

Portanto, a pandemia nos levou a uma encruzilhada: “Devemos aproveitar este momento decisivo para acabar com atividades e objetivos supérfluos e destrutivos, e cultivar valores, vínculos e projetos criadores.” […] De igual modo, prossegue Francisco, é preciso restaurar a terra e restabelecer o equilíbrio climático para manter o aumento da temperatura média global abaixo do limite de 1,5 grau centígrado. […]

Outro motivo de alegria é o Ano especial de aniversário da Laudato Si e o fortalecimento da consciência ecumênica para a salvaguarda da criação. […]

(Vatican News)

O Espírito Santo e os eventos finais

Pandemias, mudanças climáticas e o decreto dominical

causa-pandemiaSegundo os líderes da Organização das Nações Unidas (ONU), da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do WWF International, a causa das pandemias é nossa destruição da natureza. O comércio ilegal e insustentável de vida selvagem, a devastação de florestas e outros habitats naturais e a intensificação da produção agrícola e pecuária são os fatores por trás do número crescente de doenças pulando de animais para seres humanos e levando a epidemias mundiais. Essa declaração está de acordo com a fala de diversos cientistas, como o proeminente biólogo americano Thomas Lovejoy, que afirmou recentemente que nossa intrusão excessiva na natureza é a principal culpada pela pandemia atual de coronavírus.

“Vimos muitas doenças surgirem ao longo dos anos, como Zika, AIDS, SARS e Ebola, e todas elas se originaram de populações de animais sob condições de severas pressões ambientais”, afirmaram Elizabeth Maruma Mrema, chefe de diversidade biológica da ONU, Maria Neira, diretora de meio ambiente e saúde da OMS, e Marco Lambertini, chefe da WWF International.

De acordo com um relatório da WWF, 60 a 70% das novas doenças surgidas desde 1990 vieram da vida selvagem. No mesmo período, 178 milhões de hectares de floresta foram desmatados, o equivalente a mais de sete vezes a área do Reino Unido.

Os especialistas alertam que o cenário atual deve servir de lição para mudarmos nossa postura por uma mais amigável ao meio ambiente. Caso contrário, novos surtos fatais provavelmente irão ocorrer.

“A Covid-19 não passa de um sinal de SOS para o empreendimento humano. O pensamento econômico atual não reconhece que a riqueza humana depende da saúde da natureza”, disseram Inger Andersen, chefe de meio ambiente da ONU e Partha Dasgupta, importante economista e professor da Universidade de Cambridge (Reino Unido). “O risco de uma nova doença [saltando da vida selvagem para seres humanos] emergir no futuro é maior do que nunca, com o potencial de causar estragos na saúde, nas economias e na segurança global”, complementou o relatório da WWF.

A solução, segundo esses líderes, é apostar em uma recuperação verde e saudável da atual pandemia de coronavírus. “Acordos comerciais pós-Brexit que não protegerem a natureza deixariam a Grã-Bretanha cúmplice em aumentar o risco da próxima pandemia”, afirmou o chefe da WWF no Reino Unido. Porém, o que temos visto é justamente o contrário. Do Grande Mekong a Amazônia a Madagascar, relatórios alarmantes de aumento da caça furtiva, extração ilegal de madeira e incêndios florestais têm surgido, enquanto muitos países autorizam retrocessos ambientais e cortes no financiamento para a conservação da natureza.

Mrema, Neira e Lambertini argumentam que “devemos abraçar uma recuperação justa e verde e dar início a uma transformação mais ampla em direção a um modelo que valoriza a natureza como base de uma sociedade saudável”. Não fazer isso em nome de poupar dinheiro, negligenciando proteção ambiental, sistemas de saúde e redes de segurança social, já se provou ser uma economia falsa. “A conta será paga muitas vezes”, disseram.

Para melhorarmos nossas chances, os especialistas pedem que todos os governos introduzam e fiscalizem leis para eliminar a destruição da natureza nas cadeias de suprimentos. Já o público pode tornar suas dietas mais sustentáveis. Por exemplo, carne, óleo de palma e soja estão entre os produtos frequentemente ligados ao desmatamento. No geral, evitar carne e laticínios é uma das melhores formas de reduzir nosso impacto ambiental no planeta.

[E em breve a proposta papal para amenizar o impacto ambiental humano será cada vez mais pauta do dia: o descanso dominical.]

(The Guardian, via Hypescience)

Série “Apocalipse Decifrado”

Política e religião cada vez mais alinhadas, conforme o script

bolsoNo mês de fevereiro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro se encontrou com o Sr. Doug Burleigh, do The Fellowship, organização também conhecida como “A Família”, a mesma que realiza o famoso evento anual chamado “Prayer Breakfast”, ao qual comparecem lideranças políticas e religiosas dos Estados Unidos e de outros países. Assim como vem acontecendo nos Estados Unidos (leia este texto e os links relacionados), políticos de outras nações vêm se aproximando cada vez mais das religiões hegemônicas, ameaçando a laicidade do Estado e mostrando que o script profético vai sendo cumprido à risca. O documentário “The Family”, da Netflix, retrata bem a atuação dessa organização.

Assista aos vídeos abaixo para entender melhor o assunto:

Esta sociedade em que vivemos está sendo desgastada e assolada pelo progressismo permissivista, de modo a fortalecer a aceitação do contra-ataque da extrema-direita religiosa (como o pessoal do “The Family”), colocando na parede aqueles que não concordam nem com a esquerda (por ideologia) nem com a direita (por postura e doutrina). O povo remanescente estará entre a espada e a falsa cruz. Temos que pregar nossa mensagem profética (as três mensagens angélicas) enquanto podemos. Não um evangelho diluído e castrado, como diria George Knight. [MB]

ap 13Dica de leitura: Nesta obra cuidadosamente documentada, você verá o quadro mais amplo de como chegamos onde estamos e ficará convencido da probabilidade do breve cumprimento das profecias do fim dos tempos registradas em Apocalipse 13.

Sábado terá “A Grande Tribulação”: terceiro mês de lives proféticas

liveAs lives “Profecias que Abalarão a Igreja e o Mundo” marcam aniversário de três meses com a quinta edição. Amanhã (sábado, 25, às 19h), a live terá como tema “A Grande Tribulação” (o tempo de angústia).

Desde 25 de abril, grupo de pastores abre espaço para estudo interativo das profecias com ênfase naquelas que vão abalar a igreja e o mundo. A iniciativa ultrapassa 100 mil views replicados em diversos canais brasileiros, como Michelson Borges, Gilberto Theiss, Eleazar Domini, Sérgio Monteiro, Minuto Profético, todos no YouTube.

Já participaram os pastores Lucas Silva e Josanan Alves, respectivamente, líderes sul-americanos da Associação Ministerial e Mordomia Cristã da Igreja Adventista. O pastor Renato Stencel (diretor do Centro White/Unasp) participou da live histórica no início da pandemia.

Relembre as lives

1ª live | 25 de abril: “Profecias Especiais”

2ª live | 2 de maio: “Sacudidura”

3ª live | 23 de maio: “Chuva Serôdia”

4ª live | 20 de junho: “Selamento”

5ª live | 25 de julho: “A Grande Tribulação”
Canais  do YouTube: michelsonborges, gilbertotheiss, eleazardomini, sergiomonteiro

(Pastor Jael Enéas)

Trabalhar um dia a menos por semana para “salvar o mundo”

salvar mundoSe todas as pessoas no mundo consumissem o mesmo nível de combustível, comida, roupa e material de construção que os europeus, seriam necessários 2,8 planetas Terra. Se todos adotassem o estilo de vida americano, precisaríamos de cinco planetas equivalentes ao nosso. Sem dúvida, estamos vivendo de maneira insustentável – seja quando nos deslocamos, ganhamos ou gastamos dinheiro. No ano passado, o chamado Dia da Sobrecarga da Terra chegou mais cedo do que nunca, em 29 de julho. Ele marca o dia em que a demanda da humanidade por recursos naturais excede o que o planeta é capaz de fornecer em um ano, de acordo com a organização internacional Global Footprint Network. A última vez que conseguimos chegar até dezembro foi em 1972.

Há uma nova teoria, no entanto, que sugere que é possível reverter esse cenário: devemos trabalhar menos, desacelerando assim a economia global e diminuindo nosso apetite aparentemente insaciável por consumo. Mas será que isso é viável – e realmente salvaria o mundo?

Mudar nossos hábitos de trabalho em escala global é uma tarefa monumental. O americano médio trabalha 44 horas por semana e tem apenas 10 dias de férias. Na China, uma jornada de 72 horas, seis dias por semana é comum. E, no Japão, se trabalham tantas horas por dia que existe até uma palavra para “morte por excesso de trabalho”: karōshi.

No entanto, uma análise da Universidade Amherst de Massachusetts, nos EUA, argumenta que “trabalhar menos é bom para o meio ambiente”. O estudo afirma que se passássemos 10% menos tempo trabalhando, nossa pegada de carbono seria reduzida em 14,6% – em grande parte devido à diminuição dos deslocamentos diários e do consumo de alimentos processados nos intervalos. Um dia inteiro de folga por semana reduziria, portanto, nossa pegada de carbono em quase 30%.

Costumamos culpar a indústria e grandes empresas pelas mudanças climáticas. Mas a maneira como vivemos, trabalhamos e consumimos é, na verdade, a principal fonte de emissões. […]

A ideia de semanas de trabalho mais curtas aliadas ao crescimento sustentável está começando a ganhar força. No ano passado, quase um milhão de metalúrgicos na Alemanha ganharam o direito a trabalhar 28 horas por semana (a jornada deles antes era de 35 horas semanais), enquanto o Partido Trabalhista do Reino Unido (o segundo maior partido no Parlamento) flerta com a ideia de uma jornada de trabalho de quatro dias por semana.

Will Stronge, cofundador e diretor da Autonomy, centro de estudos voltado para o futuro do trabalho, defende o crescimento sustentável. Ele cita o exemplo recente de funcionários dos correios do Reino Unido que pleitearam com sucesso por uma redução na jornada de trabalho de 39 horas para 35 horas semanais, mantendo o mesmo salário.

“Em muitas empresas, se você disser que vai reduzir o salário […] mas compensar com um dia extra de folga, a maioria dos funcionários não terá condições de aceitar.”

Do ponto de vista ambiental, ele diz que “o consumo de eletricidade [nacionalmente] diminui bastante nos fins de semana e feriados”, sugerindo que há ganhos de eficiência energética ao se trabalhar menos.

Outra defensora do crescimento sustentável, Alice Martin, chefe de trabalho e remuneração da New Economics Foundation, acredita que “se você diminuir a carga horária de trabalho mantendo o salário, as evidências sugerem que isso tem efeitos positivos na redução das emissões de carbono”.

Segundo ela, diminuir em 20% as horas trabalhadas se traduz em uma redução semelhante nas emissões de carbono – devido a mudanças de comportamento, como menos deslocamentos diários, comer comida caseira em vez de alimentos processados e passar mais tempo localmente, até se envolvendo em trabalhos voluntários.

“Ter mais tempo na vida para fazer as coisas de que você realmente gosta pode resultar em uma mudança de estilo de vida, fazendo com que você, na verdade, pare de consumir tantos produtos com alto teor de carbono”, diz ela. […]

(BBC Brasil)