No limiar da sétima trombeta, à espera do falso Cristo

etJá faz tempo que não sabemos discernir muito bem entre a verdade e a ficção. Vivemos em uma época de vida virtual versus vida real, entre o fake e o fato, entre o simulado e o autêntico. É como se a revolução causada pelas tecnologias da comunicação trabalhasse mesmo a favor da manutenção da dúvida a respeito daquilo que é e daquilo que aparenta ser. Longe de ser um mero pensamento filosófico, refiro-me ao que está diante dos nossos olhos anunciando o que há de vir. Engana-se quem pensa que apenas um ou outro grupo religioso aguarda por um determinado advento. Em um planeta tão populoso e variado, há diversas maneiras de interpretar a chegada inesperada de um possível ser cósmico.

Para o cientificismo

 Para grandes nomes da ciência, em especial da física teórica, é bastante aceita a ideia de que o Universo, vasto como é, abriga vida inteligente em outros planetas, galáxias, dimensões. Não se trata apenas de vida, o que poderia se resumir a um ser unicelular, por exemplo. Trata-se de vida inteligente, ou seja, seres mais “evoluídos” e civilizações mais avançadas.

Michio Kaku, físico teórico norte-americano e professor universitário, é muito popular, especialmente por sua abordagem futurística da física. Além disso, ele é co-criador da teoria de campos de corda, um ramo da teoria das cordas, que viria para ajudar na explicação da chamada Teoria de Tudo, buscada por diversos físicos ao longo da história, incluindo Albert Einstein.

Para esse renomado cientista, as descobertas via satélite que revelam a existência cada vez maior de planetas e estrelas apontam para vida inteligência no espaço exterior. Ele diz:

“Sou um físico e quando nós físicos procuramos civilizações alienígenas, não procuramos homenzinhos verdes; procuramos consumo de energia, procuramos civilizações do tipo 1, 2 e 3. Uma civilização do tipo 1 teria poder sobre o planeta inteiro como o controle do clima, dos oceanos, dos vulcões, terremotos. Uma civilização do tipo 2 controlaria a energia de uma estrela; eles brincam com estrelas, eles são imortais, nada conhecido pela ciência (eras glaciais, meteoros, cometas, etc.) poderia destruir a civilização 2, pois eles poderiam mudar seu planeta de lugar, reacender sua estrela ou achar uma nova estrela no espaço. Já a civilização 3 seria galáctica, isto é, ela controlaria a própria produção energética da própria galáxia, sendo capaz de controlar a energia plank, que é o ponto em que o espaço pode se tornar instável, o que poderia abrir caminhos de minhoca e o acesso a outras dimensões. Nós somos o tipo 0 ainda, por isso, talvez, não sejamos muito interessantes ainda para que seres de outros locais no espaço façam contato. Talvez em 2100 consigamos ser uma civilização tipo 1, pois já temos a Internet, que é um sistema de comunicação tipo 1, dentre outras coisas como um só idioma, uma só economia, etc.” (veja o vídeo).

Para esse e muitos outros cientistas de grandes universidades, o contato compreensível com seres inteligentes de outros planetas, estrelas ou galáxias é questão de tempo. Assim que avancemos em tecnologia e em um modo de vida mais organizado, isso ocorrerá naturalmente.

Para o ufologismo

 Os ufólogos possivelmente representam a classe de pessoas mais envolvida com a crença de que seres extraterrestres não só existem, mas desejam fazer contatos inteligentes conosco. Para Ademar Gevaerd, editor da revista Ufo, os ETs – mais uma vez não se trata de seres gosmentos ou com tentáculos, mas, sim, de seres parecidos conosco, com braços, pernas, olhos – já estão entre nós, mas que também por uma deficiência nossa, dos terráqueos, algo mais expressivo ainda não aconteceu. Ele diz:

“Precisamos levar em consideração que estamos sendo visitados por muitas civilizações há muito tempo. Algumas delas são tão parecidas conosco, pois também são humanas, que se em visita a nós, entrasse em um supermercado, por exemplo, dificilmente notaríamos que não é daqui, exceto por ter uma saúde perfeita, nenhuma ruguinha, nenhum cabelinho branco, nenhum grama de peso a mais. Eles não se apresentam ou falam diretamente conosco porque nós ainda não somos tão evoluídos como eles, mas eles estão sempre aqui nos visitando” (veja o vídeo).

Para o espiritualismo

 Espiritualistas diversos entendem que a existência de seres extraterrestres coaduna perfeitamente com o pensamento cristão, a doutrina de Allan Kardec e pesquisas relacionadas à ufologia, tudo dentro do discurso do espiritualismo universalista.

Para eles, os habitantes do planeta terra em breve devem ser reintegrados às demais civilizações cósmicas. Tão logo ocorra a regeneração do amor em nós, faremos parte da cidadania planetária.

Apesar de hoje fazermos parte de um todo, assim como eles, segundo esse ponto de vista há muito tempo nosso espírito adoeceu e perdeu a condição necessária para viver em harmonia com outras civilizações cósmicas, por isso estamos aqui isolados.

Rogério de Almeida Freitas, assinando sob o pseudônimo de Jan Vall Elam, é autor de centenas de livros sobre esse assunto. Ele diz:

“Já está chegada a hora da nossa reintegração cósmica com o nosso mundo. E esse momento deve ser marcado pelo primeiro contato oficial com esses seres. Não há nenhum cientista terreno ou extraterreno que possa dizer o dia, hora, minuto que o fruto cairá da árvire, porém sabe-se que o tempo é chegado, porque o fruto já está maduro. Esse fruto é a volta de Cristo, do príncipe da paz. Ele vem vestido de sua autoridade celeste e cercado por sua hoste angelical para presidir esse momento de reintegração cósmica” (veja o vídeo).

E o que nós temos a ver com isso?

 Os cristãos também aguardam o retorno de Jesus, aliás, essa é a maior promessa dEle, na qual mártires do passado, do presente e do futuro se apoiaram, apoiam e apoiarão. No entanto, a maneira escatológica como encaramos os eventos que precedem a vinda de Cristo faz toda diferença para distinguir o certo do errado. Ellen G. White diz:

“Na conclusão do conflito, todo o cristianismo ficará dividido em dois grandes grupos: os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, e os que adoram a besta e sua imagem, e recebem o seu sinal. Embora Igreja e Estado unam o seu poder para obrigar a todos, ‘pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos’ (Apocalipse 13:16), a receberem o sinal da besta, o povo de Deus não o receberá” (Conselhos Para a Igreja, p. 39).

Mas a pergunta é: Se esperamos pelo mesmo evento, por que haverá dois grupos? Se todos esperam por Cristo, por que alguns Ele não reconhecerá? Afinal de contas, estaríamos esperando pelo mesmo Cristo?

Jesus, enquanto esteve entre nós, advertiu: “Se, então, alguém lhes disser: ‘Vejam, aqui está o Cristo!’ ou: ‘Ali está ele! ’, não acreditem. Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos. Vejam que Eu os avisei antecipadamente. Assim, se alguém lhes disser: ‘Ele está lá, no deserto! ’, não saiam; ou: ‘Ali está ele, dentro da casa! ’, não acreditem. Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem’” (Mateus 24:23-27).

Satanás personifica a Cristo

 “Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio Satanás personificará Cristo. A igreja tem há muito tempo professado considerar o advento do Salvador como a realização de suas esperanças. Assim, o grande enganador fará parecer que Cristo veio. Em várias partes da Terra, Satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante, assemelhando-se à descrição do Filho de Deus dada por João no Apocalipse. (Apoc. 1:13-15.) A glória que o cerca não é excedida por coisa alguma que os olhos mortais já tenham contemplado. Ressoa nos ares a aclamação de triunfo: ‘Cristo veio! Cristo veio!’” (Eventos Finais, p. 163).

“O povo se prostra em adoração diante dele, enquanto este ergue as mãos e sobre eles pronuncia uma bênção, assim como Cristo abençoava Seus discípulos quando aqui na Terra esteve. Sua voz é meiga e branda, cheia de melodia. Em tom manso e compassivo apresenta algumas das mesmas verdades celestiais e cheias de graça que o Salvador proferia; cura as moléstias do povo, e então, em seu pretenso caráter de Cristo, alega ter mudado o sábado para o domingo, ordenando a todos que santifiquem o dia que ele abençoou” (O Grande Conflito, p. 624).

“Ele se proclama o Cristo, e é aceito como tal, um ser imponente e belo, revestido de majestade, com voz suave, palavras agradáveis e uma glória não superada por coisa alguma que olhos humanos já contemplaram. Então os seus enganados e iludidos seguidores soltam uma exclamação de vitória: “Cristo veio pela segunda vez! Cristo veio! Ele levantou as mãos assim como fazia quando esteve na Terra, e nos abençoou” (Eventos Finais, p. 164).

 Nem tudo que reluz é ouro

 Diferentes tipos de pessoas em todo o mundo aguardam pelo retorno de Jesus ou de um ser extraterrestre que venha nos reintegrar à harmonia cósmica. Qual será a nossa resposta diante disso? À Bíblia e ao Espírito de profecia; à lei e ao testemunho!

“Se os homens são tão facilmente transviados agora, como subsistirão eles quando Satanás personificar a Cristo, e operar milagres? Quem ficará inabalado então por suas deturpações – professar ser Cristo quando é apenas Satanás assumindo a pessoa de Cristo, e operando aparentemente as obras do próprio Cristo?” (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 394).

“Os santos precisam alcançar completa compreensão da verdade presente, a qual serão obrigados a sustentar pelas Escrituras. Precisam compreender o estado dos mortos; pois os espíritos de demônios lhes aparecerão, pretendendo ser amigos e parentes amados, os quais lhes declararão que o sábado foi mudado, bem como outras doutrinas não escriturísticas. (Primeiros Escritos, p. 87).

Maranata! Cristo (o de verdade) logo vem!

Agatha Lemos é jornalista e uma entusiasta com a ciência, temas cósmicos e escatológicos

Anúncios

Controvérsia no Twitter: um laboratório para a perseguição

hatersOntem um dos assuntos que mais “bombaram” no Twitter foi Levítico 18, especificamente o verso 22, que diz: “Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante.” Foi uma enxurrada de comentários, a maioria dos quais negativos, condenatórios e/ou jocosos. Ateus criticando a Bíblia e dizendo que os que levam esse verso a sério deveriam também evitar roupas com dois tipos de tecidos e não aparar a barba, conforme orientam outros textos do mesmo livro bíblico. Outros ainda chamaram atenção para o fato de que a maioria dos cristãos que usam o verso 22 não se preocupam com as recomendações dietéticas de Levítico 11 e comem de tudo – e nisso estão certos os críticos.

Como sempre, o contexto é importante para se avaliar um texto. Muitas ordens contidas no Pentateuco eram direcionadas para um povo que vivia cercado pela idolatria e que havia pouco tempo tinha sido libertado de uma nação pagã com costumes idolátricos e ocultistas. É nesse cenário que os livros de Moisés devem ser analisados e seus princípios permanentes identificados. Por isso, pergunto: No que diz respeito à alimentação, o que mudou? O porco, por exemplo, deixou de ser porco? O corpo humano e seu sistema digestório mudaram também? E no quesito sexualidade, o que mudou? O verso 23 de Levítico também condena o sexo com animais? Isso mudou? Agora pode? O incesto igualmente é condenado na Bíblia? Um dia será aceitável? É bom lembrar que as práticas homossexuais também são reprovadas no Novo Testamento e que a Bíblia sempre faz separação entre pecado e pecador, pois Deus odeia o primeiro e ama o segundo.

Dito isto, a controvérsia de ontem serviu de laboratório para o que vem por aí. Pessoas que levam a Bíblia a sério e procuram se pautar por seus ensinos são facilmente hostilizadas e tachadas de fundamentalistas, retrógradas e preconceituosas. O espírito do tempo é que determina como a Bíblia deve ser lida e interpretada, e não o contrário. O cúmulo da contradição foram algumas pessoas que se disseram cristãs, mas que desprezam abertamente a Palavra de Deus. Esquecem-se de que só são cristãs porque a Bíblia existe…

Num futuro próximo, o sábado será o ponto de controvérsia. O assunto estará na boca do povo e nas redes sociais. Estaremos prontos para responder no espírito de 1 Pedro 3:15? “Na peleja a ser travada nos últimos dias estarão unidos, em oposição ao povo de Deus, todos os poderes corruptos que apostataram da lealdade à lei de Jeová. Nessa peleja, o sábado do quarto mandamento será o grande ponto em litígio, pois no mandamento do sábado o grande Legislador Se identifica como o Criador dos céus e da Terra” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 392). “Como o sábado se tornou o ponto especial de controvérsia por toda a cristandade, e as autoridades religiosas e seculares se combinaram para impor a observância do domingo, a recusa persistente de uma pequena minoria em ceder à exigência popular, fará com que essa minoria seja objeto de ódio universal” (Ellen White, O Grande Conflito, p. 615).

Aliás, recentemente experimentei uma amostra grátis disso no Facebook (confira aqui).

Deus nos ajude a estar preparados para os tsunamis de oposição reais e virtuais que vêm por aí, afinal, o dragão está irado contra a mulher (quem lê entenda)!

Michelson Borges

Jesus voltará quando o mundo for organizado em dez blocos?

terraAndam circulando pela internet vídeos segundo os quais líderes da chamada Nova Ordem Mundial estariam organizando o mundo em dez grandes blocos econômicos, conforme o mapa abaixo. Alguns estudiosos das profecias mais afoitos estão defendendo a ideia de que esses dez blocos (muitos quais sequer existem) seriam o equivalente aos dez reinos mencionados nas profecias bíblicas de Daniel e Apocalipse. Ao propagar essa crença esses pregadores e palestrantes criam confusão e vão contra as melhores e mais coerentes interpretações relacionadas com esse assunto. Assisti a um desses vídeos postado no YouTube e escrevi os dez pontos a seguir:

1. Por que devemos considerar blocos econômicos reinos, em alguns casos, e países independentes, em outros? Em que lugar da Bíblia podemos encontrar base para isso? Segundo o vídeo que analisei, Estados Unidos, Canadá e México, por exemplo, formarão um grupo, enquanto Japão e China formam um grupo cada um.

2. Por que esperar pela suposta formação de um bloco econômico árabe se já existe o Mercosul? Seria por que, se contarmos o Mercosul, teremos 11 blocos e a “profecia” estará errada?

3. Daniel 2 tem vínculo direto com Daniel 7, mas não está “preocupado” com os três dedos que serão tirados. Esses pregadores se esquecem do princípio “repete e amplia”. O capítulo 7 amplia o 2, e o 8 amplia o 7. No capítulo 8, em que aparece apenas um chifre (não tem o animal com dez, nem um chifre que nasce e derruba três), quem seria esse chifre e qual o correspondente dele na profecia? Onde ele se encaixa? Em que capítulo do Apocalipse?

10 reis

4. No vídeo é defendida veementemente a unidade da União Europeia (mesmo com o Brexit e outros problemas), portanto, aparentemente não se crê que a Europa permanecerá fragmentada. A profecia de Daniel 2 diz que a Europa nunca mais se unificará sob uma mesma bandeira, a ponto de ser considerada um “reino”.

5. Aliás, a profecia de Daniel 2:44 não diz que a pedra (Jesus) virá destruir reis/reinos mundiais, como se afirma no vídeo; ela diz que “no dia desses reis”, ou seja, quando os reinos que formaram a Europa ainda estiverem existindo, Jesus virá.

6. Então a volta de Jesus está condicionada à formação desses dez possíveis blocos? Não mais à pregação do evangelho?

7. Parece-me que a tal interpretação toma como base uma ilustração (mapa) retirada da internet, relacionada com a ideia da Nova Ordem Mundial (confira este vídeo). Isso é bem frágil. E se um bloco desses desaparecer? E se surgir outro? Temerário… Arriscado…

8. No vídeo que analisei, os 3,5 anos (42 meses) são relacionados com o ministério de Jesus. Essa comparação não é lógica. É como se disséssemos que os 70 anos de cativeiro babilônico correspondessem às 70 semanas de Daniel 9. Não faz sentido esse paralelismo forçado. Devemos ser mais criteriosos. Além disso, Ellen White não escreveu absolutamente nada que tenha que ver com essa ideia de 3,5 anos literais, muito pelo contrário, como se pode ver nos textos citados logo abaixo.

9. Em um vídeo de 2014, é dito que o presidente Obama iria legalizar 11 milhões de imigrantes que provavelmente seriam os primeiros a receber um ID da União Norte-Americana, aquela que incluiria EUA, México e Canadá. Cinco anos depois, essa União não existe, o tal ID não foi concedido e Trump está construindo um muro entre o país dele e o México. Aliás, a maior parte dos blocos anunciados na tal “profecia de internet” simplesmente ainda não existem – e chego a pensar que alguns nunca existirão.

10. Apocalipse 17 também é mencionado no vídeo, com uma interpretação igualmente problemática (sobre isso sugiro este vídeo).

O vídeo a que me refiro e que analisei me fez lembrar de algumas interpretações proféticas absurdas, como a de que os dois chifres do carneiro de Daniel capítulo 8 seriam as torres gêmeas do World Trade Center, derrubadas em 2001; ou o falso cumprimento de Apocalipse 12, no ano passado (confira); ou ainda aquela ideia de que é pecado ir à praia porque a besta sobe do mar (Apocalipse 13)! Interpretações apocalípticas literalistas que desprezam os paralelismos proféticos bíblicos e regras elementares de hermenêutica criam sensacionalismo e desencaminham os leitores superficiais da Bíblia. Tomemos cuidado com isso!

Michelson Borges

Nota: Textos de Ellen White nos quais ela afirma o simbolismo (não literalidade) dos 3,5 anos (42 meses) mencionados em Daniel e Apocalipse:

egw1

egw2

egw3

Vídeo mentiroso sobre o decreto dominical

trump papa[Está circulando novamente pelas redes sociais um vídeo em que aparentemente eu afirmo que o decreto dominical teria sido assinado. O vídeo foi maldosamente editado e tem causado confusão. Por isso, por favor, leia atentamente a explicação abaixo e compartilhe com seus contatos. Muito obrigado. – MB]

É impressionante como há pessoas que se divertem com a mentira, promovendo um verdadeiro “ministério das fake news”. Neste texto (confira) eu falo um pouco sobre essas notícias mentirosas e relembro aos esquecidos quem é o pai da mentira. Esses imitadores do inimigo já fizeram o Dr. Rodrigo Silva parecer terraplanista, já espalharam mentiras sobre pastores e líderes, e em tempos de crise se deleitam em criar alarde.

Anda circulando pelo WhatsApp uma versão editada de um vídeo que postei no dia 26/10/2017, no qual uso de humor para ironizar um boato espalhado na época (assista ao vídeo original abaixo para saber do que se trata). Ocorre que um “ministro” da inverdade cortou meu vídeo e o está espalhando por aí, dando a impressão de que eu disse exatamente aquilo que tentei desmentir. Simplesmente lamentável.

Se você se deparar com essa versão editada/cortada do meu vídeo, por favor, não a encaminhe e avise a pessoa que lhe enviou que se trata de uma brincadeira de muito mau gosto. Seja um defensor da verdade. Antes de compartilhar qualquer conteúdo, seja foto, áudio ou vídeo, tenha certeza de que se trata de algo verdadeiro.

Michelson Borges

A maior de todas as promessas

second-comingA descrição do último dia do planeta Terra que mais me impressiona está escrita no best-seller mundialmente conhecido como O Grande Conflito. Nas páginas 640 e 641, a autora, Ellen G. White, pinta assim a cena: “Surge logo no Oriente uma pequena nuvem negra, aproximadamente da metade do tamanho da mão de um homem. É a nuvem que rodeia o Salvador, e que, à distância, parece estar envolta em trevas. O povo de Deus sabe ser esse o sinal do Filho do homem. Em solene silêncio fitam-na enquanto se aproxima da Terra, mais e mais brilhante e gloriosa, até se tornar grande nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao fogo consumidor e encimada pelo arco-íris do concerto. Jesus, na nuvem, avança como poderoso vencedor. […] Com antífonas de melodia celestial, os santos anjos, em vasta e inumerável multidão, acompanham-nO em Seu avanço. […] Nenhuma pena humana pode descrever esta cena, mente alguma mortal é apta para conceber seu esplendor.”

Fantástico demais? Parece apenas um lindo sonho que nunca se realizará? Seriam simbólicas essas palavras, assim como as centenas de citações bíblicas relacionadas com esse evento? Afinal de contas, Cristo voltará mesmo algum dia?

TEMPO DE PARADOXOS

O fim do século 20 foi caracterizado por grandes paradoxos, que se ampliaram nas últimas décadas. De um lado, os avanços científico-tecnológicos enchem-nos de esperança: realidade virtual, engenharia genética e clonagem, viagens espaciais rotineiras e internet são palavras que deixaram a ficção para se tornar realidade. De outro, a fome e as epidemias dizimando milhões de seres humanos em vários países; desastres ambientais; crianças armadas matando colegas na escola; acidentes aéreos, navais e automobilísticos; lixo “cultural” exibido em horários nobres na TV; doenças incuráveis levando milhões à sepultura precocemente… Isso sem falar na crise econômica e no desemprego.

Depois da queda do comunismo na ex-União Soviética, as atenções de todo o mundo se voltaram para o capitalismo como “a grande solução”. Entretanto, em anos recentes, constatou-se a ilusão de tal crença. Em outubro de 1997, a crise asiática assustou o mundo e provocou um efeito cascata nas bolsas de valores. Menos de um ano depois (em agosto de 1998), a moratória russa gerou incerteza e derrubou a poderosa Bolsa de Nova Iorque em 4,2%. Em 2008 foi a vez dos Estados Unidos. O desespero dos investidores se estampava nos jornais, cumprindo, em parte, as palavras de Jesus: “Haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo” (Lucas 21:26).

De fato, o início do século e do milênio foi marcado por paradoxos. Boas e más notícias se mesclam nos noticiários diários. Esperança e desespero convivem de mãos dadas. Em quem devemos crer: nos “profetas do fim do mundo” ou nos pregoeiros da paz e da Nova Era? Existe, afinal, uma boa notícia que seja, acima de tudo, confiável e definitiva? Existe!

A GRANDE NOTÍCIA

Há quase dois mil anos, Deus assumiu a forma humana e habitou entre os homens (ver João 1:1-3). Jesus – chamado de o Verbo de Deus, a Palavra encarnada – trouxe-nos a maior e melhor notícia de todos os tempos: há salvação para o pecador arrependido e para este mundo enfermo; as desgraças e a miséria humana não durarão para sempre. Veja o que Ele mesmo disse: “Não fiquem tristes e preocupados. Confiem em Deus e confiem também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitos cômodos, e Eu vou preparar um lugar para vocês. […] E, depois que Eu for […] voltarei e os levarei comigo para que vocês estejam onde Eu estiver” (João 14:1 a 3, BLH). Sem dúvida, a segunda vinda de Cristo (prometida por Ele mesmo) é o maior acontecimento da História. Mas como será essa vinda?

Passagens bíblicas como Mateus 24:30; 25:31; Atos 1:11 e outras deixam claro que a segunda vinda de Cristo à Terra será bem visível, pois Ele virá “sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória”. Além disso, junto com Ele virão milhares de anjos. Para que não houvesse nenhuma dúvida, inclusive, Jesus comparou Sua vinda a algo bem visível: um relâmpago que cruza o céu de ponta a ponta (ver Mateus 24:27). A Bíblia diz, também, que todos os povos da Terra verão o Filho do homem descendo nas nuvens, com poder e grande glória (ver Apocalipse 1:7 e Mateus 24:30).

Outro evento espetacular que terá lugar na segunda vinda de Cristo é a ressurreição dos mortos. O apóstolo Paulo deixou palavras muito animadoras a respeito dos que dormem na sepultura. Disse ele que “haverá a ordem de comando, a voz do Arcanjo, o som da trombeta de Deus, e então o próprio Senhor descerá do Céu. Ressuscitarão primeiro aqueles que já morreram crendo em Cristo” (1 Tessalonicenses 4:16, BLH). Essa é, sem dúvida, uma feliz notícia para todos os que perderam um amigo ou familiar querido. Pense na possibilidade de rever essa pessoa num mundo no qual não haverá mais dor, choro ou morte! (Ver Apocalipse 21:1-4.)

Com relação aos que estiverem vivos na vinda de Cristo, Paulo diz: “Então nós, os que estivermos vivos, seremos todos reunidos com eles [os mortos ressuscitados] nas nuvens, para nos encontrarmos com o Senhor no ar; e assim estaremos sempre com Ele” (1 Tessalonicenses 4:17, BLH). Paulo, inspirado por Deus, também disse que os que estiverem vivos por ocasião da segunda vinda, serão transformados, deixarão de ser mortais e ganharão um corpo imortal (ver 1 Coríntios 15:51, 52).

Agora pense nisso: se na segunda vinda de Cristo os mortos serão ressuscitados e os vivos transformados serão levados para o Céu, isso quer dizer que não haverá outra chance para arrependimento naquele dia. Note o que disse Jesus: “Eu venho logo! Vou trazer comigo as Minhas recompensas, para dá-las de acordo com o que cada um tem feito” (Apocalipse 22:12, BLH). Jesus virá, desta vez, para dar a recompensa: a vida eterna.

A salvação de todo ser humano já foi providenciada quando o Filho de Deus entregou a vida na cruz. Em Sua segunda vinda Ele virá buscar aqueles que aceitaram essa salvação. “Quando chegou o tempo de mostrar a Minha bondade” – diz Deus – “Eu atendi o seu pedido e o socorri quando chegou o dia da salvação. Escutem! Este é o tempo em que Deus mostra a Sua bondade! Hoje é o dia de ser salvo!” (2 Coríntios 6:2, BLH).

Naquele dia só haverá duas classes de pessoas. Jesus dirá aos que estiverem à Sua direita, aos salvos: “Venham, vocês que são abençoados pelo Meu Pai! Venham e recebam o Reino que, desde a criação do mundo, foi preparado pelo Meu Pai.” Já aos da esquerda, os que rejeitaram todos os apelos do Espírito Santo e não quiseram manter um relacionamento de amizade com Cristo, Ele dirá: “Afastem-se de Mim” (ver Mateus 25:34, 41, BLH).

QUANDO JESUS VIRÁ?

“Quanto ao dia e hora ninguém sabe” (Mateus 24:36), mas Cristo deixou algumas profecias cujo cumprimento serviria de sinal para os vigilantes, os que estudam a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Dentre esses sinais, podemos destacar os seguintes:

1. Pessoas querendo imitar a vinda de Cristo, dizendo ser Ele e fazendo, inclusive, milagres (Mateus 24:5, 24).
2. Guerras, fomes, pestes, doenças e terremotos em todos os lugares (Mateus 24:7).
3. Tempos difíceis (2 Timóteo 3:1).
4. Homens amantes de si mesmos, ambiciosos, egoístas, blasfemos, orgulhosos, mais amigos de prazeres do que amigos de Deus (2 Timóteo 3:1-5).
5. Multiplicação do conhecimento das profecias apocalípticas e da ciência (Daniel 12:4).

A frequência e a intensidade com que esses sinais têm ocorrido nos últimos anos apontam para a proximidade da segunda vinda de Jesus Cristo. É verdade que muitas pessoas duvidam desse acontecimento. Alguns até zombam dos que creem nisso. Sem saber, esses céticos cumprem outro sinal: “Vocês precisam saber que nos últimos dias vão aparecer homens dominados pelas suas próprias paixões. Eles vão zombar de vocês, dizendo: ‘Ele prometeu vir, não foi? Onde está Ele? Os nossos pais morreram, e tudo continua do mesmo jeito que era desde a criação do mundo!’” (2 Pedro 3:3, 4, BLH).

Por isso, um bom conselho bíblico é: “Fiquem vigiando e orando sempre, para poderem escapar de tudo o que vai acontecer e continuarem firmes diante do Filho do homem” (Lucas 21:36, BLH).

Michelson Borges

Terremoto quebra placa tectônica ao meio e faz geólogos “tremerem”

terremotoEm 7 de setembro de 2017, um terremoto de 8,2 na escala de magnitude atingiu a região sul do México, matando dezenas e ferindo centenas de pessoas. Embora os terremotos sejam bastante comuns na região, esse impactante acontecimento não foi exatamente um tremor corriqueiro. E o motivo disso é que parte da placa tectônica responsável pelo terremoto, de quase 60 km de espessura, foi totalmente dividida ao meio, conforme revela novo estudo publicado na revista científica Nature Geoscience. Tudo isso aconteceu em questão de segundos, coincidindo com uma colossal liberação de energia. “Se entendida como um imenso bloco de vidro, essa ruptura causou uma enorme fenda exposta”, diz o autor principal Diego Melgar, professor assistente de sismologia de terremotos na Universidade de Oregon. “Todos os indícios apontam que a placa se quebrou em toda a sua espessura.”

Fragmentações de tamanha dimensão foram observadas anteriormente em poucos lugares do mundo, tendo todos esses épicos terremotos algo em comum: ninguém sabe de verdade como acontecem. E essa lacuna de conhecimento é grave, porque enormes populações, desde a costa oeste das Américas até os litorais lestes do Japão, podem estar sob a ameaça desses enigmáticos terremotos.

[Continue lendo.]

Alegria, esperança, frustração e um frio na barriga

Estas eleições agitaram o Brasil como fazia tempo não acontecia. Em poucos meses, nosso povo comumente apático quando o assunto era política, graças às redes sociais, passou a discutir política praticamente todos os dias, tendo que aprender a navegar num oceano agitado por fatos e fake news. Nestas eleições vimos quebrado o monopólio das grandes empresas de comunicação e o povo, finalmente, desenvolvendo uma saudável desconfiança da mídia, tendo que aprender a consumir com mais criticidade as informações que lhe chegavam por vários meios. Nestas eleições foi bonito ver o espírito patriótico despertando e fortalecido o desejo de mudança, de moralização, de ruptura com os desmandos de tantos anos de democracia mal usufruída – ou melhor, bem usufruída por parte daqueles que ocupavam o poder, até que a ganância foi interrompida pelas algemas. Tudo isso me trouxe alegria. E despertou também a esperança e o desejo de que a reação em cadeia ajude a tornar nosso país um lugar melhor, mais ordeiro, seguro e progressista. Espero que o novo presidente saiba aproveitar bem esse desejo popular e a “carta branca” que lhe foi colocada nas mãos por milhões de brasileiros.

Anos atrás, votei no Lula, como fizeram milhões de brasileiros que acreditavam na mudança, em uma pátria mais justa em que os líderes realmente se preocupassem com os menos favorecidos, diminuindo, assim, os enormes abismos sociais e as desigualdades típicas da nossa sociedade. Antes de votar nele, em minha juventude e adolescência, usei camiseta do Che Guevara, boton em favor da revolução sandinista, e cria que Jesus havia sido uma espécie de socialista revolucionário. Foi isso o que os ideólogos da Teologia da Libertação nos ensinaram. Religiosos como Leonardo Boff e outros, a quem seguíamos como verdadeiros messias iluminados, pregadores do comunismo como a solução definitiva para as mazelas da humanidade. Na época ainda não podíamos dimensionar nem prever o que aconteceria com Cuba e Venezuela, quando o dinheiroduto russo fosse fechado. Na época eu não sabia que as ditaduras comunistas haviam ceifado a vida de muito, mas muito mais pessoas do que as que foram levadas à morte pelas guerras e pelo nazismo. Graças a Deus, a verdade que liberta (João 8:32) me encontrou e tive os olhos abertos. Para equilibrar minhas “leituras vermelhas”, passei a ler autores conservadores como Theodore Dalrymple, Roger Scruton e outros. Vi então a incompatibilidade do cristianismo com as ideologias que outrora eu defendia.

Infelizmente, muitos amigos dos tempos de militância esquerdista acabaram perdendo a fé, uma vez que depositaram toda a esperança em um “reino” que nunca foi implantado, em messias de carne e osso que fizeram pior do que os governantes a quem criticavam e condenavam. Isso foi extremamente frustrante. Desalentador. Deixou uma geração ideologicamente órfã. Só não me senti assim porque fui acolhido por Jesus e preenchido pela esperança no Reino vindouro, esse, sim, a solução para todos os problemas humanos derivados do pecado. Conheci um Jesus redentor, não revolucionário. Um Jesus não de esquerda, nem de direita. Um Jesus do Alto que veio à Terra para viver entre nós, sofrer como nós (na verdade muito mais do que nós) e oferecer a real esperança e uma teologia que realmente liberta.

Outra fonte de grande frustração para mim foi perceber que dentro da igreja cuja mensagem me libertou, posto que bíblica, começaram a pipocar aqui e acolá jovens com discursos parecidos com aqueles que eu ouvia nos meus tempos de católico da Teologia da Libertação. Jovens defendendo anacrônica e ingenuamente o comunismo e ignorando o fato de que pastores adventistas eram presos, perseguidos e mortos nos regimes comunistas; jovens que talvez nunca tenham ouvido falar de Soljenitsin e o Arquipélago Gulag. Minha impressão é a de que cresceram em uma “bolha adventista”, sem noção de questões políticas, e, de repente, quando se viram em ambientes acadêmicos seculares, frequentemente dominados pelo pensamento marxista gramsciano, pensaram estar finalmente descobrindo a “verdade” (não a que liberta, evidentemente). Caíram no canto da serpente. Aquilo que o diabo não conseguiria por meio do evolucionismo e do espiritualismo, uma vez que adventistas são naturalmente blindados contra essas ideologias, logrou êxito por meio do marxismo, igualmente perigoso para a fé cristã bíblica. Acadêmicos financiados pelas instituições para dentro das quais estão trazendo cavalos de troia ideológicos…

Fiquei também frustrado por ver adventistas – entre eles alguns funcionários da instituição – manifestando com ímpeto suas posições políticas (infelizes) nas redes sociais. Pessoas que praticamente nunca falam sobre profecias, volta de Jesus, sobre doutrinas bíblicas, mas que de repente se tornam arautos desse ou daquele candidato, dessa ou daquela ideologia.

E o frio na barriga? Bem, isso eu senti mais uma vez durante o primeiro discurso do novo presidente eleito (e não foi por medo, não). Nunca (que eu saiba) um presidente da República brasileiro começou e terminou esse momento com uma oração. Na mesa dele, durante o primeiro pronunciamento à nação, havia uma Bíblia. Fica clara a ligação do novo governo com a religião, o que de certa forma parece violar o Estado laico. Claro que para nós cristãos essa tendência moralizante é melhor do que a nefasta ideologia de gênero, a perversão da sexualidade infantil, o aborto indiscriminado e outras barbaridades esquerdistas. A esquerda, se pudesse, destruiria a igreja e a visão de mundo judaico-cristã. Mas a direita que está aí quer ir para outro extremo, vinculando demais a religião aos assuntos de Estado. Nem é preciso dizer o que a aproximação entre igreja e governos trouxe de ruim para os grupos religiosos minoritários ao longo da história. Realmente estávamos entre o fogo e a frigideira…

Na verdade, essa onda direitista moralizante e religiosa já vem sendo observada em outros países, com destaque para os Estados Unidos.

 

Conforme escreveu meu amigo português Filipe Reis, “a questão não é Trump, não é Bolsonaro, não é Salvini, não é Órban nem será nenhum dos novos líderes que podem surgir em vários lugares – a questão central é uma tendência que se acentua cada vez mais ao encontro do cumprimento de uma mudança profética em termos de domínio, predominância e influência local e global. Enquanto rapidamente se aproximam as últimas cenas do grande conflito na Terra, infelizmente muitos insistem em olhar e ficar mais preocupados acerca das circunstâncias voláteis, flexíveis e imprevisíveis da política e da sociedade à nossa volta, do que estudar, analisar e perceber a Bíblia e a profecia, que são o verdadeiro e único guia seguro, o fundamento que traz sentido para todo o resto”.

Outra breve e oportuna reflexão fez meu amigo pastor Moisés Biondo: “Finalmente, essas eleições terminam Ontem! Nem o Bolsonaro, nem o Haddad será o grande perdedor. Perdedores, fracassados serão todos aqueles que abdicaram do amor, perderam o respeito, abriram mão da amizade em nome de uma ideologia (que é falha, seja qual for). Se por causa de um candidato você feriu, desprezou, diminuiu ou se afastou de alguém, o grande derrotado é você.”

Ainda dá tempo de pedir perdão…

Estou feliz, esperançoso, frustrado e com frio na barriga. Mesmo assim, esse coquetel de sentimentos não me impedirá de fazer o que a Bíblia recomenda em 1 Timóteo 2:1, 2: devemos orar pelos nossos governantes. Gostaria de se unir a mim?

Michelson Borges