Se Minha Barriga Falasse: livro sobre nutrição e saúde para crianças

Casa Publicadora Brasileira lança livro infantil de médica e pedagoga sobre alimentação saudável

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Dedico esse livro a todas as crianças curiosas que, como meus filhos, sempre perguntaram o porquê das coisas. Você já imaginou se seu estômago pudesse avaliar o valor nutricional da sua comida e o que ele sente quando você come, e pudesse falar para você algumas dicas? Tive essa ideia assistindo a uma palestra da doutora Daniela Kano, na qual ela explicava de maneira muito didática o processo digestivo e como nosso organismo é beneficiado ou sofre pela ingestão dos alimentos. Achei incrível a explicação e pensei que todos deveríamos crescer sabendo disso e que nossas escolhas seriam muito mais sábias e conscientes. Conversei com a Daniela a respeito e ela aceitou participar desse projeto de escrevermos juntas esse livro infantil. Me sinto muito honrada por ela ter acreditado na ideia e estamos muito felizes porque Deus nos abençoou e tornou possível essa publicação. Espero que os pais e filhos compreendam por que uma alimentação saudável é prazerosa ao organismo e traz muitas recompensas!

(Débora Borges é pedagoga e pós-graduada em Aconselhamento Familiar)

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Homeopatia: tratamento ou ilusão?

Veja o que pesquisas, governos, autoridades e especialistas dizem sobre o assunto

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No início de 2019, a imprensa francesa noticiou que o seguro do serviço público de saúde (Sécurité Sociale) não mais reembolsaria tratamentos com medicações homeopáticas.¹ Essa decisão foi tomada pela Haute Autorité de Santé, órgão público com funções semelhantes às da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Agência Nacional de Saúde (ANS), no Brasil. O reembolso de tratamentos homeopáticos na França vigorava desde 1984.

O sistema público de saúde da França é um pouco diferente do nosso. Ele funciona por meio de reembolso. Isso significa que qualquer cidadão pode comprar um remédio e ser reembolsado pelo governo.

Na França, até então, o paciente recebia um reembolso de 30% do seguro saúde ao comprar medicamentos homeopáticos, que fossem receitados por médicos em uma consulta. A partir da decisão de não reembolso, o paciente terá que pagar integralmente o valor do medicamento, o que deve gerar uma solicitação maciça de prescrição de medicações alopáticas por parte da população. Esse processo será feito de forma gradativa. A partir de janeiro deste ano o reembolso passou a ser de 15%, e em 2021 o reembolso deixará de existir.

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A frieza das redes

capa VS julhoQuando ocorreu a migração do processo de produção artesanal para novas formas de fabricação, os visionários da economia previam a substituição do trabalho manual pelas máquinas a vapor. Todavia, a Revolução Industrial iniciada na Inglaterra na segunda metade do século 18 não concedeu o tempo livre almejado pelos trabalhadores e garantido pelos “profetas da modernidade”. Um século depois, o advento da energia elétrica também não impediu o surgimento de outras funções e profissões, não obstante muitos países já oferecerem melhores condições sob o ponto de vista das legislações trabalhistas. Depois da Segunda Grande Guerra, a indústria de eletrodomésticos prometia amenizar o fardo doméstico das mulheres, mas nada disso aconteceu.

Ao prognosticar o futuro da humanidade, a indústria do desenho animado lançou em 1962 “Os Jetsons”, cuja narrativa apresentava o que seria a vida de uma família em um mundo automatizado, movido a tecnologias distantes da realidade daquela época. Em um dos episódios, Jane, esposa de George Jetson, confessa se encontrar muito cansada ao final do dia “por apertar muitos botões”.

Justo agora, seis décadas mais tarde, em um planeta envolto pela malha da internet, com recursos até então inimagináveis por meio do uso de i-phonestabletssmartphones, computadores, aplicativos para todas as necessidades e gostos, redes sociais, veículos autônomos, automóveis voadores e casas inteligentes, um vírus chegou para derrubar os mais otimistas da sociedade digital. Durante o período de quarentena, imposto em muitos países, profissionais precisaram continuar trabalhando a partir de casa – home office – e alunos e professores mergulharam em aulas síncronas, comunicando-se por meio de aplicativos apropriados para dezenas de participantes. Por um lado, problemas resolvidos ou suavizados; na outra ponta, as consequências negativas do excesso de exposição às telas de computadores e celulares e o tempo investido em reuniões de negócios e lives.

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Igreja Adventista desaprova “medicinas alternativas” místicas

alternativaConsiderando que o ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, é uma unidade indivisível;

Considerando que os processos de cura usados pela medicina alternativa se baseiam, de modo geral, em ideologias que se opõem aos princípios da revelação divina e, ao mesmo tempo, são incompatíveis com as leis científicas fundamentadas;

Considerando que há um crescente número de medicinas alternativas baseadas em filosofias místicas e/ou espiritualistas, tais como: Iridologia, Acupuntura, Homeopatia, Reflexologia, Medicina Ayurveda, Magnetismos, Águas Imantadas, Frenologia, Yoga, Hipnotismo, Uso de Cristais, Pirâmides, Florais de Bach, Macrobiótica e muitas outras;

Considerando que os adeptos das práticas vitalistas advogam erroneamente que a doença é resultado do desequilíbrio da “energia vital” do universo, dos astros, do zodíaco etc.; e

Considerando o interesse da Igreja Adventista do Sétimo Dia pelo bem-estar de seus membros e da sociedade em geral.

Votado:

  1. Que os Adventistas do Sétimo Dia não pratiquem, não utilizem, nem promovam as medicinas alternativas místicas e/ou espiritualistas.
  2. Que às pessoas envolvidas em qualquer filosofia mística e/ou espiritualista de saúde não seja concedido acesso ao púlpito, nem a quaisquer outras atividades oficiais da igreja para expor ou defender suas idéias.
  3. Que, de preferência, se elejam como oficiais da igreja membros não envolvidos em tais práticas.
  4. Que os conselhos de saúde dos campos, distritos e igrejas preparem materiais sobre este assunto e façam chegar aos membros as orientações do Espírito de Profecia sobre a filosofia adventista de saúde e cura.

(Fonte: Portal da DSA)

“Os ministérios e cuidados de saúde adventistas devem promover apenas essas práticas baseadas na Bíblia ou no Espírito da Profecia, ou métodos baseados em evidências de prevenção, tratamento e manutenção da saúde. “Baseado em evidências” significa que há um corpo aceito de evidências revisadas por pares, estatisticamente significativas, que eleva a probabilidade de eficácia a um nível cientificamente convincente. Práticas sem base de evidência firme e não baseadas na Bíblia ou no Espírito da Profecia, incluindo, embora não se limitando à aromaterapia, terapia sacral craniana, homeopatia, hipnoterapia, iridologia, ímãs, métodos que alinham forças de energia, diagnósticos de pêndulos, remédios à base de ervas não testados, reflexologia, irrigação colonial repetitiva, “toque terapêutico” e terapia urinária, e terapia de urina, devem ser desencorajados.”

(Fonte: Health Ministries – Departamental Policies)

medicinaDica de leitura: Acupuntura, iridologia, homeopatia. Talvez você já tenha se perguntado sobre os benefícios e a eficácia dessas e de outras terapias alternativas. Em uma época de tantos avanços científicos no campo da medicina, é cada vez maior o apelo desses tratamentos alternativos. Porém, todos eles têm uma carga filosófica e religiosa que muitas vezes passa despercebida. Isso sem dúvida tem um efeito decisivo sobre a saúde e a espiritualidade das pessoas.

Preocupado com isso, o doutor Silas Gomes aborda neste livro alguns ramos da medicina alternativa que têm se tornado uma verdadeira armadilha para muita gente desprevenida. Nesta obra são discutidos tratamentos como o vitalismo, a medicina espiritualista, entre outros. De maneira clara e objetiva, o autor demonstra como uma pequena dose de falsidade pode ser fatal. Portanto, leia este livro, informe-se e ajude outros a protegerem não apenas sua saúde, mas seu destino eterno.

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Leia também: Cuidado com dietas, terapias e tratamentos mágicos

A pandemia revela o óbvio: cigarro e álcool fazem mal

alcool bebidaEspecialistas em saúde pediram hoje aos fumantes que deixem o cigarro de lado e que as empresas do mercado de tabaco parem de produzir e vender seus produtos para ajudar a reduzir os riscos representados pelo novo coronavírus, de acordo com a agência Reuters. “A melhor coisa que a indústria do tabaco pode fazer para combater a Covid-19 é parar imediatamente de produzir, comercializar e vender tabaco”, disse Gan Quan, especialista em saúde pública e diretor da União Internacional Contra Tuberculose e Doença Pulmonar, em um comunicado. O grupo, que une especialistas internacionais em respiração e pulmões e agências de saúde, disse estar “profundamente preocupado” com o impacto da Covid-19 nos 1,3 bilhão de fumantes do mundo, em particular nos países mais pobres cujos sistemas de saúde já estão sobrecarregados. Sabe-se que fumar enfraquece o sistema imunológico, tornando-o menos capaz de responder efetivamente a infecções. Os fumantes também podem já ter doença pulmonar ou capacidade pulmonar reduzida, o que aumentaria bastante o risco de doença grave. Quan disse que os governos em todo o mundo têm um “imperativo moral” para aconselhar os fumantes a parar. “Esse é o melhor momento para parar de fumar”, disse Quan.

A declaração citou evidências emergentes de estudos preliminares de pacientes com Covid-19 na China e em outros lugares que sugerem que os fumantes infectados com o novo coronavírus ficam mais gravemente doentes e sofrem complicações mais graves, como dificuldades respiratórias.

(UOL)

Nota: Parar de consumir bebidas alcoólicas também é uma ótima ideia, segundo matéria publicada no site do jornal Folha de S. Paulo (confira). O uso desse tipo de bebida prejudica a saúde física e mental, essenciais em momentos de pandemia (e não só, evidentemente). E nunca é demais lembrar que está cientificamente provado que qualquer dose de álcool é nociva e predispõe o organismo a vários tipos de câncer. Que tal aproveitar este momento para fazer uma reforma de saúde em sua vida? [MB]

Coronavírus: o que não contaram para você

Sejamos mais responsáveis e vivamos o que conhecemos

Há um povo que tem muito conhecimento e autoridade em saúde fora da comunidade científica, mas reconhecido por ela. São os adventistas. Exatamente porque em 1863 iniciou-se um tempo de revelações especiais da mensagem de saúde para os últimos tempos. E não há nada mais atual até aqui. Nada. Faz parte do plano profético. É um braço poderoso da pregação do evangelho na prática. É proteção, livramento e cura. É divina! Em um tempo em que o mundo sofre e se esconde de uma colônia de vírus, não seria a hora de sermos mais responsáveis com o que sabemos e, por amor, vivermos e contarmos a verdade? A começar por nós mesmos!

O que adianta usar gel nas mãos, mas se lambuzar de açúcar, chocolate, refinados, carnes e queijos? Dormir tarde e pouco? Zero exercícios? Nada de sol e descanso? Não sabemos que isso baixa as defesas? Debilita o sistema imune.

É assim: corpo limpinho por fora e sujinho por dentro. Ninguém se toca, mantém distância segura, máscaras… mas envenenamos por dentro.

Deus não orientou Seu povo sobre o que comer e o que não comer, sobre os oito remédios naturais porque Ele queria uma geração fitness pra ostentar. O Senhor queria e quer um povo que impacte as nações. Que vejam uma igreja saudável em tempos de pavor e perguntem: “Com quem vocês aprenderam isso?” E diremos “Com o Criador!”

Há uma voz profética sobre a reforma de saúde. “Crede no Senhor vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas, e prosperareis” (2Cr 20:20).

É dever dos adventistas praticar e ensinar ao povo um estilo de vida saudável – mas não pode ser só de palavra. Tem que ser de verdade. “Ide e ensinai todas as coisas…” Todas as coisas.

A começar pela liderança: pastores, pregadores, pelos que são vitrine e megafone da Palavra. Ensinar os que estão chegando agora. Instruir o povo. Ser zeloso com o que Deus nos confiou. Sem nenhum fanatismo, mas com amor, temor, respeito e senso de missão.

“Quanto mais simples e naturalmente vivermos, tanto mais capazes seremos de resistir às epidemias e doenças. Se nossos hábitos forem bons e o organismo não for enfraquecido por ação contrária à natureza” (Ellen G. White, Temperança, capítulo 8).

(Darleide Alves é apresentadora da TV Novo Tempo)

Coronavírus: lições, ideias e conselhos

“A quem me perguntar como viver na era atômica, sinto vontade de responder: ‘Bem, do mesmo jeito que viveria no século 16, quando a praga assolou Londres por quase um ano; ou como se estivesse na época dos vikings, em que invasores da Escandinávia podiam chegar e cortar sua garganta numa noite qualquer; ou, de fato, como quem já vive na era do câncer, na era da sífilis, na era da paralisia, na era dos ataques aéreos, na era dos acidentes ferroviários, na era dos acidentes rodoviários.’ Em outras palavras, não vamos começar a exagerar na novidade da situação. Acreditem-me, senhores e senhoras, vocês e todos os seus amados já estavam condenados à morte antes da invenção da bomba atômica; e uma percentagem bem elevada de nós morrerá de formas desagradáveis. Na verdade, temos uma grande vantagem sobre nossos ancestrais – os anestésicos; mesmo assim, no entanto, vamos morrer. É completamente ridículo choramingar e viver com o semblante carregado porque os cientistas acrescentaram mais uma chance de morte dolorosa e prematura a um mundo repleto de tais chances, em que a morte não é uma chance, mas, sim, uma certeza.

“Esse é o primeiro ponto a esclarecer, e a primeira ação é nos controlarmos. Se vamos ser destruídos por uma bomba atômica, que ela nos encontre realizando atividades humanas sensatas – orando, trabalhando, ensinando, lendo, ouvindo música, dando banho nas crianças, jogando tênis, conversando com amigos enquanto bebemos ou jogamos dardos, e não amontoados como ovelhas apavoradas, pensando em bombas. Elas podem destruir o corpo (até um micróbio pode fazer isso), mas não precisam dominar nossa mente.”

(C. S. Lewis, Ética Para Viver Melhor, p. 169, 170)

“O Senhor gostaria que entendêssemos que esses poderosos que visitam nosso mundo têm uma parte ativa na obra que chamamos de nossa. Esses seres celestiais são anjos ministradores e frequentemente se disfarçam na forma de seres humanos, e como estranhos conversam com aqueles que estão envolvidos na obra de Deus. Nos lugares solitários, eles têm sido companheiros do viajante em perigo. Em navios agitados pela tempestade, eles pronunciaram palavras para aliviar o medo e inspirar esperança na hora do perigo. Muitos, em diferentes circunstâncias, ouviram as vozes dos habitantes de outros mundos. Vez após vez eles foram os líderes dos exércitos. Eles foram enviados para limpar a pestilência. Comeram no humilde conselho de famílias e, muitas vezes, apareceram como viajantes cansados que precisavam de abrigo durante a noite.”

(Ellen G. White, Review and Herald, 22 de novembro de 1898)

Com respeito à epidemia de coronavírus e suas consequências, algumas situações percebidas até aqui:

  1. Empresas de tecnologia estão sugerindo colocar chip nos infectados para monitora-los melhor (confira aqui).
  1. Ênfase dada no contágio via “papel moeda”. Por tabela, valorização do dinheiro eletrônico e, consequentemente, maior controle das nossas contas bancárias no futuro.
  1. Restrição da liberdade de ir e vir – confinamento total na Espanha, assim como foi na China, inclusive monitorado por câmeras e drones (leia isto).

E a narrativa “troque sua liberdade por segurança” avança cada vez mais…

Leia também: “Os ciclos econômicos e a profecia” e “Igreja Adventista orienta sobre cuidados com o coronavírus”

Organização Mundial da Saúde declara pandemia de coronavírus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou nesta quarta-feira, 11, o surto do novo coronavírus (SARS-CoV-2) como uma pandemia. Mais de 110 mil pessoas foram contaminadas em 106 países, de acordo com o relatório da OMS publicado na terça-feira 10. No Brasil, mais de 25 casos já foram confirmados. “Lembro a todos os países que estamos pedindo a vocês para ativar e ampliar seus mecanismos de resposta a emergências, comunicar-se com seu pessoal sobre os riscos e como eles podem se proteger, encontrar, isolar, testar e tratar todos os casos e rastrear todos os contatos [que pacientes contaminados tiveram]”, ressaltou o diretor geral da OMS, Tedros Adhanon. “Alguns países estão sofrendo com a falta de capacidade e recursos [para conter o surto]”, disse Adhanon. Dentre aqueles, como citou o diretor executivo da OMS para Emergências de Saúde, Michael Ryan, está o Irã, onde há escassez de tanques de oxigênio para uso médico.

O SARS-CoV-2 é o primeiro coronavírus a ser classificado como “pandemia”. Segundo a OMS, “uma pandemia é a disseminação mundial de uma nova doença”, como a gripe suína (H1N1), declarada como pandemia em 2010. “Existe uma chance real” de reduzir o número de casos confirmados, disse Ryan. “Nós devemos nos voltar para uma abordagem compreensiva”, concluiu. Em relação à “abordagem compreensiva”, Ryan ressaltou a importância de se rastrearem as pessoas que fizeram contato com pacientes confirmados com o novo coronavírus.

(Veja)

Nota: É mais uma amostra de como as estruturas humanas são frágeis. Com o alastramento de uma doença, as bolsas de valores despencaram, o preço do barril de petróleo também caiu e uma crise já vem sendo anunciada. Em questão de semanas ou meses muita coisa pode mudar rapidamente. A aparente segurança do mundo dá lugar ao temor e à preocupação. Não nos esqueçamos de que tudo isso foi previsto nas profecias bíblicas. [MB]

Essa tal de mulher moderna

capa VS_MAR20Dona de casa, esposa, mãe, educadora, profissional, empreendedora… Tudo isso “dentro” de uma mulher só! O que se passa na cabeça dela quando o assunto é carreira e maternidade? E ainda: Como esse perfil multitarefa tem impactado sua saúde?

Muita coisa mudou desde o tempo da vovó, em que a mulher era “apenas” dona de casa, não é mesmo? Agora, além das atribuições domésticas, a vida dela tem sido preenchida com muitas outras responsabilidades, especialmente no âmbito acadêmico e profissional. E, como se não bastasse, diante dessa rotina intensa, ainda é preciso “dar conta” de manter sempre uma ótima aparência, haja vista os elevadíssimos padrões de beleza exigidos.

Sem sombra de dúvida, algo marcante sobre a mulher contemporânea é o perfil multitarefa incorporado por ela, como se pudesse literalmente “abraçar o mundo”. Além de sobrecarregada de afazeres e de obrigações, está sempre cobrando de si mesma a perfeição em tudo aquilo que faz. Equilibrar as exigências familiares, profissionais, religiosas, educacionais e pessoais está longe de ser fácil tarefa. Superpoderes? Quem dera! A resposta está na habilidade “adaptativa” que cada uma desenvolve para enfrentar a acirrada competição no ambiente de trabalho e nos malabarismos para superar os conflitos domésticos.

Essas “adaptações” da mulher moderna implicam mudanças, tanto para sua rotina quanto para seus projetos de vida e suas consequentes escolhas. Uma das áreas que têm experimentado impacto importante em face de todas essas modificações é a maternidade.

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