A frieza das redes

capa VS julhoQuando ocorreu a migração do processo de produção artesanal para novas formas de fabricação, os visionários da economia previam a substituição do trabalho manual pelas máquinas a vapor. Todavia, a Revolução Industrial iniciada na Inglaterra na segunda metade do século 18 não concedeu o tempo livre almejado pelos trabalhadores e garantido pelos “profetas da modernidade”. Um século depois, o advento da energia elétrica também não impediu o surgimento de outras funções e profissões, não obstante muitos países já oferecerem melhores condições sob o ponto de vista das legislações trabalhistas. Depois da Segunda Grande Guerra, a indústria de eletrodomésticos prometia amenizar o fardo doméstico das mulheres, mas nada disso aconteceu.

Ao prognosticar o futuro da humanidade, a indústria do desenho animado lançou em 1962 “Os Jetsons”, cuja narrativa apresentava o que seria a vida de uma família em um mundo automatizado, movido a tecnologias distantes da realidade daquela época. Em um dos episódios, Jane, esposa de George Jetson, confessa se encontrar muito cansada ao final do dia “por apertar muitos botões”.

Justo agora, seis décadas mais tarde, em um planeta envolto pela malha da internet, com recursos até então inimagináveis por meio do uso de i-phonestabletssmartphones, computadores, aplicativos para todas as necessidades e gostos, redes sociais, veículos autônomos, automóveis voadores e casas inteligentes, um vírus chegou para derrubar os mais otimistas da sociedade digital. Durante o período de quarentena, imposto em muitos países, profissionais precisaram continuar trabalhando a partir de casa – home office – e alunos e professores mergulharam em aulas síncronas, comunicando-se por meio de aplicativos apropriados para dezenas de participantes. Por um lado, problemas resolvidos ou suavizados; na outra ponta, as consequências negativas do excesso de exposição às telas de computadores e celulares e o tempo investido em reuniões de negócios e lives.

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Igreja Adventista desaprova “medicinas alternativas” místicas

alternativaConsiderando que o ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, é uma unidade indivisível;

Considerando que os processos de cura usados pela medicina alternativa se baseiam, de modo geral, em ideologias que se opõem aos princípios da revelação divina e, ao mesmo tempo, são incompatíveis com as leis científicas fundamentadas;

Considerando que há um crescente número de medicinas alternativas baseadas em filosofias místicas e/ou espiritualistas, tais como: Iridologia, Acupuntura, Homeopatia, Reflexologia, Medicina Ayurveda, Magnetismos, Águas Imantadas, Frenologia, Yoga, Hipnotismo, Uso de Cristais, Pirâmides, Florais de Bach, Macrobiótica e muitas outras;

Considerando que os adeptos das práticas vitalistas advogam erroneamente que a doença é resultado do desequilíbrio da “energia vital” do universo, dos astros, do zodíaco etc.; e

Considerando o interesse da Igreja Adventista do Sétimo Dia pelo bem-estar de seus membros e da sociedade em geral.

Votado:

  1. Que os Adventistas do Sétimo Dia não pratiquem, não utilizem, nem promovam as medicinas alternativas místicas e/ou espiritualistas.
  2. Que às pessoas envolvidas em qualquer filosofia mística e/ou espiritualista de saúde não seja concedido acesso ao púlpito, nem a quaisquer outras atividades oficiais da igreja para expor ou defender suas idéias.
  3. Que, de preferência, se elejam como oficiais da igreja membros não envolvidos em tais práticas.
  4. Que os conselhos de saúde dos campos, distritos e igrejas preparem materiais sobre este assunto e façam chegar aos membros as orientações do Espírito de Profecia sobre a filosofia adventista de saúde e cura.

(Fonte: Portal da DSA)

“Os ministérios e cuidados de saúde adventistas devem promover apenas essas práticas baseadas na Bíblia ou no Espírito da Profecia, ou métodos baseados em evidências de prevenção, tratamento e manutenção da saúde. “Baseado em evidências” significa que há um corpo aceito de evidências revisadas por pares, estatisticamente significativas, que eleva a probabilidade de eficácia a um nível cientificamente convincente. Práticas sem base de evidência firme e não baseadas na Bíblia ou no Espírito da Profecia, incluindo, embora não se limitando à aromaterapia, terapia sacral craniana, homeopatia, hipnoterapia, iridologia, ímãs, métodos que alinham forças de energia, diagnósticos de pêndulos, remédios à base de ervas não testados, reflexologia, irrigação colonial repetitiva, “toque terapêutico” e terapia urinária, e terapia de urina, devem ser desencorajados.”

(Fonte: Health Ministries – Departamental Policies)

medicinaDica de leitura: Acupuntura, iridologia, homeopatia. Talvez você já tenha se perguntado sobre os benefícios e a eficácia dessas e de outras terapias alternativas. Em uma época de tantos avanços científicos no campo da medicina, é cada vez maior o apelo desses tratamentos alternativos. Porém, todos eles têm uma carga filosófica e religiosa que muitas vezes passa despercebida. Isso sem dúvida tem um efeito decisivo sobre a saúde e a espiritualidade das pessoas.

Preocupado com isso, o doutor Silas Gomes aborda neste livro alguns ramos da medicina alternativa que têm se tornado uma verdadeira armadilha para muita gente desprevenida. Nesta obra são discutidos tratamentos como o vitalismo, a medicina espiritualista, entre outros. De maneira clara e objetiva, o autor demonstra como uma pequena dose de falsidade pode ser fatal. Portanto, leia este livro, informe-se e ajude outros a protegerem não apenas sua saúde, mas seu destino eterno.

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Leia também: Cuidado com dietas, terapias e tratamentos mágicos

A pandemia revela o óbvio: cigarro e álcool fazem mal

alcool bebidaEspecialistas em saúde pediram hoje aos fumantes que deixem o cigarro de lado e que as empresas do mercado de tabaco parem de produzir e vender seus produtos para ajudar a reduzir os riscos representados pelo novo coronavírus, de acordo com a agência Reuters. “A melhor coisa que a indústria do tabaco pode fazer para combater a Covid-19 é parar imediatamente de produzir, comercializar e vender tabaco”, disse Gan Quan, especialista em saúde pública e diretor da União Internacional Contra Tuberculose e Doença Pulmonar, em um comunicado. O grupo, que une especialistas internacionais em respiração e pulmões e agências de saúde, disse estar “profundamente preocupado” com o impacto da Covid-19 nos 1,3 bilhão de fumantes do mundo, em particular nos países mais pobres cujos sistemas de saúde já estão sobrecarregados. Sabe-se que fumar enfraquece o sistema imunológico, tornando-o menos capaz de responder efetivamente a infecções. Os fumantes também podem já ter doença pulmonar ou capacidade pulmonar reduzida, o que aumentaria bastante o risco de doença grave. Quan disse que os governos em todo o mundo têm um “imperativo moral” para aconselhar os fumantes a parar. “Esse é o melhor momento para parar de fumar”, disse Quan.

A declaração citou evidências emergentes de estudos preliminares de pacientes com Covid-19 na China e em outros lugares que sugerem que os fumantes infectados com o novo coronavírus ficam mais gravemente doentes e sofrem complicações mais graves, como dificuldades respiratórias.

(UOL)

Nota: Parar de consumir bebidas alcoólicas também é uma ótima ideia, segundo matéria publicada no site do jornal Folha de S. Paulo (confira). O uso desse tipo de bebida prejudica a saúde física e mental, essenciais em momentos de pandemia (e não só, evidentemente). E nunca é demais lembrar que está cientificamente provado que qualquer dose de álcool é nociva e predispõe o organismo a vários tipos de câncer. Que tal aproveitar este momento para fazer uma reforma de saúde em sua vida? [MB]

Coronavírus: o que não contaram para você

Sejamos mais responsáveis e vivamos o que conhecemos

2Há um povo que tem muito conhecimento e autoridade em saúde fora da comunidade científica, mas reconhecido por ela. São os adventistas. Exatamente porque em 1863 iniciou-se um tempo de revelações especiais da mensagem de saúde para os últimos tempos. E não há nada mais atual até aqui. Nada. Faz parte do plano profético. É um braço poderoso da pregação do evangelho na prática. É proteção, livramento e cura. É divina! Em um tempo em que o mundo sofre e se esconde de uma colônia de vírus, não seria a hora de sermos mais responsáveis com o que sabemos e, por amor, vivermos e contarmos a verdade? A começar por nós mesmos!

O que adianta usar gel nas mãos, mas se lambuzar de açúcar, chocolate, refinados, carnes e queijos? Dormir tarde e pouco? Zero exercícios? Nada de sol e descanso? Não sabemos que isso baixa as defesas? Debilita o sistema imune.

É assim: corpo limpinho por fora e sujinho por dentro. Ninguém se toca, mantém distância segura, máscaras… mas envenenamos por dentro.

Deus não orientou Seu povo sobre o que comer e o que não comer, sobre os oito remédios naturais porque Ele queria uma geração fitness pra ostentar. O Senhor queria e quer um povo que impacte as nações. Que vejam uma igreja saudável em tempos de pavor e perguntem: “Com quem vocês aprenderam isso?” E diremos “Com o Criador!”

Há uma voz profética sobre a reforma de saúde. “Crede no Senhor vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas, e prosperareis” (2Cr 20:20).

É dever dos adventistas praticar e ensinar ao povo um estilo de vida saudável – mas não pode ser só de palavra. Tem que ser de verdade. “Ide e ensinai todas as coisas…” Todas as coisas.

A começar pela liderança: pastores, pregadores, pelos que são vitrine e megafone da Palavra. Ensinar os que estão chegando agora. Instruir o povo. Ser zeloso com o que Deus nos confiou. Sem nenhum fanatismo, mas com amor, temor, respeito e senso de missão.

“Quanto mais simples e naturalmente vivermos, tanto mais capazes seremos de resistir às epidemias e doenças. Se nossos hábitos forem bons e o organismo não for enfraquecido por ação contrária à natureza” (Ellen G. White, Temperança, capítulo 8).

(Darleide Alves é apresentadora da TV Novo Tempo)

Coronavírus: lições, ideias e conselhos

1“A quem me perguntar como viver na era atômica, sinto vontade de responder: ‘Bem, do mesmo jeito que viveria no século 16, quando a praga assolou Londres por quase um ano; ou como se estivesse na época dos vikings, em que invasores da Escandinávia podiam chegar e cortar sua garganta numa noite qualquer; ou, de fato, como quem já vive na era do câncer, na era da sífilis, na era da paralisia, na era dos ataques aéreos, na era dos acidentes ferroviários, na era dos acidentes rodoviários.’ Em outras palavras, não vamos começar a exagerar na novidade da situação. Acreditem-me, senhores e senhoras, vocês e todos os seus amados já estavam condenados à morte antes da invenção da bomba atômica; e uma percentagem bem elevada de nós morrerá de formas desagradáveis. Na verdade, temos uma grande vantagem sobre nossos ancestrais – os anestésicos; mesmo assim, no entanto, vamos morrer. É completamente ridículo choramingar e viver com o semblante carregado porque os cientistas acrescentaram mais uma chance de morte dolorosa e prematura a um mundo repleto de tais chances, em que a morte não é uma chance, mas, sim, uma certeza.

“Esse é o primeiro ponto a esclarecer, e a primeira ação é nos controlarmos. Se vamos ser destruídos por uma bomba atômica, que ela nos encontre realizando atividades humanas sensatas – orando, trabalhando, ensinando, lendo, ouvindo música, dando banho nas crianças, jogando tênis, conversando com amigos enquanto bebemos ou jogamos dardos, e não amontoados como ovelhas apavoradas, pensando em bombas. Elas podem destruir o corpo (até um micróbio pode fazer isso), mas não precisam dominar nossa mente.”

(C. S. Lewis, Ética Para Viver Melhor, p. 169, 170)

“O Senhor gostaria que entendêssemos que esses poderosos que visitam nosso mundo têm uma parte ativa na obra que chamamos de nossa. Esses seres celestiais são anjos ministradores e frequentemente se disfarçam na forma de seres humanos, e como estranhos conversam com aqueles que estão envolvidos na obra de Deus. Nos lugares solitários, eles têm sido companheiros do viajante em perigo. Em navios agitados pela tempestade, eles pronunciaram palavras para aliviar o medo e inspirar esperança na hora do perigo. Muitos, em diferentes circunstâncias, ouviram as vozes dos habitantes de outros mundos. Vez após vez eles foram os líderes dos exércitos. Eles foram enviados para limpar a pestilência. Comeram no humilde conselho de famílias e, muitas vezes, apareceram como viajantes cansados que precisavam de abrigo durante a noite.”

(Ellen G. White, Review and Herald, 22 de novembro de 1898)

Com respeito à epidemia de coronavírus e suas consequências, algumas situações percebidas até aqui:

  1. Empresas de tecnologia estão sugerindo colocar chip nos infectados para monitora-los melhor (confira aqui).
  1. Ênfase dada no contágio via “papel moeda”. Por tabela, valorização do dinheiro eletrônico e, consequentemente, maior controle das nossas contas bancárias no futuro.
  1. Restrição da liberdade de ir e vir – confinamento total na Espanha, assim como foi na China, inclusive monitorado por câmeras e drones (leia isto).

E a narrativa “troque sua liberdade por segurança” avança cada vez mais…

Leia também: “Os ciclos econômicos e a profecia” e “Igreja Adventista orienta sobre cuidados com o coronavírus”

Organização Mundial da Saúde declara pandemia de coronavírus

coronavirusA Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou nesta quarta-feira, 11, o surto do novo coronavírus (SARS-CoV-2) como uma pandemia. Mais de 110 mil pessoas foram contaminadas em 106 países, de acordo com o relatório da OMS publicado na terça-feira 10. No Brasil, mais de 25 casos já foram confirmados. “Lembro a todos os países que estamos pedindo a vocês para ativar e ampliar seus mecanismos de resposta a emergências, comunicar-se com seu pessoal sobre os riscos e como eles podem se proteger, encontrar, isolar, testar e tratar todos os casos e rastrear todos os contatos [que pacientes contaminados tiveram]”, ressaltou o diretor geral da OMS, Tedros Adhanon. “Alguns países estão sofrendo com a falta de capacidade e recursos [para conter o surto]”, disse Adhanon. Dentre aqueles, como citou o diretor executivo da OMS para Emergências de Saúde, Michael Ryan, está o Irã, onde há escassez de tanques de oxigênio para uso médico.

O SARS-CoV-2 é o primeiro coronavírus a ser classificado como “pandemia”. Segundo a OMS, “uma pandemia é a disseminação mundial de uma nova doença”, como a gripe suína (H1N1), declarada como pandemia em 2010. “Existe uma chance real” de reduzir o número de casos confirmados, disse Ryan. “Nós devemos nos voltar para uma abordagem compreensiva”, concluiu. Em relação à “abordagem compreensiva”, Ryan ressaltou a importância de se rastrearem as pessoas que fizeram contato com pacientes confirmados com o novo coronavírus.

(Veja)

Nota: É mais uma amostra de como as estruturas humanas são frágeis. Com o alastramento de uma doença, as bolsas de valores despencaram, o preço do barril de petróleo também caiu e uma crise já vem sendo anunciada. Em questão de semanas ou meses muita coisa pode mudar rapidamente. A aparente segurança do mundo dá lugar ao temor e à preocupação. Não nos esqueçamos de que tudo isso foi previsto nas profecias bíblicas. [MB]

Essa tal de mulher moderna

capa VS_MAR20Dona de casa, esposa, mãe, educadora, profissional, empreendedora… Tudo isso “dentro” de uma mulher só! O que se passa na cabeça dela quando o assunto é carreira e maternidade? E ainda: Como esse perfil multitarefa tem impactado sua saúde?

Muita coisa mudou desde o tempo da vovó, em que a mulher era “apenas” dona de casa, não é mesmo? Agora, além das atribuições domésticas, a vida dela tem sido preenchida com muitas outras responsabilidades, especialmente no âmbito acadêmico e profissional. E, como se não bastasse, diante dessa rotina intensa, ainda é preciso “dar conta” de manter sempre uma ótima aparência, haja vista os elevadíssimos padrões de beleza exigidos.

Sem sombra de dúvida, algo marcante sobre a mulher contemporânea é o perfil multitarefa incorporado por ela, como se pudesse literalmente “abraçar o mundo”. Além de sobrecarregada de afazeres e de obrigações, está sempre cobrando de si mesma a perfeição em tudo aquilo que faz. Equilibrar as exigências familiares, profissionais, religiosas, educacionais e pessoais está longe de ser fácil tarefa. Superpoderes? Quem dera! A resposta está na habilidade “adaptativa” que cada uma desenvolve para enfrentar a acirrada competição no ambiente de trabalho e nos malabarismos para superar os conflitos domésticos.

Essas “adaptações” da mulher moderna implicam mudanças, tanto para sua rotina quanto para seus projetos de vida e suas consequentes escolhas. Uma das áreas que têm experimentado impacto importante em face de todas essas modificações é a maternidade.

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Uma epidemia global derruba a economia e pode criar o caos

1Segundo dados do canal Meio, o número de mortos por coronavírus [que leva esse nome por causa do formato de coroa] na China chegou a 106. Ontem, um homem de 50 anos se tornou a primeira pessoa a morrer por causa da doença em Pequim. Já há 4.515 infectados. Em uma tentativa de conter a propagação da doença, o governo chinês suspendeu as comemorações do Ano Novo Lunar e estendeu o feriado até o dia 2 de fevereiro. Grandes empresas fecharam as portas ou disseram aos funcionários para trabalhar em casa. É o caso da Apple, que diminuiu os horários de atendimentos em suas lojas na China, o que também pode resultar em menos vendas no país. A fornecedora Foxconn estendeu o feriado do Ano Novo chinês para os funcionários não retornarem às fábricas em Wuhan. E as Bolsas mundiais mergulharam em perdas. O Ibovespa encerrou o dia com queda de 3,29%, a maior em dez meses. A pressão ficou concentrada nos papéis ligados a commodities e exportações: Vale, Petrobras, Gerdau, CSN e Suzano perderam R$ 33 bilhões em valor de mercado. A queda levou o dólar a R$ 4,22, tornando o real a sexta moeda com maior desvalorização no dia. A Bolsa de Tóquio fechou com queda de 2,03% – a maior em cinco meses. As Bolsas europeias também operaram em queda. Enquanto Nova York registrou perdas em torno de 1,6% para Dow Jones e S&P 500, e de 1,9% para o Nasdaq.

Um dos setores mais diretamente afetados foi o do turismo. O grupo de companhias aéreas IAG (que inclui British Airways, Iberia, Vueling e Air Lingus, entre outras) registrou perdas de 5%, enquanto a agência de viagens online eDreams ultrapassou 7%. O setor hoteleiro não se livrou do pânico dos investidores: a Meliá Hotéis caiu cerca de 5% e a Amadeus, provedora de soluções de tecnologia para empresas de turismo, perdeu mais de 6%.

James Griffiths explicou para a CNN: “A escala sem precedentes da resposta está relacionada ao tamanho da China. Uma paralisação desse vulto nunca foi instaurada no país antes, nem mesmo durante a epidemia de SARS, em 2003. O custo é altíssimo, e não apenas em trabalho humano ou fundos, mas também pelo impacto na economia.”

“O impacto econômico para a China – e potencialmente para outros países – vai ser significativo se o vírus se continuar a se propagar”, diz um relatório da Economist Intelligence Unit (EIU), unidade de análise da revista britânica The Economist. Xangai, a capital financeira da China, ordenou que as empresas não reabram até ao dia 10 de fevereiro, enquanto Suzhou, importante centro da indústria manufatureira, no leste do país, adiou por uma semana o retorno ao trabalho de milhões de trabalhadores migrantes.

Em 2019, a economia chinesa – segunda maior do mundo – cresceu 6,1%, o ritmo mais baixo em várias décadas, refletindo um aumento débil do consumo interno e uma prolongada guerra comercial com Washington. Se a epidemia do coronavírus se espalhar, as previsões serão ainda mais pessimistas. Esse cenário deixa claro que a primeira economia mundial – a dos Estados Unidos – continuará sendo a primeira, exatamente como prevê o Apocalipse.

Já avaliei em dois vídeos (aqui e aqui) as consequências de se desconsiderarem as orientações divinas quanto à alimentação humana, à sexualidade, aos relacionamentos, enfim, quando ao estilo de vida ideal. Está tudo na Bíblia. É só obedecer. Funciona. Neste texto quero analisar brevemente o cenário caótico que pode ser criado por uma epidemia de alcance planetário. Note como são frágeis as estruturas criadas pelo ser humano a fim de viver nas cidades. Em pouquíssimo tempo o caos pode se instalar, com desabastecimento de mercados, quebra-quebra e medo. No Brasil, tivemos uma pequena amostra disso com a greve dos caminhoneiros em 2018, quando em poucos dias começaram a faltar alimentos nos mercados e combustível nos postos.

Neste exato momento, milhões de pessoas estão em regime de quarentena, impedidas de ir e vir na região afetada pelo coronavírus – a cidade de Wuhan tem 11 milhões de habitantes e um importante centro de produção de componentes para fábricas de automóveis da Nissan, PSA, Honda, General Motors e Renault. O isolamento da cidade ameaça interromper as cadeias de produção. Dois hospitais estão sendo construídos às pressas para atender os doentes. As autoridades demoraram muito tempo para reagir à ameaça. Já há registro de infectados em outros países, e com as facilidades de deslocamento humano advindas da globalização, o potencial de alastramento é enorme.

Imagine se uma epidemia dessas (para a qual ainda não há vacinas nem tratamento específico) se espalha pelo planeta… Imagine o medo e a confusão que algo do tipo pode causar. Pense também nas mudanças impostas ao “ciclo normal da vida”…

Na reportagem abaixo, pode-se ver que o acesso aos supermercados está sendo monitorado por um escâner de temperatura apontado para a testa das pessoas que entram. Se estiver com febre, fica impedido de comprar. Isso não lhe faz pensar em Apocalipse 13 e nas restrições futuras a que o povo de Deus será submetido? Em tempos de crise, tudo é possível. Tudo acontece rapidamente.

Neste outro vídeo são dadas dicas e informações importantes sobre o assunto:

O fato é que o mundo é um barril de pólvora, e 2020 começou deixando isso claro mais uma vez. Rumores de guerra vieram do Irã. Dezenas de pessoas perderam a vida nas enchentes em Minas Gerais. E as possibilidades de mais tragédias são inúmeras, desde um megaterremoto na Califórnia e uma erupção do supervulcão em Yellowstone, até uma tempestade solar devastadora ou mesmo o impacto de um meteorito. Sem esquecer do coronavírus e outros vírus potencialmente epidêmicos. Já deu para perceber que a vida é frágil, né? Precisamos de ajuda, e ela existe:

“Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: De onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra” (Salmo 121:1, 2).

Volte-se para o Criador, aceite o plano dEle para a humanidade, leve em consideração as orientações da Bíblia Sagrada e creia na volta de Jesus (Tito 2:1-3). Assim, tudo dará certo.

Michelson Borges

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O coronavírus, o aviso das autoridades e a verdadeira situação da China

coronavirusEm 2015 os chineses foram avisados pelas autoridades: “A poucos dias dos cidadãos chineses se reunirem para comemorar o Ano Novo local, o governo da China lançou uma campanha para evitar a propagação de vírus provocados pela ingestão de alimentos ‘raros’, como ratos, serpentes e morcegos. O órgão encarregado pela segurança alimentar pediu aos cidadãos para não ingerirem ‘animais selvagens’ e, sobretudo, não inovar, pois em algumas partes do país é comum que os chineses tentem surpreender nessa data com receitas feitas a base de animais ‘não comuns’. Na província de Cantão, no sul do país, os chineses degustam comidas a base de serpentes ou ratos, por isso o governo pediu que pelo menos as crianças e grávidas não degustem ‘pratos raros’. As autoridades anunciaram o início de inspeções por todo o país para tentar reduzir as doenças causadas pela ingestão desse tipo de alimentos [sic] durante a festividade do Ano Novo, chamada na China ‘Festival da Primavera’ […].” (Fonte: G1)

No vídeo abaixo, o chinês Peter Liu fala sobre a verdadeira situação da China (nem sempre mostrada pelos meios de comunicação, principalmente os chineses). Em vídeos “clandestinos” feitos por cidadãos chineses é possível ver gente desmaiando nas ruas e profissionais de saúde com roupas especiais recolhendo os doentes. Cenas realmente dramáticas e parecidas com as de filmes trágicos de ficção.

É o tipo de situação que nos faz pensar na necessidade de ouvir a maior autoridade de todas: Deus. Ele nos orienta em Sua Palavra com respeito a dieta, relacionamentos, sexualidade, saúde física, mental e espiritual, etc. Somos livres para escolher o caminho que vamos trilhar, mas é no mínimo burrice desconsiderar as recomendações dAquele que nos criou e que nos conhece mais do que qualquer outra pessoa.

Oremos pelas vítimas de mais essa praga, sejamos propagadores de conhecimento útil e que promove saúde e bem-estar, e entendamos que o aumento de pragas e outros males foi anunciado por Jesus como um dos sinais da brevidade de Sua vinda. [MB]

“Os que se santificam, e se purificam para entrar nos jardins após uma deusa que está no meio, os que comem da carne de porco, e da abominação, e do rato, esses todos serão consumidos, diz o Senhor.” Isaías 66:17