Cientista brasileiro critica exageros do Dr. Veith sobre vacinas

Fica clara a intenção de tentar convencer as pessoas contra a vacina.

rivelino

Dr. Rivelino Montenegro é empreendedor e cientista brasileiro, residente na Alemanha. Formado em Engenharia de Materiais pela UFPB e doutor em Química pelo Instituto Max Planck, na Alemanha, tem um pós-doutorado em Engenharia Biomédica pela Universidade de Toronto, no Canada. Ele é expert nas áreas de nanotecnologia, biomateriais, engenharia biomédica e regulamentação de produtos medicinais. Ele também atua como consultor para várias empresas na área médica, colaborando inclusive no desenvolvimento de tecnologias para combater a Covid-19. Rivelino ajudou a fundar duas igrejas adventistas de língua portuguesa na Alemanha e é vice-presidente do Lesperance, uma ONG que tem orfanatos e escolas em vários países na África e na América do Sul. A pedido do blog OutraLeitura, ele fez uma breve análise de um vídeo do Dr. Walter Veith, a respeito de vacinas:

1. Veith errou ao dizer que houve um conflito nas filosofias evolucionistas de como o DNA foi introduzido na cadeia evolutiva, ou como os evolucionistas veem. Ele disse que “os evolucionistas creem que pedaços de DNA e RNA foram introduzidos em processos evolutivos em bactérias no início da evolução, mas agora querem dizer que isso não pode acontecer no caso da vacina”. Ao afirmar isso, ele está fazendo um desfavor ao debate criacionismo vs. evolucionismo. Por uma razão bem simples: no pensamento evolucionista, as primeiras células não tinham núcleo (eram procariontes), o que facilitaria o intercâmbio e a incorporação de novos materiais genéticos, visto que o DNA não estava isolado dentro de um núcleo. E, além disso, não basta ter um pedaço de RNA ou DNA para que este seja imediatamente incorporado em um novo genoma; vários outros elementos precisam estar presentes. Ainda mais, os vírus que teriam inserido seu material genético nos micro-organismos primitivos não foram “neutralizados” em laboratório, como os que estão sendo usados na vacina. Ou seja, Veith está comparando maçãs com pêras. Portanto, as partes que “poderiam” (se todas as condições fossem favoráveis) se ligar ao nosso DNA não oferecem perigo algum ao ser humano.

2. Veith está exagerando e extrapolando. E isso é percebido quando ele começa a dizer que o problema está no “controle” que querem fazer com isso ao forçar as pessoas a serem vacinadas. Ou seja, sai do campo da ciência para o da política especulativa, principalmente ao colocar no início o vídeo do Boris Johnson falando sobre nanotecnologia e os avanços da medicina; Veith quer levar o ouvinte a pensar que as pessoas poderão ser controladas por nanorrobôs. Especulação elevada à potência 10!

3. Ele coloca um trecho do vídeo da professora Dolores Cahill como se fosse uma opinião válida sobre a possibilidade de mudanças no DNA por meio da vacina, mas esquece de mencionar que nesse mesmo vídeo ela afirma que o lockdown de seis meses vai encurtar a vida das pessoas em seis meses e máscaras seriam perigosas (ambas as afirmações inverídicas). Ele também esqueceu de mencionar que ela, no vídeo, também menciona que em um estudo crianças morreram por causa da vacina, mas não diz que estudos foram esses. Ninguém encontrou esses estudos até agora. Ela também diz que o coronavírus só causa problema no hemisfério norte entre dezembro e abril. O que obviamente é uma mentira cabeluda! Ela diz que vitamina C, D e zinco previnem e tratam a Covid. Tal afirmação não tem comprovação científica. Ela também diz que as chances de morrer são de 1 em 1,8 bilhão. Outra mentira brutal!

4. Veith continua mostrando que vários médicos ficaram contra a vacina, mas isso não significa muita coisa. Primeiro, porque durante o desenvolvimento da medicina tivemos médicos contra o uso de máscara e luvas durante a cirurgia, ou mesmo contra se limpar antes de fazer uma cirurgia. Por muito tempo os médicos não aceitaram que vitamina C (frutas cítricas) seriam um tratamento para escorbuto. Ou seja, ter uma parcela de médicos contra um novo tratamento (ou vacina) não é novidade, e não significa que eles estejam certos; Veith falha em não comparar o número gigantesco de médicos e cientistas renomados que são a favor da vacina!

5. Outro ponto negativo na apresentação de Veith é uma demonstração clara da tendência que ele tem de tentar convencer as pessoas contra a vacina. No estudo clínico, ele crítica os 2,7% de reações adversas e tenta fazer parecer que isso foi muito mal, mencionando que o documento afirma que as pessoas não puderam exercer atividades diárias; porém, ele esquece de mencionar que uma dor de cabeça, febre ou dor no braço pode impedir uma pessoa de trabalhar, mas não significa que tenha sido algo terrível. Ele também esqueceu de mencionar que em um estudo clínico, toda reação é registrada. E esqueceu igualmente que esse número de reações adversas está completamente dentro da normalidade do uso de produtos médicos. Paracetamol tem uma taxa de efeitos colaterais próxima disso!

(Em breve postarei em meu canal no YouTube uma entrevista com o Dr. Rivelino sobre vacinas.)

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Instrutora de ginástica esbanja juventude aos 88 anos

As 20 maiores dúvidas sobre vacinas contra a Covid-19

Uma das grandes esperanças de nos livrarmos desta pandemia reside na vacinação em massa. Mas as vacinas são realmente seguras?

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O que todos estávamos esperando, finalmente aconteceu: temos vacinas contra a Covid-19! Mas, ao mesmo tempo em que uma onda de alívio e esperança varre o mundo, uma enxurrada de desinformação inunda as redes sociais, trazendo dúvida e – pior – medo com relação às novas vacinas. Ficarei doente se tomar alguma delas? Terei meu DNA alterado? Efeitos colaterais poderão me levar à morte?

Para esclarecer essas e outras dúvidas, Vida e Saúde reuniu um time de cinco médicos experientes (já vacinados): doutores Alexandre Rocha (medicina da família e nutrologia), Dorival Duarte (infectologia e clínica médica), Everton Padilha Gomes (medicina intensiva e cardiologia), Ivan Stabnov (gastroenterologia e endoscopia digestiva) e Marcelo Niek Leal (medicina preventiva e diagnóstico por imagem). Com exceção dos doutores Alexandre e Dorival, os outros tiveram Covid. O Dr. Marcello ficou 30 dias internado, sendo 20 na UTI e 11 intubado.

Eles foram submetidos a uma saraivada de perguntas e aqui está o resultado:

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Álcool danifica o cérebro na adolescência

Está provado cientificamente que qualquer dose de bebida alcoólica prejudica a saúde

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Se nós confiarmos apenas nas propagandas parece que o álcool de uma cerveja, uma taça de vinho ou de algum destilado serve apenas para unir as pessoas e deixá-las alegres. Beba com responsabilidade, os anúncios dizem rapidamente, sem nunca explicar o custo que o uso frequente ou excessivo de álcool causa, particularmente em certos estágios da vida. O álcool não nos embriaga, ou prejudica apenas nosso julgamento e nosso fígado: ele pode ter muitos outros efeitos péssimos em nosso corpo, incluindo no cérebro, de acordo com a Dra. Claire McCarthy da Harvard Health Publishing.

Em um editorial recente no BMJ, cientistas apontaram que há três períodos na vida em que o cérebro passa por grandes mudanças e é particularmente vulnerável aos efeitos do álcool. Dois desses períodos estão no início e no fim da vida. Quando as gestantes bebem álcool, ele pode danificar o cérebro em desenvolvimento do feto, levando a problemas físicos, deficiências de aprendizagem e problemas comportamentais. Quando pessoas com mais de 65 anos bebem álcool, pode piorar a redução na função cerebral que acontecem durante o envelhecimento.

O terceiro período é a adolescência. Durante esses anos de transição entre a infância e a idade adulta, o cérebro cresce e muda de muitas maneiras importantes que são cruciais para que essa transição seja bem-sucedida. Quando adolescentes e jovens adultos bebem álcool, ele pode interferir com esse processo de desenvolvimento cerebral de maneiras que afetam o resto de suas vidas.

De acordo com a CISA, o uso de álcool por jovens sobe no Brasil, na contramão do resto do mundo. Um a cada cinco jovens brasileiros entre 15 e 19 anos beberam no último ano e um a cada quatro daqueles em idade escolar já estiveram bêbados.

Isso é um monte de jovens que podem estar deformando seus cérebros — e suas vidas — para sempre.

Aqui está o que os pais de adolescentes podem e devem fazer:

  • Fale com seus adolescentes sobre álcool e seus efeitos, todos eles. Certifique-se que eles saibam dos fatos.
  • Tenha regras rígidas sobre o uso de álcool, e consequências se essas regras forem quebradas. Sim, é normal que os adolescentes experimentem, mas se você tolera que ela ou ele vá a festas com álcool, bebedeira ou dirigir enquanto bebe, isso pode literalmente destruir a vida do seu filho — ou acabar com ela.
  • Conheça os pais dos amigos do seu adolescente, e trabalhe para ter uma responsabilidade compartilhada e comunitária para manter todos seguros.

(Hypescience)

Nota: A verdade é que está provado cientificamente que qualquer dose de bebida alcoólica prejudica a saúde. O ideal é que todas as pessoas fossem abstinentes e que houvesse políticas de desincentivo ao consumo dessa droga, assim como foi feito com o cigarro. Leia mais sobre bebidas alcoólica aqui. Além do álcool, outro problema sério de saúde sobre o qual pouco se fala, pois tem que ver com comportamento, é o desregramento sexual (confira aqui). Se as pessoas vivessem de acordo com os princípios bíblicos, a vida seria muito melhor e saudável. [MB]

Ellen White aprovava a vacinação?

A pioneira adventista foi vacinada e incentivou seus auxiliares a fazer o mesmo

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No livro Mensagens Escolhidas, volume 2, página 303, há uma nota de rodapé redigida pelo pastor D. E. Robinson, um dos secretários da Sra. White, com data de 12 de junho de 1931. Ele escreveu o seguinte acerca da atitude dela para com a vacinação: “Pedis informação definida concisa acerca do que a irmã White escreveu sobre vacinação e soro. Esta pergunta pode ser respondida muito concisamente, pois quanto a todos os relatórios que temos, ela não se referiu a isso em nenhum de seus escritos. Haveis de ingressar-vos em saber, porém, que numa ocasião em que houve uma epidemia de varíola na vizinhança, ela mesma foi vacinada e insistiu com seus auxiliares, que tinham ligação com ela, e vacinarem-se. Dando esse passo a irmã White reconheceu que fora demonstrado que a vacinação, ou imuniza contra a varíola, ou atenua grandemente os seus efeitos, se a pessoa a contrai. Também reconheceu o perigo de se exporem ao contágio, caso deixassem de tomar essa precaução.”

Neste texto do Centro White, fala-se sobre raio-x e vacinas. E nestes três links (aquiaqui e aqui) você pode ler resoluções da Igreja Adventista sobre vacinação.

No livro Mensagens Escolhidas, volume 3, página 329, Ellen White escreveu algo interessante: “A Terra foi amaldiçoada devido ao pecado, e nestes últimos dias multiplicar-se-ão insetos de toda espécie. Essas pragas precisam ser mortas, senão elas irão incomodar-nos e afligir-nos, e até matar-nos, e destruir a obra de nossas mãos e o fruto de nossa terra. Nalguns lugares há cupins que destroem inteiramente o madeiramento das casas. Não devem ser destruídos? As árvores frutíferas precisam ser pulverizadas, para que sejam mortos os insetos que estragariam as frutas. Deus nos deu uma parte para desempenhar, e devemos desempenhá-la com fidelidade. Então podemos deixar o resto com o Senhor.”

Note que há a recomendação para o uso de defensivos contra pragas (para horror dos veganos). Vírus e bactérias também são pragas e devem ser combatidos com os recursos que Deus nos permitiu criar contra eles. Bom senso, equilíbrio e sabedoria nunca são demais. Assista ao vídeo abaixo para obter mais informações sobre as novas vacinas contra a Covid-19. [MB]

Se Minha Barriga Falasse: livro sobre nutrição e saúde para crianças

Casa Publicadora Brasileira lança livro infantil de médica e pedagoga sobre alimentação saudável

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Dedico esse livro a todas as crianças curiosas que, como meus filhos, sempre perguntaram o porquê das coisas. Você já imaginou se seu estômago pudesse avaliar o valor nutricional da sua comida e o que ele sente quando você come, e pudesse falar para você algumas dicas? Tive essa ideia assistindo a uma palestra da doutora Daniela Kano, na qual ela explicava de maneira muito didática o processo digestivo e como nosso organismo é beneficiado ou sofre pela ingestão dos alimentos. Achei incrível a explicação e pensei que todos deveríamos crescer sabendo disso e que nossas escolhas seriam muito mais sábias e conscientes. Conversei com a Daniela a respeito e ela aceitou participar desse projeto de escrevermos juntas esse livro infantil. Me sinto muito honrada por ela ter acreditado na ideia e estamos muito felizes porque Deus nos abençoou e tornou possível essa publicação. Espero que os pais e filhos compreendam por que uma alimentação saudável é prazerosa ao organismo e traz muitas recompensas!

(Débora Borges é pedagoga e pós-graduada em Aconselhamento Familiar)

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Homeopatia: tratamento ou ilusão?

Veja o que pesquisas, governos, autoridades e especialistas dizem sobre o assunto

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No início de 2019, a imprensa francesa noticiou que o seguro do serviço público de saúde (Sécurité Sociale) não mais reembolsaria tratamentos com medicações homeopáticas.¹ Essa decisão foi tomada pela Haute Autorité de Santé, órgão público com funções semelhantes às da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Agência Nacional de Saúde (ANS), no Brasil. O reembolso de tratamentos homeopáticos na França vigorava desde 1984.

O sistema público de saúde da França é um pouco diferente do nosso. Ele funciona por meio de reembolso. Isso significa que qualquer cidadão pode comprar um remédio e ser reembolsado pelo governo.

Na França, até então, o paciente recebia um reembolso de 30% do seguro saúde ao comprar medicamentos homeopáticos, que fossem receitados por médicos em uma consulta. A partir da decisão de não reembolso, o paciente terá que pagar integralmente o valor do medicamento, o que deve gerar uma solicitação maciça de prescrição de medicações alopáticas por parte da população. Esse processo será feito de forma gradativa. A partir de janeiro deste ano o reembolso passou a ser de 15%, e em 2021 o reembolso deixará de existir.

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A frieza das redes

capa VS julhoQuando ocorreu a migração do processo de produção artesanal para novas formas de fabricação, os visionários da economia previam a substituição do trabalho manual pelas máquinas a vapor. Todavia, a Revolução Industrial iniciada na Inglaterra na segunda metade do século 18 não concedeu o tempo livre almejado pelos trabalhadores e garantido pelos “profetas da modernidade”. Um século depois, o advento da energia elétrica também não impediu o surgimento de outras funções e profissões, não obstante muitos países já oferecerem melhores condições sob o ponto de vista das legislações trabalhistas. Depois da Segunda Grande Guerra, a indústria de eletrodomésticos prometia amenizar o fardo doméstico das mulheres, mas nada disso aconteceu.

Ao prognosticar o futuro da humanidade, a indústria do desenho animado lançou em 1962 “Os Jetsons”, cuja narrativa apresentava o que seria a vida de uma família em um mundo automatizado, movido a tecnologias distantes da realidade daquela época. Em um dos episódios, Jane, esposa de George Jetson, confessa se encontrar muito cansada ao final do dia “por apertar muitos botões”.

Justo agora, seis décadas mais tarde, em um planeta envolto pela malha da internet, com recursos até então inimagináveis por meio do uso de i-phonestabletssmartphones, computadores, aplicativos para todas as necessidades e gostos, redes sociais, veículos autônomos, automóveis voadores e casas inteligentes, um vírus chegou para derrubar os mais otimistas da sociedade digital. Durante o período de quarentena, imposto em muitos países, profissionais precisaram continuar trabalhando a partir de casa – home office – e alunos e professores mergulharam em aulas síncronas, comunicando-se por meio de aplicativos apropriados para dezenas de participantes. Por um lado, problemas resolvidos ou suavizados; na outra ponta, as consequências negativas do excesso de exposição às telas de computadores e celulares e o tempo investido em reuniões de negócios e lives.

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Igreja Adventista desaprova “medicinas alternativas” místicas

alternativaConsiderando que o ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, é uma unidade indivisível;

Considerando que os processos de cura usados pela medicina alternativa se baseiam, de modo geral, em ideologias que se opõem aos princípios da revelação divina e, ao mesmo tempo, são incompatíveis com as leis científicas fundamentadas;

Considerando que há um crescente número de medicinas alternativas baseadas em filosofias místicas e/ou espiritualistas, tais como: Iridologia, Acupuntura, Homeopatia, Reflexologia, Medicina Ayurveda, Magnetismos, Águas Imantadas, Frenologia, Yoga, Hipnotismo, Uso de Cristais, Pirâmides, Florais de Bach, Macrobiótica e muitas outras;

Considerando que os adeptos das práticas vitalistas advogam erroneamente que a doença é resultado do desequilíbrio da “energia vital” do universo, dos astros, do zodíaco etc.; e

Considerando o interesse da Igreja Adventista do Sétimo Dia pelo bem-estar de seus membros e da sociedade em geral.

Votado:

  1. Que os Adventistas do Sétimo Dia não pratiquem, não utilizem, nem promovam as medicinas alternativas místicas e/ou espiritualistas.
  2. Que às pessoas envolvidas em qualquer filosofia mística e/ou espiritualista de saúde não seja concedido acesso ao púlpito, nem a quaisquer outras atividades oficiais da igreja para expor ou defender suas idéias.
  3. Que, de preferência, se elejam como oficiais da igreja membros não envolvidos em tais práticas.
  4. Que os conselhos de saúde dos campos, distritos e igrejas preparem materiais sobre este assunto e façam chegar aos membros as orientações do Espírito de Profecia sobre a filosofia adventista de saúde e cura.

(Fonte: Portal da DSA)

“Os ministérios e cuidados de saúde adventistas devem promover apenas essas práticas baseadas na Bíblia ou no Espírito da Profecia, ou métodos baseados em evidências de prevenção, tratamento e manutenção da saúde. “Baseado em evidências” significa que há um corpo aceito de evidências revisadas por pares, estatisticamente significativas, que eleva a probabilidade de eficácia a um nível cientificamente convincente. Práticas sem base de evidência firme e não baseadas na Bíblia ou no Espírito da Profecia, incluindo, embora não se limitando à aromaterapia, terapia sacral craniana, homeopatia, hipnoterapia, iridologia, ímãs, métodos que alinham forças de energia, diagnósticos de pêndulos, remédios à base de ervas não testados, reflexologia, irrigação colonial repetitiva, “toque terapêutico” e terapia urinária, e terapia de urina, devem ser desencorajados.”

(Fonte: Health Ministries – Departamental Policies)

medicinaDica de leitura: Acupuntura, iridologia, homeopatia. Talvez você já tenha se perguntado sobre os benefícios e a eficácia dessas e de outras terapias alternativas. Em uma época de tantos avanços científicos no campo da medicina, é cada vez maior o apelo desses tratamentos alternativos. Porém, todos eles têm uma carga filosófica e religiosa que muitas vezes passa despercebida. Isso sem dúvida tem um efeito decisivo sobre a saúde e a espiritualidade das pessoas.

Preocupado com isso, o doutor Silas Gomes aborda neste livro alguns ramos da medicina alternativa que têm se tornado uma verdadeira armadilha para muita gente desprevenida. Nesta obra são discutidos tratamentos como o vitalismo, a medicina espiritualista, entre outros. De maneira clara e objetiva, o autor demonstra como uma pequena dose de falsidade pode ser fatal. Portanto, leia este livro, informe-se e ajude outros a protegerem não apenas sua saúde, mas seu destino eterno.

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Leia também: Cuidado com dietas, terapias e tratamentos mágicos

A pandemia revela o óbvio: cigarro e álcool fazem mal

alcool bebidaEspecialistas em saúde pediram hoje aos fumantes que deixem o cigarro de lado e que as empresas do mercado de tabaco parem de produzir e vender seus produtos para ajudar a reduzir os riscos representados pelo novo coronavírus, de acordo com a agência Reuters. “A melhor coisa que a indústria do tabaco pode fazer para combater a Covid-19 é parar imediatamente de produzir, comercializar e vender tabaco”, disse Gan Quan, especialista em saúde pública e diretor da União Internacional Contra Tuberculose e Doença Pulmonar, em um comunicado. O grupo, que une especialistas internacionais em respiração e pulmões e agências de saúde, disse estar “profundamente preocupado” com o impacto da Covid-19 nos 1,3 bilhão de fumantes do mundo, em particular nos países mais pobres cujos sistemas de saúde já estão sobrecarregados. Sabe-se que fumar enfraquece o sistema imunológico, tornando-o menos capaz de responder efetivamente a infecções. Os fumantes também podem já ter doença pulmonar ou capacidade pulmonar reduzida, o que aumentaria bastante o risco de doença grave. Quan disse que os governos em todo o mundo têm um “imperativo moral” para aconselhar os fumantes a parar. “Esse é o melhor momento para parar de fumar”, disse Quan.

A declaração citou evidências emergentes de estudos preliminares de pacientes com Covid-19 na China e em outros lugares que sugerem que os fumantes infectados com o novo coronavírus ficam mais gravemente doentes e sofrem complicações mais graves, como dificuldades respiratórias.

(UOL)

Nota: Parar de consumir bebidas alcoólicas também é uma ótima ideia, segundo matéria publicada no site do jornal Folha de S. Paulo (confira). O uso desse tipo de bebida prejudica a saúde física e mental, essenciais em momentos de pandemia (e não só, evidentemente). E nunca é demais lembrar que está cientificamente provado que qualquer dose de álcool é nociva e predispõe o organismo a vários tipos de câncer. Que tal aproveitar este momento para fazer uma reforma de saúde em sua vida? [MB]