Testemunho impressionante de um ex-satanista

Um dos livros mais impressionantes e reveladores que eu já li foi o Viagem ao Sobrenatural, da Casa Publicadora Brasileira, escrito pelo adventista canadense e ex-satanista Roger Morneau. Nesse livro, Morneau fala de sua experiência nos meandros do mundo ocultista e satanista. Revela as estratégias satânicas e narra seu encontro libertador com Jesus. Depois de convertido, Morneau desenvolveu um lindo ministério de oração intercessora, o que ele descreve em outro livro muito bom da Casa Publicadora Brasileira: Respostas Incríveis à Oração. Para mim, um dos grandes méritos da obra desse homem é chamar a atenção para algo que muitos cristãos acabam esquecendo: que estamos vivendo no meio de um tremendo conflito espiritual e nossa vida está sendo disputada continuamente pelas forças envolvidas nessa batalha. Satanás e seus anjos são reais. São anjos caídos e rebelados contra o governo de Deus e contra a lei que rege os seres criados. Eles fazem de tudo para controlar nossa mente, nosso coração. E nossa única salvaguarda consiste em uma vida de íntima comunhão com Aquele que é tão real quanto o diabo, mas infinitamente mais poderoso.

O testemunho que você vai assistir a seguir é parecido com o de Roger Morneau, mas vem da África, mais precisamente de Angola. Trata-se da história de Gabriel Guilherme Estêvão, dedicado desde o ventre a Satanás para que fosse seu servo e propagador de suas ideias diabólicas. Gabriel foi apresentado pelo pastor Tunda, da igreja adventista central de Angola, ao conselheiro espiritual da Escola Bíblica da Novo Tempo, Manassés Queiroz, que fez a filmagem quando esteve naquele país. À semelhança de Morneau e totalmente coerente com o que o canadense escreveu, Gabriel também revela as estratégias diabólicas de dominação satânica e reforça o que o apóstolo Paulo escreveu em Efésios 6:12: “Não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.”

Depois de convertido, Gabriel relutou por mais de seis anos em revelar sua história, mas entendeu que Deus o estava motivando a testemunhar, a fim de ajudar seus irmãos de fé a acordar do marasmo espiritual e serem cristãos adventistas de fato. Parar de brincar com a salvação.

Em nosso mundo cada vez mais secularizado e dominado pelo mal, tendemos a nos esquecer dessa luta e de que a vitória só pode ser alcançada pela força que vem de Jesus Cristo. Aliás, algo que fica em evidência tanto no testemunho de Morneau quanto no de Gabriel é o encontro deles com Jesus e de como passaram a amar o verdadeiro Mestre. Esse é sem dúvida o ponto mais importante das histórias deles, o que faz delas muito mais do que mero sensacionalismo. Relatos de pretensos ex-satanistas há muitos por aí, mas tudo o que fazem é apenas exaltar o poder e as obras do inimigo, além de propagar conceitos antibíblicos como o mito do inferno eterno e a mentira da imortalidade da alma. Morneau e Gabriel passam longe disso e apontam a Bíblia como a suprema revelação de Deus e a Jesus como o nosso libertador das garras do mal. Mas é preciso entregar a vida a Ele e viver coerentemente o cristianismo, cientes de que numa guerra não pode haver vacilos.

Assista ao vídeo com oração e atenção e tome também a sua decisão. Que Deus te abençoe. [MB]

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Ex-testemunhas de Jeová são rejeitadas pelas próprias famílias

TJsPara algumas ex-testemunhas de Jeová, abandonar a crença não significa apenas abrir mão de uma religião, mas também se afastar de entes queridos. Em muitos casos, amigos e familiares são orientados a cortar todos os laços com essas pessoas, levando-as ao isolamento e, em casos extremos, até a pensamentos suicidas. “Não falo com ninguém da minha família. Não temos nenhum contato, porque eu me ‘desassociei’”, conta Sarah (nome fictício) ao programa Victoria Derbyshire, da BBC. No ano passado, a jovem, que está na casa dos 20 anos, foi expulsa de um grupo de Testemunhas de Jeová em um processo conhecido como “desassociação”. Ela diz que o motivo teria sido sua recusa em continuar em um relacionamento abusivo. Sarah afirma que seu parceiro na época era violento, e chegou a quebrar suas costelas. Fazer denúncias à polícia – e envolver pessoas de fora da religião em questões assim – é algo muito desencorajado entre testemunhas de Jeová, explica a jovem.

Sarah afirma que os fiéis mais velhos se recusaram a punir seu ex-companheiro pelo comportamento violento. Foi apenas quando seus colegas de trabalho notaram seus machucados e a convenceram a não se submeter mais aos abusos que ela deu fim ao relacionamento.

A jovem conta ter sido desassociada por esse motivo – e que seus amigos e familiares se afastaram em seguida. Isso porque testemunhas de Jeová acreditam que aqueles de fora da religião podem prejudicar sua fé.

Em um comunicado, o grupo religioso disse à BBC: “Se uma testemunha batizada viola o código moral da Bíblia e não apresenta evidências de que não continua a fazer isso, ela ou ele serão afastados e desassociados. Quando se trata desse afastamento, as testemunhas seguem as instruções da Bíblia, e, neste ponto, a Bíblia diz claramente: ‘Removam os homens perversos entre vocês’”, afirma o texto.

Sarah diz que sua mãe se recusou a falar com ela na noite em que foi desassociada. E que seu pai a acordou bem cedo no dia seguinte para expulsá-la de casa. Em resposta aos relatos, a organização Testemunhas de Jeová diz não comentar sobre casos individuais e que “violência, seja física ou emocional, é fortemente condenada na Bíblia e não tem lugar em uma família cristã”.

John (nome fictício) tornou-se testemunha de Jeová ainda criança, quando seus pais decidiram se unir ao grupo. Há dois anos ele foi desassociado depois de perder um velório, cerimônia vista na religião como uma ocasião importante. Ele já tinha começado a se questionar sobre os ensinamentos, incluindo o de que o fim do mundo é iminente e que apenas 144 mil pessoas vão para o céu. Sua visão sobre essa fé também ficou abalada após um amigo morrer depois de não ser submetido a uma transfusão de sangue, uma prática proibida pela religião. “Foi uma vida desperdiçada”, diz.

John afirma ter descoberto depois que sua mulher testemunhou contra ele em seu processo de desassociação, algo que acredita ter prejudicado bastante o relacionamento entre o então casal. Ele saiu de casa e passou a viver temporariamente em barracas. Além disso, perdeu contato com seus dois filhos, hoje adultos, e irmãos. “Eu me senti muito isolado, não tinha ninguém, pensava bastante em suicídio. Às vezes, eu mando uma mensagem dizendo ‘amo vocês, ainda penso em vocês’, mas normalmente ninguém responde.”

A organização Testemunhas de Jeová foi fundada nos Estados Unidos no fim do século 19, sob o comando de Charles Taze Russell, e sediada em Nova York. Apesar de ser baseada em princípios cristãos, o grupo acredita que as igrejas cristãs tradicionais se afastaram dos ensinamentos bíblicos e não estão em harmonia com Deus. Por sua vez, as igrejas cristãs tradicionais não reconhecem as Testemunhas de Jeová como uma denominação tradicional de sua fé por rejeitar a doutrina baseada na Santa Trindade.

As testemunhas de Jeová acreditam que a humanidade está vivendo seus “últimos dias” e que a batalha final entre o bem e o mal ocorrerá em breve. A organização diz ter mais de 8 milhões de fiéis em todo o mundo.

Terri O’Sullivan a abandonou há 17 anos, quando tinha 21, e foi expulsa de casa por sua mãe. Ela coordena hoje uma rede de apoio a pessoas que são excluídas ou deixam de fazer parte da igreja. Afirma que ainda não se deparou com uma ex-testemunha de Jeová que não tenha sofrido de depressão ou alcoolismo ou tenha pensado em suicídio ou machucar a si mesma.

Segundo Terry, apesar de nem todos passarem formalmente pelo processo de desassociação quando abandonam a religião, seus relacionamentos raramente não são afetados por isso. “No caso de algumas ex-testemunhas”, ela diz, “alguns familiares ainda falam com elas, mas a relação dificilmente é a mesma.”

No caso de Sarah, ela diz ter sido “muito, muito difícil” lidar com a perda dos laços familiares. Ela está noiva e sabe que terá de planejar uma cerimônia de casamento sem a participação de seus pais. “Eu me considero órfã, o que é bem triste”, afirma. Ela obtém apoio de amigos no trabalho. Quando abandonou a religião, eles “a confortaram”, o que foi bem diferente do que esperava. “São pessoas que minha religião dizia serem terríveis e más companhias, que seriam castigadas por Deus no Apocalipse. Mas essas pessoas abriram as portas de suas casas para mim.”

A jovem ainda vê com bons olhos a maioria dos fiéis da igreja. “Há boas pessoas nessa religião, que acreditam estar salvando outras. Guardo boas memórias, porque são as últimas que tenho com minha família”, diz. “Mas também olho para trás e é dolorido, porque nunca mais poderei sentar com eles para um almoço de domingo. Quando morrerem, eu não serei convidada para seus enterros.”

(G1 Notícias)

Nota: A Bíblia é bem clara ao recomendar o tratamento que deve ser dispensado aos pecadores recorrentes e rebeldes: “Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que ‘qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas’. Se ele se recusar a ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano” (Mateus 18:15-17). E como a igreja trata os pagãos e publicanos? Não procura evangelizá-los e levá-los a Cristo, que é Aquele que salva e restaura? Sim, é exatamente isso o que a igreja deve fazer. Tratar alguém como pagão não significa odiar, hostilizar nem isolar essa pessoa. Isso é desumano e anticristão. Tratar alguém como pagão é encará-lo como um candidato ao reino de Deus, alguém que se deve alcançar com a mensagem de perdão e salvação. Toda disciplina eclesiástica deve ter um papel redentivo, nunca simplesmente punitivo. Se o pecador impenitente quiser se afastar da igreja e da família, essa é uma decisão dele. Jamais da igreja. [MB]

Teoria da conspiração: Por que o papa Bento 16 renunciou?

bentoFALTA DE SEGURANÇA. O papa abdicou do trono da Igreja em fevereiro de 2013, um ano após seu mordomo pessoal, Paolo Gabriele, vazar à imprensa documentos privados do Vaticano, no caso conhecido como “Vatileaks”. O cardeal Francis Arinze, amigo do papa, disse à TV que isso abalou a confiança de Bento16 em seus aliados, o que teria motivado sua saída de cena

MÁS COMPANHIAS. Um dos documentos se chamava “lobby gay”. Ele supostamente revelava que o secretário de Estado do Vaticano, Tarcisio Bertone, lideraria um poder paralelo, que ignorava decisões do papa, como punir padres pedófilos (a maioria gay, segundo a Igreja – daí o nome do arquivo). O complô usaria o Banco do Vaticano em esquemas de corrupção de políticos e mafiosos

POUCO CARISMA. Em 2013, o ex-frade brasileiro Leonardo Boff, que estudou com Bento16 na Universidade de Munique, na Alemanha, disse em uma entrevista que o colega é um intelectual, que renunciou por se sentir frustrado. De acordo com Boff, a Igreja precisava de um pastor, não de um professor pouco carismático como ele

ACERTO DE CONTAS. Para o britânico Geoffrey Robertson, autor de O Papa É o Culpado?, a renúncia era uma compensação da Igreja pelos abusos que teria negligenciado durante a era Bento16. Em 2011, o Tribunal Penal Internacional recebeu uma queixa contra o papa e três cardeais por ocultação de crimes sexuais contra crianças em todo o mundo. O Vaticano não se pronunciou

CADEIA À VISTA. O Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado, órgão independente com poderes para condenar líderes políticos criminosos, alegou que o papa renunciou para não ser preso. Entre as justificativas está o suposto envolvimento de Bento16 em atividades criminosas do Banco do Vaticano, como lavagem de dinheiro e formação de quadrilha

MORTE PREMEDITADA. Em janeiro de 2012, o cardeal colombiano Darío Hoyos entregou uma carta ao papa em que outro cardeal, Paolo Romeo, afirmava ter ouvido um complô para assassinar Bento16. Ela não mencionava quando nem como, mas o plano estaria ligado ao conflito entre o papa e Bertore. O conteúdo foi divulgado pelo jornal romano Il Fatto Quotidiano.

REVOLUÇÃO ESPIRITUAL. Assim que o papa Francisco assumiu, Bento disse à agência de notícias católica Zenit que vivenciou uma experiência mística, durante a qual Deus havia inspirado nele um desejo absoluto de dedicar sua vida à oração, em vez de continuar como papa. “Foi a vontade de Deus”, afirmou.

PROFECIA CRISTÃ. Desde 1929, quando o Estado do Vaticano foi oficializado, todo papa passou a ser declarado rei. Bento16 foi o sétimo dessa lista. O Apocalipse, na Bíblia, diz que o sétimo rei profético (ou papa) teria um mandato de transição: “Quando vier, convém que dure um pouco de tempo.” [O que é uma teoria furada. Veja no vídeo abaixo.]

Por outro lado…

Verdades e fé se misturam na difusão da teoria.

O papa assumiu o controle da Igreja em um momento conturbado, em que um número considerável de sacerdotes de alto escalão do Vaticano integrava um governo corrupto e dividido pelo poder.

O próprio papa Francisco admitiu certa vez: “A corte é a lepra do papado”. O sucessor de Bento16 chamou a cúria de narcisista e egoísta.

Federico Lombardi , porta-voz do Vaticano à época da renúncia, explicou que a Igreja precisava de um papa com mais energia física e espiritual.

Em 2010, Bento16 escreveu o livro Luz do Mundo: O Papa, a Igreja e os Sinais dos Tempos, em que deixou em aberto a possibilidade de renunciar caso não se sentisse capaz.

Já no livro As Últimas Conversas, lançado em 2016, ele afirmou não ter sofrido pressões para renunciar, mas que o “lobby gay” do Vaticano tentou influenciar decisões.

O papa foi duramente criticado pelo seu silêncio em relação ao escândalo de casos de pedofilia pelo mundo.

Em 2012, o Departamento de Estado dos EUA colocou, pela primeira vez, o Vaticano na lista de Estados potencialmente suscetíveis a lavagem de dinheiro.

A profecia sobre o sétimo rei profético de transição também afirma que o líder seguinte seria o último. Ou seja, o fim do mundo vem aí? [Veja o vídeo abaixo.]

(Mundo Estranho; fontes:  Os Papas, de Richard McBrien; BBC, Folha de S. Paulo, O GloboLa Repubblica)

Os que os cristãos amam e odeiam

Como-Vencer-a-Guerra-Cultural“Os santos amam a verdadeira paz. Eles também odeiam a falsa paz, a paz baseada em mentiras. Os santos odeiam a violência e a intolerância para com os pecadores. Mas eles odeiam também a tolerância ao pecado. Os santos amam mais os pecadores e menos os pecados do que todas as outras pessoas. Essas duas excentricidades confundem as pessoas e, não raro, as ofendem. Na época de Jesus, a primeira dessas duas coisas que os santos fazem – amar os pecadores – ofendeu seus inimigos, pois a moda era então exageradamente cruel: uma verdade sem paz. Hoje, a segunda dessas duas coisas que os santos fazem – odiar os pecados – ofende os inimigos de Cristo e de sua Igreja, pois a moda agora é ser excessivamente benevolente: uma paz sem verdade. Na época de Jesus, aqueles que amavam os pecadores eram acusados de amar os pecados. Hoje, aqueles que odeiam os pecados são acusados de odiar os pecadores.”

(Peter Kreeft, Como Vencer a Guerra Cultural)

Satanistas focam nas novas gerações

satanistaRepresentantes de Deus e do Diabo na Terra estão disputando a atenção de alunos de escolas públicas nos Estados Unidos. Desde 2001, a Suprema Corte americana permite que grupos religiosos ofereçam cursos extracurriculares a alunos da rede pública. Graças à regra, igrejas católicas e evangélicas espalharam os chamados “Clubes de Boas Notícias” por colégios de todo o país, com a missão de “evangelizar meninos e meninas com o Evangelho do Senhor, para estabelecê-los como discípulos da Palavra de Deus”. Com a imagem de um lápis escolar de três pontas, simulando um tridente, membros do Templo Satanista dos EUA decidiram aproveitar a legislação para “oferecer uma alternativa a crianças e pais” e questionar a legitimidade dos cursos cristãos na rede de ensino infantil. “Se cursos religiosos são permitidos nas escolas, nós queremos espalhar nossos clubes por toda a nação para garantir que múltiplos pontos de vista estejam representados”, disse à BBC Brasil Chalice Blythe, diretora nacional do programa “Satã Depois da Escola” (After School Satan Program, no original), do Templo Satânico dos EUA. A estratégia inclui um convite em vídeo, com áudio invertido e imagens de crianças intercaladas com aranhas, bodes com longos chifres e outros símbolos satânicos, em que o grupo convoca estudantes para “aprenderem e se divertir” com o satanismo. Um livro de colorir chamado O Grande Livro de Atividades das Crianças Satanistas, vendido por 10 dólares (aproximadamente R$ 33), estimula os pequenos a brincar de “ligar os pontos para formar um pentagrama invertido”, símbolo clássico associado ao reino de Satanás. […]

Com um discurso fortemente político, o Templo Satânico foi criado em 2014 como um novo ramo do satanismo americano tradicional. O templo tem forte atuação em redes sociais, onde reúne mais de 100 mil seguidores – especialmente jovens. Em menos de três anos, o templo inaugurou “capítulos” (ou escritórios) em 13 Estados americanos.

Mais do que devotos do diabo, entretanto, o projeto satanista vem ganhando popularidade entre ateus e ativistas políticos nos Estados Unidos e outros países. “Precisamos de uma filial do templo no Brasil”, escreveu um morador do Rio de Janeiro na página do grupo satanista no Facebook. “O novo prefeito da minha cidade é um bispo evangélico e está começando a mostrar serviço em nome de Deus. Nas câmaras legislativas existem cultos para Jesus. Em nossa Constituição está escrito que somos um país secular, mas mesmo em nossa Suprema Corte temos um crucifixo na parede. Se até a nossa Justiça não respeita a Constituição, quem respeitará?”, questionou o brasileiro, em meio a outros comentários críticos relacionando política e religião.

Fundador do Templo Satânico e ex-aluno de neurociência da Universidade de Harvard, o americano Lucien Greaves tem como bandeiras a defesa do conhecimento científico, das liberdades individuais e direitos humanos, da legalização do aborto e do casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo e, acima de tudo, da separação entre religião e Estado. […]

 (BBC Brasil)

Nota: Tome um tempinho para voltar aos trechos destacados em negrito no texto acima. Veja as estratégias que os militantes satanistas estão adotando para disseminar suas ideias: (1) aproveitam oportunidades que as leis lhes dão; (2) focam nas crianças e nos pais delas; (3) produzem vídeos e livros atrativos; (4) procuram atuar no ambiente escolar; (5) têm forte atuação nas redes sociais, alcançando especialmente os jovens; (6) defendem o conhecimento científico; (7) promovem os direitos humanos; (8) defendem a separação entre Estado e igreja. Com exceção da promoção do aborto e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, os sete itens são recursos que os cristãos deveriam estar usando com muito mais eficácia e empenho. Satanás sabe que essas coisas dão certo e tem roubado bandeiras que deveriam estar sendo empunhadas pelos filhos de Deus. Precisamos dar prioridade às novas gerações e ajudar crianças, adolescentes e jovens a enfrentar os enganos destes últimos dias. Infelizmente, “os filhos deste mundo são mais sagazes para com a sua geração do que os filhos da luz” (Lucas 16:8). [MB]

Compositor batista fala do declínio da música gospel

showAlgumas pessoas ficaram surpresas – e preocupadas – ao descobrir através de uma pesquisa publicada em abril [de 2017] que os sermões são um atrativo muito mais forte para a frequência à igreja do que a música. E ainda fica pior para os amantes da música. A pesquisa Gallup apresentou uma lista de motivos dados pelos norte-americanos para irem aos cultos, e a música estava firmemente no último lugar. Mas depois de um mês para refletir sobre essa descoberta, o músico cristão, compositor e ministro Kyle Matthews não está preocupado. Longe disso. “Penso que essas podem ser boas notícias”, Matthews disse durante uma conferência convocada pela FaithSoaring Churches Learning Community. “Isso indica que as pessoas estão mais famintas por substância do que nós presumíamos”, disse Matthews, ministro de artes de adoração na Primeira Igreja Batista em Greenville, Carolina do Sul.

Matthews tem acompanhado a música cristã e o que as igrejas querem e não querem, por um longo tempo. Por mais de 20 anos ele foi um intérprete em gravações e compositor para empresas editoras em Nashville, Tennessee. Ele venceu um Prêmio Dove além de outros prêmios, como compositor. Mas Matthews disse que abandonou a indústria [fonográfica] por causa de seu foco nos lucros, às custas de fornecer educação teológica e formação cristã. Através de seu ministério atual, ele busca a composição de músicas de adoração que colocam a liturgia acima do entretenimento. Mas música que forneça inspiração e letras com conteúdo não vendem em um mundo de louvor gospel, disse Matthews.

É por isso que os resultados da pesquisa Gallup são tão interessantes, ele disse a outros ministros durante a conferência. A indústria da música cristã, diz ele, é composta por pessoas que estão tentando servir a um mercado. “Eles são homens de negócios, não teólogos, historiadores ou educadores musicais. Eles são homens de negócios.” E o que vende são músicas com letras superficiais, com pouco ou nenhum conteúdo teológico. Matthews disse que conheceu compositores e intérpretes que não são familiarizados com as Escrituras. Como resultado, a música tem se tornado “papel de parede, em vez de mobiliário” na adoração.

Em vez de trabalhar para instruir os cristãos na fé, a música de adoração contemporânea está cheia de mantras e clichês planejados para alterar o estado mental, disse Matthews. Esse tipo de música vem e vai, porque se tornou descartável. “Não penso que se permita às pessoas conhecer a música da igreja o suficiente para interagir com ela.”

Mas a indústria [fonográfica] não é o problema, acrescenta Matthews. “Se a igreja exigisse um produto diferente, teria um produto diferente.” Isso envolve as pessoas que estão nos bancos da igreja. A indústria [fonográfica] está “respondendo àquilo que o público está pedindo”.

Tem havido músicas de louvor que são divertidas e felizes, e que evitam conceitos sombrios e difíceis, diz ele. “Elas se tornam uma forma de escapismo, em vez de serem uma maneira de se encontrar com Deus.”

É por isso que a pesquisa Gallup de abril pode ser boas notícias. Ela pode sinalizar que as pessoas nos bancos das igrejas podem estar desejando algo mais. Pode ser por isso que os sermões estão no topo da lista, e a música cristã contemporânea, com seus mantras e clichês, está no final. Contudo, diz Matthews, “eu detestaria ver o sermão se tornando o único lugar do qual as pessoas pensam que podem extrair conteúdo”.

(Baptist News Global, traduzido por Levi de Paula Tavares)

Estudos bíblicos na Casa Branca

white houseImagine que um homem poderoso é eleito presidente da mais grandiosa nação da Terra. Imagine também que essa nação tem a maior relevância nas últimas cenas da história deste planeta, principalmente sob um ponto de vista religioso. Imagine agora que esse presidente, juntamente com seu vice-presidente, escolhe uma série de líderes religiosos para fazerem estudos bíblicos na residência oficial para os membros da Administração. Finalmente, deixe de imaginar e saiba que é tudo realidade: Donald Trump tem promovido reuniões de estudos bíblicos na Casa Branca. Será que aquilo que a CBN News chama de “reavivamento espiritual” pode ter algum significado para além disso? Poderá ser isto um sinal de que as políticas americanas se tornarão mais sensíveis a argumentos de ordem judaico-cristã? Fiquemos atentos.

(O Tempo Final)

Clique aqui e leia a notícia da CBN News.