Pessoas instruídas que escolhem o que é e o que não é inspirado na Bíblia e levantam dúvidas sobre ela

A seletividade e a crítica contra a Bíblia levam à descrença e a um caminho perigoso

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“Tomo a Bíblia tal como ela é, como a Palavra Inspirada. Creio nas declarações de uma Bíblia inteira. Levantam-se homens que julgam ter alguma coisa a criticar na Palavra de Deus. Eles a expõem diante de outros como prova de superior sabedoria. Esses homens são, muitos deles, inteligentes, instruídos, possuem eloquência e talento, homens cuja vida toda é desassossegar espíritos [perturbar a mente] quanto à inspiração das Escrituras. Influenciam muitos a ver segundo eles próprios veem. E a mesma obra é transmitida de um para outro, da mesma forma que Satanás designou que fosse, até que possamos ver plenamente o sentido das palavras de Cristo: ‘Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na Terra?’ (Lc 18:8). Irmãos, nenhuma mente ou mão se empenhe em criticar a Bíblia. É uma obra que Satanás se deleita que qualquer de vós faça, mas não é obra a vós designada pelo Senhor.

“Os homens devem deixar que Deus cuide de Seu próprio Livro, Seus oráculos vivos, como Ele tem feito por séculos. Eles começam a pôr em dúvida algumas partes da revelação, e acham falhas nas aparentes incoerências dessa e daquela declaração. Começando em Gênesis, eles rejeitam aquilo que julgam questionável, e sua mente os leva adiante, pois Satanás levará a qualquer extensão a que eles o sigam em sua crítica, e vejam alguma coisa de que duvidar em todas as Escrituras. Suas capacidades de crítica são aguçadas pelo exercício, e não podem repousar em nada com certeza. Procurais raciocinar com esses homens, mas é tempo perdido. Eles exercerão sua capacidade de ridículo mesmo sobre a Bíblia. Tornam-se até zombadores, e ficariam surpreendidos se os fizésseis ver as coisas por esse aspecto.

“Irmãos, apegai-vos à Bíblia, tal como ela reza, parai com vossas críticas relativamente a sua validade, e obedecei à Palavra, e nenhum de vós se perderá.”

(Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 17)

Para os que só aceitam partes da Bíblia

“A Bíblia deve ser apresentada como a Palavra do Deus infinito”

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“Em nosso tempo, como na antiguidade, as verdades vitais da Palavra de Deus são substituídas por teorias e especulações humanas. Muitos professos ministros do Evangelho não aceitam toda a Bíblia como a Palavra inspirada. Um sábio rejeita esta parte, outro duvida daquela. Elevam sua opinião acima da Palavra; e as Escrituras que eles ensinam repousam sobre a autoridade deles próprios. Sua autenticidade divina é destruída. Desse modo é semeada largamente a semente da incredulidade; porque o povo é confundido e não sabe o que crer. Há muitas crenças que a mente não tem o direito de entreter. Nos dias de Cristo os rabinos forçavam uma construção mística sobre muitas porções das Escrituras. Porque os claros ensinos da Palavra de Deus lhes condenavam as práticas, procuravam destruir-lhes a força. O mesmo acontece hoje em dia. Deixa-se parecer a Palavra de Deus cheia de mistérios e trevas, para desculpar as transgressões de Sua lei. Em Seus dias, Cristo censurava essas práticas. Ensinava que a Palavra de Deus deve ser compreendida por todos. Apontava às Escrituras como de autoridade inquestionável, e devemos fazer o mesmo. A Bíblia deve ser apresentada como a Palavra do Deus infinito, como o termo de toda polêmica e o fundamento de toda fé” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 11).

“A Bíblia tem sido espoliada de seu poder, e vemos a consequência no abaixamento do tom da vida espiritual. Nos sermões de muitos púlpitos de hoje, não há aquela divina manifestação, que desperta a consciência e dá vida à alma. Os ouvintes não podem dizer: ‘Porventura, não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava e quando nos abria as Escrituras?’ (Lc 24:32). Há muitos que estão clamando pelo Deus vivo, e anseiam a presença divina. Teorias filosóficas ou composições literárias, embora brilhantes, não podem satisfazer o coração. As afirmações e descobrimentos dos homens não têm valor algum. Fale a Palavra de Deus ao povo! Os que só ouviram tradições, teorias e máximas humanas, ouçam a voz dAquele cuja palavra pode renovar a alma para a vida eterna” (ibidem, p. 12).

“A esta causa [perder a confiança na Bíblia como Palavra de Deus] pode, em elevado grau, ser atribuída a iniquidade difundida no mundo hoje em dia. Quando a Palavra de Deus é posta de lado, é rejeitado também seu poder de refrear as paixões pecaminosas do coração natural. Os homens semeiam na carne, e da carne colhem a corrupção” (ibidem, p. 13).

William Ramsay: quis desmentir o evangelho de Lucas, acabou se convertendo

Quando os céticos descrentes da Bíblia olharem para Ela sem pressupostos negativos, quem sabe chegarão à mesma conclusão a que ele chegou

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Lucas existiu e escreveu o livro de Atos com precisão histórica e geográfica. A primeira sentença pode ser verdadeira, mas a segunda está longe de ser realidade. Isso se deve ao fato de que esse livro foi escrito no 2º século d.C., ou seja, bem distante dos eventos do cristianismo do século anterior que ele pretendia narrar. O principal nome dessa visão foi Ferdinand Christian Baur, teólogo da Universidade de Tübingen no século 18. Baseado na filosofia de Hegel (tese, antítese e síntese), ele desenvolveu toda uma estrutura dos primórdios do cristianismo. Para Baur, Pedro representava a ala judaica do cristianismo (tese), Paulo, a gentílica (antítese), Atos, a igreja unida (síntese), algo que só foi possível no 2º século. Toda essa estrutura de pensamento estava fundamentada na Redaktiongeschichte (a história da redação), um movimento de pensamento alemão que afirmava que o livro de Atos e também os evangelhos foram escritos mais de uma perspectiva teológica do que histórica.

Foi nesse contexto que surgiu a figura de Sir William Ramsay, adepto de tais ideias que viajou para a Ásia Menor, as terras das viagens missionárias de Paulo, com a intenção de provar os pressupostos de Baur e da Redaktiongeschichte. Porém, todas as pesquisas arqueológicas dele mostraram o contrário. A obra de Lucas é extremamente precisa quando se refere aos costumes, lugares e personagens do 1º século d.C. Ramsay, ao longo de seus trabalhos, considerou o livro de Atos como autoridade em assuntos como topografia, antiguidades e sociedade da Ásia Menor, e um aliado útil em escavações obscuras e difíceis.[1]

Uma de suas contribuições para a historicidade do livro foram seus estudos sobre a grande fome nos dias do imperador Cláudio (At 11:27-30). O pano de fundo do texto bíblico segundo alguns não é histórico, é improvável e não corroborado por outras evidências.[2] Ramsay encontrou diversas fontes sugestivas em conformidade com a passagem de Atos. Diversos historiadores mencionam algo sobre a escassez de alimentos nesse período de Roma. Suetônio, historiador romano do 2º século, menciona uma assiduae sterelitates (fome intensa) durante o império de Cláudio (41-54 d.C.). Tácito menciona duas fomes na capital do Império e Eusébio de Cesareia fala de uma fome na Grécia e provavelmente na Ásia Menor.[3] Todas essas informações nos levam a crer que o reinado de Cláudio foi marcado por más colheitas que ocasionaram ausência de alimento em diversas partes do Império. Curiosamente, Atos 12, o capítulo seguinte, contém fatos que aconteceram em 44 d.C. (a perseguição e morte de Herodes Agripa I), ou seja, durante o período referido acima.

Hoje temos um fato bastante irônico. Eruditos do Novo Testamento negam a historicidade de Atos 4 e historiadores da antiguidade consideram as narrativas desse livro como historicamente exatas. B. H. Warmington, professor de História Antiga na Universidade de Bristol, afirmou que, “quando se refere a aspectos da lei e do governo romano, os historiadores têm considerado como fontes confiáveis”. Para A. N. Sherwin-White, um dos maiores eruditos em historia romana, “a confirmação da historicidade de Atos é abundante e qualquer tentativa de negá-la é absurda”.[5]

O escritor com maior número de livros no Novo Testamento é sem dúvida alguma Paulo. Lucas, ao contrario, escreveu apenas dois livros, o evangelho que leva o nome dele e os Acta Apostolorum (Atos dos Apóstolos), mas somente esses dois ocupam mais de 30% do segundo cânon. Na realidade, algumas evidências nos levam a crer que o Evangelho e Atos são uma única obra, dividida em dois volumes.

O que motivou Lucas a escrever sua obra? Logo no prólogo do seu evangelho, ele a justifica (1:1-4). Ele diz que sua “acurada investigação” (v. 3) era destinada para Teófilo. O autor o chama de “excelentíssimo” (kratiste em grego), e ele devia ser alguém muito importante, já que esse termo é usado outras duas vezes, para Félix (23:26) e Festo, e ambos ocupavam cargos extremamente importantes na política da época. Não só isso, mas o texto da obra se assemelha muito a dossiês jurídicos do 1º século. Provavelmente, Teófilo tenha sido um advogado que estaria defendendo o apóstolo Paulo perante o júri romano.

Em favor dessa opinião, temos três detalhes importantes: (1) em Lucas 1:3 ele usa a palavra grega akribos, minucioso em detalhes, tinha de ser algo preciso; (2) a partir de Atos 13, o foco é quase totalmente voltado para Paulo; e (3) o segundo volume da obra termina com Paulo na prisão.

Se Lucas tinha interesse em ser preciso em todos os detalhes históricos e geográficos de sua obra, por que ele não seria também com os assuntos religiosos? Se sua mensagem histórica é digna de crédito, é de se esperar o mesmo sobre as boas-novas da salvação em Cristo Jesus. Quando os “Williams Ramsays” dos tempos modernos, os céticos descrentes da Bíblia, olharem para Ela sem pressupostos negativos, quem sabe chegarão à mesma conclusão a que ele chegou.

(Luiz Gustavo S. Assis é formado em Teologia pelo Unasp e doutorando no Boston College)

Referências:

1. Ramsay, William M. St. Paul: the Traveller and the Roman Citizen. Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1962. p. 8.
2. Ramsay, p. 48. Ele está citando um autor chamado Schürer, que não acreditava no relato bíblico.
3. Thompson, J. A. The Bible and Archaeology. Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans Publishing Co., 1972. p. 382
4. Bornkamm, Günter. Paulo: Vida e Obra. Petrópolis, RJ: Vozes, 1992. p. 16.
5. Yamauchi, Edwin. Las Excavaciones y las Escrituras. Casa Bautista de Publicaciones. 1977. p. 104, 105.

Riscos da relativização da Bíblia

Mídia oportunista volta a falar bobagem sobre personagem bíblico

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Vi hoje essa matéria no El Pais (quem me mandou foi meu amigo e jornalista @felipelemos29) como imagino que em breve muitos vão ler sobre isso e me perguntar a respeito, já adianto aqui alguns comentários. Eu acho um contrassenso esse tipo de análise acadêmica (quem ler o artigo entenderá). E não digo apenas porque minha fé seja ofendida com esse tipo de “releitura” da história bíblica. Digo do ponto de vista acadêmico mesmo. Eles (os céticos) dizem que não podemos confiar na historicidade dos evangelhos porque foram escritos décadas depois da morte de Jesus. Aí vêm eles mesmos, produzem textos “recusados” 2.000 anos depois dos eventos narrados, e deduzem por conta própria o que seria ou não histórico no texto bíblico. Os apóstolos foram reais, Jesus foi real, mas a partir da sexta feira até a manhã do domingo tudo, exceto a crucifixão, é lendário. Com base em que fazem esse tipo de afirmação? Qual o critério para apontar que isso aconteceu, isso não? Aí, para coroar a argumentação falaciosa, pegam um evangelho realmente lendário do segundo século (o evangelho de Judas), produzido no Egito, muito mais tardio que os evangelhos canônicos e sem nenhum resquício de historicidade, para então elevá-lo ao status de fonte confiável, grande descoberta arqueológica que prova que Judas era um mocinho, ou pelo menos uma vítima das más línguas teológicas do cristianismo. Me poupe! Se não fosse o puxão de orelha do Espírito Santo, eu perderia a compostura com esse tipo de argumentação anticristã.

(Rodrigo Silva, via Facebook)

Fragmentos bíblicos encontrados em Israel: a mais importante descoberta dos últimos 60 anos

É a mais fantástica descoberta desde Qumram. Trata-se de escritos principalmente em grego e contêm porções dos doze profetas menores, em particular Zacarias e Naum.

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É a mais impressionante descoberta arqueológica de manuscritos bíblicos dos últimos 60 anos. No Deserto de Judá, território que se estende entre o Estado de Israel e a Cisjordânia, graças a uma complexa operação de escavação conduzida pela Israel Antiquities Authority (Autoridade de Antiguidades de Israel), foram descobertos novos fragmentos de manuscritos bíblicos que datam de dois mil anos. Trata-se de escritos principalmente em grego e contêm fragmentos dos doze profetas menores, em particular Zacarias e Naum. A operação também revelou um esconderijo de moedas raras da época de Bar-Kokhba, o líder judeu que entre 132 e 135 d.C. liderou a revolta contra os romanos; um esqueleto de criança de seis mil anos, provavelmente do sexo feminino, envolto em um pano e mumificado; e uma grande cesta intacta que remonta há 10.500 anos, provavelmente a mais antiga do mundo.

Trata-se de uma parte desse rico patrimônio depositado nas cavernas do deserto de Judá durante as grandes revoltas anti-romanas do povo judeu. O Vatican News ouviu a opinião de Marcello Fidanzio, professor de Ambiente Bíblico da Faculdade de Teologia de Lugano e diretor do Instituto de Arqueologia e Cultura das Terras Bíblicas, sobre a extensão dessa sensacional descoberta.

Durante as duas revoltas – explica Fidanzio – “alguns refugiados encontraram abrigo nas cavernas, porque eram perseguidos pelos romanos. No caso específico, estamos nos referindo a uma caverna com um nome dramático, chamada Caverna dos Horrores”. Por que esse nome? “Ali morreram de fome e sede cerca de 40 pessoas, entre homens, mulheres e crianças. Para esse local, durante a fuga, levaram alguns de seus objetos mais preciosos: pertences, utensílios da vida cotidiana e textos escritos: documentos e textos bíblicos.” A recente missão arqueológica da Autoridade de Antiguidades de Israel, iniciada em 2017, revelou 20 pequenos fragmentos de pergaminhos bíblicos.

É uma descoberta importante porque “depois das grandes descobertas dos anos 40 e 50, especialmente em Qumran e no Deserto da Judeia, nada semelhante havia sido registrado novamente em relação a textos bíblicos. Achados de tamanha importância reacendem a emoção dos pesquisadores”.

É um patrimônio que ninguém imaginava que pudesse existir, “uma nova página na história das escavações arqueológicas”. Agora os envolvidos nos trabalhos se perguntam se essa é a última etapa de uma série de descobertas ou é um indicador de novas possibilidades a serem investigadas.

“Por isso, naturalmente, interessa muito a nós, apaixonados pela Bíblia – confessa Fidanzio -, mas também interessa muito aos israelenses, que destacam como essas pesquisas estão ligadas à sua identidade, à história de sua presença na terra de Israel. Não sem razão, portanto, a Autoridade de Antiguidades de Israel deu ênfase especial à campanha de escavações.

“Até agora – acrescenta o estudioso de Lugano – as grandes descobertas foram feitas por escavações clandestinas.” Nesse caso, pelo contrário, chegou-se a esse resultado com uma minuciosa pesquisa “conduzida pela Autoridade de Antiguidades que trabalhou com um método e permitiu colocar a salvo antiguidades como textos bíblicos, um cesto com cobertura que remonta há 10.500 anos, talvez o mais antigo encontrado até hoje, ou o comovente esqueleto de uma menina ali colocado, envolto em um pano de linho há mais de seis mil anos”. […]

“Essas descobertas nos introduzem em um momento histórico extremamente fascinante: aquele em que a Bíblia encontra sua forma, se constitui.” Entre as tantas características advindas do estudo dos fragmentos, emerge um detalhe: no texto grego as quatro letras impronunciáveis ​​do nome de Deus são escritas na língua paleo-hebraica, a antiga escrita que era usada na época do Primeiro Templo (até 586 a.C).

“Já havia naquela época, como nos pergaminhos usados ​​na época de Jesus, um grande respeito pelo nome de Deus, que não era pronunciado. Escrevê-lo fazendo recurso a outro alfabeto – conclui Fidanzio – é uma estratégia do escriba que visa induzir o leitor a concentrar a atenção nessas letras. Ou seja, é um ponto do texto que exige grande respeito e sacralidade.”

(Vatican News)

Leia também: Arqueólogos israelitas encontram fragmentos de texto bíblico em caverna

Relativização da Bíblia

O mistério do relógio de Acaz

De vez em quando, alguém pergunta o que exatamente Deus teria feito para efetuar o milagre do retrocesso de 10 graus na sombra no relógio de sol de Acaz (2 Reis 20:11). Temos alguma pista sobre isso?

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O caso é bastante semelhante ao do dia longo de Josué, o qual, segundo evidências arqueológicas, foi um fenômeno mundial, pois correspondeu a uma noite longa nas Américas. Isso indica que a Terra parou de girar no caso de Josué e chegou a retroceder no caso de Acaz. Um contra-argumento comum é o de que um fenômeno assim seria catastrófico a ponto de provavelmente eliminar a vida na Terra. Para ter uma ideia em miniatura do problema, basta imaginar um carro viajando em alta velocidade por uma estrada e tendo sua velocidade reduzida a zero muito rapidamente ao bater contra uma rocha. O carro provavelmente seria destruído e seus ocupantes obviamente morreriam no processo. Portanto, alguma outra coisa deve ter ocorrido tanto no caso do relógio de Acaz quanto no dia longo de Josué, certo. Na verdade, esse é um argumento falacioso (enganoso).

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Destruição de Tiro: profecia cumprida à risca

Sábado: antídoto contra a idolatria