Estudos bíblicos na Casa Branca

white houseImagine que um homem poderoso é eleito presidente da mais grandiosa nação da Terra. Imagine também que essa nação tem a maior relevância nas últimas cenas da história deste planeta, principalmente sob um ponto de vista religioso. Imagine agora que esse presidente, juntamente com seu vice-presidente, escolhe uma série de líderes religiosos para fazerem estudos bíblicos na residência oficial para os membros da Administração. Finalmente, deixe de imaginar e saiba que é tudo realidade: Donald Trump tem promovido reuniões de estudos bíblicos na Casa Branca. Será que aquilo que a CBN News chama de “reavivamento espiritual” pode ter algum significado para além disso? Poderá ser isto um sinal de que as políticas americanas se tornarão mais sensíveis a argumentos de ordem judaico-cristã? Fiquemos atentos.

(O Tempo Final)

Clique aqui e leia a notícia da CBN News.

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Videogames podem até ajudar em algumas coisas, mas viciam

video-gameExistem milhares de estudos sobre como os videogames podem afetar nosso comportamento e, eventualmente, nosso cérebro, por meio da plasticidade cerebral. Para tentar resumir esse corpo de conhecimento, já que os diversos estudos nem sempre são diretamente comparáveis, uma equipe da Universidade Aberta da Catalunha (Espanha) decidiu fazer uma meta-análise, buscando similares e selecionando os estudos de melhor qualidade. Eles se concentraram nas pesquisas que estudaram as regiões cerebrais responsáveis pela atenção e pelas habilidades visuoespaciais, bem como aquelas associadas ao sistema de recompensas e como elas estão relacionadas ao vício de videogames. “Os jogos eletrônicos têm sido elogiados ou demonizados, muitas vezes sem dados reais apoiando essas alegações. Além disso, jogar é uma atividade popular, então todos parecem ter opiniões fortes sobre o tema”, ponderou o professor Marc Palaus, coordenador da análise.

Para checar se existe realmente alguma tendência sobre como os videogames afetam a estrutura e a atividade do cérebro humano, a equipe selecionou 116 estudos científicos, 22 dos quais analisaram as mudanças estruturais no cérebro e 100 dos quais analisaram mudanças na funcionalidade cerebral e/ou no comportamento. A conclusão geral é que jogar videogame pode de fato mudar nosso comportamento, a forma como nosso cérebro funciona e até mesmo sua estrutura.

Por exemplo, jogar videogame afeta nossa atenção, e alguns estudos constataram que os jogadores apresentam melhorias em vários tipos de atenção, como a atenção sustentada ou a atenção seletiva. As regiões cerebrais envolvidas na atenção também se tornam mais eficientes nos jogadores e exigem menos ativação para manter a atenção em tarefas mais exigentes.

Também há evidências de que os videogames podem aumentar o tamanho e a eficiência das regiões cerebrais relacionadas às habilidades visuoespaciais. Por exemplo, o hipocampo direito mostrou-se ampliado entre os gamers e voluntários que seguiram um programa de treinamento em videogames de longo prazo.

Por outro lado, os videojogos também podem ser viciantes. Os pesquisadores encontraram mudanças funcionais e estruturais no sistema neural de recompensas das pessoas viciados em jogos. Essas mudanças neurais são basicamente as mesmas que as observadas em outros transtornos de vícios.

“Nós nos concentramos em como o cérebro reage à exposição aos videogames, mas esses efeitos nem sempre se traduzem em mudanças na vida real”, analisou Palaus. “É provável que os videojogos tenham tanto efeitos positivos (na atenção e habilidades visuais e motoras) quanto aspectos negativos (risco de dependência), e é essencial que assimilemos essa complexidade.”

Os resultados da meta-análise foram publicados na revista Frontiers in Human Neuroscience.

(Diário da Saúde)

Nota: É como o café e o vinho: ambos contêm elementos que fazem bem à saúde, como os flavonoides, por exemplo. Mas os malefícios (sendo o pior deles o vício devido ao álcool e à cafeína) não compensam os eventuais benefícios. Além disso, é possível obter esses benefícios em outras bebidas e outras atividades que não ofereçam riscos para a saúde. As substâncias benéficas do vinho, por exemplo, podem ser encontradas no suco puro da uva. E a capacidade de concentração também pode ser exercitada de outras formas. É tudo uma questão de escolha. [MB]

O testemunho de um jovem cristão viciado em pornografia

vicioBoa tarde, pastor Michelson. Não sei se você vai chegar a ler este meu e-mail, mas gostaria de contar um pouco da minha experiência com música e séries. Para começar, me chamo ……………, tenho 24 anos e sou adventista do sétimo dia desde os três anos de idade. Minha família é toda adventista, exceto minha irmã que se afastou. Desde pequeno sempre gostei muito de ver televisão, pois antigamente o acesso à internet no Brasil era coisa bastante rara. Via filmes e desenhos de todos os tipos. Daí, quando cheguei à fase da adolescência, as coisas pioraram. Como eu havia adquirido o hábito de ver muita TV na infância, na adolescência isso passou a ser uma coisa normal. Mas nem tudo era ruim nessa fase, pois gostava muito de ler; porém, lia livros que são contra os princípios de Deus. E as músicas eram sempre pop rock, rock não tão pesado, etc. As músicas da igreja não faziam sentido para mim, mesmo estando na igreja nos fins de semana.

Por essa época, tive acesso a DVDs e sites pornográficos. No primeiro momento, queria repudiar aquilo que estava vendo, mas como fui “domesticado” com filmes, desenhos e novelas, achava que um site pornográfico não faria tão mal assim à minha vida cristã. Só que, com o passar do tempo, isso foi se intensificando e virou um hábito muito forte, a ponto de eu praticar a masturbação. Daí, “a essa altura do campeonato”, já tinha mais dois vícios: pornografia e masturbação. Ao mesmo tempo continuava vendo filmes (sem conteúdo pornográfico, porém, em sua essência, tinham), ouvia todo tipo de música, e achava que esses dois passatempos não estavam me influenciando em nada.

Com o passar dos anos isso se tornou um vício enorme em todos os sentidos. Quando estava com 19 anos, queria largar todos esses vícios, mas era muito mais forte do que eu, principalmente a pornografia e a masturbação, pois eu via sexo em tudo. Sempre pensava em sexo, seja na igreja ou em qualquer outro ambiente. Tentei me apegar a Cristo, fazia muitas orações, bloqueava os sites pornográficos, mas sempre era vencido por esses meus vícios. Meu computador ficava no meu quarto. Tinha acesso à internet por mais de 12 horas, vendo séries e sites pornográficos todos os dias sem parar. Eu achava que era impossível vencer isso. Parecia que Deus não estava nem aí para minhas orações.

Como eu lia muito, comecei a comprar livros e DVDs do Harry Potter, comecei a fazer coleções de livros de ficção de várias histórias (vampirismo, lobisomem e espiritismo), coleções de CDs de bandas que admirava. Isso era a minha vida. Era mais forte do que eu, mesmo pedindo forças a Deus para abandonar.

Cheguei ao ponto de ter princípio de depressão. Ficava trancado no meu quarto sem comer nem beber. Perdi quase 8 kg devido ao começo de depressão e a esses vícios horríveis. Pensei várias vezes em tirar a vida, pois estava muito sufocado com essas coisas. Parecia que Deus havia me abandonado. Chorava muito. E para aumentar minha tristeza ainda ouvia músicas melancólicas. Parei de ir à igreja nesse período. Sempre ficava irritado com qualquer coisa que meus familiares perguntavam. Tinha semanas que eu só os via três vezes por semana, mesmo estando dentro da mesma casa.

Depois de alguns meses, não sei o que deu em mim, mas tive vontade de sair do quarto, me alimentar corretamente, sair de casa um pouco e ir à casa de uns amigos. Quero acreditar que foi o Espírito de Deus que me deu forças para isso (escrevo esta linha em lágrimas, pois fico impressionando com o poder de Deus na vida do ser humano). No mesmo dia que tomei essa atitude, quando cheguei da casa dos meus amigos – fazia meses que eu não os via –, entrei em meu quarto e rasguei todos os livros diabólicos que tinha, como também destruí todos os DVDs de mesmo conteúdo e os pornográficos. Joguei fora mais de mil reais desses conteúdos. Não estava me reconhecendo ao fazer isso. Depois me pus a chorar, pois sabia que ia ser difícil vencer os vícios, mesmo jogando tudo fora. Isso porque minha mente estava muito contaminada com pornografia, músicas inadequadas, etc. Mas estava disposto a vencer! Depois de alguns meses, entrei no curso preparatório para o vestibular, e depois de três anos tentando o vestibular, passei para o curso que tanto queria: Odontologia.

Quando entrei na faculdade, comecei a andar com pessoas que não eram cristãs, e aos poucos fui voltando a ser o que era antes. Minha mente ainda continuava afetada pelos hábitos que eu tinha, e isso aumentou com o convívio com pessoas que não compartilhavam dos mesmos princípios que os meus. Eu não estava percebendo como isso me conduzia aos poucos a fazer praticamente as mesmas coisas que fazia antes.

Comecei a ouvir músicas dos anos 80, voltei a navegar em sites pornográficos, praticava com mais intensidade a masturbação, voltei a assistir a muitas séries, minhas notas na faculdade estavam caindo, comecei a faltar às aulas e chorava muito no meu quarto, querendo um sentido para a vida. Até que decidi procurar ajuda. Na própria faculdade em que estudo me dirigi ao bloco do curso de psicologia em busca de socorro. Chegando lá fiz a triagem para o atendimento e me derramei em lágrimas para a psicóloga que estava ali. Queria uma solução para a minha vida, não estava mais enxergando Deus, não fazia mais sentido continuar vivendo.

Depois desse dia continuei a terapia. Foram várias sessões que me ajudaram muito. Os primeiros dias foram difíceis, mas continuei o tratamento. Cheguei a fazer cinco provas finais em um só período devido às consequências de faltar às aulas e tirar notas baixas. Mas pedi forças a Deus, para que Ele me ajudasse a recuperar as notas e passasse nas provas finais. E Ele atendeu minha oração. Passei nas provas finais. Ao final daquele período fui convidado para participar da Missão Calebe em outra cidade. Aceitei o convite e fui. Iria passar um mês fora de casa. Iria fazer algo de útil para o meu Deus – como também iria ficar longe das coisas que estavam me fazendo mal.

Nessa Missão Calebe tive acesso a uma série de palestras que um amigo me recomendou assistir, de um palestrante adventista dos Estados Unidos, intituladas “O dilema da distração”. São dez episódios. Assisti tudo em dois dias e vi com riqueza de detalhes o poder da música na mente do ser humano e como isso está ligado à pornografia e à nossa adoração a Deus. Essas palestras me abriram os olhos, e quando cheguei em casa depois de um mês queria fazer diferente. Ser diferente. Não queria voltar a fazer as mesmas coisas.

Logo comecei a excluir as séries que ainda tinha no meu PC, mesmo aquelas “inofensivas”. Excluí as músicas mundanas que ainda tinha no celular, migrei o PC do meu quarto para a sala, decidi fazer jejum por três meses das redes sociais (excluí definitivamente o Facebook, Instagram e WhatsApp); nesses três meses de jejum lia um capítulo por dia do livro O Desejado de todas as Nações (87 capítulos) e meditava na vida de Cristo. Além disso, comecei a estudar alguns assuntos da Bíblia que antes considerava chatos, por exemplo: o santuário, a Trindade, etc. São temas muito importantes que todos, jovens e adultos, precisam conhecer, pois o inimigo de Deus tem desviado pessoas de nosso povo usando e distorcendo esses assuntos.

Passei a orar mais. Meus amigos não entendiam essas minhas atitudes, mas como estava viciado nas redes sociais, precisei dar um tempo. Só tinha acesso ao e-mail por conta da faculdade e das programações da igreja. Foi um período enriquecedor para mim e ainda continua sendo. Minha vida melhorou muito. Estou dando estudos bíblicos para o meu cunhado e para a irmã que estava afastada da igreja. Meu gosto musical não mais é o mesmo, pois comecei a gostar dos Arautos do Rei (principalmente as músicas antigas deles), retirei das minhas preferências toda música muito ritmada, que, infelizmente, tem também em nossa igreja. Logo, basta ser seletivos em tudo o que ouvimos.

Adotei a reforma de saúde para a qual antes não dava muita importância. Era de um tempo assim que eu estava precisando. Depois que acabaram os três meses de jejum não voltei para as minhas redes sociais, pois sabia das minhas limitações. Hoje estou só acessível ou por ligações no celular ou por e-mail. Alguns podem achar que é         extremismo da minha parte, mas, para mim, não, pois conheço minhas limitações. O diabo não precisa de uma porta escancarada, ele só quer uma pequena brecha. E para não abrir essa brecha prefiro não arriscar.

Minhas notas na faculdade voltaram a subir. Nunca precisei trancar a faculdade desde que comecei a cursá-la, e nunca reprovei em uma disciplina, pois até aqui o Senhor tem me ajudado. Faltam dois de cinco anos para eu concluir o curso, e pretendo usar minha profissão a serviço do Mestre com projetos, por exemplo, de um ano em missão, ações sociais, etc. Tenho tempo para sair com meus amigos da igreja, tempo para ir à igreja, tempo para estudar, tempo para orar, etc. E o fato de gostar de ler muito me ajudou bastante a ler muitos livros do espírito de profecia e outros da CPB. Desde que começou o ano de 2017 já li quase 20 livros. E quanto mais aprendo de Jesus, mais vejo o quanto sou imperfeito e preciso de Sua graça.

Ainda está sendo uma luta para mim, pois estou nesse mundo, mas as práticas de antes não mais chegam até mim, pois vigio e oro, e procuro sempre olhar para a cruz de Cristo, e essa luta só irá acabar quando Ele voltar.

Deixo aqui o meu versículo preferido da Bíblia que me ajudou e ainda tem me ajudado, e espero que ajude a muitos jovens e adultos que passam pelo mesmo problema que o meu ou por algo semelhante: “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” (Filipenses 1:6).

(Nome preservado a pedido do autor.)

Música: o tom da polêmica (entrevista com Michelson Borges)

Empresa dos EUA implantará chips nos funcionários

chip-funcionariosUma empresa norte-americana implantará microchips em alguns funcionários para facilitar tarefas como abrir portas, acessar computadores, fazer cópias de documentos e compartilhar informação, entre outras funções. Segundo informou o site Verge nesta segunda-feira (24), 50 empregados da desenvolvedora de software Three Square Market se ofereceram como voluntários para participar da iniciativa. Sediada no estado de Wisconsin, a empresa usará nos chips a tecnologia de comunicação sem fio e de curto alcance NFC. Marcada para começar a operar em dia 1º de agosto, a iniciativa consistirá em implantar componentes do tamanho de um grão de arroz entre o polegar e o dedo indicador do indivíduo. Os microprocessadores custam US$ 300.

De acordo com a empresa, os chips possuem sensores que, ao serem escaneados, permitem que funcionários acessem informações em computadores e outros dispositivos. Também liberam o pagamento de compras, sem a necessidade de usar cartões de crédito ou smartphones. [E isso facilitaria e muito o controle da vida das pessoas. – MB]

 A Three Square Market assegura que não colocará em risco a privacidade dos trabalhadores, já que os dados armazenados no chip estarão criptografados e não poderão ser rastreados por GPS, de modo que a sua funcionalidade seria parecida à de uma chave ou cartão de acesso eletrônico.

 O diretor-executivo da empresa, Todd Westby, declarou ao canal CNBC que a implantação destes microchips é indolor e que seu uso é completamente legal, já que foi aprovado em 2004 pela agência federal de Administração de Medicamentos e Alimentos (FDA, na sigla em inglês). “Acreditamos que é uma boa forma de avançar na inovação da empresa. Os chips não emitem nenhum sinal sozinhos, precisam ser lidos com qualquer objeto que tenha um leitor de proximidade”, explicou Westby.

(G1 Notícias)

Jornalista homossexual é contra “casamento” gay

jean-pierreJean Pierre Delaume-Myard é um jornalista francês. Ele é o realizador e um dos porta-vozes da Manif pour Tous [Manifestação para Todos], um grande movimento pró-família que levou centenas de milhares de pessoas às ruas da França para defender o matrimônio natural diante dos ataques do governo de François Hollande. E atenção: trata-se de ataques não porque o governo apenas defendesse o chamado “casamento” gay, mas porque o governo reprimia a liberdade de expressão daqueles que contestavam que a união civil homossexual equivalesse ao matrimônio natural entre um homem e uma mulher abertos à geração de novas vidas humanas. Jean Pierre Delaume-Myard se opõe ao chamado “matrimônio para todos” e à adoção de crianças por casais gays porque não concorda que a união civil homossexual seja equivalente ao conceito de matrimônio natural.

E não, Jean Pierre Delaume-Myard não é “homofóbico”. Ele foi às ruas e convocou as pessoas às ruas para declarar precisamente que os homossexuais são cidadãos responsáveis. Para declarar que a orientação sexual não pode ser transformada em uma lei imposta a todos. Para rejeitar uma lei que, mais cedo ou mais tarde, vai pôr em xeque o conceito natural de família.

Jean Pierre escreveu o livro Homosexuel contre le mariage pour tous [Homossexual contra o matrimônio para todos], no qual relata o poder do lobby gay e denuncia como esse lobby se apropria da voz dos homossexuais apesar de não representar a maioria deles.

Estas são algumas das ideias expostas no livro:

Ele se opõe ao chamado “matrimônio homossexual” na França porque a proposta prevê a adoção. “Toda criança tem, antes de tudo, a necessidade de um pai e de uma mãe para se realizar. Há uma grande diferença entre ter dois ‘papais’ ou duas ‘mamães’ e ter pai e mãe heterossexuais. A verdadeira igualdade tem sua única fonte no casal pai e mãe, o único incontestável. Pretender apagar esse fato da natureza é negar a própria realidade. Todos devem a vida à igualdade homem-mulher.”

“A enorme instabilidade entre os casais do mesmo sexo, confirmada por numerosos estudos realizados nos países em que esse tipo de casamento foi legalizado, aponta que as consequências para a criança são especialmente o fracasso escolar, os problemas para a futura integração profissional e a estabilidade afetiva.”

“O recurso à ‘barriga de aluguel’ é inaceitável moralmente porque a mulher não é uma mercadoria contratável e a criança não pode ser utilizada como remédio afetivo para casais do mesmo sexo.”

“A ‘barriga de aluguel’ é uma violência radical, já que consiste em privar uma criança do seu direito inalienável às suas origens, do direito de conhecer o próprio pai e a própria mãe. Todos nascemos de um pai e de uma mãe. Que direito existe de privar disso uma criança?”

Costuma ser aduzido neste ponto o fato, igualmente real, de que muitos pais e mães heterossexuais abandonam os próprios filhos. No entanto, a solução para esse problema gravíssimo estará mesmo no recurso a outro problema gravíssimo? Por que não se resolve cada problema com a solução que de fato elimina sua raiz? É uma problemática semelhante à do aborto: o “problema” consiste no despreparo para a gravidez e, por obviedade, a solução está em investir na conscientização, educação e preparação dos jovens para a gravidez – e não em ignorar este verdadeiro problema oferecendo escapes como o aborto, que contribuem para perpetuar a irresponsabilidade sexual dos jovens e dos adultos num ciclo vicioso sem fim. No caso das crianças abandonadas pelos pais, quanto mais se tenta transformar soluções paliativas em “soluções habituais”, mais se desvia do foco: eliminar o problema do abandono, incentivando a paternidade e a maternidade responsáveis.

“Como católico praticante, nunca tive que vestir uma armadura para ir à igreja aos domingos. Toda vez que confessei minha sexualidade a um sacerdote, ele não apenas me ouviu, mas me acolheu com bondade, permitindo-me até fazer a leitura, na missa, dos textos sagrados.”

“O lobby gay não representa a totalidade dos homossexuais. Na Europa, ele tem influência em toda parte. A mídia prefere dar visibilidade a um homossexual do lobby LGBT em vez de ouvir um homossexual que não faz parte de um lobby. Se um homossexual não está de acordo com o lobby gay, ele é forçosamente manipulado, marginalizado e relegado. O lobby gay exerce uma ditadura insuportável e nos encerra numa categoria de ‘pessoas especiais’ no seio da humanidade. E isso, na prática, gera desigualdade”.

“Cada vez que me pronuncio publicamente, recebo mensagens abertamente hostis na minha página do Facebook: ‘Vamos tocar fogo em você’, ‘Traidor imundo’, etc.”

“A Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais é financiada com fundos da União Europeia e de governos como o norte-americano e o holandês. É um truste financeiro: recebeu, em 2012, 1,4 bilhão de euros.”

“O lobby gay está decidido a destruir, sem importarem os meios, as instituições do matrimônio e da família natural, com a ajuda de alguns lobbies feministas, como o grupo Femen, que não é o único.”

“A questão da ideologia de gênero está intimamente ligada à Procriação Medicamente Assistida e ao seu corolário, a gestação sub-rogada. Para nos fazer acreditar que um homem com um homem ou uma mulher com uma mulher podem ter um filho, eles nos impõem a ideologia de gênero.”

“O conceito de gênero é o instrumento de uma revolução antropológica e cultural em nossas sociedades pós-modernas em busca de identidade e igualdade.”

“Recentemente, lançamos na Europa uma campanha em favor do matrimônio homem-mulher e da filiação pai-mãe-filhos. Com espírito de esclarecimento, mas também de unidade, a iniciativa cidadã Mum, Dad & Kids [Mamãe, Papai e Filhos] propõe que a União Europeia adote uma definição do matrimônio e da família na legislação comunitária. A iniciativa foi apresentada oficialmente em Paris no dia 18 de abril.”

(Aleteia)

Nota: Interessante o posicionamento de Jean-Pierre ao defender o conceito bíblico e natural de casamento (heteromonogâmico). É também interessante o tratamento que ele recebeu em sua igreja: de aceitação e compreensão. Ter tendências homossexuais não é pecado, assim como qualquer outra tendência pecaminosa não o é. Entregar-se às práticas ditadas por essas tendências, sim, é pecado. A militância gay incentivada pelos interesses denunciados por Jean vai totalmente de encontro à cosmovisão criacionista bíblica e por isso deve ser denunciada. É como na máxima: devemos amar o pecador e odiar o pecado. [MB]

Papa promove sua encíclica dominguista em congresso no RJ

papaO papa Francisco enviou uma mensagem a todos os participantes do II Congresso Internacional Laudato Si e Grandes Cidades recordando que na encíclica Laudato Si faz referência a várias necessidades físicas que o homem de hoje tem nas grandes cidades e que necessitam ser afrontadas com respeito, responsabilidade e relação. De acordo com o Santo Padre, são três “R” que ajudam a atuar de forma conjunta diante dos imperativos mais essenciais de nossa convivência. A mensagem foi divulgada ontem pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

 Mensagem do Papa Francisco aos conferencistas e participantes do II Congresso Internacional Laudato Si e Grandes Cidades

A sua Eminência o Cardeal Lluis Martínez Sistach

Arcebispo emérito de Barcelona

Vaticano, 12 de junho de 2017.

Querido irmão,

O saúdo atentamente, como também a todos os que participam do evento: Congresso Internacional “Laudato Si e Grandes Cidades”. Na Carta encíclica Laudato Si faço referência a varias necessidades físicas que o homem de hoje tem nas grandes cidades e que necessitam ser afrontadas com respeito, responsabilidade e relação. São três “R” que ajudam a atuar de forma conjunta diante dos imperativos mais essenciais de nossa convivência.

respeito é a atitude fundamental que o homem há de ter com a criação. Esta a recebemos como um dom precioso e devemos esforçar-nos para que as gerações futuras possam seguir admirando-a e desfrutando-a. Esse cuidado devemos ensiná-lo e transmiti-lo. São Francisco de Assis afirmava em seu Cântico às criaturas: “Louvado sejas, meu senhor, pela irmã água, a qual é muito útil, humilde, preciosa e casta.” Nesses adjetivos se expressa a beleza e importância desse elemento, que é indispensável para a vida. Como outros elementos criados, a água potável e limpa é expressão do amor atento e providente de Deus por cada uma de Suas criaturas, sendo um direito fundamental, que toda sociedade deve garantir (cf. Laudato si, 30). […]

responsabilidade diante da criação é o modo com o qual devemos atuar com ela e constitui uma de nossas tarefas primordiais. Não podemos ficar com os braços cruzados, quando advertimos uma grave diminuição da qualidade do ar ou o aumento da produção de resíduos que não são adequadamente tratados. […] Cada território e governo deveria incentivar modos de atuar responsáveis em seus cidadãos para que, com criatividade, possam atuar e favorecer a criação de uma casa mais habitável e mais saudável. Colocando cada um o pouco que lhe corresponde em sua responsabilidade se estará ganhando muito. […]

O homem está chamado a amar e ser amado, estabelecendo vínculos de pertença e laços de unidade entre todos os seus semelhantes. É importante que a sociedade trabalhe conjuntamente em âmbito político, educativo e religioso para criar relações humanas mais cálidas, que derrubem os muros que isolam e marginam. […]

Peço a intercessão da Virgem Santa, Rainha do céu e da terra, por essas jornadas de estudo e de reflexão. Que seu conselho e guia oriente suas decisões em favor de uma ecologia integral que proteja nossa casa comum e construa uma civilização cada vez mais humana e solidária.

(Zenit)

Nota: Na encíclica Laudato Si o papa Francisco defende abertamente o descanso dominical como uma das soluções para o problema do aquecimento global e da dissolução da família (confira aqui). Note que no discurso acima ele apela para a unidade e para esforços efetivos via governos. Tudo o que o líder católico fala em relação ao meio ambiente e tenta associar com o domingo, na verdade, tem relação com o memorial da criação, o santo sábado do sétimo dia (confira). Francisco deu de presente uma cópia da Laudato Si ao presidente norte-americano Donald Trump (confira) e tem feito de tudo para divulgar seu conteúdo que tem sido bem aceito por muitas pessoas e entidades. [MB]