O dinossauro mais bem preservado do mundo

dinossauroGeólogos revelaram nesta semana o que é, provavelmente, o dinossauro mais bem conservado da história. O animal provavelmente morreu como vivia – desafiando predadores com sua armadura pesada e seu tamanho – e depois de 110 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], seu rosto permanece congelado em um feroz resplendor reptiliano. Não se sabe como ele, um herbívoro de uma espécie chamada nodossauro, morreu, mas, de alguma forma, seu corpo acabou no fundo de um mar antigo. Minerais mantiveram seus restos mortais incrivelmente intactos, gradualmente transformando o corpo em um fóssil. E quando foi descoberto em 2011, os cientistas rapidamente perceberam que era o espécime mais bem preservado de seu tipo. “É basicamente uma múmia de dinossauro – é realmente excepcional”, diz Don Brinkman, diretor de preservação e pesquisa no Royal Tyrrell Museum, em Alberta, no Canadá. O dinossauro, com conteúdo de pele e intestino fossilizados intactos, veio de uma escavação nas areias do norte de Alberta, que no passado foi o fundo de um mar, há seis anos.

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Interior de São Paulo já foi coberto pelo mar

mar iratiUm levantamento realizado por pesquisadores de sete universidades brasileiras e portuguesas apontou que há 260 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] o interior de São Paulo era coberto por água. O chamado “mar de Irati” tinha um milhão de quilômetros quadrados e acabou secando após uma série de mudanças geológicas. Entretanto, fósseis de animais marinhos e vestígios de algas ainda podem ser encontrados em algumas regiões, como no município de Santa Rosa de Viterbo (SP), a 300 quilômetros da capital paulista, onde ficava uma das praias de águas limpas, claras, rasas e quentes, como descreve o estudo. As primeiras descobertas ocorreram na década de 1970, durante os trabalhos de escavação em uma mina de calcário que, mais tarde, se tornou um sítio arqueológico. Agora, as informações foram reunidas em um inventário geológico, publicado na revista científica GeoHeritage. O documento é assinado por geocientistas da Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Carlos (UFScar), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Instituto Florestal e Instituto Geológico de São Paulo.

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O que aconteceu com os dinossauros?